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viadinho do pai e do irmão- meu irmão com ciumes -parte 6

1862 palavras | 4 |3.65
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Depois de toda aquela conversa com meu pai que ele me contou sobre o Fernadinho e o seu pai, eu passei semana digerindo toda essa informação, lógico que com muito sexo, e finalmente chegou o sábado, meu pai junto com o meu irmão foi me acordaram cedo.

Pai=acorda filho, hoje é o dia que você vai lá pra casa do Luiz e do Fernandinho.
Eu=há pai, deixa eu dormir mais um pouquinho, está tão gostoso a caminha.
Pai=não filho, já é quase 9 horas, você ainda tem que fazer uma chupetinha para mim e para seu irmão.
Renato= eu não quero que ele vai pai.
Pai= mas amanhã a tarde ele estará de volta, até lá a gente resolve na mão.
Renato= então vem seu putinho, vem e mama muito-disse meu irmão com a cara meio fechada.

Eu abocanhei o pau do meu irmão e fui chupando ele gostoso, o meu irmão segurou os meus cabelos e começou a socar forte seu pau na minha boca, eu fiquei muito ofegante, tentei o afastar mas ele me segurava forte e o meu pai o afastou chamando a atenção dele.
Cara, que desespero que me deu, não sei por que o meu irmão fez isto.

Pai=calma Renato, vai devagar, assim você machuca ele.
Renato= estou com raiva, não quero dividir minha putinha com mais ninguém.
Pai= mas você sabe que eu já combinei com o Luiz, esse final de semana ele vai lá para a casa deles e você tem que aceitar.
Renato= pelo menos eu vou comer esse cuzinho até chegar a hora de ele ir.
Pai=não, ele só vai nos chupar, só vamos comer ele na segunda feira.
Renato= há, que droga mesmo, agora além de ter que dividir minha putinha eu ainda não vou poder comer ele.
Eu=ué Renato, você esta com ciuminhos- disse eu dando rizada dele.
Renato=vai te fuder putinha.
Eu= eu vou mesmo, mas não com você-disse eu debochando dele.

Neste momento o meu irmão levantou o seu braço com a mão fechada para me bater, mas antes que ele fizesse o meu pai segurou o seu braço e disse:

Pai=vai, bate nele e eu te mando pro hospital todo arrebentado, vai da um tapa nele para ver onde você vai parar-disse meu pai soltando o seu braço.
Renato=calma pai, eu não ia bater nele, era só pra assustar.
Pai=você não é nem louco de fazer isto, se um dia o Rafael falar pra mim que você encostou a mão nele, você vai se ver comigo, e as consequências vão ser pesadas, agora de castigo você vai limpar toda a casa e o quintal sozinho.
Renato=mas eu ainda não gozei na boquinha dele.

Pai=não quero saber, agora sai daqui e vai trabalhar.

Então o Renato foi limpar a casa e o quintal, ele foi bravo sapateando emburrado, eu o nunca vi deste jeito, até me assustei.

Eu=nossa pai, o Renato está com muita raiva, eu fiquei com medo dele.
Pai= há filho, acho que deve ser crise de ciúmes mesmo, quando você for eu vou falar com ele mais um pouco.
Eu= se o senhor não segurasse ele pai, ele ia me bater mesmo.
Pai= fica tranquilo minha garotinha, o papai nunca vai deixar isso acontecer.
Eu=obrigado papai-disse eu sentando em seu colo e envolvendo o seu pescoço com meus bracinhos.

O meu pai me abraçou de volta, e que abraço gostoso, nois estávamos pelados e eu fui sentido seu pinto endurecer na minha bunda.

Eu=pai, come o meu cuzinho bem gostoso.
Pai=você quer que eu come o seu cuzinho.
Eu=quero pai, eu quero muito.
Pai=mas eu não posso filho.
Eu=por que pai?
Pai=por que hoje e amanhã você os únicos que vai comer você vai ser o Fernadinho e o Luiz.
Eu=ta bom pai, eu vou ficar com saudades.
Pai=hummm, que gostoso, eu também vou ficar com saudades, mas você pode me chupar bem gostoso.
Eu=eba eba – disse eu já caindo de boca em seu pinto.

Eu o chupava gostoso, lambendo seu pau todo e o chupando, chupando suas bolas seu pinto, engolindo o que dava babando nele tudo,até que ele gozou na minha boca, eu engoli tudinho com muito gosto, ficamos um bom tempo ali abraçadinhos, até que eu me levantei e fui até a cozinha, ainda não tinha tomado o meu cafezinho preto e puro, não gosto de comer nada quando eu acordo, quando chego lá eu tomo o meu café e escuto choramingos no quintal, eu fui lá pelado mesmo sem me preocupar se as pessoas que passassem na rua me vissem, e foi ai que eu encontro o meu irmão sentado no chão chorando, foi estranho ver um marmanjo como ele chorar, eu nunca o tinha visto assim aos plantos, eu me sentei ao seu lado e o abracei, ele correspondeu ainda chorando, o meu pai observava a distancia.

Renato= me desculpa maninho, me perdoa por favor.
Eu=claro que eu te perdoo, você é meu irmão.
Renato= eu te magoei.
Eu=só um pouquinho, mas eu fiquei com medo que você fosse me bater.
Renato=eu fui um imbecil, eu prometo que nunca mais faço isso.
Eu=promete mesmo.
Renato=prometo, eu juro juro.
Eu=então ta bom, esta perdoado, deixa eu te fazer gozar bem gostoso.
Renato= depois do que eu fiz, você ainda vai chupar meu pau?
Eu=vou, eu te amo.

então entramos para dentro de casa, o seu pinto estava mole, acho que por conta de toda esta situação, mas mesmo assim eu abocanhei ele que foi endurecendo na minha boca, eu o chupava bem gostoso, descia chupando seu tronco chegando até o saco e subindo lambendo ele, eu o abocanhei fazendo um vai e vem com minha boca, ele segurou meus cabelos mas sem forçar, ele encheu minha boca de porra, e eu fui engolindo tudo a medida que seu pau ia esguichando dentro da minha boca, eu lambi os lábios o olhei e então eu o beijei na boca fazendo nossas línguas entrarem na boca um do outro.

Eu=vem mano, deixa eu te ajudar a lavar este quintal.

Neste momento o meu pai que nos observava se aproximou e disse:

Pai=pode deixar minha garotinha, eu ajudo ele, você vai tomar um banho, fica bem limpinho e cheiroso e veste a roupinha que deixei já separada pra você em cima da cama, daqui a pouco o Luiz chega e quer ver você bem bonitinha.
Então eu os deixei lá e fui tomar o meu banho, que banhinho gostoso, me sequei e fui no quarto vestir a roupa que o meu pai deixou lá separada, quando eu estranhei, não era roupa de menina mas era um shorts de cor clara mas não branco ele era justo liso e sem bolsos com tecido fino, uma camiseta branca regata e uma cueca minúscula preta, era tudo pequeno para o meu tamanho, mas os tecidos daquelas roupas esticavam bastante, tinha também mais uma sacola com outras mudas de roupa, com certeza era pra mim levar, não ia ficar lá na casa deles de um dia para o outro com a mesma roupa né.
Então eu vesti aquela cueca, era tão pequena que ela acabou se enfiando no meu rego, era esquisito mas não desconfortável, até que eu gostei, então eu vesti o calção, ficou bem coladinho destacando bem a minha bunda e o meu pintinho e a minha cueca ficou transparecendo naquele calção, eu adorei, vesti a camiseta, ela também ficou coladinha, era curta e mostrava um pouquinho da minha barriguinha, ficou tudo perfeito, quem diria que um machinho hetero igual eu iria virar um viadinho e me transformar em uma garotinha, e ainda por cima adorar tudo isso, me perdi no tempo ali se olhando no espelho e me elogiando a mim mesmo de felicidade, por outro lado eu me senti envergonhado em sair na rua com aquela roupa, mas quer saber…foda-se o que os outros vão pensar.
Quando eu cheguei na cozinha o meu pai e meu irmão já tinha acabado o serviço, meu irmão já estava mais a vontade, e quando eles me viram já foram logo me elogiando.

Pai=olha só Renato, como ela ficou bonitinha, agora sim é minha garotinha de verdade.

Renato=é, ficou bonitinha mesmo –disse ele ainda envergonhado pelo que fez.
Pai=vai minha garotinha, da uma rodadinha pra mim.

Fiz o que meu pai mandou, eu dei uma rodadinha e ele ficou maluco apertando o seu pau durasso por cima da roupa.

Pai= há que vontade de arrancar essas roupinhas e te comer agora mesmo.
Eu=vai então pai, mete esse pauzão gostoso no meu cuzinho.
Pai=hummm, vontade é o que não falta, mas você sabe que eu não posso.

Estávamos ali conversando com eles me elogiando quando escutamos o carro buzinar no portão, era o Luiz que veio com o Fernadinho, fomos atende-los, o Fernadinho eu conheço bem, somos melhores amigos na escola, já o seu pai, eu o conheço, mas bem pouco, ele nunca tinha vindo a minha casa, só vi ele na porta da escola buscando o Fernadinho as vezes, e ele nunca tinha falado comigo, ele me passava medo com seu jeito serio e cara de malvado, mas quando ele falou comigo eu me senti tranquilo, ele esbouçou um largo sorriso parecendo ser muito gentil e gente boa, o Fernadinho então nem se fala da felicidade dele, eles quando me viram ficaram muitos felizes e empolgados, chegavam a salivar de tesão vindo os dois me abraçar ao mesmo tempo.

Fernadinho=nossa pai, olha só como ele ficou um gatinho.
Luiz= gatinho não filho, é uma verdadeira gatinha.

Era só eu que estava meio feminizado ali, confesso que me senti um pouco constrangido, mas o Luiz e o Fernadinho me tratavam tão bem que eu adorava.

Pai= e ai Luiz, quer entrar e tomar um café?
Luiz= e eu sou homem de tomar café a essas horas Alberto? –disse ele rindo.
Pai= se preferir tem cerveja na geladeira.
Luiz=relaxa Alberto, vamos fazer assim, no próximo final de semana a gente marca alguma coisa.
Pai=fechado então, podem ir e cuidem bem da minha garotinha.
Fernadinho=garotinha?!!
Pai=sim Fernadinho, ele adora quando o chamam assim.
Então se despedimos e partimos rumo a casa do Luiz, pai do Fernandinho….continua

Há, e antes de acabar quero dizer que recebei alguns comentários contra o Rafael comer o Fernadinho, quero dizer que vai rolar sim, agora se ele vai gostar é uma historia para o próximo capitulo.

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4 Comentários

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  • Responder luiz ID:dlns5khrd

    Acho que rafael e Fernandinho sao passivos dos pais e do irmao, fernandinho podia da para o Renato tambem, , renato é macho os pais vao fazer uma suruba nos proximos contos

  • Responder José silva ID:8d5gaplv9d

    Cara bom conto espero o proximo

  • Responder Arthy9 ID:81rdoftiqi

    Estou ansioso pelo próximo conto mano.
    Bem que o pai dele podia punir o irmão mais velho metendo a pika nele kkkkk

    • putinho cwb ID:7xbywvk98i

      verdade ia ser muito bom o pai comer o mais velho, ainda mais que vai ficar sem oque se aliviar 🤤