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Matheus… o novinho filho do chacreiro (parte2)

1816 palavras | 1 |4.25
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Depois de quase um ano voltei a chácara pra uma pescaria e acabei levando a vara…

pra quem não leu a primeira parte aqui está o link pra saber como por acaso acabei descobrindo um novinho louco pra me fazer sua mulherzinha. /2021/07/matheus-o-novinho-filho-do-chacreiro/

Depois daquele dia na chácara eu fiquei com o telefone do Matheus e ele mandava msgm algumas vezes, porém nada demais, apenas algumas figurinhas marotas e algo do tipo. Mas certo dia quase um ano tinha se passado desde aquele acampamento, ele me mandou msgm dizendo que seu pai tinha falado pra me convidar pra pescar no rio que passava nos fundos da chácara. E que também iria ter um churrasco no domingo e que seu pai tinha convidado o André e o Erick também pois eles eram amigos do casal dono da chácara. Eu achei estranho pois tinha se passado tempo já daquela ocasião em que eu estive lá. Mas disse a ele que faria de tudo pra ir, e fiquei imaginando o porque daquele convite. Minha cidade ficava perto do lugar onde era a chácara e então resolvi aceitar o convite. Mas antes pedi o telefone do pai do Matheus pra confirmar bem certo pois tinha medo de me enfiar em alguma confusão. Liguei pra ele ele me confirmou que realmente estaria fazendo o churrasco no domingo e que o Erick e o André estariam lá e teriam dado a ideia de me convidar tbm. Até ai tudo bem mas a pescaria era opcional do Matheus, pois seu pai disse que ele queria pescar no sábado a tarde e como ele não poderia ir junto falou que se tivesse alguém responsável pra ir junto tudo bem porque o lugar que ele queria ir era meio afastado e o rio estava um pouco cheio, logo pra ir pescar com segurança não se pode ir sozinho. E então o Matheus teria dado a ideia de me convidar pra ir no sábado. Aí ficha caiu e já me deu aquele friozinho na barriga imaginando o que poderia rolar naquele dia. No sábado sábado então me desloquei até a chácara e cheguei logo após o almoço. O Matheus já veio me receber no portão, então já fiquei sem ar pois ele estava ainda mais gostoso do que nunca. Matheus já tinha quase 15 anos e estava bem maior e mais definido. Como sempre com seu jeitinho brincalhão me cumprimentou e falou que eu tava “apetitoso”. Eu ri e disse pra ele “são seus olhos” aí ele emendou ” meus olhos e mais alguma coisa que vc gosta” e riu.
Era umas 3 horas da tarde nós saímos pra ir pro rio, e levamos bastante coisa, inclusive uma barraca velha apesar de seu pai falar pra voltarmos logo após o escurecer, o Matheus disse que se tivesse pegando bastante peixe nós ficariamos pescando até mais tarde e que era bom levar alguma coisa pra nós se esconder caso chovesse de repente. Ao sair fomos dividir as coisas pra levar pro rio e ele ficou com a barraca e mais algumas coisas e pra mim sobrou as varas de pesca e mais algumas coisas tipo lanterna, repelente, e mais umas tralhas. Eu brinquei com ele que ele tava se aproveitando de mim aí ele disse.
— Mais do que justo vc levar as varas já que vc tem intimidade com elas. E riu.
Aí eu disse pra ele que ele tava muito engraçadão aquele dia e ele me respondeu que sabia que eu gostava daquelas piadinhas de duplo sentido.
Chegamos no rio e ficamos pescando até umas 7 horas e falando bobagens, hora ou ou outra ele se saia com aquelas piadinhas de duplo sentido pro meu lado.
E não é que o gostoso do Matheus tinha razão, começamos a pegar muitos peixes e ao mesmo tempo começou a fazer jeito de chuva. Tinha um lugar no rio em que no barranco tinha uma espécie de gruta onde o pessoal costumava fazer fogueira e acampar. Matheus mais que depressa falou pra nós subirmos pra lá que se chovesse bastante já teríamos um abrigo mais seguro. Antes ele pegou o celular e subiu em um local mais alto avisar seu pai que tava tudo bem e que a pescaria tava boa e caso chovesse nós iríamos posar por lá mesmo e indicou o lugar bem certinho que ficaríamos. Eu a essa altura já tava sabendo como iria terminar a noite. Levando vara daquele novinho gostoso. Já tinha ligado o botão do foda-se e resolvi deixar mais interessante, tinha levado um litro de vodka gelo e um energético pra tomar, pois além da pescaria não dispenso uma bebida. Também levei um pouco de carne temperada e um refrigerante caso nós ficassemos de poso. O Matheus ao ver a vodka e a carne deu uma risadinha e disse:
— Quer dizer que vc também já sabia que não voltariamos pra casa hj? Eu falei que um homem previnido vale por três. Aí ele emendou.
— muito bem. No teu caso uma putinha previnida vale por três bezerrinhos desmamados. E caiu na risada.
Eu ri tbm pois nós dois já sabíamos no que iria acabar aquela noite ali na beira do rio. Ele sabia que eu curtia uma putaria e ainda mais com um novinho e eu sabia que ele tinha tudo o que eu precisava naquela noite. Uma boa rola deliciosa pra mim chupar e rebolar bem gostoso.
Ao armar a barraca ele me olhava de canto enquanto eu tomava um copo de vodka, e dava umas apertadas no pau e olhava com um jeito safado pra mim
Quando ele terminou de ageitar tudo ele olhou pra mim e disse.
— olha aqui, já armei a barraca. Agora é só vc levar a vara. E deu mais uma apertada na rola. Eu disse pra ele ir com calma pois nem escurecido tinha ainda.
Fizemos uma fogueira e assamos a carne, tomamos a vodka e o energético, logo que terminamos já estávamos os dois bêbados e começou a troca de indiretas. Ele disse assim.
— Parece que vai começar a chover, melhor nós irmos pra barraca, lá tá mais quentinho. E deu mais uma apertada na rola. Aí eu falei assim.
— só se vc trouxe mais um colchão inflável pois da última vez vc me enganou lá na tua casa.
Aí ele falou.
— hj não trouxe de novo, mas vc pode pegar uma outra coisa inflável aqui. e pegou no pau com gosto, já tava meia bomba. Aí eu já tava cheio de tesão respondi.
— Melhor nós entrarmos na barraca então porque aqui fora corre o risco de alguém achar que tem uma anaconda nesse rio. E rimos os dois.
Nesse momento começou a chover e nós nos apressamos pra guardar as coisas e entramos na barraca. Ali eu sabia que iria levar rola daquele novinho gostoso novamente. Eu tava babando de vontade de cair de boca naquele pauzão e ver se tinha crescido mais desde o dia em que provei dele na chácara a quase um ano atrás.
Deitamos e ele já foi tomando as rédeas da situação, veio do meu lado e passou a mão na minha bunda e já foi falando assim:
— Aproveita que hj vc vai ter o que merece putinha safada. O jeito que ele falava deixava eu ainda mais louco de tesão. Eu tava ali dentro de uma barraca com um novinho de 15 anos prester a levar madeirada em um lugar afastado de tudo, sem ninguém pra incomodar e poderíamos fazer qualquer coisa pois o barulho da chuva começou a aumentar e deixava tudo mais gostoso ainda. Eu então meti a mão naquele pauzão delicioso e fiquei abismado com o tamanho. Na primeira vez que dei pra ele parecia que ele tinha uns 17 cms, mas agora eu tinha certeza que era maior ainda, sei lá uns 18, 19 por aí. Não me fiz de rogado e cai de boca naquele machinho pauzudo que me dava tanto tesão. Ele tirou a roupa e sentou no canto da barraca e acendeu a lanterna. Eu deitei de bruços com as mãos apoiadas nas suas coxas e fiquei ali admirando aquele monumento de beleza e de tesão. Mamava com vontade e delicadeza ao mesmo tempo. Enfiava inteiro aquele pau novinho na boca e lambia seu saco. Ele só me olhava com cara de tesão e falava baixinho umas putarias pra me deixar ainda mais louco. Teve uma hora que ele veio por cima de mim e me fez fazer uma garganta profunda bem gostosa até me encher de leite pra todo lado. Depois de engolir tudo e deixar limpinho ele mandou eu dar uma cavalgadinha nele. Não me fiz de rogado e montei por cima do meu machinho. Eu tava com tanto tesão que nem percebi que tava sentando num pau de dar inveja a qualquer adulto, mas que o dono tinha apenas 15 anos. Eu rebolava naquele pau e gemia alto enquanto ele me chamava de tudo quanto é nome: vadia, gostosa, putinha, viadinho, etc. Depois de um tempo ele mudou de posição e começou a me foder de frango assado. Seu pau entrava até o nabo no meu cuzinho guloso por pau de novinho. Meteu em mim mais uns 15 minutos até gozar fartamente de novo. Encheu meu rabo de leite novamente igual da outra vez no quartinho na chácara. Depois demos um descanso e metemos novamente dessa vez dei de quatro e de ladinho pra ele. No final ele gozou de novo na minha boca. Dormimos exaustos enquanto a chuva fazia barulho pra fora da barraca. No meio da madrugada levantei pra tomar água e a hora que entrei na barraca de novo lá estava meu ninfetinho me esperando pra me dar mais leitinho na boca. Ao todo metemos praticamente a noite inteira, e de manhã cedo demos mais uma antes de voltar pra chácara.
Ao chegar cheio de peixes seu pai ainda brincou conosco dizendo que achou que nós não tinha ido pescar mesmo, que era só desculpa pra ir em alguma zona na cidade. Mal sabia ele que o filho dele tinha me fudido de todas as maneiras naquela noite. Tomamos um café e ficamos na varanda da casa nos recuperando da noitada. Até o meio dia quando fomos no quiosque onde tava rolando o churrasco. Lá reencontrei o André e o Erick e acabou rolando mais uma foda sensacional, mas isso é assunto pra outro dia…

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1 comentário

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  • Responder Luiz ID:wc4amp8k

    Que bom que você voltou. Estava com saudade dos seus contos. Sempre que podia verificava se já tinha continuação das suas histórias.