# #

Eu, Beto e o Carnaval

6423 palavras | 8 |3.07
Por

Beto acordou cedo se espreguiçando todo na cama, o pernão chega arranhou minha barriga, acordei desse jeito, eita eu disse, tá querendo me machucar Nego, bom dia, bom dia me respondeu, desculpa bebê, deu vontade de estirar o corpo, não fiz por mal não, te machucar machuco de outro jeito, tu sabe qual safado, Sexta feira, carnaval, bora levantar, acordei varado de fome.
Foi tomar banho, coloquei as águas no fogo, a cueca e o macacão dele na porta do banheiro, abri a porta da cozinha, quintal tava um silêncio, só se ouvia o cantar dos passarinhos, ia ser um dia bonito.
Fiz o bulão de café, Beto saiu do banho pelado, se vestiu do lado de fora do banheiro, segurando a piroca na mão e mostrando prá mim, ah Beto sem vergonha, jogou a cueca que tinha usado na minha cara, xera teu Homem antes de lavar danado, safado tinha acordado animado, eu gostava de ver meu Nego assim.
Sentou, coloquei café prá Ele, tomei meu copo em pé enquanto fritava ovos e bacon com coentro pro cuscuz, depois sentei com Ele prá comer, preferi foi os ovos no pão com muita manteiga, Luciano levantou, bom diaaaaaa nos deu, animado tb, ai ai, dormi feito criança, tou novo pra arregaçar no Carnaval de noite, sentou prá comer antes de tomar banho, tava com apetite, o loirão e meu Beto comendo dava gosto de ver, comiam montanhas logo cedo, fiquei sentado enchendo o prato e a caneca de café do Beto e admirando o apetite dos dois, logo o cheiro do pito de Seu Aroeira chegou na cozinha, larga o veneno Aroeira e vêm comer com nós falou Beto da mesa mesmo, ele veio prá porta, só quero café e um pedaço do doce do mlk, acordei feito Claudionor hj, vontade de doce, cortei rocambole prá ele, enchi o canecão de café, ele sentou prá comer, tá animado prá hj Aroeira disse Luciano, se tou, hj é dia de botar bezerro e cabrita ajoelhados no chão, Beto riu dizendo, toma juízo Aroeira, teu tempo já passou, vá atrás respondeu Ele, véinho aqui ainda dá é trabalho por ae.
Logo chegou Preá e Claudionor na porta, ê mlk, tá dando meu bolo prá Aroeira é me falou Claudionor, têm mais respondi, sentou Ele e Preá na mesa prá comerem, aproveita hj Claudionor e compra as coisas do rocambole se quiser comer no Carnaval, tou duro disse Beto, como chora, deve tar cheio de dinheiro guardado tu Claudionor respondeu, tou é a zero quase continuou Beto, material do lek me fudeu, só tenho pros rango do feriadão e pro exame dele semana que vem, cerveja vcs se virem, amanhã cedinho vou buscar minha gostosura lá do outro lado, a feira e umas carnes frescas já trago de lá disse Preá entrando na conversa, gostosura disse Claudionor gargalhando, amor é cego mesmo, invejoso continuou Preá, a muié mais linda do Itapema é minha, e Eu e a Mãe vamos ser os padrinhos disse Beto encerrando o assunto.
Falar em mãe Beto, disse Claudionor, nunca mais levaste o lek prá ver ela, vamos depois do Carnaval só respondeu Beto, casa lá é muito cheia em feriados, mlk se empolga demais com a primaiada, tolero não, oxi Beto disse Luciano, tá com ciúmes da criançada agora é, ciúme não, é zelo disse Beto, me deu trampo fazer essa cabecinha do lek funcionar do meu jeito, lá ele se endoida com a mulekada e esquece as obrigação, eu queria ir é prá saber de Giló e Inseto eu falei, tou curioso, kkkkkkkk riu Claudionor, pq não me perguntou lek, eu falava, os dois tão é casadinhos, qq folguinha ela corre prá casa dele me disse.
Eita pensei sem falar nada, e Fefé marido dela, fiquei foi mais curioso ainda.
Acabaram os comes, toma um banho rápido lek disse-me Beto, vai prá Oficina com nós, teu Avô vai gostar de te ver, de tarde tu ajeita a casa, antes de vir nós já passa na Cruzeiro e traz as coisas que tá faltando aqui em casa.
Tomei banho, me vesti e saimos, na porta Luciano já começou a puxar o coro rua afora, o jardineira pq tá tão triste, eita que acordaram foi animados falou Branca de Neve que tava lavando a calçada quando passamos, bora com nós pro Santos de noite lhe disse Claudionor, quem me dera respondeu Ele, é nos feriados que os caminhão quebram mais, vou é trabalhar pesado de noite.
Chegamos na Oficina, fui fazer o café e pôr nas garrafas, logo chegou Murilo, bonitão como sempre, depois veio Seu Manoel, deu bom dia e me chamou prá carimbar orçamento lá no escritório, faz cara feia não Beto, disse rindo, meu Netinho vcs vão ver todo dia, eu só semana que vêm, esta manhã, danado é todo do Avô.
Fiquei quase o tempo todo no escritório, uma hora seu Manoel abriu o cofre, pegou uma nota de cinquenta e me deu escondido, prá tu comprar seringa e essas coisas de carnaval que mlk gosta, Beto não quer eu pegando dinheiro do Sr não, lhe disse, o Portuga piscou o olho, deixa ele comigo, se te encher a paciência, arranco as orelhas dele, é presente meu.
Eu fiquei contente, tava querendo comprar tinta prá pintar meus dois vasos jogados lá em casa desde a mudança, resto ia levar prá minha Mãe, naquela casa dinheiro sempre faltava, sobrava nunca não.
Chegou a hora de ir embora, fomos eu, Beto e Luciano na Cruzeiro comprar as coisas, queijos, mortadela, pães e um monte de coisas mais, entramos em casa, fui fazer arroz e carne picadinha com batatas, carne de pobre brincava Beto quando pedia prá eu fazer, ele adorava com muita pimenta
Enquanto cozinhava, fui guardando as compras, Luciano se jogou no chão da sala como sempre fazia, Beto foi tomar banho, quando saiu falei prá Ele que Seu Manoel tinha me dado cinquentão, não gostava de esconder nada dele não, tb não adiantava, eu ia pedir prá alguém comprar a tinta, Ele ia saber de qq jeito, me olhou de cara séria e disse, num sei qual de vcs dois é mais safado, o Patrão sabe que não quero ele dando dinheiro prá ti, por isso que gosta tanto de tu o véio mlk, vcs são dois teimosos mas já deu, tá dado, até a hora de tu me pegar virado e eu quebrar tua cara ao meio, ae tu aprende a me obedecer danado, na porrada mas aprende, deixa o lek disse Luciano ouvindo a conversa da sala, num fez nada de errado nem escondeu de vc, tu é grosso demais as vez Beto, num se mete irmão respondeu Beto, tou só avisando, quem avisa amigo é, meu mlk sabe bem a cartilha minha como é.
Luciano veio prá mesa, sentaram, eu ia cuidar dos passarinhos do quintal e dos peixinhos depois que servi Beto, senta teimoso disse-me, por causa de meia horinha bixo vai morrer de fome não, sentei, tava com fome mesmo, enchi meu prato, gostava de picadinho tb, ó o lek, comendo feito gente grande falou Luciano, é fome não falou Beto rindo, é medo, faz coisa errada depois quer me agradar esse safado.
Eu ri, tava é com apetite mesmo, depois pedi prá Luciano comprar tinta e um rolinho prá pintar os vasos, ia pedir prá alguém pintar, deixa que trago tinta de geladeira lá da Oficina e o rolo tb falou Beto, guarda teu dindim prá outras coisas safado, vou trazer azul clarinho, fica bonito nos vasos, ah meu doce Beto, brigava mas depois alisava, como eu gostava do jeitão dele comigo.
Antes de voltarem prá Oficina pedi prá Beto levar um dos sofás comigo pro quarto de visita prá Vânia e Alberto dormirem, Miguel dormia no outro na sala, Beto vivia falando que ia comprar uma cama de casal prá por nele mas quando lembrava o dinheiro tava curto, quando tinha dinheiro, esquecia rs.
Sairam, fui ajeitar a casa, por lençóis e travesseiros pro casalzinho dormir gostoso, temperei carne prá janta, comida ia ser simples, picadinho de carne bem temperado, purê de batatas, salada cozida, arroz e feijão, tinha que ser panelão cheio, todo mundo adorava aquela minha comidinha de pobre, até eu rs.
Umas quatro hs do nada Beto apareceu, tava com saudades disse-me rindo, tomou um canecão de café com leite, comeu um sanduba de mortadela e queijo quente, cheretou os panelão no fogo, hum danado, rango tá é bom disse, me beijou a testa e voltou pro trabalho, volta e meia Ele vinha em casa a tarde, as vezes com Luciano, outras com Claudionor, eu já tava acostumado e gostava disso.
Depois, bati um monte de massa no liquidificador prá fazer meus pães de pimenta prá noite e manhã seguintes, todo mundo gostava e Leuzinha se chegasse de manhã e não achasse pão de pimenta prá ela até reclamava, tasquei no forno, fui passar as roupas do Beto e Luciano pros safados irem prá farra a noite, o dia tinha acabado.
Umas 6 e meia chegou todo mundo em casa, barraco cheirava a comida de ponta a ponta, só faltava fazer arroz, isso Beto só comia fresquinho, comi muito arroz azedo bebê nesta vida já dizia Ele, só gosto do danado fresquinho de tudo.
Fui tomar meu banho depois que Beto tomou o dele, entrei no quarto prá pôr outra roupa, o Nego tava só de cueca deitado, ia dar um coxilo, fui prá cozinha de novo, ele levantou, da porta do quarto me chamou, vem cá bebê coxilar comigo, se não te apertar no meu braço e perna não durmo, já já chega o povo respondi, vêm teimoso, o povo chega nós levanta porra continuou Ele.
Deitamos, o pernão prendeu as minhas, danado dormiu rapidinho, eu não dormi não, fiquei quietinho, sentindo seu respirar quente em minhas costas, o peso da pernona dele, era gostoso meu Beto até dormindo, ouvi Miguel chegando e conversando com o pessoal lá atrás, já eram umas 9 e pouco, Aurivânia chegou com Alberto, acordei Beto, safado como sempre com a coisa dura encostada em mim, pôs minha mão nela, se eu não arrumar nada na folia disse-me rindo, vai levar injeção grossa logo cedo bebê, arruma logo meia dúzia respondi, ae fico semana inteira na paz, beliscou minha barriga, vamos levantar mlk ciumento antes que espete tua bunda nela é já.
Saímos do quarto, Vânia já tava arrumando as coisas dela no quarto, Alberto lá atrás com o pessoal, beijei Ela, fui cumprimentar Miguel e Alberto lá fora e entrei prá fazer arroz novo.
Miguel jantou com arroz do almoço mesmo, já tava atrasado pro trabalho no baile, Beto disse ele enquanto jantava, vou levar meu lek comigo hj tá, Beto nem respondeu,cabia que Miguel gostava de perturbar ele, acabou de jantar, deu xau e foi pro Baile trampar, lá tinha carnaval tb as cinco noites.
Beto chamou todo mundo prá entrar e encher o buxo como ele gostava de falar, só Preá quis jantar, Claudionor e Aroeira iam ficar só nos mé disseram, senão não guentavam a farra depois.
Estávamos jantando, Preá com cara triste, que foi Preá perguntou Beto, se anime prá farra, vou não respondeu ele, Leuzinha falou no tel que se eu for, me quer mais não, isso, faz as vontades de muié seu troxa falou Beto, muié tem que mandar em homem não, logo ela te bota numa coleira, vai, se ela fizer cara feia depois taca-lhe a mão na cara prá aprender, Preá ficou foi quieto, ia nada o danado, só fazia o que Leuzinha queria, Vânia disse, deixem dessas conversas, vamos é comer, comida do meu Bonitão tá é muito boa.
Tava mesmo, até eu comi bem, levei um pão de pimenta prá Seu Aroeira e Claudionor lá fora, comam o pão pelo menos lhes disse, saco vazio não para em pé minha mãe sempre diz, tava lavando as louças, Vânia enxugando, Beto beliscou minha bunda dizendo, meu mlk, num sei se te bato ou te beijo as vezes, lek danado tu safado, me agrada até sem eu pedir.
Foi todo mundo pro Banho, todo mundo cheiroso e arrumado, Luciano de bermuda branca, camiseta verde deixava seus olhos mais verdes ainda, Beto de bermuda curta amarela, camisa de linho branca, tava um pão, dava vontade de amarrar e não deixar sair rs.
Beto me chamou no quarto, sorriso nesta carinha bebê, de manhã tou aqui, meia noite mais tardar cama safado, chego varado de fome, quero meu cuscuz pronto prá comer com esse picadinho gostoso teu.
Saiu todo mundo animado, Preá foi lá pro fundo, Vânia e Alberto no sofá vendo tv, eu fui prá janela ver os bonitão esperando o 74 passar, ponto tava cheio de folião, carnaval prá mim me levava prá outros tempos, fiquei lembrando três anos atrás quando aquele ‘Pai’ me levou pro Estábulo e eu aprendi a diferença entre Homem e menino, fiquei lembrando de tudo daquele Sábado de carnaval lá atrás, parecia que era em outra vida, viajei na mente, quando dei por mim o ponto já tava vazio, o ônibus tinha passado e eu nem vi, deitei no tapete prá ver tv, meu bonitão tá pálido disse Vânia, relaxe, meu Sogrão de manhã tá aqui, eu só ri, mal Vânia sabia das coisas que eu tinha lembrado um pouco antes, era um passado que volta e meia voltava em minha mente aquela minha primeira vez com aquele Homem, o susto primeiro, depois a dor, por fim a sensação de não poder fazer nada, de se entregar aos prazeres que a carne dele queria e sempre conseguia.
Fiquei um pouco ali deitado, depois fui prá cama, queria o pernão do Beto ali me enroscando de novo, o braço dele na minha barriga, com Beto até dormir era mais gostoso mas Ele não tava ali, inda bem que meu sono chegou logo, acordei logo tb, um sonho ruim me pegou de jeito, nele aquele Homem passava de novo o óleo naquela coisa grande e ia me rasgando ao meio de novo, enfiando sem dó, mostrando quem mandava, inda bem que não acordei gritando mas tb não dormi mais, fiquei deitado até a hora que ouvi o barulho do portão de ferro se abrindo, sabia que era Miguel, levantei prá fazer café pra ele, eram umas seis hs acho.
Muito cansado tá lhe perguntei, nada meu mlk, tava tranquilo a farra lá, só uma briga teve, dei foi muita risada com os doidos, fiz café, Miguel quis saber de cuscuz não, quis foi comida, enchi o pratão pra Ele, comeu como se fosse meio dia já, depois pediu prá mim pegar uma bermuda do Beto prá Ele, minhas roupas tão lá no quarto me disse, se entrar lá vou acordar os dois.
Peguei, mlk bom disse Ele enquanto se vestia na cozinha mesmo, um dia Beto dá mole te arrasto pro meu canto, eu ri, ri continuou Ele, quando tu ver a bixa preta peluda vai querer saber do cadeeiro nunca mais, ah Miguel, nunca mudava, entrou no banheiro de Luciano, tomou banho e foi pro sofá dormir na sala.
Eu arrumei a mesa pro povo, cuidei dos peixinhos e passarinhos, fiquei sentado depois tomando café e esperando Alberto e Vânia levantarem e Beto e Luciano chegarem.
Preá lá no fundo acordou, veio dar bom dia, tomou um café preto só, ia buscar Leuzinha, perguntou se eu queria algo diferente da feira de lá, se der traz uma abóbora respondi, fazer com carne seca pro almoço, quer ir comigo passear um pouco perguntou-me, eu até ri, Beto chegando da farra e não me achando em casa, capaz de ir atrás e me trazer aos tapas de volta.
Depois vi Claudionor e Seu Aroeira chegando, Beto e Luciano foram prá São João disseram, era uma Padaria grande lá no Canal 1, foram pra saideira, logo tão chegando tb.
Vânia e Alberto levantaram, foram tomar banho no banheiro das visitas lá no alpendre, entraram prá tomar café com o cuscuz e meu pão de pimenta, eu não quis comer nada, ia esperar meu Nego chegar.
Beto e Luciano chegaram já eram bem umas oito hs, umas cara de bêbado safado os dois, todo suado ambos, tomaram banho, Luciano foi deitar sem comer nada, Beto sentou na mesa prá comer, conversando com Alberto e Vânia, fiz o pratão de cuscuz com picadinho prá Ele, piscou o olho prá mim, tá vendo filhão disse à Alberto, Preá tem muito que aprender comigo, muié tem que tratar seu Homem assim, ah Sogrinho disse Vânia, se eu fosse meu Bonitão tinha é botado um Kilo de sal no teu cuscuz prá tu ver que é bom prá tosse, Beto piscou olho de novo prá mim, meu lek faz ruindade comigo não norinha disse, sabe cuidar de quem cuida dele, fiquei quieto, meu Nego tava bem, tava em casa, prá mim era isso que interessava só, acabou de comer, escovou os dentes, sem hora prá acordar falou prá nós e foi pro quarto.
Logo chegou Leuzinha com Preá, danada escandalosa como sempre já entrou dizendo à Vânia, o safado me disse no telefone que ia pular carnaval sozinho, ele que fosse, nunca mais via minha cara, já pulei muito nesse Santos, sei bem a putaria que é aquilo lá, dei risada enquanto ela sentava e se acabava no pão de pimenta mais pensando, ai de mim se falasse a mesma coisa prá Beto, ia dar um trabalhão pro dentista depois, Beto e Preá eram amigos mas muito diferentes, Preá obedecia as vontades de Leuzinha, Beto ia é me quebrar na pancada.
E a manhã correu divertida, com Leuzinha não tinha tristeza não, pegamos a abóbora enorme que Preá trouxe da feira, tascamos num panelão de carne seca, que sobrou dela foi pro feijão prá engrossar o caldo, eu, Alberto, Preá, Leuzinha e Vânia dando risadas, resto do povo tudo dormindo, nunca tinha pulado carnaval mas vi que o negócio cansava rs, até Beto que não era de dormir até tarde levantou já ia dar 4 hs, Leuzinha já gritou prá mim, põe música, chega de silêncio nesta casa, liguei a vitrola, mesmo com som baixo o povo começou a levantar, falei pro Beto, eita que hj teu almoço é quase janta já, nem tou com fome disse-me Ele, tou empanturrado aínda, quando tiver te aviso, tu faz meu prato, abriu as panelas prá xeretar como sempre fazia, virou uma 7up no gargalo inteira na boca e foi lá prá fora com o povo, assunto era a farra do baile, nem fiquei perto, fui ver é tv prá não me aborrecer.
Tava na sala sozinho, tv ligado no volume alto assistindo Almoço com as Estrelas, já tava no finzinho, adorava aquele programa, Beto veio, que tá fazendo aqui sozinho na sala safado, nada respondi, vendo tv só, me olhou com cara feia, desliga isso e vem pro quintal, vêm com criancice não que de noite te rasgo com gente em casa e tudo, ah Beto, quando queria implicar parecia véio, se eu tivesse lá fora capaz dele me dizer, assunto não é prá ti, vai prá sala ver tv rs, já tava acostumado com o Nego, fui lá pro fundo ouvir as palhaçadas de Leuzinha e Miguel, aqueles dois tiravam sarro de tudo, Vânia chamando o povo prá ir na João Pessoa a noite ver o desfile de carros, Beto já falou que não ia, queria descansar, eu fiquei quieto, bem gostava de ver o corso, uma vez eu tinha vindo com minha mãe e todo mundo da rua, ficamos até amanhecer o dia, foi uma farra de confetes e serpentinas danada, agora que morava ali do lado não podia ir, se Beto não ia, não ia querer que eu fosse também.
Já tinha todo mundo almoçado, quase seis hs Beto pediu prá fazer o prato dele, a fome tinha batido, esquentei a comida, Ele entrou, fiz o prato dele, mandou eu sentar prá fazer companhia, quer ir ver o desfile dos carros perguntou-me, tu já disse que num vai respondi rindo, tou perguntando se tu quer ir lek, responde que te pergunto e não vem esticando assunto, tu sabe que não gosto de enrolação, eu queria falei, vim uma vez com a rua inteira, era bem pequeno, achei foi bom, Ele riu, tá bom então, nós vamos, Dona Guilhermina tá vendendo confete e outras coisas da farra ae na Gráfica, pega com ela depois o que tu quiser, depois acerto com ela, ebaaaaa eu disse alegre, Ele riu, ah bebê, tu as vezes parece criança safado, se anima com qq coisa, nós vamos, se me der sono, nós vem embora na frente, nem inventa de querer ficar lá, entendido? Entendido Patrão respondi e corri prá Dona Guilhermina, voltei com um sacão de confete e serpentina prá todo mundo, era baratinho, Beto prá essas coisas tinha miséria não, aliás Beto não tinha miséria é prá nada acho.
Edvaldo chegou com Willians e Wanderlei, vieram pro desfile, Wantuil tava no Quartel, há tempos não via o safado, disse o Pai que ele já tava de saco cheio de quartel, vivia falando que ia dar um tiro de fuzil no pé, só prá não servir mais, tome falou Claudionor caindo na gargalhada, falei pro bonitão que prá quem gosta de farra, servir exército não dá certo, é disse Edvaldo, se lascou, até ano que vem tá preso, ou vira homem ou desembesta de vez.
Os meninos entraram prá jogar bilhar com Cláudionor e Leuzinha, eu gostava tb mas meu ombro começava a doer, parava logo, era raro eu jogar uma partida inteira naquilo, Beto ficava aguniado, fdp aqueles dois ele me dizia depois.
Willians tinha trazido uns seringão d’água e martelinhos prá todo mundo, eu adorava os martelinho mas tirava a borracha prá dar na cabeça dos outros, ae doía kkkkkkkkkk, bate com essa porra na minha cabeça prá tu ver me disse Beto, te jogo debaixo dos carros, ai Sogrinho, que horror falou Vânia, cê faz tempestade em copo d’água, essa porra dói Vânia continuou Ele, mlk é malvado com as brincadeiras, por isso já aviso antes, se der em mim vem apanhando de lá até aqui, ah coitado pensei, lógico que eu ia dar uma marteladinha nele e sair correndo lógico.
Povo ficou bebericando, fiz champagne com pêssego que Beto mandou fazer prá quem quisesse, só nove hs que a gente ia sair.
Miguel e os meninos de Edvaldo jantaram, resto do povo iam comer na volta só, Miguel foi trabalhar, fui tomar meu banho e me arrumar, tava me vestindo, Beto entrou prá escolher bermuda e camiseta prá Ele, tá gostosinho demais prá ir só até a esquina hen rapazinho, me disse, se comporte não que te trago a tapa até aqui de volta, até ri, com Beto eu tinha que tar sempre comportadinho, tirava os olhos de cima do bebê nunca não, era zelo dizia, tinha ciúmes não.
Foi tomar o banho dele, os três banheiros da casa mais o da casa dos fundos tavão tudo ocupados, todo mundo xeroso e bonitos prá farra, me vesti de bermuda vinho e camiseta amarela, Beto escolheu bermuda branca e camiseta azul clara, as cor de Iemanjá e da tua escola me disse, tava lindo, meu doce Beto era lindo com qualquer cor de roupa.
Fomos lá pra João Pessoa eram nove e pouco, Luciano, Seu Aroeira e Claudionor ficaram, iam pular todas as noites, Dona Guilhermina tava toda enfeitada na porta esperando a gente, ia junto, nega bonita ficava a véia arrumada, Leuzinha com um vestido verde esmeralda de babado até embaixo parecia que ia desfilar, ah muié mais bonita lá não tem ia falando no caminho todo Preá, Beto e Alberto riam com gosto do danado, a Rua lá tava repleta de gente, os carros cheios de moças e rapazes bonitos e fantasiados, Beto, Edvaldo, Preá e Dona Guilhermina já pegaram uma mesa no Bar da esquina e levaram prá calçada, cervejada começou, fiquem tudo aqui perto falaram prá nós, eu já tirei a borracha do meu martelo, fui por trás do Beto e dei-lhe uma na cabeça, sai correndo pro meio do povo lógico, aquilo doía, caiu todo mundo na gargalhada, de longe ouvia, tu me paga mlk, vou te arrebentar em casa, nem liguei, raiva do Beto passava rápido, falava só da boca prá fora.
Negócio tava animado, eu olhando prá ver se encontrava alguém lá do meu bairro mas naquele tumulto não achava ninguém, ficamos jogando confete e serpentina nos carros e no povo e água das seringas tb lógico, um calorão danado, nós já tava tudo suados, de vez em quando entravamos no bar prum refri, Willians tomava é cerveja mesmo, ficava longe de Beto prá não tomar um cascudão na cuca, doía mais que o martelinho com certeza mas Ele nem lembrava mais acho, uma hora sentei com eles, se aquieta um pouco lek, tá pingando de suor me disse Beto, já tava cheio de Antarcticas na cabeça, Ele e todo mundo, conhecia meu Nego mas cerveja num deixava Ele alterado não, Dona Guilhermina tava meia alegrinha tadinha, nunca saia de casa, quando dava queria é se divertir mesmo.
Voltei prá farra, Willians tinha tomado uns copos, começou com as conversas de putaria comigo, aquele ali e o irmão mais velho só pensavam nisso parecia, eu já tava com sono, olhava o olhar do Nego em minha direção, ninguém enganava Beto não, vi que era hora de sossegar o faxo lá na mesa com eles, sentei, hum hum falou Beto, comportadinho agora rapazinho, senão já sabe né, nem liguei, já tinha me divertido é bastante.
Deu umas 2 hs da manhã, Beto disse pro povo que nós ia embora, jantar e dormir, Edvaldo chamou os meninos tb prá ir, num ia dispensar a carne seca falou, resto do povo ficou lá, só iam embora de manhã falaram, andamos a quadra e meia até em casa, esquentei a comida, pus na mesa e fui tomar banho, tava empapuçado de tanto refrigerante mas Seu Beto me fez comer um pouco, Edvaldo tava meio grogue já das bebidas, Beto ajeitou o colchão de casal reserva comigo no chão da sala, forrei e ele e os meninos iam dormir lá, então bora tomar mais umas disse Ele, nós toma mas vou tomar banho antes respondeu Beto, ficaram na cozinha bebendo, os meninos deitaram, fui deitar tb, tinha dormido nada na outra noite, tava com sono e muito.
Me deitei, não ouvi nem vi mais nada, só acordei quando Beto pôs o pernão em mim, tá cansado né bebê, deve ter ficado ontem até tv sair do ar acordado teimoso, nada falei sonolento, acordei foi muito cedo, tive daqueles sonhos de novo, ixi bebê, e eu nem aqui prá te acalmar, já foi falei, tá bom, hj tou aqui, doido prá foder mas espero até amanhã, vai me pagar a martelada danadinho, esqueci não, com juros e muito, juro, estalou meu ombro, esquece que sou teu não falei já fechando os olhos de novo, não vi Vânia, Alberto e Miguel chegarem, muito menos Luciano, abri os olhos já eram umas nove da manhã, dormi gostoso, Beto dormia ainda mas me esguerei prá sair, ele acordou e levantou tb.
Fomos prá cozinha, faz café bem forte bebê disse-me Ele, virei muita cerveja ontem, café dá uma limpada, demorou muito prá deitar perguntei, tu num viu safado quando fui prá cama, vi Nego lhe disse mas não vi que hs eram, ia dar cinco hs me respondeu, eita continuei, num dormiu nada então, coma e vá dormir mais um pouco, vou nada lek, vou virar o café e ir buscar pão prá tu fazer sanduba pro povo, tomou café e foi mesmo enquanto eu fazia o cuscuz aliás naquela casa todo mundo agora queria cuscuz, acostumaram a comer, gostaram.
Chegou da padaria, trouxe um pacote de sonhos tb, comeu cuscuz e saiu, vou na Oficina buscar tinta pros vasos, já já volto danado, disse e saiu, vi que Ele tava preocupado com alguma coisa, quando procurava coisa prá fazer tava com alguma minhoca na cabeça mas não falava nada, eu ficava sem saber o que era.
Fiz um monte de sanduíches, Toddy, deixei tudo pronto na mesa e os sanduíches no forno prá ficarem quentinhos, Beto voltou, todo mundo dormia ainda, ficou em pé me olhando daquele jeito que me deixava vermelho, eu baixava a cabeça, ele gostava, hj tem jogo lek, modo mudinho, tu no gol, eu de centro avante e artilheiro, eu ficava puto com essas conversas mas conhecia meu Beto, quando Ele falava fazia o safado.
Pessoal tava tudo dormindo as onze hs ainda mas Leuzinha levantou lá atrás, vozeirão dela enchia a casa e acordava todo mundo, Miguel levantou bravo, caraio Leuzinha, trabalhei até às seis hs pow, ninguém morre se não dormir muito um dia não respondeu Ela, dormir, durmo em casa, aqui eu quero é farra mesmo, Beto ria com a doida, danada sentou e se pôs a comer os sanduíches com Toddy, pessoal foi tudo levantando e rapidinho já tavam na mesa.
Fui lá prá fora ver Beto lavando os vasos prá pintar, pq num pede prá alguém pintar lhe falei, Ele riu, deu vontade lek, faz tempo não mexo com tinta, deixa comigo que eu capricho.
Miguel veio prá fora enfezado ainda, qq dia mato Leuzinha disse, ela não muda não disse Beto, melhor acostumar, foi todo mundo chegando no quintal, entrei prá ajeitar a cozinha com Vânia, era limpar a bagunça do café e bagunçar de novo com o almoço.
Beto acabou de lavar os vasos, entrou, fazer o que de rango hj lek perguntou, nem sei respondi, têm beringela que Preá e Leuzinha trouxeram, podia fazer lasanha delas, que achas, por mim tá ótimo, todo mundo gosta, amanhã tá de folga do almoço, vamos pro Góes chova ou faça sol, nós almoça lá, eba Vânia disse, nunca mais fui lá, eu ouvia direto falarem dessa praia mas nunca tinha ido, só via as barquinhas levando o povo prá lá, bem ia gostar de conhecer.
Edvaldo numa ressaca braba, tasquei litros de limonada prá ele tomar, depois melhorou, empanei uma baciona de beringelas, enquanto Vânia e Leuzinha fritavam, fiz o molho, na hora que quisessem almoçar era só por no forno.
Beto, tou pensando em trazer a turma da Capoeira pruns batuques aqui na Terça disse Claudionor, que achas? Por mim tudo bem, amanhã nós vai tudo pro Góes, terça tamos aqui mas vê ae com o lek os rango prá fazer, fechou continuou Claudionor, mlk é bonzinho comigo, vou por na votação, feijô ou churrasco, eu ouvi a palavra feijoada gritou Dona Guilhermina lá do quintal dela, devia tar lavando roupa a danada, sim continuou Claudionor, Terça feira com batuque e tudo, povo maioria quis feijoada, no dia seguinte depois da praia, alguém ia ter que buscar as coisas, feijoada boa se faz é na noite anterior, caldo fica bem grosso.
Pessoal foi almoçando, meninos no bilhar, Leuzinha, Vânia e Dona Guilhermina como sempre uma fazendo unha e cabelo da outra na calçada lá fora, era uma fofocada brava, eu sabia a vida dos vizinhos de Leuzinha tudo, mesmo sem conhecer, era ela lá e Izaurinha Conta tudo lá na rua de minha mãe, dia e noite Izaurinha tava enfiada em tudo que é casa prá se manter atualizada, levava eu junto, mocinhas que andavam sozinhas ficavam faladas lá no bairro.
Eu doido prá ir lá pra calçada ver o movimento mas nem ousei, Beto não tolerava isso, ia me dar é uns tapas depois de recitar a carta aos corinthios umas três vezes no mínimo, fiquei lá atrás ouvindo as mentiras dos homens, como aumentavam tudo aqueles danados rs.
Miguel aproveitou que Leuzinha tava lá fora, foi pro quarto de Luciano dar um coxilo, Edvaldo e os meninos iam embora, cedinho na Segunda iam tar de volta com Wantuil prá irem prá praia tb, ô Beto, deixa o lek dormir lá em casa hj falou Williams, de noite nós toma sorvete e fica lá no Parque Balneário, nós dorme cedo prometo, deixo não, lek tem serviço aqui hj, outro dia ele vai, hummmm pensei, galinha já vai ter é dentes nesse dia, bem que eu queria ir, aquela calçada fervia de gente bonita toda noite, que dirá Carnaval mas não era coisa pro meu bico, eu ia é agarrar as bolas no gol nesta noite, o olhar do Artilheiro me dizia isso toda hora.
Caiu a noite, nós lindas e maravilhosas prá ficar em casa disse Leuzinha à Vânia, eu ria muito, as caras que Leuzinha fazia eram muito engraçadas, punham Hebe e Dercy no chinelo, vão lá prá esquina disse Claudionor, vão arrumar dinheiro feito água, chama tuas irmãs prá irem com nós então, as danadas ensinam o trabalho prá nós seu sem vergonha, podem vir não continuou ele, moram é longe, eu gargalhei mas pensando, Maranhão, nem sabia onde era isso, a carta de resposta dele já tinha chegado há dias, ele já ia mandar eu escrever outra, de Dona Xanda nem sinal, eu ficava triste por Beto, escrevi aquela carta enorme com tanta esperança, não tinha adiantado nada, era um assunto morto, nunca mais escreveria outra, não adiantava.
Miguel foi tomar banho prá ir pro baile, Luciano e os outros tb prá irem pro Santos, bora Beto disse Luciano, tu num sabe o que perdeu ontem, a loirinha de pele morena perguntou por ti, fale à Ela que terça tou lá, hj e amanhã não respondeu Beto olhando prá mim, gostava de me irritar o danado, fingi que nem ouvi mas p da vida por dentro, entrei prá dentro, tava tendo concurso de fantasias televisionado lá no RJ, como sempre Seu Clóvis Bornay e a belíssima jovem Elke Maravilha roubavam a cena, Leuzinha e Vânia entraram prá assistirem comigo, Beto e Alberto ficaram na cozinha bebendo com Preá, ninguém janta nesta casa hj lek gritou Beto prá mim da cozinha, todo mundo tinha almoçado bem tarde, só Beto e Alberto queriam jantar, ia fazer arroz fresco, precisa não disse Beto, quero só a lasanha, pode encher o prato, de vez em quando tu faz comida boa disse rindo.
Fiz o prato dele, Alberto se serviu direto nas panelas, come um pouco me disse Beto, vou comer um sonho depois respondi, só come sonho se jantar primeiro, senão dorme com fome continuou Ele, ê bixo chato aquele danado, pois não comi foi nada, adorava minha lasanha e adorava sonho tb mas tava sem fome nenhuma, tinha comido muito de tarde, bixo ruim falou Beto enquanto eu voltava prá sala, ê Pai, tá sem moral com o mlk, senta o braço, essa idade é foda, vou sentar-lhe sim mas outra coisa já já, deixa comigo.
Sentei no sofá rindo, Beto era teimoso, eu tb era, logo ele tava na sala, arruma a louça lá lek, depois banho e cama, tou indo tomar o meu, desfile tava tão bom de assistir mas obedeci, Beto era pirracento, capaz de cancelar a praia no dia seguinte e eu nunca ia mas adorava uma praia.
Preá e Leuzinha foram namorar lá na casa dele, tomei meu banho, Vânia e Alberto disseram que iam deitar tb, entrei no quarto, Beto tava com a tv branco e preta só de cueca assistindo faroeste.
Deitei do meu lado na cama, ele quieto, tava bravo sem motivo comigo, me virei prá dormir, senti a mãozona pesada apertando meu ombro com força, coitado já doía, que dirá com Beto apertando ainda, isso dói eu disse, eu sei safado, mas tá merecendo, tu num é maís criança lek, me contraria pq quer sangue ruim, num.fiz nada, só não quis jantar, Leuzinha e Vânia tb não quiseram, as duas não são meu departamento lek, tu é, se mando comer, tem que comer, levanta, vai lá comer teu sonho com Toddy, dorme com fome tem é sonho ruim depois, quero não Beto, tou sem fome juro, tá bom então rapazinho, vai comer então é canelone de nervo e do grosso, nada de inhehen senão negócio vai ser bom prá tu não, tou falando nada Nego lhe disse, num fiz nada de errado, tu quando cisma as coisas, parece que quer descontar em mim pow, Ele riu, peladinho rapaz, de frente prá mim, pernas coladas na parede, tu esquece a cartilha mas sei bem reforçar a lição depois, tava fudido pensei, quando Beto me chamava de rapaz e não rapazinho, a lição ia ser doida e doída tb, não tinha como protestar, ia ser do jeito dele como sempre.

⏩ O melhor site de desenhos animados pornô do 🇧🇷, HQs eróticas🔥

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 3,07 de 15 votos)

Por # #
Comente e avalie para incentivar o autor

8 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Drica loka ID:bf9kdis6ic

    Credo , virou um livro tipo Sabrina, Bianca.
    Você pode aposentar o conto se só consegue escrever esse tipo de narrativa.

    • Marcus ID:19p2lvrzj

      Não lê pow rs. Abraços Boa noite.

  • Responder Decepção ID:19p2xp341

    Ridículo demorou duas semanas pra entregar isso !
    Cadê a foda cadê os caras comendo o lek

    • Marcus ID:19p2lvrzj

      Rs. Vão demorar essas fodas. Abraços. Boa noite.

  • Responder Bra ID:dlo3mj9qj

    Leke é muito é besta. Não gosto quando o Beto faz isso com ele!

    • Marcus ID:19p2lvrzj

      Eu tb não rs. Boa noite Querido.

  • Responder Samuel lo ID:h5hqammm3

    Aí meu cu tá ardendo acabei de da pro meu patrão no mato tenho 17 anos e meu patrão 33 ele tem 21 cm e grosso

    • Marcus ID:19p2lvrzj

      Que bommmmmm rs.