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Minha cunhada não resistiu, e meu irmão arrombou seu cuzinho também

3055 palavras | 2 |4.41
Por

No domingo a tarde passado, eu e minha esposa fazíamos um social para Helena minha cunhada, e seu marido Marcelo. Eles ficavam muito a vontade quanto vinham nos visitar. Colocavamos o papo em dia, e bebíamos algumas taças de vinho. Quando, de repente aparece meu irmão. Aquele que não avisa quando vai na casa da gente.
O Braz é um cara divertido, estilo cafajeste. Tem uma má fama, a de comedor de mulher casada. Minha esposa já tinha experimentado a rola dele, contei esse caso no conto chamado:” Minha esposa não resistiu, e meu irmão arrombou seu cuzinho

Quem não leu procura aí.

Bem, meu irmão entrou na conversa e logo já dominava o ambiente. Com seu carisma, e bem humorado, contava piadas para todos se divertirem.
Minha cunhada não gostava do olhar malicioso do Braz. Ela dizia que ele olhava de uma forma, que parecia que ela estava pelada.
Entre taças de vinho e petiscos, as atenções era na direção de meu irmão. Ele tinha um jeito de conversar diferente, falava sobre tudo, mas o que gostava mesmo era quando o assunto era sexo. Falar de sacanagem, era seu tema favorito. Porquê as mulheres gostavam de ouvir o jeito dele de falar, aquela forma cafajeste de ser. O Marcelo aproveitava para se gabar um pouco dos anos de juventude.
Chamando ele a parte, perguntei se ele ficaria para dormir. Ele disse que sim, porquê iria foder a irmã de minha mulher.
Como assim? Questionei.
Então, com a maior cara de pau, respondeu: você ouviu quando ela falou pra irmã, que nunca fez sexo anal com o Marcelo?
Pois é, será eu quem vai tirar o cabaço do cuzinho dela hoje a noite, assim como tirei o cabaço do cuzinho da tua esposinha mano. Falando nisso, podemos dormir juntos os três hoje, concluiu.
Não acreditei que ele jogou na minha cara que comeu a bunda de minha esposa primeiro que eu. Tive que reconhecer o talento dele nessa questão. Puta que pariu!
Minha mulher foi com o Marcelo para cozinha preparar alguma coisa pra comer. O Braz assentando ao lado de Helena pergunta na lata: eu ouvir direito, você nunca fez sexo anal com ninguém?
Ela de boa, com um olhar penetrante, respondeu: é verdade, nunca tive vontade, nem curiosidade, e não sei o porquê os homens tem tanta vontade em pegar uma mulher por trás.
Eu estava assentado na outra poltrona bem em frente deles, com o celular na mão fingia que não estava escutando nada.
Então, o Braz falou baixinho: você acredita que será possível, que você tenha sido mal comida todo esse tempo?
Mas, eu posso resolver isso ainda hoje, se você tiver coragem, é claro. Pois, vou fazer com você algumas coisas que você nunca fez antes, experimentará um prazer que nunca teve, e pedirá, quase implorando para que eu coma seu cuzinho.
Ela assustada, não esperava essa reação da parte dele, disse: ficou maluco, meu marido tá logo ali. Você quer que eu chame ele, pra conversar sobre essa proposta indecente? Nunca você vai tocar no meu corpo, você é muito abusado, e me respeita. Não dei nem para meu marido. O que faz você pensar, que um dia vou querer alguma coisa com você?
Meu irmão, se sentindo desafiado pela minha cunhada, rebateu: não seja por isso, eu conheço o tipo de mulher como você, gosta de se fazer de difícil, mas na verdade gosta mesmo é de uma boa sacanagem. Você tá precisando de um homem de verdade, que te dê um trato bem do jeito que eu gosto, e vem cá.
O Braz agarrou firme pela cintura dela, passou a mão entre suas coxas, não deixando ela sair. Forçando a mão entre suas pernas, alcançando sua bucetinha.
Ela tentava tirar a mão dele de entre suas pernas, deixando um dos seios pular pra fora do vestido. Que maravilha, dava vontade de meter a boca, e chupar gostoso. Sempre tive um desejo por minha cunhadinha, porém, sem coragem pra tentar alguma coisa.
Ela pediu pra eu conter meu irmão, pois, o efeito do vinho estava subindo para cabeça dele.
Chamando o Braz, levei pro banheiro, como tivesse dando uma bronca nele.
Voltei para vê como Helena estava reagindo. Mas, pra surpresa minha, ela disse que não contará nada para o Marcelo. Pois, não queria problemas com meu irmão.
Perguntei se ela tinha se ofendido com a pegada nas coxas dela.
Ela simplesmente pediu para deixar pra lá, era coisa de homem bêbado.
Fui na direção da cozinha, lá estava o Braz fazendo o Marcelo e minha esposa morrerem de rir das piadas que contava. Parecendo que nada tinha acontecido lá na sala.
Quando me viu se aproxima, e perguntou baixinho, se ela ainda tava brava com ele. Disse que não, mas, era pra ele manter distância dela.
Ele pediu licença, e foi na direção da sala. Fiquei um pouco com os dois na cozinha. Depois de alguns minutos fui devagarinho até a sala de jantar, tentando ver e ouvir os dois.
Ouvir ela dizer que perdoaria, desde que não acontecesse mais aquilo. Pois, o Marcelo é muito ciumento, e não iria entender.
Ele então falou: eu não posso esquecer o que aconteceu entre nós, você não compreende? Somos íntimos agora. Eu senti sua pele, ou melhor, senti sua bucetinha na minha mão, não imaginava que você estaria sem calcinha, eu toquei no seu sexo. Como você me pede para esquecer? Nem se eu quisesse, não conseguiria, por sinal, você tá muito sex nesse vestido preto, não vejo a hora de te ver nua.
Minha cunhada ficou vermelha, dava para perceber seu nervosismo. Já não sabia se era de raiva, ou de tesão. Seus olhinhos brilhavam, de certa forma, era algo encantador, ou, puramente sedutor.
Ela deu um sorriso sem graça, e disse não acreditar que estava tão provocante assim, capaz de despertar todo esse tesão nele.
Assim que ela terminou de falar, ele baixou a calça surpreendendo minha cunhada. E, escalando a rola enorme e grossa na direção dela, e disse: olha como você me deixa. Será que agora você acredita em mim?
Helena ficou nervosa, e pede pra ele guardar a rola dentro da calça, pois, alguém poderia ver. Porém, não consegue esconder sua admiração. Talvez por causa do tamanho e dá grossura da rola dele.
Ele obedeceu guardando a pica, mas ainda avisou ela dizendo: Helena, se você ficar aqui para dormir, eu vou te foder, e você vai gostar tanto, que vai pedir pra eu comer sua bunda.
Depois de falar saiu da sala, passou por mim, sem dá uma palavra.
Dei um tempinho, e fui falar com minha cunhada.
Perguntei se estava tudo bem. Ela disse que sim, porém, achava meu irmão maluco. Perguntei o porquê ela achava isso dele, simplesmente deu um sorriso, pegando no meu braço, e caminhamos juntos até a cozinha.
Comemos e bebemos os quatro ali na cozinha. Depois, voltamos para a sala. Minha cunhada convidou o marido para tomar banho, pois queria descansar. Como minha esposa já tinha tomado banho, foi para nossa cama. Eu fui fazer companhia para o Braz.
Na sala eu e meu irmão assistíamos um filme, o tempo passou, já era de madrugada quando o Braz disse que queria ir no quarto, onde Helena e o Marcelo dormiam.
Dei um sorriso, e falei: você deve tá bêbado, o que você vai dizer, se o Marcelo tiver acordado?
Não sei, respondeu ele sorrindo. E foi, já vestido de um roupão que estava no banheiro.
Bem devagarinho tentou abrir a maçaneta da porta, tava trancada. Então, bateu de leve três toques com o dedo, e esperou alguns segundos, e nada. Ele bateu novamente, e aguardou. Isso tava me deixando tenso.
Eu não acreditava no que estava vendo. Escondido atrás da porta que dava acesso ao corredor, assistia a loucura do meu irmão, louco para comer minha cunhada.
A porta se abre, era minha cunhada só de camisola transparente, seus seios praticamente de fora, não usava calcinha, sua bucetinha toda lisinha. Com aquelas coxas grossas revelando o quanto era uma mulher sensual.
Ela perguntou o que ele queria. Ele respondeu que queria conversar com ela lá na sala. Ela disse que não podia, pois o Marcelo podia acordar.
O Braz atrevido que era, falou: se você não for, eu vou entrar.
Ela tentou fechar a porta na cara dele, mas, ele colocando o pé, impede sua intenção. Então, foi e colocando um roupão, e foram para a sala.
Escorei a porta e me escondendo na sala de jantar. Eles passam na direção dá sala de estar.
Não perderia isso por nada. Assim que os dois chegaram na sala, Helena assentou no sofá.
Escondido no lugar de sempre, assistia o Braz e a Helena.
Nem bem Helena se ajeita no sofá, o Braz sem dizer uma palavra, ficou de joelhos no chão, entre suas pernas, dando um beijo gostoso na boca dela. Sem reação naquele momento, porém, aos poucos vai se entregando, suas mãos abraçam meu irmão.
O Braz puxando o corpo de Helena para perto de si, abocanhava sua boca. Ela ficou sentada na beira do sofá com as pernas abertas, curtindo aquela pegada firme, e o beijo gostoso, que meu irmão lhe proporcionava.
Helena abria o roupão para meu irmão admirar seu corpo sex.
Braz levantou a camisola na altura da cintura, revelando suas coxas grossas e lisinha. Sua bucetinha ficou a mostra quando ele abriu as pernas dela. Ficou admirado aquela xaninha, enquanto ela encostou a cabeça no sofá. Ela se abrindo mais já esperava o que vinha depois.
Meu irmão beijava suas coxas, cheirava sua virilha, dava beijos ao redor daquela buceta suculenta, que esperava uma boca faminta abocanhar sem nem um pudor.
Meu irmão com tanta vontade chupava a buceta de minha cunhada, parecendo que estava chupando uma fruta suculenta. Ele beijava, lambia, e chupava, se deliciando naquele sexo fenomenal.
Helena se contorcia, gemia, e resmungava para meu irmão não parar. Totalmente entregue ao prazer proporcionado pelo homem, que até algumas horas atrás, negava qualquer intimidade.
Meu irmão tirou o roupão que ela usava, assim como sua camisola. Ele massageava seus seios, enquanto sem parar um momento sequer de sugar com vontade a Xana da Helena.
Ele ainda de joelhos no chão, segurou a rola enorme e grossa, esfregava na bucetinha dela, ameaçava penetrar a qualquer momento.
Que mulher linda, e sex. Nunca tinha visto Helena daquele jeito, uma mulher sensual, e cheia de desejos. Dava gritos e gemidos ao receber o toque daquela rola dura invadindo sua bucetinha.
Meu irmão começa devagar as estocadas, mas, logo aumentou a velocidade, ela mordia os lábios de tanto prazer ao receber na sua buceta a rola daquele homem que parecia um cavalo dando estocadas profundas e frenéticas, arrancando gemidos da minha cunhadinha.
O Braz mamava seus seios, e beijava sua boca apaixonadamente. Era de dar inveja assistir isso tudo. Ficaram assim por algum tempo, sem preocupação alguma, parecendo que estavam sozinhos na casa. Estavam tão entregues naquele desejo, que não conseguiam imaginar a possibilidade de o marido dela aparecer.
Eu ali cheio de tesão, me masturbava ao olhar os dois amantes embrenhados com seus corpos suados.
Ela arranhava as costas dele, mostrando o quanto o prazer era grande.
Ele agora descendo a boca beijava o pescoço, seios, barriguinha, e novamente beija, e chupa sua bucetinha, levando aquela putinha a gemidos de prazer.
Meu irmão com todo carinho virou ela de costas, deixando ela com a bunda empinada, toda arreganhada, de quatro em cima daquele sofá, parecia uma égua, quando o cavalo vai penetrá-la por trás.
Meu irmão é um monstro na arte de foder. Filho da puta. O cara mete a cara na bunda da Helena, beijando e chupando tanto a bunda, como a buceta ao mesmo tempo. Ele abria com as duas mãos a bunda grande e durinha da cavala, e enfiava a língua todinha no cuzinho da vagabunda, levando ela a gritos e gemidos alucinantes.
Ele parecendo um animal atrás dela, socava na sua buceta, fazendo um barulho quando seus corpos se encontravam, provocando com que ela descontrolada, gritasse: me fode safado, era isso que você queria, vai, come sua putinha, você quer foder meu cuzinho? Ele é todinho seu, vai logo, tira minha virgindade, você será o primeiro.
Meu irmão atrás da minha cunhada, castigava sua bucetinha com tanta vontade que parecia que os dois iriam gozar a qualquer instante.
Meu irmão percebendo que ela estava para gozar, tirou a pica da buceta, e esfregava na portinha do cuzinho dela, preparando para inaugurar pela primeira vez a bunda de minha cunhadinha.
Ela com as duas mãos abria a própria bunda para receber a rola do meu irmão. Por sua vez ele faz uma leve pressão com a pica, forçando a entrada do caralho duro e grosso naquela bunda gostosa.
Helena dá um gritinho e um suspiro, demonstrando um certo desconforto, ao sentir seu cuzinho sendo invadido pela pica dura e enorme do Braz dá uma olhada pra trás pra ver aquele cavalo cheio de tesão penetrá-la.
Ela dá outro gemido, e diz pra ele parar um pouco.
O amante tirou devagarinho a rola e penetrando a buceta novamente, dando um alívio para aquele rabo maravilhoso. Ela toda animada, feliz pelo tesão que sentia, não esperava que logo sentiria o cuzinho sendo penetrado sem dó e piedade.
Dessa vez o Braz não avisou só arregaçou de vez seu cuzinho, com uma estocada firme e profunda. Ela gritou, sua bunda foi violentada. Um cavalo atrás dela, não parava e não cansava de tanto dar bombadas. Ela, então, pediu que parasse, pois não aguentava mais. Ele com um sorriso no rosto, parou o castigo, e lentamente tirou a rola do cuzinho dela. Deitou ao seu lado, mas não parava de beijar sua boca como dois namorados. Ele falava baixinho e com um certo carinho nas palavras, dizia que já a dor iria passar e ela ainda sentiria muito prazer.
Eu ouvi quando ela falou: você ainda quer mais?
Ele respondeu: só se você pedir.
Eles ficaram namorando por algum tempo. Ele fazia carinho no seu rosto, beijava sua testa, mordia a ponta do nariz, e beijava sua boca loucamente.
Helena para retribuir as carícias do amante toma a inciativa, se colocando sobre ele numa posição 69. Quando sua buceta fica esfregando na boca dele, enquanto ela se deliciava mamando aquela pica toda melada de porta. Fazendo o Braz urrar de tanto prazer. Por um tempo ficaram curtindo o sexo um do outro.
Depois ainda sobre o corpo dele, com sua mão ajeitava a pica enorme de seu amante, que deslizava todinho dentro de sua xaninha gulosa, e levando meu irmão a fazer loucuras de tanto desejo por ela.
Ao ver aquela mulher linda, sex, e sensual cavalgando como uma Amazonas, trepada naquele caralho grosso, levando várias dedadas no cuzinho gemendo anunciando seu primeiro orgasmo, era algo que nunca tinha visto. Que tesão ver isso acontecer. Ela continuava, queria mais, sabia o que fazia, era uma profissional do amor, uma amante apaixonada pelo seu novo homem.
Que inveja eu estava sentindo.
Aquilo não acabava nunca, eles mudavam de posição várias vezes. Eles estavam se devorando, era algo encantador, e excitante de se olhar.
Ela sentada no colo, cavalgava na rola daquele safado, que não parava de chupar seus seios.
Mas, foi quando ouvi aquela voz doce e feminina dizer: amor me faz gozar com sua rola no meu cuzinho, quero que você goze comigo juntinhos, estou louca por você, quero te dar muito prazer, e despeja todo teu desejo dentro de mim.
Ali mesmo em cima do sofá, ele colocou ela de ladinho, e por trás penetrava na bucetinha dela e com uma das mãos acariciava sua bucetinha. Ele beijava seu pescocinho. Quando ela com a mão para traz, segurava a pica dele e encaminhava até a entrada de seu cuzinho. A pica deslizou fácil desta vez. Meu irmão com uma mão apertava o biquinho do seio, enquanto a outra mão acariciava sua buceta. Sua rola entrava e saía fácil, e as estocadas começavam a acelerar na bunda dela. Ele chamava ela de minha putinha gostosa.
Minha cunhada gemia com a rola do Braz atolada no cuzinho dela, e dizia: me fode com mais força, quero sentir essa pica arrombar meu cuzinho.
Ele como um garanhão pediu gentilmente pra ela ficar de pé, mandou com que colocasse as mãos na parede, e deixasse a bunda bem empinada. Ela obedece o comando ficando numa posição espetacular, para receber a rola grande e dura do safado. Ele faria novamente com que sofresse com a rola atolada na sua bunda.
A bunda dela engolia a rola do meu irmão, fazendo desaparecer com as estocadas profundas. Ele castigava aquele cuzinho com tanto prazer, provocando gritos e gemidos alucinantes que saiam da boca daquela mulher cheia de tesão enquanto gozava loucamente.
Meu irmão aumentando as estocadas com força no rabo de Helena, fazendo com que ela gritasse, e gemendo anunciando outro orgasmo eletrizante. Ele bombava mais rápido ainda atrás dela, despejando toda sua porra no cu daquela cavala.

Que trepada. Quase duas horas fodendo. Foi um espetáculo.

Quando cheguei no meu quarto antes de abrir a porta, ouço um barulho….
Depois conto o que estava acontecendo…

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2 Comentários

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  • Responder Ronaldo mineirinho ID:40vopuyihrd

    Que delícia de conto fiquei de pau duro o tempo todo, espero que não demore para continuar o próximo conto.

  • Responder João Lima ID:8eezzgjqrb

    Muito bom conto