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Estuprando menininha indefesa no apocalipse zumbi [Parte II]

1802 palavras | 19 |4.32
Por

Poxa, ela tinha só 7 anos, mesmo com o mundo destruído não poderia deixar de brincar, é importante pro crescimento dela!

!!!AVISO!!!
Conto contém cenas fortes de estupro, por favor se você não gosta não perca seu tempo lendo.

Recadinho do autor: Fiquei muito feliz com o feedback de vocês em relação à primeira parte, muito bom ver que vocês gostaram e comentaram. Obrigado mesmo, e continuem comentando, avaliando e falando o que tão achando, valeeu! Sem mais delongas, ao conto!

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Aline tava choramingando ainda, com os cabelos bagunçados enquanto eu a abraçava e acalmava. Aquela tinha sido a melhor gozada de toda minha vida até então, mas eu sabia que não continuaria sendo por muito tempo. Eu ainda precisava invadir aquela ppkinha infantil de 7 aninhos, e precisava ser como um expurgo pra minha alma. Não existia mais nada no mundo pelo que valesse continuar lutando, exceto pelo mais puro sentimento de estar vivo, de continuar vivendo, de saber que não existiam mais regras a serem seguidas. Tudo o que existia naquele momento pra mim era ela, e pra ela, era eu. Aline era minha agora, e eu tinha a liberdade de fazer absolutamente tudo o que eu quisesse com ela, e ela não teria pra onde ou pra quem correr. Aquilo me excitava.
Levantei com ela ainda no meu colo a coloquei no sofá, deixei ela deitadinha descansando um pouco e fui procurar algo pra nós comermos. Não quis pegar nada do meu estoque pessoal, então procurei pela casa mesmo, na cozinha, nos móveis que ainda estavam de pé. Pra minha surpresa eu encontrei o bendito do bolo de aniversário dela. Caramba, o irmão dela realmente conseguiu trazer o bolo, mesmo tendo sido mordido! É difícil encontrar esse tipo de coisa em bom estado hoje em dia, a maioria estragou nas prateleiras de supermercados ou mesmo já foram consumidos. O irmão dela deve ter penado pra conseguir, e ainda virou zumbi depois. Azar o dele, sorte a minha hehehe. Comi uns pedaços do bolo, estava muito gostoso. Tamanho médio, tinha bastante glacê e o recheio era de morango com bombom de chocolate. Digo, claro, o MEU bolo né, porque o de Aline seria um pouco… como posso dizer, customizado? hehe

Eu queria ver até onde eu conseguia ir com essa brincadeira antes de detonar aquela buceta. Peguei um moranguinho do bolo, esfreguei bastante no meu pau (que ainda tava todo melado da fodelança que fiz com a boca dela), e levei pra ela no sofá. Ela mal se mexia do cansaço e provavelmente da tontura também, ainda tava se recuperando do episódio passado. Levei o morango até seus lábios, ela abriu e eu coloquei dentro, e com certa dificuldade ela mastigou e engoliu com uma cara de nojinho. A gargantinha devia estar muito dolorida ainda, mas a fome estava maior.
_Eu: “Quer mais meu amor?”. Ela fez que sim com a cabeça.
Com muita maldade e algumas ideias em mente, meu pau subiu rapidinho e eu peguei um pedaço do bolo. Fiz meu pau de colher e levei até a boca dela, mas dessa vez não quis abrir. Com a mão esquerda eu segurava o bolo, e com a direita eu tapei o narizinho dela, depois de alguns segundos voilà! Ela abriu a boca pra respirar e eu soquei meu pau fundo, dei algumas estocadas com força pra ela aprender e tirei. Aline se engasgou e começou a tossir, mas ainda assim comeu o bolo.
_Eu: “A gente tem duas maneiras de fazer isso mocinha: você pode resistir enquanto eu enfio esse bolo na sua goela com meu pau, ou você pode se comportar e comer diretamente do meu pau enquanto me agradece. Qual você prefere?”. Peguei mais um pouco de bolo com meu pau e levei até sua boca, e dessa vez ela comeu bem bonitinha. Vez ou outra eu metia mais fundo pra ver ela engasgando. Era lindo ver as carinhas de nojo que fazia, era excitante saber que ela entendia que precisava de comida, e que aquele era o único jeito que iria ter. Ficamos nessa até ela parar de comer, e com o pau todo sujo de bolo, fiz ela limpar com a linguinha.

Meu pau ainda tava duro como uma pedra, e eu precisava me aliviar. Precisava pensar em alguma maldade pra fazer com aquela fadinha perfeita. A bucetinha dela ainda tava bem vermelha por conta das dedadas que dei nela mais cedo, e isso me deixava louco. Eu não podia deixar a cor voltar ao normal, era linda demais daquele jeito! Queria ter um chicote, mas seria sorte demais encontrar um naquela casa. Comecei a procurar por qualquer coisa que pudesse servir, até que encontrei um potencial substituto, e justo no quarto de Aline. Uma régua rosa flexível! Me lembrei dos tempos de escola quando o mundo ainda era normal, os meninos pegavam essas réguas pra brincar de bater na coxa dos outros como um chicote mesmo. Aquilo deixava altas marcas, e mesmo batendo com muita força não quebrava. Nessa hora eu fui pro céu e voltei imaginando o que eu poderia fazer com a Aline. Seria uma obra de arte! Pintura sob pele, método reguada, cor principal vermelho, contrastando com branco-pele e uma pitada de amarelo-loiro com azul-céu esverdeado.

Voltei pra sala e aquele filhotinho de gente tava dormindo, toda indefesa e encolhida no sofá, totalmente nua, com a bundinha virada pra mim. Spoiler: Ela ia acordar já já kkkkkk.
Levei meu braço pra traz enquanto admirava a vista daquela bundinha branca e pequeninha, e dei-lhe uma reguada com tanta força que ela acordou num pulo colocando a mão pra trás. “AAAI AAAI”, ela gritava e fazia uns gemidinhos de dor. Na mesma hora se virou e se levantou tão rápida, e quando foi correr eu soltei mais uma reguada na coxa dela que ela saiu mancando e gritando. Meu pau chegou a babar, eu tava quase tendo um orgasmo ali mesmo, olhando ela correr pra se esconder de mim. Essa brincadeirinha ia ser muito gostosa de brincar hehehe. Aliás, poxa, ela tinha só 7 anos, mesmo com o mundo destruído não poderia deixar de brincar, é importante pro crescimento dela! Fui atrás com a régua na mão brincar de esconde-esconde com a minha bonequinha viva.

Quando eu fechei a casa mais cedo teve um quarto que deixei a porta aberta, porque era o único que por algum motivo tinha grades nas janelas, e eu sabia que ela não poderia fugir. Pelos seus passos eu percebi que ela foi pra esse quarto, e mal sabia ela que era o único que tava aberto. Era de noite já e o cômodo estava muito escuro, ela não acendeu as luzes pra tentar me despistar talvez, menina esperta, mas eu era mais. Então pensei no que seria a minha maior vigarice! Eu tinha quase certeza que ela não me veria por conta da escuridão, mas com certeza iria me ouvir chegando. Entrei correndo no quarto pra fazer bastante barulho, e por conta do medo e da dor ela acabou fazendo uns grunhidos, e mesmo tentando abafá-los eu consegui ouvir e saber que ela tava dentro do armário. Fingi que não encontrei ela e ainda lancei um “onde que aquela delicinha foi se esconder?”, fiz que saí do quarto e fechei a porta, e bem devagar pra não fazer barulho tranquei com a chave. Fui de mansinho e me escondi num canto perto de onde ela estava escondida e fiquei esperando.

Passou um tempo e eu percebi a porta do armário abrindo. Meu filézinho saiu andando e eu fui beem devagar atrás, ainda com a régua na mão pronto pra dar uma lapada nela. Ela pressionou o interruptor e, assim que a luz acendeu, eu sentei a régua naquela bundinha deliciosa, ela levou um susto tão grande que eu conseguia ouvir o coração dela batendo e o desespero tomando conta. Ela foi seca abrir a porta e pra surpresa dela, estava trancada.
_Aline: “ABRE ABRE, NÃO ACREDITO! POR QUE NÃO TA ABRINDO?”. Ela terminou a frase já chorando, eu cheguei atrás e dei uma chibatada na coxa dela que ela chegou a cair no chão, ainda com a mão segurando a maçaneta. Ela toda branquinha com as marcas retangulares de régua bem vermelhas na coxa e na bunda me deu um tesão insano! Eu comecei a dar várias reguadas no corpinho dela, na bunda, nas costas, nas coxas, nas pernas, e ela não arriscava virar de frente pra mim. Cada reguada era um “AIII” “AIIII”, ou um “TA DOENDO, PARA”, ou “ISSO ARDE, AAAAARGH”.
Meu pratinho principal tava ficando pronto pra ser saboreado e comido. Ah, mas eu ia comer, e ia comer com gosto!
Puxei ela pelos cabelos e joguei na cama de casal que tinha ali no quarto (acredito que era o antigo quarto dos pais dela, de antes dos zumbis). Ela tentou sair bem rápido mas segurei seu pescocinho com a mão esquerda e levei de volta pra cama, afastei bem o corpo dela e com minha mão direita levei a régua pro alto, o mais alto que pude. Desci a mão com toda minha força, dando três lapadas fortíssimas em cheio na ppkinha dela, foram 3 estalos tão altos que suprimiram o som dos gritos dela, e chegou a zunir os ouvidos. Nesse momento eu soltei ela e fiquei admirando a vista: Aline se mijando toda com as mão na ppk, esperneando e se debatendo, com a parte de trás do corpo toda avermelhada de tanto apanhar, e a bucetinha ardendo com as 3 chibatadas mais fortes que eu já dei em toda minha vida. Não saía voz da boca dela, ela tentava mas simplesmente não saía, ela tremia e sempre que ia respirar dava pra perceber a dor e a ardência que ela tava sentindo. Eu não podia perder mais tempo, ela tava no ponto! Tinha que foder ela violentamente, e tinha que ser agora…

Continua…
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Galera, perdão por parar na melhor parte kkkkkkk, mas de novo o conto ta muito grande já, então vai ter que ficar pro próximo! Espero pelo feedback de vocês e desde já agradeço.

Lembrando que isso é pura ficcão e sob nenhuma circunstância esse tipo de ato deve ser praticado sem consentimento, e sob nenhuma circunstância com uma criança! Valeeu, até o próximo conto!

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19 Comentários

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  • Responder Argos ID:2qls5noij

    Ela já tá na idade de ser iniciada, tem que fazer tudo isso mesmo

  • Responder Luk ID:muirjbhrj

    Po mano enfia a mão toda e soca ela fechada fodendo a buceta dela .. soca até o cotovelos dentro dela …

  • Responder junior ID:gqbadqd9d

    adorei o conto!! e acho muito importante vc enfatizar que é só ficção, todos deveriam deixar isso bem claro.

    • Monte Rios ID:xgn79k0i

      Com toda certeza… o cara escreve um conto erótico… um conto sobre um apocalipse zumbi… óbvio q ele tem q enfatizar que é ficção… apocalipses zumbis ocorrem o tempo todo na vida real…

    • Machoperv ID:8kqtlwo20k

      Monte Rios kkkkkkkkkk

  • Responder batata doce ID:g3j65uxic

    caga nela!

  • Responder @BabyNaly ID:mujl2b940

    Uia, está muito bem escrito e muito interessante, gostei!

  • Responder bblover ID:19p3mmk0d

    Não achei que ficou longo. Acho que 3 mil palavras seria o ideal. Não esquece da gente.

  • Responder Fernanda ID:40vowr18d9a

    Como consigo a parte 1

    • Rafaella ID:funxvfyv3

      Clica no nome do autor do conto ( em azul )
      Beijos !!

  • Responder Nilramos ID:8d5i4j86ia

    Caralho meu irmão, fiquei muito excitado imaginando essa brincadeira de vcs, cruel mas excitante, fiquei decepcionado por acabar na melhor parte, mas já estou ansioso pela continuação

  • Responder Machoperv ID:8kqtlwo20k

    Puta merda, cara. Gozei pra caralho, pqp. Conto perfeito, e me amarro nos detalhes. Faz essa putinha desejar nunca ter nascido com buceta, fode e empala essa vagabundinha. Estupra gostoso! Ansioso pela parte 3 🤤😈

    • tele: graaazy19 ID:81ritug8rb

      Dlç de macho, só queria um macho assim pra me estuprar gostoso, deixar a minha bucetinha destruída

  • Responder Monte Rios ID:xgn79k0i

    Conto incrível parabéns. Espero q vc se mantenha como autor… vc escreve mt bem e de forma mt excitante… espero q a jornada do seu personagem continue depois de saborear essa menina… e se vc n for continuar essa saga espero que crie outros contos diferentes com essa mesma temática… estavam faltando contos mais violentos q nem o seu nesse site.

    • Machoperv ID:8kqtlwo20k

      Verdade. Contos violentos assim estão em falta, e são os meus favoritos

  • Responder Anônimo ID:81rmwnczrd

    Continua pfvr

  • Responder Anônimo ID:2ql0foy8j

    Muito bom

  • Responder Mel ID:1daicwpzrc

    Não demora kkkk fode ela com força,deixa a buceta e cuzinho bem abertos,ela tem que saber o lugar de sua puta,vc que manda nela agr
    Eu adoro quando um macho faz isso comigo

    • Nilramos ID:8d5i4j86ia

      Verdade Mel tem que fazer isso mesmo, arregaçar ela o quanto der, fodendo com vontade de destruir