# # # #

A fazenda do vovô

3717 palavras | 3 |3.68
Por

Iza tem 16 anos, loira de pele rosada, magrinha, 1 e 68 de altura, lisos cabelos castanhos, olhos verdes, com sardas no seu rostinho de moleca que davam um charme a mais, e embora adolescente tem um corpinho cheio de curvas, com bonitos peitos fartos e uma arrebitada bundinha redonda, durinha e mediana. Uma garotinha se transformando em mulher.

Iza é rica, mora em um condomínio de luxo em Belo Horizonte com seus pais e dois irmãos menores, mas adora ir pro interior de Minas Gerais passar as férias na fazenda do avô, um velho militar autoritário e aposentado. E quando Iza vem a fazenda, na maior parte das vezes ela está na companhia da mulata Janaína, de 27 anos, empregada do seu avô e casada com Jeremias, um dos peões da fazenda.

Iza adora Janaína, e sempre quando ela chega na fazenda ela pede permissão ao seu avô para libera-la das suas tarefas, para assim elas tirarem um tempinho pra perambular pelas estradas de terra vermelha, pela mata e demais cantos da fazenda. Mas o lugar que elas mais gostam é uma certa cachoeira que fica num rio que corta a mata. E lá, quando elas duas chegam, o sossego, a discrição e a sensação de liberdade é tamanha, que elas tiram suas roupas e entram nuas na água fresquinha e gostosa do rio.

Iza com seu adolescente e faceiro corpo rosado e seus castanhos cabelos lisos, e Janaína com seu mulato corpo de mulher feita e seus crespos cabelos black power, se agarram, se roçam e rolam na areia do rio, se beijando ferozmente entre gemidos, com coxas por entre as pernas da outra, esfregando na buceta da outra… A foda sempre segue rio adentro, com Iza mamando nos peitos mulatos de mamilos pretos de Janaína, enquanto Janaína por dentro da água apalpa e soca dedos na rosada xoxota de Iza. Assim elas nadam, brincam, riem, e logo saem da água e sobem nas pedras na beira do rio, onde Janaína se deita de costas em uma delas, enquanto Iza de rosto entre as suas mulatas pernas abocanha e chupa intensamente a buceta de pelos encrespados, lábios escuros e rachado vermelhinho de Janaína, que se contorce gozando com todas as suas forças.

E essa gostosa relação entre a netinha do dono da fazenda e a empregada, segue firme e forte desde que elas trocaram os primeiros olhares quando se conheceram a um ano atrás. É um caso de amizade, amor e uma intensa vontade de devorar uma a outra sempre em que elas se veem.

Em um desses dias, na fazenda, Iza estava junto com o avô, seus pais e irmãos diante da mesa da cozinha, enquanto Dinorá, uma empregada já de muito tempo e a jovem Janaína serviam a todos. Iza era servida por Janaína, elas trocavam olhares discretamente, onde havia um desejo mantido em segredo, pois se todos aqui na mesa descobrissem que a neta e empregada fodem gostoso pelas matas e rios da fazenda, seria um escândalo.

A tarde, quando tudo estava mais calmo, com o avô e os pais na sala conversando e os irmãos no quarto deles jogando video game. Iza caminhou até o terraço e avistou a amiga Janaína estendendo umas roupas num varal, de vestido estampado todo molhado e grudado em seu faceiro corpo mulato cheio de curvas. Nossa, Janaína era uma cavala de gostosa e Iza molhava fácil sua bucetinha adolecente de tanto tesão… Iza até mordia o lábio inferior, se arrepiando toda de desejo pela mulata. Mas logo ela entrou quando escutou a voz de sua mãe lhe chamando. Ela se sentou ao lado da mãe no sofá e participou da conversa que era sobre ela, sobre faculdade e o futuro dela. Mas Iza se manteve o tempo todo distraída, ela não estava nem aí pro seu futuro, mas sim pensando no seu presente, pois no momento ela só queria mesmo era cair de boca entre as pernas da mulata Janaína e chupar muito sua carnuda e negra buceta.

Aproveitando a distração de todos na sala conversando, Iza se levantou e saiu… olhando no terreiro, procurando pela mulata Janaína. Iza desceu pro terreiro e caminhou indo pros fundos da casa do avô, trajada em sandálias, shortinho e blusinha em seu corpo de ninfeta, andando entre galinhas e patos e sob a sombra de imensas árvores frutíferas balançando os galhos e folhagens ao vento… Iza foi em direção a casa onde Janaína mora com seu marido Jeremias. A porta estava fechada. Nenhum dos dois se encontrava.

Iza continuou caminhando pela imensa fazenda, olhando aos redores pra ver se avistava sua amiga e amante Janaína, ela estava louca pra encontra-la e dar uns beijos nela… e ao entrar num celeiro, Iza flagrou Janaína de quatro no feno, sendo comida por Tenório, um outro peão da fazenda. Iza mal acreditava no que seus olhos viam, a mulata de quatro nas palhas secas ao chão, pernas bem abertas, com seus fartos peitos mulatos balançando pra fora do seu decote, de vestido levantado mostrando seu mulato rabo empinado tremendo as carnes a cada pancada de virilha que ela tomava do peão a dominando por trás, a puxando pelas ancas com força e mandando ver sem dó uma surra de rola, socando forte e veloz, não dava pra Iza saber se era na buceta ou cuzinho da mulata, contudo, pelas expressões de agonia e prazer no rosto de Janaína e pelas reações do corpo dela se tremendo, claramente Iza notava que ela gozava feito uma puta.

Na manhã do dia seguinte, no café da manhã, enquanto Dinorá e Janaína serviam a todos a mesa, os olhares de Iza pra mulata Janaína eram de condenação, Janaína até estranhou tal jeito de olhar de Iza, tão mal humorado, de semblante fechado e sério enquanto ela a servia. O tratamento que Iza dava a ela era meramente de neta do patrão e empregada, bem seco, direto e sem sorrisos.

Na primeira oportunidade que Janaína teve de ver Iza sozinha no terreiro da fazenda, ela chegou junto de Iza e deu um beijo de surpresa no rosto dela, Iza meio que se afastou de Janaína, que estranhando perguntou a ela porque ela tava assim tão arredia, e Iza foi direto ao assunto, falando:

– Eu ti vi ontem no celeiro fudendo com um peão.

Janaína reagiu gargalhando, Iza chamou ela de puta e perguntou:

– Tá rindo de quê?

Janaína chegou junto de Iza, frente a frente, e disse com um sorriso em seu rosto:

– Eu dou pra quem eu quiser, e se você quiser continuar me comendo, fique caladinha.

Iza voltou a chamar Janaína de puta, Janaína agarrou Iza e tascou um beijaço de língua nela que a moleca ficou toda mole, quietinha e domada.

Durante a tarde, estavam todos na cozinha comendo um bolo feito na hora por Dinorá e Janaína. Iza estava mais calminha, trocando olhares com Janaína, que ria pra ela… parecia estar tudo bem de novo entre elas, quando eis que Iza disse pro avô que queria andar a cavalo, o avô deu permissão e disse pra Janaína:

– Janaína, minha filha, vá lá no celeiro e mande preparar um cavalo pra minha netinha e diga pra um peão acompanhar ela no passeio.

Janaína na mesma hora disse que iria chamar o peão Tenório, o mesmo que Iza flagrou comendo ela no celeiro, e sabendo disso, Iza falou:

– O Tenório não, eu quero ir com o Jeremias.

Janaína arregalou os olhos, pois a moleca escolheu justo o seu esposo. Ficou logo pensando que Iza iria falar pra ele que a viu dando pra outro peão no celeiro. Janaína e Iza trocaram olhares de desconfiança, embora Iza estivesse com um sorriso irônico em seu rostinho de ninfeta endiabrada como quem quisesse aprontar algo.

No terreiro, enquanto se preparava pra montar no cavalo, Janaína e Iza continuavam trocando olhares fulminantes, Janaína com receio dela contar pro marido sobre sua traição e Iza com um ar provocativo, se deliciando com o fato de Janaína estar nas suas mãos, enquanto isso Jeremias ajudava Iza a montar num negro e lindíssimo puro sangue, e assim os dois foram trotando lado a lado pela estrada de terra vermelha, até desaparecerem entre árvores e mata adentro.

Quatro horas depois, Janaína saiu da cozinha depressa ao ver que Iza voltava do passeio com o Jeremias, e após desmontarem, Jeremias foi levando os cavalos pro celeiro enquanto Iza adentrou a casa, onde os pais e o avô estavam na sala, Janaína encarou Iza, o tempo todo pensando se ela havia contado ao marido Jeremias sobre a foda no celeiro com o outro peão, e a desconfiança e o medo eram maiores por causa do sorriso cínico e o olhar atrevido no rosto de Iza.

O que acalmou Janaína, foi ver que o seu marido chegou calmo, normal, pois obviamente se tivesso sabido da traição dela pela Iza, ele teria chegado já disposto a mata-la.

Pela manhã, Iza ficou no jardim ao lado da casa, quando então Janaína se aproximou dela, chamando a atenção dela e pedindo pra que ela não brincasse mais com ela, pois apesar da traição ela disse que amava muito o marido. Iza disse:

– Não sei porque tu fode com outro se o teu marido fode tão gostoso.

Janaína se assustou, perguntando:

– Como assim?

– O teu marido, ele fode muito gostoso.

– Do que tu tá falando, moleca?

– A gente tava andando a cavalo, chegando no riacho. Pedi pra parar um pouco. Desci do meu cavalo e chamei ele pra entrar no rio comigo. Ele adorou o convite e desceu rapidinho do cavalo dele. Tirei minha roupa todinha na frente dele. Ele tirou a roupa dele. Aliás, que pau gostoso o seu maridinho tem… Ele sentou numa pedra e eu me agachei e chupei o pau dele até ele gozar na minha boca… A gente foi pra beira do rio, ele me deitou na areia e veio por cima de mim, e me meteu gostoso, com vontade… A gente entrou no rio e eu fiquei cavalgando nele, ele me segurando por baixo das pernas e me socando na buceta… Depois fomos pra dentro do mato, onde eu fiquei de quatro, que nem eu te vi dando pro Tenório… e ele me comeu gostoso, me puxando pelas ancas e me socando forte. Nossa, eu gozei feito uma puta no pau dele.

– Tá mentindo. Você não fez isso!

– Acha que ele iria falar?

– Porque você tá fazendo isso comigo, Iza, nunca foi assim?

Iza se aproximou de Janaína, frente a frente e disse:

– Eu dou pra quem eu quiser, e se você quiser continuar me comendo, fique caladinha.

O convívio entre Iza e Janaína ficou tenso, com olhares desconfiados e provocações por parte de Iza, elas passaram até a se falar pouco, se tratando realmente como neta do fazendeiro e empregada. E toda vez que Iza pedia ao avô um passeio de cavalo e o peão Jeremias, marido de Janaína, a acompanhava, Janaína ficava puta de raiva, porém, não podia sequer fazer nada, afinal, ela estava nas mãos da ninfeta, que sabia que ela traía o marido com outro peão.

Mas apesar das diferenças, do clima ruim criado, Janaína se reaproximou de Iza e disse com um sorriso em seu rosto que tava com saudades dos banhos de cachoeira no rio. Iza também riu e juntas voltaram a passear pela fazenda adentro, conversando, rindo, brincando e sem falar em homens… No rio as duas tiraram suas roupas e voltaram a se abraçar e se beijar depois dos dias sem se falar, e o reencontro foi quente e intenso, com a jovem Iza se contorcendo deitada de costas na areia molhada da beira do rio enquanto a mulata Janaína de cara entre as pernas pálidas da ninfetinha chupava sua bucetinha rosada com toda a força dos seus grossos lábios negros, fazendo Iza ter incontroláveis e compulsivos orgasmos. Mas Iza também comeu Janaína, que virou seu rabão mulato de quatro, todo arreganhado pra Iza, que deu alguns bons tapas na raba de Janaína e enfiou sua cara no meio, chupando voraz do bucetão encrespado da empregada ao seu preto cuzinho tesudo. Iza adora fazer do rabo gostoso da mulata o seu sorvete preferido, o qual ela lambe vorazmente o rego da buceta ao cu sem parar, deixando Janaína gemendo e gozando mais que uma putinha… A foda foi parar no rio, por trás da cachoeira e depois nas pedras. Foi um baita reencontro, a melhor forma de voltarem a se falar, sem ciúmes e desconfianças.

Depois das indiferenças resolvidas e da ótima foda no rio, Iza e a mulata Janaína ficaram até mais amigas, mais unidas, sempre com gracinhas e risadas uma com a outra dentro da casa e com conversas descontraídas nos intervalos das tarefas domésticas de Janaína. Iza por sua vez parou de pedir passeios a cavalo com o marido dela.

Contudo, numa certa tarde, os pais e o avô de Iza estavam na sala conversando como de costume depois do almoço, Iza deitada num sofá olhava seu celular, mas sem interesse, e assim ela se levantou e foi a cozinha passar o tempo com a mulata Janaína, que não estava, Iza perguntou pra outra empregada, Dinorá, onde ela estava, e Dinorá disse que ela tinha ido na casa dela falar com o marido e voltaria logo.

Iza desconfiou, pois sabia que o marido dela, Jeremias, neste dia tinha ido pro outro lado da fazenda recolher o gado do avô. Iza saiu casa afora rumo ao celeiro. E lá encontrou Janaína agachada no chão de feno diante do peão Tenório, de calça e sunga descidas e com seu pau duro sendo seguro e punhetado por Janaína fazendo nele um boquete dos mais caprichados. Vagabunda, continuava traindo o marido e ela.

Mas dessa vez Iza reagiu diferente a esse novo flagra, afinal, era a prova de que a mulata era uma safada e gostava mesmo de trair seu marido, Iza escodida por trás da entrada do celeiro ficou a espiar a safadeza rolando entre a mulata Janaína e o peão Tenório, e a moleca até gostou, onde enfiou uma mão pelo cós de seu shortinho e de sua calcinha e ficou apalpando e passando dedos no rachado da sua xoxotinha, se deliciando com o boquete de Janaína. E nossa, a mulata chupava como se fosse arrancar o pau do peão.

Janaína viu Iza brechando por trás da parede na entrada do celeiro, onde tirou sua boca do pau do peão, olhando pra Iza… que por sua vez riu e tirou seu rosto, se escondendo por trás da parede. Janaína sem sair de frente do peão, agachada e punhetando o pau dele, falou pra Iza:

– Entra aqui, menina, vem!!

Iza foi entrando toda desconfiada, rindo toda achanhada, olhando pra Janaína passando lambidas na inchada cabeça marrom da rola de Tenório, e com sua mão esquerda estendida chamava por Iza e mandava ela se agachar ao seu lado.

O peão em pé, de camisa aberta mostrando seu moreno físico talhado pelo trabalho braçal todo suado, de calça e sunga arriadas e com seu cacetão pulsando duro apontado pro rosto da jovem netinha do seu patrão ali agachada no feno, ao lado da mulata Janaína, que segurando no pau dele colocou na boquinha de Iza, falando:

– Isso, querida, bota a boquinha, bota… bota que eu te ensino a chupar bem gostoso!

A boquinha de Iza tava bem arreganhada com a tora de rola do peão, que era grossa, veiuda, cabeçuda, da cor marrom, e tava dura feito ferro, pois Tenório tava muito excitado com as duas ali só pra ele, a mulata fogosa esposa do seu amigo Jeremias e a netinha ninfetinha do seu patrão, as duas mamando juntinhas no seu cacete, uma dando na boquinha da outra e as vezes as duas mamando juntas, passando suas línguas por baixo, aos lados, em cima, torneando a inchada cabeça marrom escura, às vezes Janaína descia seu rosto e ficaba mamando nos ovos dele enquanto Iza mamava na cabeça, e assim elas duas ficaram por minutos nesse duplo boquete no sortudo peão, de pau duro pulsando entre os rostos e boquinhas das duas.

E como Iza era novidade pra ele, ele a pegou, a deitou no feno e começou a tirar toda a roupa da garota, que agoniada falava pra ele ir devagar, ao tempo em que Janaína pedia pra ela relaxar e que ela iria rapidinho se acostumar e gostar. Tenório deitou por sobre o pálido corpo nu da jovem Iza deitada nas palhas, por entre suas pernas, e com seu pau na mão foi esfregando o cabeção marrom no rachadinho rosado da melada bucetinha apertada e carequinha de Iza, empurrando devagar e com isso fazendo Iza apertar seus olhinhos e gemer toda dolorida enquanto sua bucetinha era apartada por dentro pelo inchado cabeção da imensa e dura rola do peão, que aos poucos foi mexendo seus quadris, fodendo a netinha do patrão, metendo mais e mais sua rola na xoxotinha dela.

Iza gemia revirando seus olhinhos, fazendo cara de agonia, tomando sutis bombadas no meio das pernas. E em questão de segundos Tenório mandou ver com mais força e socando até bater virilha na virilha da moleca, Janaína acompanhava ao lado a netinha do seu patrão levando pica na sua xoxota a base de intensas socadas, ao mesmo tempo pedia pro peão não gozar dentro dela. Assim ele puxou seu pau, se levantou e enterrou na boca de Janaína, esporrando dentro, que engoliu tudinho.

Tenório deixou Iza descansar um pouco, onde deitada no feno ficou toda ofegante, suada e de bucetinha rosada toda ardida e até sangrando, pois até então sua buceta tinha provado apenas da rola do esposo de Janaína, Jeremias, sendo que a rola do peão Tenório era bem maior e mais grossa, até a forma que Tenório fodia ela era diferente, era mais bruto, mais tarado e afoito. E por falar nele, ele continuava de pau muito duro, ainda louco pra meter, nisso ele pegou a mulata Janaína, a colocou de quatro no feno, com aquele rabão mulato todo arrebitado e arreganhado e empurrou tudo no cuzinho pretinho dela que ela soltou um berro tão alto que os cavalos nas cocheiras ao redor ficaram agitados.

Iza sentada no feno de pernas arreganhadas tocava uma siririca enquanto assistia impressionada a sua amante e empregada Janaína sendo enrabada com força pelo peão, a puxando pelos seus cabelos blackpower enquanto tacava virilha na raba da mulata, socando seu pau no cu dela com tanta força que os peitões dela chacoalhavam enquanto ela gemia alto e chorava como se tivesse sendo estuprada. Mas na verdade, Janaína tava adorando tomar no cu dessa forma e gozava aos berros de prazer.

E pedois de arrombar o cu da mulata, Tenório se ergueu gemendo, ofegando e todo suado, parecendo um animal enjaulado, onde puxou Iza pelos cabelos e arrasatou ela pelo feno até uma mesa de madeira cheia de objetos de montaria, e por sobre essa mesa ele deitou Iza, a pegou pelas pernas arreganhando e metendo rola na bucetinha dela, começando a socar velozmente, fazendo a netinha do seu patrão gemer toda manhosa com a forma voraz e afoita que era comida pelo peão. Janaína mandou ele pegar leve com a garota, pra não deixar marcas nela, mas Iza mostrava pelas suas expressões delirantes que estava mergulhada num prazer intenso, se entregando aos domínios do peão tarado, que por sua vez aproveitava a chance de comer a novinha, pois era uma delícia meter na sua bucetinha rosada tão macia e apertadinha, onde ele sentia seu pau endurecer mais e mais enquanto ele o socava sem parar dentro dela.

Tenório rapidamente tirou seu pau da xoxota de Iza e mandou as duas se agacharem diante dele… e com elas juntinhas lado a lado e com seus rostos pra cima, a rola do peão deu um banho de porra nas duas… que receberam cada esguicho com suas bocas abertas e com suas línguas estiradas.

Essa foda à três deixou Iza e Janaína ainda mais íntimas, pois se não bastasse elas manterem segredo de suas transas na mata e no rio da fazenda, agora tinha o segredo com o peão Tenório, que se antes era somente amante de Janaína, agora come junto a netinha do dono da fazenda. O único a não saber de nada era Jeremias, mas que também tinha seu segredo mantido com Iza, afinal, foi ele quem primeiro meteu rola na neta do patrão.

Iza voltou pra capital, Belo Horizonte, pois tinha estudos e toda uma rotina de menina rica e boa filha, mas com a sua lembrança ligada as experiências provadas na fazenda do seu avô, e já se programando pra voltar num final de semana qualquer e provar tudo de novo.

FIM!!

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 3,68 de 22 votos)

Por # # # #
Comente e avalie para incentivar o autor

3 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder pedro terra ID:1et5p007xpxi

    maravilha

  • Responder Rafaella ID:funxvfyv1

    Muito bem contado… Obrigadinha !!
    Beijos !!

    • Prisma ID:gsu5lfv9j

      E a sapata descobriu que dedo e língua não é tão bom quanto um pau. Por isso toda sapata sempre enfia um pau de borracha na buceta.
      Homens são mais que necessários sapataiada…