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Novos Afetos (Parte 04)

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NOVOS AFETOS (PARTE 04)

(O tão esperado e desejado momento em ver seu filho com um homem acontece. E isso faz Diego recordar do passado.)

Quando cheguei em casa naquela noite Fábio não estava bem. A babá me aguardava apreensiva. Ele estava dormindo, mas havia vomitado, se queixou de dores e estava com febre. Ela havia ministrado um medicamento básico para aliviar as dores, pois sabia que eu não gostava de usar remédios sem uma consulta médica. Me detalhou todo o processo desde que foi buscá-lo no colégio e então a liberei. Estava a sós com meu amado filhote e ele precisava dos meus cuidados. Sentei ao seu lado na sua cama de solteiro. Meu filho era lindo, um ser angelical. Meu coração transbordava de amor e ternura todas as vezes que eu me aproximava dele. Fiz carinho em seus cabelos dourados e perfumados e desci pelo seu rosto. Ainda estava muito quente. Medi sua temperatura e continuava elevada. Despertou lentamente e ao me ver esboçou um pequeno sorriso. Realmente não estava se sentindo bem.

— Papai!

— Oi, meu amor. Como você está?

— Eu tô dodoi — disse demonstrando a sua fragilidade. — Minha barriga tá doendo muito, e eu vomitei.

— Dona Lúcia me contou, meu amor — eu disse tomando-o no colo. — A gente vai agora lá clínica pro doutor olhar você, passar um remédio e tudo ficar bem. Essa dor na barriga vai desaparecer rapidinho, tá certo?

— Tá certo, mas eu não quero tomar injeção não — disse choroso.

— Mas você sabe que se precisar vai ter que tomar.

— Poxa, papai — falou triste. — Injeção dói muito!

— Se precisar tomar injeção, papai pede pro doutor Leonardo fazer bastante carinho no seu bumbum antes. Aí quando ele botar a injeção dele no seu bumbum, você nem vai sentir.

— De verdade?! — quis saber esperançoso.

— Sim, meu amor, de verdade. Lembra daquela vez que você tomou injeção e papai pediu isso a ele?

— Lembro.

— Então? Ele fez bastante carinho no seu bumbum, deu beijos. Não foi assim?

— Hum hum. Foi.

— Ele pediu pra você ficar peladinho, deitado com o bumbum pra cima. Alisou bastante, beijou, até lambeu um pouquinho. Tudo isso pra você não sentir dor alguma quando ele metesse a injeção em você.

— E ele passou um creme quentinho no meu bumbum — lembrou.

— Tá vendo como ele foi um bom médico?! Vamos lá ver ele de novo?

— Só se for ele mesmo — disse birrento. — Só ele que sabe cuidar do meu bumbum. Se for outro, eu não quero.

— Vai ser ele, meu anjo. Ele estará lá e vai cuidar da sua bundinha com muito prazer.

— Papai!

— Oi?

— Eu quero vomitar de novo.

Fábio vomitou mais duas vezes em casa antes de irmos para a clínica. Tinha certeza que seria alguma virose, mas consultar um bom médico é indispensável, ainda mais quando se trata do doutor Leonardo. Um pediatra bastante cuidadoso, atencioso e muito carinhoso com as crianças que atende. Liguei pra ele antes de sairmos e ele já estava nos aguardando na clínica.

Quando estávamos a caminho da clínica recebi uma videochamada de Caio. Havia esquecido dele. Quando o assunto é a saúde do meu filho eu esqueço todo o resto. Atendi. Imediatamente percebi que ele estava sem camisa e encostado na cabeceira da cama. Seu peitoral era absurdamente bem esculpido por perfeitos músculos. Era a primeira vez que o via desse jeito. Que tesão esse menino!

— Oi, Caio — falei. — Desculpas por não ter ligado pra você. Houve um emprevisto.

— O que aconteceu? — perguntou preocupado.

— Quando cheguei em casa, Fábio não estava bem. Acredito que seja alguma virose. Estou levando ele na clínica.

— O que ele está sentindo?

— O normal de um quadro de virose. Dores na barriga, vômitos e febre.

— Quer que eu encontre com vocês na clínica? — perguntou solícito. — Posso ser útil em algo. Só estão vocês dois?

— Sim, só nós dois.

— Posso encontrar com vocês?

— Sim, claro — respondi. — Mas não vai atrapalhar sua noite?

— Claro que não. Até porque já estava pronto pra passar a noite com vocês, mesmo que por uma chamada de vídeo — ele disse entre sorrisos.

— Realmente. Desculpa ter estragado seus planos. Prometo que vamos lhe recompensar por isso.

— Vou cobrar — ele disse se levantando e vi que ele estava apenas vestido com uma cueca slim.

Colocou o celular sobre uma cômoda e eu assisti ele se vestindo. Seu pau estava duro dentro da cueca e dava pra ver com perfeição que era uma boa pica. Então virou de costas e se despiu inteiro. Que traseiro! Que bunda linda e perfeita! Parecia duas montanhas de músculos bem esculpidos onde qualquer homem adoraria estar. Rapidamente imaginei ele sobre Caio e eu assistindo os movimentos de sua bunda perfeita subindo e descendo, se contraindo, abrindo e fechando, abrindo e fechando, contraindo, subindo, descendo.

— Caralho!!! Puta que pariu!!! — gritei.

Caio virou-se rapidamente e Fábio que estava dormindo no banco de trás acordou assustado. Caio ainda estava nu e perguntou:

— O que foi?!

— Invadi o sinal. Estava fechado e eu não vi. Puta que pariu!

— Papai, não xingue — Fábio disse sonolento e dengoso. — É feio xingar.

— Desculpa, filho. Você tem razão.

— Pois é — Caio chamou nossa atenção no vídeo. — É feio xingar, seu moço.

Fábio prestou atenção em Caio que, continuava da mesma maneira, nu. Porém seu pau não estava mais duro. Mas chamava bastante atenção. Era um pau bonito, comprido, cabeça rosada exposta, saco avantajado, pêlos bem aparados e tudo emoldurado por um conjunto de coxas, quadril e abdômen bem torneados. Michelângelo não esculpiria um Davi mais belo que esse garoto.

— Oi — Fábio o cumprimentou. — Quem é você?

— Oi. Eu sou Caio. Sou amigo do seu papai. A gente trabalha juntos. Você tá melhor?

— Tô melhorando — Fábio respondeu com sua vozinha delicada de garoto mimado. — Eu tô com febre.

— Daqui a pouco essa febrinha vai embora. O médico vai lhe dar um remédio e no instante você melhora.

— É o médico Leonardo. Ele que me dá remédio. Mas eu não quero tomar injeção não.

— Não vai precisar de injeção. — Ele começou a se vestir. Colocou uma cueca nova e ajeitou o pau dentro. — Eu vou me vestir e daqui a pouco encontro com vocês na clínica. Tá certo?

— Tá certo — Fábio respondeu todo dengoso e voltou a deitar.

Eu passei o endereço da clínica pra Caio e encerramos a chamada.

— Papai, quem é esse moço? — perguntou ainda deitado.

— É nosso amigo. Você gostou dele?

— Gostei.

— O que você achou dele?

— Ele é bonito.

— É sim. Ele também acha você bonito. Muito bonito, e quer muito conhecer você.

— É mesmo?

— É sim. Você não precisa ter vergonha nenhuma com ele. Você viu que ele tava nu?

— Vi.

— Ele é igual a gente, gosta de ficar nu. Quando ele for lá na nossa casa, acho que ele vai ficar nu também. Nós três. Vai ser divertido, né?

— Vai ser divertido — sorriu sapeca.

— Você achou a rola dele bonita?

— Hum hum. Achei.

— Ele sabe que você gosta de rola.

— Como ele sabe?

— Eu contei a ele. Nós somos muito amigos. Eu disse que às vezes você mama na minha pica e que você gosta muito.

— Mas você disse que não podia contar isso a ninguém.

— Não foi assim que o papai disse — expliquei. — Eu falei que você não pode contar pra ninguém porque você é criança, mas eu sou adulto então eu posso. Entendeu?

— Ah tá. Entendi.

Ele ficou calado um instante.

— Papai.

— Oi?

Ele não disse nada. Ficou calado mais um instante.

— Deixe — falou. — Deixe pra lá.

— Diga, meu amor — insisti. — O que foi?

Pensou ainda mais um pouco, então perguntou:

— Ele também gosta que alguém chupe a pica dele?

— Não sei, filho — respondi deixando-o pensativo com a idéia. — Talvez goste. Você quer que eu pergunte a ele?

— Você pergunta?

— Posso perguntar se você quiser.

— Eu quero.

— Mas por que você quer saber isso?

Ele ficou meio desconcertado, mas respondeu:

— Por nada. Só pra saber.

— Tá certo. Depois eu pergunto se ele gostaria que algum garotinho lindo chupasse sua rola — brinquei. — É pra perguntar assim?

Ele sorriu envergonhado e disse:

— Assim não, papai. Você só pergunta se ele gosta. Só isso.

— Tá certo. Vou perguntar assim, “Caio, você gosta quando alguém chupa sua rola?” Aí quando ele disser que gosta eu vou falar, “Eu conheço um garotinho lindo que adora mamar na minha rola, você quer que ele mame um pouquinho na sua?”

— Não, papai — disse se enburrando. — Assim ele vai desconfiar que sou eu. É só pra perguntar se ele gosta. Só isso.

— Tá, tudo bem. Vou perguntar só se ele gosta.

Ficamos calados por mais um tempo.

— Filho — chamei.

— Oi?

— Eu acho que ele também gosta — disse animando-o.

— Você acha? Por quê?

— Porque todo homem gosta quando um bebezinho lindo como você mama na pica deles.

— Todo homem gosta?!

— Sim, filho. Todo homem gosta.

— Até meu professor de educação física?! — perguntou surpreso.

— Com certeza. Até o seu professor de educação física.

Ele sorriu com descontração.

— Por que você sorriu assim? — perguntei com curiosidade.

— Porque às vezes quando a gente tá fazendo educação física eu vejo a rola do professor. Achei engraçado que ele também gosta, mas nunca disse nada. Nunca pediu pra eu mamar na rola dele. Será que ele também tem um filho que mama na dele?

— Pode ser isso — falei ainda mais curioso. — Depois quero que você me fale mais desse professor porque agora chegamos na clínica. Vamos ver o doutor Leonardo?

— Vamos.

Doutor Leonardo já nos aguardava, então fomos imediatamente atendidos. Entramos em seu consultório e ele trancou a porta.

— Como está meu garotinho preferido? — ele perguntou afagando os cabelos de Fábio.

— Eu tô com a barriga doendo e vomitei — respondeu dengoso. — Também tô com febre.

Leonardo era um homem na faixa dos quarenta anos. Se cuidava muito bem, não era belo, mas tinha um charme e uma virilidade que chamavam bastante a atenção. Ele era o pediatra que nos atendia há mais de três anos, e durante esse tempo acabamos nos descobrindo. Acabei percebendo algo nele, talvez a forma de tocar em Fábio, ou algo no olhar. Não sei ao certo o que foi, mas sempre acabamos percebendo essas coisas em outros homens. E numa consulta algo acabou acontecendo e foi muito excitante. O que terminou no tal creme quentinho que Fábio mencionou anteriormente.

— Há quanto tempo ele vomitou a última vez? — perguntou.

— Há pouco — respondi. — Antes de sairmos de casa.

— Vamos deitar aqui pro tio examinar? — ele perguntou direcionando Fábio pra maca, onde o deitou de barriga pra cima.

— Eu quero vomitar — Fábio disse assim que Leonardo começou a apalpar sua barriguinha.

Depois do vômito, Leonardo voltou a examiná-lo. Acabado todo o procedimento, ele disse:

— Diego, vamos fazer uns exames rapidinho?

— Por que, Leo? — perguntei preocupado. — Algo sério?

— Claro que não — respondeu me acalmando. — É apenas um quadro de virose, mas eu quero constatar em que grau está. Acho que tá evoluindo um pouco rápido.

— Você acha que pode piorar?

— Vamos aplicar o medicamento exato e logo meu garoto vai estar novinho em folha — ele disse beijando a cabeça de Fábio.

— Eu vou morrer?! — Fábio perguntou triste.

— Claro que não, meu amor — Leonardo disse abraçando-o. — Você é meu campeão. Só vai tomar um remédio e vai ficar bom. Só isso.

— Eu vou tomar injeção?

— Talvez precise.

— Se você for me dar injeção, você faz carinho no meu bumbum antes pra não doer?

— Mas é claro que faço muito carinho nesse bumbum lindo — disse me olhando procurando minha cumplicidade. — Mas antes vamos lá no laboratório fazer um exame?

— Vai doer? — Fábio perguntou se enroscando mais no corpo de Leonardo.

— Não vai doer não — Leonardo garantiu colocando-o no chão.

— Está tudo bem mesmo? — perguntei ainda um tanto preocupado.

— Fique tranquilo — ele disse. — Está tudo em ordem. Amanhã ele já estará perfeito.

Fizemos os exames e ficamos na recepção aguardando os resultados. Nesse período de espera, Caio chegou.

— Como ele está? — perguntou sentando ao meu lado.

— Está bem — respondi alisando o rostinho dele que dormia em meu colo. — Fizemos uns exames e agora só aguardar o resultado.

— Desculpa por não ter chegado antes. O Uber demorou e o trânsito nessa cidade tá ficando horrível.

— Tudo bem. Foi tranquilo aqui.

— Você quer que eu faça alguma coisa? — perguntou daquele jeito atencioso e solícito característico dele.

— No momento não — respondi gentil. — Tá tudo bem… aliás, segura ele um pouco? Esse safadinho tá ficando pesado.

— Sim, claro.

Caio se ajeitou e eu passei Fábio para o seu colo. Ele acomodou meu filho com cuidado e carinho em seus braços.

— Tá pesadinho? — perguntei.

— Nada que eu não aguente — brincou e alisou com carinho o seu rostinho, que dormindo parecia ainda mais um anjo.

— Ele é realmente muito lindo — disse sem me olhar, ainda admirando meu filho acomodado em seu corpo. — É muito mais bonito pessoalmente.

Me olhou e disse:

— Parabéns!

Sorri vaidoso e disse:

— Parece com o pai.

— Só se o pai for outro — disse brincando. — Porque coitado dele se parecesse com você.

— Se você me disser, e provar, que já conheceu um homem mais bonito que eu, dou meu filho de presente pra você.

Seus olhos calaram nos meus e ele disse:

— Dessa vez vou querer meu prêmio.

— Tá, tudo bem — falei desafiador. — Prove, e meu filho será seu.

Caio ficou me olhando com um sorriso enigmático. Não sabia o que ele estava pensando. Será que ele estava entendendo as minhas palavras? Será que estava percebendo o que eu queria? Eu estava dizendo que lhe daria o meu filho, não pra ele cuidar, educar ou criar, mas pra ter uma experiência sexual maravilhosa. Pra ter uma experiência que transformaria a sua vida pra sempre. Ele poderia levar aquele garotinho que dormia como um anjo em seus braços para a cama e macular o seu corpinho da maneira que quisesse. Penetrar o seu corpo, tirar sua virgindade, arrancar seu cabacinho intocável.

— Então? — perguntei. — Pensou em alguém que seja mais bonito que eu? Se não disser — aproximei do seu ouvido e disse baixo — não vai ter meu filho. Não vai ter ele pra você. O que você está pensando vai ficar apenas na sua imaginação. Vai ficar apenas desejando.

Ele me olhou sério como alguém que é pego em flagrante. Ele realmente estava desejando o meu filho. Isso ficou nítido e evidente. Ele ficou desconcertado, embaraçado e amedrontado. Percebi seu rosto empalidecer. Ele estava ficando em pânico. Se eu dissesse qualquer outra coisa que o acusasse, com certeza jogaria Fábio no chão e sairia correndo dali, e nunca mais o veria. Tive vontade de rir da sua situação. Mas disse acalmando-o:

— Calma! Não precisa ficar desse jeito. É normal o seu desejo. Eu entendo. Se não entendesse, você não estaria com ele no colo. Na verdade, eu acho esse desejo uma coisa sadia e muito bonita. Relaxe!

Sorri e esperei até ver surgir em seu rosto um sorriso encabulado. Quase não conseguia me olhar nos olhos. Continuei:

— E quanto a aposta, pode desconsiderar. Sei que vai ser difícil você encontrar alguém mais bonito. Quanto ao meu filho, é isso que você quer?

Eu sabia que ele não conseguiria me dar uma resposta. Ficou calado, parado, com os olhos centrados em algum ponto que só existia em sua mente. Havia sido pego e não sabia como agir. Estava acuado como um rato, assustado e amedrontado. Mas pra ele não havia saída, naquele momento eu não deixaria ele escapar. Eu o capturei, estava preso e me pertencia. E foi tão fácil. Muito fácil. Na verdade, não pensei que seria tão fácil a sua captura. Porém sei que o sucesso se deu graças aos conselhos do meu pai. Ele sempre diz:

“É muito difícil um homem raciocinar quando o assunto é uma criança disponível pra lhe dar prazer. Lhe ofereça um ser cheirando a leite, recém tirado das mamas de sua mãe e verá o que é um homem ensandecido de tesão. Ele só estará saciado depois que usar aquele corpo de todas as possibilidades e maneiras que for possível. Isso é um macho diante de uma criança.”

— Eu sei que você veio por causa dele — falei cordial. — Podemos falar sobre você e ele depois? Aqui é meio complicado.

De algum lugar ele tirou forças e balançou a cabeça dizendo, mas sem me olhar:

— Hum hum. Tudo bem.

Não demorou muito para termos os resultados dos exames. Graças a Deus, e como o doutor Leonardo imaginara, não passava de uma virose. Estava tudo bem e já podíamos retornar para casa. Saímos do seu consultório e encontramos Caio ainda com Fábio no colo. Apresentei-os:

— Esse é o Doutor Leonardo, nosso querido e amável pediatra. E esse é Caio, ele está cortejando meu pequeno Fabinho.

Vi Caio empalidecer completamente. Cheguei a ficar preocupado e instantaneamente me arrependi de ter feito aquilo. Foi demais pra ele, que não conseguiu nem olhar no rosto de Leonardo, muito menos lhe estender a mão, deixando-o muito desconcertado.

— Nos vemos então no sábado no aniversário do nosso Fabinho? — perguntei a Leonardo desviando a atenção para outro assunto.

— Sim, com certeza — ele respondeu percebendo a minha intenção. — Nos vemos no sábado e até lá qualquer coisa me deixe informado.

Nos cumprimentamos rapidamente e ele voltou para o seu consultório.

No estacionamento ele tentou colocar Fábio nos meus braços, mas eu o impedi.

— Lhe peço desculpas — falei. — Foi uma brincadeira sem graça, muito sem graça. Por favor, me desculpe.

— Eu vou pedir um Uber — falou, mais uma vez tentando colocar Fábio em meus braços. — Amanhã a gente se fala no banco.

— Eu lhe deixo em casa — falei abrindo a porta e fazendo-o entrar. Acomodei-o no banco de trás e logo saímos dali.

Via o seu rosto pelo retrovisor. Estava sério. Aliás, muito mais que sério. Era uma mistura de chateação, raiva e decepção. Estava se sentindo traído, com certeza. Eu o traí. De uma forma boba e inconsequente.

— Por que você fez aquilo?

— Eu não pensei direito.

— Você colocou meu nome em jogo. Isso que você fez pode arruinar a minha vida. Eu não conheço aquele homem e você me expôs. Eu pensei que poderia confiar em você.

— Mas você pode.

— Como?!

— Eu sei que foi muito errado o que eu fiz, mas se você me der uma oportunidade posso explicar tudo pra você.

— Então explique.

Caio estava ríspido. Nunca havia visto ele dessa forma.

— Estou esperando — falou cobrando.

— Podemos ir pro meu apartamento? Podemos conversar melhor lá. Eu lhe explicarei tudo.

— Preciso voltar pra casa. Preciso dormir. Amanhã acordo cedo.

— Por favor! — pedi. — A gente sabe por que você está aqui. Então não desista agora só por causa de uma falha minha. Lhe garanto que está tudo bem. Leonardo é igual a gente. Ele tem os mesmos desejos que você e eu.

Ele ficou calado esperando que eu desse mais explicações.

— Por isso fiz aquele comentário infeliz. Porque ele entende. E eu só queria deixar vocês à vontade um com o outro. Eu posso lhe expicar tudo melhor em casa. Podemos?

Ele continuou calado, analisando a situação.

— Vamos pro meu apartamento? — insisti.

Após um longo silêncio ele respondeu:

— Tudo bem, posso ir… mas quero que saiba que eu estou muito chateado. Muito mesmo.

Eu não disse mais nada. Entendia sua chateação, e agora só me restava consertar. Seguimos para o meu apartamento.

Em casa, Fábio vomitou mais uma vez, porém Leonardo havia me dito que talvez acontecesse, então estava despreocupado. Ele continuava sonolento, mas também fui alertado quanto a isso, provavelmente só estaria realmente desperto pela manhã.

— Vou dar um banho nele e colocar pra dormir — falei a Caio que estava na sala sentado em uma poltrona, e continuava calado e sério.

— Quero lhe pedir uma coisa — falei.

— Peça — disse me olhando.

— Me desculpe, por favor. De verdade — pedi sincero.

Ele continuava me olhando. Estava me analisando, me estudando. Então disse:

— Nunca mais isso vai acontecer. Eu me senti muito mal com aquilo. Me senti traído e enganado. Você pareceu estar curtindo com minha cara. Não foi legal mesmo.

— Eu sei. Foi péssimo. Fiz sem pensar e foi ridículo. Mas não foi com intenção de curtir de você. Foi uma forma tola que imaginei pra apresentar você a Leonardo.

— Tudo bem — ele disse. — Passou. Vamos esquecer.

— Valeu! — falei aliviado. — Valeu mesmo. Agora vem comigo. Vou dar um banho em Fabinho e colocar pra dormir. Ele tá sonolento.

Segui pra o meu quarto e ele me acompanhou. Fábio estava deitado quase dormindo.

— Oi — Caio cumprimentou. — Você está bem?

— Tô — respondeu bastante dengoso.

— Vamos, meu amor, tomar um banho? — falei.

— Hum hum — levantou os braços pra eu tirar sua blusinha, mas eu estava pegando roupas limpas no guarda roupa, então pedi a Caio:

— Caio, por favor, tira a roupa dele pra mim?

Imediatamente, atencioso como sempre foi, ele encostou em Fábio e tirou a blusinha do batman. Depois o colocou em pé na cama, mas antes de tirar a parte de baixo, me perguntou:

— Tira o short também?

— Claro, por favor — respondi atento. — O short e a cueca.

Virei pra apreciar a cena. E foi uma das imagens mais belas que já vi. Ele colocou suas mão grandes na barriguinha do meu filhote, passou os dedos através do elástico do short e puxou lentamente. Ele também estava amando aquele momento, eu sentia sua exaltação, excitação em fazer aquilo. Estava sendo mágico, sagrado e profano para nós dois. O short atravessou e deixou em evidência a pequena protuberância que o pauzinho do meu bebê contornava dentro da cueca. Nesse momento senti nossos corações acelerarem descompassados, os lábios secarem, o que nos fez passar nossas línguas para umidecê-los. Caio continuou até tirar por completo o short. Faltava a cueca. Entretanto, ele não a tirou, pois ainda queria contemplar aquele corpinho coberto apenas por uma minúscula cueca azul do superman. Ouvi aquele homem parado no meu quarto, diante do meu filho quase nu, suspirar. Vi seus olhos devorando cada centímetro da minha criança. Estava em choque, perplexo com o que a vida lhe oferecia, e eu permitia. Apenas se deu conta do que estava acontecendo ali quando sentiu seu pau pulsar. Mas foi tomado por vergonha e desconforto. Ele achava que eu não estava assistindo sua lascívia e despudor.

— Falta a cueca — Fábio disse chamando sua atenção.

— Sim, a cueca — falou desconcertado e me olhou pedindo permissão.

— Tira a cuequinha dele — falei sensualizando. — Deixa esse safadinho nuzinho aí pra gente.

Me preparei pra assistir de camarote meu bebê ser despido por um macho. Meu desejo era que aquele momento durasse por toda a vida. Meu desejo era que ele nunca crescesse, fosse criança pra sempre e infinitos homens pudessem estar com ele, usufruindo da sua nudez, da sua inocência, da sua beleza e da sua infância.

Quando novamente Caio tocou em seu corpinho e devagar puxou a cueca fazendo seu pauzinho lindo aparecer, eu quase disse: “Por favor, bota ele de quatro e mete a pica”. Mas não disse, apenas fiquei observando o volume imenso pulsando dentro da calça dele. E lógico, o meu também seguia o mesmo caminho. Aquele momento de excitação e sensualidade entre dois homens e uma criança precisava continuar, não poderia parar ali. Rápido disse:

— Eu vou aproveitar e tomar logo um banho também.

Caio me olhou. Continuei:

— Você toma com a gente?

— Banho?! — perguntou incrédulo.

— Sim. Banho. Nós três. Está calor. Estamos todos suados.

Senti que ele engasgou. Estava constrangido. Falou:

— Não, não. Acho que não. Obrigado. Tomei banho antes de sair de casa. Não precisa. Valeu.

— Bobagem, cara. Vamos tomar um banho — insisti.

— Não, não. Valeu mesmo. Fica pra próxima.

Percebi que realmente não rolaria naquele momento. Mas eu estava com o tesão nas alturas e pretendia curtir aquele momento. Falei:

— Eu vou tomar um banho porque tô precisando — comecei a me despir. — Quero relaxar, tô precisando muito, o dia hoje foi tenso.

Tirei toda a roupa. Estava nu e com o pau duro na frente deles. Não me importei com os olhares curiosos e envergonhados de Caio para a minha pica. Ele fazia forças pra não olhar, mas não conseguia. Sempre olhava todas as vezes que ele pulsava. E eu fiz questão de demorar naquele quarto procurando roupas e ajeitando bobagens. Estava despudoradamente exibindo meu cacete duro e babando pra outro macho. Eu adorava essas coisas. Às vezes a caça é infinitamente mais prazerosa do que o abate. E eu possuía uma arma poderosa pra caçar; minha pica. Era uma arma deliciosa, grande e grossa. Desde pequeno sempre me destaquei por causa dela. Sempre chamou a atenção. Quando cheguei na puberdade era o xodó dos amigos dos meus pais. Com doze anos já dava de mamar a muito marmanjo.

Entrei no banheiro e coloquei a banheira pra encher. O ambiente havia ficado em silêncio. De onde eu estava podia vê-los pelo espelho, mas eles não me viam. Caio sentou na cama e Fábio logo sentou ao seu lado. Era lindo ver ele nuzinho ao lado de um homem. Sorriram ao se olhar. Caio acariciou seus cabelos e seu rostinho angelical. Seu pau voltou a pulsar dentro da calça quando seus dedos passaram nos lábios da minha criança. Instantaneamente o pulsar da pica chamou a atenção de Fábio que já não conseguia olhar para outra coisa, apenas para a pica que crescia e engrossava. E Caio não tentou esconder a vara dura. Pelo contrário, ergueu ainda mais o quadril deixando em evidência para a criança a pica pulsante. Meu filho olhou para aquela montanha com o desejo lhe queimando todo o corpo, a boquinha aberta ansiando por chupar. Caio sorriu-lhe novamente, dessa vez com permissividade e o garoto logo entendeu. Sinal livre para sua mãozinha avançar e pousar delicada na pica gostosa que pulsava a sua frente. Caio gemeu em silêncio ao ter na vida o primeiro contato com uma criança. Naquele momento ele descobriu que era isso por que sempre ansiou. Lembrou de todas as crianças que passaram por seu caminho e se arrependeu de não ter aproveitado de todas elas. Sentiu como era gostoso aquela mãozinha deslizando sobre sua pica, procurando a cabeça inchada e babada, apertando seu saco volumoso. Se admirou quando viu a rolinha do meu bebêzinho subir rapidamente expondo uma cabecinha linda. Não se conteve e tomou aquele pauzinho entre os dedos, sentindo sua dureza, grossura e temperatura. Meu filhinho estava quente porque o tesão já havia dominado seu corpinho, e decidido avançou com as duas mãos pra abrir a calça de Caio e libertar a pica, mas ele ficou temeroso e afastou as mãos da criança depravada. Meu bebê ainda insistiu, porém Caio negou novamente. Só podia alisar e apertar por cima da calça. Era melhor que nada e ele se contentou. Meu filho estava feliz e consequentemente eu também estava. Deixei eles brincarem por um tempo enquanto sentia meu pau latejar, quase explodir. A baba jorrava no chão como se fossem gozadas. Lá, eu também via a calça de Caio ficar inundada. E antes que nós dois gozássemos, chamei:

— Caio, por favor, trás Fábio aqui. A banheira já está cheia.

Eu pensei que ele fosse ficar constrangido em entrar no banheiro com o pau estourando, mas estava enganado. Algo fez ele perder o pudor: O tesão, claro! Nada mais forte no mundo do que a vontade de foder. Colocou Fábio em pé na banheira e ficou nos olhando. Aproveitei mais daquele momento e me coloquei em pé na frente de Fábio fazendo meu pau ficar direcionado pra o seu rosto, quase tocando sua boca. E falei:

— Hoje você não verificou se ele tá limpinho. Olha como a cabeça tá toda melada.

Ele olhou meu pau como sempre fazia, com fascínio e prazer. Disse:

— Tá muito melado, papai.

— Cheira pra ver como tá — falei. — Vê se tá cheiroso.

Ele pegou com as duas mãozinhas. Fiz questão de gemer. Seu nariz encostou na cabeça e ele sugou o aroma.

— Tá com cheiro de xixi — falou reclamando. — Você não limpou a pica hoje. Tá com o cheiro muito forte.

— Foi, meu filho — falei carinhoso alisando sua cabeça. — O papai hoje ficou muito ocupado e não teve tempo pra limpar a pica. — Olhei pra Caio, que alisava a rola nos olhando. — Eu e Caio ficamos muito ocupados hoje. Com certeza ele também tá com a pica toda melada e com cheiro de xixi.

— Sua pica também tá melada, tio Caio? — perguntou todo carinhoso.

— Não, meu amor — disse voltando a si. — A pica do tio tá limpa.

— Tá nada — falei. — Olha a calça dele como tá toda melada.

— Tá mesmo, tio Caio — falou prestando atenção no volume melado. — Sua calça tá toda melada. Venha tomar banho que eu limpo sua pica também — meu bebê se ofereceu carinhoso e prestativo.

— Não, meu amor. Obrigado! Só tá molhada — ele contestou e sentou no vaso sanitário escondendo a vara dura.

Tudo bem, eu iria continuar. Se ele só estava interessado em assistir, por enquanto eu permitiria.

— Então filho, venha cuidar da pica do seu papai — pedi. — Olha se meu saco tá limpinho.

Ele retornou a atenção pra o meu pau que continuava duro feito pedra. Cada segundo naquele banheiro só elevava a minha excitação às nuvens. Uma mãozinha segurou meu pau levantando-o e a outra agarrou meu sacho repleto de porra. Novamente seu narizinho sugou todo o aroma de macho excitado que meu sexo produzia. Eu era naquele instante puro tesão e depravação.

— Tá cheiroso, filho?

— Tá com cheiro de suor — disse sem afastar o nariz dos meu ovos que ferviam.

— Mas tá fedendo?

— Não, papai. Eu gosto desse cheiro do seu ovo. É bom.

— Pode cheirar, bebê. Se você gosta, então fica aí cheirando o tempo que você quiser.

Deixei meu bebezinho cheirando meus ovos enquanto eu mesmo alisava meu pau que babava em seu rostinho.

— Papai, sua pica melou meu rosto todo — disse quase rindo.

— Venha aqui pra eu limpar — disse puxando-o para mim e me inclinei sobre ele, lambi suas bochechas inundadas com a baba do meu pau. Falei:

— Hummm… que babinha gostosa essa do meu pau! Que delícia!

— Tá gostosa? — ele perguntou curioso.

— Muito gostosa! — respondi. — Quer provar um pouquinho?

— Quero.

Me ergui novamente e direcionei a cabeça da pica em sua boca, disse:

— Prove direto do meu pau. É mais gostoso.

Não precisei mandar duas vezes. A ponta da sua língua encostou no buraco da cabeça e levou pra dentro da sua boquinha um punhado de baba. Só consegui gemer e ouvi bem baixinho Caio fazer o mesmo. Olhei pra ele e seu semblante era puro tesão. Estava apertando o pau sobre a calça feito um garoto bobo, virgem e envergonhado. Mas por que ele não colocava logo o pau pra fora e se juntava a nós? Eu não queria ficar insistindo, pois já havia dado carta branca pra ele fazer o que quisesse. Enquanto olhava pra Caio senti Fábio abocanhar o meu pau. Estremeci de prazer e gemi com muito tesão. Apenas deixei que meu garoto fizesse o seu trabalho. Geralmente ele lavava meu pau com água e sabonete, mas hoje queria usar a boca. Então que mostrasse o seu melhor. Afaguei seus cabelos e disse:

— Limpa a pica do papai, engole essa baba toda. Mostra pra o tio Caio o que ele está perdendo. Vai ficar com o pau sujo e fedendo.

Gemi e gemi admirando a chupeta do meu filho e olhava pra Caio que de pouco em pouco ia se soltando, perdendo a vergonha e o pudor.

Segurei a cabeça de Fábio e pedi pra abrir a boca o máximo possível. Meu filho fazia todas as minhas vontades. Então comecei foder lentamente sua boca. Não cabia muito do meu pau, mas o tamanho que entrava já me proporcionava um prazer infinito. Meu corpo estava queimando, pegando fogo, sentia que meu pau explodiria a qualquer momento.

— Alisa meus ovos — mandei forçando meu pau mais fundo.

Usou as duas mãos pra acariciar meu saco grande. Que delícia aquelas mãozinhas de anjo.

— Que boquinha gostosa, meu filho — falei entre gemidos no auge do tesão. — Chupa gostoso!

Não era apenas eu que estava prestes a explodir. Caio também estava transbordando de prazer. Então, não conseguindo mais conter o tesão abriu a calça e colocou o pau pra fora. Um pau gostoso que deixaria qualquer criança com água na boca. Eu sorri de imenso prazer diante daquele garoto, que meses antes mal me olhava nos olhos e agora estava no meu banheiro batendo uma punheta enquanto assistia eu amamentar o meu filho. Nós dois gememos. E vi ele abaixando mais a calça e a cueca agora expondo também um saco depilado e apetitoso. Meu desejo era guiar Fábio até o meio de suas pernas pra ele aproveitar e conhecer o pau de outro macho, e o sabor de outra porra.

Então alisei o rosto do meu bebê e tirei o pau de sua boca gulosa. Queria que ele olhasse pra Caio e visse aquele Semi Deus punhetando seu pau divino. Os olhinhos do meu bebê brilharam de satisfação e sua boquinha desenhou o sorriso mais lindo que uma criança pode esboçar diante de um homem nu. Sorri permissivo para Caio e ele continuou com sua punheta espetacular. Acredito que ele já estava inteiramente entregue ao desejo, já não conseguia raciocinar, o tesão já o havia dominado. Rapidamente ele tirou os sapatos e se livrou das roupas. Estava completamente nu, em pé, no meio do meu banheiro, com o pau duro, pulsando, babando e direcionado para o meu filho.

Fábio ergueu a cabeça e olhou nos meus olhos como quem pede permissão. Eu sorri pra ele, alisei sua cabeça e me abaixei pra falar em seu ouvido:

— Pode ir lá e faça o que você quiser com a pica dele. Você quer?

Ele balançou a cabeça e disse com toda a delicadeza e meiguice que uma criança pode ter:

— Eu quero, papai.

Eu soltei sua cabeça e esperei. Caio também esperou com a rola pulsando. Fábio deu o primeiro passo em direção ao pau que lhe fascinava. Foi caminhando lentamente como que seguindo cuidadosamente um caminho até o paraíso. Então ele parou a menos de dez centímetros frente a frente com a pica de Caio, que olhava fundo nos meus olhos ainda incrédulo de que aquilo era real. Eu disse:

— Caio, a partir de agora ele é seu. Todo seu pra você fazer o que quiser.

Ele só conseguiu me responder com um gemido e suas mãos pousaram na cabeça de minha criança puxando-o para acabar de vez com a distância que os separavam do prazer. Fábio já sabia o que tinha que fazer e habilmente abriu a boca pra alojar o cacete duro. Caio gemeu quando sentiu o calor da boquinha se fechando na cabeça da pica. Eu também gemi enquanto apertava meu pau com prazer e cuidado pra não gozar logo. Esperei muito tempo por aquele momento e não queria que ele se acabasse em cinco minutos. Se necessário nos daria folga no próximo dia e passaríamos todo o tempo fodendo.

Ali, assistindo meu filho saboreando o pau de um macho na minha frente me fez voltar muito no passado. No tempo quando eu era apenas um garotinho e vi pela primeira vez um homem transar com uma criança. Isso foi em um sítio muito distante da cidade onde moravam dois homens e duas crianças. Eles eram um casal homoafetivo, seus nomes eram Fabrício e Carlos. E as crianças, um menino e uma menina, que se chamavam Bianca e Bernardo, eram seus filhos. Meus pais nos levou, eu e meu irmão, ambos com oito e sete anos para esse sítio e fomos apresentados a todas as formas de amor. Foram meses maravilhosos que guardo e lembro com extremo prazer.

Fabrício, Carlos, Bianca e Eduardo naquele instante retornaram a minha mente como meteoros. Jamais poderia esquecê-los e os honraria com o melhor sexo que alguém pode desfrutar com uma criança. Eles seriam os homenageados daquela noite.

— Chupa! — Caio disse gemendo enquanto Fábio se esforçava pra engolir bastante pica.

Meu bebê era um cabritinho esfomeado por leite. Sugava da mamadeira do macho com uma vontade imensa. Seu pauzinho tava duro e pulsava descontrolado. Caio era apenas prazer e satisfação. Eu era puro tesão e felicidade. E o cheiro de rola impregnava todo o ambiente. Os gemidos ecoavam pelas paredes. Gemidos que denunciavam duas gozadas. Queria gozar exatamente no momento que ele estivesse enchendo de porra a boquinha do meu bebê.

Estava próximo, muito próximo. Nossos paus não aguentariam por mais tempo. Precisavam explodir, derramar todo o leite que Fábio precisava pra ficar alimentado. Éramos naquele momento dois amamentadores de bebês famintos.

Vi os lábios de Caio se abrirem em um gemido calado, abafado que vinha de suas entranhas. Suas feições eram de um homem dominado pela vontade de esporrar, de gozar, se aliviar. Me preparei e senti o mesmo que ele, um prazer inexplicável, um prazer que só os deuses mais puros devem sentir quando estão copulando.

O gemido calado de Caio tomou voz:

— Eu vou gozar!

Foi apenas o que ouvi ele dizer. E só disse uma vez, pois não lhe sobrou forças para mais nada. Toda a energia que o seu corpo produziu foi direcionada para o se pau que expelia uma quantidade imensa de esperma na pequena boca da minha criança. Todo esse esperma, grosso, viscoso, branco feito mingau, meu filho não foi capaz de sorver inteiro. Grande quantidade vazou de sua boquinha e se derramou pelo seu queixo, barriga, pernas e se alojou no chão formando uma grande piscina.

Meu tesão foi tão grande que mesmo com a distância que estava deles consegui acertar os primeiros jatos de porra nas costas de Fábio, e escorreu indo em direção ao seu reguinho lindo e ainda inexplorado. Me aproximei deles ainda pingando porra pelo chão. Caio estava extasiado, mas ainda continuava com o pau alojado na boca de Fábio, que mamava vagarosamente engolindo o pouco de leite que ainda vazava. Sorri e ele conseguiu me devolver um sorriso de satisfação, mas que continha um pouco de inibição. Eu entendia aquele sentimento. Era a sua primeira vez com uma criança e, na frente do pai. Mas logo ele estaria pleno e liberto de qualquer pudor. Logo estaria usando meu bebê de todas as maneiras pra se aliviar. Da mesma forma como eu vi um dia, naquele sítio, Fabrício e Carlos se aliviarem em suas crianças. Bianca era a preferida de Fabrício e Bernardo era o preferido de Carlos.

Agradeço a todos que tiveram a gentileza de ler mais um capítulo do meu conto.

Esse em especial eu dedico a duas pessoas que tive a honra de conversar essa semana:

Primeiro, alguém que sou muito fã e seus contos me fazem gozar muito: Fã De Bourne, obrigado pelas nossas conversas e por me ensinar coisas que eu desconhecia. Com certeza o mundo é melhor por causa da sua existência.

Segundo, um cara que me fez delirar de prazer esses últimos dias: Paracelso, esse conto existiu por sua causa. Você fez minha imaginação percorrer universos que eu jamais sonhei visitar. Você tornou-se meu muso inspirador. E o personagem Fabrício surgiu por você e pra você. Ele é você… você é ele. Espero com esse conto lhe proporcionar todo o prazer que você merece.

PS: Espero que você acredite que eu sou eu.

Um beijo a todos.

ATT: Daniel Coimbra.

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16 Comentários

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  • Responder Maduro Pentelhudo ID:19p1gtcez

    Que maravilha de conto.
    Meu sonho achar um pai assim e ter uma amizade sincera

  • Responder Leitor Assíduo ID:vpdcw2ql

    Alguém tem notícia do Daniel?

  • Responder Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

    Saudades de uma leitura de qualidade. Algo que alimente o tesão e a alma.

  • Responder Ursobranco37 ID:41iht3e3k09

    Nossa que saudades tava de você Daniel, não suma e nem para, ainda tá com telegram?

  • Responder Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

    Daniel, preciso de você. Sabes onde me encontrar. Abraço!

  • Responder MattPerv ID:81rdoftiqi

    Tava com saudades de vc mano. Curto muito os teus contos.
    Aguardo de pau duro a continuação kkkk

    • Daniel Coimbra ID:xlpy9g8m

      Valeu, valeu!

  • Responder CPPOA ID:g3jw1eqr9

    Saudades dos seus contos eróticos, vc faz a gente ficar de pau duro do início ao fim, desejando sempre mais, por favor, continue logo.sou um grande fã seu.

    • Daniel Coimbra ID:xlpy9g8m

      Obrigado! Logo postarei mais um conto para aumentar o prazer de vocês!

  • Responder novinholuan ID:8kqtjnsqra

    Mais um conto perfeito!

  • Responder Luiz ID:dlns5khrd

    Tô ancioso pra vê Caio meter a pica no cuzinho de Fabinho e papai assistindo, só me tira uma dúvida Caio há transou com papai?

    • Daniel Coimbra ID:xlpy9g8l

      Oi, Luiz. Logo sua ansiedade será satisfeita. E não. Caio e Diego nunca transaram.

  • Responder Paracelso ID:40voz014oia

    Daniel, te amo.

  • Responder John Zulu ID:xgm1mw8k

    Né veado sem-vergonha,em vez de você ir atrás de mulher,você vai atrás é dde veadagem ,não é mesmo??Ahh,VEADO,eu te pego! “Ai daquele que estimula e pratica a veadagem,o dia do castigo está próximo,e virá pelas mãos do que porta a justiça”,ou seja,pelas mãos de
    John Deere!

    • Daniel Coimbra ID:xlpy9g8l

      Oi, estimado e querido amigo. Que honra ter você aqui lendo o meu conto. Você foi o primeiro a ler e comentar. Muito obrigado! Nunca mais nos vimos. Estou com saudades da sua boca gulosa!

    • Daniel Lisboa ID:xgm1mw8k

      Me respeita, veado sem-vergonha,e você está enganado(a).Não leio veadagem,pra mim é tudo a mesma coisa,já que vocês,veados, só pensam nisso