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Meu primeiro sutiã

3867 palavras | 3 |4.64
Por

A última da sala praticamente a ter seios mas a primeira a aproveita-los como se deve graças ao professor de Ciências.

Olá, sou Bianca, sou separada e tenho uma filha. Recentemente com meus namorados todos têm dado a entender que não gostam dos meus fetiches, aí descobri esse site.

No ano seguinte, assim que voltamos, meu pai comprou um computador, comprou fitas de vídeo de curso de inglês e de uma ferramenta do trabalho dele. Propuseram um cargo muito elevado se ele aprendesse tudo da ferramenta do trabalho dele e conseguisse se comunicar em inglês para ser representante.

Então com isso, ele estava em casa mas não em casa, focou tanto nos estudos que já nem cortava mais o cabelo e mal cortava a barba. De início achei feio, depois foi pegando forma e passei a gostar.

Eu tentava atiçar ele, mas ele se ficou tanto nisso que só respondia:

– Quando isso tudo acabar, prometo que vou ter mais tempo e dinheiro pra te agradar de todas as formas.

Eu entendia, mas o fogo eu não conseguia conter, ele chegava uma hora mais cedo do trabalho e já ia para o computador, me deixava brincar lá se não tivesse em casa ou se estivesse vendo as fitas. E eu já estava quase subindo pelas paredes.

Quando começaram as aulas, achei que poderia de certa forma me aliviar, mas ao entrar na sala, vi que várias garotas já estavam maiores e já tinham desenvolvido seios, com uma aparência mais feminina e eu ainda com rostinho de menina fiquei para trás.

De início, nem os meninos que me apalpavam na saída me davam atenção, agora existiam outras safadas e eles queriam saber de peitos.

Questionei em casa e minha mãe falou que na minha idade ela não tinha nada e que não era pra me preocupar, mas, os dela não eram enormes mas era um tamanho sensacional. Não dava pra reclamar. Queria igual.

Depois de alguns dias amoada minha tia foi em casa “brincar” comigo e eu não quis, estava chateada. Perguntou o que houve, contei e ela que fazia faculdade de educação física contou que existia um exercício que fazia crescer e que minha mãe mantinha os dela assim. E que inclusive tinha uma atriz que tinha feito isso e falado na TV sobre. Eu não acreditando, ela me mostrou um vídeo da banda Titãs e foto da atriz atual na época no computador do meu pai e a diferença era grande.

Decidi que era isso que iria fazer.

Nos primeiros dias, não via nada de resultado, ficava lá apenas pressionando meus braços até cansar e nada. Mas já no final da primeira semana já apareceu algo.

Fui toda feliz contar pra minha mãe sem falar do exercício e ela me levou para comprar sutiãs.

Fiquei fissurada em ter sutiãs, até usava menos collants e maiôs só para usar sutiã.
Apenas pedi para minha mãe comprar calcinhas menores. Tinha passado a odiar as maiores que ficavam parecendo fraldão já que meu bumbum era enorme.

Na escola, aos poucos os meninos foram voltando os olhos para mim novamente, eu tinha uma vantagem sobre as meninas, eu tinha corpo acinturado com bundão e elas não. Só era pequena.

Um dia na aula de Ciências me senti a melhor. O professor pediu para formarmos dupla e os meninos todos quiseram fazer dupla comigo. Deu muito o que falar aquele dia, obviamente passei a ser odiada pelas meninas, só que para fazer uma brincadeira, o professor sorteou um nome, que deveria escolher qualquer pessoa na sala menos eu para ser a dupla, quem fosse o último a ser citado, seria minha dupla.

Aquele dia a sala realmente virou uma bagunça, e eu sendo o centro das atenções, o professor me colocou sentada na cadeira dele e acredito que só ali que reparou em mim. Todas as vezes que falavam um nome e o outro indicava o próximo ele apenas repetia “só não pode a Bianquinha” e passava a mão na minha cabeça.

Eu estava tentando conter minha felicidade, mas estava impossível, quando estava acabando os nomes que percebi que o professor foi pra trás de mim e ficava acariciando meus cabelos e vinha às vezes dar uma cutucada com o membro nas minhas costas.

Não falei nada.

Ao acabar os nomes, era ímpar, e por fim, sobrei.
As meninas riram, fiquei chateada por um instante, mas nisso um menino lembrou que outro menino faltou. Então o professor me incumbiu de passar a tarefa pra ele e finalizar o trabalho na outra semana. As meninas não gostaram nada, a maioria achava ele bonito.

No final da aula, fui de volta falar com o professor sobre o que deveria fazer exatamente. Ele me deixou escolher um dos temas propostos e escolhi o sistema respiratório, ele falou que deveríamos nos juntar, entender o processo e explicar em sala em uma apresentação. Nunca tinha feito isso. Pedi dica para o professor, ele falou sobre livros, enciclopédias do qual poderíamos usar mas falou que a gente deveria fazer testes, um ouvir a respiração do outro. Perguntei como, ele ficou de pé na minha frente e colocou minha cabeça no peito dele. Fiquei sentindo a respiração e ouvindo os batimentos acelerarem. Ele não me tirou de lá e logo pude sentir o membro dele na minha barriga durinho.

Quando achei ter entendido fui me afastar, mas ele me segurou e falou:

– Sente mais um pouquinho, já está com pressa de ir embora?
– Não não, eu posso ficar.

Ele passou a mão pelo meu cabelo duas vezes, como que querendo disfarçar e depois desceu para minhas costas. Deixou lá um tempo e depois começou a me empurrar pra perto dele com a mão enquanto me pressionava com o quadril. Pra disfarçar perguntou:

– Está conseguindo sentir a respiração?
– Sim, está acelerando, e o coração também.
– É bem assim mesmo.
– Então é isso que vou fazer com ele então?
– Pode ser assim sim – e depois de uma pausa na fala deu uma pressionada mais forte e continuou – ele é um menino de muita sorte.
– Porque professor?
– Porque você é uma menina muito linda.

Apenas olhei pra cima e sorri.

Ele deu outra pressionada bem forte, pude sentir ele esfregando o membro de um lado a outro na minha barriga quase na altura dos seios e me largou.

– Vai lá antes que chegue alguém e não entenda o que estamos fazendo.
– Tá bom.

No dia seguinte fui falar com o menino.

Ele já até estava sabendo, algum engraçadinho contou pra ele, chamou pra eu ir pra casa dele depois da aula mas meus pais não deixariam, então combinamos dele ir em casa na quinta, que não tinha ballet.

No dia, os meninos ficaram todos eufóricos sabendo que ele iria em casa e um dos que me apalpava veio até mim na saída, falar besteiras. Eu apenas ri e ele me deu um super apertão no bumbum enquanto me olhava nos olhos. Vendo que eu não falei nada, foi querendo subir a mão por dentro da minha camiseta sentido meus seios e escutei: “Bianca?”.

Era o menino que ia em casa, viu toda a cena.

Tirei a mão dele de mim, e peguei o outro menino pela mão e levei pro carro da minha mãe, os outros todos ficaram olhando.

No caminho ele foi completamente mudo. Apenas chegando em casa que respondia minha mãe, não falava comigo.

Minha mãe pediu pra eu por algo mais confortável, mas fez sinal pra eu não abusar. Coloquei um shortinho que quase cobria meu bumbum todo e uma camisetinha cortada com a barriga de fora. Ele olhava impressionado na minha cintura.

Eu liguei o computador e minha mãe foi preparar o almoço, sentei no computador toda empinada e pude notar ele olhando meu bumbum…

A internet na época não era lá grande coisa e quase ninguém tinha computador, então ele não sabia mexer, pedi pra sentar do meu lado, nos apertamos na mesma cadeira, quase que caindo ambos. Ele com a perna tocando na minha resolveu perguntar:

– Ele é seu namorado?
– Não tenho namorado – pude ver o sorriso nele.
– Por que ele estava te tocando?
– Ah, ele é muito safado… Isso sim.
– Ele faz isso sempre?
– Esse ano não, mas tentava muito ano passado.
– Ah tá…

E ficou mudo de novo.

Passando um tempinho senti uma mão dele na minha coxa, não olhei pra baixo. Continuei procurando.

Logo minha mãe chamou pra almoçar. Quando levantei, vi que o shorts tinha subido mais, então preferi ir na frente dele. Olhei pra trás e pude ver ele desconsertado olhando pro meu bumbum.

Minha mãe serviu o almoço e falou que ia levar meu irmão na minha avó pra a gente ter paz pra trabalhar.

Acelerei pra comer por que sabia que em pouco menos de duas horas ela voltava.

Comi, a primeira coisa que fiz ao levantar foi puxar um pouco o shorts na cintura e dobrar o elástico e fui levar o prato na pia. Com o caminhar, o bumbum fez o resto do trabalho e começou a engolir o shorts, não olhei pra trás, sabendo que ele estava me olhando apenas perguntei se acabou, ele falou que estava quase, pedi para trazer o prato quando acabasse.

Se ele fosse mais velho, sabia que teria perdido o controle ao chegar perto, mas sendo tão novo, começou a ficar sem graça. Vendo que ele estava bem perto, enrolei um pouco, peguei apenas o garfo, depois a faca e só por último lavei o prato só pra manter ele ali, depois fomos para o computador. Eu queria mais contato. Mas ele travou de vez.

E em um vídeo um professor falava que dava para sentir bem a respiração deitando a cabeça no peito da outra pessoa igual o professor falou. Falei pra a gente tentar.

Primeiro ele deitou no sofá e eu deitei sobre ele sentindo a respiração, ele estava realmente ofegante, senti realmente algo duro em baixo. Ele sem graça pediu pra eu sair.

Falei que era a vez dele. Ele todo sem graça primeiro falou que não precisava e eu falei que era melhor pra a gente explicar se entender o processo. E deitei.

Ele foi deitando devagar por cima mas logo viu que iria ficar com o rosto nos meus seios, que depois dos exercícios, estavam bem grandes para a idade e apontando duros para cima.

Pedi para ele deitar, eu não tinha percebido, mas da posição que ele estava, já podia ver meu sutiã por debaixo camiseta cortada. Fingi que não vi.

Ele aos poucos foi deitando e eu que fui ficando ofegante, o rosto dele foi bem sobre meu seio direito, puxei mais pro meio e ele ficou com a boca praticamente no seio esquerdo, separado apenas pelo tecido da camiseta, perguntei:

– Tá sentindo?
– Tô
– Tô com o coração acelerado, tá conseguindo ouvir?
– Não
– Dá tua mão

Peguei a mão dele e coloquei pouco acima do seio esquerdo, bem pertinho do rosto dele

– Tá sentindo agora?
– Não
– Acho que é mais pra baixo

E desci um pouco a mão dele. Ficou apoiada no seio.

– Tô sentindo agora – ele falou.
– E como é que tá?
– Tá muito bom
– Muito bom!?
– Muito rápido na verdade
– Ah tá… Isso é bom?
– Não, eu falei errado

Eu soltei a mão dele e deixei ele ali, ele continuou um tempo com a mão mas logo deu uma descida e parou. Ficou um tempo, depois desceu mais um pouquinho e parou. Quando fez pela terceira vez ficou com a mão bem sobre o bico do meu seio. Perguntei.

– Dá pra sentir meu coração daí?
– Não, desculpa…

E tirou rapidinho a mão de volta pra cima. Quando fez isso a camiseta enrolou revelando metade do sutiã bem perto do rosto dele.

– Não tem problema…
– Sua blusa subiu – ele falou.
– Não tem problema também
– Mas tô vendo seu peito
– Você tá vendo só o sutiã.

E puxei a camiseta pra cima e disse:

– É só um sutiã, não tem problema.
– Então tá bom.

Ele deitou novamente, agora com a bochecha sentindo a parte de cima do meu seio e com a boca quase tocando o outro, voltei a mão dele para sentir o coração.

Ele passou a mover o dedão como em um carinho.

– Alguém já tocou seu seio?
– Só você agora

Nem meu pai tinha tocado ainda.

E ficou mudo novamente.
Passou novamente a descer a mão. Preferi não falar nada pra evitar de ele tirar, no que chegou embaixo ele começou a apertar. Comecei a ficar ofegante. Aos poucos fui soltando uns gemidos e ele pelo jeito sem entender nada perguntou:

– Está ruim?
– Não! Está ótimo! Continua!

Respondi ofegante.

Ele deu um beijinho na parte que via do seio, arrepiou toda, sensação maravilhosa, fez de novo.

Eu já não me aguentando, coloquei a mão por dentro do shorts, ele não viu. Continuou apertando o seio, levantou um pouco o rosto e começou a beijar o outro seio, foi tentando descer o sutiã pela frente, mas a alça não deixava descer, depois de tentar algumas vezes resolveu pedir:

– Posso ver?

Não respondi. Só levantei. Fiquei de costas pra ele e ele sem entender começou a pedir desculpas.

Ainda de costas, juntei as pernas e desci meu shorts devagar, empinando bem o bumbum. Finalmente ele parou de pedir desculpas.

Minha calcinha não era nada infantil, era sim de algodão, mas era cavada como as da minha mãe. Acho que isso que impediu que meu bumbum tivesse uma dobra a mais, deixando bem redondinho.

Virei apenas o rosto pra trás, ele parecia não acreditar no que via, de boca aberta olhando meu bumbunzão e minha cinturinha. Com a mão na frente da boca apenas sorri.

Coloquei as mãos pra trás e meio sem jeito ainda, soltei o sutiã e deixei cair no chão. Tapei com as mãos e virei na direção dele. Ele mudo.

Sem tirar as mãos subi no colo dele, tentando sentir o membro dele. Quando finalmente me encaixei dei um beijo na boca dele, tirei minhas mãos, procurei as mãos dele e guiei até lá. Que delícia.

Como estava um pouco mais alta, ficou bom pra ele ver e assim que parei o beijo, me inclinei pra trás pra ele ver melhor. Ele todo bobo, mal fechava a boca, apertava, beijava, não sabia o que fazer com eles.

Comecei a me esfregar no colo dele, ele entretido com os seios demorou pra se ligar da sensação embaixo, ficou um tempo com a boca como tentando por tudo na boca o que já não dava até que paralisou. Sentiu a pressão gostosa embaixo. Se inclinou um pouco e fez pressão pra cima instintivamente e passou um braço por trás da minha cintura, logo desceu a mão pro bumbum. Uma apertando o bumbum e outra o peito, beijando e chupando o outro enquanto eu me esfregava pra frente e pra trás freneticamente.

Ficamos nisso por tanto tempo que meus gemidos passaram a ser altos.

Tentei abaixar a calça dele mas naquela posição não consegui. Então pedi pra ele tirar.

Nisso escutei barulho na porta, minha roupa no chão longe não tinha com o que me cobrir, levantei correndo apenas e foi o que deu tempo. Já era minha mãe.

– Trabalho bom esse ein Senhorita Bianca.
– Desculpa mãe.
– Desculpa nada, trate de ir logo preparar o texto da apresentação, daqui uma hora e meia teu pai chega e vai querer usar o computador! Depois a gente conversa melhor!

Peguei a camiseta no chão apenas e ela quase que gritando falou:

– Vai logo!!! Para de enrolar!!

Deixei o resto da roupa no chão e fui pro computador, coloquei a camiseta apenas sem o sutiã, ela recolheu o resto e quando finalmente o menino levantou e foi pro meu lado, ela voltou com outra cadeira pra ele e falou:

– De longe, pra vocês não perderem mais tempo, ela dita e você copia.
– Tá bom – ele respondeu.

A cara dele sem entender estava realmente muito boa, aliás, por que a mãe vendo uma cena dessas não iria expulsar o menino e ainda iria deixar a filha de calcinha e sem sutiã perto dele.

Achei rapidinho sobre o assunto em texto e antes de começar a ditar minha mãe já no cantinho da costura dela gritou:

– Não estou ouvindo você ditando Bianca!
– Já vou mãe!

E comecei.

Eu não estranhei o fato de minha mãe me deixar com pouca roupa na frente do menino, dependendo do dia era capaz dela ficar incentivando eu a fazer algo enquanto via. O que me preocupou era a parte “depois a gente conversa melhor”. O que teria ali.

Ele copiando ficando olhando meu bumbum mas não dava pra alcançar com a mão pois estava do outro lado da mesa, comecei a sorrir pra ele e ele a sorrir de volta. Passamos a gostar da sensação, dessa vez com um pouco mais de inocência até.

Acabamos o texto todo em menos de meia hora. Quando minha mãe percebeu o silêncio perguntou:

– Já acabou?
– Sim mãe.

Ela levantou e veio até nós, leu o texto todo, reclamou da letra, perguntou se eu entendia a letra, olhei, disse que sim. Ela fez marcação com nossos nomes no texto e falou que eu iria copiar tudo com minha letra e decorar minha parte, falou pra ele passar a limpo o que eu entregasse amanhã pra ele com as marcações e decorasse também. Falou que iria me ajudar a fazer cartazes no final de semana e chegou bem perto dele e falou:

– É muito importante que você não conte como foi aqui em casa! Você veio, fez o trabalho e acabou! Tá me entendendo?
– Sim senhora!
– Esse trabalho tem que estar perfeito! Vou cobrar dos dois isso!
– Tá bom! – respondemos.

– Ok! Vocês tem meia hora! Mas nada de tirar a calça mocinho.

Falou e saiu pro cantinho da costura.

Eu já mais acostumada com o jeito dela parti pra cima dele, ele ainda sem entender, perguntou se ela não ia brigar, calei a boca dele apenas beijando e com a mão por cima da calça dele fui fazendo o membro dele ficar duro novamente. Assim que ficou, começei a me esfregar, puxei o rosto dele novamente para meus seios e ele demorou para reagir. Assim que reagiu já tirei a camiseta e joguei pro lado. Ele falou:

– Você é doida!
– Unhum.

Respondi balançando a cabeça.

Coloquei a mão dele no meu bumbum e continuei a esfregação, não era tão bom igual com meu pai pelo tamanho, mas depois de tanto tempo sem, estava ótimo. Fechei os olhos e fui me soltando, logo já estava gemendo.

– Sua mãe pode ouvir. – ele falou.
– Unhuumm.. – respondi gemendo..
– Sua mãe!
– Unhuuuummm
– Sua mãe Bianca!
– Huuuuumm, deixa ouvir.
– Sua mãe tá aqui..

Abri os olhos sem parar a esfregação. Ela estava com minha camiseta na mão, eu havia jogado tão forte que foi parar perto do quartinho de costura dela… Ela apenas falou:

– Você gosta de provocar né safadinha?
– Unhuumm.. – respondi
– Querem um lanche?
– Pode ser…
– Ok. Vocês tem mais quinze minutos. Logo chamo.

Ele me olhou sério e falou:

– Ela não liga?
– Não! Continua.
– Ela não liga de eu beijar teu peito? – e deu um beijo no peito.
– Não.
– Ela não liga de eu apertar teu bumbum? – e passando a mão no bumbum deu um apertão.
– Não liga.
– Nem se eu por a mão aqui? – seguindo o fio dental foi com a mão atrás fazendo pressão até chegar na minha bonequinha.
– Huuuuumm.. Não.. Pode pôr.

Ele começou a fazer pressão com o dedo para dentro e eu já sem controlar o gemido, olhei pra ele e ele estava olhando pro lado e sorrindo. Minha mãe estava olhando na porta, quando eu olhei ela falou:

– Podem vir…

Levantamos e fomos para a cozinha, eu na frente e ele foi atrás, assim que cheguei na mesa ele passou a mão na minha bunda, depois me abraçou por trás e apertou meu peito olhando pra minha mãe. Ela já sentada falou:

– Perdeu a vergonha é?
– Ah… Um pouco… Ele respondeu largando o meu seio…
– Só tem um probleminha – ela falou – uma cadeira tá lá na lavanderia, outra perto do computador e outra com minhas roupas na costura, você vai ter que sentar no colo dele Bia!

Como minha mãe era safada, queria realmente me deixar no inferno e ver tudo, sentei no colo dele e ele enquanto comia me apertava toda, principalmente por cima da minha calcinha até entrar. Ela apenas vendo tudo com um super sorriso. Assim que comemos ela me devolveu minha camiseta e o shorts e falou pra eu me vestir. Pediu pra levar ele lá embaixo sem beijos no portão e lembrou ele novamente sobre o trabalho e de não contar pra ninguém.

Minha mãe resolveu me agarrar no quarto e foi a segunda pessoa que abusou dos meus peitos me explicou sobre menstruação e gravidez pra eu evitar penetrações. A terceira ainda foi o professor de ciências que nos deu 10 no trabalho. Todo mundo realmente acreditou que foi só um trabalho por estar tão perfeito e bem apresentado. Minha mãe tinha razão em tudo…
Depois eu conto mais.

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3 Comentários

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  • Responder gojou ID:1daianq8rb

    exelente como sempre, uma dica vc podia usar palavras mais safadas ia fica ainda mais exitante

  • Responder Paranaense123 ID:g3jumjfij

    Eu adoro e bom demais

  • Responder Papa ppkinha ID:gsuadkkm1

    Adoro calcinhas usada por menininha alguém mais compartilha esse gosto?