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Viadinho obediente e submisso – capítulo 2

2887 palavras | 6 |4.66
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Continuação da minha saga com o Leo. Leiam a primeira parte em /2022/09/viadinho-obediente-e-submisso/

Passaram-se alguns dias sem que eu tivesse a oportunidade de iniciar meus planos de tornar o Leo meu submisso. Raquel vinha em casa e trazia ele, ou eu ia na casa deles pra dar uma namorada. Entenda-se que pra mim, dar uma namorada significa dar uma bela de uma trepada gostosa e repleta de safadeza. Mas por causa do Leo sempre estar por perto, as transas tinham que ser um tanto quanto discretas. Geralmente ele ficava na sala jogando no celular enquanto eu mandava ver na mãe dele no quarto.
Eu realmente estava gostando de Raquel. Bonita, gostosa, mas também uma mulher guerreira e excelente pessoa! Mas Leo não saía da minha cabeça.
Eu passei a prestar mais atenção nele, na tentativa de identificar se ele realmente era gay com tendência fetichista ou se o fato de gostar de chulé era apenas algum tipo de vício temporário que muitas crianças têm. Eu, por exemplo, quando era moleque, tinha mania de ficar cheirando os esmaltes da minha mãe. Adorava cheiro de esmalte, e minha mãe vivia brigando comigo por causa disso. Costume esse que eu perdi com o tempo.
Com os passar dos dias, minhas suspeitas foram se confirmando. Eu passei a perceber certos olhares dele pra mim. As vezes ele ficava encarando meu volume, meu peitoral quando eu estava sem camisa, e meus pés.
Certo dia eu estava na casa dele, sentado no sofá com a Raquel do meu lado e ele no chão, em frente a nós, montando um quebra-cabeça. Eu e Raquel estávamos assistindo TV. Ela estava de vestido, desses que toda mulher tem e gosta de usar quando está em casa (desculpem por não saber o nome do vestido, pois não entendo de roupa feminina). Eu estava de camiseta, bermuda e havaianas. Eu percebia os olhares demorados que ele dava pros meus pés, minhas pernas e vez ou outra, pro meu volume.
Em determinado momento, durante o intervalo da novela, Raquel foi ao banheiro e eu fiquei lá na sala, fingindo que estava prestando atenção nos comerciais da TV, mas minha atenção estava nele.
Aproveitando que Raquel ainda não tinha voltado, tomei coragem e falei:
– Que tanto você olha pro meu pé, Leo? Tá sujo?
– Não! – respondeu ele com carinha de espanto por eu ter percebido suas olhadas.
– Tô com chulé? – perguntei
– Não. – respondeu de novo.
– Então ta olhando tanto por quê? Achou meus pés bonitos, foi?? – falei em tom de brincadeira.
Ele ficou vermelho de vergonha e não respondeu. Apenas voltou sua atenção para o quebra-cabeça.
Raquel voltou, terminamos de ver a novela e era hora de mandar o Leo dormir pra finalmente eu poder foder ela bem gostoso! Hehe
Já com o Leo deitado, Raquel estava cobrindo-o e eu me aproximei, fiz sinal de “soquinho” pra ele, que correspondeu dando um sorriso, e eu falei:
– Ae, Leo! Boa noite! E se precisar de alguma coisa, pode contar comigo, tá?
– Tá bom, tio Ric! – respondeu com um sorrisinho tímido.
Apesar de todo meu desejo, eu precisa ir bem devagar. Não poderia ser afobado, pois corria o risco de estragar tudo, inclusive meu namoro com Raquel.
Leo estudava na parte da manhã. Raquel o levava bem cedo e o buscava ao meio dia. Algumas vezes cheguei a ir com ela busca-lo na saída das aulas. Teve um dia que chegamos lá na porta da escola e ele já estava esperando. Quando Raquel se abaixou e lhe deu um beijo na bochecha e um abraço, ele fez uma carinha estranha e falou:
– Mãe, sua boca tá com cheiro estranho!
– É que a mamãe acabou de tomar um remédio, Leo. – ela disse rindo e olhando pra mim. Pois a verdade era que minutos antes de sairmos pra buscar ele, eu tinha enchido a boca dela de porra, após uma gulosa fantástica que ela fez em mim! 
Os dias iam se passando assim, nesse lenga-lenga. Sem avanços, pois eu precisava de outra oportunidade sozinho com ele pra isso, e não tava acontecendo. Raquel estava sempre por perto. Ela estava fazendo depilações mais na parte da manhã, justamente pra poder ter a tarde livre pra ficar com o Leo.
Mas a oportunidade veio!
Numa sexta-feira, pouco antes do almoço, eu estava em casa, trabalhando no computador quando Raquel me liga perguntando se eu poderia buscar o Leo na escola e ficar com ele em minha casa pois ela tinha duas clientes pra atender durante o horário de almoço, pois elas iriam viajar as 14:00h. E ela só voltaria pra casa depois desse horário. E é claro que aceitei! Eu disse que ela poderia ficar tranquila, que apenas ligasse na escola pra avisar que era eu que iria pega-lo. Era a primeira vez que eu iria busca-lo sozinho.
Encerrei o trabalho no pc e fui dar uma organizada rápida na casa. Fui na área de serviço, no cesto de roupa suja e peguei um dos pares de meia dali e vesti. E calcei um par de botinas que eu sei que sempre me deixam com chulé. E fiquei esperando o horário de ir buscar meu futuro putinho submisso.
Pouco antes do meio dia, peguei o carro e rumei pra escola. Parei em frente e fiquei esperando. Eu estava um pouco eufórico, ansioso. Finalmente eu poderia agir pra dar um passo maior na realização do meu desejo.
Bateu o sinal, criançada saindo correndo desesperada como sempre…kkk E lá atrás vem ele. Com aquele jeitinho encabulado, olhando pra baixo. Quando me viu, deu um sorriso e veio correndo.
– Oi, tio Ric!
– Oi, Leo! E aí? Tudo bem??
– Uhum! Minha mãe mandou mensagem dizendo que você que vinha me pegar hoje!
– Sua mãe não faz ideia do quanto e como eu quero pegar você! – Pensei, sorrindo pra ele.
Já no carro, a caminho da minha casa, fui tentando puxar conversa com ele, que ia respondendo sempre de forma breve. Fiz silencio por uns instantes, olhando pra ele no banco de trás pelo retrovisor, e perguntei:
– Você não gosta de conversar comigo, Leo?
– Gosto sim, tio! Por que?
– Porque não parece. Eu puxo assunto com você, mas você não prolonga. Só dá respostas curtas.
Ele baixou a cabeça dando um sorriso e respondeu:
– É que eu tenho vergonha.
– Vergonha? Vergonha de quê, Leo? De conversar comigo??
Ele só baixou a cabeça de novo e ficou mudo.
– Tá vendo só? Eu falando com você e você fica calado. Não é assim que funciona uma conversa. Eu sou seu amigo, Leo! Não tem porquê ter vergonha de conversar comigo.
– É que você é bonito. – ele disse quase que inaldívelmente.
Bingo! Ouvir aquilo me deu certeza de que Leo seria meu.
Fiz de conta de não tinha escutado o que ele disse.
– O quê, Leo? Não entendi!
– É que você é bonito, e eu fico com vergonha!
Tentei parecer o mais natural possível pra deixa-lo confortável.
– Poxa, Leo! Você me acha bonito? Obrigado!! Você também é um menino lindo! – eu disse, olhando pelo retrovisor e vendo ele abrir um sorriso bem encabulado e respondendo um “obrigado”.
– Eu só não entendo porque isso é motivo pra você ter vergonha de conversar comigo. – falei
– É que você é o namorado mais bonito que minha mãe já teve, e também o mais legal.
– Sério?? – perguntei, curioso – Os ex-namorados da sua mãe não eram legais com você??
– Eles nem falavam comigo. E quando eu pedia pra eles brincarem comigo, eles falavam que eu tinha que procurar alguém da minha idade pra brincar, ou então falavam que não tinham tempo.
– Nossa, Leo! Que chato! – eu disse. – E sua mãe já teve muitos namorados??
– Muitos não. Só dois.
– hmm… – respondi já chegando em casa – Mas olha, Leo! Eu não sou chato como eles! Eu quero ser seu amigo de verdade, ta? Eu gosto muito da sua mãe e gosto muito de você também. E quero poder conversar bastante com você igual amigos fazem, blz?
Ele balançou a cabeça afirmativamente com um sorriso e dizendo – Ta bom!
Estacionei o carro, entramos e fui preparar uma lasanha de micro-ondas pra ele almoçar. Perguntei se ele queria tomar um banho pra tirar a “nhaca” da escola e ele riu, dizendo que não estava com “nhaca” e era melhor tomar banho na casa dele, pois aí ele podia colocar uma roupa limpa.
Lasanha pronta. Chamei ele pra comer. E após lavar a louça, dei início ao meu plano.
Perguntei se ele queria assistir serie no pc ou ver TV e ele falou que ia ficar no sofá jogando no celular mesmo. Eu concordei.
Ele sentou do meu lado no sofá e abriu um joguinho de barulho irritante, enquanto eu percorria os canais da TV fingindo procurar algo interessante pra assistir. Ainda era por volta de 12:40h.
– Leo, tudo bem se eu for tirar um cochilo? Me bateu um sono pesado agora. – eu disse.
– Pode ir! – respondeu
– Voce não liga de eu te deixar aí sozinho?
– Não. Tudo bem. Eu vou ficar aqui jogando.
– Blz, vou lá então. Mas antes deixa eu tirar essa camisa e essas botinas.
E assim eu fiz. Tirei minha camisa e deixei em cima do sofá, entre mim e ele. Em seguida, tirei as botinas, ficando apenas com as meias pretas. Ele fingindo que estava prestando atenção no jogo, mas dava pra perceber que ele estava me assistindo. Não tinha dado tempo de suar o suficiente pra ficar com um chulé forte, mas já tava com um pouquinho.
– Tá “brabo” meu chulé, né? – perguntei, disfarçando e olhando pra ele.
Ele deu uma olhada mais direta pros meus pés e só balançou a cabeça negativamente. Então eu disse:
– Não?! Hahaha… É porque eu ainda não tirei as meias! – e já fui tirando as meias com ele olhando. – E agora? Deu pra sentir o cheiro daí? Hahaha
Novamente ele só balançou a cabeça dizendo que não. Então eu falei que ele devia tá com o nariz entupido pra não sentir o cheiro de chulé, porque estava forte (na verdade não estava, como eu disse antes, mas precisava dar um suporte ao meu plano). E pra minha surpresa ele respondeu que não estava com o nariz entupido, que estava respirando muito bem, dando uma risadinha.
– Bom, eu vou lá pro quarto então puxar um ronco. Vou deixar a porta encostada pra se você precisar de alguma coisa, só ir lá me chamar. E faz um favor pra mim. Leva minha camisa, as botinas e as meias lá pra área de serviço, pra não ficar ressendiando chulé aqui na sala.
E fui em direção ao quarto. Fiquei espreitando pela janela, escondido pelas cortinas, pra ver se a cena de antes se repetiria.
E se repetiu. Só que dessa vez ele foi mais breve. Cheirou minha camisa. Depois minhas botinas e minhas meias. Tive a impressão de ver ele fazendo uma expressão de decepção por não estar com chulé forte. Depois de umas breves cheiradas, ele deixou as coisas lá e voltou pra dentro.
Um pouco decepcionado também, me deitei na cama de barriga pra cima e fiquei ali, pensando por vários minutos, quando escuto os passos dele vindo pelo corredor. A porta estava entreaberta. Rapidamente coloquei um braço em cima do rosto, de modo que ele não visse meus olhos e fingi já estar dormindo.
Ele chegou na porta e me chamou baixinho:
– Tio Ric!
Não respondi. E ele chamou mais umas duas vezes, um pouco mais alto. Continuei fingindo.
Ele então se aproximou mais da cama e ficou ali, me olhando. Eu estava apenas de calça jeans, sem camisa e descalço. Ele ficou uns instantes olhando e chamou de novo, dessa vez, dando uma leve chacoalhada na minha perna. Mantive o teatro e não respondi. E então ele fez o que eu esperava. Meio ressabiado, ele foi pra perto dos meus pés e se ajoelhou. Ficou ali olhando meus pés de todos os ângulos que ele podia. A todo momento ele olhava pra mim, pra ver se eu acordava. Devia estar com medo, talvez.
Então, finalmente ele tomou coragem e começou a cheirar meus pés. E eu vendo aquilo, de olhos semi-cerrados. Ele cheirava meus dedos, meu calcanhar, depois minhas solas, voltava pros dedos. E ficou assim uns minutos, até que durante uma dessa cheiradas nos meus dedos, ele acabou dando uma lambida de leve, com a ponta da língua! Isso me pegou meio que de surpresa e acabei dando uma respirada mais forte, o que fez ele se afastar um pouco. Depois de um tempo ele voltou a cheirar e dar pequenas lambidas. Eu tava adorando aquilo. Meu pau ficando mais duro cada vez que eu sentia a ponta da língua dele nos meus dedos, nos calcanhares e nas solas. Que visão tesuda eu tava tendo ali. Um garoto de 8 anos curtindo o cheiro e o sabor dos meus pés.
Por pensar que eu realmente estivesse dormindo profundamente, ele tomou mais coragem e começou a dar leves chupadas nas pontas dos meus dedos. Aquilo tava me deixando louco. E ele ficou assim, revezando entre um pé e outro. Sempre me olhando pra ver se eu acordava.
Então ele parou, olhou na direção do meu rosto e me chamou de novo, mais umas duas vezes. Continuei fingindo. Sentir ele curtindo meus pés tava bom demais! E eu queria que ele sentisse confiança pra continuar. Por isso me mantive imóvel.
Pra minha surpresa, ele subiu na cama. Deu umas leves chacoalhadas na minha perna pra se certificar que eu estava apagado ainda. E começou a cheirar minha barriga e meu peito! E fez o mesmo que havia feito com meus pés. Ficou um tempo cheirando e depois começou a dar lambidas leves. Até esse momento ele ainda não tinha percebido que minha pica tava duraça, quase arrebentando a calça. E aí ele me surpreendeu de novo! Se aproximou mais de mim e começou a cheirar e lamber suavemente minha axila! Eu estava com o braço direito sobre o rosto, portanto meu “sovaco” estava todo exposto. E ele aproveitou. Ficou ali, respirando o odor e saboreando meu sovaco com a ponta da língua.
Aquilo pra mim tava sendo uma tortura. Eu tava com vontade de agarrar ele e colocar ele de boca no meu pau. Queria foder a boquinha dele igual eu fodia a boca da mãe dele.
Foi quando ele parou de curtir meu sovaco e estava descendo pra curtir meu peito e barriga, que ele percebeu a barraca armada! Ele olhava pro meu rosto, olhava pro meu volume. Acho que ele tava tentando criar coragem pra colocar a mão. Mas eu não podia deixar. Do jeito que eu tava, se ele me tocasse ali eu não ia conseguir continuar fingindo.
Decidi que era hora de dar uma pausa naquilo. Me mexi um pouco e virei de lado. Ele se assustou e ficou meio que paralisado ainda em cima da cama, ao meu lado. E então foi saindo da cama devagar, pois eu comecei a me mexer dando indícios de que ia acordar. Ele rapidamente saiu do quarto.
Levantei e fui até a porta. De lá, dava pra ver ele, sentado no sofá, mexendo no celular.
– Ta tudo certo aí, Leo? Perguntei
Ele só olhou pra mim e fez que “sim” com a cabeça.
– Beleza, então! Eu vou tomar uma banho pra gente esperar sua mãe, tá?
– Tá! – respondeu.
Entrei no banheiro do meu quarto, tranquei a porta, liguei o chuveiro e, claro, antes de me banhar, bati uma das punhetas mais monstruosas da minha vida! O tesão era tanto que em menos de um minuto gozei seis jatos fortes de porra branca e espessa!!
Fiquei uns instantes ali, recuperando a respiração e vendo toda aquela porra na parede e no chão, pensando que era um desperdício! Aquela porra toda podia estar dentro do Leo agora. Em sua boquinha linda! Ou em seu cuzinho! E essa hora ia chegar. Eu só precisava me controlar pra não forçar a barra e assustar o garoto.
Pelo menos agora eu tinha certeza de que o moleque me achava bonito e curtia mesmo o cheiro e o sabor do meu corpo. O corpo do seu futuro dominador!

Continua…

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6 Comentários

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  • Responder AfeminadoSIGILOminasGERAI ID:81rflepzrb

    Por que em conto gay você fala de sexo hétero?

  • Responder viadinho ID:1dai092fv2

    CONTINUA POR FAVORRRR

  • Responder Max ID:89cszz0m9k

    Continua ae

  • Responder putinha ID:7xbywvk98i

    caralhooo que delícia de conto, não vejo a hora de tu arrebentar o cabaço dele

  • Responder luiz ID:dlns5khrd

    So nao vai ganhar 10 porque nao comeu o moleque. Eu adoro sentir cheiro de homem opensa sempre fui viciado em cuecas suadas e meias com chule, ja roubei varias meias e varias cuecas principalmente de trabalhadores braçais

  • Responder Anônimo_RS ID:muj13lxia

    Delicia de conto, continua, faz esse guri uma putinha obediente 🤤🔥