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Perdi a virgindade com meu melhor amigo

1816 palavras | 1 |4.36
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Perdi minha virgindade com meu melhor amigo gordo e suado numa foda pig

Virei melhor amigo de Cláudio no segundo semestre do ano de 2021. Antes disso nós meio que tínhamos uma inimizade, não nos dávamos muito bem, todavia de uma forma ou de outra viramos amigos. Cláudio confiava muito em mim e sempre me falava sobre garotas, mas eu nunca lhe falei do meu segredo… Que eu era gay. E assim fui seguindo, pois não tinha muita necessidade dele saber.
O tempo foi passando e em novembro desse mesmo ano fui para casa de Cláudio fazer alguns trabalhos relacionados a escola. Ele morava com os avós. Eu não sei muito bem ao certo do motivo, mas isso não importa. Nesse dia em específico, a avó dele nos buscou na escola e fomos para sua casa. O avô de Cláudio estava voltando de uma viagem a trabalho e sua avó avisou que nos deixaria sozinhos pois iria buscar ele no aeroporto. Sua previsão de chegada era mais ou menos de 18h da noite, então teríamos o tempo do mundo para fazer tudo o que tinha que fazer.
Desde quando eu não era amigo dele eu sempre senti um certo tesão nele. Ele é gordo, pele clara, cabelos castanhos claro, voz grossa, sua muito quando faz atividade física… Fiquei com mais tesão ainda quando vi ele nos jogos internos da escola, jogando e suando, mostrando suas pernas bem cabeludas (o que me deixou com mais tesão ainda) e ficando ofegante pela correria. Com certeza seria nesse dia que eu iria tentar ter algo com ele, apesar de saber que ele era hetero.
Após almoçarmos, a avó dele deixou tudo organizado pra gente e partiu rumo ao aeroporto. Fomos para o sofá descansar do almoço e estava um calor muito forte, clima de verão, não é? Cláudio sempre teve uma mania de ficar coçando o saco por cima da calça, independente se está em público ou não, entretanto, como ele estava em casa ele enfiou a mão na sua calça moletom e coçou suas bolas suadas.
– Pô, foi mal aí, mano. Esqueci que você tava aqui.
– Relaxa, Cláudio. Eu sei que você tá em casa, se preocupa com isso não. – Falei bem sonso, pois queria que ele fizesse mais.
Continuamos a mexer em vossos celulares, e Cláudio continuava a coçar seu saco. O cheiro que subia toda vez que ele enfiava sua mão era uma delícia, estava morrendo de tesão. Eu queria muito era ter enfiado a mão ali dentro, mas como que eu ia fazer isso? Será que ele iria reagir bem? Esperei um pouquinho pra tomar coragem, mas nem foi preciso. Quando eu ia falar alguma coisa, ele se levantou e disse:
– Aí, Fernando, vou tirar a camisa. Tá um calorzão da porra. Tira a sua também, não tem problema nenhum.
Ele se levantou e retirou a camisa toda suada. Não conseguia parar de olhar pras gotas de suor que escorriam pela sua barriga grande. A puberdade parecia avançar bem por ele, tinha muitos pelos na barriga, uns pelos crescendo no peito e alguns ao redor dos mamilos. Suas axilas estavam bem peludas, demonstrando que ele não gostava muito de se depilar. Esse é o tipo de menino que eu mais tenho tesão. Não conseguia parar de olhar pra ele, estava com o pau crescendo no jeans.
– Ei, mano. Que porra é essa? – Disse ele risonho. – Gostou de me ver? Não sabia disso.
– Ah… Não… É que… Tá, eu confesso, não gosto de mentir para você. Eu gostei sim, Cláudio, eu sou gay. – Falei. Ele ficou me olhando, perplexo, mas aí continuei a falar.
– Sempre quis tentar ter algo com você, e vendo você desse jeito, com esse corpinho, esse clima te deixando bem suado… Deixa eu te dar uma mamada, vai. Aproveita o momento comigo enquanto tá só nós dois.
Ele ficou calado por um tempo, então se aproximou mais um pouco de mim, levou suas mãos a calça para coçar o saco, voltou a se sentar no sofá e olhou pra mim. Fiquei com medo de sua reação, mas vi que ele me flertava pelo olhar, observando minha boca e me vendo meio nervoso. Sua cabeça veio de encontro com a minha, seus olhos estavam fechados e eu repeti o mesmo movimento, pois sabia o que estava por vir. Estávamos dando um belo beijo, muitos estalos saíam de nossas bocas. Segurei o rosto dele e ele segurou o meu e continuamos. Ele parou um pouco, me puxou pro colo dele e continuamos a beijar intensamente. Sentir aquela boca estava uma delícia, suas mãos agora estavam em meu quadril e as minhas estavam na parte de trás da sua cabeça, acariciando seus cabelos e sua nuca. Numa parada rápida, Cláudio tirou minha camisa e revelou meu corpo pra ele. Eu sempre fui gordinho antes da puberdade, mas cresci e agora estava com um corpo quase magro. Meus braços estavam crescendo devido a academia, meu peito estava bem desenvolvido também pelo mesmo motivo. Sempre fui bem desenvolvido fisicamente, porém depilava algumas regiões do corpo sempre que podia. Uma delas era minha barriga, que estava com os pelos ralos por causa da gilete. Os pelos do meu peito também aparentavam o mesmo, mas minhas axilas estavam bem peludas também. Cláudio me olhou de cima a baixo e fez um sorriso bobo. Senti seu pau duro pulsar no meu. Então ele pediu pra eu me levantar, me levou pro quarto, me jogou na cama, subiu por cima de mim e continuou a me beijar. Nossos corpos estavam roçando um no outro, meu suor se misturava com o dele e o ajudava a deslizar melhor na hora de sarrar seu pau com o meu enquanto nos beijávamos. Minhas mãos seguravam suas costas largas e suadas e quando ele passava as suas em meu corpo. Beijava meu pescoço e eu gemia levemente.
– Tá gostando, é? Vou te mostrar algo que você vai gostar. – Falou.
Ele se afastou de mim, se levantou, tirou o resto de suas roupas e voltou à cama para tirar as minhas. Cláudio revelou seu pau durasso, que estava muito peludo e suado. Ele não se importou, apenas seguiu com o ato pois estava envolvido pelo tesão. Me virou de bunda pra ele, mas se surpreendeu pois não tinha depilado meu cu.
– Ué, Fernando. Pensei que todo viado depilasse o cu. – Disse rindo.
– Também pensei que nunca iríamos fazer o que estamos fazendo. Só cala a boca, Cláudio e faz o que você quiser comigo.
– Ah, vai se foder! – Continuou rindo. – Você é virgem, hein?
– Sou sim, mas espero que você me foda agora. – Falei e pisquei o meu cuzinho rosa pra ele. Continuei piscando enquanto ele abria mais e seduzi ele até cair de boca no meu buraco. Ele chupava e eu gostava, estava gemendo alto.
– Vem sentir o gosto do teu cu. – Ele disse.
Me virou e se deitou em cima de mim pra eu poder beija-lo. Depois voltamos para a mesma posição e ele foi enfiando seus dedos, sempre cuspindo naquela região. Ele tirou o seu indicador e o dedo do meio do meu cu e lambeu.
– Seu cu é uma delícia, Fernando. Vem sentir o gosto. – Ele se esticou e colocou seus dedos na minha boca pra eu chupar. Chupei bem gostoso como se estivesse chupando aquele pau gordo. Pelo visto ele gostou, pois puxou meus cabelos, me fez mudar de posição e me direcionou para seu pau peludo.
– Vem chupar esse pauzão.
– Sim, Claudinho. Eu quero ser seu brinquedo hoje a tarde.
Chupei o pau dele com toda a intensidade possível, embora eu me engasgasse às vezes, pois era minha primeira vez. Mas eu chupei com tanto gosto! Estava uma delícia sentir aquele sabor. Mas era mais gostoso ver meu melhor amigo gostando.
– Ai, caralho. Mama esse pau, vai, Fernando.
Quando senti que ele estava prestes a gozar, tirei seu pau da minha boca e disse provocando:
– Não quer tirar minha virgindade, Cláudio?
– Hehe, você é mesmo um putão na cama.
Voltamos a posição de antes, mas dessa vez era a piroca de Cláudio que me penetrava. Ele enfiou primeiro a cabeça, depois o resto do pênis. Parecia ter uns 16 cm. Ele foi colocando bem devagar e esperando meu corpo cessar, o que me causou pouca dor. Mas foi uma delícia. Não eram estocadas fortes, pois ele também era virgem, mas estava gostoso, eu tava gostando. Era delicioso sentir meu melhor amigo enfiando seu pau em mim, com seus pentelhos roçando nas minhas nádegas, os pelos do meu cu todos cheios de saliva, o suor do nosso corpo escorrendo. Eu realmente estava gostando.
– Caralho, eu vou gozar.
– Goza dentro, vai, por favor.
– Arre…! Caralho, que cu gostoso.
Senti todas as espirradas de porra no meu cu, aquele líquido quente e seu pau ficando mole lá dentro.
– Não quer provar do seu leitinho? – Disse.
Ele enfiou a cabeça no meu, de novo, pediu pra eu fazer força pra todo leite sair e sugou toda sua gala do meu cu. Depois de engolir um bocado, me sugeriu:
– Vem sentir esse sabor também.
Ele me beijou e compartilhamos de sua porra, que antes estava no meu cu. Nos beijamos até a porra se misturar nas nossas salivas e sumir.
– Falta você gozar ainda.
– E o que você me sugere pra eu derramar meu leite?
– Goza no meu peito, vem.
Ficamos em posição de 69 e Cláudio começou a masturbar meu cu enquanto eu mamava sua rola gozada. Ele enfiava seus dedos e lambia. Estava uma delícia, eu gemia pra caralho. Sua piroca tava com um gosto muito bom melecada com sua porra. Eu gemia com ela na boca.
Cláudio começou a me dedar como se estivesse tocando siririca em uma buceta, o que me fez gozar muito em sua barriga.
– Olha a sujeira que você fez, mano, rsrsrsrs. Vem limpar essa sujeira, vem.
Obedeci e lambi tudo. Depois que terminei, encostei minha cabeça sobre seu peito e disse:
– Próxima foda vamos foder mais intensamente.
– Você precisa vir mais vezes pra cá…

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