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Duas diabinhas! Muita sacanagem e sexo intenso – teenagers! Parte 7

4790 palavras | 1 |4.29
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Esse fato aconteceu um pouco depois do meu ménage com Taiane e Laura.

Eu acho que nunca mencionei, e se mencionei, foi de passagem, mas em minha vida certas situações me deixavam na “boca da caçapa” para vivenciar e experienciar coisas que só uma série de acontecimentos e coincidências permitiria.

Bem, vamos voltar um pouco àquilo que afirmei no capítulo 2 das minhas histórias: se fosse necessário comprar minha saída do país, dinheiro não seria problema. A precocidade das jovens garotas atualmente é uma coisa espantosa. E, sejamos sinceros, se você não comer, alguém vai! Não estou falando de Ana Clara ou Mônica – embora as duas sejam excepcionais em suas maneiras-, ou mesmo de Laura ou Taiane (nunca mais encontrei com Taiane), mas do fato que vou narrar a seguir.

Anthony, o amigo que me emprestou sua casa na praia, achava – com alguma razão – que minha vida social estava muito parada. De fato, fora as meninas, ao menos em Santa Catarina não possuía lá muitos relacionamentos significativos. O grosso dos meus amigos estava em Minas Gerais. Então, a convite de Anthony me associei em um clube – desses de gente classe média alta – onde acabava frequentando três ou quatro vezes por semana, sempre à noite. Ele me explicou que não estaria lá, mas era bom conviver com outros homens da minha idade… e até poderia conhecer alguma mulher, vá saber.

Ok, o clube era grande. Campos de futebol, quadras de tênis, vôlei, piscinas e essas coisas. Mas gostava mesmo era da sauna. Relaxava – geralmente sozinho – na sauna masculina depois de nadar na piscina do clube. Os outros prédios também possuíam suas saunas, mas não gostava do movimento, aliás, costumo ser antipático com a ideia de compartilhar meu espaço com outros homens. No início de abril, com uma rotina já estabelecida – trabalho, atenção às meninas (Ana e Mônica) e clube, estava tudo caminhando bem, mas ficaria ainda melhor! Eis que chego no ginásio 3 (assim ele era chamado) para minha sessão piscina/sauna, quando sou interpelado por uma mulher, de compleição magra. Vou chamá-la de Josiane. Bonitinha até, mas nada exagerado. Do tipo que tu daria uns amassos para acalmar a libido, mas não passaria disso.

Ela me explica que a partir daquele dia, a piscina seria usada para aulas de natação; dei uma olhada na piscina. Os alunos e alunas eram jovens na faixa dos 11/14 anos. Eram dois instrutores. Além de Josiane, um outro rapaz. Militar, de porte atlético razoável, vou chamá-lo de Pedro. Ocorre que as outras piscinas estavam fechadas para tratamento da água e manutenção dos encanamentos, então questionei se poderia usar a sauna. Sem problemas, me respondeu Josiane.

Dei mais uma espiada em direção à piscina. Meninas vestindo seus maiôs, garotos com suas sungas. Dei de ombros e segui para o vestiário. Bem, eram dois vestiários. O primeiro ligado diretamente à sauna, o segundo seria utilizado pelos usuários exclusivos da piscina.

Bem, isso seguiu pelas duas semanas seguintes. A piscina do ginásio 3 seria usada para as aulas de natação por ser considerada mais adequada. Então passei a utilizar apenas a sauna (já tinha minha própria piscina em casa, afinal).

Pois bem, certo dia cheguei no ginásio. Fora a gritaria da molecada, passei em direção ao vestiário da sauna. Coloquei minhas roupas no armário e vesti meu Hobe. Entrei na sauna e comecei a relaxar. A gritaria da molecada parou. Eram quase 20h. A aula estava terminando.

O tempo foi passando, até que ouvi passos pelo vestiário masculino. Achei que se tratava de mais algum cara querendo usar a sauna, pois ela ficaria aberta até às 22h, quando surpreendentemente – para mim e para ela – aquela menina entra na sauna.
– Ai que vergonha – disse ela, me fitando.
Eu fiquei sem reação por alguns segundos, mas retomei a consciência.
– Bem menina, acho que você não deveria estar aqui – falei.
– Eu sei… eu sei… é que achei que a sauna estaria vazia, nunca estive em uma, sabe… – ela argumentou.
Eu ri baixinho.
– Olha, fica tranquila. Essas coisas acontecem. É que não vai pegar bem nem para mim e nem para você se nos virem juntos aqui, compreende? – expliquei.
– Sabe o que é – disse a guria, desviando o olhar – é que a água da piscina estava muito gelada e achei que a sauna seria uma boa ideia até que meus pais venham me buscar.
– Seus pais não vieram te buscar? – perguntei.
– Eles trabalham até tarde. Geralmente eu espero na portaria do clube, mas como achei que não tinha ninguém aqui na sauna, resolvi experimentar, mas desculpa, não queria te atrapalhar.
– Olha – pestanejei um pouco – se você quiser pode ficar por aqui, não atrapalha em nada.
Seguimos conversando por mais meia hora. Seu nome era Andressa. Muito educada e simpática. Tinha 14 anos. Frontalmente era uma tábua, seios pequeninos em desenvolvimento, mas tinha uma bundinha razoável, pelo menos era o que eu poderia constatar pelo maiô florido que usava. Seus cabelos castanhos e rosto delicado, com lábios finos e dentes branquinhos. Muito simpática.

A partir daquele momento, sempre quando ela tinha a oportunidade me encontrava na sauna para conversar. Isso seguiu por cinco semanas até o “grande dia”, mas nem sempre acontecia de nos encontrarmos, já que eventualmente outras pessoas estavam me acompanhando na sauna.

Numa noite de maio, estava novamente sozinho. Naquele dia a aula de natação terminara mais cedo. Andressa foi se esgueirando até me encontrar na sauna.
– A água hoje estava muito gelada! – ela comentou.
– Foi por isso que a aula terminou mais cedo? – perguntei.
– Foi sim. A maioria dos alunos estava quase tendo hipotermia – ela respondeu, rindo.
– Hahahaha… imagino, essa época do ano já faz frio por aqui né? É meu primeiro inverno em Santa Catarina.
Nossa conversa seguiu por mais alguns minutos. Seus pais novamente lhe buscariam perto das 22h, no fechamento do clube.
– Sabe Bruno, eu queria te perguntar uma coisa.
– Claro querida, o que é?
– Bem, eu estava pesquisando sobre saunas. Realmente gosto de ficar aqui, o ambiente é bom e relaxante.
– Sim Andressa, a sauna relaxa a musculatura do corpo.
– Eu sei… eu sei… mas é que durante as minhas pesquisas – aqui ela corou um pouco – eu vi que na Europa há saunas unissex, onde as pessoas podem ficar nuas.
Não sabia o rumo daquela conversa. O clima estava quente dentro daquela peça revestida de madeira.
– Andressa, a nudez é mais normatizada nesses lugares eu acho, aqui vulgarizamos muito a questão do corpo.
Mais um momento de silêncio.
– Você ficaria nu ao meu lado? Eu posso ficar se você ficar também…
Engoli essa proposta em seco.
– Você está falando sério? – perguntei.
– É que vi uma mulher na internet falando que devemos ter novas experiências – ela parou um pouco e pensou mais – Além do mais, não é algo tão incomum – ela terminou.
– Escuta aqui guria, você sabe o que vai acontecer se nos pegarem?
– Mas ninguém precisa saber, além do mais, eu tenho monitorado o movimento aqui. Depois das 19h ninguém mais vem né.
Garotinha esperta!
– Verdade, até agora ninguém chegou, então deve ser só eu e você.

Andressa levantou e foi até a porta do vestiário, olhou em volta da piscina para se certificar que não havia mais ninguém, retornou e tirou seu maiô de natação, ficando nua em minha frente. Andressa tem um corpo em forma e tonificado apesar da pouca idade, muito em virtude da natação e do balé. Ela tem um corpo magro e definido, com barriga lisa e braços e pernas tonificados. Andressa também tem uma boa postura e se comporta com confiança, coisa que constatei posteriormente. Ela se sente confortável em sua própria pele e abraça seu corpo por suas habilidades, em vez de se concentrar em suas imperfeições. Isso é louvável em uma menina da idade dela.

– Tá bom, agora é sua vez – disse ela.
Levantei e retirei meu Hobe. Lentamente baixei minha sunga. Modéstia à parte, meus exercícios regulares estavam me colocando no shape. Meu corpo não é peludo. Meus pelos são ralos e castanhos, em contrapartida ao meu cabelo escuro.

Andressa fitou meu corpo de cima abaixo, olhando de relance para meu pau. Confesso que estava me controlando para não ter uma ereção. Eu já disse que não me sinto aberto a meninas naquela idade, porém, a situação era muito gostosa!

O calor era sufocante, e só depois de alguns minutos senti gotas de suor se acumularem no meu rosto. Comecei a relaxar na situação e, em seguida, casualmente observei Andressa. Ficamos em silêncio.
Eu sabia o que queria, é claro. Pensei por um longo tempo, levantando a coragem para perguntar a ela. Ela era uma garota legal, eu não queria assustá-la. Mas eu tinha que ter uma chance. É mais do que provável que ela se assustasse e contasse ao pessoal do clube ou aos seus pais. Mas, claro, havia apenas a chance de ela concordar com isso.

– Há algo que você pode fazer por mim. Aqui mesmo. Não vai demorar muito – eu disse a ela.
Ela levantou um pouco as sobrancelhas, intrigada.
Respirei fundo e olhei-a nos olhos. – Eu quero que você me mostre sua buceta.
Sua boca se abriu e ela me olhou por um momento. – Você quer o quê?
Eu sorri. – Você ouviu. Eu quero que você me mostre sua vagina.
Estava quente o suficiente dentro da sauna, mas agora eu estava perto de desmaiar. Meu coração estava batendo, o sangue batendo em meus ouvidos enquanto ela me olhava. Notei que ela tinha aproximado as coxas de mim. Eu não me movi.
– Isso é nojento. Por que você me perguntaria tal coisa? Você é um estranho total. O que lhe dá o direito de me perguntar isso?
Eu realmente não tinha uma resposta para isso, mas eu a ocupei.
– Eu não tenho o direito de te perguntar nada. Mas eu adoraria vê-la, e eu imaginei que se eu não te perguntar, você vai sair daqui, eu vou sair daqui, nós podemos nunca mais nos ver de novo e eu sempre estarei me perguntando sobre o que eu perdi.

Ela ficou sentada ali quieta. Isso foi encorajador.

– Eu disse algo errado? – Perguntei, sem pedir desculpas.
Ela desviou o olhar de mim, balançando a cabeça, transformando pensamentos em sua mente. Depois de um momento, ela se virou de volta para mim.
– Eu poderia denunciá-lo por isso. Eles vão chamar a polícia!
– Para quê? É apenas um pedido – Olhei-a para cima e para baixo novamente. – Ou, você pode fazer o que eu pedi.

Ela sentou-se mais perto de mim. Pensante. Decidindo o que fazer. Eu estive com muitas garotas recentemente, vide meus relatos anteriores. Estava pegando a manhã do jogo com essas meninas.

Depois do que parecia ser um longo tempo, ela me olhou bem nos olhos.
Levantei-me, meu pau grosso aparecendo como um caroço na frente dela. Olhei pela pequena janela para o vestiário. Ninguém lá. – Se alguém entrar no ginásio, ouviremos a porta de correr. Isso vai nos dar muito tempo, ok? – disse a ela.

Sentei-me novamente e, para minha alegria, ela se levantou, com um grande suspiro.
– Eu não tenho ideia de porque estou fazendo isso.
Ela se virou na minha frente, de frente para a parede da sauna.
Agora eu podia ver seus pequeninos seios. Eu observava, espantado com o tamanho de sua bunda. Era redondo e deliciosamente erótica, amassada em listras vermelhas onde as ripas do banco de pinheiro estavam suportando seu peso.
– Aí. Satisfeito?
Eu não estava.
– Bem, não é justo. Você já viu meu pênis, agora eu quero poder ver direito a sua buceta.
Ela se virou, afobada.
– É uma bunda linda, mas eu quero ver mais – arrematei.
Ela se inclinou para a frente, apoiando o braço esquerdo no nível superior da sauna e deixando suas nádegas descansarem das ripas de pinheiro abaixo. Ela então se aproximou, segurou sua nádega direita em sua mão e a puxou.
Enfim. Um pequeno buraco vermelho entre suas nádegas, difícil de ver na luz fraca da sauna, mas lá estava. Uma buceta linda, com pelos castanhos e rosácea. Abaixo, os cabelos castanhos crespos de seus púbis brilhavam úmidos. Ela ajustou seu aperto em sua bochecha e arrastou-o com mais força.
– Aí. Feliz?
Eu assenti, sem realmente perceber que eu estava esfregando meu pau duro.
Ela olhou por cima do ombro para mim.
Ela avistou o que eu estava fazendo. Ela sentou novamente, desta vez com as pernas cruzadas.
– Ei, eu estava gostando disso.
Ela se virou para me encarar.
Fiquei exasperado.
– Eu só queria um olhar. Eu não ia… – Ela me parou.
– Eu vou tomar um banho -, ela disse – Seu sujo! – e foi em direção à porta, partindo para o outro vestiário.
Eu a vi partir, frustrado. Na verdade eu não precisava ter me preocupado. O olhar que ela me deu ao sair da sauna me deu, sem dúvida, o que ela queria de mim.

Aguardei coisa de um ou dois minutos, coloquei minha sunga e meu hobi, a segui e cheguei aos chuveiros do outro vestiário. Ela estava enxaguando o último xampu de seu cabelo e eu observei as bolhas escorrendo entre seus peitinhos, e quando ela se virou, através de sua bunda coberta de espuma.

– Talvez você seja uma doente também. Você acabou de se despir e deixar um estranho total olhar para seu corpo nu. O que mais você o deixaria fazer?
Ela sorriu para mim, me dando carta branca.
Quase corri pelo vestiário, verificando rapidamente que não havia mais ninguém lá. Ela estava de costas para mim, esfregando seus cabelos castanhos com a toalha e fazendo suas nádegas balançarem de um lado para o outro. Eu rapidamente puxei minha sunga para baixo e ela olhou em volta bem a tempo de ver meu pau faminto saltar para cima, ansioso para fodê-la.
– Você é virgem né?
– Que diferença faz? – ela perguntou.
– Toda diferença querida, não precisamos acabar com isso hoje, há várias formas de prazer.
– Só faça o que tiver de fazer – ela disse.

Peguei a toalha dela, deixei-a cair no chão. Voltei minhas mãos para seu bumbum. Novamente ela puxou a nádega para o lado, tentando me ajudar a chegar onde eu queria estar. Ainda assim, seu buraco estava se escondendo de mim, então eu caí um pouco mais para baixo e forcei meu rosto para cima com mais força. Minha pressão a elevou até a ponta dos pés e, com o peso adicional de seu corpo, minha língua estendida finalmente chegou ao seu buraquinho quente. Lambi em volta dela, apertei meus lábios nela e, enquanto a chupava, empurrei a ponta da língua por seu anel.

Esta foi claramente a primeira vez para ela, já que seus joelhos pareciam se dobrar. Ela segurou meus cabelos, puxando meu rosto para fora de sua racha de bunda. Eu me perguntava se eu tinha ido longe demais, mas eu não precisava ter me preocupado. Ela colocou sua toalha no chão e dobrou a toalha ao lado dela. Ela ficou de quatro na minha frente. Que visão. Sua bunda, agora analisando melhor, era grande para a idade e linda o suficiente, mas ver a penugem marrom de sua buceta me deixava louco. Ela afastou um pouco mais os joelhos, dando uma pequena oscilação na bunda.

– Vai em frente! Eu quero – ela disse.

Me abaixei para desfrutar um pouco mais seu cuzinho. Usei o plano das palmas das mãos para empurrar suas bochechas o mais longe que pude, e comecei a acariciar ferozmente seu ânus enrugado, sentindo ela se contorcer de um lado para o outro e empurrar de volta para dentro de mim enquanto ela se acostumava a ter minha língua escorregadia mexendo em sua bunda. Ela estava ocupada, esfregando os dedos na buceta (era mais safada do que pude prever), e o cheiro doce só deixava meu pênis mais duro do que nunca.

Seu buraco estava aberto. Eu rapidamente chupei meu polegar, depois o empurrei para dentro de sua bunda, mexendo-o por dentro. Ela gemia. Se ela gostou disso, pensei, ela vai adorar o que vai acontecer a seguir.

Quando me ajoelhei ao lado dela, coloquei a mão em seu ombro. Ela se virou para me encarar. Segurei minha pica na mão, admiradamente. Eu realmente nunca tinha visto meu pau tão duro, quase morto em linha reta em vez da curva descendente usual, e as veias se destacavam orgulhosas ao longo do eixo. Inclinei-me para a frente e sussurrei em seu ouvido.

– Eu pensei que você poderia gostar de ver o que eu vou enfiar na sua bunda.

Ela não disse nada, apenas sorriu um pouco e acenou com a cabeça enquanto olhava para o meu pau endurecido, ainda apreciando meu polegar em sua bunda. Notei um frasco de xampu saindo de sua bolsa de produtos de higiene pessoal e peguei. Abri a tampa e pinguei uma longa linha do líquido rosa grosso ao longo do lado superior do meu pau. Sentia-se frio contra o calor da minha ereção enquanto eu suavemente esfregava na minha pele até que todo o meu comprimento estivesse escorregadio.

Puxei meu polegar para fora dela, limpei o resto do xampu de minhas mãos no vale de sua bunda e me alinhei atrás dela. Ela se apoiou na parede do box. Isso fez com que suas nádegas se levantassem do chão de azulejos, revelando o quão duros seus mamilos haviam se tornado contra o chão frio e molhado. Ela parecia tão pronta para mim!

Forcei suas nádegas novamente com as duas mãos até colocar a cabeça do meu pau escorregadio contra o amassado de seu cuzinho. Estava começando a fechar novamente, então eu tive que agir rápido. Empurrei-me para a frente usando todo o meu peso corporal, observando seu buraco resistir à minha pressão pelo maior tempo que pudesse. Sua pele se esticou em torno de seu ânus, mas logo desistiu. Nós dois ofegamos enquanto seu corpo cedia e aceitamos a cabeça do meu pau. Descansei por apenas um momento enquanto ela recuperava o fôlego. Eu coloquei um pouco de xampu em seu orifício, em seguida, coloquei a garrafa de lado. Eu movi minhas mãos até seus quadris, e usando um pouco de um movimento de um lado para o outro eu me empurrei em suas entranhas, tão lentamente. Observei meu pau percorrer seu anel, esticado vermelho e reluzente, até que finalmente penetrei cerca de 10 centímetros.

Foi uma felicidade. A bunda daquela menina segurava meu pau mais apertado do que o primeiro anal com Ana Clara. Cheguei para a frente, por baixo dela e puxei suas nádegas de volta.

Colocando minhas mãos de volta em seus quadris, segurei em sua cintura e movi meu pau lentamente dentro dela. O cu dela era bem melhor que o de Ana Clara, se é que há alguma diferença
– Você gosta disso? – Ela apenas acenou com a cabeça, depois baixou a cabeça. Eu não precisava de mais incentivo para foder aquela garota. Comecei um ritmo lento com minha pica ensaboada em sua bunda. Enquanto eu fodia, ela fodia, movendo sua bunda de um lado para o outro, empurrando de volta contra mim. Cheguei por baixo dela e acariciei alguns dedos em sua buceta, mexendo-os e sentindo minha pica em seu outro buraco.

Seu gemido suave estava ficando mais alto, e eu temia que fôssemos descobertos, mesmo que os vestiários fossem revestidos de material antirruído. Peguei minha sunga molhada do chão. Passei para ela e, como uma leitora de mentes, ela os colocou em sua boca. Ela mordeu com força. Eu poderia fodê-la com mais força sem fazer mais barulho. Eu desloquei minhas mãos para o topo de suas coxas enquanto eu empurrava, percebendo que eu não ia durar muito mais tempo nela e a visão daquelas bolhas marrons em volta da minha pica não estava me ajudando a segurar. Para o meu impulso final, desloquei meu aperto para seus ombros e me arrastei o mais longe que pude, achatando suas bochechas contra minha virilha. Eu vim mais forte do que nunca, parando-me de gritar mordendo os lábios com tanta força que pensei que tiraria sangue. Eu gozei forte dentro dela! Minha porra vazava daquele buraco pequeno!

Depois de um momento de descanso, eu me afastei, puxando meu pau escorregadio e ensaboado para fora de sua linda bunda grande com um “plop” satisfatório. Tremendo um pouco, sentei-me no chão e usei uma toalha para limpar meu pau. Minha menina se virou e se deitou de costas no chão e abriu as pernas novamente, seus seios pequenos estavam brilhando. Como uma coisa louca, ela dedilhou sua buceta com alguns dedos, contorcendo-se no chão de azulejos e beliscando seus próprios mamilos. Eu vi seu lindo corpo tremer enquanto ela se agitava até o orgasmo.
Ela estava deitada lá, de olhos fechados, respirando pesadamente, molhada por todo o suor, vapor do chuveiro – que permaneceu ligado todo aquele tempo.
Meu pau endureceu novamente . Ela levantou uma mão e escovou o cabelo molhado de sua testa. Com a outra mão ela chegou atrás de mim e passou os dedos pela racha da minha bunda. Ela abriu os olhos e me deu um sorriso cansado.

– Curtindo isso?
Acenei com a cabeça. – Você é maravilhosa!
Dei de ombros enquanto amassava seu peitinho.
Ela pegou uma toalha e a enfiou debaixo da cabeça como um travesseiro, deitando em minha coxa.
– Eu deveria me vestir agora.
Sentei-me e dei de ombros enquanto ela olhava para mim. Entreguei-lhe a toalha, perguntando-me se deveria dizer alguma coisa, pedir para vê-la novamente… mesmo apenas pedir a ela para ficar um pouco mais.

Só então ela levantou e escorregou, e foi engraçado! Ela havia pisado na piscina de porra marrom que havia vazado de sua bunda e apenas por um segundo perdeu o equilíbrio. Ela tentou se estabilizar, mas acabou caindo para trás no banco de madeira do vestiário. Enquanto se sentava, ela quebrou uma das ripas de madeira.

Eu estava de joelhos para ver se ela estava bem. Mas ela apenas riu, acho que com o absurdo de tudo isso. Eu ri também, apreciando a maneira como seu corpo nu estava esbelto.

Quando superamos a queda, notei que ela estava olhando para os pés. Ela havia esticado o pé esquerdo até a pequena piscina marrom-cremosa escorregadia que a fizera escorregar e estava mexendo os dedos dos pés nela. Ela então levantou a perna para cruzar a coxa e usou os dedos para massagear o semen entre os dedos dos pés.

Eu estava descobrindo coisas sobre mim mesmo que eu nunca poderia ter adivinhado. Quem teria pensado que essa visão me excitaria? No entanto, foi o que aconteceu. Eu assisti, totalmente fascinado como seus dedos se moviam, cobrindo-os com nossos fluidos combinados. Então olhei além, para o vale de suas coxas. Ela estava usando sua mão livre para acariciar sua buceta, embora estivesse quase escondida da vista por sua barriga chapada. O fato de que a ação estava quase ao nível dos olhos comigo tornou tudo ainda melhor.

Eu me levantei e abri os joelhos dela o mais longe que eles iriam. Ela moveu seu peso para a frente no banco e usou as duas mãos para se apoiar. Ela observou com um sorriso enquanto eu me arrastava para a frente e empurrava meu rosto em sua buceta. No começo eu apenas a beijei, depois me inclinei para a frente e empurrei para cima sob seu clitóris com a ponte do meu nariz. Ela gostou muito daquilo, e eu senti seus dedos no meu cabelo. Estendi minha língua para lamber sua buceta, começando pelo fundo e deslizando até seu clitóris. Sua buceta estava molhando e eu consegui facilmente entrar nela e passar a língua por dentro. Eu amo buceta quase tanto quanto eu amo bunda e eu queria ter certeza de que ela sabia disso. Chupei seu clitóris, até mesmo mordi suavemente enquanto trabalhava meu rosto nela.

Olhando para trás agora, não tenho certeza de onde consegui a energia. Talvez seja como um impulso primordial que toma conta de uma pessoa… sabe-se lá? Tudo o que eu sabia era que em pouco tempo eu estava usando toda a minha cabeça para chupar aquela jovem, suas mãos segurando meus cabelos, suas pernas abertas o mais largo possível. Eu empurrava minha língua, balançava a cabeça de um lado para o outro e a forçava a voltar para o banco. Ela tinha um gosto delicioso, e quando depois de alguns minutos desfrutando aquela menina ela teve um orgasmo, olhando meu rosto. Eu limpei toda aquela buceta.

Ela sentou-se ali ofegante enquanto eu me recompunha, passando a mão pelo meu rosto molhado com seus sucos e meu suor. Meus olhos estavam fechados quando senti ela pular para frente e engolir meu pau em um gole. Ela tinha uma mão na minha bunda, outra abocanhando e pesando minhas bolas enquanto consumia minha pica de forma desordenada e barulhenta. Pensei em onde aquele pau tinha estado recentemente. Fiquei mais duro. À medida que eu me expandia em sua boca, ela tinha que ser menos ambiciosa em sua alimentação, e de vez em quando ela a puxava para fora para se concentrar na minha cabeça, deslizando a ponta de sua língua sob meu prepúcio ou desenhando seus lindos dentinhos em todo o meu comprimento. Eu me abaixei com a mão direita e belisquei com força seu mamilo direito.

Essa garota obviamente gostou quando as coisas ficaram um pouco dolorosas … Eu podia sentir as vibrações dela gemendo ao longo do meu pau. Ela balançava a cabeça para trás e para frente e de um lado para o outro, trabalhando minha pica como se estivesse tendo um ataque e eu estivesse adorando. Eu me senti me acumulando e soltei um grunhido. Ela acidentalmente me soltou apenas no ponto de ebulição, e eu disparei um tiro de porra em uma de suas narinas, antes que ela rapidamente me chupasse de volta para sua boca para coletar meu cacete.

Enquanto seus lábios lentamente liberavam meu membro, ela cheirava com força, bufando aquele solavanco perdido de porra em seu nariz. Então ela se inclinou para trás e abriu bem a boca para me mostrar meu sêmen escorregando por sua garganta gulosa. Ela sorriu e fechou os olhos, como o gato que recebeu o creme, e pela primeira vez eu a beijei.

Nos beijamos por um tempo… Não sei por quanto tempo exatamente. Sentei-me no banco, ela sentou-se no meu colo e apenas nos abraçamos por um tempo. Eu poderia facilmente ter adormecido se houvesse algum lugar para me deitar. Ela se levantou e começou a colocar suas roupas sobre seu corpo pegajoso.
– Já são quase 21h, precisamos sair.
Concordei com ela.
– Andressa, você sabe que precisa manter segredo né.
– Tá, não se preocupa.
Ela saiu primeiro, esperei cerca de 15 minutos até deixar o ginásio. Os zeladores sempre cuidavam de tudo depois das 22h. Quando saí pelo estacionamento, vi minha nova amiga sentada na portaria esperando seus pais.
Fiquei muito preocupado com seu bumbum. Não fui o mais gentil em seu primeiro anal.

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1 comentário

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  • Responder Negro africano ID:tgda2mm0

    Cara, não consigo resistir os seus contos fodass…fiquei de pau duro o tempo todo, quem diria que eu pegasse uma novinha assim, metendo no cú dela!!!