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Minha Família: Parte 1 – Como Tudo Começou, e Minha Primeira Vez

1793 palavras | 7 |4.81
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Relato sobre a minha família, e minha primeira vez com meu pai. Mais partes virão.

Olá

Decidi escrever nesse site, que descobri alguns dias atrás. Me parece um bom ambiente para isso, levando em consideração o conteúdo que vocês escrevem. Mas mesmo assim, acho bom deixar alguns avisos.

Os posts que vou fazer aqui são relatos, e não contos. Acreditar ou não vai do critério do leitor, então não me importa de verdade. Esses relatos são focados na minha vida sexual, que começou aos 11, mas vou contar também sobre a minha família. Mudando nomes, é claro, mas mantendo o foco na nossa casa.

Meu nome é Laura, o único nome que não vou mudar na história. Tenho 26 anos hoje, nascida e criada no interior de São Paulo. Vou usar o máximo de detalhes que puder, e escrever de forma decente para facilitar sua leitura. Quero deixar claro também que não escrevo isso com rancor, uma impressão que vocês podem adquirir com a minha primeira vez. Muito pelo contrário. Amo muito a minha família e nosso estilo de vida, e espero que nossas memórias possam te dar algum divertimento momentâneo. De qualquer forma, eis a primeira de muitas partes.

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Minha família sempre foi muito… Excêntrica. Pervertida, se você preferir. Meus pais, adquirindo uma tradição dos meus avós paternos, sempre foram muito abertos sexualmente. Isso foi se acentuando com os anos, de forma que quando eu nasci, já era de praxe na família. Eu sou a filha mais nova de três irmãos, tendo dois irmãos (homens) mais velhos. Fui a única a puxar a família de minha mãe, que segundo ela eram imigrantes da Suécia na época da segunda guerra. Considerando a nossa aparência, acredito que seja verdade.

Eu sou muito parecida com ela. Tenho cabelo louro, bem clarinho mesmo, e até minhas sobrancelhas são loiras. Meus olhos são azuis, e minha pele sempre foi muito pálida. Meu pai sempre me chamava de bonequinha, porque segundo ele eu parecia de brinquedo quando era criança. Meu pai, por sua vez, tinha a pele marrom clara como é de praxe aqui no Brasil.

Mas de volta à família. Na época, nós morávamos num casarão bem grande, em uma fazenda aqui do interior. Cenário clássico de quem vive aqui. Meus pais eram caseiros pra um homem rico dono da fazenda, que só vinha pra cá uma vez por ano pra aproveitar o ano novo. Assim, eu e meus irmãos sempre tivemos bastante espaço pra brincar. Uma fazenda grande, animais e até a piscina do patrão pra gente aproveitar. Foi uma infância muito feliz pra todos nós.

Mas como mencionei antes, nossa família era… Diferente. Havia um quarto do lado de fora da casa, um cômodo pequeno que provavelmente teria sido usado como depósito antes. Mas pouco depois que eu nasci, meus pais colocaram uma cama de casal lá. O quartinho era bem ventilado e bem confortável, e eventualmente passou a ser usado pra “diversão”. Não sei exatamente por quê, talvez pra não incomodar às crianças, mas meus pais passaram a usar o quartinho pra transar.

Eles iam lá todos os dias à noite, segundo meus irmãos, e às vezes se trancavam ali até amanhecer. Mas segundo meu irmão Gabriel, uma noite eles decidiram ver o que o pai e a mãe faziam tanto ali. Quando os dois abriram a porta, você já deve imaginar o que eles viram. Mas ao contrário do que a maior parte dos pais faziam, os meus não pararam. Eles continuaram, e só pediram pros meus irmãos não interromperem. Como os dois tinham acabado de entrar na puberdade, acabou se tornando uma tradição deles assistir o pai e a mãe transarem no quartinho.

E meus pais adoravam. A tradição continuou por anos. Meus irmãos ajudavam meu pai trabalhando com ele na fazenda de tarde depois da escola, e à noite batiam punheta assistindo ao pai e à mãe. Ainda enquanto eu era bem pequena, eles acabaram indo um passo além. Meus irmãos começaram a participar, depois de insistirem por muitos e muitos meses. Eles só podiam quando o pai estava fora a trabalho, o que acontecia com frequência quando ele ajudava amigos em outras fazendas e ficava uns dias fora.

Meus irmãos passaram a frequentar o quartinho de verdade, e os dois perderam a virgindade com a minha mãe. E é aí que eu entro na história.

Nessa época eu já tinha uns 8 anos, e meus irmãos passaram a me chamar. Eu não entendia muito bem o que estava acontecendo, mas gostava de ficar assistindo porque eles pareciam estar se divertindo bastante. Às vezes eu deitava na cama com eles, e ficava vendo bem de perto. Às vezes, eu só ficava no meu canto lendo ou desenhando. Mas sempre fui muito bem vinda no quartinho.

Alguns anos depois, logo após meu aniversário de 11 anos, eu usei o quartinho pela primeira vez. Um dia na escola, um dos meninos mais velhos me chamou pra conversar. Ele devia ter uns 15 anos, mas parecia gostar de meninas mais novinhas. Ele me beijou e eu deixei. Foi meu primeiro beijo, e até que foi bem fofo. Mas como qualquer menino da idade dele, ele queria mais. Começou a passar as mãos nas minhas pernas, e por fim enfiou a mão na minha calcinha. Eu tinha sido educada a nunca deixar um estranho fazer isso, então fiquei com medo e acabei fugindo.

Fiquei vários dias amuada, com medo de contar pra qualquer pessoa. Mas por fim, meu pai acabou insistindo e eu contei. Eu sempre fui o xodó dele. Meu pai me adorava, me dava presentes e doces o tempo inteiro. Quase nunca dizia não pra mim. Eu era bem mimada por ele. Mas quando eu contei o que o menino tinha feito, ele pareceu ficar preocupado. Eu também contei pra ele que a sensação da mão do menino lá embaixo não foi ruim. Só diferente. Ele ficou quieto por um tempo, e só me disse uma coisa.

“Laurinha. Vou conversar com a tua mãe. Mais tarde, vai lá no quartinho com o pai.” Ele saiu, se recusando a responder as minhas perguntas. O resto do dia parecia não querer acabar, enquanto eu ficava imaginando o que ele ia fazer. Eu tinha medo, por mais que nunca tivesse tido nenhuma razão pra isso. Meu pai sempre foi um homem enorme e muito forte, por trabalhar na fazenda. Mas ele sempre foi carinhoso com todos nós. Nunca foi violento e não lembro nem dele ter batido nos meninos. Sempre foi um amor de pessoa.

Mas mesmo assim, ele era meu pai. E eu sentia que tinha feito algo errado.

Quando anoiteceu, eu percebi que minha mãe e meus irmãos nem chegaram perto do quartinho. Eles ficaram em casa assistindo televisão. Por fim, eu tomei banho e fui até o quartinho esperar meu pai.

Ele entrou alguns minutos depois, e parecia bem mais tranquilo. Meu pai fechou a porta do quartinho quando entrou, e me pediu pra tirar a roupa. Eu obedeci, sabendo que eles sempre faziam isso quando “brincavam” no quartinho. Mas eu também já tinha visto meu pai sem roupa, e sabendo como eles faziam aquilo, fiquei nervosa.

Já na época eu era bem formosinha. Meus peitinhos mal existiam, já que se desenvolveram bem tarde. Mas meu bumbum já era bem redondinho e macio, ao ponto dos meus irmãos me apalparem de brincadeira às vezes. Eu tirei meu vestido, e o pai me elogiou, dizendo como eu era linda e como me amava muito. Mas ele também avisou que ia doer. Quando ele tirou a roupa, meu medo aumentou ainda mais. Não sei ao certo o tamanho do pau do meu pai, mas ele tem ao menos uns 18cm. Bem acima da média. E isso pra uma menina da minha idade era gigantesco.

Ele me levou pra cama e eu não resisti. Me deitou de costas e abriu minhas perninhas. Ele usou um lubrificante que eles improvisaram, nunca descobri ao certo do quê, e passou no pau dele. Nisso eu estava quase morrendo de ansiedade, mas como uma menina obediente, fiquei deitada com as perninhas abertas, esperando por ele.

Quando o pai colocou o pau dele na entrada da minha bucetinha minúscula, eu percebi por quê iria doer. Ele começou a empurrar pra dentro devagar, e a dor foi aumentando bem depressa. Ao ponto que eu pedi pro pai parar, mas ele não parou. Continuou empurrando, e eu sentia como se ele estivesse me rasgando por dentro. Nesse ponto eu já chorava, pedindo pra ele parar e ele só ignorava.

Meu pai enfiou pouco mais da metade do pau dele dentro de mim, porque simplesmente não entrava mais. Aí ele finalmente começou a meter. A cada estocada eu gemia só de dor, sentindo um calor dolorido na minha xaninha violada. Não sei ao certo por quanto tempo ele me estuprou, mas pareceu ser um tempão. Ele não ia além daquela metade do pau dele, mas metia sem dó. Depois de um certo tempo eu parei de chorar, e por fim ele acabou gozando dentro de mim.

Quando ele finalmente tirou o pau dele pra fora, eu sentia como se estivesse latejando por dentro. Tinha sangue na minha virilha, mas eu estava muito dolorida e cansada pra me lavar. O pai deitou do meu lado na cama, e me puxou num abraço. Ele tinha me machucado sem pena, me violado e ignorado minha vontade. Mas pra ele, e como viria a ser pra mim, era um passo necessário. Por fim, eu não resisti e deixei ele me abraçar. A gente dormiu daquele jeito, de conchinha enquanto eu me recuperava da dor.

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Esse foi o relato da minha primeira vez. Decidi contar tudo exatamente como aconteceu, incluindo a parte do estupro. Não teria sido justo nem realista de escrever que foi bom pra mim, e conhecendo histórias de amigas, sei muito bem que a primeira vez não é boa pra ninguém.

Nos próximos relatos vou contar mais histórias, com um clima diferente. Me conta se você gostou, e se quer saber mais. De qualquer forma, espero que tenha se divertido.

Um beijo.

– SuaLaurinha

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7 Comentários

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  • Responder Mk ID:4adeq532d9j

    Que belíssimo conto, Senhorita Laurinha.
    Devo dizer que é bem agradável em seu todo e mal posso esperar pelas próximas partes.

  • Responder jose ID:8eezb7x6ij

    novinha que precisa de papai
    josemaria6567
    tel

  • Responder Simone ID:gqbykb944

    Muito bom conto.Quero ler todos os próximos

  • Responder H-Sp50-pauduro ID:bemljno044

    Delícia de conto.

  • Responder RicardoN ID:46kplx7jm9d

    delicia de conto perdeu o cabacinho do jeito certo

    • MeninaDesejo ID:mujrjf6i9

      Delicia ne

    • MeninaDesejo ID:mujrjf6i9

      Que delicia ne meu sonho e ter uma menina e com 5 anos ja mamando o pai