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Viadinho obediente e submisso – capítulo 7

2352 palavras | 10 |4.78
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Para o deleite de vocês, esta talvez é a parte mais excitante de minha história com o Leo até agora. Espero que curtam.

– Então vamos começar! – iniciei – Fica de joelhos, Leo!
Ele ajoelhou no tapete e ficou olhando pra mim, rindo.
– Lambe meus sapatos. Igual um cachorrinho!
Ele veio e fez exatamente do jeito que mandei. Lambia com vontade meus sapatos! Que linda aquela cena! Finalmente eu estava começando a concretizar meu objetivo! Mas ele lambeu apenas um pouco e parou. Então o repreendi:
– Parou por que, filho? Eu não mandei você parar! Quando eu mandar você fazer alguma coisa, é pra você continuar fazendo até eu mandar você parar, entendeu?
Ele olhou pra mim, com carinha de culpado e respondeu:
– Entendi, pai!
– Então continua! Só para quando eu disser “chega”!
E assim ele fez. Deixei ele ali, uns 3 ou 4 minutos lambendo meus sapatos. Até que interrompi:
– Já chega, viadinho! Agora vem aqui! – Me sentei no sofá, estiquei as pernas e continuei – Tira os sapatos do pai!
Ele veio, e sorrindo, começou a tirar meus sapatos. O chulé subiu forte pelo ar! Sem eu mandar, ele levou um dos meus sapatos ao nariz. Eu ia repreendê-lo por fazer algo sem eu ter dado ordem, mas a visão dele, cheirando meu sapato profundamente, e deixando transparecer que estava se deliciando, me fez apenas querer observar. Meu chulé naquele momento estava realmente forte. A sala toda foi invadida pelo cheiro.
– Deixa o sapato do pai aí no canto. É nos meus pés que você vai se divertir agora! – falei, sentando num canto do sofá e esticando minhas pernas pelo restante do assento. – Vem! Cheira o chulezão do seu pai, viadinho!
Ele veio. E tentava imitar o sub do vídeo, cheirando, lambendo, esfregando na cara. Teve uma hora que ele tentou abocanhar meu pé, como no vídeo. Mas boquinha dele é pequena demais pra um pé de macho adulto. Ele dava cada fungada! Cada lambida! Se deliciando de verdade! Isso porque eu ainda estava de meias!
– Pai? – ele falou. Me tirando do transe que eu me encontrava…
– Fala, filho!
– Posso tirar suas meias agora?
– Pode.
Mais do que rápido, ele tirou minhas meias e ficou olhando meus pés bem de perto. Era a primeira vez que ele tinha a oportunidade de admirar meus pés de tão perto, sem receio. Ele fechava os olhinhos e cheirava, aspirando o odor. Parecia em transe. Inebriado.
– Não é pra ficar só cheirando, não, viadinho! Cai de boca, vai! Lambe bem gostoso o pezão chulezento do seu pai! – ordenei, e ele obedeceu. Naquele momento, Leo parecia ter nascido pra isso. Pra servir os caprichos de um macho! Isso aumentou mais ainda meu tesão e não pude evitar de enfiar a mão por dentro da calça e começar a apalpar meu pau.
Eu não queria que aquele momento acabasse tão cedo, apesar de já ser quase 22:00h. Nem eu nem ele parecia estar com sono. Muito menos com vontade de encerrar nossa brincadeira.
– Chupa meus dedos, filho! Chupa cada um bem gostoso!
Ele começou pelo dedinho, e foi chupando demoradamente cada um. Eu me arrepiava todo! Principalmente quando ele enfiou meu dedão inteiro na boca e chupou com força. Enquanto ele chupava os dedos de um pé, eu esfregava o outro pela carinha dele. Ele olhava pra mim e sorria, demonstrando estar gostando muito.
Eu tava quase gozando já. Mas não queria. Então resolvi trocar de posição.
– Levanta, Leo! – falei
– Ah, pai! Eu quero continuar!
– Faz o que eu mandei, viadinho! Essa é sua obrigação. Anda!
Ele levantou. Eu também, ficando de frente pra ele. Ele me olhava, com carinha de decepção.
– Ajoelha! – ordenei.
Ele se ajoelhou. Me aproximei, segurei em seu queixo e continuei.
– Presta bem a atenção, filho! Eu sou seu pai dominador, e voce é meu filho viadinho e submisso. Eu mando e você obedece, sem questionar, entendeu?
Ele balançou a cabeça, afirmativamente.
– Responde com a boca, Leonardo! Eu quero ouvir sua resposta!
– Entendi, pai!
– Então, pronto! Agora responde. O que eu sou, Leo?
– Você é meu pai!
Toquei no rostinho dele e falei:
– “Você” não! Já que você quer que eu seja seu pai, então você tem que me chamar de senhor! Você deve responder “Sim senhor, pai” ou “Não senhor, pai”! Entendeu, Leonardo?
– Sim senhor, pai! – respondeu, esboçando um quase sorriso.
– Isso! Assim mesmo! Agora vamos de novo! O que eu sou, Leo?
– O senhor é meu pai dominador!
– E você é o quê?
– Eu sou seu filho viadinho e submisso!
– E como que as coisas funcionam entre nós, filho?
– O senhor manda e eu obedeço, sem questionar.
– Isso mesmo, filho! To gostando de ver que você aprende rápido! Merece até um prêmio! – Me abaixei e dei um abraço bem aconchegante nele, e neste momento acabei não resistindo a vontade de dar uma lambida naquele pescocinho lindo, o que tirou uma risada alta dele, pois sentiu cócegas!
Me levantei e continuei a ordenar:
– Agora deita no tapete, de barriga pra cima.
Ele deitou. Me posicionei sobre ele, em pé, e comecei a esfregar meus pés pelo corpinho dele, que prontamente tentou agarrar meus pés.
– Tira as mãos, Leo! Fica com as mão paradas, de braços abertos no chão.
Ele obedeceu, e eu continuei. Esfregava meus pés pela barriga e pelo peito dele, pelas pernas. E então coloquei meu pé sobre a carinha linda dele.
– Lambe, viadinho!
Ele lambia toda a extensão da sola do meu pé. Eu mandava ele abrir a boca e enfiava meus dedos. Ele chupava de olhinhos fechados. Parecia estar saboreando a coisa mais gostosa do mundo!
Eu já tava louco de vontade de gozar. Mas decidi usar ele pra isso uma outra hora. Ainda era cedo e eu nem sabia se ele já tinha chupado um pau antes, ou se já tinha dado a bundinha pra alguém. Mas nós tínhamos tempo. As coisas entre nós estavam apenas começando. Ainda tinha muita coisa que eu queria ensinar pra ele através dos vídeos.
Tirei meu pé da boquinha dele.
– Fica de joelhos, Leo! Você agora vai sentir outro cheiro que eu sei que você gosta.
Me aproximei dele, abri o zíper da calça e mandei ele enfiar o nariz ali e cheirar. Dava pra ver o brilho nos olhinhos dele!
Ele colocou o nariz na abertura do zíper e começou a cheirar profundamente!
– Tá gostoso aí, viadinho?
Ele so balançou a cabeça, sem tirar o nariz de onde estava.
– Responde direito, Leonardo!
Então ele olhou pra mim e disse: – Sim senhor, pai! Tá muito gostoso!
– Gosta do cheiro de pica suada e mijada, né, seu putinho… Então cheira bastante, porque tá ficando tarde e já é quase hora de ir dormir.
– Aahh, pai! – ele falou, decepcionado por saber que a brincadeira estava chegando ao fim.
– “ah” nada, moleque! Já esqueceu quem é que manda? Hem??
– Não senhor, pai. É o senhor que manda!
– Isso mesmo! Agora chega. Levanta!
– Ah…deixa eu cheirar mais!
Me irritei um pouco com aquilo.
– Leo, se você não aprender a me obedecer do jeito que eu quero, eu não vou mais brincar disso com você. Você concordou que ia me obedecer sem questionar, mas não tá cumprindo. – falei, em tom sério, mas sem deixar ele perceber que eu estava irritado.
– É que eu to gostando bastante! – respondeu, se levantando – eu não queria parar agora.
– Eu sei. Eu também to gostando muito, mas tá ficando tarde. Amanhã a gente vai poder brincar mais. Tem mais vídeos que eu quero te mostrar, pra você aprender mais coisas que nós vamos fazer.
– Tá bom. – ele disse, se rendendo.
O pintinho dele tava muito duro, parecendo querer furar o short.
Me sentei no sofá e chamei ele.
– Vem cá, viadinho do pai! Agora você vai cheirar meu sovaco igual o cara do vídeo.
Abri minha camisa, com ele me admirando.
Tirei minha camisa e entreguei pra ele.
– Cheira aí, bem na parte que fica o sovaco.
Ele não apenas cheirou, como espremia a camisa no nariz.
– Tá gostoso? – perguntei.
– Sim senhor, pai!
– Então vem e cheira aqui o sovacão fedido do pai, vem!
Ele subiu no sofá, ao meu lado e enfiou a cara no meu sovaco, que estava levemente úmido, e começou a fazer igual o vídeo. Esfregava a carinha, fungava.
– Pode lamber, pai? – perguntou, afoito.
– Pode, filho! Vai! Lambe bem gostoso!
Leo ficou me lambendo um tempo só na axila, até que coloquei a mão na cabeça dele e fui conduzindo até meu mamilo. Tenho muito tesão nos mamilos, e praticamente fui a loucura com a linguinha dele ali.
– Chupa meu peito filho. – mandei.
Enquanto ele chupava meu peito eu enfiei a mão por dentro de sua camiseta e fiquei acariciando suas costas.
Eu estava mole com aquilo. Que sensação maravilhosa! Meu pau parecia uma barra de ferro! Percebi que ele viu meu volume e estava caminhando com sua mãozinha do meu peito pra lá. Segurei a mão dele, que me olhou decepcionado.
– Já chega, Leo! – Já tá tarde.
E realmente estava. Nossa brincadeira durou o bastante pra chegarmos perto das 23:00h.
Ele se levantou decepcionado do sofá e ficou me olhando.
– Vem cá, filhão!
Ele veio, e abracei ele bem gostoso. Ele correspondeu.
– Eu gosto muito de você, Leo. E adorei brincar com você. Quero brincar sempre com você assim. Você quer?
– Quero sim.
– Você gostou de tudo que eu fiz com você?
– Gostei sim. Quer dizer… Sim senhor, pai!
– Então vem cá, que eu vou te dar um prêmio. – chamei ele pra entre minhas pernas.
Virei ele de costas pra mim. Eu sentado, fiquei com a cabeça na altura do ombro dele. Puxei ele pra bem perto de mim e falei em seu ouvido:
– Você sabe bater punheta, Leo?
– Sim senhor, pai.
– Quem te ensinou?
– Eu aprendi com um colega da escola.
– É isso que o pai vai fazer em você agora. Você quer?
– Quero sim… Sim senhor, pai!
Abaixei o shortinho dele junto com a cueca. Fiquei um tempinho passando as mãos pelas suas pernas, pela barriga, pelo peito… Ele respirava fundo.
Peguei minhas meias que estava ali perto, e coloquei no rosto dele, mandando ele ficar cheirando.
Ele estremeceu quando peguei no pintinho dele. Durinho. Um pintinho branquinho, com a cabeça semi-exposta. De uns oito ou nove centímetros. Lindo.
Apalpei bastante com uma mão, enquanto a outra percorria seu corpinho.
Ele já estava ofegante quando comecei a fazer o vai-e-vem. E bastou uns dois minutos pra ele estremecer e perder o ritmo da respiração, num orgasmo seco.
Senti que ele ficou de perna bamba, então o puxei pra se sentar na borda do sofá, entre minhas pernas. E fiquei ali, abraçado com ele por um tempo. Aquele abraço estava incrivelmente gostoso. Eu me sentia como um pai mesmo para o Leo naquele momento. E gostei de sentir isso.
– E aí, Leo! Gostou?
– Sim senhor, pai!
– A brincadeira já acabou, Leo. Já pode voltar a me chamar de tio Ric. – falei sorrindo.
Ele pareceu não ter gostado muito de ouvir isso.
– O que foi, Leo? – perguntei.
– É que eu queria continuar te chamando de pai. – falou de cabeça baixa.
– Tá bom. Então pode continuar, mas só até sua mão voltar, ok?
– Uhum! – ele respondeu, já mais feliz.
– Agora vai lá tomar uma banho, que você tá inteirinho com cheiro de chulé e sovaqueira! – pedi pra ele rindo.
– ah… deixa eu dormir assim. Eu quero dormir com o seu cheiro.
– Gosta tanto assim do meu cheiro, Leo?
Ele balançou a cabeça, dando um sorriso lindo.
– Deixa, pai? Por favor.
– Tá bom. Pode dormir assim então. Mas amanhã cedo você vai tomar banho, entendeu?
– Sim senhor, pai!
Eu ri, ao perceber que ele tava mesmo curtindo a ideia de ser um filho viadinho e submisso.
Ajeitei um colchão na sala pra ele, que ainda pediu pra dormir comigo, mas recusei. Eu não queria correr o risco de acabar não resistindo e passando dos limites com ele. E com o tesão que eu tava, provavelmente eu passaria.
Já com ele deitado e pronto pra dormir, dei um beijo em sua bochecha e falei “boa noite”.
Ele me pediu pra deixar aquelas minhas meias com ele. Peguei e entreguei pra ele que rapidamente levou ao nariz e ficou ali cheirando de olhos fechados. Fiquei uns instantes ali, observando e rumei pro meu quarto.
Pensei até em bater uma punheta, mas decidi que iria guardar porra pro Leo no dia seguinte. Sim, eu pretendia colocar ele pra me chupar e engolir toda minha porra. Tirei a roupa e tomei um banho, mas antes de me deitar, fui até a sala e vi que Leo ainda não tinha pego no sono.
Me abaixei na frente dele e lhe entreguei a cueca que eu estava usando, e que estava com um cheiro forte de pica suada e mijo.
Ele abriu um sorriso e pegou a cueca, levando imediatamente ao nariz e dando uma cheirada forte. E ficou ali, agarrado com minha cueca e minhas meias.
– Boa noite, pai! – ele disse, de um jeitinho meigo.
– Boa noite, filhote! Dorme bem que amanhã a gente vai brincar mais!
Ele, sorrindo, só balançou a cabeça e fechou os olhos.

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10 Comentários

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  • Responder novinhosub16 ID:1dai092fv2

    continua ae mano, isso ta mt bom

  • Responder Anônimo_RS ID:muj13lxia

    Ta meio devagar, mas ta gostoso, continua o conto🔥🔥

  • Responder Novinho16y ID:fuorthhrd

    Está muito bom, porém está demorando muito, fora que você é o dominador, tem que ser carinhoso, mas também tem que ser “violento”, saber dar tapas, bater, ser grosso e etc. Para de querer mostrar video pro mlk, ensina ele na prática e com marra, viadinho é feito pra servir mesmo.

  • Responder Vetiuto ID:7xcdwnmqra

    Relato absolutamente maravilhoso. Temos um DOM que revela completo e absoluto controle do processo de induzuir seu pequeno sub a ir aos poucos, livremente e sem traumas, revelando e assumindo sua condição e se sentindo feliz e amado em ser como é. Esse texto é muito mais que um relato, é um verdadeiro manual de como um autentico DOM deve conduzir a relação até obter do sub a mais completa e feliz entrega. Parabéns.

  • Responder Junioregador ID:81rczz3xij

    Continua é bom ver um cara ser pai e dom sem precisar estulrar

  • Responder Messin ID:1se6b5qi

    Se você tiver coloca aqui o seu telegram pra quem quiser entrar em contato

    • Derickk ID:on956rrfib

      Tô amando o conto! Bota ele pra chupar teu cu também

  • Responder Aquarianjo ID:1uxbzwm4

    Meu deus, cara!
    Vai caçar um quintal pra carpir, vai!

    • Matador de veado ID:83100j6td3

      Vou sim, veado,vou no seu quintal,e aproveito pra te curar da veadagem!☺😉

  • Responder Fgggg ID:g3ja3f20k

    Porra tu arrodeou pra caralho. Agora daqui pra frente come ele e a mãe dele de tudo que é Jeito. Mija e caga neles, faz scat