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Aventuras de um adolescente: pt.1

2521 palavras | 7 |4.35
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Primeira parte das histórias que giram em torno do meu despertar para minha sexualidade durante meu período de adolescência e pré-adolescência.

Obviamente não revelarei meu nome, na verdade não acho que seja necessário, as histórias aqui são reais e talvez não sigam uma ordem cronológica sempre (avisarei quando não seguirem. Para fins de identificação me chamarei de Diego nelas.

Infelizmente não vou saber especificar minha idade, mas provavelmente tinha entre 11 e 12 anos. Eu hoje sou uma pessoa um pouco tímida mas durante parte da minha adolescência eu falava pelos cotovelos, então acabava envolvendo me (amigavelmente, inicialmente pelo menos kk) com qualquer pessoa na vizinhança, seja ela criança, jovem ou adulto. Mas entrando dentro desse paralelo entre me relacionar com pessoas velhas eu comecei a ter um fascínio mais sexual por homens, eu sempre soube de minhas preferências sexuais, até hoje ainda exploro ela para entender de fato onde me encaixo, mas os meninos mais velhos… os adultos, eles tinham coisas que eu e meus amigos não tínhamos até aquele momento, pelos. Eu não me considero uma pessoa necessariamente fetichista ou algo assim até hoje, ou talvez eu só não queira me rotular dessa forma, mas pelos sempre me atraíram de forma que me deixa totalmente entregue a quem chegar até mim dessa forma, sovacos, peitoral, abdômen, púbis… tudo isso ativava um gatilho em minha mente que me levava em um lugar que eu até não queria ir no início, mas com o tempo eu mesmo fui me desconstruindo e aos poucos me tornei mais digamos, direto. Eu sou o tipo de pessoa que apesar de nunca estar envolvido em coisas essencialmente consideradas masculinas, como já disse, eu falava muito, então consequentemente acabava retendo comigo assuntos que me levavam até as mais diferentes bolhas mesmo sendo sempre o mais novo entre os meninos, então acabei me envolvendo com o amigo do meu primo, que aqui chamarei de Tiago.

Algo que sempre me fascinou, provavelmente por influência do meu primo, foi jogar, no caso, jogos eletrônicos. Meu primo e eu sempre fomos próximos então ele deixava eu jogar no Ps3 dele, e como ele estudava o dia inteiro, até as 17hrs, e morava “sozinho” (pq ele ficava sozinho na casa vizinha a minha e o restante da família então meio que era tudo próximo), eu chegava da escola por volta das 11:30 e passava o resto do dia na casa dele jogando. Em um desses dias jogando, Tiago chegou e perguntou por meu primo, mas ele obviamente não estaria em casa, só que ele entrou mesmo assim, e sentou no sofá atrás de mim. Sobre Tiago, ele e meu primo tinham a mesma idade, ambos 17 anos, mas Tiago estudava em outra escola que funcionava apenas meio período e ele estudava pela manhã, assim como eu, Tiago loiro e muito alto, e bonito, apesar de eu sempre ter achado ele muito branco, não era exatamente uma pessoa malhada mas seu corpo era muito chamativo, principalmente porque ele tinha pelos e amava cultivar eles, principalmente os do suvaco, eu não o via muito sem camisa mas ele quase nunca usava camisas com manga, então aquela mata loira era quase uma hipnose para mim sempre que nos cruzávamos, principalmente quando todo mundo se juntava para jogar FIFA na casa do meu primo e eu jogava junto (que aliás era um sonho). Ele tinha um temperamento meio instável, na real, ele me assustava até certo ponto, sempre tive a impressão que ele surtaria em algum momento, então ele era o amigo de meu primo que eu menos me comunicava, mas ainda assim, tínhamos alguns assuntos em comum, principalmente quando o assunto era FIFA (ele era péssimo, e eu era muito bom).

Nesse dia eu jogava Naruto.e ele continuava sentado lá atrás, eu tava jogando no modo história então não tava necessariamente focado em jogar por conta dos diálogos que esse modo tem então olhei um pouco pra trás e disse:
— Ele só chega mais tarde. Eu disse, mas ele não respondeu.
Eu achei um pouco estranho o silêncio mas continuei jogando, aquele silêncio dele na verdade me assustava, como eu disse, ele era a pessoa que eu me sentia menos confortável de estar sozinho com, mas eu tentei mais uma vez.
— Quer jogar? Perguntei.
— Não gosto desse jogo não. Ele respondeu. Eu tava olhando a tela então não vi o que ele fazia.
— Pode ser FIFA se quiser, só eu acabar aqui que da certo.
Mais uma vez ele não me respondeu, só ouvi ele levantar e puxar uma cadeira até onde eu tava, ele tirou o segundo controle da tomada e ficou ali segurando, então enquanto eu jogava tentei manter o diálogo.
— Cadê a Tia ****? Era a mãe dele, não éramos parentes mas eu e ela éramos próximos então eu ia bastante lá e chamava ela de tia.
— Tá lá, acho que fazendo um vestido, nem vi direito.
Balancei minha cabeça positivamente sem olhar pra ele e ele finalmente me fez uma pergunta.
— Tu fica jogando aqui todo dia?
— Sim, ele (meu primo) deixa a chave lá em casa e deixa eu vir jogar. Olhei rápido e vi que ele olhava atentamente pra vários pontos da casa.
— Então vou começar a vir todo dia tbm. Ele riu um pouco, eu também ri, mas sendo sincero eu não gostava da ideia.
Continuei jogando por um tempinho até que a partida acabou, salvei, voltei na PSN e selecionei FIFA pra gente jogar, enquanto isso eu levantei e fui até a cozinha atrás de algo, mas como meu primo usava a casa basicamente para jogar, tava tudo vazio.
Quando voltei Tiago tava sem a regata, o que eu já esperava já que todos os meninos quando iam jogar ficavam sem camisa, mas ele ali naquela situação comigo foi meio diferente, como falei, ela me instigou mais do que os momentos em que todo mundo tava junto, eu olhei um pouco, acho que olhei até demais já que ele soltou:
— Para de me olhar tanto e bora jogar logo pô. Sai do transe e fiquei meio constrangido pra falar a verdade mas ainda tentei contornar a situação.
— É que tu é branco demais. Falei.
Ele riu um pouco, não sei se ele levou isso como elogio ou o que, mas ele só apontou pra cadeira com a cabeça e começamos a jogar.
Como já falei antes, ele era péssimo jogando, então jogar com ele era meio chato, ele não me vencia, e também ele ficava irritado quando perdia, mas ele tava sentado de uma forma tão sugestiva que minha visão periférica gritava pra eu olhar, ele usava shorts de jogar bola com frequência e sempre que eu fazia gol ou ele errava, levava as mãos a cabeça, era uma cena maravilhosa o suficiente pra eu conseguir ficar totalmente desconcentrado só de imaginar, mas tentei não me deixar levar, até que dado momento eu pausei o jogo e disse que ia beber água na casa de minha vó (que ficava ao lado), ofereci água e ele pediu pra trazer, então eu fui.
Ao voltar. mais uma vez eu tava presente de uma cena totalmente injusta pra mim naquela posição, ele tava com a camisa cobrindo o rosto, com as mãos na cabeça e sentado no sofá de uma forma que eu pude simplesmente ver toda a extensão do seu pau desenhado naquele short branco, aquele suvaco gostoso chamava com por mim, então senti que tava ficando excitado e andei rápido até a cadeira.
— Tai a água Tiago.
— Põe pra mim ai menor
— Põe tudo mano. Eu falei.
Ele tirou a camisa do rosto e sentou no sofá, então me pediu que pegasse a garrafa pra ele, mas eu tava com o pau duro da situação então tive medo de levantar, ignorei a fala dele. Até que ele levantou e disse:
— Ah então chupa meu pau viado! Acho que ele provavelmente disse para zuar comigo, já vi ele falar com meu primo e os amigos dele, mas eu não retruquei ou só fiz piada como eles, eu olhei pro lado, olhei pro short dele por alguns segundos e virei novamente, então acho que isso desconcertou ele, provavelmente eu não ter retrucado plantou uma semente da dúvida de minhas intenções nele, ele bebeu água, e falou:
— Depois fala ao **** que vim aqui. E saiu.
Pra falar a verdade fiquei apreensivo por um tempo, achei que ele diria pro meu primo que eu era viado ou coisa do tipo, então temi que ele começasse a me excluir dos círculos que que eu mais tinha assuntos em comum, mas na verdade os dias foram passando e ele só agia normalmente, acho que eu na verdade tava agindo estranho com a situação, dias e dias após isso eu fui na casa dele no início da tarde porque queria pegar uma camisa minha que a mãe dele tinha apertado pra mim, mas durante a tarde geralmente só o marido dela tava por lá, e ele era surdo então ele na verdade nem via o momento que eu entrava ou saia, até pq eu só ia até a sala. Mas pro meu azar (ou sorte rs), aquele dia Tiago estava em casa, entrei pelo portão, quando entrei na sala onde ficava a máquina dela e as coisas que ela mexia ele tava sentado no sofá.
— Tá atrás da mãe? Ele me perguntou.
— Não… eu só vim buscar minha camisa. Eu respondi. Achei estranho ele puxar assunto comigo mas eu tentei ir de acordo e só fazer o que eu tinha que fazer.
— É qual? Eu te ajudo a procurar. Ele falou levantando do sofá, ele tava com a mesma roupa do dia em que jogamos, e sem camisa, meu gatilho.
— Não, não precisa não, eu mesmo acho aqui.
Então fui até o lugar onde ela disse que guardava as roupas e procurei, ele decidiu me ajudar a achar também, e eu não quis falar nada, até que ele sentiu algo cutucando nas costas dele e tentou coçar, ele levantou o braço e eu descaradamente, olhei em direção ao suvaco dele, e ele obviamente notou, mas continuou coçando, na verdade parecia que ele continuava com a mão lá atrás de propósito, eu virei o rosto pra fingir, ele saiu e entrou no quarto dele até que ouvi ele me chamar, eu fiquei apreensivo automaticamente, então falei:
— O que foi? Achou minha camisa aí?
— Vem aqui rapidão. Eu então fui até a porta e falei mais uma vez:
— O que foi?
— Entra mano, pode entrar. Ele disse fazendo gesto com a mão.
Então eu entrei e fiquei próximo a porta, ele tava no guarda-roupas mexendo então eu de fato achava que ele tava com minha camisa (inocente kkk).
— Porque tu sempre olha pro meu suvaco e dos meninos? Ele foi bem direto questionamento.
Eu fiquei meio sem palavras e então só falei:
— Nada… Eu acho.
— Mas tu sempre olha, eu já percebi, tu acha bonito?
Eu já sabia onde ele queria chegar mas ainda assim continuei na defensiva.
— Só acho curioso mesmo.
— Mas tu gosta né? Ele insistiu.
— Pq eu gostaria?
— Aquele dia que falei aquilo tu num fez nada, parecia que concordava comigo.
— Só pq não falei nada?
— É… na verdade eu tenho a impressão também.
— Acho que tu errou então. Ele virou pra mim e tava excitado, seu pau parecia grande pelo short, mas até então eu não tinha certeza.
— Quer pegar? Pode pegar.
— Ñ Ñ valeu. eu disse.
Então quando eu ia virando pra sair do quarto ele me segurou, e eu obviamente, não fiz nada, só deixei ele fazer o que ele queria fazer.
— Pega… Foi levando minha mão devagar até que cheguei em sua mala, quando eu apertei ele riu de canto, com quem sabia que eu faria isso mesmo. Continuei apertando, mas com receio de que alguém chegasse e nos pegasse então falei:
— Tua mãe vai chegar. Eu disse.
— Chega não, pode continuar, ela foi pro interior hoje, e meu pai nem sai do quarto. Ele disse.
— Tira meu short ai vai… Ele dizia quase sussurrando.
Então eu tirei, e eu realmente estava certo, era um pau acima da média, mas não tanto, era grosso, torto pra esquerda e bem branquinho, assim como ele, e o melhor de tudo, ele tava muito peludo, naquela altura do campeonato eu já não era nenhum santo pq já fazia putaria com meus amigos mais novos, então sem muita cerimônia abocanhei aquele pau e tentei chupar exatamente como chupava os meninos, era minha primeira vez chupando alguém mais velho então estava aproveitando, ele só olhava pra mim e não dizia nada, alisava meu cabelo, me engasgava no seu pau, mas não dizia nadam, nem quando foi gozar ele me avisou, eu apenas continuei chupando e senti que ele ia gozar, eu nunca tinha chegado a tomar porra dos meus amigos mas dessa vez eu não me importei, quando ele gozou só senti aquela pulsação leve em minha boca enchendo ela de leite, e ele continuou em silêncio, enquanto eu engolia sua proteína, até que ele finalmente falou algo:
— Pq tu bebeu? Ele dizia meio ofegante.
— Não sei, eu quis. Falei rindo.
Então virei e falei que precisava achar minha camisa pra ir embora, ouvi ele deitar na cama e fiquei procurando a camisa, o pensamento de ter chupado esse cara não saia da minha cabeça, meu pau tava completamente duro com isso, e eu não conseguia encontrar minha camisa (kkkkk), até que ele me chamou de novo, ele estava duro mais uma vez, e eu como um bom garoto já tinha entendido o recado, acabei chupando ele mais uma vez aquela tarde antes de ir, a gente trocou mais ideia nesse “segundo round”, foi até estranho conversar enquanto eu fazia algo do tipo, mas descobri que ele era muito exibicionista e o fato de eu admirar o corpo dele excitava muito ele, acabei ganhando leite duas vezes, e ficamos muito amigos, os meninos até estranharam a gente se aproximar, mas acho que isso nunca passou pela cabeça deles, fizemos sexo em segredo por cerca de um ano, até quando ele começou a namorar, mas ele eventualmente engravidou a menina, e infelizmente nos afastamos, mas desenvolverei esses momentos em outros capítulos se vocês quiserem.

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7 Comentários

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  • Responder Vitinhovipvp ID:gqb0tjk09

    Putz… fiquei ligado aqui…. kkkkkkk
    Adorei essa história.

  • Responder luiz ID:dlns5khrd

    maravilha adoro quando o mais velho domina o mais novo, vc teve estorias com mais velhos?

    • Diggo ID:2ql4cw0m4

      Tive mais umas com um cara mais velho da vizinhança e um outro amigo do meu primo, esse amigo do meu primo estava bêbado e eu instiguei kkkkk ele não me comeu mas chupei ele no banheiro da minha casa, foi durante um aniversário.

  • Responder John Deere ID:83100tbiql

    Né veado,não adianta vir com veadagem,que eu,John Deere,Matador de Veados,jamais vai permitir que vocês tomem de assalto gay nossa sociedade,o ardil homossexual não triunfará!

  • Responder Legolas ID:xlpy9e8l

    fala sobre os amigos mais novos

  • Responder Jhon ID:on92nn720j

    tá blz irmão, isso tá muito bom, gostei porque ( diferente dos outros do site ) você traz um conto um pouco mais intimista e eu gosto disso, me sinto dentro da história, continua escrevendo que eu sempre vou te dar 5 estrelas, some não BB q teus contos são bons dms 👌

    • Diggo ID:2ql4cw0m4

      Vou tentar postar mais algumas que tenho guardadas comigo. tmj