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Mini Conto Necrófilo – Pedro Augusto

550 palavras | 8 |3.50
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Atenção! Conto Gore de Necrofilia. Se não curte, não leia! – Dei ao pequeno Pedro Augusto uma última utilidade na terra, ser meu brinquedinho sexual.

O quão longe a sua perversão pode ir?

Eu não aguentei! Já era meu 3º mês trabalhando na funerária, até aqui eu fui discreto, saia para me masturbar no banheiro quando um corpo me dava muito tesão, mas hoje eu arrisquei. Pela primeira vez fiquei sozinho e um corpinho gelado tinha acabado de chegar para eu lavar e preparar para o funeral, que seria no começo da manhã seguinte.

No começo senti pena, o corpo chegou com algumas fraturas. Na ficha constava o nome Pedro Augusto, 7 anos, vítima de acidente doméstico. Branquinho, loiro, bundinha arrepitada. Minhas mãos percorriam seu corpo nu e gélido. Tirei as luvas, dei um tapa em sua bundinha, que permaneceu da mesma cor pois o sangue já não circulava naquele corpo há várias horas.

Tirei meu pênis para fora, já inchado e extremamente duro. Um pedaço de carne de 20cm com as veias saltantes, essa seria provavelmente a primeira e última experiência sexual do pequeno Pedro. Um estupro post-mortem. Um ato necrófilo. Um abuso covarde. Se eu me sentia mal? Talvez no fundo, mas o tesão era maior e dominava meu corpo.

Eu passei a mão por cada parte daquele corpo enquanto me masturbava. Coloquei meu pau entre os pés gelados do pequeno cadáver e fiquei naquele vai e vem gostoso com o meu pau roçando entre os dois pés.

Forcei a entrada do meu pau naquela pequena boquinha, ainda havia saliva acumulada, mas a língua era áspera e rígida, tive que subir em cima e forçar o pau garganta abaixo, com a minha virilha sendo socada naquele rostinho. Silencio total, só se ouvia meus gemidos e o barulho que a maca de inox fazia com os movimentos do estupro.

Por fim, o Grand-Finale! Sentei na maca e coloquei o corpo em meu colo, como se estivesse sentando em mim. Deu um pouco de trabalho, pois por conta da rigidez tive que usar o martelo e quebrar um ossinho dos joelhos para que ele ficasse mais mole, mas deu certo. Introduzi meu pênis babando dentro daquele cuzinho gélido e seco, tive que usar uma boa quantia de vaselina, mas senti o rompimento das pregas, o sangue que escorria ajudava na lubrificação.

Eu beijo e lambuzo aqueles lábios roxos, no auge do tesão, perto de gozar eu puxo aqueles cabelos loiros e encho a carinha do pobre muleque de tapa. Os movimentos de penetração aceleram, estou prestes a gozar dentro daquele corpo, onde um dia teve vida hoje há apenas o meu pênis, o que um dia foi uma criança, hoje é o meu brinquedinho sexual, mais um buraco para eu meter minha pica pervertida e insana.

– Arrrrggg! – Grito ao lançar um jato de porra no cuzinho arrombado daquele corpo.

Meu trabalho está feito! Dei ao pequeno Pedro Augusto uma última utilidade para a sua vida na terra, depois me limpei, limpei a cena e deixei o corpo pronto para o velório no dia seguinte. Eu prometo pequeno Pedrinho, irei te visitar em seu local de descanso e derramarei meu sêmen em sua cova sempre que eu pensar em você.

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8 Comentários

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  • Responder Puto ID:4adfrywrhri

    Amei

  • Responder paulo ID:dct0dgd9a

    vc tem que comer mas gente ai

  • Responder @JoaoM4n03l02 ID:8eezbscoi9

    Eita

  • Responder Cap Juju ID:gqaw4g5d1

    Nem li já dei 1…não tem como não dar nada

  • Responder [email protected] ID:w73op78k

    Gostei

  • Responder Portugativo ID:wc40395q

    Escreves bem, e tens um jeitinho de Edgar Allan Poe
    Continue assim

  • Responder avaliador de conto ID:gsudr7zr9

    9,8 continue

  • Responder admirador ID:40vom29km9i

    adorei!