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Um vôo especial

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Lia, de 25 anos, só queria um vôo tranquilo, mas acabou descobrindo um tesouro muito especial naquele avião.

Lia estava no primeiro grupo de passageiros a embarcar no avião de São Paulo para Salvador. Estava ansiosa por um voo tranquilo para casa, especialmente porque faltavam poucos dias para o Natal. A mulher de 25 anos torcia para que o avião estivesse vazio, e lamentou ao chegar ao portão e encontrar o saguão com mais pessoas do que ela gostaria. Não estava cheio, mas também não estava tão vazio quanto ela queria.

“Poderia ser pior”, ela pensou consigo mesma, encolhendo os ombros. “Pelo menos eu peguei a última fila do avião e vou embarcar primeiro.”

A jovem navegou pelo estreito corredor com facilidade, manobrando habilmente sua bagagem de mão enquanto caminhava. Seus sapatos pretos brilhantes estalavam silenciosamente no chão acarpetado enquanto ela caminhava. Usava uma saia preta curtinha que só chegava até o meio das coxas, bem como uma camisa vermelha escura com vários botões charmosamente desabotoados. Seus longos cabelos loiros estavam presos em um rabo de cavalo e um par de óculos escuros emoldurava seu belo rosto. Alta e magra, Lia exalava toda a confiança de uma jovem que sabia que poderia conquistar o que desejasse.

Ao chegar ao seu lugar, ela se surpreendeu ao encontrar um menino já sentado na mesma fileira que ela, próximo à janela. “Ah… oi!”, ela disse com um sorriso caloroso.

O menino desviou o olhar da janela e olhou para ela inocentemente. “Oi”, respondeu timidamente.

Lia verificou duas vezes sua passagem aérea. “Parece que vamos ser vizinhos”, ela comentou enquanto guardava a mochila no compartimento superior. “Meu assento é aqui, ao lado do seu” explicou didaticamente ao se sentar ao lado dele.

“Tá”, ele respondeu. Aparentemente, ele não falava muito, mas a mulher insistiu e continuou falando assim mesmo.

“Meu nome é Lia,” ela disse, estendendo a mão. “E o seu?”

O menino apertou a mão dela com um aperto solene. Mão grande e de dedos longos quando comparada com a sua mãozinha. “Mateus,” ele respondeu.

“Prazer te conhecer, Mateus”. Ela o estudou por um momento. Seu cabelo castanho estava bem cortado, caindo sobre as orelhas e a testa de uma maneira charmosa. Vestia jeans azul e uma blusa branca.

“Então,” Lia disse, ajeitando-se na cadeira. “Você está viajando sozinho?”

“Tô”, disse o menino. “Vou pra Salvador passar o Natal com meus avós”

“Que legal. Eu vou visitar os meus pais. Você deve ser um menino muito corajoso para viajar sozinho. Quantos anos você tem?”

O menino estendeu todos os dedos da mão esquerda e dedo indicador e médio da mão direita.

“Uau!” ela exclamou, fingindo estar impressionada. “Você é mesmo muito corajoso!”

“Fiz aniversário mês passado”, ele completou.

Ela sorriu para o menino. Sutilmente, ela deixou seu olhar cair para o colo do garotinho dele por alguns instantes, antes de voltar para o rosto. Lia foi uma menina muito precoce e tinha boas lembranças de “brincar de médico” e fazer experiências com seu vizinho, Andrezinho. Ela nunca se considerou uma pedófila, mas, mesmo depois de tantos anos, sempre sentia tesão ao lembrar do pequeno pinto lisinho de Andrezinho.

A brincadeira deles nunca passou de brincadeirinhas bobas, mas Lia lembra muito bem da deliciosa sensação de formigamento enquanto ela e Andrezinho se revezavam, tocando e cutucando um ao outro entre as pernas com a ponta dos dedos. Os joguinhos começaram quando ambos tinham a mesma idade que Mateus tinha, e continuaram até Andrezinho se mudar, dois anos depois.

Durante esse período, as mães deles eram tão amigas que as crianças passavam muito tempo uma na casa da outra, e tomaram banho juntas, exploraram as partes íntimas uma da outra e passaram longos e quentes dias do verão intenso de Salvador arriscando brincar nuas no andar de cima dos sobrados em que moravam, enquanto suas mães estavam ausentes ou ocupadas demais no andar de baixo. Ambas as crianças sabiam que seus pais não aprovariam aquele comportamento, então tinham que guardar segredo.

Nos dois anos em que estiveram juntos, o ato mais sexualmente explícito que Lia e Andrezinho fizeram foi beijar a virilha um do outro. Ela ainda se lembrava de segurar o pênis minúsculo e rosadinho dele, e beijá-lo com uma atitude bem sapeca e endiabrada. Ainda hoje, a lembrança daquela combinação sutil de sabonete infantil e um suave almíscar masculino fazia sua buceta latejar de desejo e saudade. Melhor ainda era a lembrança de sua própria vez, a lembrança da maravilhosa travessura que era estar peladinha e deitada de costas, abrindo as pernas para que Andrezinho pudesse aproximar o rosto de sua inocente pererequinha rosa e beijá-la enquanto olhava bem nos olhos de sua melhor amiguinha.

Olhando para este menino sentado ao seu lado no avião, Lia não pôde deixar de se lembrar de suas experiências de infância. Mateus era um menino bonito, e definitivamente lembrava Andrezinho. Inquieto, ele pulava para cima e para baixo em seu assento, enquanto chutava o ar numa brincadeira solitária, seus cadarços desamarrados agitando-se de maneira caótica no espaço entre ele e o assento à sua frente. Ela se virou para falar com ele.

“Então”, ela começou a falar, mas parou abruptamente. Percebeu que Mateus estava encarando abertamente o peito dela. Olhando para baixo, ela notou que sua camisa justa estava escandalosamente aberta para uma audiência tão jovem e inapropriada, deixando visível uma parte significativa de seu sutiã. Tinha desabotoado botões demais. Lia sentiu uma pontada incontrolável de excitação ao constatar que aquele menininho estava olhando fixamente para o seu corpo.

“Então” Lia repetiu, limpando a garganta. O garotinho ergueu o olhar para o rosto dela. “Então é… sua primeira vez viajando de avião, Mateus?” ela perguntou.

“Não” ele respondeu. “Já voei outras vezes antes. Uma vez voei para Alagoas com os meus pais” Lia notou que, assim que ele terminou a frase, seu doce olhar voltou para o peito dela, antes de se erguer para reencontrar o olhar dela.

“Ah, que bom!”, Lia respondeu com uma pitada de euforia fingida na voz. Ela continuou jogando conversinha fora, mas sua mente começou a divagar.

“Não acredito que esse garotinho está me olhando desse jeito!” ela pensou. Talvez fosse normal, ela imaginou. Mesmo menininhos novinhos poderiam estar curiosos ou até interessados no sexo oposto. Ela lembrou que seu irmão mais novo espiava catálogos de lingerie quando eles eram crianças.

Eles conversaram um pouco mais. Os olhos de Mateus voltaram a espreitar os peitos de Lia outras vezes, seios rechonchudos e fartos que se escondiam naquele sutiã cor de creme e sua camisa justa. Cada olhar roubado adicionava combustível ao fogo da mulher, deixando aquela fogosa fêmea de vinte e cinco anos cada vez mais excitada.

“Bem, dois podem jogar este jogo” ela pensou, deixando seus olhos olharem casualmente para a calça de Mateus. Ela notou que o menino parecia estar se coçando lá embaixo. “Será que ele está esfregando o pau?” Lia se perguntou, impressionada e incrédula.

Foi a gota d’água. Lia não podia mais ignorar aquela eletricidade sexual de alta tensão que a percorria. Lia pôde ver que as portas do avião já haviam sido fechadas. “Não falta muito tempo para a decolagem”, ela pensou. Seu coração acelerou quando ela se abaixou e pegou sua bolsa.

“Com licença, Mateus” ela disse ao menino. “Acho que vou ao banheiro antes do avião decolar”

Mateus assentiu com a cabeça e Lia levantou-se, sem deixar de notar que os olhos dele deram uma bela encarada antes dela finalmente sair. O banheiro ficava logo atrás deles. Passando pela porta estreita, Lia trancou-se e respirou fundo. Seu coração estava acelerado pela excitação. Ela se olhou no espelho.

“Isso é errado?” ela pensou. “É errado eu sentir tanto tesão por esse garotinho?”, a jovem de 25 anos engoliu em seco. Parecia imoral, mas quanto mais ela pensava na situação, mais deliciosamente perversa a situação se tornava. Sentia-se novamente como uma inocente mas curiosa criancinha, agitada e excitada por ser uma menina tão travessa e sapeca.

“Foda-se”, ela respirou fundo. Num gesto rápido e contínuo, ela desabotoou o restante da camisa e arrancou o sutiã, libertando seus seios fartos, bonitos e naturais que lhe traziam tanto orgulho. Seus mamilos marrom claro ficaram durinhos com o ar frio do ar condicionado. Ela abotoou a camisa novamente, estrategicamente deixando vários botões abertos. Sua camisa agora estava aberta logo abaixo dos seios, deixando seu decote generoso facilmente visível, ela controlando a exibição pela distância do colarinho da camisa.

Em seguida, Lia deslizou as mãos por baixo da saia e tirou sua calcinha. Dobrou suas roupas íntimas e guardou na bolsa. Sentindo-se muito safada, ela se admirou no espelho, sorrindo com satisfação para os seus mamilos tão escandalosamente salientes por baixo de sua camisa.

Lia saiu do banheiro e voltou para seu lugar no momento certo. As comissárias de bordo estavam fazendo a checagem final antes de ocupar seus lugares. Constrangida, Lia ajeitou sua camisa enquanto esperava no corredor, assistindo uma das comissárias de bordo ajudando Mateus a afivelar o cinto de segurança.

Neste momento, notou que a parte de trás do avião estava bem vazia. Os passageiros mais próximos estavam a várias filas de distância.

“Ah, desculpe!” exclamou a comissária de bordo quando percebeu Lia esperando. “Só queria ajudar com o cinto de segurança”

“Tá tudo bem” Lia disse calorosamente, observando a aeromoça encaixar a fivela com sucesso.

“Prontinho”, disse a comissária. “Se precisar de alguma coisa, é só apertar esse botão aqui que eu venho ajudar, combinado?”

Mateus assentiu. A aeromoça sorriu para Lia ao passar por ela. Lia sentou-se sorrindo para Mateus quando o avião começou a taxiar pela pista. Sentiu-se satisfeita ao notar o garoto retribuindo seu sorriso. Ela teve o cuidado de posicionar-se na poltrona com uma postura bem ereta, estufando seu peito pra evidenciar toda a fartura de seu busto, e afastou novamente o colarinho da camisa. Espiou de canto de olho e ficou satisfeita ao reparar que Mateus admirava seu peito mais uma vez.

O avião decolou. Lia esperou até que o sinal de ‘aperte os cintos’ desligasse antes de planejar o próximo passo. “Você precisa usar o banheiro, Mateus?” ela perguntou. “Se precisar, posso te ajudar com o cinto de segurança.”

“É… eu quero”, o menino disse após refletir por um momento. Lia estendeu a mão e puxou a fivela de metal do garoto. Seu coração bateu forte quando sentiu seus dedos tocarem o tecido da calça do menino.

“Hmm”, disse Lia. “Não consigo abrir… espera um pouquinho”. Ela abriu o próprio cinto de segurança e se levantou. Abaixando-se, Lia fingiu inspecionar a fivela do cinto de segurança, sabendo que, enquanto ela estivesse curvada em direção a ele, aquele menininho de tão poucos anos de idade teria um ângulo privilegiado para admirar seus seios através da camisa desabotoada e folgada.

“Hmm”, ela observou o rosto de Mateus. A encantadora expressão facial dele revelou que o plano foi um sucesso. Ela fingiu dificuldade por mais alguns segundos antes de finalmente soltar a fivela.

“Pronto!” ela exclamou exultante. “Agora você pode ir ao banheiro, eu espero aqui” Ela foi para o lado, cedendo passagem para ele. Lia ficou surpresa por ele conseguir andar sem dificuldade com os cadarços desamarrados.

Ela se sentou e esperou que ele voltasse. A expressão no rosto de Mateus quando ele olhou para baixo de sua camisa e encontrou seus seios nus foi inesquecível. Ela agora reconhecia, era a mesma expressão de Andrezinho quando ela era pequena e eles brincavam. Uma mistura saborosa de curiosidade, inocência e atração sexual, constatação esta que trouxe arrepios na espinha de Lia. Ela podia sentir uma inequívoca umidade entre suas pernas.

O garotinho retornou. “Terminei!” ele anunciou. Lia riu amigavelmente e se levantou para deixá-lo sentar.

“Mateus,” Lia disse, “você quer deixar seu cinto de segurança aberto ou posso afivelar novamente?”

“Hã… hã…”, ele falou, indeciso. Lia podia ouvir engrenagens dentro da mente do menino girando rapidamente. “Afivela!” ele enfim completou.

Ela sorriu com uma pitada de malícia para ele. “Acho melhor mesmo e vou te ajudar”. Lia se curvou novamente e não teve pressa para prender o cinto de segurança lentamente, certificando-se de que estava bem afivelado. Quando ela finalmente se levantou e voltou para o seu assento, Mateus sorria para ela, um sorriso doce com uma expressão abobalhada no rosto.

Conversaram, contaram piadas e riram depois disso. As comissárias de bordo chegaram para servir bebidas e lanchinhos, e Lia prosseguiu com um descontraído batepapo com Mateus, perguntando para o menininho sobre tudo, desde seus animais de estimação até a escola e seus desenhos animados favoritos. Eles conversaram por cerca de meia hora quando Mateus pediu para ir ao banheiro outra vez.

“De novo?” Lia indagou, seus olhos brilhando de desejo por ele.

“É” Mateus respondeu, balançando a cabeça com sinceridade. “De novo”

“Bom, tudo bem” Lia respondeu, entrando no jogo dele. “Vou abrir seu cinto de segurança.” Ela entregou para o garotinho mais uma visão inesquecível antes de deixá-lo correr para o banheiro. Não passaram dez segundos e Mateus voltou.

“Já terminou!?!?” Lia perguntou, fingindo espanto e incredulidade.

“Sim!”, respondeu o menino sem esconder seu entusiasmo. Ele não conseguiu disfarçar sua ansiedade e euforia ao sentar-se, esperando que aquela linda mulher o ajudasse mais uma vez.

Incapaz de conter um sorriso travesso enquanto comprimia seus lábios, Lia curvou-se, sedutora, mais uma vez, bem lenta e deliciosamente, para prender aquele cinto de segurança que testemunhava silenciosamente o jogo de sedução proibida. “Vai ser assim, então?”, ela pensou, divertind-se. “Se vai cutucar a onça com essa varinha curta, tem que estar preparado para as consequências”.

Enquanto ela ajustava o cinto de segurança dele, Lia deixou a lateral de suas mãos pressionarem contra as pernas dele, roçando o tecido de sua calça jeans. Ele não protestou aquele contato mais íntimo, então Lia deixou seus dedos encostarem “acidentalmente” na virilha do garotinho. Tocou uma vez. Duas vezes. Três. Finalmente ela prendeu o cinto, e incapaz de resistir, deu um pequeno aperto em sua calça bem na virilha.

O coração dela disparou e sentiu os joelhos tremerem quando seus dedos apalparam e pegaram um pequeno e inconfundível pacotinho. Ao voltar para seu assento, Lia podia sentir o sangue quente subindo para o rosto. Ela estava inacreditavelmente excitada agora. Olhou com ternura e tesão para o rosto de Mateus e o viu olhando de volta para ela com uma expressão de deleite e contentamento. Sentiu um choque ao perceber a mãozinha dele amassando sem pudor a parte da calça que ficava entre suas perninhas.

Lia inspirou profundamente e cruzou as pernas. Tinha certeza de que outros passageiros logo sentiriam o cheiro de sua buceta ensopada. A umidade era inegável, e ela comprimiu suas coxas grossas e bem torneadas, saboreando a ardente energia sexual que fluía por seu corpo.

Não passaram quinze minutos e Mateus pediu para ir ao banheiro novamente. Desta vez ela não fingiu surpresa. Lia se levantou e entregou mais uma visão divina enquanto se inclinava eroticamente sobre ele. Ousada, ela deixou seus dedos passearem pela virilha dele até sentir algo pequeno e duro em seus dedos. Lia achou que iria desmaiar de tesão tocando aquele menininho tesudinho.

Ela desfez o cinto de segurança relutante. “Espera”, Lia pediu quando ele passou por ela, “Por que você não amarra os cadarços, meu amorzinho? Você pode tropeçar e cair”

“Ah, não, tá tudo bem”, ele respondeu encolhendo os ombros. “Eu não sei amarrar”

Lia ficou pensativa. De repente, surgiu uma ideia que logo se enraizou em sua mente. Inspirada, ela se levantou e abriu o compartimento superior, vasculhou sua mochila e encontrou o que procurava: seus tênis de corrida.

Mateus voltou e sentou-se em seu lugar. Ele olhou cheio de expectativas para ela, esperando que ela o afivelasse outra vez. Mas ao invés disso, ela apenas se sentou ao lado dele.

“É sério que você não sabe amarrar os sapatos?”

“É” ele respondeu timidamente, suas orelhas ficando um pouco vermelhas. “Tentaram me ensinar mas eu não consegui”

Lia sorriu. “Você gostaria que eu te ensinasse? Ainda temos algumas horas pela frente”

“Hã… tá bom”, respondeu

“Por que você não vira o corpo pra mim? Isso, assim mesmo. Agora apoia o pé no assento”. Mateus colocou o pé direito no assento enquanto o esquerdo balançava no ar. “Perfeito. Agora eu vou amarrar seus cadarços e você assiste”

Ela demonstrou duas vezes, amarrando, desamarrando e amarrando os sapatos novamente. “Agora tenta você”. Ela orientou o menino enquanto desamarrava seus cadarços. Lia observou Mateus tentar desajeitadamente amarrar os cadarços. “Não, não é assim”, disse ela. “Assim, olha… tenta de novo.”

Lia podia ver a frustração crescendo no rosto do menino enquanto ele tentava sem sucesso amarrar os cadarços. “Hora de passar para a fase dois”, ela pensou.

“Tá tudo bem, Mateus”, ela anunciou. “Talvez ajude se eu amarrar meus tênis junto com você. Tenho meus tênis esportivos aqui e vamos praticar juntos”. A mulher tirou seu sapato preto e calçou o tênis colorido.

Seu coração começou a bater mais rápido ao pensar na ousadia do seu próximo movimento.

Mordendo o lábio por antecipação, Lia se moveu lentamente, virando o corpo para ficar bem de frente para o garotinho. Ergueu-se um pouco e dobrou a perna esquerda, sentando-se sobre a perna dobrada. Então, muito deliberadamente, ela ergueu e apoiou o pé direito no assento, forçando a abertura da saia curtinha que vestia e revelando escandalosamente sua parte mais íntima, completamente nua e exposta sem qualquer pudor para um menininho de tão poucos anos de idade.

Lia estremeceu, tomada por um prazer sexual puro e cristalino, enquanto observava a expressão de Mateus, que encarava sua buceta. Seu olhar estava tão compenetrado que ele parecia estar, durante aqueles mágicos segundos, completamente obcecado pelo que estava bem ali, diante de si, toda aquela beleza exuberante e inesperada.

Amando a atenção recebida, Lia puxou um pouco a saia para cima, querendo garantir que a bucetinha dela recebesse luz suficiente e o garotinho pudesse ver cada detalhe da lindeza que ela tinha ali embaixo.

“Então tudo pronto!”, ela disse, a voz um pouco trêmula, “Vamos amarrar nossos cadarços juntos!” Lia começou os movimentos, mas era óbvio que Mateus não prestou atenção em nada. Ela olhou para baixo e viu sua buceta orgulhosamente exposta e exibida. Ela estava totalmente depilada, exceto por uma bem aparada trilha de pêlos pubianos no sentido vertical, seu corte de cabelo ‘moicano’, como ela gostava de apelidar. O bigodinho estava logo acima de sua rachinha, com seus lábios de cor um pouco mais escura abertos como pétalas de uma adorável flor, sua umidade rosada já aparente, e seu clitóris aparecia tal qual um botãozinho inchadinho e redondinho, protuberante e fora de seu delicado capuz protetor.

Lia podia sentir a umidade aumentar enquanto Mateus encarava fixamente sua buceta. Ele estava de novo massageando o volume em sua calça, novinho demais para saber que era um tabu fazer aquilo em público.

A mulher desistiu da farsa dos cadarços e deixou Mateus olhar a vontade, ficando parada e de pernas bem abertas por um bom tempo, antes de finalmente perguntar: “Tá tudo bem, Mateus?”

O garotinho enfim desviou o olhar da gloriosa intimidade dela e murmurou, “Tá”

“Por que você tá mexendo aí na sua calça?” Lia perguntou, fingindo não saber o motivo.

O menino deu de ombros. Pareceu envergonhado pela primeira vez. “Eu… eu não sei” ele disse baixinho.

Com inesperada ousadia, Lia se curvou em direção a ele e sussurrou em seu ouvido “É porque seu pintinho está durinho, meu amor?”

Mateus olhou espantado para ela. Como ela poderia saber? Mas ele não respondeu.

“Diz pra mim. Seu pipi está duro, não está?” Lia insistiu.

“Está”, Mateus admitiu, hesitante.

Lia sentiu um choque em sua buceta, e o perfume de seu tesão já alcançava suas narinas. Ela esticou a mão e tocou a calça jeans do menino e pegou o que ela queria pegar. “Está doendo, meu amor?”

“Hã… não. Não sei.”

“Eu posso te ajudar” Lia disse com uma voz rouca e sedutora, seu tesão borbulhando em seu corpo todo. “Você quer que eu te ajude?”

Mateus não respondeu. O garotinho estava totalmente dominado por novas e intensas sensações enquanto aquela mulher adulta massageava sua parte mais íntima com seus dedos longos, finos e delicados.

“Vem comigo”, disse Lia enquanto virava-se para a frente. “Vamos ver o que tá acontecendo”. Em pé, ela segurou a mãozinha dele e sentiu o menino hesitar por um segundo antes levantar-se e segui-la até o banheiro.

“Que sorte que o banheiro fica na parte de trás do avião e aqui está mais vazio”, ela pensou. Olhou ao redor do avião, e viu era seguro prosseguir com aquela loucura. Lia abriu a porta e apressou o menino antes dela mesma entrar.

Mal havia espaço suficiente para os dois. “Aqui, Mateus”, Lia desceu a tampa do vaso sanitário e conduziu o menino até ele sentar ali.

Atrevida, Lia soltou os últimos botões e abriu completamente sua camisa, bem diante do garoto. Seus seios fartos, redondos e atrevidos saltaram diante daquele par de olhinhos confusos.

“Eu sei que você viu os meus peitos. Foi por causa deles que você ficou de pipi duro?”, ela questionou enquanto se exibia. “Acha que eles são bonitos, meu amor?”

Mateus ficou paralisado. Não sabia o que dizer. Lia pegou a mão direita dele e conduziu até o seu seio esquerdo.

O menino sentiu calafrios de prazer ao sentir toda aquela maciez e fartura feminina em seus pequeninos dedos.

“Sente como eles são macios. Não é gostoso de pegar? Faz carinho nele… assim…”, ela terminou a frase com um suspiro, segurou o dedinho indicador e fez tocar seu mamilo rígido. “Olha como meu biquinho tá durinho por você, Mateus”.

O olhar do garotinho era de espanto, um estupor no semblante, como se tomado por uma febre prazerosa, esquisita e muito quente.

Antes de buscar o que ela queria, Lia soltou a mão dele, e num gesto vulgar e exibicionista, ergueu sua saia e mostrou, mais uma fez, sua bucetinha molhadinha enfeitada pelo bigodinho de pelos pretos.

“Gostou de olhar para a minha pepeca também?”. Mateus ainda era incapaz de responder.

“Eu queria ter mais tempo”, Lia divagou enquanto exibia sua xana, projetando o corpo para a frente e desejando encostar no rostinho dele. “Eu te apresentaria pra ela bem bonitinha, viu? Você iria gostar dela. Aposto que você e ela seriam bons amigos”.

“Quer dar um beijo nela?”, a mulher perguntou, excitada, ansiosa e sentindo que poderia perder o controle.

Mateus deu de ombros, confuso. Temendo perder o controle da situação, Lia decidiu mudar sua abordagem. O banheiro era apertado, mas dava pra ele ficar em pé no assento sem bater a cabeça no teto. Segurou o menino pelas laterais e conseguiu erguê-lo com facilidade.

“Agora vamos ver o que tá acontecendo com o seu pau” Lia murmurou com uma voz rouca de tesão. Mateus ficou parado, envergonhado de ter escutado algo que sabia ser um palavrão. Ele manteve as mãos ao lado do corpo enquanto ela abria sua calça com pressa, desajeitada, os dedos dela tremendo tanto que até se atrapalhou. Até mesmo os joelhos da mulher estavam flexionados involuntariamente com toda aquela ansiedade e antecipação.

Calça aberta, Lia se agachou e seus olhos ficaram na altura da virilha do menininho. Prendendo a respiração, ela puxou a calça jeans dele, seus olhos brilhando ao ver aquela cuequinha branca pequena e meiga. Escondia-se, ali, uma pequena mas evidente protuberância.

Em seu íntimo, Lia sabia que o que ela estava prestes a fazer era ilegal, mas aquele pensamento apenas jogou mais lenha na sua fogueira. Fisgando o elástico da cueca com os dedos, ela lentamente puxou para baixo e logo a cueca se juntou ao jeans ao redor dos tornozelos do garotinho.

Ela deu um suspiro de prazer quando o pênis do menino surgiu. Ele era perfeito. Um tubinho roliço de pele branquinha, com uma linda cabecinha rosada na ponta. Mateus não tinha mais do que 5cm de comprimento, mas aquela visão elevou a libido de Lia a uma intensidade inédita, algo que nenhum dos paus adultos que ela conheceu tinha feito até então.

A mão de Lia se moveu por vontade própria para acariciar gentilmente aquele pênis de bebê. O garotinho ficou tenso e se encolheu um pouco ao sentir aquele toque delicado e sensual.

“Não precisa ter medo, Mateus” ela o tranquilizou afetuosamente. “Não tenha medo”. A mão dela explorou toda a suavidade inocente daquele seu pênis imaculado, deliciando-se com aquela rigidez pueril. Ela não conseguia acreditar que algo tão lindamente infantil pudesse ser também tão inegavelmente sexual, todo um erotismo magnético naquela ereção obstinada.

Lembrando-se de uma cena de sua infância, Lia levantou o pequeno pênis de Mateus e o beijou delicadamente, pressionando o nariz naquela virilha macia e nua. Ela suspirou. Foi divino. Ela manuseou delicadamente o pintinho e saquinho, ainda tão pequenos e subdesenvolvidos e, portanto, impecavelmente lisos e desprovidos de pêlos.

Ela não conseguia resistir mais. “Não fica com medo, amorzinho”, ela insistiu antes de abrir a boca e engolir vorazmente aquele pintinho pequeno e ereto. A mulher de 25 anos saboreou aquele gostinho de inocência, deixando seus lábios se fecharem totalmente ao redor do diminuto tronco, sua língua alisando suavemente a parte inferior daquela pistolinha impúbere. Lia colocou na boca toda a extensão daquela masculinidade infantil com facilidade, e o garoto engasgou com aquele novo estímulo descoberto.

“Tá gostoso, não tá, Mateuzinho?”. Lia parou por um instante e ronronou apaixonadamente para o menino. Ele olhava para ela com seus olhinhos arregalados de espanto, alegria e inocência. Ela engoliu sua piroquinha mais uma vez, a buceta dela aflorando de prazer enquanto ela dava o primeiro boquete da vida daquele garotinho.

Enquanto mamava Mateus, os dedos de Lia desceram para debaixo de sua saia. Ela levou um dedo até seu clitóris e tocou, deleitando-se com poderosas ondas de prazer e energia sexual. Seu dedo médio entrou um pouco em sua vagina molhada, e imaginou que era o pintinho dele ali. Um gemido sensual e reprimido escapou de sua garganta, e ampliou o prazer precoce do menino, que sentiu as vibrações daquele gemido sensual reverberando em seu membro e virilha.

Lia perdeu a noção do tempo. Só existia uma coisa naquele momento: o pauzinho de Mateus, que dava repetidos mergulhos para dentro sua boca sexy, num vai-e-vêm repetitivo e uniforme. Seus dedos, ali embaixo, estimulavam impiedosamente seu clitóris inchado e sua buceta encharcada. O tempo não existia, horas poderiam ter se passado. Ela sentiu aquela conhecida energia sexual se acumulando dentro dela, prosseguindo para um resultado desejado e inevitável.

A mulher olhou para o garotinho e viu que a criança ainda a observava com olhinhos arregalados de prazer. Ela notou que as mãos do menino se remexiam, agitadas, inquietas, nas laterais do corpo dele. Ele não sabia o que fazer com as mãos. O minúsculo banheiro do avião agora estava saturado com seu cheiro de fêmea no cio. Faltava pouco.

De repente ela sentiu Mateus ficar tenso. Suas pernas tremeram forte. Lia deu para ele um presente inesquecível, o seu primeiro orgasmo. Era um orgasmo seco, impúbere e precoce, mas mesmo assim intenso e sexy.

“AAAAhhhhhh” Mateus engasgou surpreso quando aquela poderosa onda de prazer o pegou de surpresa. Lia pressionou com força seu clitóris, dominada pela excitação de fazer o menininho gozar. Seu próprio corpo começou a sucumbir a um orgasmo inclemente e impiedoso.

“Ah, ah, ahhhh…” Lia grunhiu sofregamente e sem deixar seus lábios se separarem do minúsculo cacetinho em sua boca, menininho e mulher gozando quase juntos, dezenove notáveis anos separavam suas idades. Toda aquela frustração sexual reprimida, de desejos ocultos pelo proibido, explodiram violentamente no corpo dela, tomada por um êxtase avassalador e sublime. Memórias do pintinho de Andrezinho passaram por sua mente enquanto seu orgasmo dominava seu corpo, tomado por convulsões orgásmicas.

“HUM N-n-nossa… NOSSA…”, exclamou Lia, suas palavras abafadas pelo pauzinho de Mateus em sua boca. Exausta, tirou o menino da boca e enfim sucumbiu, relaxando todo o seu corpo, soltando quase toda sua musculatura e ficando curvada no chão daquele minúsculo banheiro.

Recuperando o fôlego, Lia ergueu a cabeça para olhar para Mateus. A calça jeans e cueca ainda estavam dobrados em torno de seus tornozelos, e seu pintinho agora amolecia, começando a ficar penduradinho e desamparado, em cima daquele saquinho pequeno e sem pelos. Lia podia notar uma expressão de incerteza em seu rosto. Estava confuso, talvez até envergonhado.

Rapidamente ela se levantou e o abraçou, seus instintos maternais subitamente no comando. “Pronto, pronto, Mateuzinho”, disse ela, consolando e confortando, embora ele não parecesse exatamente chateado. Sem saber por que, ela continuou a acalmá-lo.

“Você… como você se sentiu, meu amorzinho?” ela perguntou acariciando as costas dele. Era um abraço bem apertado, ela pressionava o rosto do menininho contra seus seios. Havia eletricidade naquele toque íntimo de pele contra a pele.

“Hã…” Mateus hesitou.

“Meu amor, me conta… você ficou com medinho?”

“Um pouco”, admitiu Mateus.

“Ah, meu lindo, sinto muito”, ela o afagou. Lia hesitou por um momento, sentindo-se culpada. “Mas foi gostoso no final? Foi bom pra você?” Ela encarou os olhos dele, que pensou por alguns instantes.

“Foi” ele enfim respondeu finalmente.

“Meu querido, meu amorzinho, tô muuuito feliz”, disse Lia entusiasticamente, abraçando-o mais uma vez.

Ficaram em silêncio por um tempo, só se abraçando.

“Vem”, disse Lia. “Vamos voltar”. Mateus ficou paradinho obediente enquanto Lia se abaixou diante dele e puxou a cueca, não sem antes dar uma última olhada naquele adorável pênis. Enfim ela subiu a calça jeans, vestindo e arrumando o garotinho.

Espiando com a cabeça para fora da porta do banheiro, Lia confirmou que era seguro saírem, e os dois voltaram silenciosamente para seus assentos. Mateus sentou-se e olhou pela janela, admirando distraído aquele infinito céu azul e o cenário tão distante e minúsculo abaixo deles.

“Mateus” Lia disse depois de um longo período de silêncio. “Se alguém faz você se sentir bem, não há nada de errado com isso. Você me fez sentir bem e então eu fiz você se sentir bem, certo?”

O menino concordou.

“Não fizemos nada de errado”, Lia explicou. “Mas você tem que manter isso em segredo, tá bom? Se você não fizer isso, nós dois teremos problemas. Entendeu?”

Mateus concordou novamente. Lia sorriu para ele, pegou a mão do menininho e apertou afetuosamente.

Ficaram sentados em silêncio pelo restante do vôo. Quando o avião pousou, a comissária chegou e disse a Mateus que ele deveria pegar suas coisas e ir para a frente do avião para que ele pudesse sair primeiro. Seus avós já estavam a sua espera. O menino olhou primeiro para Lia, sem saber o que fazer. Ela acenou com a cabeça para ele, como se o autorizasse a obedecer.

Quando ele passou por ela, tudo que ela pôde fazer foi um carinho gentil em seu ombro. Então ele se foi, conduzido pela mão da atendente.

O restante do desembarque passou como um borrão para Lia. Sua mente estava atordoada com o que acabara de acontecer e seu cérebro precisava de tempo para organizar os pensamentos. Ela desceu do avião como se caminhasse no piloto automático e foi até a esteira de bagagens, sua mente nublada, alheia ao burburinho dos outros passageiros ao seu redor. Lia mal podia acreditar no que tinha feito. Seduziu um menino de pouquissimos anos de idade. Ela se perguntou se havia enlouquecido com essa atitude proibida e ilegal.

Ainda assim, ela não podia conter a euforia ao relembrar os detalhes daquela excitante viagem de avião enquanto esperava por sua bagagem.

Até que ouviu uma voz familiar atrás dela.

“Tchaaau!”

Ela se virou. Era Mateus. Ele estava do lado oposto da esteira de bagagens, acompanhado por seus dois avós. Eles já tinham retirado a bagagem da esteira e estavam se preparando para partir.

Mateus acenou para ela. Seu avô já estava se afastando e sua avó se virou para pegar sua mão.

“Quem é ela?”, ela perguntou afetuosamente ao neto enquanto Lia acenava de volta.

“Apenas uma moça muito simpática que conheci no avião”.

E Lia viu o menino desaparecer de sua vista, com um sorriso melancólico e profundo.

Fim (ou não).

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5 Comentários

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  • Responder Giba ID:h5hr3bp41

    Um dos contos melhor escritos do site! Parabéns! =)

  • Responder Paulina ID:1wgzxym4

    Eu tambem sou pe.dófila e adorei muito de mais o teu fermoso conto.
    Sonho um garotinho gostoso me-fodendo assim, e eu chupándo-lo. Maravilha!

    Buceta babando de tesão. Obrigada e parabéns, Madame! ♥

  • Responder Juquinha ID:830zlcf5m4

    Que magnífico jogo de sedução descrito.

    Parabéns pelo enredo!

    Por favor, continue!

  • Responder grisalho ID:g6313i49d

    Muito excitante, um dos melhores que li, parabéns.

  • Responder coringa127 ID:3nwpdwn849c

    muito bom,garotinho de sorte