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A putaria é hereditária, vem na genética

1664 palavras | 3 |4.62
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Quando essa Menininha aqui entrou na adolescência foi um caos. Um fogo insaciável, queria ser ‘comida’ a qualquer custo, por qualquer um que tivesse disponível.

Mas eu sabia que era gostosa, sim muito gostosa.

No Auge dos meus 14 anos era bem branquinha, cinturinha fina, pernas longas, bunda mediana e seios de dar inveja a qualquer outra adolescente, até mulheres mais velhas.

Colocava meu vestidinho curto, florido, com decote, logo após tomar banho e saia de casa com os cabelos ainda molhados, apenas de chinelo de dedo e vestidinho. Sem nada por baixo, nem em cima, nem em baixo. Saia pela rua bem moleca, balançando meios seios para todos os machos me olharem.

Mas então encontrei “ELE”, o Mateus, 16 anos, 1º ano do 2º grau (ensino médio), alto, esportista, e lindo.

É claro que ele caiu babando em mim assim que me viu. Logo nos envolvemos e alguns dias depois eu estava lá, realizando meu desejo, cavalgando um Macho pirocudo, enquanto ele segurava forte meus seios, uma mão em cada, e enchia minha buceta de porra.

Jovenzinha inocente, é claro que ficaria grávida. Com apenas 14 anos, e abandonado pelo “príncipe” que até queria ficar comigo, mas em pleno 1992 os pais dele fizeram de tudo para ele sair de perto de mim. Inclusive levantando dúvidas sobre se ele era o pai, já que eu era vista como “puta”.

Meus pais me abraçaram e então o Vicente nasceu, meu filho. Logo um presente para meus 15 anos de idade. Não estava preparada mas eu e meus pais fizemos TUDO para termos uma vida tranquila.

Mas como diziam por ai, eu sou puta. Fiquei com outros caras, e algumas meninas, me diverti enquanto construía meu “império”.

Precisei me virar, logo cedo comecei vender maquiagem e moda íntima para mulheres.
Abri a primeira loja com 19 anos, a segunda, terceira, uma rede, uma importadora…

E com 25 anos já dominava a Região Sul e Centro Oeste do Brasil, vendendo para outras lojistas e revendedoras.

Isso fazia que os Homens tivessem “medo” de mim e do meu sucesso. Ao saberem o que eu fazia e que eu era milionária tão novinha, eles ficavam brancos e “fugiam”.

Claro que sendo “puta” e loca pra dar todos os dias, acabei me frustrando muito.

Como sempre fui muito carinhosa com meu filho e ele comigo, sempre estávamos por perto, quase todos os dias dormíamos juntos, coladinhos, os 2 sem roupa inclusive, até porque ele era novinho, sempre dormiu peladinho para não dormir com roupa apertando ele.

Ele tinha o hábito de dormir agarrado nos meus seios, e eu adorava isso. As vezes ele até “mamava”, e reclamava que não saia nada, mas eu deixava, era bom.

bem nessa época, quando ele recém tinha feito 12 anos, notei que o pauzinho dele já não era tão pauzinho, já estava se desenvolvendo, e que ele já não me tocava mais, e quando eu tocava nele, ele ficava desconsertado.

Claro que percebi, ele estava ficando excitado e não queria que eu visse, e claro que eu também fiquei excitada.

Um dia ele tava no banheiro, nitidamente se masturbando, quando cheguei ele se assustou e se abaixou rápido. Perguntei o que estava acontecendo e ele pedi que eu saísse.

Expliquei que ele poderia falar comigo, pois na vida era apenas nós 2, não tínhamos outras pessoas para conversar e nos abrir sobre problemas.

Logo ele se convenceu, se escorou na pia do banheiro e revelou seu Pau inchado, meia bomba, já em pleno desenvolvimento. Ele seria pirocudo igual ao pai dele, e daquele pau eu lembrava bem.

Então me explicou que estava doendo, ao encostar na “cabeça”. E estava muito desconfortável.

Entendi o problema e fui até meu armário, peguei um gel lubrificante que tem anestésico (para meus momentos de treino Anal). Era BEM fraquinho, visto que poderia ter problema se usasse um forte.

Disse “vem cá que a mamãe vai passar pomadinha pra ti”… Logo ele estendeu o pau novamente e quando toquei, ficou duro na hora, acompanhado de uma gemida e o corpo dele estremecendo.

Passei o gel em todo o pau dele, e na cabeça, revelando ela aos poucos e literalmente masturbando ele.

Até que ele estremeceu, ficou ofegante, correu pra mim até meio assustado, me abraçou forte enquanto eu segurava o pau dele e gozou na minha mão e pernas.

Que gostoso receber aquele leitinho quente. Mas me contive, tratei tudo com seriedade e expliquei o que tinha acontecido. e que ele poderia fazer isso sempre que tivesse vontade.

E que se tivesse problema, poderia chamar a mamãe.

O óbvio aconteceu, ele me chamava praticamente todos os dias.

Logo começamos fazer isso na cama, eu masturbava ele até ele gozar, depois disso deixava ele se “roçar” em mim até gozar, inclusive entre minhas pernas, entre meus seios.

Comecei presentear ele com belas chupadas, e reboladas, mostrando todo meu corpão pra ele, mostrando o que é uma verdadeira cavala.

Não demorou muito, chegou 2006, e ele estava fazendo 14 anos, e não aguentei.

Vi ele saindo do banho sem roupa (pois andávamos assim dentro de casa), com corpo molhadinho, com pau apontando pra lua, grandão cheio de veias, alto, com peito aberto e ombros largos…

Era a cópia do pai dele… meu primeiro amor!

Chamei meu Vicente e DEVOREI ele.
Ele não estava nem entendendo da onde vinha…
Virei ele do avesso e matei minha vontade acumulada de 2 ou 3 anos.

Imagina, uma “puta” sem sexo por 3 anos? Eu estava maluca maluca.

Ensinei ele como se comportar quando uma mulher está cavalgando ele, ensinei tudo, como chupar, como comer um cuzinho, como dar prazer para uma mulher.

Minha posição preferida claro, era cavalgar aquele pau maravilhoso, enquanto ele segurava forte meus seios, uma mão em cada, e enchia minha buceta com aquela porra quente, que escorria pela minha perna.

E claro que o óbvio aconteceu… Engravidei 4 meses depois, do meu filho. E ele sabia que era o único ‘homem’ na minha vida, e que era dele.

Nos amamos ainda mais, e tudo ficou apenas entre nós 2.

1 ano depois nasceu minha filha, Eduarda.

No ano de 2012, Quando Vicente completou 20 anos, eu tinha 34 anos, então bem bunitinho ele “me assumiu”, disse que eu seria a mulher dele, e ele não queria mais ninguém.

Claro que publicamente nos comportávamos como mãe e filho, mas onde ninguém nos conhecia, é claro que eu era uma coroa de 34 anos pegando um rapazão de 20 aninhos.

Amava ir para Europa, aquelas praias de nudismo, desfilar com meu macho.

Fomos muitos anos assim, inclusive na companhia da Duda. Ela dormia no quarto dela e nós no nosso, as vezes no mesmo quarto de hotel, ela dormindo e ele comendo meu cu por baixo das cobertas, tapando minha boca para eu não gemer alto.

Durante o início da pandemia em 2020, o Vicente estava completando 28 anos, eu estava fazendo 42 anos e a Dudinha fazendo 14 anos.

É incrível como ela é parecida comigo, inclusive o corpo, seios fartos, cinturinha, bem branquinha, a diferença é que ela tem um bundão. Sendo que considero minha bunda média.

Certa manhã, cheia de coisa para fazer mas louca de preguiça, precisando resolver os abacaxis por causa da empresa fechada, eu resolvi DORMIR, afinal não era mais aquela garotinha.

Acordei pelas 10:30h da manhã e a casa estava silenciosa de mais, nada de TV, música, louça batendo.
Sei que o Vicente acorda super cedo, pelas 5h da manhã, e às 6h já está na academia, mas essa hora ele já está no escritório. Mas não estava, coloquei o roupão, desci até a academia, não estava, fui na cozinha, nada, nenhum dos quartos.

Será que esses malucos saíram sem me avisa?

Quando eu olho pela janela, depois da academia, lá no canto da piscina no fundo do pátio, em uma das espreguiçadeiras, vejo o Vicente Nu, deitado, com pau apontado pra Lua, sorrindo…

Logo vejo a Duda saindo de dentro da água, completamente NUA, olhando pra ele e fazendo charme…

Fiquei sem reação…

Só vi a cena, aquela menina de 14 anos, balançando aqueles seios fartos, já com aquela idade uma “cavalinha”, agarrando a base do mastro do Vicente (um Homem de 28 anos naquela altura), e penetrando igual faca quente na manteiga…

Na hora pensei: “Sua PUTA, já está toda laceada”

Fui tomada pela raiva e sai chorando para o banheiro.

Consegui me acalmar e lembrar de toda minha história, fui me acalmando, mas a cena não saia da minha cabeça, comecei ficar excitada, pois eu também sou “puta”.

20 minutos depois, ao me acalmar, fui até a cozinha após me secar, e os 2 estavam lá preparando sanduiches, dando gargalhadas, me deram bom dia.

Não aguentei e falei quase gritando: “Escuta aqui sua putinha, o que tu pensa que está fazendo?”

O Vicente me pediu calma.

Logo percebi que tinha exagerado no tom e me virei para a piscina, pensando qual melhor forma de conversar sobre tudo isso, sobre minha vida.

Então a Eduarda chegou por trás de mim, me abraçando, colocou as mãos por dentro do meu roupão e agarrou forte meus seios, fazendo eu me estremecer todinha.

Então ela falou: “O mano disse que tu vai me ensinar tudinho que tu sabe, e só em aprender que apertar os seios assim é bom, eu já quero saber mais”

Minhas pernas tremeram…

Olhei para trás e disse: A fruta não cai longe do pé, a putaria deve ser genética mesmo.

Levei eles para meu quarto de rainha, ensinar eles me tratarem como uma.

Em breve eu conto como foram esses últimos 2 anos…

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3 Comentários

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  • Responder Taradão ID:dloxfsihl

    Conto muito bom. Agora fiquei imaginado se o desejo por novinhas é genetico. Pq sei q meu avo paterno comia minhas tias. E sempre tive esse mesmo desejo por novinhas, se um dia tiver filhas não vou negar a genetica rs.
    Tele @procurobdsm1

  • Responder Sweetdaddy ID:8kqtk7zfia

    Caramba um dos melhores que li até agora, ansioso pela continuação, mulheres que gostam do tema, pode chamar no tele…@s33wt

  • Responder F ID:gqazyxrzk

    Caralho. Se isso for real mesmo tu tem uma senhora forte do cabaré contigo. O.o

    Bom, ao final vai ser bacanal com suas 2 crias né, no aguardo.