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O amigo do namorado da minha mãe

1873 palavras | 3 |4.72
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…aquele “pêndulo” batendo de um lado para o outro, parece que me hipnotizou.

Quando minha mãe namorava com meu pai, meu avô teve vários desentendimentos com ele. Quando soube que minha mãe estava grávida, meu avô queria matá-lo, meu pai sumiu e nunca mais apareceu. Acho que por isso minha mãe era bem discreta, e não aparecia com namorados em casa. Mas, assim que completei 12 anos, ela apareceu em casa, com o Marcos. Inicialmente, apresentou como colega do serviço, depois assumiu o namoro.
Marcos era mulato, 1,85m, 32 anos e bem forte, tipo atleta, ele jogava futebol na semana e aos domingos pela manhã. O jogo de domingo, era no clube da empresa que eles trabalhavam, ele era sócio.
Num certo sábado, acho que querendo interagir um pouco mais comigo, ele me chamou para ir ao clube, assistir o jogo do time dele. Como não fazia nada no domingo, e com o consentimento da minha mãe, aceitei o convite.
Fiquei impressionado com o clube; quadras de esportes, piscinas, vários brinquedos e dois campos de futebol.
Nesse dia, eles jogaram no principal. O campo era enorme, todo gramado tinha até uma arquibancada pequena. Para quem jogava num discreto campinho de terra, aquilo era um estádio. Na hora do intervalo, entrei no campo, e bati uma bolinha com o Marcos. No final do jogo, voltei para o gramado, e brincamos mais um pouco, mas Marcos falou que tinha que tomar banho.
_Não esquece de levar a bola quando terminar. Disse ele.
Como não tinha ninguém para jogar, resolvi devolver a bola.
Quando entrei no vestiário para devolver a bola, um susto, achei que tivesse atravessado a porta do paraíso. A visão era maravilhosa, várias rolas desfilando e balançando à minha frente, tinha para todos os gostos, em tamanhos e cores. E eu que achava que a rola do meu avô era a maior de todas, só ali vi umas cinco maiores que a dele. Tive que me segurar para não dar bandeira, apesar deles mal terem notado a minha presença. Marcos estava no chuveiro, atrás de uma parede, não conseguia vê-lo. Foi aí que um homem, moreno, alto e forte, veio em minha direção, com a sua rola batendo nas coxas, enquanto caminhava. Foi impossível me conter, aquele “pêndulo” batendo de um lado para o outro, parece que me hipnotizou.
_Precisando de alguma coisa? Disse ele, me tirando do transe.
_É….sim…é…eu …eu vim devolver a bola. Respondi, tentando desviar o olhar.
_Tá bom então…me dá aqui que eu guardo. É só isso? Perguntou ele, com um sorriso no rosto.
_É…é…tá..tá..obrigado. Respondi, saindo dali meio desconcertado.
Apesar do meu desejo de continuar lá dentro, fiquei do lado de fora, nos arredores, esperando o Marcos. Estava morrendo de vergonha por causa do amigo dele, acho que ele tinha percebido o meu deslumbramento.
Esse amigo do Marcos saiu, acenou para mim, e sem dizer nada, foi para o bar que ficava do outro lado do campo. Na sequência, quando Marcos saiu, ele disse:
_Vamos ali no bar, vou tomar uma cervejinha e daqui a pouco te levo beleza?
Balancei a cabeça afirmativamente e o segui. Chegando lá, ganhei um refrigerante.
Fiquei um pouco mais afastado, olhando os amigos do Marcos e lembrando dos pintos deles. Foi rápido, mas alguns eu memorizei.
Quando terminei o refrigerante, fui ao banheiro, e assim que me posicionei para mijar no mictório, o homem que tinha pego a bola, apareceu. Ele ficou do meu lado, e colocou o pau para fora, mas não estava mijando. Terminei de mijar e fiz menção de sair, mas ele me segurou pelo braço:
_Ei…já vai? Fica mais um pouquinho. Disse ele, alisando a rola com a outra mão.
_Já terminei…moço…tenho que ir embora!
_Calma rapazinho…chega mais. Disse ele me puxando para mais perto.
Aquela rolona meia bomba estava me atormentando, mas tinha que resistir, até porque, poderia chegar mais alguém.
_Acho que você está confundindo as coisas moço…é melhor eu ir…
_Ah sem essa vai…eu vi seus olhinhos brilhando lá no vestiário….eu tenho certeza que você é chegado….
Depois que ele disse isso, ele colocou minha mão no seu pau. Aí ficou difícil…a pele da rola era bem macia, acabei dando uma apertadinha, e deslizei a mão nela, até tocar a cabeça.
_Ói…tá vendo…e você cheio de frescura. Disse ele.
_É que pode aparecer alguém. Falei.
_Se alguém abrir a porta, dá para perceber, além do mais, aqui está longe da outra parte de clube, praticamente só tem o pessoal que jogou.
Minha mão já deslizava gostoso pelo seu pinto, quando ele me solta, e enfia a mão por baixo do meu short, abaixando-o. O homem apertou e apalpou minha bunda.
_Que maravilha hein moleque….
Nesse momento, ele forçou e enfiou a ponta do dedo no meu cú. Soltei um gemido, e até estremeci. O negócio estava bom, e mesmo com medo de ser surpreendido não me contive, me abaixei e chupei a rola.
_Ahhh…que delícia…que boquinha…uhhh…
O homem aproveitou e enfiou o dedo todo, e ficou socando na minha bunda, enquanto eu me acabava e babava na sua rola.
Gemendo bastante, ele tira o dedo do meu cú, segura minha cabeça, e lentamente, fica metendo o pau na minha boca. Em questão de minutos, senti o primeiro jato de porra. Seu pau pulsava na minha boca, despejando todo o seu líquido. Limpei o pinto dele, e me virei para me limpar na pia. O homem me agarrou pela cintura, me levantou, e aproveitou que meu short ainda estava um pouco para baixo, e ficou esfregando minha bunda no seu pinto, que ainda estava duro. A cabeça do seu pinto deslizava pelo meu rêgo, procurando meu buraquinho.
_É melhor parar moço…já fiquei muito tempo aqui…o Marcos vai perceber..
_Ah vai…só uma enfiadinha…só a cabecinha…
Ele cochichava no meu ouvido, me deixando cheio de tesão, e nesse momento, a cabeça da rola encostou na minha portinha, eu não resisti.
_Tá bom moço…mas é só um pouquinho.
Rapidinho ele me colocou no chão e abriu minha pernas. Me apoiei na pia, e senti seus dedos salivando meu cú. Na sequência, a cabeça da rola me invade.
_Ahhhhh… ô delícia….que cuzinho quentinho…ahhh…
Me segurando pela cintura, ele foi enfiando tudo, até as bolas colarem na minha bunda. Agora era eu que soltava os gemidos. Sem perder tempo, o homem soca com força e bem rápido. Eu sabia que isso ia acontecer, que não ia ficar só “na cabecinha” e muito menos só “uma enfiadinha”.
Nós estávamos segurando os gemidos, mas o barulho das suas bolas batendo na minha bunda, era alto. O medo de ser surpreendido, misturado com o tesão, me deixava em êxtase. Mais algumas estocadas, e os jatos me inundam.
_Ahhh….ahhh…ahhh.. .caralho…ahhh.
Ele gemia e continuava socando. Até que me abraça forte, e deposita as últimas gotas. Saciado, me solta.
_Caralho moleque…que delícia, quando puder, vou querer de novo….como que é o seu nome?
_Milton e o seu?
_O pessoal me chama de Almeida.
Almeida enfiou o pinto na pia, e começou a lavar. Eu fui para o reservado, para me limpar.
_Milton….tô indo tá…assim não chama muito a atenção…
_Tá.
Me tranquei no reservado e continuei a limpeza, não parava de sair porra do meu cú.
Voltei para o bar na hora certa, Marcos já ia me procurar para ir embora.
Durante a semana, criei a maior expectativa para o domingo seguinte, mas o Marcos não me chamou. Isso foi acontecer um mês depois, e nesse dia o Almeida não estava. Foram alguns desencontros, até nos reencontrarmos, uns três meses depois.
O dia não estava ajudando muito, friozinho e tempo fechado, e para piorar, no caminho do clube começa uma garoa fina. Tinha tudo para ser frustrante.
O clube estava praticamente deserto, mas pelo menos o Almeida estava lá. E ele foi bem safado, aproveitou que o clube estava vazio, saiu do jogo no intervalo, e me chamou para irmos ao banheiro. Mal entramos e ele já foi baixando a calça do agasalho, socando a mão na minha bunda.
_Hoje tá bem tranquilo hein. Disse ele, enquanto se abaixava e mordiscava minha bundinha.
Me apoiei na parede e rebolei na cara dele. Almeida ficou doido.
_Ah o safadinho gosta de rebolar…quero ver você rebolar no meu pau.
Almeida tirou o minha calça do agasalho, se levantou e falou:
_Vai…dá uma mamadinha…deixa bem durinho para você se acabar rebolando nele!
Eu estava num fogo danado, sentindo as mãos dele passando pela minha bunda, que nem me intimidei, tirei minha blusa e minha camiseta, fiquei peladinho na frente dele, mesmo com o friozinho que fazia. A roupa ficou no reservado, caso alguém aparecesse, era para lá que eu tinha que ir. Mas tínhamos certeza que isso não ia acontecer.
Me ajoelhei e mamei aquela rola gostosa e macia. Passava a língua na cabeça e arrancava gemidos dele.
_Ahh..caralho…assim você vai fazer eu gozar antes do tempo…vem cá quero ver você rebolando nele.
Almeida passou saliva no pau, encostou na portinha, e antes que ele empurrasse, joguei meu corpo para trás, me abrindo, e fazendo a cabeça da rola entrar. Almeida ficou estático. Na hora me veio à mente, a cena do “Daniel sentando e rebolando na rola do Seu Gerson”, (conto anterior), mas como eu estava em pé, fiz um pouco diferente, me apoiei na parede, e fui rebolando e jogando meu corpo para trás, até agasalhar toda a rola. Todo atolado, apertei meu anel, e passei a rebolar mais rápido. Almeida foi à loucura.
_Puta que pariu….ah moleque safado…ahhh…ahhh.
Na sequência, ele me agarrou, me levantou e passou a alternar os movimentos, hora me socava no pau dele; hora socava o pau na minha bunda. A partir daí, virei brinquedo nas mãos daquele homem de 30 anos. Meu corpo estava em chamas, nem sentia mais frio. Almeida socava sem parar, me virava de um lado para o outro, me apoiava na parede, na pia, me colocava no chão, me suspendia de novo, e assim ele foi, girando comigo por todo o banheiro, até encher meu cú de porra. Que maravilha! Ainda limpei o pau dele todo melado de porra.
Naquele dia voltei para casa super feliz, e ainda bati uma punheta. Por um breve periodo, acabei indo ao clube com mais frequência, mas não todo domingo. Tive a oportunidade de encontrar o Almeida mais três vezes, mas em uma delas, ele não conseguiu me comer, o clube estava cheio, acabou ganhando só uma mamadinha….
Depois desse breve período, não frequentei mais o clube…

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3 Comentários

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  • Responder Luiz ID:dlns5khrd

    Seus contos sao otimos adoro essa relação de maduros com novinhos gosto de ve os novinho chorando na vara ja passei varia vezes por isso

    • 1000tinho sp ID:yaz7tl8k

      É Luiz depois que experimentei um maduro, viciei kkk…mas tive algumas boas recaídas com os da minha idade, mas eu conto depois…

  • Responder Andrezinho ID:g61zb7344

    Queria muito que dois ou três me pegassem assim sou novinho tenho 13 anos e quero muito perder meu cabacinho