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Meu genro, meu pecado – Partes 1 a 8

18171 palavras | 5 |4.46
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Compilação dos relatos de minhas relações com o meu genro, que atravessaram alguns anos.

Me chamo Marta, tenho 51 anos, sendo casada há 30 com Paulo, 55. Tenho dois filhos, Pedro, de 27 anos, e Julia, 20, que por sua vez é noiva de André, 21. O que contarei, além de verídico, foi fruto de um ato impensado, originário de um tesão incontrolável que me dominou.

Há mais ou menos cinco anos, minha filha conheceu André, um garoto bonito, de boa família, que sempre a tratou muito bem, motivo pelo qual nos conquistou, pelo que eu e meu marido sempre o tratamos como um filho.

André sempre passou os finais de semana conosco, o que sempre apoiei, até porque gosto de ter tudo sob meu controle e, assim, poderia inclusive doutrinar minha filha a não engravidar cedo etc.

Tudo aconteceu há cerca de seis meses.

Era um sexta-feira, jamais esquecerei, 7 de abril, 22:00. Como sempre, fui tomar banho para dormir. Tirei a roupa suja e coloquei no cesto do banheiro, que na manhã seguinte seria recolhido para a máquina de lavar. Tomado o banho, vesti uma roupa discreta, como sempre, e fui dormir. Não sei a razão, talvez coisas do destino, mas guardei na memória a exata posição da roupa arremessada no cesto. Vestido verde solto com a calcinha preta enrolada, formando um oito, largada sobre ele. Não era uma calcinha sensual, ao contrário, uma calcinha de senhora, razoalvemente larga em sua barra lateral e já um pouco desgastada pelo uso.

Ao sair, André correu para o banheiro, afirmando estar com muito sono e que gostaria de dormir logo.

Bom, acordei no sábado de manhã bem cedinho, antes de todos, e fui recolher as roupas do cesto. Deparei-me com algo intrigante: A calcinha preta, que antes formava o oito próprio do atrito com as pernas no gesto de abaixa-la, estava agora solta, caída ao lado do vestido verde. Pensei:

-Que estranho.

Ato contínuo, peguei a calcinha, reparando de pronto que bem no fundo dela, aquela parte que toca a virilha, repousava uma gosma branca. Levei-a ao nariz e senti o odor de esperma. Fiquei perdida! Esperma na minha calcinha? De quem seria? De Paulo, meu marido? Duvido…Nossa maturidade sexual não nos assegura mais esse tipo de tesão. Meu filho, não estava em casa e, certamente, não curte esse tipo de perversão. A consequencia natural de meu pensamento era André. Mas por que? O que eu, uma senhora de 51 anos havia despertado no jovem, que namorava a minha voluptosa filha? Não achei resposta.

Nesse sábado, minha filha e meu marido sairiam por volta das 10:00, pois ela faria uma prova de avaliação da faculdade, se não me engano. Era minha chance. Precisava tirar a prova. Inocentar ou condenar o André pelo ato.

Peguei a minha menor calcinha, que nem era tão menor assim, branca rendada, vesti e fiz a faxina na casa. Conforme previsto, meu marido e filhas sairam às 10:00, deixando-me à sós com André. Conversei com ele bastante, falávamos sobre tudo. Eu usava um vestido com um decote até maior do que o normal e com comprimento um pouco acima do joelho. Depois de mais ou menos 1 hora, terminei os trabalhos. Fui até o banheiro, tirei a roupa e estrategicamente coloquei a calcinha no cesto.

Foi batata! Saí do banheiro, André entrou dizendo que tomaria banho. Passaram 10 minutos, escutei o chuveiro. Assim que ele saiu, reparei a mesma coisa: Esperma dele bem no lugar da virilha. Confesso que tive tesão. Um garoto, com idade de meus filhos, me desejava. Logo eu, que era uma mulher normal, até magra, pernas comuns, seios médios já relativamente afetados pela gravidade e nádegas que não mereciam qualquer destaque.

Fiquei louca! Levei novamente a calcinha às narinas e pude sentir, novamente, o cheiro do vigor de André…O atestado de seu estado máximo de tesão…O atestado de seu orgasmo sorrateiro por desejar a sogra. Passei o dedo na gosma, ainda morna, e levei à boca. Não acreditei…Engoli um sémen que saiu do pênis do meu genro…Uma gesto louco, de quem, visivelmente, estava afetada por aquele desejo de André.

Transtornada, pousei as mãos sobre as coxas, e me certificando visualmente que a porta estava trancada, cruzei os braços levantando o vestido até o céu, arremessando-o em seguida ao chão. Com uma das mãos, puxei a calcinha que vestia até os joelhos. Sentei-me na tampa do vaso, gelada pelo tempo, arrastei o dedo no que sobrava de esperma do André e levei, o mesmo dedo, para dentro da minha vagina. Quase desfaleci…Passei a friccionar o clitóris para, em menos de um minuto, atingir o orgasmo. Gemi baixinho, ainda na esperança de André escutar e me promover uma tarde louca de sexo…Engano…

Me recompus, lavei o rosto…Sequei a virilha…Puxei a calcinha para cima…Coloquei o vestido.

À noite, pedi ao meu marido um pouco de carinho…Transamos…Mas, na verdade, eu só pensava naquela maldita calcinha, que somava meu suor ao gozo de André.

Propus a todos uma viagem…Vamos ficar em um hotel fazenda, disse…Meu marido, minha filha e André aceitaram…

Passamos a semana…Sexta, fomos para um hotel bonito, na serra de Petrópolis…Bonito, mas simples…Com dois quartos que dividiam um banheiro.

Era muito agradável…Fazia sol…Meu marido e minha filha, sempre adeptos de caminhada, saíram e disseram que voltariam no almoço…Indaguei à André se queria tomar um sol comigo…Já não havia maldade em minha cabeça…Coloquei um maio azul…André uma sunga preta, que teimava em roubar meus olhares, ainda que a contragosto.

Ficamos lá, na beira de piscina por uns 40 minutos…Falei para ele que iria para o quarto tomar um banho, mas falei para ele ficar e aproveitar o sol. Fui para o quarto, tirei o maio e entrei no banheiro…Cometi um erro…Um erro grave…Não lembrei de que o banheiro era compartilhado…Não fechei a porta, que apenas ficou entreaberta, mostrando um panorama do banheiro. Pena que apenas lembrei disso quando ouvi a porta do quarto se fechando. Era André…Não tive tempo para sair e fechar…Ele estava alí…Parado…Olhando para um box opaco pela fumaça do chuveiro…Mas não tão opaco a ponto de ocultar a silhoueta do meu corpo…Não tão opaco a ponto de lhe tirar a curiosidade de olhar. Embora já soubesse a resposta, perguntei quem era: -Sou eu.

-André, pega o roupão bege que está sobre a minha cama?

-Pego

Ele entrou e chegando muito perto do box, colocou sobre a pia. Pedi a ele que fechasse a porta, mas não ouvi resposta.

Abri a porta e expus meu corpo ao vento e, para minha surpresa, ao olhar de André.

-Desculpa (Quando na verdade, ele deveria dizer)

Ele saiu rapidamente em direção ao seu quarto.

Vesti o roupão, e saí do banheiro.

Era inacreditável, mas ele correu para o banheiro mesmo assim…Já quase uma veterana nisso, pensei: Vai se masturbar, novamente. Vai melar o meu maio!

Não me enganei! Mesma cena…Mesmo tesão que me tomou! Dessa vez, tinha que tirar aquilo a limpo.

Peguei o maio, fui em direção a ele e perguntei:

-O que significa isso?

Ele, surpreso, disse:

-Isso o que? É um maio…

-André, tem esperma no meu maio…E ainda está quente! Não ficarei chateada, mas quero a verdade. Prometo não contar para ninguém!

-Não vai contar?

-Não!

-Confesso…Eu gozei no maio…Não transei ontem com a Julia…Estava nervoso…Precisava relaxar…Hoje eu te vi daquele jeito…Desculpa, por favor! Foi mais forte do que eu!

-Já fez isso outras vezes, não? Eu sei que já…

-Já.

-Por que, André? Sou velha…Em que eu posso te dar tanto tesão, filho? (Sorri)

Ele riu bastante e disse:

-É apenas uma curiosidade

-Qual curiosidade?

Ele, bastante atrevido, disse:

-Abre o roupão, rapidinho? Só me deixa ver, o que só o Paulo pode ver?

-André, você está louco? Te tenho como um filho!

-Só uma vez! Nunca mais sujo suas roupas!(sorriu)

Enfeitiçada por aquele momento, cometi o maior pecado que poderia:

-Você não pode falar sobre isso com NINGUÉM! Nunca! E vai ser bem rápido.

Andei em direção à porta e passei-lhe o trinco…Caminhei em direção à janela e fechei as cortinas. Com a penumbra do quarto, parei na frente de André e disse:

-Abra o meu roupão.

Rapidamente, André esticou as duas mãos, e desfez o nó que garantia a minha fidelidade. Levantou os braços e passando as mãos pela região que fica sobre os seios e abaixo do pescoço, abriu a peça, deixando-a cair no chão. Estava totalmente nua, na frente de André.

Trêmula, perguntei:

-Posso vestir?

-Não…Só mais um pouco.

Esticando a mão esquerda, parou a cerca de 5 centímetros de meu seio e perguntou:

-Posso?

-Pode, mas rápido. E, por favor, não conte a ninguém, nunca!

Senti a palma de sua mão comprimindo meu seio. Seus dedos percorreram minha pele e minha auréola ficou entre eles, a enrijecendo.

Sua mão voltou a pressionar meu seio para, após, deslizar sobre o meu dorso esquerdo, chegando a minha cintura desnuda e encaminhado-se para meu sexo. Percebi o que faria, pelo que abaixei rapidamente e, em um pulo, vesti o roupão e saí do quarto.

Estava confusa, mas, simultaneamente, muito excitada com aquilo tudo. Era como se tivesse, novamente, 18 anos.

A viagem acabou e os dias se passaram. No final de semana seguinte, lá estava André, como se nada tivesse acontecido. Por sorte dele, nessa sexta eu estava “subindo pelas paredes”, sem transar com Paulo há dias, e louca para uma aventura, mas assustada com a idéia de magoar as pessoas que tanto amo, inclusive André.

Pensei o seguinte: Vou brincar um pouco com isso, mas nada que chegue ao ponto da semana passada, quanto André eroticamente me tocou.

Nessa sexta, enquanto meu marido e minha filha assistiam televisão na sala, André usava o computador do quarto de Julia. Num rompante, fui até o banheiro, abaixei meu short, deixando o cair no chão. Levantei os pés, livrando-me definitivamente da peça e levei minha mão, por cima da calcinha, à vagina, massageando-a pornograficamente, até atingir o orgasmo. Recuperando-me, arriei a calcinha e coloquei outra, vestindo o short em seguida. Com a calcinha suja de meu desejo nas mãos, destranquei a porta do banheiro e olhei o corredor, procurando por meu marido e filha. Estando certificada que estavam sólidos no sofá da sala, caminhei até o quarto de Julia e parando na porta, fixando o olhar em André, disse baixinho:

-Quer? (arremessei a calcinha para ele)

Fazendo o gesto que eu queria guardar na memória (para orgamos futuros), meu genro levou minha calcinha ao rosto, cheirando, lambendo e esfregando aquela veste que, guardando pelos de minha virilha, tinha sido testemunha de meu tesão supremo.

Assim, André disse:

-Olha o corredor.

Fiz que sim com a cabeça. Apenas a tempo de André, apressadamente, enfiar a mão por dentro da bermuda e apertar seu pênis, com uma força quase torturante. Era demais para mim…Meu genro, com idade para ser meu filho, saciava seu desejo se masturbando na minha frente e pior, com o cheiro de minha vagina. Entrei no quarto e disse:

-Termina isso no banheiro…Se puder resistir, não goze na calcinha, fica mais fácil de lavar.

Dei as costas para ele, que em um gesto tão ágil quanto arriscado, me segurou, cruzando as mãos por meu peito, apertando, ao mesmo tempo e com a mesma força, os meus dois seios. Disse em voz baixa:

-André, pára.

Não contente, segurando-me pela cintura com uma das mãos, enfiou a outra por baixo de minha blusa, empurrando para cima meu soutien, tocando, agora sem oposição, meu seio, novamente. Assim como no outro dia, apertou, pressionou, passou o dedo na auréola, fazendo com que eu me curvasse para trás.

Livrei-me dele e fui até a porta do quarto, apenas para certificar-me que ninguém iria presenciar aquilo. Ele rapidamente me puxou novamente para dentro, sempre com a mão na minha cintura. Desse vez, a outra mão, que estava livre, decidiu percorrer o sul do meu corpo. Tentei impedir! Mas André era forte. Sua mão invadiu meu short, penetrando por dentro da calcinha, tocando-me o sexo pela primeira vez. Gemi. Não suportei. Posso parecer uma mulher vulgar, mas não sou. Foi mais forte do que posso suportar. Gemi. Ele, empurrando a mão para baixo, pode colocar a ponta de seu dedo dentro de mim. Estava muito molhada. Molhada de desejo. Desejo de ser penetrada pelo pênis do meu genro. Pênis que minha filha tinha o prazer de experimentar sempre! Agora eu queria esse prazer!

-Basta!

Empurrei sua mão e me soltei…Fui pra dentro do banheiro e terminei o serviço que ele começou! Tive que tomar banho. Mas um dia em que nada aconteceu. Ops…Quase me esqueci. Nesse dia, tive uma noite maravilhosa com meu marido. Será que com uma “forcinha” do André?

Bom, vamos continuar.

Acordei cedo. Fui para cozinha preparar o almoço. Por volta das 8:00, André acordou.

-Acordou cedo, filho? Julia já levantou?

-Não

-E Paulo?

-Também não.

-Marta, queria te pedir um favor.

-O que, filho?

-Tira a roupa?

Não era possível resistir! A cada dia o garoto investia mais nisso! Eu tentava esquecer! Tentava resistir ao desejo, mas não era factível.

-André, farei o que está pedindo, mas só se prometer que, de hoje em diante, essa história ACABOU!

-Prometo. É a última vez que peço.

Pronto, lá estava eu novamente. Entorpecida pelo tesão. Querendo, de qualquer forma, proporcionar o orgasmo de meu genro, ainda que só com a visão de meu corpo de meia idade.

Parei na frente dele. Calmamente, levantei a blusa do pijama, liberando meus seios para sua vista. Ele rapidamente se aproximou e os tocou. Estava começando a adorar quando André apertava meus seios. Ele tocava carinhosamente, ao mesmo tempo que brincava com a auréola.Empurrei a cabeça para trás, com os olhos fechados. Visivelmente gostava daquela situação. André compreendeu isso e aproximou seu rosto do meu corpo, e tocou sua boca em meu seio. Não impedi. Ele chupava, lambia, mordiscava o bico do seio. Falei baixinho no seu ouvido:

-Filho, com calma. Vai deixar vermelho.

-Tira o resto, Marta.

Seu desejo foi como uma ordem! Coloquei as mãos na cintura e fui abaixando a calça, ficando somente de calcinha. Ele se abaixou diante de mim, de joelhos, beijando a minha barriga e minha vagina, por cima da calcinha.

-André, acaba logo com isso. Eles vão acordar. Já se divertiu demais. Chega!

Ele enrolou os dedos na lateral da calcinha e a deslizou para baixo, deixando-a cair em meus tornozelos. Levantei um pouquinho o pé e deixei que ele retirasse completamente aquela peça do meu corpo.

Meu genro, delicadamente, beijou minha vagina. Passou a brincar com meus vastos pelos púbicos, passando-os entre os dedos, arrancando-me um sorriso.

-Marta, vamos para a sala. Lá tem o sofá. Vamos para o sofá.

-Não, filho, acaba logo com isso. Chega.

Começou a forçar para abrir as minhas pernas, até que conseguiu. Com algum sacrifício, já que eu estava em pé, tocou a lingua em meu clitóris. Quase gozei naquele momento.

-Marta, vamos?

-Tá bom, filho, mas muito rápido, por favor! Pega as minhas roupas no chão…Vem

Puxei-o pelo braço e caminhei nua até a sala. Chegando lá, sentei no sofá e abri as pernas. André ajoelhou de frente para o sofá e enfiou o rosto entre minhas coxas, e passou a lamber, sem qualquer resistência, meu sexo.

-Tá gostoso, Marta?

-Tá, filho, mas acaba logo com isso. Estou com medo.

Eu tremia de medo e tesão. Estava sentada no sofá da minha sala, nua, fazendo sexo oral com meu genro de 21 anos. Ele intensificou as chupadas e lambidas, até que eu comecei a tremer e gemer baixinho. Ele enfiava a lingua lá dentro, me deixando completamente louca. De repente, gozei. Segurei sua cabeça por trás, forçando contra meu sexo, ao mesmo tempo que gemia:

-Hmmm…Hmmm…Aiii…AAAiiii…Tô gozando, filho. Tô gozando…

Uma gosma espessa saiu de minha vagina, que foi prontamente limpa pela boca de meu genro. Eu suava, estava vermelha. Levantei e coloquei a roupa rapidamente. Voltei para a cozinha.

-André, vai tomar seu banho.

-Gostou?

-Claro que gostei, André. Mas, como eu disse, acabou. Foi isso. Amo Paulo, você sabe disso. E não suportaria a idéia de te ver traindo a Júlia, que te ama mais do que tudo.

-Tenho um último pedido.

-Não quero ouvir!

-Você acha justo?

-O que? O que é justo?

-Você gozou ali no sofá…E eu?

-Ué…Você se vira muito bem…Quer a calcinha (rindo)?

-Não…Quero que você me faça gozar…Como eu te fiz!

-Não, André. Não me peça isso, filho…

-Eu quero, por favor.

-Tá bom, filho, mas rápido. Eles vão acordar…

Voltamos para a sala, testemunha da minha infidelidade com minha família. Sentei no sofá, de frente para meu genro, que estava em pé.

-Tira o short.

-Tira você, Marta.

Tentei ficar calma, mas minhas mãos tremiam. Segurei a barra do short dele e fui descendo, revelando uma cueca branca, que sufocava um pênis ereto. Desci o short até cair aos seus pés. Seguei ele pela cintura e arriei, lentamente, sua cueca. Cuidadosamente a puxei para frente, para não machucar seu pênis, afinal, amava André, meu genro, como um filho. Deixei a cueca cair também. Fiquei ali, parada, na frente de meu genro nu, com seu pênis totalmente rígido apontado para meu rosto. Estiquei a mão e toquei levemente seu órgão, passando a friccionar sua pele.

-Hmmm…Continua…Dá um beijo nele…Faz com a boca…Como eu fiz…

-Filho, não acredito no que estou fazendo.

Aproximei bastante o rosto e após dar um beijinho carinhoso, passei a lingua na cabeça de seu membro, ficando com aquela gosminha transparente na boca. Pensei: É melhor acabar logo com isso. Fazer o que ele quer de uma vez por todas.

Abri bem a boca e fui de encontro à sua genitália, que entrou na minha boca. Na boca da sogra dele. Apertando o pênis com os lábios, passei a ir com a cabeça para trás e para frente com muita velocidade.

-Isso…Isso…Hmmm…Porra! Puta que pariu…Tá muito gostoso…

Ele não conseguia se controlar…Aumentei a velocidade para que gozasse logo e acabasse com aquela situação…O que fez com que ele agarrasse a minha cabeça e pedisse mais.

-Vai….Vai…Me chupa, sogrinha…Me faz gozar, por favor…Isso…Hmmm…Hmmmm…Tô gozando!!!!!!!!!!!!!

Em instantes, André explodiu em um gozo forte, despejando bastante esperma em meu rosto.

-Nossa…Foi muito bom…Minhas pernas estão moles…

E realmente estavam…Meu genro teve até que sentar, do jeito que estava, no sofá, sob pena de cair no meio da sala.

Fui até o banheiro e, após lavar o rosto, peguei uma toalha para limpar aquela sujeirada toda que fizemos.

-Gostou, filho? Foi bom como o que fez em mim?

-Foi…Nunca gozei tanto…Se eu pudesse ter mais…

-Não terá, André.

Por um segundo, pensei: Será que não valeria a pena? Dar uma chance para meu genro. Aposto que suas transas com Julia eram maravilhosas. Pelo menos, a casa inteira ouvia os gemidos da minha filha. Deixei de lado…

Semana seguinte, André estava lá. Meu apetite sexual havia aumentado consideravelmente…Havia transado todos os dias com Paulo. Era noite de sexta e havia acabado de sair do banho para me deitar. Me sequei…Vesti somente um roupão e fui para o quarto. Fechei a porta à chave e disse:

-Amor…

Deixei cair o roupão…Paulo veio para cima de mim, mas….Mas…Falhou…Paulo já não era nenhuma criança e sua idade começava a aparecer…Fiquei frustrada! Vesti novamente o roupão e desiludida fui até a cozinha tomar uma água. Quando entro na cozinha, quem vejo? Meu genro, André.

-O que faz acordado, filho?

-Julia tá com dor de cabeça, não fizemos nada.

-Então somos dois(risos).

-Por que?

-Seu sogro…(sorri)

-Ele já está dormindo?

-Acho que sim, por que?

-A Júlia também está.

-Não entendi, filho…

Claro que havia entendido…Mas queria escutar a voz dele…

-Marta, vamos para o quarto do Pedro?

-Já disse, André! Acabou.

Nisso, meu genro se aproxima de mim e, calmamente, desamarra o meu roupão. Eu seguro e digo:

-Não! Não quero…Já conversamos sobre isso, filho…Vamos magoar as pessoas…

Sem se importar, André abriu meu roupão, deixando-o cair no chão. Apromixou-se de meus seios e passou a lambê-los…Já estava totalmente dominada. Ele me encostou na pia e passou a mão por todo o meu corpo…Ombros…Seios…Costas…Nádegas…Virilha…

Decidi que era a vez de dar uma chance para o menino…Afinal, ele estava há quanto tempo desejando isso…Coloquei as mãos em sua cintura e abaixei o short e sua cueca em um só golpe.

Nus, na cozinha, encostei minha boca salivante em seu ouvido e disse bem baixinho:

-Você vai me foder…Mas vai me foder bem, porque vai ser sua única chance…E falo sério, dessa vez.

Meu coração pulsava…Dei a mão para ele e em passos rápidos, mas silenciosos, fomos para o desabitado quarto de Pedro, meu filho mais velho. Meu genro me abraçou e voltou a me bolinar, pelo que eu disse:

-Não temos muito tempo…É perigoso demais…Temos que ser rápidos.

Me deitei…Ele se deitou por cima de mim…E gentil e carinhosamente colocou seu pênis incrivelmente ereto, que me desejava há tempos, na entrada de minha vagina. André falou:

-Você está realizando meu sonho.

-Me fode, filho! Come a tua sogra logo…Goza na buceta que você tanto sonhou, então!

Ele então enfiou seu órgão inteiro, até o talo, em mim…Mordi o travesseiro para não gritar…Afinal, era bem maior e mais espesso que o de Paulo, meu marido. Iniciou um “vai e vem” firme, mas muito gostoso…Continuava com a boca no travesseiro e me contorcia a cada estocada do meu genro…A cada uma, era penetrada integralmente…Seu pênis me invadia e tomava toda a honradez que me restava. Depois de uns cinco minutos, eu já estava cansada. Pudera, não sou nenhuma garotinha…Tenho 51 anos…Fios brancos…Não estava acostumada com a volúpia e o desejo de um garoto que havia saído da adolescência…Um garoto que estava acostumado com a jovialidade de minha filha…Enquanto refletia sobre isso, era, literalmente, “fodida” pelo meu genro.

-Filho, tô gozando…Goza também…Me enche de porra!!! Hmmm…Hmmm…GOZA!

-Vou gozar, sogrinha…Vou encher sua bucetinha gostosa…Tô gozando…Ahh…Ahhh…Hmmm…UUUUUUUUUUhhhhhhhhh….

Ejaculou. Sem qualquer proteção…Direto em minha xoxota…Sujando a cama…Meus pelos…Minhas pernas…Meu sexo…Meu útero.

Também havia gozado..E muito. Dei-lhe um beijo no rosto e disse ofegante:

-Você fez direitinho…Obrigada…

-Marta, você é mais do que jamais imaginei em minhas punhetas de banheiro.

-Posso só te pedir uma coisa, depois de ter atendido todos os seus pedidos, filho?

-Pode…(voz de exausto)

-Foi a primeira e última…Foi o sexo mais gostoso da minha vida…Mas acabou, tá?

-Só se você continuar a me dar umas calcinhas de vez em quando.

-Tá bom, seu sacana!(risos) Quer tomar um banho rápido comigo?

Tomamos, de fato, um banho muito rápido…Sem sexo…Sem carícias…Ele me lavou…Lavou minha vagina, sem erotismo…Meus cabelos…Meus seios…Minhas pernas…Eu o lavei, como um filho, não como um amante…Seu rosto…Seus cabelos…Seu pênis…Nos enxugamos, um ao outro…Ele sorriu para mim e disse:

-Obrigado.

-Obrigada você, filho, por me mostrar que ainda sou desejada.

-Quando quiser…

-Shhh…(falei para ele) Não diga isso…Respeite o que te pedi.

Fomos dormir, enfim, com nossos respectivos amores.

Em nenhum momento o beijei…Em nenhum momento o amei como amante…Houve apenas desejo, sexo e tesão…Um tesão descontrolado que, agora, como havia pedido, chegava ao fim.

Peço perdão pelo uso de alguns termos pesados, mas foi a fiel transcrição do que dissemos…Como sabem, ato sexual proporciona sensações e atos muitas vezes que imaginamos. “buceta”, “porra”, “fode” são termos que não uso no dia-a-dia…Somente André ouviu esses termos sendo proferidos por minha boca.

Desculpem, também, pelo texto longo e detalhista…É difícil descrever fatos reais…Não me preocupei em mudar nossos nomes…Quis mesmo fazer um desabafo…Nunca mais traí meu marido…Nunca mais fiquei excitada com a idéia de transar com André novamente, ao contrário, nunca mais cogitei tal idéia…Encarava meu genro, novamente, como um genro…Nunca contamos isso para ninguém, e sequer desconfiam, do tesão que exteriorizamos em uma prazerosos 15 minutos de sexo…Não cumpri, entretanto, o desejo dele de entregar calcinhas “meladas”, mas continuei, é verdade, a deixar minhas calcinhas usadas no cesto…Volta e meia percebo que ele ainda nutri uma esperança em reviver aquilo tudo e invadir meu corpo, ou mesmo, somente levantar meu vestido para ver meus seios…Mas, com o tempo, sei que vai passar…Tem que passar…Minha filha está feliz com ele…Continuamos a amar André como um filho.

No relato anterior (meu genro, meu pecado), eu narrei minha experiência sexual com meu genro, que todavia momentaneamente prazerosa, me deixou com muito desconforto emocional.

Há dois meses, o pesadelo voltou.

Um ensaio da camgirl Aurora
Eu estava na cozinha, lavando a louça do dia. Já era tarde da noite. Meu marido Paulo e minha filha, namorada de André, já estavam dormindo. De repente, surge André na porta:

– Sem sono, André?

– Mais ou menos…

– Como assim “Mais ou menos”?

Sem pestanejar, ele falou:

– Tava lembrando daquele dia em que daqui fomos pra sala…

– André, o que eu tinha pedido?

– Marta, foi gostoso, não foi?

Expliquei:

– Foi, filho, mas não podemos continuar…Eu não quero continuar. Foi gostoso naquele momento e só. Hoje não tem nada de gostoso. Hoje me sinto triste com tudo isso. Triste com o que fiz com minha filha e com o Paulo.

Em vão…André entrou na cozinha e subitamente segurou o decote do meu vestido, forçando com as mãos em direções opostas, rasgando o tecido e expondo meus seios desprotegidos. Só tive tempo de fazer um “aaahhnnn” em razão da força dele.

“André, não faz isso comigo…” falei, já com os olhos com lágrimas e a voz embargada. Tentei cobrir os seios mas não adiantou. Ele me empurrou pela cintura e me pressionou contra a pia, indo com o rosto direto no meu tórax. Ele sugava meus mamilos avidamente, como se o mundo fosse acabar em instantes. Passava a língua na auréola e puxava o bico do meu peito com o vácuo da boa, deixando-os salientes.

Comecei a sentir minha vagina úmida. Ele não parava um instante. Agora com as mãos, apertava ora a base dos seios, ora minhas nádegas e pernas. Desisti de tentar tapar os seios e passei a segurar sua cabeça, pelos cabelos. Deve ter interpretado como um incentivo, tanto que passou a chupar com mais desejo.

-Eu vou te fuder aqui mesmo.

-Não, André. Isso, NÃO!

Infelizmente, não podia gritar. E se meu marido escutasse? Ia matar o André.

Apoiando minhas costas com um dos braços ele me pegou pelas nádegas e me levantou, colocando-me sentada na pia. Já não aplicava nenhuma resistência. Ao contrário, começava a gostar da situação, mas exteriorizava uma reprovação pelo que ele estava fazendo.

Afastou seu rosto para terminar de rasgar o vestido, abrindo-o até a minha cintura e puxando as alças para baixo dos meus braços, deixando o meu torso completamente nu. Levou os braços até minhas costas, como se fosse abraçar o meu corpo e com isso foi, novamente, de encontro aos meus seios. Para falar a verdade não são bonitos, com mamilos escuros, são meio caídos e com veias aparentes. O oposto, exatamente, aos da minha filha, namorada dele. Talvez o que movesse o André fosse apenas o desejo da instituição “sogra” e não eu, Marta.

Novamente, se afastou de mim, para tirar a camisa. Voltou a segurar os trapos do vestido, caídos no meu colo, na altura da cintura, e arrastou-os para baixo. Num gesto de consentimento levantei as nádegas, facilitando a retirada da peça toda, que desceu pelas minhas pernas e encontrou o chão da cozinha.

Fiquei só de calcinha. Uma calcinha de senhora, de barra larga, surrada e suada. E agora, molhada com meu líquido vaginal originário daquele prazer proibido.

Suas mãos percorreram minhas costas e se agarraram à base da calcinha. Com o mesmo movimento, facilitei sua lenta retirada. Depois de vários meses, meu genro redescobria minha vagina. Peluda, molhada e inchada de desejo pecaminoso.

Depois de muitos minutos de “agarração”. Ele parou, respirou, olhou nos meus olhos e disse:

– A cada dia eu sonhei ver essa xota novamente. Mas dessa vez, eu não quero te foder lá no quarto do Pedro. Eu vou te foder aqui mesmo. No chão da cozinha.

Emudeci. Ele tinha um jeito tosco de expressar seu tesão. Mas era o jeito que queria ouvir naquele momento. Não era um momento de amor. Era um momento de desejo, de sexo sem pudores.

Desci da pia e falei:

– Quer foder a sogrinha novamente, né, filho? Então, você vai ter que tirar esse short.

Agora era minha vez! Com 51 anos e muita coragem e tesão na cara, eu segurei meu genro de 21 pela cintura e arriei seu short. Me ajoelhei no chão e puxei seu pênis para fora da cueca, enfiando minha boca salivante nele de imediato. Estava duro como um vergalhão. Não era grande, não era largo, mas era o que eu desejava. E pior, desejava dentro de mim…

Após umas 3 ou 4 lambidas, tirei ele da boca e deitei no chão. O chão gelado e engordurado da cozinha me fez sentir frio, fazendo como que o bico dos meus seios enrijecessem rapidamente. Ainda mais que estavam com a saliva seca de meu genro.

André não perdeu tempo. Ajoelhou-se atrás de meus pés, como se estivesse me contemplando. Dobrou minhas pernas e deitou seu rosto em minha xoxota. Ahh…Como chupava bem. Ele não apenas chupava o clitóris. Ele enfiava a língua e sugava todo o líquido que saia dali. E olha que não era pouco.

Gozei. Gozei na boca dele. Gozei como na primeira vez que gozei com ele…Se bem que dessa vez acho que foi mais intenso.

– Aiii…Aiiii…AAAAAAAAAiiiiiiiiiiiiiiiiii…Filho, ta gostoso demais! Chupa minha xota…Chupa! Chupa! Chupa! CHUPA ESSA PORRA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Suava como uma porca pronta para o abate. E de fato, estava pronta para o abate. Molhada ao extremo.

Apesar de extenuada e satisfeita, ainda restava um exercício: Fazer o garoto gozar dentro de mim…E dar bastante prazer a ele. Afinal, nada mais seria justo.

Ele ergueu a cabeça e deitou-se sobre mim. Nossos corpos encharcados de suor combinavam em cheiro e temperatura. O dele, com aroma de macho que acabou de trabalhar muito e o meu, cheiro de xoxota…Aquele cheiro que lembra bastante a urina feminina, mas misturado com o suor de uma dona de casa devassa.

Seu pênis ereto entrou na minha vagina como uma faca quente parte uma barra de manteiga. Suave e destruidor. Entrou fácil até o talo. Unimos nossos corpos e ele iniciou um vai e vem muito forte.

A cada estocada eu fazia um “hmm!” “hmm” “ahhnn”. De prazer e pelo tranco de nossos corpos.

– Eu vou gozar nessa xota!

– Goza, filho…Goza logo que sua sogrinha ta ficando cansada…Goza logo que alguém pode chegar.

E realmente podia. E eu tinha até esquecido desse detalhe.

Aumentou as estocadas. Ahh…Como era bom levar essa “surra de pau” do meu genro.

-Vai, filho. Mete! Mete! Mete com força! Goza! Goza logo, André!

Sua respiração tornou-se mais ofegante:

– Ahh…Ahhh…Ahhhhhhh….UHHHHHHHHHHHH

Gozou. Gozou mesmo…Não gozou como um garoto de 21 anos…Gozou como um cavalo! Parecia um litro de esperma escorrendo pela minha vagina e caindo no chão da cozinha como se fosse leite condensado.

Rolamos no chão da cozinha e invertemos a posição. Ele, deitado como um guerreiro exausto e eu por cima, acariciando com carinho o seu peito com a perna cruzando sua cintura o abraçando. Era como se tudo aquilo fosse meu…Não era, é verdade. É da minha filha.

Minha filha! Ela não tem culpa de nada…Aposto que é uma amante excelente para ele…Mas não pude evitar…O garoto é danado…

Falei baixinho:

Filho, vamos levantar? São quase 2h da manhã O Paulo pode vir aqui pegar alguma coisa e acabar pegando a gente!

Rimos.

Levantei. Caminhei nua e com os trapos do vestido até o banheiro, onde tomei uma bela ducha. A calcinha? Deixei com ele. Como um troféu. Afinal, meu genro mereceu.

Depois conto mais…

Desculpa se eu fui muito longa ou redundante. É que enquanto eu digito eu lembro do momento e aí, não consigo não ser prolixa. As frases eu procurei deixar da forma que nós falamos, mesmo. Como no outro conto, não modifiquei nossos nomes. Acho que é uma forma até de criar uma preocupação em mim. Como uma punição, pela péssima mulher que eu fui…Péssima mulher…Mas uma tremenda de uma amante, né, filho?

Essa é a continuação dos relatos “meu genro, meu pecado”. no conto anterior, contei como me entreguei ao sexo com andré, meu genro, em uma madrugada na cozinha. desde então, acabei por me tornar amante do meu genro. algo puramente sexual, até porque amo meu marido, e andré, minha filha. tudo o que eu conto é verdade e, como sempre ressalto, não me preocupo em sequer mudar os nomes. acho que o risco da descoberta é a pena que tenho que cumprir por ser uma mulher que desrespeitou sua família e sua moral. aqui, nesta oportunidade, contarei o que aconteceu.

naquele dia do sexo na cozinha eu fui dormir pensativa. óbvio que havia sido extremamente prazeroso, como narrei no outro conto. meu genro era um garoto novo, cheio de virilidade e tesão. eu, uma senhora comum, quase avó, que até então só havia feito amor com um homem, meu marido, paulo. de qualquer forma, era tarde demais para voltar…aquela noite não havia sido apenas uma noite de sexo, mas uma noite de foda, uma noite de uma trepada louca. dormi…

Um ensaio da camgirl Aurora
acordei! era segunda-feira. paulo estava terminando de se arrumar para ir ao trabalho. aproveitaria e levaria julia à faculdade. andré acordou, também, e disse que ficaria em casa. lá em casa. ao escutar aquilo o meu coração disparou: garoto abusado! quer ficar sozinho comigo o dia inteiro. bom, não vou negar que também era a minha vontade.

eu e andré fomos levar julia e paulo até a porta. nossos olhos se cruzavam em um misto de excitação e cumplicidade. éramos como criminosos, que sabiam do crime, mas que tinham que esconder isso do júri. nos despedimos deles e eu fechei a porta. andré não esperou nem 5 segundos. assim que eu passei o ferrolho na porta, ele se posicionou atrás de mim e tirou meu robe, me deixando apenas de camisola. aquilo já era suficiente para me arrebatar de tesão. ele me virou de frente e me prensou contra a porta e disse:

-fala, sogrinha. fala o que você quer?

-ai, andré. isso está indo longe demais…

-fala! quer foder, quer?

-pára, andré.

-porque eu quero te foder o dia inteiro. quero gozar em você até não aguentar mais. quero chupar seu peito até arrancar seu bico. quero te comer de todas as formas.

ele estava louco! parecia fora de sí. mal terminou de falar e me puxou pelo decote da camisola, abrindo um rasgo no meio da peça, terminando de rasga-la ao meio, me deixando só de calcinha. me rendi. puxei sua cabeça para o meu colo e ele passou a sugar meus mamilos com a avidez de sempre. ele adorava meus seios. e eu adorava sua boca gulosa nos meus bicos. não sei como não se engasgava. ele enfiava o mamilo inteiro na boca e com ele lá dentro, brincava com a lingua. era uma coisa mágica.

-filho, vamos para o meu quarto, vamos…

só isso o fez parar. peguei sua mão e fui andando, só de calcinha, em um passo apertado em direção ao quarto do paulo e meu. lembro que olhei para o relógio: 08:20, mais ou menos. pensei: nossa, hoje ele vai acabar comigo…paulo e julia só chegarão por volta das 19:00…aquilo me motivou mais ainda!

andré me empurrou para a cama e, praticamente ao mesmo tempo, arrancou minha calcinha. enfiou a cabeça entre minhas pernas e começou a deslizar a lingua pelos meus lábios vaginais. ele passava a lingua quente e molhada no meu clitóris, que já estava quase dando choque de tanto prazer, e colocava de vez em quando a lingua na portinha do canal vaginal, me alucinando.

-aiii…aiiiii, filho…tá bom demais!

num dado momento, percebi que o orgasmo estava próximo e deixei de controlar o tom da minha voz. comecei a gritar! gritar, mesmo! por mais incrível que possa parecer, a possibilidade de algum vizinho escutar( e é óbvio que escutaram) alimentava ainda mais meu desejo sexual.

-aaaiiiii, andré! chupa minha xota. chupa….chupa a xota da sua sogrinha, andré! aiiiii, meu filho. me fode. me fode com força! me fode agora!!!

puxei andré para cima de mim e arriei seu short junto com a cueca. seu pênis deu um salto e foi prontamente adestrado pelas minhas mãos, que o guiaram até minha vagina. pingávamos de suor. seu pênis entrou fácil…e fácil também foi o deslizamento dele até o fundo da minha xoxota. que loucura.

-que pau gostoso, filho. goza…me enche de porra!

ele iniciou a movimentação, sem jamais deixar de dar atenção aos meus seios, que já enrrugados na base e com veias em direção ao mamilo, pareciam brilhar pelo tesão que despertavam naquele rapaz abusado, naquele meu genro tarado.

ele reitou seu pênis da minha vagina e puxou meu corpo, me virando e arqueando, para que eu ficasse de quatro, como uma gata, ou uma cachorra.(ou uma loba.rs).voltou a penetrar minha xota. me apoiei na cabeceira da cama, enquanto ele, de joelhos, bombava seu mastro em mim. e eu não parava de gemer, dessa vez com mais contenção:

-aiii…aiii…aiii…hmmm…isso…uiii…ammm…

andré acelerou as estocadas! sentia como uma rocha entrando em mim, que por sorte estava tão lubrificada que chegava a pingar no lençol da cama, que até então só tinha presenciados amor…agora, a cama do meu enxoval patrocinavam uma foda! uma trepada pervertida…

-aiii…calma, filho…você vai ter o dia inteiro…hmmm…isso…isso…

andré falava pouco no sexo. gemia baixinho, mas demonstrava sentir muito prazer. a rigidez do falo denunciava isso. abaixou-se em minhas costas e chegou seu rosto o mais próximo possível da minha cabeça, sem sair da minha xota e falou:

-tá gostando, marta. sonho com isso há tempos, você sabe. mãe e filha…

-é? seu sacana…aiii…então capricha…hmmm…hmmm….isso…fode a sogrinha, então…

ele aumentou ainda mais as estocadas! e isso me deixou novamente descontrolada:

-aiiiiiii…isssoooooo….vaiiiii…goza, filho….goza, andrè! aaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiii….

parecia gostar dos meus berros, e pediu mais:

-grita mais, sogrinha…grita que você tá gozando!

-tô gozando, filho….c-o-n-t-i-n-u-a!!!!! me fode…fode mais…fode com força…arromba minha xota, seu sacana…seu filho da puta…sua noiva tá na faculdade e você na cama da mae dela, seu sacana! goza, andré….hmmm….hmmm…aiiii….

finalmente, o gozo parecia próximo…

-hmmm…hmmm…vou gozar…não aguento mais segurar…

-isso, filho…goza…me enche de porra…tua sogrinha tá precisando da sua porra na xota dela…vai, andré…goza, caralho!!!!!!!!!!!!!!!aiiiiiiiiiiiiiiiiiii……

nem terminei o “aaaaaaaiiiiiiiiiiiii” e recebi um jato violento de esperma no canal vaginal. foi tão forte que parecia que ia sair pela boca.rs

soltei os braços da cabeceira e deitei de bruços. andré me acompanhou e sem desengatar o pênis, deitou por cima de mim, com as mãos nos meus seios, prensadas contra a cama encharcada de suor. eu dava umas reboladinhas para ver se ainda saia mais esperama. quando me certifiquei que havia acabado, me desvencilhei do meu genro e ficamos um ao lado do outro.

cruzei minha perna por cima das dele e passei o meu braço pelo seu tórax, deitando coladinha a ele, naquela posição dos casais enamorados após o coito.

-filho, foi muito gostoso…será que os vizinhos escutaram?

-acho que não…mas não me interessa…o que importa é que foi muito bom…você é uma puta na cama…você é a mulher que todo homem sonha…uma puta na cama e uma mulher de verdade em casa. faz tudo, cuida de todo mundo, e na cama, é uma puta.

“puta”?! sabe que eu até fiquei lisonjeada…eu não tenho nada demais…nenhum homem vira para me olhar…sou magra, com barriguinha de cinquentona, saliente, com varizes nas pernas, veias nos seios, rugas no pesoço e nas mãos, vagina peluda. sou uma mãe dedicada e uma esposa devotada a sua casa…nunca fui paquerada por ninguém senão por meu marido…agora, eu era tachada de “puta na cama”! sinceramente, acho que esse era o adjetivo que faltava para eu me tornar uma mulher completa…

olhei para o relógio: nove e pouco…pensei: tenho que honrar esse adjetivo…

desci minhas mãos pelo corpo do andré, que ainda transpirava muito, e segurei seu pênis.ele fechou os olhos, como se autorizasse o movimento. levantei, sentei em seu tórax, de costas para seu rosto, e abaixei a cabeça em direção ao seu falo, arrastando as mãos pelas suas pernas. seu pênis cresceu imediatamente, bem a tempo de entrar direto em minha boca.

ele ainda estava salgadinho, com cheiro de sexo. por sinal, tudo naquele quarto estava com cheiro de sexo, de foda. ajeitei o cabelo e comecei a lamber seu pau. ele ficou tão grande que não coube mais nada boca. ao mesmo tempo, ele foi levantando e eu tive que ir empinando a bunda. lentamente fui ficando de quatro, novamente, e ele, com a cara nas minhas nadegas. agora foi a minha vez de fechar os olhos.

ele abriu as bandas e enfiou o rosto entre as minhas pernas e tocou sua lingua na minha xoxota. respirei aliviada: não quero fazer sexo anal…tenho pavor de experimentar…

sua lingua reativou meu tesão completamente. minha vagina duplicou de lubrifiicação. ele entedeu o errado(quer dizer, sua boca entedeu o recado.rs) e sentou na cama, me puxando pelo lado, fazendo com que eu ficasse de frente para ele. ajeitou minhas pernas e fez com que eu sentasse no seu colo, ajustando o pau para a penentração na minha xota. que posição maravilhosa. mal sentei, comecei a quicar no seu colo, sentindo seu pênis totalmente dentro de mim…

-uiii…hmmm…que gostoso, filho…

eu tomei toda a iniciativa da situação. era a senhora daquilo tudo! eu pulava sobre seu colo, enquanto ele se concentrava nos meus seios e em me masturbar com o dedo no clitóris, ao mesmo tempo que penetrava. percebi que não iríamos aguentar tanto tempo, assim…o abracei e intensifiquei as quicadas…

-hmmm…hmmm…aiiii….uiii….goza, filho…uuuuiiiiiiiii……aiiiiiiiii….deixa a mão na xota, andré…mete com força, também…aiiii…que gostoso…tá muito gostoso, filho….aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

gozei novamente, ao mesmo tempo que ele. dei um beijo em sua testa e o agradeci.

subitamente, o telefone tocou. dei um pulo da cama e sem roupa atendi: era paulo, meu marido, avisando que hoje não ia ter mais nada o que fazer e que ia pegar a julia mais cedo na faculdade, para todos nós almoçarmos na rua…

gelei! já pensou se ele resolve fazer uma surpresa? eles é que teriam uma surpresa…

-filho, vai para o banho que eu já entro lá com você. tenho que arrumar isso tudo.

ele levantou, foi por trás de mim e me abraçou, apertando meus mamilos e minha xota:

-marta, foi demais…minha putinha…

-tá bom, seu sacana! (sorri) agora vai para o banho…já vou pra lá, para uma rapidinha…afinal, você tava esperando uma tarde toda de foda, né…(gargalhei)…

troquei toda a roupa de cama e fui para o banho. ele já estava lá dentro, com seu pênis ereto. entrei no box já esticando a mão para pega-lo.ele me abraço e deslizou sua mão por todo o meu corpo molhado, me acariciando de um jeito delicioso, que só ele sabe fazer…me ensaboou toda e me deu um belo banho. terminamos e eu me enrolei na toalha…ele nu foi atrás de mim….no corredor me agarrou, arrancou a toalha e me colou na parede, levantando minha perna e me penetrando ali mesmo.

-filho, eles podem chegar…seja rápido…

ele bombava o seu pau com violência na minha xota, arrancando-me urros de tesão:

-uuiiii…uuuiiii…aiiiii…calma, andré…uiii…

acabei pegando gosto pelo momento e falei pra ele para voltarmos para cama, recebendo sua imediata aquiescência. lá chegando, deitei e abri as pernas, oferecendo minha vagina ao seu deleite, aguardando um rápido e prazeroso papai-e-mamãe.

ele deitou e iniciamos o vai-e-vem…

-hmmm…goza logo, filho…tô com medo, agora…goza…por favor…

de fato, não tardou a gozar…na mesma hora, levantei e vesti uma calcinha e peguei um vestido qualquer no armário. foi muita sorte…menos de dois minutos depois, a campainha tocou. eram eles. fui abrir a porta com o coração na mão, desarrumada e ainda com porra do genro na vagina.

-oi, amor…que bom que vocês chegaram cedo…

-oi, filha…

só escutei a porta do banheiro abrindo e andré, para minha tranquilidade, saindo de short, sem camisa…

pronto, tudo tinha dado certo. saímos para almoçar, nos divertimimos…foi ótimo. a noite andré namorou com a julia…tá certo que uma vez só, o que massageou meu ego…eu, por outro lado, não tive forças e nem vagina para aguentar mais penetração. estava toda vermelha…a noite, antes de dormir, encontrei com meu genro no corredor e apertei seu pênis:

-hoje a sogrinha te cansou, filho?

-não…ainda falta muito…

-então amanhã mata a aula, que eu terei o dia inteiro para tentar novamente.rs

é…dessa vez deu certo…mas, até quando?

é o meu desabafo, e, novamente, não espero que gostem ou não gostem. apenas é um desabafo…não sou vulgar. sou uma dona-de-casa, que ama seus filhos e marido…isso é apenas um escape sexual, sem nenhum laço afetivo…

Meu nome é Marta Ribeiro e tenho 55 anos. Sou casada com Paulo, de 60 anos. Tenho dois filhos: Pedro, de 31 anos, e Julia, de 24. Julia é noiva de André, de 25 anos.

Há cerca de 4 anos, me envolvi sexualmente com o meu genro André.

Um ensaio da camgirl Aurora
Meu desabafo sobre o início dessa relação (que é um peso emocional que tenho de carregar) foi contado no relato “Meu genro, meu pecado”, dividido em três partes. Os relatos, que se passam em uma janela de tempo de alguns meses, mostram a evolução de uma simples curiosidade do meu genro para uma explosiva relação de tesão e sexo incontrolável, que acabou dominando nossas vidas.

No início, como ficou claro no relato, eu relutei, tentei mesmo me controlar, mas não foi possível. Saber que era desejada por um rapaz bem mais novo, viril e incrivelmente sexual deixou minha guarda baixa e passou a povoar meus sonhos mais eróticos e pecaminosos.

Cedi. Transei com o meu genro uma vez. Como um vício, pensei que pudesse resistir outras vezes. É óbvio que não foi possível. Cada investida significava novas transas, cada vez mais escandalosas e sexuais. A frequência passou a ser perigosamente alta. Nos tempos que sucederam os três relatos, fizemos sexo nos mais diversos locais, horários e correndo os mais inconsequentes perigos que um casal entorpecido pelo tesão pode correr.

Como amantes, passamos a transar regularmente. A cama que dividia com o meu marido foi testemunha de orgasmos mitológicos, do sexo sem pudores, do pecado. Transávamos com todos acordados, com todos dormindo, com meu marido ao lado, com minha filha ao lado. Não precisávamos de pretexto. Passei a andar permanentemente lubrificada, pronta para receber o latejante pênis de meu genro e aguardar, pacientemente, sua ejaculação quente na minha vagina de senhora.

Algumas passagens, é claro são singularmente inesquecíveis. Contarei mais algumas, em complemento aos demais contos, porque novamente fui tomada pela necessidade de desabafar.

Após a terceira parte do meu relato, ainda em 2007, tivemos uma pequena pausa no nosso relacionamento, porque, como em algumas ocasiões, tive um insight de que aquilo não poderia ir adiante. Isso durou alguns meses, até que um evento mudou tudo: Meu marido foi convidado para uma palestra no Ceará. Lá ficaria uns 5 dias.

Ele disse que ganharia uma passagem extra e eu disse: Paulo, leve a Julia. Ela não conhece lá e acho que será bacana vocês passarem esse tempo juntos. Daqui a pouco ela se casará e não teremos mais tanto tempo com ela.

André não criou oposição e lá foram eles para fora. Eu e André, já distanciados sexualmente, formos leva-los no aeroporto. Após nos despedirmos, fomos conversando até o carro:

-Filho, acho que esse tempo será legal para eles. Espero que se divirtam.

-É…Acho que será bom, sim. Para todos nós. Principalmente para nós.

-Como assim, André?

-Ah, Marta…Sinto demais a falta de seu corpo, de você me fazer gozar…

-Pára, filho…Será que nunca teremos uma vida sadia, normal? Foi legal. Nos divertimos. Mas, isso não pode continuar. Sou sua sogra. Você, em breve, se casará com a minha filha. Sou casada. Te tenho como um filho.

-Eu sei…Eu sei…Mas já que fizemos, acho que não há mal em revivermos aquilo tudo novamente. Não precisamos ser namorados.

André havia amadurecido bastante. E, sinceramente? Ele tinha um pouco de razão. A traição é como uma tatuagem ou como a virgindade. Uma vez perdida, não há volta. Você pode até tentar encobrir, dissimular, mas ela estará sempre lá.

Realmente, esse pensamento havia sido o combustível para tudo o que vivemos: Se fizemos uma vez, podemos fazer um milhão de vezes, porque nossos sentimentos já estão maculados. Nossa honra já se foi.

-Marta, podemos fazer o seguinte: Eles não estão viajando? Não estão curtindo? Por que não fazer o mesmo?

Sorri, incrédula: -Seu bobo, o que você pretende?

-Podemos pegar o carro e ir até a Região dos Lagos. Pegamos uma pousada e passamos uns três dias. Tiraremos o telefone do gancho…Diremos que está com problema e que só podemos falar de celular e pronto.

Ele era mesmo muito safado e perspicaz. Havia encontrado uma solução para consumar um desejo que crescia em ambos. Não tenho como negar, fiquei molhada naquele momento.

-Ahhh, filho…É errado…

-Mas você quer?

-É errado, André…

No estacionamento escuro, ele me segurou pelo braço, me encostou na pilastra, apertou minhas nadegas com uma das mãos, enquanto me travava pelo ombro. Sua mão entrou por baixo do meu vestido e alisou minha coxa.

-Não perguntei se é errado…Perguntei se você quer.

-Quero

Entramos no carro e voamos para a minha casa. Ele mal abriu a porta de casa e já me segurou pela cintura, puxou meu corpo junto ao dele e me beijou. Foi a primeira vez que nos beijamos. Isso é curioso. Como as prostitutas, encarava o beijo como a última fronteira de honradez. Minha vagina era de André e ele já havia ejaculado nela talvez até mais que Paulo. Mas meus lábios, esses eram de meu marido. Não mais.

Nos beijamos freneticamente. Ao mesmo tempo, ele agarrava todo o meu corpo. Fomos, juntos, para o meu quarto. Paramos de nos beijar, nos encaramos e ele se abaixou segurando a barra de meu vestido. Lentamente, foi levantando e, com a ajuda de meus braços erguidos, o tirou completamente.

Não estava de sutiã, mas apenas de calcinha. Voltou a me segurar pela cintura e colocou a boca no meu seio. Mamava como se fosse ser alimentado. Estava com fome o meu genro. Eu segurava seu cabelo e acariciava sua cabeça e suas costas, enquanto a forçava contra meu busto que era chupado, mamado, sugado com toda a avidez que aquela explosão de tesão permitia.

Soltei uma das mãos apenas para coloca-la dentro de seu short. Aquele pênis era meu novamente. E, não posso negar, eu era dona daquela ferramenta de prazer. Não era minha filha. Aquilo era meu. Eu conhecia cada detalhe. Eu sabia como fazer aquele instrumento jorrar em êxtase. E esse jorro de pecado tinha sempre o destino certo.

Massageava seu pênis enquanto tinha o bico de meu seio sugado. Paramos. Nos encaramos e voltamos a nos beijar. Nos abraçamos e eu comprimi meus seios em sua camisa. Incomodada, me afastei e fiz o mesmo movimento que ele fez para tirar meu vestido. Arranquei sua camisa e voltei a abraça-lo. Agora, sim. Podia sentir meu corpo junto ao dele.

Deitamos na cama. Ele, carinhosamente, retirou minha calcinha e deu um singelo, mas gostoso, beijo nos meus grandes lábios. Após o beijo, colocou sua língua no meu clitóris e passou a chupá-lo, tal qual o bico de meu seio.

Era como um ruminante, mascando meu clitóris, mas sem os dentes, apenas com os lábios.

-Aaiii, André…Aaaaiii, meu filho…Que coisa gostosa, André. Chupa…Chupa minha xoxota…Me faz ter prazer…Me faz gozar na sua boca, meu genro safado…Você é louco…Você tá na cama do seu sogro, com a mulher dele, seu maluco…Com a xota da sua sogra na boca…Você é louco…

Tive um orgasmo forte. Ele parou, levantou o rosto e o torso. Arriou um pouco seu short. E, com toda a maestria que havia aprendido, me penetrou. Ah, como eu sentia falta daquele pênis. Era duro, quente, desejado, proibido.

Ele iniciou o movimento de vai-e-vem.

-Isso…Continua, filho…Aaiii…Que gostoso…Goza…Me enche de gozo…Goza dentro de mim…Por favor…Não deixa escorrer uma gota…Goza…

Ele não aguentou muito tempo. Ejaculou forte, como sempre. Isso é uma coisa engraçada. André sempre teve, ao menos comigo, uma ejaculação muito violenta. Era como se eu abrisse uma ducha higiênica de esperma dentro da minha vagina. Era um absurdo comparado ao meu marido. Eu chegava a sentir tocar meu útero.

Nos abraçamos e nos beijamos novamente.

-Marta, que saudade…Que saudade de você…Do seu corpo…

-Corpo de velha, né, André. São 52 anos..

-De puro prazer (completou, André).

-Seu bobo…

Dormimos, assim, sujos, com cheiro de sexo. O corpo fica com cheiro de sexo. É impressionante.

Acordei com a ligação do meu marido. Haviam chegado no aeroporto de lá. Disse que havia pegado no sono e que já estava com saudades deles. Desliguei e fui para o banho.

Quando voltei, sentei nua na cama e peguei o notebook. Seria assim, agora. Não usaria mais roupa até o meu marido voltar. Para André eu não precisava de roupas. Precisava de gozo, de foda. Não queria ele de roupas, também. Seríamos assim, selvagens. Estávamos novamente entorpecidos de tesão. Aquela semana, eu queria passar 24h transando, com gozo na minha vagina, na minha boca, com o meu corpo melado, colando pelo esperma, pelo prazer.

Achei uma pousada ótima. Tinha hidromassagem, era de frente para o mar. Liguei e compramos o pacote “lua-de-mel”, que dava direito a 3 noites, espumante de recepção, early check-in e late check-out, além de massagens especiais e pétalas de rosas na cama.

Acordei André e falei que havia feito a reserva. Ele adorou. Preparei a comida para nós e, após o jantar, tivemos mais uma sessão de foda. Peço desculpas pelo palavreado, mas quando falo assim, me sinto livre, me sinto mulher e, sobretudo, sinto muito tesão.

Acordamos cedo e pegamos o carro. Coloquei tudo o que ia precisar: Um vestido, um short, uma blusa e um biquíni. Calcinha? Não levei. Fiquei molhada na hora só de pensar nisso.

No caminho, me senti uma adolescente. Com uma diferença, tinha 52 anos.

Chegamos lá e fomos direto para o quarto. Assim que entrei, tirei o short e a blusa e, com a janela aberta mesmo, caminhei até o banheiro, para tomar um banho. O telefone tocou. André me entregou: Era Paulo. Queria saber onde estava. Disse que estava em casa. Ele falou que o telefone estava ocupado.

-Ah, Paulo. Deve estar com problema. Sabe que tentei ligar para uma amiga e não consegui. Vou ligar e pedir o conserto. E aí, está tudo bem?

Respondeu afirmativamente. Estavam curtindo, sim. Desliguei o telefone e falei:

-Filho, tira a roupa e vem. A água está ótima. Vem tirar o suor do corpo para irmos para a praia.

Entrou e tomamos um belo banho juntos. Mas ao sair, fomos fazer um rápido pit-stop na cama.

Era tão macia e grande. Ele me deitou naquele lençol de 1000 fios e, tão delicadamente quanto o tecido que me envolvia naquele berço de sexo, passou a massagear meus ombros. Suas mãos desciam e acariciavam meus seios. Olhei fixo em seus olhos e pedi para que me beijasse.

Nossas línguas se encontravam e duelavam em nossas bocas. Paramos por um instante e dei uma nova ordem:

-Filho, me penetre. Goza dentro de mim, novamente…Tô precisando…

Nesse ponto, tenho que admitir. Meu genro era um serviçal do sexo. Ele obedecia tudo que eu pedia. Sem delongas ou preliminares, introduziu seu membro firme e quente na minha vagina, que parecia uma sauna de tão quente e úmida. Entrelacei minhas pernas em suas costas e abrir o máximo que pude meu sexo, para que ele pudesse, até o talo, me foder.

Apertava tanto suas costas que ele mal conseguia se movimentar. Ele forçou seu corpo e me fez desentrelaçar as pernas, podendo dar suas estocadas viris sem nenhum controle. Ele era um animal. Pensei que fosse me arrombar.

-Aaaiii, André…Calma…Calma, filho…Você vai ter três dias para fazer isso milhares de vezes…É tudo seu…Não vai acabar, não…Pode fazer tranquilo…

Não adiantava. Ele parecia um retirante. De repente, ele parou de estocar, se aproximou do meu rosto e falou:

-Amanhã faremos um jantar romântico e eu vou querer algo que eu sei que será só meu…

Fiquei surpresa e perguntei:

– O que?

-Eu quero gozar atrás…Quero ser o primeiro…Eu mereço isso…Quero comer seu cu…

-Você tá louco, André…Não gosto disso, não…E não para de meter, seu cachorro…Me fode, vai…

-Só se você deixar…

-Seu louco…Não para…Continua…

-Eu vou parar…

-Não, André….Aaaaiiii….Não para, por favor…Goza em mim…

Ele abaixou a cabeça, mordiscou meu seio e chupo tão forte meu biquinho que toda a aureola foi parar dentro de sua boca. Soltou, olhou para mim e me tascou um beijo de cinema. Parou, novamente, olhou no fundo dos meus olhos e pediu, como uma criança, um cachorro sem dono:

-Deixa, Marta…Deixa, por favor…Vai ser nosso elo…Nossa união…Será só meu.

-Tá bom…Amanhã, André…Amanhã, você vai tirar minha virgindade…Você merece, filho…Mas agora, goza no meu útero, goza…

Pronto…Estava feito. Não dava mais para voltar. Ele acelerou as estocadas, como um mendigo transando com uma madame. Passou a urrar. E eu, gritei loucamente, para todos escutarem na pousada:

-ISSO…VAI…GOZA…GOOOOZAAAAA….PORRRAAA…..ME ENCHE DE PORRAAAA…GOOZAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Foi uma torrente de esperma interminável. Me soltei dele, puxei seu corpo para cima, desci para o fim da cama como uma lagartixa e abocanhei seu pinto. Rápido o suficiente para levar um pequeno jato de esperma na boca. Estava feito…

Amanhã, eu perderia a virgindade, pela segunda vez. Nessa ocasião, o premiado (e, posso dizer, com todas as honras e merecimentos) seria meu genro. O troféu? Um ânus…

Estou com sono…Agora, vou dormir…Em breve contarei os demais dias de nossa viagem, que já aconteceu há quase 4 anos. Tenho muitas passagens. Espero escrever tão rápido que eu possa chegar nos dias de hoje. Até lá, tenho tantas recordações…Tanto aconteceu…Chegarei lá…

Vou continuar o meu relato com esse quinto conto. Sempre crio usuários diferentes, porque utilizou e-mails de 10 minutos. Embora não mude os nomes, não quero que meu marido descubra essas passagens de minha vida.

Naquela manhã, eu havia feito uma promessa: No dia seguinte, eu entregaria um presente ao meu genro: A última virgindade que me restava. Uma promessa feita ainda na cama, ainda com seu pênis dentro mim. Feita no calor do prazer, sem análises profundas ou pensamentos sobre consequências futuras. Apenas prometi.

Um ensaio da camgirl Aurora
Transamos naquela manhã. Nos levantamos e fui tomar outro banho. Ao sair, coloquei o biquíni, o vestido e falei:

-André, vamos para a praia ou para a piscina da pousada?

Ele me abraçou por trás e falou: Por mim, ficava aí, fodendo você esses três dias.

-Você é louco…Vamos aproveitar o lugar…

-O único lugar que eu quero aproveitar é essa xoxotinha salgadinha…

-Pára, André…Deixe de ser tarado, menino…Acabamos de transar.

Ele sorriu, me deu um abraço novamente e enfiou uma ousada mão por dentro do vestido e do biquíni, apertando meu seio nu. Me soltei, arrumei a roupa e fui em direção à porta. Saímos.

A pousada era bonita e sofisticada. Mas, inicialmente, decidimos ir à praia.

Não esqueçam: Tinha 52 anos. Não era/sou uma garotinha. Meu corpo sente o peso da idade. Sou magra, mas não sou uma Luiza Brunet. Não vou mentir. Não tenho silicone e nem malho. Sou uma mulher normal, uma dona-de-casa.

Por isso, meu biquíni era um sunquíni, muito comportado. Na prática, parecia ser mãe do André, que era novo, com um físico trabalhado. Nada muito especial, também. Um garoto de academia, mas sem neuroses. Usava uma sunga branca, que realçava seu pênis e chamava a atenção das mais atiradas e vagabundas.

Arrumei a barraca e me deitei ao sol. Ele sentou em minhas costas e passou protetor em mim. O gesto foi retribuído, sem erotização. Não somos coelhos e não sou adolescente. Não dava para transar o tempo todo, embora fosse a minha vontade.

A praia não estava cheia, de maneira que fomos juntos para a água. Sem pudores, já que estava em um local que dificilmente encontraria alguém conhecido, sentei em seu colo na água, com as pernas entrelaçando seu torso.

A pessoa mais próxima estava bem longe. Então, ele se sentiu corajoso o suficiente para soltar a parte de cima de meu biquíni. O abracei para esconder os seios, mas fui impedida por seus braços fortes, que me afastaram, proporcionando uma exposição total de meu busto.

-Não tem ninguém, Marta…Relaxe…Somos só nós dois.

-Tenho medo, André…E se alguém ver?

-Esqueça isso.

Desencanei e o deixei mamar em mim. Era seu hobby preferido. Tinha fixação pelos meus seios. Algo que perdura até hoje. Não consegue deixar de apertar, sugar, chupar, lamber, beijar cada milímetro de meus seios que, acreditem, nem são bonitos. Mas, vá lá…Ele gosta. Eu só tenho que aproveitar…

Ele ficou lá, chupando meus mamilos, até que comecei mesmo a relaxar.

-Ai, André…Tá ficando tão gostoso…Pena que estamos no meio da água…

Ele era muito safado. Não tinha pudores ou medos. De repente, ele me solta e retira sua sunga. André estava pelado. Dentro da água, mas pelado. Louco.

-Seu doido…Põe essa sunga. André, não estou brincando!

-Vem…Senta aqui novamente.

-Não! Só se você colocar a sunga.

Quem convive com jovem, sabe que eles são impossíveis. Me puxou e me obrigou a sentar no seu colo. Fiquei com aquele cacete duro dele roçando em mim.

-Seu tarado…Como você vai sair com esse pau duro agora? Todos vão reparar!

-Não se você fizer ele baixar.

Nisso, ele me levantou um pouco, segurou minha xoxota por cima do sunquíni e apertou. Nossa, fui as nuvens. Estava, como sempre, entregue. Ele só precisou puxar a calcinha para o lado e me penetrou, dentro do mar.

-Que isso, André…Não podemos transar aqui…Alguém pode ver.

Ele nem respondeu. Apenas ficou me puxando e empurrando, puxando e empurrando. Resolvi entrar no clima e acabar logo com aquilo. Comecei a quicar no seu colo. Levantei e terminei de tirar a calcinha. Sentei novamente e encaixei seu pênis em mim.

-Seu puto…Seu louco…Goza logo…Estou com medo…

Senti ele estremecendo. Missão cumprida. Pinto ejaculado. Xoxota cheia de porra dele…Nos beijamos, ainda nus. Ficamos assim uns 5 minutos.

Nos soltamos, vestimos e voltamos para a areia, onde ficamos horas pegando sol. Fritamos.

Naquele dia estávamos tão ardidos que não rolava mais nada. Só hidratante e massagem. A noite, tomamos um relaxante banho de banheira e fomos dormir nus.

Acordei com o telefone tocando. Era meu marido. Estava preocupado que eu não havia ligado mais.

-Paulo, acabei pegando no sono cedo. Fiquei tão cansada. Acho que hoje pegarei um sol no terraço. Estou precisando pegar uma cor.

Precisava justificar minhas queimaduras de sol. Conversamos por um bom tempo. Ao terminar, fui acordar meu genro.

-Filho…Vamos acordar…São 11h…

Ele levantou e foi tomar banho. Nos vestimos e fomos dar uma volta pela cidade. Foi um dia normal. A noite, escolhemos um bom restaurante. Ao retornar para o quarto, uma surpresa: André havia pedido para que colocassem pétalas de rosas no quarto e havia pedido um espumante. Isso me fez lembrar algo que eu havia esquecido completamente: A promessa.

Tão logo chegamos, ele me agarrou e me bolinou completamente. Simplesmente, levantou meu vestido e me deixou nua, já que não estava de sutiã e não havia levado calcinha para a viagem.

Se concentrou, como sempre, nos meus seios. Fez uma massagem especial, me hidratando com sua saliva. Eu me afastei, sentei na cama e, enquanto soltava o seu short, ele tirava a camisa. Tirei sua cueca e coloquei seu pênis na minha boca.

Lambia delicadamente. Não queria que ele gozasse. Queria estimular, mas sem deixa-lo gozar. Queria que minha virgindade fosse perdida para uma ejaculação sem precedentes.

Estimulei, com as mãos, com a boca, com a língua, com os seios. Friccionava e parava, em uma extenuante sessão de prazer. Ele, como era de se esperar, se deliciava.

-Aii…Que gostoso, Marta…Que gostoso…Puta que pariu…

-Isso, filho…Tá gostando, tá? Não goza…Segura…Tem coisa melhor te esperando…

-Deixa eu te comer, Marta…Deixa eu comer seu cuzinho, deixa…

-Deixo…Você sabe que será seu…Calma…Hoje eu não escapo…Hoje, como todos os dias, eu serei sua puta…Eu sou sua puta, não sou…

-Não…Você é uma sogra muito da gostosa…Uma puta sogra…

-É, seu safado…Você não vale nada…Vai comer o rabinho da sua sogra, né? Você é um canalha.

Ficamos assim, trocando xingamentos eróticos e carinhos sensuais. Eu também não parava de trabalhar o pênis dele. Já estava há quase uma hora nisso. Masturbava um pouco e parava. Masturbava e parava. Era uma rotina de prazer.

Enfim, ele não aguentou e falou:

-Preciso comer você agora…Tem que ser agora…Estou louco de tesão.

-Eu também…Abre a minha bolsa e pega uma camisinha e lubrificante.

-Não. Não quero camisinha. Quero sentir seu ânus.

-Tá louco, filho…Isso é sujo…

-Eu quero.

Pegou o lubrificante. Enquanto isso, me virava de bruços. Coloquei um travesseiro embaixo do meu ventre, para ficar um pouco arrebitada. Ele colocou o rosto nas minhas nádegas e passou a língua no meu rego.

Ficou arrastando a língua no reguinho e dando beijinhos. Enfim, abriu as bandas e colocou sua língua no ânus.

-Aaiii…Que nervoso que dá…Mete logo, filho…Quero acabar logo com isso…

Ele pegou o gel e colocou bastante no rego e no ânus. Nisso, enfiou o dedo dentro de mim. Meu esfíncter se contraiu e quase prendeu o dedo dele. Não estava acostumada. Ele nem ligou. Se posicionou atrás e mim e começou a se aproximar com o seu pênis.

O primeiro contato foi com a pontinha da cabeça no ânus. Me retrai um pouco. André, carinhoso, massageou um pouco as minhas costas e comprimiu meus seios com a palma de sua mão. Deitou sobre mim e lambeu o lóbulo de minha orelha. Pronto, relaxei novamente. Aproveitei para deslizar minha mão para a vagina e brincar um pouco com aquela que não era a protagonista da noite.

Ele voltou a se concentrar no ânus. Dessa vez, com toda a lubrificação e com todo o tesão, sua cabeça entrou. A sensação é prazerosa, não dá para negar. Mas também é muito estranha e desconfortável. Ele iniciou o vai-e-vem.

-Aiii…Vai bem devagar, filho…bem devagar…

-Tá gostoso?

-Tá…mas tem que ser bem devagar para não me machucar, tá?

-Tá

Como uma vagina, o esfíncter começou a ceder um pouco e deixar o pênis entrar mais. Não tardou a entrar todo. Quando isso ocorreu, ele acelerou um pouquinho os movimentos.

-Aaiii…Aaaaiiii….Isso…Continua, André…Faz um pouco mais forte…Pode fazer…Tá gostoso…Tô gostando…Pode fazer mais forte…Mais forte….Vai, André…VAI….Mete…Mete fundo…Vai, porra…Continua….Tá bom demais…Meu cu…Forte no cu…Vai…Enche meu cu de porra…Vai, André…VAI, ANDRÉ….VAI, FILHO…É SEU…O CU É SÓ SEU…AAAAAAIIIII…GOZA NELE, POR FAVOR…AAAAAAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIII….GOOOOOZZZZAAAAA!

Ele gozou. Mas foi uma gozada do século. Pareciam litros de sêmen sendo despejados na minha bunda. Afinal, só o tempo de estímulo. Gozamos juntos. Foi delicioso. Ele caiu sobre mim. Ainda de bruços, recebi um gostoso abraço dele. Estávamos mudos. Mas era um silêncio que dizia tudo. Foi a perda de uma virgindade. Éramos, enfim, cúmplices de algo novo.

Ele levantou e foi para o banheiro. Tomou um banho. Eu, retirei o travesseiro do meu ventre e deitei de lado. Passei a mão no meu ânus e constatei in loco a quantidade de porra que estava lá. Sujou a cama toda. Pensei: Vamos receber reclamação do hotel. É uma pousada, caramba. Não um motel.

Fiquei estendida na cama. Alguns minutos passaram e André voltou do banheiro. Deitou ao meu lado e meu beijou. Foi um beijo de um casal apaixonado.

Voltou a passar a mão pelo meu corpo e introduziu um dedo na minha vagina. Estava ensopada. Ao constatar o fato, não perdeu tempo. Seu pênis, que já estava acordado foi colocado no seu local clássico. Minha xoxota quentinha, velha de guerra, mas experiente e muito querida pelo meu genro…

Fizemos o feijão com arroz. Muito vai-e-vem…Muita chupada no meu mamilo. O resultado, uma bela esporrada na minha vagina.

Abraçados, provocamos o inevitável: O sono. Dormimos assim, com cheiro de sexo. Eu, cheia de esperma no ânus e na vagina. Ele, molhado do banho e com a lubrificação da minha vagina no pênis. Com a realização de seu desejo, e satisfeita com a premiação por todas os dias, as tardes e noites de prazer, dormimos o sono dos justos.

Na noite anterior, eu havia enfim perdido a minha virgindade anal. Justamente para o meu genro. Todo o medo, o repúdio e o sentimento de que tal ato era exclusivo de mulheres baixas e sem classe haviam se dissipado. Restava apenas o prazer. Mesmo para uma primeira ocasião, que para qualquer coisa não costuma ser de qualidade, foi incrível.

Acordamos naquele que seria o nosso último dia de viagem. Eu levantei primeiro e fui ao banheiro, tomar um banho e fazer minha higiene.

Um ensaio da camgirl Aurora
Caminheí até nossa cama e acordei André:

-André, vamos acordar…É nosso último dia inteiro aqui. Quero aproveitar.

Ele abriu os olhos e disse:

-Vem cá, vem…Fica aqui um pouco…Ontem a noite foi tão mágico.

-Eu sei, filho. Deixa eu ligar para o Paulo e tranquiliza-lo que aí teremos o dia inteiro livre.

Liguei, então, para o meu marido e disse que o problema do telefone ainda não havia sido resolvido. Assim, ele deveria continuar a tentar falar comigo pelo celular. Falei que não se preocupasse, já que estava em casa. Ah se ele soubesse…

Coloquei um maiô e fomos para a jacuzzi da pousada. Era uma delícia. Estávamos sós. O tempo fechado contrastava com o sol do dia anterior e certamente afastou muitos hóspedes.

Naquele local, eu e meu genro poderíamos expressar todo o nosso desejo sem receios, apenas sob o olhar de desaprovação daqueles que me consideravam velha demais para ele.

Na Jacuzzi nos abraçamos e voltamos a nos beijar. Sentei em seu colo, meio que deitada e relaxei. Ele aproveitou para massagear um pouco meu clitóris, por baixo do maiô.

-Seu tarado…Já vai mexer aí, né. Você não cansa, não?

-Não. Ficamos tanto tempo sem fazer nada que vou descansar logo nesses poucos dias? Não…Você vai levar esporrada toda hora…Lembra? Você é a minha sogrinha gostosa…

-Você é um puto, mesmo, André. Não vale absolutamente nada. Vai logo, mexe aí tarado…

O medo de sermos pegos apenas maximizava meu prazer. Em pouco tempo, já sentia toda a lubrificação proporcionada pelo dedo saliente do meu genro.

-Aiii…Aiiiii…Não pára, André…Aiii…Mexe mais um pouquinho…Coloca o dedo…Isso…Aaaiii…Que tesão, filho…

Meu entorpecimento de prazer começou a prejudicar o meu senso de cuidado e segurança. Passei a roçar minha mão aberta na sunga de André e, finalmente, com as duas mãos em sua cintura, abaixei a peça de roupa.

Ele, safado que só, me ajudou e levantou um pouco as pernas, retirando a sunga completamente. Me entregou e voltou a me beijar.

Passei a proporcioná-lo uma masturbação. Bem leve, por sinal. Ele logo aprovou o ato:

-Isso…Não pára…Me faz gozar, Marta…

-Calma, filho…Não vai gozar agora, não…Você vai gozar dentro de mim…Vai me encher de gozo…Você não diz que essa xoxota é sua? Pra ser sua você tem que gozar nela…Me come, vai…Me fode aqui…Vai, André…Me fode, por favor…

Não precisei pedir demais. Ele me ajustou em seu colo e afastou a parte de baixo do maiô, me penetrando imediatamente.

-Aaaaiiiiiiii…Isso é tão bom…Adoro quando você me penetra, André…Vai…Me fode…aaaiii…isso…hmmm…

De fato, acredito que vivi uma fase ninfomaníaca. Era incrível. Quase uma obsessão. Eu precisava transar com o meu genro sempre. E cada transa, por mais simplória, era uma explosão de prazer e sexualidade. Não precisávamos de lugar específico ou regras, exceto uma: Ele não podia usar camisinha, para poder ejacular dentro de mim. O ápice não era o meu orgamos. O ápice para mim era a ejaculação dele. Acredito que por mais orgasmos que alcançasse, o maior, mais potente era, sem dúvida, o proporcionado pelo jato de esperma violentíssimo que ele proporcionava no meu canal vaginal.

Pois bem. Ele puxava a minha cintura e diziar: -Rebola…Isso…Rebola, Marta…Rebola no teu genro que tá te fudendo. Você gosta, não gosta?

-Gosto, André…Gosto demais…

-O que você gosta?

-Gosto do meu pau na minha xoxota…Gosto dela engolindo seu sêmen…Gosto de dar prazer a você…

Não parávamos os movimentos. Ele soltou minha cintura e enfiou as duas mãos na parte de cima do maiô e passou a apertar meus seios.

-Deixa eu tirar seu maiô, deixa…

-NÃO! Você tá louco…

-Tá bom…Mas vira de frente, para eu mamar um pouco…

Nos separamos e eu voltei a sentar rapidamente, pois a ausência do seu pênis em minha xoxota já era insuportável naquele momento. Encaixei seu pênis novamente e o safado soltou o nó de cima do maiô, deixando meus seios expostos.

-André, não faz isso…Porra, arruma isso…Eu vou embora…

Não me deu ouvidos. Seus movimentos ficaram acelerados e ele colocou sua boca no meu mamilo. Passou a sugá-lo com força.

-Aaaaiii…Vai, filho…Goza…Me enche de porra…Me fode…Por favor…Goza…Vaiii…Isso…fundo…fundo na buceta…fundo…mete…mete…vai…seu puto…vai…acelera…aaaaaiiii….aaaaaaaaiiii…que gostoso, filho…me fode…me fode…me foooooooooddddddddeeeeeeeee…

Meu grito silencioso em seu ouvido coincidiu com a sua ejaculação. Retornando em seu estado letárgico pós-gozo, ele só teve forças de amarrar a parte de cima do maiô e continuar expelindo esperma dentro da sogra dele.

Quando senti que acabou, olhei em seus olhos e o agradeci com um beijo apaixonado. Nossas linguas se cruzavam e tocavam como numa briga em que não haveriam vitoriosos.

Paramos e ele se vestiu. Ficamos conversando.

-André, e a Júlia? Como vocês estão?

-Estamos bem…Por sinal, quando voltarmos quero falar uma coisa para todos?

-O que?

-Você será a primeira a saber. Vamos nos casar.

-Sério? Ahhh, André…Que lindo! Poxa, fiquei emocionada…Vocês são lindos…

-Decidimos há alguns dias. Iríamos contar na volta da viagem deles.

-Fico muito feliz porque sei que você fará minha filha muito feliz. Você é especial. Sabe que, tirando nosso envolvimento sexual, te tenho como um filho. Por sinal, já que o dia hoje é de supresas, tenho uma para você. É um presente pra você.

-O que é?

-Fui em um cirurgião plástico. Estou vendo a possibilidade de colocar silicone.

-Não precisa…Adoro os seus seios do jeito que são.

-Pára, André. Tenho 52 anos. Não sou criança. Eu reparo que meus seios estão caindo. Estão flácidos. Não quero turbinar, apenas. Quero levantá-los, para que fiquem bonitos por mais tempo. Tenho um garotão para dar prazer, lembra?

-Hehehehehe…Tem…Mas você dá, com ou sem silicone. Tenho também um pedido.

-Diga.

-Prometa que não vamos parar mais.

-Não posso, filho. Uma hora irá parar. Não posso transar com o meu genro o tempo inteiro. Você casará, me dará netos.

-Casarei, te darei netos, e continuarei gozando em você…Mamando em você…Fodendo você…

-Pára, André…Estamos falando de algo tão bonito e lá vem você com sacanagem…

-Quero te comer no dia do meu casamento. Durante da festa. É uma tara que andei pensando em realizar. Você será a minha primeira foda de casado.

-Sabe o que eu acho disso, André? Acho você um puto de um tarado maluco. Mas, quer saber, foi esse jeito que me enfeitiçou…Se não fosse por isso, não estaria aqui nessa jacuzzi, com porra do meu genro na xota. Quer saber? Vou te dar sim. Você vai me comer na sua noite de núpcias. E vai me dar muito prazer. Muita porra. Tanta que só vai sobrar uma gota para a minha filha, já que ela terá muitos litros o resto da vida.

-Hahahahaha…Você é louca demais…

Uma coisa ele não sabia? Além do silicone, havia questionado o médico sobre uma cirurgia de reconstituição de himen. E agora, ela teria um propósito. Após me tirar a virgindade anal, meu genro teria uma (falsa, é verdade) nova virgindade vaginal para tirar: A da sogra dele.

Conversamos amenidades e saímos da jacuzzi. Fomos almoçar e depois tiramos um cochilo. É desnecessário dizer que transamos ainda umas duas vezes naquela noite.

Após, no dia seguinte, tivemos um sexo de despedida. Anal. Dessa vez foi ainda melhor. Estávamos nos aperfeiçoando. Sei que aquilo seria mais um terreno ainda a ser explorado. Fomos embora.

Quando cheguei em casa, liguei novamente o aparelho fixo e liguei para o meu marido:

-Paulo, o telefone voltou a funcionar! Finalmente.

Alias, sexo de despedida da pousada, claro. Naquela noite, fui a mulher do meu genro e ele, meu homem…

p.s.:Espero não estar entediando as pessoas. Gosto de colocar minhas memórias em contos. Se possível, avançarei mais em minha história, que tem acontecimentos que preciso narrar.

Continuando a série de relatos…

Após retornarmos para casa, André passou a noite comigo, na minha cama.

Um ensaio da camgirl Aurora
Aquela viagem havia mudado muita coisa. Após os meses de afastamento, retornamos a nossa rotina de sexo da maneira mais explosiva possível. Se havia ainda algum tipo de razão nas minhas ações, a viagem serviu para acabar com ela. Agora, não existia mais medo, pudor ou constrangimento. Eu, para a minha lamentação, é verdade, me entreguei aos prazeres da luxúria proporcionada pelo meu genro André. Confesso: Tornou-se um vício.

Nas semanas posteriores à viagem, fizemos sexo algumas vezes. A tônica era sempre a mesma: Estávamos sozinhos, iríamos para a cama. Não precisávamos de diálogo ou combustível para isso. O automatismo tomou conta do sexo. Era o sexo pelo sexo. Não existia mais prazer em fazer amor com o meu marido. Só o André me dava prazer. Os orgasmos eram cada vez mais intensos e, de certa forma, indispensáveis para o meu dia-a-dia.

Pois bem. Após algumas semanas vivemos um período de entressafra. Nunca ficávamos sozinhos e, consequentemente, não havia tempo ou local para aliviar a necessidade de ambos. Em duas semanas de letargia, já subia pelas paredes. Logo eu, uma senhora de 52 anos (na época), que passou a maior parte da vida com sexo ocasional e circunstancial.

E foi em um final de semana, que mais uma barreira foi superada em nosso relacionamento.

Era uma sexta-feira. André foi a nossa casa para passar o fim de semana. Estava um calor absurdo e, prestigiando a Lei de Murphy, o aparelho de ar condicionado do quarto da minha filha queimou. Falei para o meu marido, Paulo:

-Paulo, o ar da Julia queimou. Está um inferno! Eles não irão agüentar. Vou encher o colchão de ar e colocar ao lado de nossa cama.

Ele concordou e preparamos tudo. O colchão inflável era grande e cheio ficava da mesma altura da minha cama. Ou seja, ficamos com praticamente uma cama inteiriça para quatro pessoas.

Quando terminei tudo, fui até a cozinha para lavar a louça . Fui surpreendida por André, que entrou para pegar uma água. Meu genro passou pelo meu lado e cochichou:

-Marta, não agüento mais…Tô doido para meter em você…

-Eu sei, André…Eu também. Mas você sabe que não tá dando.

Ele me puxou pela cintura e enfiou a mão por dentro do decote do meu vestido, apertando meu seio. Escutei um barulho e rapidamente tirei sua mão. Era Paulo, avisando que iria deitar.

Acabou que todos nós decidimos deitar. Fui tomar meu banho e coloquei uma camisola preta, sem nada por baixo. Não gostava de dormir de calcinha. Quando André não estava em casa(ou quando estava só ele), eu dormia nua.

Ao deitar reparei uma coisa: André ficou do meu lado. Júlia, que tem sono pesado, já estava dormindo profundamente. Meu marido roncava e não dava sinais de que iria acordar.

André estava acordado. Olhando para o meu deslocamento na penumbra. Deitei com o máximo de cuidado, para não fazer barulho ou movimentar o colchão.

Imediatamente, André puxou o meu edredon e entrou embaixo dele, compartilhando-o comigo. Me puxou e colou seu corpo no meu.Percebi que estava nu, quando senti seu pênis tocar e melar minhas nádegas que escapavam da camisola.

Seu corpo avançou junto ao meu e pude falar no seu ouvido:

-André, assim não…Você está louco?

-Louco de tesão…

Devo admitir que não sofri muito, não. Não criei obstáculos e ele logo estava me bolinando. Levantei um pouco meus braços e o deixei levantar a minha camisola. Só não permiti que a tirasse completamente, deixando-a enrolada no meu pescoço.

Nossos corpos nus se encontraram. Não havia muito tempo ou segurança. Fiquei completamente de lado e abri um pouquinho as pernas, acolhendo seu pênis em minha xoxota.

Os movimentos eram bem lentos e mantinham uma cadencia deliciosamente controlada. Em um dado momento, mordi a camisola que estava em meu pescoço. Não podia gemer. Meu marido estava a um palmo de mim, virado para o outro lado, roncando. Nem em seus sonhos ou pesadelos mais eróticos e inusitados poderia imaginar que naquele momento, enquanto dormia pacificamente, sua esposa estava nua, fodendo com o genro.

André bombava, bombava, e bombava. Lentamente. Fazia isso me puxando pelos seios, comprimindo o bico entre seus dedos. Sua leve respiração era imperceptível. Era uma pedra. Não fazia ruídos. O único ruído que escutava era um delicado som da lubrificação da minha vagina facilitando a movimentação de seu pênis.

De repente, veio o meu orgasmo. Tremi e comecei a morder a camisola com mais força. Apertei as pernas para aumentar a pressão da minha xoxota e isso só aumentou o prazer. Naqueles 15 segundos, fui ao espaço e retornei.

André era um verdadeiro cavalheiro na cama. Sabia aguardar. Sabia que o prazer proibido proporcionado pela sogra dele tinha um preço: O orgasmo. Gozar antes, sem respeito, era coisa do meu marido. Meu genro, não. Esse sabia foder. Na época, com apenas 22 anos, dava um banho no meu marido de 57. Não era só uma questão de virilidade e resistência física. Era uma questão de dom. E ele, André, tinha o dom da foda.

Orgasmo concedido, André tinha a autorização tácita para depositar seu gozo dentro do meu canal vaginal, sem proteção ou cuidado. Era só espirrar tudo ali.

Ele continuou agarrando meus seios e apenas os soltou para terminar de tirar minha camisola. Interessante esse ponto. Ele queria que eu ficasse completamente nua. A camisola no meu pescoço, sob sua ótica, representava uma vestimenta. Ele queria o pecado completo. Me foder não iria satisfaze-lo completamente. Me foder ao lado do meu marido também não. Ele queria me foder, nua, ao lado do meu marido. Não pude resistir. Tirei a peça e coloquei ao lado do meu travesseiro.

Após várias estocadas, ele parou e eu percebi, numa fração de segundos, que ele iria ejacular. Foi mágico. Gozou forte como sempre, me abraçando com força e apertando meus seios derradeiramente.

Me soltei de seu corpo e liberei seu pênis. Peguei a camisola e coloquei entre as pernas, para evitar o gotejamento de sêmen. Levantei, nua, e fui ao banheiro.Ele, preguiçoso, apenas subiu o short e virou para o lado, abrançando minha filha.

Eu sentei no vaso e me lavei com a ducha higiênica. A camisola ficou com um pouco de gozo. Não me importei. Coloquei ela novamente e fui dormir.

Que noite maravilhosa.

No dia seguinte, meu marido acordou e me perguntou:

-Marta, você dormiu sem calcinha? E se o André vê.

-Paulo, faça-me um favor, né! André vai ver o que? Primeiro, estava toda coberta…Segundo, ele dormiu como uma rocha…Terceiro: Você acha que com uma adolescente como namorada, ele vai reparar na sogra velha?

Ah se ele soubesse…

Uns dois meses se passaram e eu e André continuamos nossa rotina de sexo esporádico. Na realidade, o que fazíamos mesmo era um jogo de sedução, consistente em agarrões sorrateiros na cozinha. Apertos de seios, pênis, vagina no corredor. Como eu havia mencionado nos contos anteriores, fazíamos sexo onde e quando desse. Mas, também, quando dava, a oportunidade não era desperdiçada.

Minha filha Julia estava com 22 anos e naquela rotina de fazer cursos, participar de palestras, etc. Tudo para contar horas complementares na faculdade, para que pudesse concluir o curso sem sustos.

Um ensaio da camgirl Aurora
Ao mesmo tempo, meu marido foi convocado pelo trabalho para participar de um seminário em outro estado, onde ficaria de quinta à domingo.

Por um lance de muita sorte, minha filha descobriu que no mesmo hotel do seminário do pai, seria realizada uma conferência de sua área, que a permitiria ganhar muitas horas, a um preço convidativo. Na mesma hora falei: – Filha, é a sua chance! Não desperdice! Vai sair de graça, praticamente! Seu pai já ganhou a hospedagem.

Ela achou ótimo e lembrou que a viagem anterior com o pai tinha sido boa, embora meu marido seja meio desanimado para se divertir.

André, já prevendo um final de semana de muito sexo, incentivou. Não precisou se esforçar. As passagens estavam compradas e tudo combinado.

Como em um replay da viagem anterior, eu e André fomos com eles ao aeroporto e nos despedimos. Nem bem esperamos eles entrarem na área reservada e entrelaçamos nossas mãos e voltamos ao carro como namorados.

Meu coração pulsava forte. Era engraçado que mesmo após uma centena de transas, meu envolvimento com meu genro ainda me despertava muita surpresa e temor. Afinal, a característica do prazer proibido nunca seria desnaturada daquela relação.

Era umas 9h da manhã e meu genro sugeriu que parássemos em um motel.

-Filho, para que motel? Lá vamos gastar ainda mais dinheiro…Deixa de ser gastador! A casa será nossa até domingo.

-Marta, vou te foder tanto que vou te deixar esfolada.

-André, tu é muito safado, filho. Não pode ser assim não. E, depois, não sou criança. Tem que ir com calma. Deixa a tua noiva esfolada que ela está na idade. Eu não.

No caminho, paramos em um supermercado e fizemos umas compras.

Chegamos em casa e tratei logo de tirar a roupa. Fiquei só de calcinha e sutiã e fui guardar as coisas no armário.

Mal comecei e já percebi o meu genro atrás de mim. Colou nas minhas costas e pude sentir seu membro duro nas minhas nádegas. Suas mãos logo me abraçaram por trás e penetraram no meu sutiã bege puído. Suas carícias me fizeram desistir de guardar as coisas. Larguei o saco no chão e levei minhas mãos às costas, liberando o sutiã.

Virei de frente e expus meus seios à sua boca, que passou a mamá-los. Mordiscava meu biquinho, me deixando alucinada. Ao mesmo tempo, suas mãos apertavam minhas nádegas, por dentro da calcinha. Sua língua fazia círculos nas minhas aureolas, enquanto minhas mãos acariciavam seu cabelo.

-André, me leva pro quarto…Me fode…

Quarto?! Não deu tempo. Segundos após minha frase, André rasgou minha calcinha com violência e virou meu corpo de frente para o armário.

Sua cabeça desceu e proporcionou que ele lambesse meu rego. Abriu minhas bandas e colocou a língua lá dentro. Cheguei a me contrapor:

-Filho, não faz isso, não…Vou tomar banho para ficar limpinha aí…Tá sujo.

Ele ligou? Não. Ficou lambendo e mordendo meu bumbum. Me virou de frente e deu uma grosseira lambida na minha vagina. Chegou a ficar com um fiapo de pelo na boca. Abriu meus grande lábios e tascou a língua bem no clitóris.

-Aaaaaiiii…Aaaaaaaaaaiiiiii…Aiii…AAAAAAAAAAAaaaaiii….Huuuummmm….Tá tão bom…Tua sogrinha fica louca com a boca do genro dela, sabia….AAAAAAAaiiiiii…Isso…Continua…

Enquanto me proporcionava uma maravilhosa masturbação, André colocou seu dedo no meu ânus, arrancando-me um suspiro. –UUUiii…Que tara…Nunca vi gostar tanto de um cu…

-De você, minha sogra, eu gosto de tudo.

Minhas pernas amoleceram e eu deitei no chão. Foi um convite para ele ergue-las e colocá-las nos seus ombros. Baixou seu short e me penetrou. A cozinha, uma das primeiras testemunhas de nosso pecado, era homenageada sendo a sede de uma bela foda.

-Issooo..Meeeete…Força, André…Me fode com força!

Ele aumentou o ritmo, passando a estocar com muita violência. Suas mãos seguraram minhas coxas e me puxavam como se eu fosse um aparelho de musculação. Ele puxava, me estocava e eu me afastava. Puxava, me estocava e eu me afastava. Era uma repetição interminável.

Pedi que ele ficasse completamente nu. Ele me soltou, tirou a camisa, o short e voltou com tudo, em um papai-e-mamãe.

Abri bem as pernas e deixei aquele meu macho vigoroso se aproveitar da minha xoxota.

-Vaii…Mete…Vaaaiiii…Aiiiii….AAAAAiiii, Andrééééé….Tô gozando…Vou gozar…Me faz gozar….

Com o orgasmo, entrelacei minhas pernas em suas costas e tentei aproveitar o máximo daquele momento de êxtase. Sua sede de me penetrar era tanta que seu movimento para tirar e colocar fazia meu corpo se descolar do chão.

Num instante, soltei minhas pernas e voltei a ficar entregue no chão. Ele diminuiu a violência e ejaculou, respirando profundamente. Nos abraçamos e não permiti que seu pênis amolecido e gozado saísse de dentro de mim.

Ficamos assim um tempo. Curtindo aquilo. Era tão bom quando ficávamos sozinhos, assim. Não precisávamos de pressa e nem de ter medo. Só precisávamos de sexo.

Me levantei e senti seu esperma escorrer por minhas pernas e cair no chão. Nem liguei. Continuei a caminhar e marcar meu apartamento com o símbolo máximo do nosso prazer.

Fui para o banho. André me seguiu e no chuveiro trocamos carícias íntimas. Logo, seu pênis já demonstrava novos sinais de excitação. Nos secamos e fomos para a minha cama.

Na cama, André voltou a chupar e lamber minha xoxota. Que delícia que era. Ele fazia um excelente trabalho. Sua língua percorria de cima a baixo da genitália. De vez em quando, abria um pouco as minhas pernas e colocava a pontinha de sua língua dentro do canal vaginal. Ele me enlouquecia!

-Ai, André…Mete a língua no fundo…No fundo, André…UUUUUiiii…Que gostoso…Tá gostoso demais…

Ele lambia, beijava, cheirava, friccionava com os dedos, apertava. Parecia que minha vagina era de borracha.

-Filho, tu tá me enlouquecendo…Tô ficando maluca…Não para…PORRA…ANDRÉ…TÁ BOM DEMAIS…Issooo…AAAAAAAAAiiiiiiiiii…..AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAiiiiiiiiiiii…Chupa minha boceta….Porra…Vaaiiii…Não pára agora…AAAAAAAAAAAAAAnddaaaaa…Chupa…Mete a língua…Força…Ai, Andréééééééé…

Senti, então, meu corpo estremecendo violentamente, como se fosse ocorrer uma erupção. Meu instinto foi de levar minhas mãos ao seu rosto e afastá-lo. Foi quando saiu um pequeno jato da minha vagina. Eu estava ejaculando. Parece incrível, coisa de filme. Mas aconteceu. Eu ejaculei.Era um líquido muito fino. Quase uma urina.

André ficou alucinado. –Caralho, minha sogra…Você gozou mesmo. Falou, atônito.

Seu rosto retornou aos trabalhos rapidamente e ele sorveu todo o meu líquido, de onde quer que tenha saído.

Minha vagina estava tão lubrificada que acho que nem sentiria seu pênis entrar. Mas, mesmo assim, ele colocou de uma vez só tudo. E não é que eu senti.

-Tá gostoso, Marta?

-Tá, filho…Tá maravilhoso…Você é bom demais pra mim…Você me dá muito prazer…Te amo, filho.

-Eu adoro te dar prazer. Você também me dá muito prazer. Você é a minha mulher…Vou te dar prazer a vida inteira.

Ele se desvencilhou e me virou de costas. Me levantou de bruços e me colocou de quatro. Três dedos entraram em minha vagina e roubaram um pouco da lubrificação, que foi devidamente utilizada no meu ânus.

-Só isso não vai dar, André. Vai no banheiro e pega o KY.

E ele lá queria ir no banheiro? Caiu de boca no meu ânus, deixando tudo babado. O próximo passo foi colocar a cabecinha de baixo. Que delícia. Já estava ficando muito mais relaxada para sexo anal. Agora, eu adorava.

-André, vai devagar no cuzinho da sua sogra, tá, meu amor…

Não adiantou nada. O ordinário colocou tudo de uma vez só!

-AAAAAAAAiiiiiii! POOOORRRRAAA! Devagar com esse caralho, André.

Ele riu alto, me provocando um sorriso espontâneo.

-Tá mais relaxada agora, Marta?

-Estou…Mas, não faz isso…Não é de borracha, não…Tem que ter carinho!

E ele teve. Ficou me estocando bem devagarzinho. Era maravilhoso. Em dado momento me levantei e ficamos de joelhos na cama, com seu pênis completamente introduzido no meu ânus. Suas mãos alcançaram cada um dos meus seios. Seu rosto colado ao meu pescoço me deixava perceber sua respiração ofegante, combinada com palavras bufadas desconexas.

-Aii…Marta..Cu…Gostoso…Marta…Vou gozar…

-Goza, André…Goza tudo no meu bumbum, goza…

Levei a segunda esporrada no dia, só que no ânus. Cai na cama extasiada. André foi para o banheiro.

Acordei com André, de banho tomado, ao meu lado. Estava nua, suada, com esperma seco entre as coxas. Nada disso impediu uma nova sessão de sexo oral.

Dessa vez, André se concentrou mais no ânus. Ficou chupando o buraquinho do ânus. Lambeu as paredes das nádegas e não tardou a fazer seu pau crescer.

-Já, André? Hoje você está com muita fome, filho…Não vou dar conta.

-Aahhh, vai sim…Ah se vai.

Seu tom impositivo chegou a me assustar. Logo o medo deu lugar ao prazer absoluto.

Minha vagina emelecou e ficou pronta para receber seu pênis.

Abri as pernas e deixei que ele colocasse novamente. Nos beijamos apaixonadamente, enquanto eu arranhava suas costas. Nos separamos e ele sentou na cama.

Fui em sua direção e abocanhei sua glande.

-Tá gostoso, tá, filho? Quer gozar na minha boca? Você que sabe…Esse corpo é seu…É todo seu até domingo…Quer saber…É seu sempre…

-Uiii…Tá bom demais…Quero gozar na sua xoxotinha…Quero esporrar tudo lá…Ou então no seu rosto…Pode ser?

-Pode, filho…Onde você quiser…Na boca, na xoxota, na cara, no cu…Ou em todos, seu safado…Quer em todos? Quer foder o dia inteiro, a noite inteira? Quer? Me esfola seu puto…Quer? Quer esfolar tua sogra, quer? Já que teu sogro não quer, o genrinho quer, não é? Seu puto…Você é um filho da puta, André…Sabia?

-O que eu sabia é que eu tenho uma sogra que é uma puta! Uma puta só do genro dela.

-Tua puta, André…Isso é o que sou…É o que me restou, filho…Ser sua puta…E vou ser todos os dias…Você vai me foder, André?

-Vou…Mas faz mais um pouquinho com a boca, minha putinha…

-Faço…Mas goza na minha xoxota, goza…Você quer?

-Quero…Vou deixar sua boceta ardendo hoje.

Parei de chupá-lo e sentei em seu colo, deixando seu pênis me penetrar. Ele entrou ejaculando. Que gozo gostoso. Foi um gozo mútuo tão bandido, tão proibido e sacana que seu pênis não amoleceu.

Esperei apenas sair o pouquinho do esperma e comecei a cavalgar em seu colo. Voltamos a nos beijar e nossos corpos se colaram. Meus seios tocavam seu peito forte. Suas mãos acariciavam minhas costas e não me deixavam se afastar.

Não tardei a ter mais um orgasmo.

-Aaaiii…devagar…tô gozando, filho…tô gozando novamente…Nossa…Você me dá tanto prazer…UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii….

Foi um orgasmo intenso.Olhei em seus olhos e persegui sua boca com a minha. Voltamos a nos beijar. Enquanto nos beijamos, André gozou pela quarta vez. Não vou mentir e falar que saiu um litro de esperma. Era a quarta vez seguida. Quase não saiu nada. Mas o que me impressionava era o vigor. Ele não cansava. Quando pensei que havia vencido a luta, ele me tirou de seu colo e puxou seu rosto para um novo boquete.

Resisti, olhei para o relógio que marcava 15h e falei: -André, já estamos a mais de 4 horas trepando. Nem almoçamos.

Sua resposta, com sofreguidão foi: -Chupa meu pau, chupa…Me dá mais prazer, Marta.

Quando falou aquilo, senti que eu não era a única viciada. Ele havia ficado viciado em sexo, também. Eu, uma cinquentona, havia feito o que minha filha Julia não havia feito, tornar meu genro um viciado em sexo.

Mamei no caralho de André por uns 15 minutos, até ele começar a esboçar muito prazer:

-Isso…Vai, Marta…Não pára…Não pára…Vou gozar…

Gozou novamente. Na minha boca. Suguei a uretra dele para puxar o pouco de sêmen que estava lá.

Quando meu sangue esfriou, percebi que, de fato, estava toda machucada. Meu ânus estava ardendo muito. Minha vagina estava toda sensível. Havia marcas de chupada por todo o meu corpo. André estava com o pênis todo vermelho e com as costas arranhadas.

Fomos para um banho gelado. Estávamos exaustos.

Saí do banho com o telefone tocando. Meu marido havia chegado no hotel. Disse que o voo atrasou muito e que por isso a demora. Falei que estava com sono e que iria me deitar.

Não consegui. Ao desligar, André me abraçou e apalpou meus seios. Eu não queria, mas meu corpo queria. Meus bicos enrijeceram e minha boceta ficou molhada. Deitei e pedi para que ele, então, me desse uma bela sessão de sexo oral.

Ele me chupou bastante e, então, pedi para que ele me fodesse mais uma vez.

Estava sendo mais do que sexo. Era uma sessão de prazer exaustivo.

Ele alcançou o KY e lubrificou meu ânus. Fizemos mais uns 40 minutos de sexo anal. Eu não tinha mais forças. O dia estava escurecendo.

-André, goza logo…Estou exausta, filho…Meu ânus está doendo…Me fode logo…Goza…Por favor…Goza…Amanhã a gente transa mais…Hoje chega, por favor…Quer que eu te chupe, quer? A sogrinha te chupa, meu amor…Mas não mete mais hoje, não…Aaaiii…Devagar, Andrééééé…UUuiii….Aaaaiii..

E naquele momento de sofrimento, encontrei forças para restabelecer meu tesão.

-Aaaiii…UUUUiii…Vaaaaiii…AAAAiii…Tira daí e põe na xoxota…Põe na frente, André…Põe que eu quero gozar, também. Vai lá lavar e põe na frente.

Obediente, foi ao banheiro lavar. Eu, me mantive de quatro, esperando pelo meu senhor do sexo. Um garoto de vinte e poucos anos. Estava tão cansada e depravada que nem tinha neurônios para lembrar da idade certa. Nem lembrava que era meu genro…O noivo da minha filha linda.

Retornou com seu pau em riste, vermelho, pulsante. Entrou bem devagar. A minha vagina estava inchada. Acho que só aumentou seu prazer.

Comecei a gritar descontroladamente:

-Seu PUTO…PUUUTTTTOOO…VOCÊ NÃO VAI PARAR DE ME FODER, NÉ? ENTÃO GOZA LOGO…PORQUE AGORA VOCÊ É QUE VAI TER QUE AGUENTAR…EU VOU SECAR SUA PIROCA, ANDRÉ…GOZA…ME ENCHE DE PORRA, ANDRÉ…

Gozou. Verdade que saiu um pouco mais do que da última vez, mas não chegou a encher. Eufemismo meu…

Após o hexa, André deitou vencido. Desfaleceu. Evidentemente estava fraco, desitratado…Com 22 anos, ele não havia sido páreo para a sogra dele, de 52.

O deixei dormir por umas três horas. O acordei com uma sopa bem quente e um suco. Meu genro precisava repor as energias. Afinal, o final de semana estava apenas começando.

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5 Comentários

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  • Responder Andrson ID:3eez9jpbd99

    Parabéns muito bom o conto me deixou com muito tesão Marta

  • Responder Leiteiro ID:fuortcfi9

    Bom

  • Responder Marcao ID:40vowgwaqrk

    Muito bom, queria saber se ninguem nunca desconfiou,cinco estrelas

  • Responder Marcelo ID:40voza5bk0a

    Lindo, maravilhoso, magnífico Marta. Adorei, vc escreve muito bem. Tenho muito, muito tesão por jovens senhoras como vc. Que deve estar no auge dos seus 50 poucos anos.. nossa, gostaria de conversar com vc. Esse é meu email
    [email protected]

    • Marta ID:xlpbr2wz

      Então. Sou eu mesma que escrevi esse relato, em 2007. Hoje, obviamente, sou uma senhora. Eu já era, para falar a verdade. Estou com 65 anos. Muito mudou, claro. Mas a minha história, contada em 11 relatos separados, que unifiquei porque quis retomar, teve desdobramentos pra além do que narrei. Ninguém nunca descobriu. Isso posso dizer hoje. E estão casados até hoje, tendo formado uma bela família. Cogito contar novas passagens. Vou pensar nisso.