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A madame e o filho da empregada

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Vera, 45 anos, casada a 20 anos, sem filhos, simpática de rosto, loira de pele rosada, cabelos lisos amarelados, 1 e 65 de altura, magra do corpo bem cuidado, peitos fartos e bunda mediana redonda, uma mulher séria, empresária e 100% ligada ao trabalho.

Vera hospedou em sua casa Francisco, um garoto de 14 anos, 1 e 75 de altura, mulato, corpo esbelto, tímido e filho de uma das suas empregadas. Na verdade Vera deu a tarefa ao jovem Francisco de cortar a grama da sua casa e podar algumas plantas e árvores, e como o jardim da casa de Vera era imenso, Francisco teria trabalho garantido a semana toda e até por mais dias se preciso fosse, e assim ele ganharia uma boa grana pros seus estudos e até pra ajudar em casa, pois a patroa da sua mãe já tinha dito que pagaria muito bem.

Era época onde a pandemia tava mais braba, assim Vera ficou trabalhando de casa, o marido estava passando uns dias em São Paulo também a trabalho. Depois de passar por testes pra saber se não tinha covid, o moleque Francisco se acomodou em um dos quartos dos empregados e todo dia pela manhã tomava um gostoso café servido pela sua mãe, uma das empregadas e que também estavam morando na mansão de Vera. Depois do café da manhã Francisco pegava o material de jardinagem e ia dar conta do trabalho que tinha que fazer fora e ao redor da imensa casa cheia de árvores, arbustos e demais áreas verdes.

As poucas vezes que Vera aparecia diante do jovem filho da sua empregada era quando ela sentava no terraço, sempre de celular em mãos conversando sobre trabalho ou caminhando na varanda do andar de cima, no mais a mulher passava o dia todo trancada em seu escritório dentro de casa, participando de reuniões com seus clientes e parceiros via home office.

No terceiro dia, o moleque Francisco fazia uma poda em arbustos próximo a área da imensa piscina, quando Vera apareceu só de biquíni, se sentando numa das cadeiras de sol, óculos escuros em seu rosto. Não teve como Francisco não olhar, pois Vera tirou a parte de cima do biquíni e deitou de costas na cadeira de sol. E a mulher tinha enormes peitos loiros. Francisco meio que se escondeu por trás dos arbustos, mas Vera sabia que ele tava ali e não se incomodou, onde vez e outra ela se levantava e ficava caminhando ao lado da piscina falando ao celular sobre trabalho, com aqueles enormes peitos rosados balançando a cada passo e a cada gesto com seus braços, e Francisco ali podando os arbustos, só de bermuda e tesourão na mão, disfarçando sua atenção aos peitos tão suculentos de Vera.

Num determinado momento, Vera se sentou numa cadeira bem mais perto de Francisco podando um arbusto e puxou conversa com ele, que intimidado com os peitões de Vera nem olhava pra ela enquanto respondia as perguntas dela sobre estudos e futuro. Vera até ria discretamente do jeito acanhado do moleque diante dela, e então perguntou pra ele se ele sabia nadar, Francisco disse que sim, e ela mandou ele relaxar um pouco da tarefa e entrar na piscina, Francisco disse que não tava com roupa de banho, Vera disse que tava tudo bem, que ele poderia tirar a bermuda e pular do jeito que tivesse vestido por baixo.

Francisco estava ali para obedecer ordens e ganhar sua grana, nisso tirou sua bermuda ficando apenas de cueca, aliás uma puta cueca bem vagabunda e surrada de camelô cor azul claro, com o elástico meio frouxo, ele caminhou até a borda da piscina e pulou.

Logo Vera também pulou e se juntou ao jovem Francisco na gostosa e azulzinha água da enorme piscina, com os dois nadando e trocando conversa entre risos aqui e ali… Francisco meio que se assustava com aquela mulher nadando quase pelada ao seu redor como se fosse um tubarão sedento por carne. Vera tinha um jeito super tranquilo e liberal, mas em nenhum momento deu em cima do moleque, apesar de que vez e outra ela parava dentro da água diante de Francisco, bem pertinho dele, e ele tentando não olhar praqueles peitões molhados deliciosos e que pareciam ainda maiores por ele estar tão perto dela.

Logo ela saiu da piscina e ficou na borda passando uma toalha em seu corpo loiro, onde ela chamou Francisco falando que já tava na hora de almoçar. Francisco saiu, com seu mulato corpo esbelto de moleque escorrendo água e com a sua cueca vagabunda igualmente molhada e pesada querendo descer por conta do elástico frouxo e que deixava transparecer até os pelos crespos ao redor do seu pau deitado na horizontal, aliás, Francisco tava de pau meio duro avolumando sua cueca.

Vera notou a ereção do moleque enquanto passava a sua toalha nos seus loiros cabelos. Francisco com uma das mãos tentou tapar a imagem do seu pau avolumando sua cueca vagabunda e ao mesmo tempo segurando ela para que não descesse. Onde ele abaixou pra pegar sua bermuda na grama, mas Vera ofereceu a ele sua toalha. Ele ficou se passando a toalha macia e cheirosa de Vera em seu viril, esbelto e adolescente corpo mulato enquanto Vera espiava descaradamente o pau dele marcando sua cueca molhada, assim ela se aproximou mais dele, ficando ao lado dele e enfiou uma mão pelo cós da cueca molhada e vagabunda do jovem Francisco, pegando no pau dele e puxando pra fora. O moleque se assustou, calado e encarando a experiente mulher.

Vera mexia sua mão velozmente tocando uma punheta no pau preto de Francisco, ela gemia e ofegava sem nada falar, apenas olhando pra sua casa e as vezes nos olhos de Francisco, que por sua vez gemia de olhos revirando e meio cambaleando com a gostosa sensação da punheta tocada pela sedosa e hábil mão de Vera, segurando aqueles 18 cm de pica preta, grossa e veiuda. Até que Francisco gemeu agoniado enquanto uns cinco jatos de porra branca esguicharam da cabeça marrom da sua rola, numa gozada que quase fez ele cair pra trás de tanto que ele cambaleou… Vera em seguida tirou sua mão do pau do moleque e lambeu a palma e os dedos melados olhando pro moleque e chamando ele pra entrar pra almoçar.

O restante desse dia o jovem Francisco ficou bem desconfiado e o tempo todo pensando nessa punheta que a patroa da sua mãe deu nele, ora conversando com sua mãe e a ajudante dela na cozinha, ora voltando pro jardim pra continuar a poda nas plantas. Ele até ficava olhando pra varanda da casa e pras portas de vidro pra ver se via a Vera, mas em nenhum momento Vera apareceu diante dele, pois a mulher se ocupou o resto desse dia em seu escritório, trabalhando home office.

Mas quando a noite chegou, Francisco estava na cozinha conversando com a mãe e com a sua ajudante, já relaxados e se preparando pra se recolherem pros seus quartos, quando Vera apareceu trajada num roupão de dormir em seda cor creme, seu celular numa mão e na outra um copo de uísque, dando boa noite a mãe de Francisco e pegando um balde de gelo, sendo que ao olhar pro jovem Francisco ali sentado diante da mesa, Vera chamou a atenção dele falando que ele não tinha recolhido as folhas dos arbustos frente ao terraço. Francisco se levantou e foi ver, saindo da cozinha e caminhando até o terraço acompanhado por Vera. Francisco olhou pro gramado adiante do terraço e não viu nada de folhas que ele tinha deixado, porém, quando voltou a olhar pra Vera logo atrás, a mulher tava com seu roupão em seda aberto mostrando seu gostoso corpo nu, com seus peitões e sua buceta loira com poucos pelos na testa. E ela encarando o moleque enquanto dava um gole em seu corpo de uísque.

Minutos depois, Vera de quatro na cama era sacudida com força enquanto sua bunda loira tremia as carnes com as pancadas de virilha mulata que tomava do jovem Francisco, a puxando pelas ancas com toda a sua força e socando sua rola preta na buceta loira dela numa velocidade de fazer sangrar… mas era assim que Vera queria ser fodida por esse moleque, tanto que entre gemidos descontrolados ela pedia aos berros pra ele não parar de meter, falando que o pau dele era uma delícia e que ela tava gozando gostoso… E o moleque adolescente ali atrás dela, cheio de vigor, com um fogo desgraçado e com seu pau mais duro que ferro, botando pra esfolar a buceta gostosa da loira numa bombada barulhenta e sem fim, os peitões de Vera balançavam por baixo dela conforme ele ia aumentando a velocidade, puxando ela com força pelas ancas e socando, socando, socando, socando…

Vera deu uma gozada tão forte que sua buceta jorrou água no pau preto de Francisco socando acelerado, e caiu de bruços estrebuchando entre espasmos e de buceta toda molhada. E o moleque já tava bem a vontade, onde pegou a loira e virou ela de costas na cama dela, arreganhou ela e foi pra cima metendo tudo na buceta dela e começou a bombar no meio das pernas dela sem timidez nenhuma, botando pra esfolar.

O saco preto do moleque batia de forma barulhenta entre as pernas de Vera, e o pau estocava fundo forte e veloz, a mulher tomava uma bela surra de rola do molequinho de apenas 14 anos, mas com uma disposição incansável e uma tara sedenta, e ela toda arreganhada gemendo quase sem fôlego, gozando o tempo todo no pau dele indo e vindo acelerado.

O intervalo nas socadas que ela deu foi pra poder cair de boca na piroca preta dele toda melada de suco de buceta. Onde de quatro ela agarrou o pau dele e chupou num boquete feroz, com ele deitado de costas na cama todo banhando de suor, ofegando e gemendo agoniado de tesão com a forma gulosa que Vera sugava a cabeça marrom quase que arrancando. Vera punhetava o pau do moleque erguido, como também caía de boca e engolia todinho descendo sua boca até encostar os lábios no tronco rodeado de pelos crespos, engasgando e babando todo o pau ao puxar seu rosto de novo.

Mas a mulher queria mesmo era sentir essa delícia de pica preta e adolescente dentro dela, assim ela montou na virilha do moleque, pondo o pau dele pra dentro e começou a galopar quicando pra cima e pra baixo enquanto fodia, e o moleque deitado assistindo ao espetáculo dos peitões loiros de Vera chacoalhando.

No dia seguinte Francisco não viu Vera pela casa durante toda a manhã e tarde, pois trancada em seu escritório ela se entregou ao seu trabalho. E quando a noite chegou, Francisco na cozinha junto com sua mãe e a ajudante dela, onde então Vera apareceu para falar umas coisas de rotina e tal pras duas empregadas e sequer olhou na cara do moleque, que ficou até sem graça, pois depois de comer ela daquele jeito na noite anterior, passou pela inocente cabecinha adolescente dele que ela iria ser mais chegada a ele, quem sabe rir pra ele e tal. Vera tinha naturalmente um comportamento frio e discreto com os funcionários da sua casa, seja empregadas, motorista, seguranças, e com o jovem Francisco que tava fazendo bico de jardineiro, não era diferente.

Contudo, esse comportamento discreto de Vera, esnobando Franciso na frente da mãe dele, era apenas pra manter a discrição. Pois bastou chegar 23 horas e a casa toda ficar mais tranquila, que Francisco, já na cama do seu quartinho nos fundos da casa, recebeu em seu celular uma mensagem da patroa, falando pra ele ir o mais rápido pro quarto dela.

Minutos depois Francisco estava aqui, no quarto de Vera, a puxando pelas ancas firmemente e mandando ver mais uma surra de virilha mulata na gostosa bunda loira da sua patroa, toda arreganhada e empinada de quatro que nem uma cadela, gemendo tal qual uma puta e mandando Francisco sempre meter com força, mais força, mais, mais, mais… e assim ela ia gozando, gozando… O moleque todo afoito e agoniado de tesão puxou rápido seu pau preto da loira buceta molhada da patroa e jorrou uma chuva de porra quente e branquinha por sobre a raba loira de Vera, toda empinada e arreganhada pra ele.

Foi apenas uma gozada, pois o pau do moleque ainda tava duro o suficiente pra continuar fodendo a exigente loira até quando ela quisesse… e ela quis, aliás, ainda de quatro e rebolando sua bunda loira toda esporrada, a louca e fogosa Vera olhou pra Francisco ali atrás dela, todo ofegante, com seu mulato corpo adolescente banhado de suor e pediu pra que ele colocasse a sua delícia de cacete preto bem no meio. Francisco empolgado até perguntou pra tirar a dúvida se era no cuzinho. E Vera toda maliciosa e olhando pra ele ali atrás da sua bunda, apenas balançou sua cabeça afirmativamente.

A medida em que o jovem Francisco ia empurrando a cabeça marrom do seu pau preto no meio do rabo loiro da patroa, mais louco por ela ele foi ficando, Vera chegou a tremer as carnes da sua bunda enquanto sentia a pica super endurecida do moleque invadindo seu rosado buraquinho anal. E bastou Francisco começar a socar, que essa safada gemeu feito uma puta e pediu pra ele socar, socar, socar e não parar de socar, falando que tava gostoso, que queria assim mesmo, tudo dentro, bem dentro, com força, mais força, só no cu, bem no seu cu, sem tirar, toda, toda, bem gostoso, mais rápido, mais rápido, mais, mais, mais, com força e sem parar… Vera caiu de cara na cama mordendo a fronha e gemendo se tremendo toda ao sentir um gozo anal enquanto o moleque mantinha a bunda dela erguida com as mãos dele, a puxando pelas ancas ao tempo em que ele batia virilha sem parar, socando pau acelerado fudendo o cu da patroa.

Nossa, que enrabada… Um mero molequinho mulato, viril, domando uma experiente mulher de quatro, mexendo seus quadris veloz enquanto socava gostoso e ritmado seu inchado cacete preto no rosado cuzinho dela, fazendo a safada sentir um puta prazer dando o cu pra ele que nem uma puta. E era isso mesmo o que a experiente Vera estava sendo, a putinha do filho da sua empregada, de quatro, bunda aberta, sendo sacudida e puxada com força, tomando virilhada enquanto dava seu cu gostoso… chegando a gozar mais de uma vez no vai e vem da sedenta pica do moleque… Francisco louco, louco, empolgado, domando a mulher pela raba e a puxando firme e forte, dando a ela o que ela mandava entre gemidos, rola no cu dela, muita rola no cuzinho dela… a safada chegava a botar a língua pra fora, tal qual uma cadelinha cansada de tanto que dava o cu pra esse moleque, gozando, gozando… e Francisco não satisfeito com a forma selvagem e bruta que a currava, a puxou ainda mais forte, aumentando a velocidade dos seus quadris e da socada do seu pau no cu já arrombado de Vera, que reagia em estado de transe, cara no travesseiro e rabo pra cima, gemendo de forma chorada enquanto ficava lerda de tanto seu cu gozar.

Os dias foram passando e toda noite quando Vera acabava seu trabalho no escritório, ela mandava uma mensagem pro filho da sua empregada lá no seu quartinho nos fundos da casa, e que prontamente comparecia ao quarto dela, e dava nela uma bela surra de rola.

E isso rolou até a chegada de Paulo Vitor, marido de Vera, assim Francisco se limitou apenas a cuidar do jardim e de noite ir cedo dormir em seu quarto de empregados, aliás, ele nem tinha mais nada pra ajeitar no jardim, sendo assim foi dispensado. Só que bastou o marido de Vera se ausentar da casa mais uns dias por conta de mais uma viagem de trabalho, que Vera chegou na sua empregada e mandou ela chamar seu filho Francisco de volta, falando que tinha mais uns servicinhos pra ele fazer no jardim… Na verdade não tinha mais plantas, árvores e nem nada mais pra ele podar, havia apenas o fogo de Vera pra ele apagar.

FIM!!

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6 Comentários

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  • Responder pedro terra ID:1et5p007xpxi

    Maravilha.

  • Responder Barba ID:xlohybd3

    Toda sexta-feira faço um sexo com a filha da empregada aqui de casa. Ela faz programa. Fiz um acordo com ela que ela não vai fazer programa e vai ficar bebendo, jogando videogame, vendo série, eu pago o que ela ganharia e ela não precisa fazer nada, só ficar com os seios de fora. Funciona pra mim e funciona pra ela. Muito de vez em quando rola um sexo, mas é raro. A amizade entre nós ficou tão firme que ela me dá conselhos, e eu a pago pra não ficar com ninguém.

  • Responder Mestre2021 ID:1wlykvbh

    Ótimo Conto Bem contado e que garoto de sorte

  • Responder Paloma. ID:5h7lvkxz

    Amei e adorei excelente.

  • Responder Triba ao Creme ID:8cipya7zri

    Esse é o nível de contos que queremos aqui. Excelente

  • Responder Negroeamor ID:81ri9kx8r9

    Porra, sempre quis uma loira pra domar e engravidar.