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O Ex-Dono da minha esposa saiu da cadeia

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Nunca entendi bem esse desejo de ser corno. Ficar contente por saber que a esposa gozou horrores na rola ou na mão de outro cara. Ué, não sentimos prazer pelas nossas conquistas e dor pelas derrotas, perdas? Pois bem, no meu dicionário ser corno é o equivalente a uma derrota, coisa de perdedor.

Mas, a verdade é que eu precisei recorrer à garrafa de whisky. Mesmo sendo um cara saudável e muito bem de dinheiro. E casado com a Glenda. Uma moça sorridente e geralmente de bom humor, desejosa, ansiosa para agradar. E gostosa…o seu corpo com os grandes seios piram os machos quando ela usa um vestido justo. Cabelos longos e negros, olhos brilhantes, coxas grossas e a principal característica de Glenda, uma baita de uma uma bunda enorme, carnuda, gorda. É impossível olhar para Glenda e não reparar em seu rabão. A Glenda até poderia não ser a mulher mais atraente do universo para alguns gostos mais refinados e inclinados as mulheres bem magras, mas eu sem dúvidas me dei por mais do que satisfeito.

Ok, então qual o problema? Por quê recorrer ao whisky?

Para começar eu tinha a sensação recorrente que Glenda me amava, mas nunca seria realmente apaixonada por mim. E existe uma diferença sutil nisso. Aquele por quem ela realmente foi uma mulher apaixonada, Douglas, havia sido seu primeiro namorado até cinco anos atrás. Eu acreditei em todas as ocasiões que ela dizia me amar e que eu era o melhor homem que ela já conheceu na vida, aliás, me encho de alegria sempre que ouço tudo isso…mas, eu sabia que com o Douglas foi diferente. Quanto mais eu conhecia dessa história, maior era a certeza que minha mulher sentia uma espécie de vício por ele.

Oh, um grande homem? Não! Um perfeito idiota, um bosta muitos diriam. Mas no fundo se tratava de um cara dominante e calhorda, jeitão de rockeiro das antigas com o cabelo estilo Keanu Reeves até o pescoço. Aliás, é assim que ele se parece, um Keanu Reeves versão pobre e fudido, que puxou um tempo na cadeia.

Minha esposa e o Douglas terminaram por causa disso, aliás. Quando ele precisou de um álibi, Glenda em momento de rara luz e consciência pôs a cabeça no lugar e não testemunhou em seu favor. Ainda se viram uma última vez que serviu para ele espancá-la, deixando vários hematomas como lembrança da caliente paixão.

Claro, fui descobrindo e tomando conhecimento de todo seu passado aos poucos, até porque minha mulher durante o início do nosso namoro tinha crises de choros, e acabava por desabafar comigo coisas que talvez não tivesse intenção de revelar num primeiro momento.

Eu prossegui com o relacionamento porque tirando essa mancha do passado, de longe nenhuma mulher me fazia feliz como ela. Chega até ser estranho uma mulher grande e vistosa se portando com toda essa entrega e quase submissão que demonstra no dia a dia. Inclusive no sexo. Eu me senti o homem mais feliz da Terra desfrutando dos seus dotes sexuais e talento para toda sorte de peripécias e perversões, a unica coisa que Glenda nunca me pertiu fazer com ela foi sexo anal, segundo ela essa era uma pratica que ela não gostava e era contra… no entanto, com o tempo percebi que ela foi adestrada e amestrada pelo dito cujo. Provavelmente, Glenda seria servil e uma puta na cama para todo e qualquer homem que estivesse a controlando dali em diante.

Mesmo assim não liguei, dizia para mim mesmo que eu até deveria mandar um presente para o tal Douglas por ter feito um trabalho psicológico tão completo. Mas é verdade que me ressentia ocasionalmente, sim.

Porém, o circo sempre volta à cidade, e Douglas estava de volta também. Aparentemente foi solto de vez e após algumas semanas deu um jeito de entrar em contato com a minha esposa. Pude notar em seus olhos e pelos movimentos elétricos e incontidos que ela deu ouvidos, e que haviam decidido conversar sobre as velhas mágoas e fazer as pazes. Eu não soube previamente, mas ela me contou que foram a um restaurante juntos e conversaram sobre tudo, o objetivo é que pudessem continuar com suas próprias vidas agora em paz.

Apesar de revoltado pela decisão dela de revê-lo, é bem verdade que eu desejava desesperadamente acreditar que finalmente virariam a página, e que isso serviria para erradicar as recaídas de infelicidade da minha esposa. O meu interesse era o de tê-la por inteiro dali adiante.

Mas no fundo eu sabia que não seria tão fácil. Oh, não. Pois Douglas é um cara totalmente sem moral ou sentimentos, e Glenda era uma moça atraente que ainda faria qualquer coisa por esse maldito homem. Em algumas ocasiões ela relutantemente me confessou que ainda sonhava com o passado deles. Dentre as conversas acaloradas e cheias de ciúmes que todo casal vez ou outra tem, fiquei sabendo que o jeito áspero e rude, e o tamanho do seu pênis a subjugavam. Minha esposa explicava que foi uma mocinha boba e que tais qualidades a dominaram na época, mas eu sou experiente o suficiente para saber que amor de pica é uma praga difícil de se lidar e não some facilmente.

Resumindo, eu sabia que ele poderia tê-la nua e de joelhos sempre que quisesse. E ela cederia por causa da maldita paixão.

A minha cabeça ficou a mil e me peguei dividido entre fazer ameaças e dar ultimatos, ou tentar levar na boa e monitorar a situação. Cheguei certo dia a anunciar que pegaria minhas coisas e iria embora para que nunca mais me visse caso ela continuasse a receber e ler as mensagens que o maldito enviava, mas depois maneirei o tom porque batia o receio de ver justamente o contrário: ela abandonando a nossa casa.

Ficamos nessa tensão por um tempo, mas eu sou homem trabalhador e preciso dedicar tempo ao meu serviço, não conseguia monitorar de tudo. Uma tarde de sexta eu chego em casa e não encontro ela. Ligo no celular, mas ela só me responde via mensagem dizendo que está fazendo compras e chegará mais tarde. Eu duvidei, dolorosamente.

Bateu 3:30 da madrugada quando escutei a porta abrindo e fechando, fazendo martelar ainda mais a minha dor de cabeça. Ela foi até o quarto e parada na porta ficou me olhando, ciente das minhas suspeitas. Óbvias. Ficou quieta com uma cara de cachorro perdido, esperando que eu falasse alguma coisa:

“Então é isso, mulher…você está caindo fora, resolveu que vai me largar e se divorciar de mim por causa dess…”

Fui interrompido:

“Não! Não…nunca irei me divorciar de você, querido. É que eu…você entende, eu tive qu-que…” E gaguejou, olhando para o chão.

“Teve o quê? Fala!”

Glenda começou a chorar, um pranto quente de lágrimas que escorriam pela face:

“Eu só queria ganhar o perdão dele!”

“O que? Perdão pelo quê, porra?”

“Perdão, sim…por eu não ter ajudado ele quando mais precisou…por eu ter botado ele na cadeia! Você entende o que é estar preso?!”

Não, eu não conseguia entender como ela seria culpada pelos atos criminosos e pelo estilo de vida errático daquele sociopata. Mas, eu sabia o quanto a mente dela já foi viciada e dominada pelas merdas do ex-namorado.

“Você não é culpada, Glenda…caramba já te disse…”

“Querido, entenda o que eu sinto! Eu só quero que ele me perdoe por ter sido uma traíra…todo dia eu peço perdão internamente…mas e-ele…ele não…”

“Ele o que, Glenda?”

“O Douglas diz que não confia mais em mim!!” E se pôs a chorar derradeiramente.

Foi uma das visões mais perturbadoras que eu já tive na vida de casado. Glenda chorava com toda honestidade do coração, sim, ela realmente se sentia culpada pelos infortúnios do ex-namorado, mesmo que fosse um absurdo sequer pensar assim. Eu saí do quarto a deixando em prantos no chão, sabia que não iria mais dormir e fui fazer um café.

Na cozinha fui pensando se eu deveria cumprir o meu ultimato de deixá-la – já que pelo horário evidentemente deve ter passado algumas horas na companhia daquele filho-da-puta – ou se deveria manter meu casamento. Segui com outra linha de raciocínio, pensando que talvez aquela fosse uma oportunidade de ouro para colocar um ponto final na presença fantasmagórica daquele marginal, pairando sobre o nosso matrimônio. Voltei até ela:

“Vem cá, Glenda…tudo o que eu quero é você se preocupando com a minha felicidade, e eu com a sua…exclusivamente.”

“Sim! Sim! Eu também quero isso!”

“Então, vamos combinar o seguinte! Que você faça o que for necessário para ficar de boa ou finalmente ganhar o perdão desse cara, desde que isso te traga felicidade de uma vez por todas…”

“Ai, amor…”

“E depois disso seremos só nós dois, e eu não admitirei…outra coisa, outra pessoa. Você entendeu.”

Glenda pulou no meu pescoço beijando todo o meu rosto, me dando um banho de lágrimas grudentas.

“Você vai me aceitar mesmo, amor? Depois que…que a gente botar um ponto final nisso?”

“Sim, mas por que o aceitar? Te aceitar…pelo que exatamente?”

“Ele…o Douglas…essa noite ele me pediu para chupar o pau dele. Ele queria…para demonstrar que eu realmente tenho vontade de fazer as pazes.”

“E você…caralho! E você?”

“Eu fiz, eu chupei! Desculpa! É que ele…ele ameaçou que eu nunca mais o veria!” Ela me disse com o rosto extremamente vermelho de vergonha ou nervoso, voltando a mais uma carga de choro. Pude sentir o seu perfume sumindo e o hálito quente, provavelmente por ter engolido a porra daquele ex-presidiário.

Sempre tive receio disso, que ela se entregaria assim que o maldito aparecesse. Não, não senti tesão, não tenho desejo de ser corno. Aquilo me doeu. Mas era óbvio que o novo envolvimento da minha mulher com seu ex, e do jeito que o relacionamento entre os dois foi, levaria ao adultério.

“E por acaso você fez até o final…deu pra ele, também?”

“Não, isso não…que vergonha, me desculpa amor! Me desculpa!” Ela caiu de joelhos no chão do quarto.

“Você foi à casa dele? O que mais aconteceu, cacete?” Eu sabia que ela iria até o fim. Aliás, a quem eu queria enganar, eu sabia que Glenda ansiava por isso e desejaria ser fodida por ele mais uma vez. Nessa hora a minha mente começou a rodar seus truques e racionalizar, “afinal de contas minha mulher não esteve nos braços de um cara novo que ela conheceu por aí, foi o ex-namorado etc etc”…talvez seja assim que funcione a mente de um corno manso. Criando desculpas esfarrapadas.

“Não fui não, amor..eu…quer dizer nós fomos até o banheiro masculino do bar, e…”

“E o que?”

“Ele me prensou contra a parede e eu chupei…ele meteu lá.”

“Então ele te comeu?”

“Não…meteu na minha boca. Forte, como ele gosta.”

Como eu gosto também, ela esqueceu de complementar.

“Ele terminou…gozou ali no banheiro mesmo, e depois saímos de lá. Eu não fui até a casa dele!”

“Ah tá. Mas nem a merda do seu boquete foi suficiente para ganhar o perdão? Que desgraçado exigente!”

Minha esposa choramingou um pouco mais: “Na verdade, ele…ele disse que eu estava enferrujada e não chupava mais tão bem quanto antes…mas que valeu por eu ter demonstrado o mínimo de boa vontade…”

Eu me enchi de raiva e quase taquei uma bica, um chute nela.

“Pode me chutar, pode me bater! Eu mereço…sei que sou um lixo!”

Mas eu não o fiz, pois se o fizesse me rebaixaria ao nível do Douglas e não tinha intenção disso. Pelo contrário, tudo o que desejava era fazê-la botar uma pedra nessa história e seguir bem a vida dali em diante.

Glenda finalmente foi tomar um banho e adormeceu, e nos dias seguintes aguardamos um novo contato do seu antigo ou eterno dono, aparentemente era assim que ele sempre se comunicou com ela: a procurando quando batia vontade.

Pairou uma tensão velada nos dias seguintes, aquela sensação de esperar por uma notícia trágica. Minha mulher sempre que me via engatava um abraço, ousando pegar no meu pau para iniciar um boquete, mas eu a interrompia já que me fazia sentir humilhado. A lembrança do que eles fizeram no banheiro do restaurante ainda era muito viva.

No entanto, não pude evitar que ela se juntasse a mim no banho. Comi ela escorada nos azulejos do box com força, gozando muito até pelos tantos dias de jejum.

E foi exatamente após duas semanas de espera que sentei na cama com um nó na garganta e outro no estômago, assistindo minha querida esposa se arrumar para uma noite com seu ex-namorado. Ex-presidiário. Ex-tantas coisas.

Sim, se vestiu bem sexy com botas de couro, escolheu um vestido azul apertado que exibia bem o seu decote gostoso e o contorno da sua enorme bundona. Não a vi escolhendo roupas íntimas e logo me dei conta, iria sem. A cena foi completada pela nuvem de perfume enquanto a via no espelho caprichando no batom vermelho. Trocamos olhares, e me irritou como ela era capaz de estampar um olhar preocupado e triste, mas rapidamente desfazê-lo para atentar aos detalhes da roupa e da maquiagem.

Senti medo. Medo do futuro.

“Bom…eu estou indo, querido.”

“Certo, e…volta quando dessa palhaçada?” As palavras já escapavam com dificuldade da minha boca. O meu semblante devia transparecer derrota.

“Eu realmente não sei…não depende de mim, você deve imaginar.” Sim, eu fazia ideia que ela estaria sob total controle dele. Não meu, não dela.

“Amor, posso te pedir algo? Posso?”

“Diga, Glenda…”

“Se eu precisar te ligar ou me der vontade de conversar com você…você estará aqui por mim?”

“Sim.” Disse, relutante.

Nos beijamos tal como um pequeno adeus, e com um estranho “Até amanhã!”. Liguei a TV, mas não conseguia assistir porcaria nenhuma então peguei a garrafa de whisky. Beber de nada ajudou, passei a delirar com os dois se engalfinhando, as mãos daquele merda retornando a explorar os deliciosos peitos da minha esposa, sua língua cutucando o grelo e os lábios vaginais dela, fui suando em bicas. Resolvi tomar um café forte e fazer qualquer coisa produtiva, lavei os pratos, liguei o computador. Mas a angústia permanecia.

Quando o meu celular bipou quase tive um ataque do coração. Corri até o sofá para pegá-lo, batendo a perna na mesinha ao longo do caminho. Mensagens do Whatsapp, era a Glenda. Ela mandou um oi seguido de algumas imagens que tirou, bem explícitas: Minha mulher estava em um banheiro apertado, com olhos avermelhados, lábios inchados e rímel manchado. O seu cabelo já desgranhado e o principal, seu lindo rosto coberto por gotas e flocos de esperma. Fios de baba pendurados em seu queixo.

Meu coração batia como a bateria da Salgueiro. Me vi arfando no sofá, enojado e envergonhado pelo que minha esposa passava, enciumado e levemente excitado com aquele turbilhão de emoções.

“Acabei de transar. Mal posso falar agora…mandei mensagens.”

“E está voltando pra casa?” Respondi, buscando um alívio para o tormento.

“Não…ainda não. Estou fazendo uma pausa antes que ele reclame o buraco número dois!”

Aquilo era muito humilhante. Qualquer traço de tesão que eu possa ter sentido desapareceu ali. Como assim o buraco número dois? Que desgraça era aquela? Como ela podia ser tão cara de pau? Na verdade só então eu entendi ela nunca me deu seu cú, não porque ela não gostava de anal, mas porque aquela bunda grande era um previlegio só dele, só ele poderia sentir aquele prazer. Eu só me sentia impotente e humilhado. E com uma grande raiva sem vazão.

“Ele disse que eu estava linda. E me beijou :)”

Incapaz de comentar o que realmente senti ao ler aquilo, repliquei apenas por receio de perdê-la por completo: “Mas e você? Como você está se sentindo, aí?”

“Ah. Assustada. Humilhada. E com tesão também. Tenho que ir agora, não posso deixá-lo esperando pra não ficar bravo!” Glenda respondeu rapidamente.

Nossa breve interação me deixou completamente incapaz de pensar em outras coisas. Fui até o banheiro pensando estar com caganeira, mas nada fiz. Sentei-me no chão encostado na parede fria, e deixei que todas as imagens viessem à tona. Eu visualizei seus corpos envoltos num abraço apertado, as mãos dele caminhando pelo vestido dela, apertando sua bunda antes de encontrar o caminho para a gruta úmida. Os ronronos sexy que ela sempre faz quando eu toco seu clitóris, provavelmente se transformaram em rugidos de felina no cio em suas mãos de cafajeste.

Eu sabia que o filho-da-puta não estava sendo gentil com ela, mas tive dificuldade em visualizar como ele a domaria. Que tipo de jogos mentais ele impunha? O safado atiçaria ela pela buceta, talvez deslizasse dois dedos enquanto estavam de pé, depois mandasse que ela própria enfiasse a mão inteira na buceta, alargando como uma vadia.

Dominante, ele manteria o contato visual, a outra mão brincando com aqueles seios maravilhosos, talvez a agarrando pela garganta enquanto Glenda se contorcia e sarrava seus quadris. Eu tentei o meu melhor para imaginar o tipo de foda brutal que ele entregaria a ela, o tipo de foda brutal que minha esposa ansiou o tempo todo…dele.

O tempo foi passando e eu permaneci envolvido nessa dança imunda entre minha esposa e o vagabundo. Foi seu ex-namorado, mas agora seria o quê, seu amante? Tecnicamente eu seria um corno, mas não queria ser um…me forçava a acreditar que apenas consertaria um tremendo equívoco do passado, um erro da mulher que amo, um passo necessário para a tão desejada paz e felicidade. O problema é que nenhum desses nobres sentimentos cobriam a realidade de que o desgraçado estava currando minha mulher tal como um maníaco. Seu pênis, aparentemente maior que o meu, martelando sem piedade, comendo aquele cuzão que eu sempre quis e ela sempre me negou, enquanto a vadia gemia e gozava como nunca.

Ela adorava dar de quatro, então certamente foi ele quem a viciou na posição, não? Douglas devia estar puxando o cabelo dela ou empurrando o rosto para baixo no travesseiro? Batendo na sua bunda até que uma onda de orgasmo a atingisse, sacudindo seu corpo até o limite.

Peguei uma toalha para enxugar o meu rosto das lágrimas que o banharam, e foi justamente quando o meu celular bipou novamente. Veio outra foto dela no banheiro, desta vez com o vestido amassado e prensado na altura da cintura, ela ainda usando as botas. Glenda parecia visivelmente exausta, encostada na parede com seu corpo avermelhado e brilhando por estar embebida em suor. Sexy como o inferno, usada como uma puta.

Hematomas nas coxas e marcas de apertos e tapões estampando seus peitos eram prova do espancamento que ela havia sofrido, mostrando que a transa foi ainda mais selvagem do que na pior das minhas alucinações.

O que mais me enojou foi notar um certo olhar de satisfação nos olhos dela. Satisfação por conseguir ser usada de tal maneira.

“Para o buraco final. Espero que eu sobreviva!” Ela enviou. Eu nada respondi.

Recorri a mais uma dose do whisky. Não que fizesse muito efeito a esse ponto. Longos minutos se passaram e eu esperava que Glenda me enviasse uma mensagem para dizer que “finalmente acabou” ou algo semelhante. Mas não, em vez disso recebi uma série de fotos obviamente tiradas por Douglas.

A primeira a exibia toda estendida sobre a cama, parecendo desmaiada. Então a outra mostrou um close de seus peitos, e na próxima veio Glenda segurando os peitos pesados com os mamilos bem vermelhos e atiçados, provavelmente por terem sido chupados e mordidos pelo calhorda. Em seguida, uma foto do seu rabo bem aberto e besuntado de porra. Sim, ele havida metido no cu da minha mulher.

E finalmente, enviou um pequeno vídeo no qual a rola dele arrombava o seu ínfimo orifício anal, com direito a uma trilha sonora fornecida pelos gemidos grutais da Glenda, alternados somente por ocasionais gritos agudos de dor. O vídeo encerrou com Glenda se virando para abocanhar a rola suja sem hesitar, e o fez ansiosamente, demonstrando pura luxúria animalesca nos olhos vermelhos de puta usada.

Eu ficaria embasbacado por horas, repetindo o vídeo, se não fosse pela curta mensagem que se seguiu:

“Eu terminei o que tinha de fazer com esse lixo. Venha buscar ela, se quiser.”

Taquei o telefone longe. Não iria me humilhar ainda mais, muito menos ir bater à porta daquele amaldiçoado. Além disso, Glenda tinha carro e o usou para chegar no muquifo onde o verme mora. Que ela voltasse grógui e desgrenhada para a casa.

Passaram umas duas horas até eu ouvir o carro dela encostando. Porém, nada dela sair do carro.

Esse tal Douglas podia me considerar um corno, mas nunca me teria como covarde! Peguei minha pistola Taurus TH de 18 tiros e abri a porta, mirando no para-brisa do carro. Glenda berrou, e saiu do carro catando cavaco, Douglas que estava de motorista riu, mas ergueu as mãos:

“Vai fazer o que com essa arma bonita? Já usou uma na vida?”

“Ainda não…mas que tal hoje, que tal agora? Seu filho-da-puta!”

Ele riu, de leve: “Cara, você sabia onde a Glenda estava e com quem estava…e você está prestes a descobrir que eu sou um homem de palavra!”

“Palavra? Que palavra?”

“Eu não quero mais ver essa vadia…eu e você sabemos que se eu nunca mais der as caras, ela não vai te trair né…”

No fundo não dizia nenhuma mentira. Eu estava mais intrigado com ele no banco do motorista do carro da minha mulher, carro que por sinal eu a ajudei a comprar:

“Então vaza daqui, porque eu já não tenho mais paciência e vou apertar a merda deste gatilho! Porra!”

Douglas botou a cabeça para fora, como se quisesse verificar se os vizinhos tinham acordado e acompanhavam aquela cena, depois voltou a rir sarcasticamente:

“Então é isso! Adeus pra vocês dois! Cuida bem dela…coma bem essa buceta! Fui.”

O desgraçado engatou a ré, esterçou, e voltou pelo caminho de onde veio. A cadela da minha esposa correu para dentro de casa e eu fui atrás, com a pistola na mão.

“Por que esse bosta foi embora com o teu carro?”

“Pre-presente….foi pre-presenteee!”

“Você deu seu carro, ou melhor, o carro que eu paguei para o vigarista que te enrabou, é isso sua puta?”

“Foi! Foooiii! Me perdoa, me perdoaaaa!!” Glenda se jogou aos meus pés, chorando de soluçar. Douglas havia cobrado que ela entregasse o carro, além do cu, para saldar a “dívida” e finalmente conceder o seu tão valoroso perdão.

“Você não tem nenhum respeito, é isso? Nenhum respeito pelo marido? Sua vadia! Não respeita o dinheiro que eu boto em casa pra mantém teus confortos? É??!!”

“Me desculpaaa!! Faz o que quiser comigooo!! Me bate, me bateee! Eu quero que você quebra minha cara porque eu mereçooo!!”

Eu dei uma bica que a fez morder a própria língua e sangrar, felizmente não quebrando nada. Glenda mesmo assim voltou a buscar meus pés pedindo agora o meu perdão, clamando que eu continuasse a fazer o que bem entendesse com ela mas que por clemência, não a deixasse só:

“Por que você não quer que eu te deixe? Hã? Hein?”

“Você nããoo meu amor! Você nãooo! Você é diferenteee!”

Aquilo me irritou profundamente. Diferente em quê, de quem? Mais bonzinho, era isso? Eu a peguei pelos cabelos e a levei até o quarto. Tranquei ela lá dentro e saí de casa.

Não lembro bem o que fiz naquele sábado, mas regressei domingo de manhã encontrando Glenda banhada, de pijamas, com a cara amassada de chorar ou de dormir pouco. Ela estava ajoelhada no chão a minha espera, literalmente como uma cachorra.

Passei dias a usando assim, ou melhor, deixando que ela se portasse como um animal obediente para mim. Ela me servia nas tarefas práticas do convívio em casa – coisas das quais sempre se encarregou, na verdade – e também sexualmente. Fodia ela como queria, porém na maioria das vezes por iniciativa dela própria ao tentar me agradar e me dar prazer. Fodia sua boca e depois me arrependia, com receio que isso a fizesse lembrar daquele merda.

Mas, de todo modo ela já possuía um extenso passado com ele na época que nos conhecemos.

Voltamos a uma rotina próxima do normal com algum custo, no entanto eu não dedicava carinhos ou atenção emocional para minha mulher. Quando nosso aniversário de casamento se aproximou, Glenda passou praticamente um sábado inteiro fora e ao regressar disse que tinha algumas surpresas para me mostrar.

Ela havia encurtado levemente o cabelo e adicionado luzes loiras, algo que sempre sugeri que fizesse mas por muito tempo relutou pois tinha receio de mexer nos cabelos. Depois, trajando uma nova lingerie acompanhada de uma coleira, me revelou duas tatuagens.

Eu não sou fã de tatuagens, mas acho particularmente sexy as mais discretas e feitas nos pés, tornozelos, costas. Glenda fez uma sobre os pés, e a outra me surpreendeu: Ela copiou a minha rubrica que utilizei na nossa certidão de casamento e fez uma pequena réplica na virilha, próxima a sua buceta.

“Eu pedi um dinheiro para o meu pai…para ressarcir a merda que eu fiz com o carro. Depositei na sua conta, amor!”

“Não precisava ter feito isso…” Respondi, sem encará-la nos olhos.

“Eu te amo! Diga o que mais eu preciso fazer para provar que você é meu dono?”

“Eu não sou o teu dono, Glenda…”

“É sim! Eu te juro! De agora em diante você é!”

Andei pela casa nervoso, ela ficou me aguardando vestida daquele jeito e sem se mover. Retornei e lhe disse:

“Nunca mais eu direi que te amo…nunca mais…”

“Não me importa. Porque eu já sou sua!”

Transei muito com a Glenda o restante do final de semana. E a tratei como um pedaço de carne. Mas…é disso o que ela gosta, então o fiz sem remorsos.

Mudamos de endereço, fomos morar em outro bairro. Vetei que minha esposa mantivesse contato com amigos e amigas mais remotos, da época do ex. Não sei se isso funciona na prática, mas quis impor certa ordem e limites. Glenda não reclama, parece feliz, e está mais tranquila e mais satisfeita do que antes.

Transamos mais, bem mais. De vez em quando eu espanco sua bunda de propósito, usando qualquer pequeno equívoco como pretexto. Todo dia ela faz questão de dizer que me ama. Enquanto eu…talvez um dia voltarei a lhe dizer o que sinto: o mesmo

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6 Comentários

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  • Responder grisalho ID:g6313i49d

    Ótimo, muito bem escrito, descrições perfeitas, parabéns.

  • Responder Juca75 ID:8efjychfid

    So faltou vc falar si comeu o cu dela , que ela sempre ti megou, e ai?

  • Responder Avaliador de Contos ID:1dawlygb0b

    Historia com um bom enredo cativante 10/10… continue

    • Sabrina ID:830xyuf0qk

      Muito bom, era isso que tava faltando nos contos ultimamente, boas descrições das cenas de sexo, o povo fazia toda uma novela de ladainha ai quando chegava a cena de sexo dizia 4 palavras e pronto, o seu conto é excelente por isso a descrição da cena é formentada e suja, é algo realmente prazeroso de ser lido e por mais que perca tempo com devaneios do marido, isso não desabona seu conto, parabéns e obrigado a muito não tenho o prazer de ler um conto assim.

  • Responder Silva ID:1cdkmce96i9

    Belo conto mas ias deitando tudo a perder o que ela é aprendeu com seu ex dono e tu deves deixa la esporadicamente ser usada pelo ex para melhorar e agucar te mais o apetite.

  • Responder Dae ID:on90yw7b0c

    Porra, Isso daqui é bom Demais