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Viadinho obediente e submisso

1344 palavras | 4 |4.39
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Nessa história eu conto como transformei o filho de 8 anos da minha namorada em meu escravo sexual, completamente entregue aos meus caprichos.

Olá a todos, eu me chamo Ricardo, tenho 32 anos. Sou branco, cabelos escuros, peludo nas pernas, braços e no peito e, claro, lá embaixo também. Corpo em forma, mas um pouquinho acima do peso. Não tenho abdômen tanquinho mas também não tenho barriga proeminente. Me acho um homem bonito e atraente, pois percebo muitos olhares, de mulheres e de homens também, pra mim. Olhares desejosos. Já namorei algumas mulheres, mas nenhum namoro durou mais do que 8 meses. E sim, já transei com alguns homens. Poucas vezes, mas transei.
Há mais ou menos um ano, conheci a Raquel, com quem namoro até hoje. Pasmem! Meu namoro mais duradouro.
Raquel é uma mulher de corpo normal, nem magra nem gorda, bunda saliente e seios médios, porém firmes. Muito feminina, sensual e atraente.
Raquel é mãe solteira. Seu filho se chama Leonardo (Leo). Um garotinho tímido, branquinho igual a mãe, cabelos escuros, levemente acima do peso. Um menino lindo. No começo não havia olhado ele com malícia, mas logo no primeiro mês de namoro com a mãe dele, as coisas começaram a mudar.
Esqueci de mencionar que Raquel era depiladora. E atendia suas clientes em domicílio. Quando ela saia pra atender, sempre deixava o Léo com uma vizinha. Um dia estávamos na casa dela, sentados no sofá, tomando umas latinhas de cerveja, enquanto o Léo jogava no celular da mãe, deitado no tapete, e ela me perguntou se eu não conhecia alguma moça que cobrasse pouco pra cuidar de criança, pois a vizinha dela cobrava muito caro. Raquel pagava 100 reais pra vizinha cuidar do Léo por apenas umas duas ou três horas, enquanto ela saía pra atender alguma cliente. E isso geralmente era metade do valor que ela ganhava por cada depilação que fazia.
Pra ajudar ela a economizar, me ofereci pra cuidar dele quando ela precisasse sair. Disse que quando fosse assim, era só ela me ligar que eu pegava ele na casa dela e ele ficaria comigo em minha casa, já que trabalho em sistema home office. Assim era só ela passar em casa pra pegar ele quando retornasse, ou então me ligasse que eu levaria ele embora.
E foi assim que meu contato com o Léo começou a deslanchar. Passamos a conversar mais, aos poucos ele foi se soltando comigo, e eu pude perceber que ele, além de tímido e quietinho, também tinha trejeitos delicados, talvez por ter sido criado somente com a mãe. Não liguei muito pra isso. Isso nunca foi importante pra mim.
Ele me chamava de “Tio Ric”, mesmo eu e a mãe dele já tendo falado que não precisava me chamar de “tio”, podia ser só Ric. Mas ele insistia, dizendo que gostava mais de me chamar de Tio Ric. Então, tá, né…
Então, numa sexta feira a noite, estávamos eu, Raquel e Leo numa lanchonete comendo e bebendo quando ela me perguntou se eu poderia ficar o sábado a tarde com o Leo, porque ela tinha agendado de atender cinco amigas de uma cliente dela que iriam a um casamento a noite e isso tomaria a tarde toda dela. Eu aceitei, sem problemas.
No sábado, na parte da manhã, fui ajudar um amigo a consertar uma cerca no rancho dele, que fica um pouco afastado da cidade. Por isso vesti calça jeans, camisa e botinas de couro e meias pretas. Tava muito calor. Suei bastante e acabei ficando com chulé. Não um chulé forte, mas um cheiro bem acentuado de pé suado misturado com cheiro de botina.
Bem, deu a hora do almoço, recusei o convite do meu amigo pra almoçar lá no rancho com ele, pois precisava voltar pra cidade pra pegar o Leo.
De volta a cidade, nem passei em casa. Fui direto na casa da Raquel pegar o Leo. Cheguei lá, ela e Leo já tinham almoçado e ela já estava pronta pra sair. Ainda tentei conseguir pelo menos uma chupeta da Raquel, mas ela recusou dizendo que acabaria se atrasando.
Enfim, me despedi dela, peguei o Leo e fui pra casa.
Chegando lá, ele me pediu pra assistir série no computador e eu deixei. Eu estava faminto, então fui pra cozinha preparar um lanche bem recheado pra matar a fome.
Depois que comi, me bateu uma preguiça tremenda. Apenas tirei a botina e deitei no sofá da sala mesmo. E fiquei ali, vendo TV enquanto o Leo assistia as séries dele no computador que fica no canto da sala.
Acabei adormecendo.
Em determinado momento, acordei sem abrir os olhos pois estava sentindo algo nos meus pés. Abri levemente o olho e vi algo que naquele momento achei esquisito demais.
Leo estava ajoelhado no tapete cheirando meus pés. E pra piorar, estava visivelmente gostando!
Eu pensei comigo: Não é possível que esse moleque ta curtindo cheirar meu pé com esse chulé todo que eu tô!
Mas ele estava. Ele aproximava o nariz dos meus pés o mais perto que conseguia sem tocar e dava aquela fungada profunda e lenta! E depois abria os olhos e parecia que estava inebriado pelo cheiro. Voltando a cheirar de novo logo em seguida.
Eu achei aquilo muito doido! Me mexi, fingindo que estava acordando naquele momento, e percebi que ele correu pra perto do computador.
Me espreguicei e perguntei pra ele: Tá tudo bem aí, Leo?
-Uhum! – Ele respondeu.
Aquela situação me despertou curiosidade. E tive vontade de confirmar se aquilo queria mesmo dizer o que pensei.
Então tirei minhas meias, coloquei dentro das botinas e deixei ali perto do sofá. Me levantei e disse que ia tomar um banho pq eu tava fedendo. Ao passar perto da mesa do computador, pedi a ele:
– Leo, faz um favor pra mim. Leva minhas botinas e minhas meias lá pra área de serviço e deixa lá perto da máquina de lavar, pode ser?
Ele só olhou pra mim e balançou a cabeça afirmativamente.
Do meu quarto, pela janela, dá pra ver a área de serviço toda. E fiquei ali espiando.
Não deu outra. O moleque chegou lá e antes deixar as botinas e as meias, ele pegou cada uma e deu aquela cheirada profunda! Enfiava o nariz no cano das botinas e cheirava. Praticamente enfiava as meias na cara e cheirava! Não satisfeito em apenas cheirar, ele começou a enfiar minhas meias na boca e chupar! Por pensar que eu estivesse no banho já, ele ficou quase uns cinco minutos se fartando ali com minhas botinas e meias suadas.
Eu tava achando aquilo tudo muito bizarro. Já tinha ouvido falar de pessoas que tem tara por pés, mas por chulé?!?! Nunca tinha ouvido falar.
Naquele dia nada demais aconteceu. Eu não toquei no assunto, nem com ele nem com a mãe dele.
No final da tarde a mãe dele veio buscar ele. Eu perguntei se ela queria sair aquela noite, mas ela recusou, pois estava muito cansada.
Aproveitei aquela noite e entrei na internet pra pesquisar sobre fetiches estranhos, e fiquei até altas horas da madrugada de olhos estatelados com as coisas que eu estava descobrindo. Eu havia descoberto o mundo da dominação/submissão. E pra minha surpresa, me peguei batendo punheta assistindo aqueles vídeos! E pra acabar de vez com o pequi de Goiás, quando dei por mim, já estava me imaginando como um dominador e o Leo como meu submisso!
Bati umas quatro bronhas aquela noite imaginando eu fazendo com o Leo as coisas que eu vi os dominadores fazendo com seus submissos!
Algo despertou em mim ali. E eu decidi que precisava tornar as coisas que imaginei, reais! Mas antes eu precisava ter certeza de que o Leo realmente pendia pra esse lado…

Continua…

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4 Comentários

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  • Responder boby ID:g3iqep20k

    Ótimo conto bem suave e de verdade .Ricardo envia uma foto da sua PIROCA para [email protected]

  • Responder putinho ID:7xbywvk98i

    muito bom continua

  • Responder luiz ID:dlns5khrd

    eu amo cuecas suadas ja viajei com um caminhoneiro e cheirei muitas cuecas com ate 3 dias de uso nao existe nada melhor, agora quero experimentar o chule pois o conto me deixou com vontade

  • Responder Messin ID:w735kv9a

    Gostei do conto continua por favor