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Um bom emprego

1182 palavras | 8 |4.54
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Meu nome é João, tenho hoje 30 anos e quero compartilhar com vocês uma experiência que vivi há até poucos anos atrás.
Meus pais se separaram quando eu tinha 17 anos. Fiquei morando com minha mãe e meu pai foi morar sozinho em uma cidade próxima. As coisas em casa começaram a ficar difíceis pois meu pai complementava a renda de minha mãe e por isso com sua saída algumas despesas tiveram que ser cortadas.
Eu ainda estava estudando da época e minha mãe não deixava eu trabalhar pois queria que eu estudasse bastante “para ser alguém na vida”.
No entanto aos 18 anos, após eu ter feito meu alistamento para o serviço militar, nossa situação financeira começou a ficar realmente ruim. Minha esperança era começar a servir logo ao exército para ganhar meu soldo e com isso ajudar a mãe a pagar as contas.
Servi por um ano e durante esse tempo ajudei em casa. Mas ao final desse período me vi sem condições de colaborar com o nosso sustento e então larguei a escola (para tristeza de minha mãe) e comecei a procurar emprego.
Eu não tinha nenhuma experiência em nada mas um amigo que conheci na unidade militar que servi um dia me enviou uma mensagem dizendo que sabia de uma vaga de cuidador de um menino.
– Como assim, Maxwell? Cuidador de menino? Tipo babá?
– Isso João. É um casal que se mudou para a casa da esquina aqui da rua e que anunciou hoje na rádio que precisa de um rapaz que goste de criança, tenha paciência e possa trabalhar aos sábados e domingos.
– Ah, mas isso é trabalho de mulher cara! – falei com desprezo.
– Larga disso irmão. Nos EUA e na europa inteira esse trabalho é exercido tanto por homens quanto por mulheres.
– Ok. E quanto pagam tu não sabe?
– Eles não disseram. Mas é uma gente rica. Devem pagar bem.
– Me dá o endereço que vou ir lá. Cara, to numa pindaíba que não tenho grana pra nada. E o salário da mãe não está dando. Vou pegar logo de cara esse serviço. Cuidar de criança deve ser moleza.
II – A entrevista
Cheguei meia hora mais cedo na casa dos Medeiros. Eles eram um casal moderno, bonito e pareciam muito ricos.
O homem se chamava Alex, tinha 30 anos, loiro, alto, forte e sua mulher se chamava Sandra, também loira e magra, com uma voz linda.
Naquele dia me arrumei muito bem, com minha melhor roupa. Sou um cara comum, tenho corpo magro, meu cabelo é estilo militar (mania que peguei no exército), mas tenho três atributos de que me orgulho: meu corpo peludo, minhas coxas e bunda torneadas e meu pau muito grande e grosso (24 cm). As pessoas dizem que eu era lindo, ainda mais naquela época com 19 anos.
– Então você gosta de lidar com crianças. – perguntou Alex
– Sim, e elas gostam de mim também. Sou meio crianção.
– Você já cuidou de alguma crianças antes? – indagou Sandra, olhando fixamente para o volume da minha calça.
– Não, na verdade esse é meu primeiro emprego… ou melhor, será caso vocês me contratem, claro.
– Pelo seu currículo e a nossa conversa aqui, por mim está contratado. E você Sandra?
– Por mim também. Gostei muito de você João.
– Puxa, obrigado. Também gostei de vocês. Mas, desculpe, apenas para saber, quanto seria o salário? – perguntei porque eles não falavam nunca e eu estava já nervoso.
– Ah, claro, o salário. – disse Alex – Nós sempre esquecemos disso né amor!? Olha João, não é muito o que podemos pagar pra você mas com o tempo podemos melhorar. Nossa proposta é de R$ 6.000,00 mais benefícios. Está bom pra você?
Eu não preciso dizer que fiquei quase paralisado com essa cifra! Nunca eu havia ganhado nada sequer parecido com isso. Para mim era uma fortuna!
– Sim, Alex, está ótimo.
– Boa, então você me passa sua carteira de trabalho, todos os seus dados pessoais e já pode começar depois de amanhã, na segunda-feira. Não precisa vir muito cedo pois o Rafael dorme até as 9 horas. Você chegando as 8h está ótimo.
– Certo! E o que na verdade vou precisar fazer?
– Então – disse Sandra se levantando do sofá – porque não vem comigo que eu te mostro.
Segui a dona da casa que me mostrou tudo, todas as dependências, do jardim à garagem.
– Amor, chama o Rafael para conhecer o João. – gritou Sandra para Alex.
De repente ouvi uns passinhos apressados correndo no andar de cima da casa e de repente vejo na minha frente um menino, loirinho e sorridente, magrinho, com um olhar brilhante, de pijama de Mickey.
– Rafael, esse é o João seu companheiro que vai cuidar de você enquanto estivermos trabalhando. Seja educado e cumprimente ele filho.
E o menino estendeu a mãozinha fazendo uma carinha malandra.
– Muito prazer João, eu sou o Rafael e tenho 8 anos mas faço 9 mês que vem… né mãe?
– Puxa Rafael, o prazer é todo meu. Tenho 19 anos e faço niver só no ano que vem. – e vi que o menino abriu um sorriso de alegria.
– Vem João, vamos brincar la no meu quarto, vem. – disse ele pegando da minha mão.
– Rafinha, o João tem que ir agora mas ele volta na segunda-feira – disse Alex interrompendo o menino.
Naquele momento senti que o menino segurava a minha mão de um jeito estranho. Parecia que ele queria sentir meus dedos pois passa a mãozinha por toda a extensão da minha mão e pulso. Mas foi quando ele soltou que vi uma coisa ainda mais estranha: o garotinho, exatamente como a mãe dele, ficou olhando fixo para o volume do meu pau que marcava a calça.
– Ah pai. – disse a criança em tom choroso.
– Segunda ele volta pra ficar pra sempre com a gente tá filhão!
– Tá pai! Mas ele vai dormir aqui? Ele pode dormir comigo no meu quarto né, mãe.
– Filho, o João nem começou a trabalhar. Vamos com calma.
E assim os Medeiros se despediram de mim e voltei pra casa.
Naquela noite não consegui dormir. Estava perturbado com o que havia acontecido. Pensei em contar para o Max mas achei melhor ficar calado. Me senti confuso, uma mistura de ansiedade e excitação e por isso resolvi esperar.
Os dias passaram rápido, recusei convite de amigos para ir na balada no sábado, o domingo voou e segunda-feira, 8hs lá estava eu em frente à porta do meu primeiro emprego.
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*continua

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8 Comentários

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  • Responder Messin ID:w735kv9a

    Continua ta muito bom faz o menino ser daqueles bem tarados

  • Responder luiz ID:dlns5khrd

    Que delicia seu conto, o menininho vai experimentar 24 cm e vai aguentar na boa minha primeira experiencia com adulto foi assim eu tinha 11 anos o homem 24 cm tres dias depois eu estava correndo atras querendo mais

  • Responder @curiososgl ID:enmt273d1

    Mano, continue essa história pfvr

  • Responder Pacupeva ID:w72k74v3

    Fiquei na curiosidade. 😂

  • Responder @Kjarttan (Tele) ID:1v7f549d

    Seria mais envolvente se os contos nao fossem tão curtos

    • luiz ID:dlns5khrd

      concordo plenamente com vc acho que os contos estao uito pequenos outros muito grande tem que ter a medida certa bem como demram muito para postarem a continuidade as vezes agente fica sem entender a continuação

  • Responder Sandro ID:81rituik0c

    Continua cara.

  • Responder Henrique.04 ID:g3iqrij8j

    Continuaaa