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A história da Mariana parte 1

1560 palavras | 2 |4.00
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Como quando e porque uma garotinha ainda virgem fugiu de casa

Me presentando…. para quem ainda não me conhece, meu nome real é Mikaelazima venho de uma família proveniente do leste europeu, tenho atualmente 23 anos, e ministro aulas abordando temas como expressão corporal e sexologia para crianças, pré-adolescentes e adolescentes em um determinado colégio.
Estudo em uma faculdade paga na área de “Humanas”, como as minhas despesas são muitas, e a mesada que recebo de meu avô e meu salário que recebo do colégio, são insuficientes, tornei-me também uma “Sugar Baby”, então meu “Daddy” cobre o restante de minhas despesas pessoais.
Aqui no CNN leio todos os relatos, e os que me parecem assim mais verosímeis, costumo a opinar.
O que vou narrar aqui, é apenas um simples conto, foi baseado em um tema proposto por um amigo aqui do CNN e com quem me correspondo, isso posto…
Como todo conto começa, …era uma vez…
Meu nome é Mariana, tenho 10 anos, sou moreninha de olhos azuis acho que minha mãe Daise deve ter dado para algum gringo e eu devo ser o resultado dessa foda.
De resto sou igual a muitas meninas da minha idade, 1,55 de altura, peso 49 kg., bundinha meio que saliente e peitinho começando a nascer por enquanto são apenas dois mamilos meio que miudinhos ainda, mas se puxar minha mãe eles não devem ficar muito grandes.
Essa é a primeira vez que escrevo aqui, desculpe meus erros de português, descobri esse lugar porque a minha professora me ensinou a entrar aqui.
Ela me protege muito, sabe que moro num barraco em uma comunidade perto de um lixão, de onde pego as garrafas de plásticos e as vendo para uma cooperativa.
Meu pai bebe muito e bate na minha mãe e também traz as vezes meninas da minha idade ou um pouco mais velhas do que eu, e oferece pinga com refresco pra elas, daí elas ficam bêbadas e ele as faz ficarem peladas e ele tira um pinto meio preto e fica balançando em frente delas.
-: Mariana, sua merdinha, pega a jarra que está na cozinha e traz aqui no quarto, e vem ver o que faço com uma menina, qualquer dia ainda vou arregaçar você também, falou mostrando aquela rola cabeçuda e cheia de veias.
-: Está aqui seu Bruno, respondi entregando a ele, e levando um tapa na cara, sai chorando, eu tinha muito medo dele e falei pra minha professora.
Neste dia tinham três meninas, uma pretinha bondudinha de coxas grossas e uns peitinhos pontudinhos, parecia ter uns 10 anos seu nome era Maria Rita, mas era conhecida como Ritinha, as outras duas eram gemeas, branquelas de pernas finas e carinha cheia de sardas chamavam Roseli e Ivani.
Moravam ali perto num prédio de apartamento tipo minha casa minha vida, na Vila das Belezas, mas se enturmavam com os moleques da comunidade nos pancadões.
Nesse dia, as meninas já estavam meio que bêbadas e ele tinha mandado elas ficarem peladas
Ele mandou a Roseli deitar na cama, mas com a cabeça fora da cama e ela então ficou assim e ele meteu a rola dele na boca dela até ela quase engasgar.
-: Sueli ele gritou, lambe meu saco agora
-: Ritinha deita aqui e chupa e pode morder os peitinhos dessa vadiazinha.
Ritinha então começou a chupar e a morder os peitinhos da Roseli, ela não podia gritar porque estava assim meio que sufocada com aquela pica na garganta então só gemia e tentava sair, mas o companheiro da minha mãe era forte e segurava ela para não se mexer.
Quando gozou, ela tentou cuspir o leite dele, mas ele fez ela e a irmã engolirem tudo.
-: Sueli bate agora uma para mim para deixar meu pau ficar mais duro e chupa o buraquinho da minha pica.
-: Agora você pretinha sem vergonha deita aqui na cama de bunda pra cima.
Ritinha meio que chorando obedeceu, ele botou um travesseiro na barriga dela e ela ficou com a bundinha mais empinada.
Em seguida ele lambuzou o pinto dele com margarina, depois dois dedos dele também com margarina, passou naquele cuzinho apertadinho que começava a piscar como que sabendo o que iria acontecer.
Não deu outra ele entrou no cuzinho dela, primeiro a cabeça e a cada pulo e grito que ela dava, ele ia mais fundo.
-: Grita bem sua putinha sem vergonha, quanto mais gritar mais eu soco minha pica em você.
-: Sueli, tapa a boca dessa cadelinha beija ela para não gritar, e a ordem foi imediatamente obedecida.
A Ritinha pulava e tentava gritar, mas de repente parou então ele socou com mais força e gritando.
Quando saiu de cima dela, daquele buraquinho até então virgem, estava agora bem aberto, saindo uma mistura do gozo dele misturado com sangue e cocô.
Ela parecia que tinha tido um treco estava ali largada, de bunda pra cima, pernas abertas e todinha lambuzada, ela havia desmaiado.
Ele limpou a rola com a calcinha dela e deu mais pinga com suco pra meninas beberem deitaram todos na cama e descansaram ou dormiram.
Eu escondida olhava aquilo espantada com a cena e com um misto de nojo e acho que de tesão também, sai devagarinho sem ninguém me ver e sentindo uma coceirinha na minha xaninha me imaginando no lugar delas.
Corri para o banheiro sentindo uma coisa meio da melequenta e grudenta, saindo de dentro de mim, molhando minha calcinha e começando a escorrer pelas minhas coxas, pensei que era xixi, depois descobri que havia gozado.
Já tinha visto ele virar minha mãe de bunda pra cima e comer o bunda dela, as vezes ela gritava de dor então ele batia nela na cara e as vezes pega uma cinta e batia na bunda até ficar vermelha e ela parar de chorar.
-: Mariana, sua merdinha, pega a jarra que está na cozinha e traz aqui no quarto, estou com sede.
-: Pronto, está aqui está aqui seu Bruno, disse eu entregando a ele e ele aproveitou me deu um tapa na cara e um soco que pegou quase no meu olho.
-:Qualquer dia ainda tiro esse teu cabaço e meto a rola nesse teu cuzinho apertadinho., disse ele.
Sai correndo e chorando, eu tinha muito medo do seu Bruno e do que ele podia fazer comigo e tinha certeza que minha mãe não iria me defender. Pensava até fugir de casa, mas ir para onde?
Nesse dia minha professora me viu na aula de olho roxo e rosto marcado falei que tinha caído, mas ela não acreditou na minha história.
-:Mariana, disse ela, vá para casa e pegue tuas tralhas que a noite vou te levar para minha casa.
Corri de volta para minha casa, coloquei meus livros, minha carteirinha de estudante na mochila e mais meu tesouro que guardo em uma pequena caixa de madeira, eram uns brincos de latão imitando ouro uns anéis e pulseiras, um vidrinho de esmalte, e um batom.
Em um saco de pano enfiei umas poucas roupas que tinha, meu uniforme e uma blusa e uma calcinha rasgada que era minha roupa de dormir.
Feito isso corri ao encontro da professora Carmem que quando me viu abriu porta do carro e eu entrei afobada, olhei para meu barraco e jurei nunca mais voltar lá.
-:Pronto professora está tudo aqui comigo eu disse
-: não me chame de professora disse ela, de agora em diante só Carmem, mas na escola é dona Carmem ou professora.
Ela deu na partida e saímos rodando, olhei pela janela vi o barraco ir ficando para trás.
Nunca tinha andado num carro tão lindo e fomos enquanto dirigia e ela me falou
-: Moro na zona sul, perto do Ibirapuera. conhece?
-: Admirada de ver tantos prédios cada um mais lindo que o outro respondi que nunca havia saído do meu bairro
-: entrando na garagem, Margarida falou, Mariana pega tuas coisas
-; sim senhora disse eu que já estava com o coração a mil imaginando de como seria a minha vida dali para frente, e depois pensei pior que eu já estava não ia ficar.
Entramos no apartamento super lindo e muito chic e me apresentando ao marido falou
-: Roberto, essa é a Mariana, falou me apresentando.
-: Você é muito bonita criança falou ele me olhando assim como se estivesse analisando meu corpo infantil.
Não sei bem o porquê, mas senti um certo ar de desejo da parte dele.
-:Mariana falou a dona Carmem venha ver teu quarto, era da minha filha, mas ela mora agora com a minha mãe
Nem perguntei o porquê, mas o quarto era grande e seria só meu uma baita cama e então comecei a pular nela rindo de felicidade.
Sei que não sou flor que se cheire, mas bem regada ne transformo em um jardim
Espero que tenham gostado, a segunda parte está aqui, quem quiser me fazer feliz comente e me deem sugestões, meu e-mail é [email protected]

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2 Comentários

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  • Responder Hirinho ID:830zqz2b0i

    conto ótimo mika,uau k, eu fiquei de dezembro a janeiro sem entrar aqui por estar na casa dum parente agr vi q vc voltou a postar algo novo tbm rs

  • Responder Rafaella ID:7xbyxpzfi9

    Bem contado, e vejo que vou ler mais aventuras dessa MARIANA.
    Beijos