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Meu prêmio – A viagem com meu pai – Primeira noite

4929 palavras | 3 |4.00
Por

Pra quem já acompanha sabe que meu pai estava me devendo um prêmio após a viagem dele e o prêmio foi uma viagem só nós dois para aprontar a vontade!

Olá, sou Bianca, sou separada e tenho uma filha. Recentemente com meus namorados todos têm dado a entender que não gostam dos meus fetiches, aí descobri esse site.

Como esse está bem ligado com os outros contos quase todos. Sugiro que leiam.

Só de lembrar dessa viajem já fico toda excitada.

Queria sempre voltar pra aquele final de semana. Enquanto estava organizando os fatos em minha cabeça antes de escrever, tive que me tocar algumas vezes. Quase fui pega pela minha filha que já voltou pra casa.

Como já viram, amo maiôs e amo me ver neles. Como tem bastante nessa história resolvi vestir um que gosto preto enquanto fico com meu brinquedinho aqui. Adoro.

Bom.

Vamos lá!

Finalmente chegou o final de semana da viagem. Minha mãe saiu a semana toda procurando coisas pra por na minha mala. Ela que escolheu tudinho e nem me deixou ver.

Na sexta-feira meu pai teria que me buscar no ballet e de lá a gente ia. Ela reservou dois finais de semana no mesmo lugar. Uma cabana em uma cidadezinha turística não muito popular antes do Instagram. Minha mãe pediu já pra eu por um collant menor no dia, só com sainha sem o shorts, falei que a professora iria brigar e ela falou que seria só hoje e não deixou eu por nada por cima pra eu ir pro ballet. Nenhuma calça nem nada! Só o collant e a sainha já de sapatilha. Já vi que estava aprontando.

Na aula realmente levei bronca, bem feia aliás. Principalmente por que eu era a única com bumbum grande na turma então chamava a atenção demais. Mas apesar de tudo adorei a sensação do collant apertado na aula. Collant, diferente do maiô é mais firme, então fica raspando o tempo todo quando está apertado.

Ao sair da aula, tomei mais uma bronca por só estar assim apesar da sainha cobrir quase até embaixo no bumbum e quando vi o carro do meu pai na porta larguei a professora falando sozinha e corri pro carro. Entrei e falei:

– Acelera!
– Por que?
– Só vai pai… Antes que ela vem.

E ele saiu com o carro.

Explicando a situação ele acabou dando razão pra ela de certa forma e já com a mão na minha coxa falou:

– Uma gostosa assim não pode ficar exposta na frente dessas magrinhas!

Beijei ele!
Não me aguentei.

Ele olhou para os dois lados pra ver se alguém tinha visto e depois só que sorriu. Ainda estávamos no meio da cidade. Ele foi passando a mão na minha coxa até a virilha até chegarmos na estrada aí como estava bem vazia resolvi retribuir.

Me inclinei até o lado dele por ser pequena e alcancei a virilha dele. De início ficou sem graça mas depois foi relaxando. Diminuiu a velocidade do carro pra evitar acidente e eu abri o zíper dele. Ele me chamava de doida enquanto eu colocava o membro pra fora e fui masturbando. Ele não me impedia mas não colaborava.

Até que ousei mais e desci com a boca. Estrada vazia. Ele foi a loucura.

– Sua louca! Sua louca gostosa!!

Foi passar a mão no meu bumbum e erguendo a sainha pra passar a mão melhor e a sainha ficava descendo. Eu rapidamente tirei o nó da sainha e tirei jogando no banco de trás e voltando a chupar. Que saudades que eu tava!

E ele só ficava!

– Que gostosa essa doidinha!

Passava a mão no meu bumbum e depois foi procurando o meio pra enfiar a mão e com o dedo já achou o caminho que ele queria. Passou a pressionar e eu passei a gemer com o pau dele na boca virando um ciclo de prazer. Depois, enfiou o dedo pelo lado do collant e foi forçando a meia pra dentro de mim. Doía mas aquela dor gostosa quando achei que já estava pra rasgar a meia ele falou:

– Se ajeita! Vamos passar por um caminhão!

Levantei a cabeça segurando ainda a outra cabeça e só respondi:

– Então passa rápido!

E voltei a chupar!

– Sua safada! Esse final de semana promete!

Me deixou chupando e realmente acelerou mais. Sentia o pau dele pulsando pela emoção e realmente ao passar pelo caminhão, uma buzina! Ele viu!

Com certeza a cena deve ter sido linda!

Ele ver uma bailarina com o collant bem enfiado e bumbum virado pra janela com a boca ocupada. Até eu queria ver uma cena dessas.

Mais a frente ele avisou de outro caminhão, apenas coloquei a mão dele no meu bumbum pra mostrar que tinha dono e de novo buzina.

Depois que esse passou… Uns minutinhos depois ele começou a ficar ofegante e eu acelerei o ritmo sempre puxando com a mão. Ele foi diminuindo a velocidade do carro e depois começou a encher minha boca. Eu não queria dar nem tempo de deixar vazar, sugava e engolia rapidinho. Depois que finalmente parou, deixei bem limpinho e já senti indo amolecer igual ele e eu mesma guardei.

– Você é muito safada filha!
– É saudades pai!
– Tô vendo! Põe a sainha que estamos chegando no pedágio.
– Precisa? É sempre menina mesmo.
– Tá querendo se exibir né? Por isso que veio sem short por cima né?
– A mãe que falou pra eu vir assim.
– Sua mãe que falou?
– Sim.

Ficou mudo por um tempo e acabou me deixando sem a saia.

Passamos mais alguns pedágios e eu fiz questão de manter ele duro o tempo todo. Chegando no local eu estava com a bexiga estourando mas como não dava pra ir no banheiro com aquela roupa preferi segurar. Meu pai quis fazer na estrada pra não parar em algum lugar e alguém me ver assim. Todo medroso. Se ele soubesse o tanto de gente que viu.

Ao entrar na portaria do lugar ele mesmo alcançou pra mim minha sainha. Dessa vez eu coloquei.

Tinha uma casinha que era a principal, paramos lá pra ele pegar as chaves, minha mãe já tinha reservado tudo e ele pediu pra eu ficar no carro. Depois de uns minutos vi ele e uma moça do outro lado do balcão se inclinando para me ver, eu apenas dei tchauzinho e ela respondeu acenando também e depois ele veio.

– Ela quis te ver, achou fofo eu viajar com a filha e disse que você não quis sair do carro por causa da roupa do ballet.

Fomos com o carro até a última cabana. Era bem afastada e tinha um riozinho. Muito linda! Assim que ele abriu eu saí correndo direto pro banheiro, só que no meio do caminho fiquei chocada…

Que lugar lindo!

Cabaninha perfeita, com uma coxinha estilo antiga uma porta balcão que levava pra uma varandinha de madeira com uma churrasqueira pequena. Uma cama de casal e uma menor do lado.

Enquanto eu estava embabacada com o que via meu pai me abraçou por trás já tirando minha sainha e ao apertar minha barriga doeu do xixi. Impedi ele de continuar por que não iria conseguir sem ir no banheiro e então sugeri eu tomar um banho, ficar bem cheirosa e vestir algo pra ele ver enquanto ele tomava banho. Tinha certeza que ao menos maiô minha mãe teria posto na mala.

Fui tomar banho, depois saí com a toalha do quarto, minha mala estava fechada ainda no chão, coloquei na cama e ele querendo ver já me abraçando não deixei, falei pra ir tomar banho. A mão dele já estava dentro da toalha por baixo quando ele largou e foi.

Ao abrir a mala fiquei chocada!

Uma lingerie branca com um salto vermelho eram as primeiras coisas ao abrir. Ela tinha deixado esticados pra que eu visse bem quando abrisse.

Mais do que de pressa resolvi vestir. Nunca tinha usado nada tão sexy!

Era um sutiã branco com rendas no seio e embaixo, muito lindo, uma calcinha de renda formato shortinho combinando e uma meia 7/8 com cinta-liga.

Tudo branco com excessão do salto.

Coloquei.

Achei um batom vermelho que se realçava por eu ser branca e fui procurar um espelho. Tinha um de corpo todo perto da cama. Eu estava muito gostosa!

Enquanto ainda estava penteando o cabelo meu pai abriu a porta de toalha e me viu de costas.

A toalha até caiu:

– Nossa! Que gostosa!
– Ai pai! Já saiu é? Ainda estava me arrumando.
– Já está perfeita assim!

E veio me abraçando já roçando o negócio duro nas minhas costas.

– Onde você comprou essa lingerie? Tua mãe sabe?
– Eu não comprei! Vi quando abri a mala.
– Como assim?
– Abri a mala e estava aí.
– Tua mãe que fez tua mala?
– É. Ela falou que iria fazer, lembra?
– E ela colocou isso aí?
– Sim.

Ele até sentou na cama. Pela primeira vez ele percebeu que minha mãe sabia que ele me pegava. Vi até o membro dele descendo enquanto ele pensava com a mão na cabeça.

– Não gostou paizinho?
– Claro que gostei filha, está linda!
– Não parece!
– Sua mãe sabe da gente?
– Sabe.

E fui me ajoelhando na frente dele.

– Desde quando?
– Desde sempre!
– Meu Deus!

E comecei a chupar.

Fui sentindo endurecer na minha boca de novo ele fazia umas pausas em silêncio ele fazendo carinho na minha cabeça e pergunta:

– Por isso que ela saia tanto né?
– Sim sim…
– E o que você acha disso?
– Ah… Acho legal!
– Legal?
– É! …. Só fiquei com ciúmes quando ela fez você ficar com a tia aquelas vezes.
– Meu Deus! Você sabe que peguei tua tia?
– Unhuuuumm – respondi com a boca ocupada.
– Meu Deus! Meu Deus!
– E que quer pegar a vizinha também?
– Ela te falou isso é?
– Não não… Eu ouvi enquanto estava na porta do quarto.
– Você estava ouvindo a gente transar?
– unhuuuumm – novamente com a boca ocupada.
– E ouviu tudo?
– E vi também.
– Meu Deus!

Ele realmente estava abismado. Muita informação. Ele achava primeiro que eu era inocente e apenas abusada por ele, depois já viu que eu gostava de me exibir e que minha mãe sabia de tudo e a gente conversava a respeito.

– Tu ficou assistindo eu com sua mãe?
– unhum… Muito bom de ver!
– Bom de ver?
– É! Quero ver de novo!
– Nossa que safada!

Levantei.
Tirei o sutiã. A calcinha.
Fiquei só com a meia e o salto. Empurrei ele pra deitar na cama e fui me encaixando. Ele parecia não acreditar no que via. Sentei nele até entrar tudo e falei:

– Quer me comer com a minha mãe vendo?
– O que?
– Me come na frente da mamãe, vai?
– Você quer que eu te coma na frente da sua mãe?
– Unhuuuumm… E da tia também.
– Quer isso é?
– Quero!
– Tua tia também sabe?
– Sabe…
– Meu Deus! Mais alguém?
– A Mari!
– Quem é Mari?
– Da minha escola.
– Da sua escola? Meu Deus! Tem sua idade?
– Tem. Mas é bem gostosa!
– Meu Deus Bianca!
– O que?

Ele deu uma pausa. O pau bem duro dentro de mim indicava que ele estava gostando de saber. Gostando que eu falasse. Então continuei:

– Come ela..
– O que?
– Come a Mari!
– Você quer que eu coma sua amiga?
– Quero!
– Mas ela não é muito criança?
– Eu também sou…

Repetindo a cena como dele com minha mãe, me tirou de cima dele e passou a me pegar de quatro com força. Como já tinha percebido, a conversa que o deixou excitado então continuei.

– Ela é loira, mais alta do eu. Linda! Lindos peitos.

Ele acelerava o ritmo.

– Quero ver você comendo ela, posso?
– Pode!

Com isso vi que deu certo.
Ele acelerou o ritmo me puxando com força até começar finalmente a gozar.

Nossa!
Eu quase gritava de prazer.

O jeito que ele foi, firme, forte, pegada de verdade como um verdadeiro homem!

Ali tinha sido nossa transa mais quente até então e entendi o por que minha mãe ficou falando naquele outro dia e por que incentivou eu e a irmã dela a ficarmos com ele. A recompensa desse prazer é muito boa!

Ficamos deitados largados na cama dividindo espaço com a mala aberta, virados ao contrário do que seria a cabeceira da cama. Tremia toda. Uma delícia. Após passar a tudo. Dei um beijo nele e falei:

– Essa foi definitivamente nossa melhor vez!
– É… Verdade! Foi muito bom!
– Quero ver você comendo a Mari igualzinho.
– Quer mesmo que eu fique com ela?
– Quero! Mas na minha frente.
– Tá bom! E sua mãe?
– Ela pode ver também…
– Mas como vai falar pra ela?
– Ué… Falando.

E ri.

Nessa hora ele realmente entendeu que eu e a minha mãe tínhamos conversado bastante e nos entendiamos muito nessa parte.

Eu levantei.

Tirei o salto por que não sabia andar, fui me lavar e voltei sem nem a meia, nem nada. Meu pai ao me ver andar nua na direção dele sem vergonha nenhuma até se ajeitou.

Mas… Parei na mala. Queria ver o que mais tinha.

– Tua mãe colocou alguma roupa que dê pra a gente sair? Tô com fome.
– Vou ver.

Haviam mesmo muitos maiôs. Vários tipos. Shortinho curto, jeans cortados e desfiados, lingeries, mas o que me chamou a atenção realmente foi uma meia calça. Era uma meia calça arrastão preta, com os furinhos bem pequenininhos. Assim que coloquei o braço por dentro pra ver como ficava meu pai falou:

– Veste essa!
– Mas a gente não ia comer?
– Vamos! Mas vai com essa?
– Quer que eu saia com essa meia?
– Quero!
– Tá bom!

Na minha cabeça eu iria ficar parecendo uma prostituta mas topei. Ele foi novamente tomar banho, coloquei ela, um maiô preto por cima de alcinha fininha. Achei uma mini saia que parecia couro e coloquei uma camisa preta aberta por cima. Chegava bem perto do final da saia. Tinha passado batom novamente e quando meu pai saiu eu estava calçando uma botinha preta.

Ele veio nu na minha direção. Parou com o negócio bem perto do meu rosto e falou:

– Fica de pé! Quero ver!

Eu não respondi. Apenas terminei de amarrar a botinha, ele veio mais perto tocando meu rosto com aquilo. Apenas olhei pra ele rindo e ele passando aquilo por todo o meu rosto repetiu:

– Deixa eu ver como ficou…
– Você me desconcentra sabia?

Segurei firme o membro dele. Dei umas chupada e levantei.

Ele me girou. Sentou na cama. Girou de novo e falou:

– Gostei. Tá parecendo uma gótica!

Eu na época não sabia o significado da palavra, ele me explicou e eu passei a repetir que era. Sem nem saber direito o motivo.

Sentei no colo dele e ele já me passando a mão em tudo. Se não parasse. Iria acabar me comendo de novo e fiquei sem janta.

Fomos para o carro e quando passamos pela recepção a moça indicou onde comer. Ela ficou me encarando muito.

Ele ficou o caminho todo com a mão na minha virilha.

Fomos a um restaurante que já era também com uma temática diferente, parecíamos mesmo estar em um relacionamento, restaurante a meia luz a gente em uma mês em um canto, prato chique. Gostei bastante.

Assim que comemos ele já começou a passar a mão na minha coxa escondido. Certeza que estava doido de tão excitado. Eu estava adorando!

Fomos para o carro e eu com calor tirei a camisa e joguei no banco de trás e meu pai brincando:

– Oba! Striptease!
– Quer é?
– Não precisa!

E comecei a desabotoar a saia. Depois o zíper. Que perigo dele bater. Ele foi com a mão por cima na virilha até chegar ao clitóris e falou:

– Se tu tirar a saia como entra na cabana?
– Correndo! Ninguém vai ver.

E fui me erguendo no banco até tirar por completo minha saia. Dobrei e joguei no banco de trás. Vi ele praticamente babando e resolvi atentar. Inclinei meu corpo pra frente escorando no painel e como meu bumbum era bem empinado, ele já pôde ver o maiô sendo engolido atrás. Ele apertou o quanto pôde até chegarmos. Arrumei minha postura e ao entrarmos a moça da recepção estava na frente da casinha da recepção, dei tchauzinho e ela também. Perguntou de longe se comemos bem e dizemos que sim. Meu pai sem graça tentou acelerar e ela foi falar sobre o café da manhã, com o risco de ela ver que eu estava sem saia eu preferi me inclinar sobre meu pai na direção dela pra ouvir ela falando e responder. Ela parou onde estava ainda comentando sobre o café e o horário e já que eu estava sobre meu pai. Peguei no membro dele. Disfarçadamente comecei a apertar, ela não veria dali mesmo.

Meu pai todo sem graça tentou de novo acelerar, a moça se empolgando a conversar comigo, deveria ter uns 20 anos e bem bonita. Eu excitada acabei abrindo o zíper dele pra por a mão dentro da calça. Difícil dele disfarçar. Apesar do membro duro ele estava com vergonha e medo dela ver.

Finalmente ela deu tchau e meu pai saiu com o carro.

Fiz questão de dar uma chupada antes de voltar pro meu lugar. Estava todo babado de vontade. Iria ser bruto!

Ele abriu a porta e eu entrei. Sem chance de alguém ter me visto. Eu de bota maiô e meia arrastão.

Fiquei andando pela cabana fingindo naturalidade enquanto meu pai babava no meu corpo. Fechei a mala e coloquei num cantinho. Ele até sentou pra ficar olhando. Falei pra ele dar uma boa lavada na ferramenta por que queria tomar leite e ele aceitou apenas se eu não trocasse de roupa por nada.

E entrou.

Assim que ligou o chuveiro escutei batida na porta. Estranhei mas fui atender. Era a moça da recepção. Abri apenas uma frestinha da porta pra perguntar e vi ela com uma garrafa de vinho na mão.

– Oi lindinha! Teu pai está aí?
– Está sim. Está no banho. Estou esperando pra ir depois.

É claro que ela sabia que estava. Ela viu ele entrando e não saindo.

– Ele tinha pedido vinho pra vocês. Pra ele. Não sei. Não sei se você pode beber. – Ela estava toda nervosa.
– Ah legal. – e já ia pegando a garrafa – não vi ele pedindo.
– Foi assim que chegou. Fiz propaganda do vinho e ele falou que aceitaria mais tarde antes de dormir.

E não deixando eu pegar a garrafa falou:

– Trouxe também uns panfletos dos passeios e restaurantes daqui pra mostrar pra ele.

Ela parecia querer entrar. Então falei:

– Quer esperar ele?
– Posso?
– Sim. Entra.

No que ela entrou. Uma reparou na outra. Ela estava com uma camisa branca até que bastante aberta com a logo do lugar, uma mini saia jeans e tênis. Não era um hotel comum, então não era nada formal.

Assim que ela viu minha roupa falou:

– Já ia mesmo tomar banho né?
– É.

E dei uma risada sem graça.

Ela foi pra cozinha, colocou o vinho na geladeira e os panfletos na bancada e ficou em silêncio assim que o chuveiro desligou. Fiquei olhando os panfletos.

Meu pai saiu me procurando com os olhos e ajeitando a toalha ainda na cintura e ambas podemos ver aquele negócio duro antes de no susto ele se enrolar.

– Oi.. Desculpe, sua filha deixou entrar, vim mostrar os passeios.
– Ah. Sim. Verdade. Espera só eu vestir alguma coisa.

Eu achando a cena interessante interrompi:

– Já tá vestido pai! Vem logo! Vem ver esse!

E fui buscar ele com a mão.

Ela toda sem graça virou de costas pra ele de frente pro balcão e começou a mostrar os passeios e comentar. Eu pra testar a intenção dela peguei o vinho na geladeira e fui mostrar que ela trouxe. Ele gostou. Quis abrir na hora. Peguei duas taças e ele perguntou:

– Pra que duas taças mocinha?
– Ué pai? Não vai servir pra visita?

Ela ficou mais sem graça e ele insistiu.

Começaram a tomar e logo acabou os panfletos mas ainda tinha vinho na taça dela. Ela se escorou no balcão e ele pegou uma banqueta e sentou de frente pra ela. Fui pra cozinha atrás dela e comecei a me empinar na geladeira pra atiçar ele com meu bumbum. Estava lindo ver ele gaguejando. Continuei fingindo que estava procurando coisas e me empinando toda. Logo vi o volume na toalha e ele tentando disfarçar.

Às vezes ela olhava pra trás e eu disfarçava.

Pedi para experimentar um gole do vinho e tive que insistir pra conseguir. Ele me ofereceu da taça dele. Entrei entre os dois e enquanto bebia dei um bom apertão no membro dele por cima da toalha. Ele até deu um pulo.

Quando saí da frente os olhos dela eram só no membro que ele esqueceu de tampar. Eu estava adorando. Ficou um silêncio por uns segundos até ele perceber onde ela olhava e sem graça ao tampar com a taça fez ela ficar totalmente sem jeito. Ela levantou, tomou o resto do vinho em um gole só e falou:

– Melhor eu ir que o vinho já deu até calor aqui.

E foi indo pra porta. Falei pro meu pai acompanhar ela e assim que ela saiu falei:

– Vem amanhã com mais tempo pra tomar mais vinho!
– Tá bom lindinha. Se teu pai deixar.
– Ele deixa sim, né pai?

Ele apenas acenou com a cabeça.

Assim que ela saiu, ele fechou a porta e eu já puxei a toalha dele.

– Você tá tão safada quanto sua mãe já!
– Vou considerar como um elogio.
– É sim.

E comecei a chupar!

Ele até cambaleou pra trás esbarrando na porta, certeza que ela ouviu isso.

Chupei desde o início com muita força e vi que em menos de dois minutos ele iria já gozar, uma pela chupada, outra pela visão do meu bumbum naquela meia que é muito sexy! Amo até hoje!

Parei na metade, ele até fez cara de decepção, puxei ele pela mão até a cama de solteiro que era mais perto da porta. Deitou de barriga pra cima e ficou me olhando. Subi na cama de botinha e tudo. Sentei de costas no peito dele e ele só falava:

– Meu Deus! Que delícia!

E me apertava o bumbum, fui abaixando aos poucos e indo pra trás até alcançar novamente o membro dele pra pôr na boca. Pela diferença de altura meu bumbum chegou perto do queixo dele, senti ele se esforçando pra tentar beijar. Era a maior tentação ver aquele bumbum bem aberto sem poder por o rosto e acabou pondo a mão.

Enquanto eu chupava ele foi me pressionando com o dedão pelo maiô, depois afastou o maiô e ficou direto na meia forçando. A dor da pele entrando nos buraquinhos da meia não era nada legal mas não queria estragar o momento. Até que aos poucos senti os pontos dos buraquinhos se abrindo e o dedão dele passando e me invadindo. Valeu a pena. Logo já até perdi o controle do que eu estava fazendo e ele se ergueu mesmo comigo em cima dele e me botou de quatro na beirada da cama. Eu até reclamei que queria leitinho mas ao sentir aquele negócio entrando com tudo já desisti e aceitei. Que delícia! Foi de uma vez até o fundo!

Eu não me aguentando fui gemendo alto, depois acabei imaginando que alguém poderia ouvir e fui espiar na janela do lado da cama. Puxei a cortina pro lado e olhei todos os lados. A única luz acesa era da recepção que era realmente longe. Estávamos sozinhos no lugar todo.

Meu pai me vendo olhando foi acompanhado o ritmo e vindo pro lado mas parou quando além da cortina eu quis abrir a janela.

– Alguém vai ver!
– Não tem ninguém!
– Mas e se aparecer.
– Não vai! Só tem a gente aqui e sua fã lá na recepção.

Ele voltou.

Apoiei as duas mãos na janela aberta e fiquei com a cabeça no limite da janela, como ele me puxava para trás na cama que estava de lado na frente da janela, eu não conseguia ir pra frente como queria. Tínhamos uma cabana só pra a gente, finalmente curtindo sem pressa só os dois! Muito lindo!

Depois de um tempinho ele pediu pra fechar pra irmos pra cama maior. Ele encaixado comigo naquela posição me ergueu pra levar pro outro lado sem sair dele.

Obviamente fiquei com medo de cair.

Chegamos na outra e ele voltou a me comer lá e eu pensando em abrir a janela mas essa eu não alcançava. Ele subiu na cama atrás de mim e foi empurrando até eu alcançar a outra janela. Abri. Como minha altura não era a melhor pra ele pegar nessa posição. Subi e fiquei com a barriga escorada na janela que era mais alta e o corpo pra fora. Nessa janela não corria o risco de alguém ver. Só tinha vista pra um riozinho passando e mais pra frente só natureza.

Ali ele comeu sem medo!

Apertava, batia. Os dois já todo esfolados do maiô de ladinho e a meia mas não queríamos parar. Ficamos naquela posição por no mínimo uns 20 minutos comigo gemendo e gozando várias vezes na janela até ele se cansar e me puxar pra dentro. Sem tirar, me deitou de ladinho do lado dele e ficamos iguais namoradinhos. Logo ele aumentou o ritmo. Me puxava tão forte que sentia os dedos dele entrarem na minha cintura. E logo começou a me lavar por dentro.

Sem tirar, ficamos abraçados, respirando forte até relaxar. Acabamos dormindo. Eu de botinha inclusive.

No meio da noite ainda senti algo batendo na minha boca. Forçadamente abri os olhos, meu pai estava invadindo minha boca com aquele negócio duro de novo:

– Não posso deixar minha filhinha sem o leitinho né?

Já sorrindo abri a boca.

Pelo jeito ele já estava naquela função sozinho já faz um tempinho porque entrou apenas umas três vezes e já soltou. Não uma grande quantidade mas pra mim foi satisfatório. Deixei tudo limpinho e fiquei olhando sorrindo pra ele. Ele resolveu tirar minha botinha:

– Não precisa pai, vou no banheiro e já tiro.
– Ah. Mas dorme vestida assim!
– Tá bom.

É realmente muito esforço tirar maiô e por de volta com meia, estava toda ardendo. Dei uma lavada mas não adiantou. Iria voltar toda acabada no domingo a noite. coloquei de volta a roupa sem a botinha e quando voltei ele já estava dormindo. Procurei no guarda roupa algo pra cobrir e achei também um repelente pra mosquito de acender. Com muito trabalho acendi no fogão e fiquei pensando onde pôr que seria realmente útil por que estávamos embaixo de uma janela já aberta. Pensei e resolvi abrir a porta de trás. Sem me vestir fui lá fora de maiô. Coloquei o pratinho no chão perto da janela e resolvi sentar uns minutinhos em uma cadeira inclinada que havia lá. Fiquei por uns minutos pensando em como tudo era bom e no que sentia pelo meu pai. Gostava muito da minha mãe e do que aprontávamos mas meu pai era diferente. Meus olhos até encheram de lágrimas de felicidade, agora só tenho a lembrança.

Voltei pra cama. Deitei me encaixando nele nos cobrindo. Logo ele me abraçou, de conchinha pela primeira vez. Que noite!

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3 Comentários

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  • Responder P de BH ID:8ef2nnmt0i

    Com certeza a moça da recepção vai entrar no meio dessa pedo toda

    • BiancaN ID:2ql0274ql

      Será?
      Rss

  • Responder Rafaella ID:7xbyxpzfi9

    Muito bem narrado… se divirtam muito !!