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Brincadeiras

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Não percebi quando começou, mas confesso que gostava e gosto ate hoje.

Era só ficarmos sozinhos e Seu marco começava a brincar comigo, era gostoso ficar em seu colo, as cocegas, abraços e beijos me deixavam arrepiados, fui percebendo que quando dona Estela estava por perto eu não deveria ir para o colo. Seu Marco e dona Estela eram nossos vizinhos, amigos de meus pais, que nunca maldaram nada e me permitia ficar na casa dos vizinhos, principalmente quando tinha alguma festa para ir, na época eu tinha 13 anos no máximo
Dona Estela sempre na cozinha, seu Marco na sala assistindo tv e brincando, numa dessas vezes eu estava em seu colo, quando percebi e senti algo duro, ao virar para falar algo seu Marco fez o sinal de silencio e me deu um beijo no pescoço. eu fiquei calado, senti meu corpo se movimentado de forma sutil, fazendo com que meu corpo sentisse toda dureza sob minha bunda, a respiração ofegante de seu Marco em meu ouvido me acalmava passei a eu mesmo me mexer, o som de dona Estela fez com que nos afastássemos, vi a grande volume dentro da bermuda de seu Marco, ele correu para o quintal e algum tempo depois voltou sem o volume, neste dia não brincamos mais.
A minha visita se tornou rotineira, dona Estela nem suspeitava das brincadeiras gostosas com seu Marco, numa sexta feira conforme fora acertado, meus pais iriam viajar e só voltariam no domingo, eu iria dormir na casa de seu Marco, não maldei nem pensei em nada e assim aconteceu lá estava eu na casa de seu Marco, um telefonema e dona Estela teria que ir na casa de uma irmã que mora em outra cidade, por fim ficamos eu e sem Marco, as brincadeiras logo tiveram inicio, eu sentado no colo sentindo algo duro, os beijos eram arrepiantes, eu cada vez gostava mais, ficamos algum tempo nos esfregando, ate que seu Marco levantou eu estava sentado, vi ele parar em minha frente, ele usava um shorts que parecia uma tenda de circo, instintivamente levei a mão e senti era macio e duro ao mesmo tempo, fiquei apertando enquanto seu Mario ficava gemendo, foi quando ele me perguntou se eu queria ver, sim respondi, mas teve uma regra onde eu só poderia ver se jurasse não falar para ninguém, concordei, seu Mario colocou para fora, eu achei enorme, só que tempos depois eu ai sim conheci os enormes de verdade.
Seu Mario ia me orientando como fazer, fomos para o banheiro, continuei mexendo para frente e para trás, seu Mario gemia e falava que eu tinhas as mãos gostosas, ele parou e me avisou que minhas mãos iam fazer sair leite e se eu quisesse poderia engolir, foram necessárias poucas idas e vindas levei um susto eu ver o leite jorrando, coloca na boca, obedeci, estranhei o gosto e o cheiro mas a cabeça segura me impedia de parar, terminei engolindo uma boa quantidade, terminei gostando do gosto salgadinho.
Fui conduzido para o banho roupas tiradas, meu pauzinho bem durinho, seu Mario tinha o seu ainda duro, fui sendo ensaboado, rosto colado na parede do box, senti o sabonete deslizando em meu rego, era gostoso, a espuma fazia com que o dedo encostasse em minha bunda e entrasse um pedacinho, sem perceber eu passei a curvar meu corpo de forma que o dedo entrava bem mais, foram vários minutos assim nessa brincadeira, ate que seu Mario encostou sua piroca em minha bunda e me pediu para deixar ele enfiar um pouquinho, aceitei, beijos em meu pescoço e meus peitinhos massageados me amoleciam, senti a pressão e a dor, tentei sair mas não tem mas volta, aprendi neste momento essa regra, pedidos para relaxar que a dor ia passar,, meu corpo era alisado ate que nossos corpos se tocaram, uma pausa ganhei beijos e elogios, as estocadas foram sendo dadas cada vez com mais pressão, já não doía tanto, ate que uma forte e senti ser invadido, estava ganhando a minha primeira gozada no cu, meu piruzinho foi seguro e em segundos senti todo o meu corpo tremer, uma sensação gotosa e eu todo molinho, senti a piroca sair e logo escorrer de minha bunda.
Outro banho, o cu dolorido, ganhou uma pomada e descanso, mas minha boca trabalhou bastante, engoli todo o estoque de porra de seu Mario, nunca mais paramos de nos entregar, era ter uma chance e lá estava eu sendo enrabado.
Hoje sou bi, sempre pronto a me entregar ao prazer.

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