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Meu Amigo Pediu Para Foder o Meu Filho

876 palavras | 5 |4.59
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Um conto curto de prazeres intensos e proibidos. Se entregue, goze muito.

Sempre admirei meu amigo, o Digão era meu parceiro, um irmão.
Eu o conhecia desde a adolescência e não havia nada que eu não fizesse por ele.
O cara tinha ganhado na loteria da genética, olhos azuis, cabelos lisos escuros e o corpo atlético que vinha trabalhando diariamente na academia.
Fui pai cedo, meu amigo acabou tendo mais juízo que eu.
Enquanto eu cuidava do meu filho o mulherengo curtia a vida comendo a mulher que quisesse.
Além de ser bonito o filho da mãe ainda tinha uma rola de dar inveja em qualquer cara.
O que eu não imaginava era que já fazia um tempo que o puto estava querendo foder o meu filho.
— Mano, eu sei que parece loucura, mas quero muito isso, com todas as minhas forças. E eu tô tendo coragem te pedindo isso, irmão. Sei que é um doideira! Mas vai ser só uma foda, eu tô maluco no seu moleque. Não sei o que fazer mas, tô ficando louco, Gui. Olha pro meu pau, buceta nenhuma deixou ele assim. Nenhuma delas tira o Filipinho da minha cabeça.
Fiquei em silêncio, absorvendo o que meu amigo confessava.
— Tá me zuando, Digão? Tá maluco?
— Queria estar, parceiro. Olha o ponto que cheguei, não sei mais o que fazer.
— Ele vai tá com você esse final de semana, né?
Ele engoliu em seco, seus olhos procurando os meus.
— Se tu quiser é só me manda mensagem, flw.
Ele se ergueu da mesa do bar e deixando sua parte da cerveja saiu arrastando os pês. A bunda perfeita e as pernas grossas e peludas chamando a atenção de um grupo de mulheres sentadas em outra mesa.
Eu estava sem acreditar no que meu amigo me confessará.
Olhei para suas costas largas enquanto ele entrava em seu carro do outro lado da rua.
Ele exercia uma atração tão grande nas pessoas que era algo incrível. As coisas pareciam gravitar ao seu redor.
Terminei minha cerveja, paguei a conta fui pra casa dirigindo perdido em pesamentos.
Que porra era aquela? O que tava acontecendo?

Abri a porta do sala sem acreditar no que estava fazendo.
Digão me encarou do outro lado, com cara de cachorro abandonado.
Usava o short de futebol o volume marcando, a camiseta jogada sobre o ombro direito destacava o peitoral marcado com uma trilha de pelos que se esparrava e sumia pelos seus quadris. A pele morena molhada pelo suor.
Ele jogava bola no campinho perto de casa quando mandei mensagem pra ele.
O vento da noite arrepiou minha pele.
— Ele tá no quarto? – Me perguntou com a voz rouca de tesão;
Olhei para o volume gigantesco ganhando vida dentro no seu short.
Confirmei com a cabeça.
Seu peito subia e descia, as pupilas dilatadas.
— Não vou usar camisinha, Gui. Preciso sentir o cuzinho dele no pelo.

Sem demora ele passou por mim, de cabeça baixa como um lobo faminto meu melhor amigo foi quarto do meu filho cuja porta ficava de frente pra sala mal iluminada.
Engoli em seco, eu tremia muito.
Senti o pau doer e pulsar.
Me sentei no sofá com o coração batendo nos ouvidos a adrenalina correndo por meu sangue quente.
Não demorou para ouvir os gemidos dos dois.
Digão arfava enquanto eu ouvia seu saco grande bater contra a bunda do meu filho.
Imaginei meu amigo se deliciando com seu cu virgem e apertando. Seu pau grosso e grande socando e marcando território.
O primeiro gozo veio com um urro selvagem, intenso e para minha surpresa Digão não parou de meter.
Tap… Tap.. Tap..
An.. An… Ah..
Quando ele gozou pela segunda vez, arrepiei e pulsei como um louco.
Pensei naquela macho se derramando dentro do meu filho, semeando sua semente em seu interior.
Pelo movimento da cama ele mudava de posição.
Quando ele começou a meter novamente eu não pode acreditar.
Meu amigo era mesmo insaciável. As mulheres diziam que ele era bom de cama.
— Isso, ai Felipinho, isso vai. Rebola no rolão do titio rebola. Tá vindovim leitinho, ai caralhooo…. Toma. Aguenta essa rola… Toma… Toma… Ahhhh….
Assim gozou pela terceira vez. Aumentando a fúria das estocadas. Me punhetei com mais violência sentado no sofá da sala. Não demorei a gozar, jatos de leite voando em meu rosto tamanho meu tesão, caí em queda livre.
Perdido em um prazer pecaminoso e proibido.
Tombei no sofá, mal conseguindo respirar.
Pontos luminosos piscava em minhas vistas.
Acordei segundos depois com Digão balançando meu ombro.
Ele estava nu, o pau duro melado balançava meio de lado.
—- Gui? Caralho, mano! Prova o cabaço do seu filho, amigão.
Me disse com a cara mais sacana que eu já vi e segurado minha cabeça e levando minha boca a sua rola.
Abocanhei aquela rola pesada e grossa, a cabeçona mal cabendo na minha boca.
Saboreei com um prazer indescritível o gosto do cu do meu filho na rola do meu amigo.

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5 Comentários

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  • Responder Tales ID:mujlcf0v4

    Seus contos são demais todos, estou esperando as continuações principalmente a do WhatsApp do papai porque todos valem uma boa punheta com meus amigos que lemos juntos

  • Responder tallesslz ID:6suh53h6ij

    Kkkk conto engraçado

  • Responder Fael boquinha de veludo ID:1wlze0v0

    O cara vai come o filho do amigo e ainda bota para mama própria piroca que arrancou o cabecinha do moleque isto que é amigo 🤣😂🙂🙃😉😊😍🤩

    • Veludo ID:1v7e0gqk

      Tem gente que não consegue reagir kkkkkkkkkkkkkk

    • admirador ID:40vom29km9i

      tá certíssimo