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Da desconfiança à certeza

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me acomodou no banco, montou na garupa, quando eu inclinei pra frente segurando nos punhos no guidon, a pica lambusada de gel, encontrou meu cuzinho

Tenho relatado aqui que sou casada a 42 anos, e estou sem sexo com meu marido a muitos anos, sacio minhas necessidades fisiológicas, nas mais diversas formas, pois sou uma coroa inteira, bem afeiçoada, com os hormônios em plena atividade, gosto de sexo, porem, meu marido não comparece.
Noto, que a muitos anos, meu marido está sempre em companhia de “amigos” novos, poucos são os amigos da mesma idade (62) ou próximo a isso, e me chama atenção também por esses “novinhos” serem negros ou mulatos na sua maioria. A constante necessidade de “viagens a negócios”, muitas vezes com as desculpas que teve que levar um “amigo”, ou encontrou casualmente com um “amigo” numa cidade feito São Paulo, me levou a investigar por conta própria. Quando tive uma oportunidade de conhecer melhor um dos “amigos”, não a perdi. Meu marido num sábado, foi chamado no portão por um rapaz, eu atendi e perguntei do que se tratava, pois meu marido estava no banho, o rapazinho, um garotão de uns 20 anos, negro, alto, trajava bermuda tactel, parecia humilde, regata branca, contrastava com sua pele escura, muito belo o rapaz, que disse chamar Eduardo, ou Dudu, que tinha combinado com meu marido de lavar o carro, eu mais que depressa o fiz entrar, e disse que poderia comear a lavar o carro ali mesmo, tinha todo equipamento, flanelas, panos, detergente num armário na garagem, que poderia aproveitar e lavar o meu tambem.
Quando meu marido saiu do banho, comentei com ele, esse me afirmou que iria lavar na empresa, mas eu aleguei que queria que lavasse o meu também, ele não questionou mais, depois que eu falei, que quando o rapaz acabasse ele levaria o rapaz em casa. Minha tática : Ficaria com o rapaz ali perto de meu domínio, para ver se eu conseguia pegar alguma coisa, e dava a entender que ele teria o espaço que precisaria para o que eu estava desconfiada que ele queria fazer, pois era praticamente todo sábado as saídas dele para a empresa.
Homem é bicho bobo mesmo, sem perceber, se achando esperto, foi me dando “dicas”de como era o Dudu, assim por ele tratado, que não podia dar mole que ele não fazia o trabalho direito, quando tive uma oportunidade, peguei o contato do garotão, para futuros trabalhos, inclusive com minhas amigas, mas que ele não precisaria comentar com meu marido, por ele ser muito sistemático. Arapuca armada, deixei os dois a vontade, a sensação que meu marido deixava transparecer era de agonia, tenso, quando acabou de lavar os carros e foi levar o rapaz, estava aliviado……nitidamente “ali viado”.
Passado uns dias, entrei em contato com Dudu, dizendo que teria que fazer uma viagem para entregar uma encomenda numa cidade vizinha, se ele poderia me ajudar.
Quando peguei Dudu no local marcado, ele entrou no carro deparou comigo trajando um vestidinho rodado, bem decotado, exibindo meus seios, levantei o vestido na altura das coxas de modo que facilitasse o controle dos pedais do carro e a visão do que seria o material que aquele negro cheiroso, iria manusear.
A abordagem foi simples, a arapuca estava bem armada, um elogio do bem que ele faz ao meu marido, e poderia me fazer também, joguei um verde, dizendo que sabia das “ajudas” que ele dava ao meu marido e esse era muito generoso e grato a essa ajuda.
Já na estrada, falei com ele que queria ir onde ele e me marido foram na última vez, no dia que ele lavou os carros, ele sorriu, disse que seria um prazer, para seguir em frente que tá a poucos quilômetros dali, me deparei com um motel as margens da rodovia, perguntei-lhe o número da suíte se ele se lembrava, ele lembrou, pois segundo ele era a que tinha a moto, fiquei curiosa, uma moto na suite, ele garantiu que eu iria gostar também, respondi que tinha certeza .
Quando entramos na suite, entendi o que era a tal moto, era uma cadeira erótica em formato de banco e guidon de moto, com molas que facilitam o movimento.
Já no clima do local, Dudu ligou a tv, acredito que faça, isso quando maridão está com ele, eu liguei o ar, mas estava mesmo querendo ver se o maridão tinha bom gosto, Dudu lembra muito aquele cantor Thiaguinho, chamei para proximo a mim, queria ver o que ele tinha a oferecer, que meu marido fica todo calminho , quando ele desatou o laco da bermuda tactel, que já me dava uma noção do que ele tinha ali, saltou uma piroca, preta, veias salientes, cabeça roxa, grossa , torta para o lado, porem muito dura, também , novinha, segurei, sorri, e perguntei se meu maridinho dava conta daquilo, ele riu e disse que dava, e ainda pedia para colocar tudo, mas só conseguiu mesmo aguentar naquela moto que estava naquela suite. Entendi a utilidade da moto, colocava numa posição confortavel para a penetração, inicialmente me deliciei naquela piroca, chupando, Dudu, quis me beijar os peitos, lamber, me deu um verdadeiro banho de lingua, já nao estava aguentando mais de tanto tesão, queria sentir aquela piroca, cavalguei, naquele mastro, me arrancando gritos de prazer, depois que ele gozou e eu também, eu queria aprender andar de moto, ele me levou no colo, me acomodou no banco, montou na garupa, quando eu inclinei pra frente segurando nos punhos no guidon, a pica lambusada de gel, encontrou meu cuzinho totalmente vulnerável, exposto e lambuzado de gel, com o movimento da moto, inicialmente entrava a cabeçorra, quando dei por mim, aquele negro estava todo dentro de meu rabo. Meteu muito, eu perguntei se meu rabinho era igual ao do meu marido, ele disse que era mais apertadinho, meu marido entra mais fácil, estava mais acostumado, mas que eu sou muito gostosa, que iria querer mais.
Dudu me deu uma surra de piroca, a tarde toda, quis saber onde seria a entrega, eu disse que ele ja tinha acabado de fazer, e que sempre que possível, contrataria os serviços dele

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