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Virando Puta de um Gordo Ativo do Grindr

1908 palavras | 2 |4.83
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História real sobre minha aventura com um gordinho ativo, na semana que minha namorada tinha viajado.

Minha namorada tinha viajado com a família, pra ficar uma semana fora. Morávamos juntos, então ficaria em casa, já que meu período de férias não era compatível com as férias dela. Quando ela viajou, já comprei algumas calcinhas masculinas, lubrificantes, um plug anal com rabinho de raposa e um dildo enorme. Coloquei na cabeça que todas as noites eu iria beber, fumar e ver putaria sentado no meu novo dildo. A diversão tava garantida. Realmente aproveitei demais as duas primeiras noites. Mandei nudes para diversos machos, botei meu cu pra trabalhar com o brinquedo, ia dormir bêbado e chegava de ressaca no trabalho. Mas valia muito a pena. Só pensava na noite seguinte, quando ia me libertar na putaria.

Aí me veio uma ideia: por que não baixar o Grindr? Baixei o app e criei um perfil com o nome “Passivo Amigo”. Coloquei uma foto do meu corpo, mas não explícita. Recebi várias visitas ao perfil, vários taps, e claro, muitas mensagens. Um cara me chamou a atenção: “gordo ativo”. O cara mostrava o rosto, tinha fotos bem ousadas. Me permiti conversar com ele. E a conversa rendeu, ele era educado, mas extremamente pervertido. Fui mandando uns nudes no privado e ele foi ficando cada vez mais tentado. Até que ele me convidou a ir à sua casa. Ele morava com os pais, mas seu quarto ficava na parte externa da casa. Eu havia bebido umas cervejinhas, estava bêbado, cheio de coragem. Fui para o banheiro, fiz uma chuca caprichada, passei hidratante no corpo inteiro, coloquei uma calcinha fio dental vermelha e respondi o convite dele:

– Já estou saindo!

Ele ficou surpreso, disse que ia tomar um banho, mas me passou um ponto de referência pra gente se encontrar. Coloquei um short de praia, uma camiseta despretensiosa e meti um plug anal com rabinho de raposa. Eu estava bêbado e ousado. Ele morava perto de mim, então fiquei mais à vontade pra dirigir com umas cervejas na cabeça. Cheguei no local, estacionei o carro e mandei mensagem avisando que tinha chegado. Em menos de dois minutos ele apareceu com um sorriso no rosto.

– Pensei que você era gordinho, pela bunda. Mas você é esse tipo de magro rabudo.

Dito isso, passou a mão na minha bunda, olhando ao redor. A rua estava bem vazia, então ele deu um beijo no meu pescoço e passou a mão por dentro do meu short.

– O que é isso? – me perguntou enquanto segurava o rabinho de raposa do meu plug.

– Uma surpresinha pra você – dei uma risadinha, beijando a boca dele.

Ele arregalou os olhos, sem acreditar na minha ousadia. Ele me virou e abaixou um pouquinho o meu short e puxou o rabinho pra fora. Deu um tapa na minha bunda e mexeu no bolso dele, buscando alguma coisa. Tirou um baseado de maconha e pediu meu isqueiro, já que eu estava fumando cigarro. Ele acendeu o baseado e deu uma longa tragada. Segurou bastante e soltou. Me entregou o baseado e eu prontamente puxei fumaça com uma tragada longa, segurando a fumaça da mesma forma. Ficamos caminhando e conversando putaria enquanto fumávamos o baseado. Depois de quatro tragadas, recusei uma quinta puxada, porque sei que sou fraquinho pra maconha. Ele continuou fumando, falando sobre coisas da vida, sobre putarias, me elogiando e me chamando de viadinho. Chegamos na casa dele e ele apagou o baseado, escondendo a ponta num buraquinho no muro da casa. Abriu o portão e pediu silêncio, me guiando pela cintura até o quarto dele.

Quando entrei, vi um cubículo, quarto bem pequeno, apenas para uma cama e uma escrivaninha. Tudo bem escuro, com uma iluminação feita pela tela do notebook dele. O quarto estava uma bagunça e ele foi me pedindo desculpas pelas roupas na cama e pela escrivaninha toda desorganizada. Amei aquele lugar e dei uma risada e disse que só queria dar pra ele. Nos beijamos por alguns minutos até ele interromper o carinho e começar a jogar as roupas que estavam na cama direto para o chão. Escolheu umas músicas com ritmo forte, o que me deixou excitado. Ele tinha aquelas lâmpadas com diversas cores e aí selecionou a luz vermelha. Me senti uma puta.

Com a cama livre da bagunça, ele me jogou no colchão e foi tirando meu short e finalmente viu minha calcinha cavada no rabo e o plug com rabinho de raposa.

– Seu viado! Tesudo! – dizendo isso, meteu um tapa muito forte na minha bunda e apertou forte meu rabo. Tirei a camisa e começamos a nos beijar. Ficamos nos olhando num espelho ao lado do notebook e ele ficava tecendo comentários:

– Esse bracinho de menina… Ombro curto, rabo grande, coxas grossas… Você é um tesão, puta que pariu!

Olhei para mim, de calcinha vermelha, comecei a rir. Estava chapado de maconha, me sentindo uma putinha drogada e estava adorando aquilo. Ele todo gordo, gostoso, barba por fazer, mais jovem que eu. E eu me sentindo vulnerável na mão dele.

Ele me pegou pelos cabelos e me jogou na cama. Eu poderia me assustar, mas ali eu me determinei a provocar aquele macho. Senti que viria muita violência, mas ia combater a violência com minha sensualidade. Quando caí na cama, já caí de quatro. Afinei minha voz e falei baixinho:

– Tira o plug, amor.

Ele bufava de tesão. Mas tirou com calma o meu plug. Olhei pra trás e ele estava lambendo o plug e metendo de novo. Aí tirava. E metia de novo. Eu só dava risadas lentas, rebolando. E aquela música cheia de batidas rolando e eu tentando balançar a bunda junto com o som.

Do nada ele se levantou e começou a procurar algo no meio da bagunça. Depois de um tempinho, se virou pra mim e disse que não tinha camisinha. Eu também não tinha, só tinha levado lubrificante. Ele disse que estava limpo e disse que ia me mandar foto do exame de HIV feito recentemente. Eu estava de quatro, rebolando e disse que tava tudo bem. Levantei e peguei o lubrificante no bolso do short. Ele deu sorriso de ternura e me jogou na cama e começou a me beijar muito forte. Eu estava chapado e comecei a dar risadinhas, enquanto ele metia o dedo no meu cuzinho.

O pau dele não era grande, mas era uma pedra grossa, era muito duro. Fiquei de quatro e fui encarar um boquete naquela pica. E ele naquela violência dele foi metendo na minha boca. Fui liberando minha garganta pra ser fodida. Ele puxava meu cabelo e socava o pau na minha garganta. Fui aguentando até começar a tossir, com ânsia de vômito. Tossia muito enquanto uma saliva grossa saía da minha boca. Ele me dava cafuné até eu me recuperar e depois voltava a me estuprar a boca. E ele estava tão alterado, que a força dele redobrou, ele me pegava e me jogava na cama com facilidade. Eu sou alto, não sou todo leve, mas ele me dominava de um jeito surpreendente. Eu já estava leve com toda aquela maconha, com as cervejas que tinha bebido em casa, então fui me soltando fácil. Aí ele me jogou na cama e caí de barriga pra cima, ele me puxou pelas coxas e me levou até a ponta da cama.
– Hora de levar pica, viadinho – ele tinha um olhar de loucura, de tesão.

Eu fiquei tão encantado com a força dele que já fui abrindo as pernas. Olhei para os olhos dele enquanto ele batia uma punheta pra dar aquela calibrada na ereção. Ele me olhava como se fosse me castigar com aquela pica grossa e dura. Ele começou a pincelar a pica no meu cu e me lembrei de pedir pra ele botar o lubrificante. Pedi com uma voz fina, bem feminina, pra que ele lubrificasse meu cu. Minha voz ativou algo nele, ele começou a bufar, pegou o lubrificante e enfiou no meu cu e apertou a bisnaga. Senti o lubrificante invadir meu rabo por dentro e dei uma risadinha. Ele também lambuzou a pica dele, bateu mais um pouco de punheta e foi pra dentro. Fiz força como se quisesse cagar (o segredo dos verdadeiros passivos) e a pica dele deslizou com tudo. Ele deu um grito contido quando percebeu que entrou fácil. Eu gemi fino e comecei a pedir pica. E eu recebi. Ele bombava forte, sem cerimônias. Eu sentia a pica dele no meu interior e dava risadinhas, virando os olhos. Tentava olhar nos olhos dele, mas sempre revirava os olhos. Ele começou a dar tapas na minha cara. A cada tapa que eu levava, eu tentava beijar a mão dele, mas os tapas eram mais rápidos. Eu nem sentia os tapas, pois estava chapado de maconha. Ele me virou de quatro com força e voltou pra dentro de mim. Enquanto ele metia, nunca imaginava que eu estava fazendo caras e bocas, totalmente chapado, rindo e morrendo de prazer. Ele pegou minha calcinha, embolou e colocou na minha boca e mandou eu parar de gemer alto. Fiquei gemendo baixinho com a calcinha embolada na boca.

Ele me botou de frango assado de novo e voltou a socar com tudo. Ele me olhava com raiva e eu correspondia com olhar carinhoso. Amo submissão. De repente senti um tesão monstruoso e gozei forte, melando meu pescoço, minha barriga. Ele passava os dedos no meu gozo e me fazia lamber. E foi fazendo isso até limpar toda a porra que eu tinha gozado. Eu já estava em outro mundo, sentido cada metida, até que ele falou baixinho:

– Vou gozar, viadinho!

Eu dei mais uma risadinha e caprichei no rebolado, mesmo no frango assado. Pedi leitinho com voz fininha. Ele levantou minhas pernas e subiu um pouco mais. Ativo sempre faz isso pra gozar mais fundo. Eu me entreguei à força dele e deixei ele me erguer o suficiente. Ele foi metendo e urrando baixinho até gozar forte, me dando tapas. Senti aquele leite quente dentro de mim e comecei a dar mais risadinhas. Ele tirou a pica do meu cuzinho e botou na minha boca. Senti mais um pouco de leite saindo na minha língua e fui engolindo com dedicação.

Deitamos juntos e ficamos nos beijando ao som das batidas. Levantei aos poucos, fui organizando minhas coisas, coloquei meu short e minha camiseta, soquei o plug de volta no meu cu e me despedi. Ele foi me levar até o carro.

Quando nos despedimos, ele olhou para os lados e me beijou na boca, apertando minha bunda. Um carro passou e buzinou. E dei mais uma risadinha e me despedi. Entrei no carro e a porra dele começava a vazar pelo meu cu. Cheguei em casa e cai na cama, com porra a todo minuto espirrando do meu cuzinho. Foi uma linda noite.

Gente, se quiserem contato, me procurem no Twitter: @penuclo

Fiquem a vontade pra puxar conversa, pedir nudes e tudo mais.

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2 Comentários

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  • Responder Nelson ID:3c793cycoii

    Que delícia, obrigado pelo conto, nunca dei sorte nesses sites de relacionamento, vivo me virando na mão a muito tempo, acho que é o que vou fazer agora depois de ler voce e seu gordinho.

    • Penuclo ID:dlnu8y3d3

      Obrigado pelo comentário! Quero escrever mais sobre várias experiências que tive! Espero que a punheta tenha sido maravilhosa!