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Tio do Pauzão

2467 palavras | 8 |4.57
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Eu tinha 10 anos e estava passando as férias na casa da minha vó, minha família tinha ficado em casa porque estava terminando a construção.

Meu nome é Marcos, hoje tenho 17 anos e sou “hétero”. Quando essa história ocorreu, eu tinha 10 anos, meus pais estavam terminando a construção da casa e eu estava em uma cidade do interior na casa da minha vó. Eu nunca tinha praticado nada tão a fundo, mas já sabia mais ou menos como funcionava as coisas, porque eu tinha um primo de 13 anos que já tinha tentado me colocar pra mamar ele, porém só tinha batido algumas pra ele, eu percebi que gostava porque ficava com o pauzinho duro e achava bonito o pau dele, que era maior que o meu, pela diferença de idade e era também maior que a média pra idade dele.

O que vou contar não contei à ninguém até agora. Tudo começou na sala da casa da minha vó, ela tava assistindo novela do SBT, já pela noite, e meu tio cachaceiro, genro da minha vó, é o marido da filha mais velha da minha avó (minha tia estava viajando). Tava sentado no sofá, que ficava de costas pra minha vó, a mesma ficava em uma rede na sala concentrada na novela, e de vez em quando olhava pra trás, pra conversar com ele sobre a novela.

Eu cheguei na sala e fiquei sentado em outro sofá que ficava de lado na sala (a sala não é pequena), do lado da rede e na frente do outro sofá que estava o meu tio. Lembro bem que sentei de lado, de modo que empinei minha bundinha redonda de lado rumo ao meu Tio (só pra constar, o nome do meu tio é Antônio), eu não era gordo, mas era fofo, tinha bastante carne no corpo. Quando sentei dessa forma, simplesmente sentei, não pensei nenhuma maldade, até porque não tinha tanto entendimento dessas coisas.

Quando eu olhei pro meu Tio percebi que ele ficava me observando, olhando diretamente pra minha bunda. Comecei imaginar coisas, e meu pauzinho começou acordar. Olhei pra ele de novo e vi o pau já meia bomba no short tactel dele. Eu tentava olhar “discretamente” pra ele, pra que os dois que estavam na sala não percebessem, mas era burro pela idade, e com certeza ele percebia. E isso fez com que ele ficasse mais excitado e começar passar a mão no membro marcado.

Tentei ficar de outras posições favoráveis pra ele ver minha bundinha e eu ver o pauzão dele, então deitei de bruços no chão da sala, de modo que a visão da minha bunda ficasse de frente pra ele, de uma forma que ele podia olhar o tempo todo, pena que eu não via o pau dele, porque fiquei virado na posição oposta. Mas por eu ter bastante medo de ser visto fazendo essas coisas pela minha vó e ela contar aos meus pais, nesse dia ficou só por isso mesmo.

Esse acontecimento se repetiu por 3 dias, mas no terceiro dia eu fui mais ousado, vesti um daqueles shorts de futebol e fiquei sem cueca, e sentei no mesmo sofá, ao lado do Tio Antônio. Ele ficou na dele, talvez esperando alguma coisa, e eu também com timidez demorei um pouco. Esperei minha vó ficar hipnotizada nas novelas dela, e já fui empinando a bunda, mas como tava no lado dele, ele não olhava muito.

Como estávamos atrás da minha vó, eu deitei no espaço que eu tinha no sofá pra ficar mais perto. Dessa forma, fiquei numa posição com os joelhos em “V”, virado pra cima e depois deixei as pernas bem abertas, o que fez com que meu short grudasse no meu saquinho e marcasse ele e um pouco da minha entrada, isso bem embaixo do olhar dele. Depois de uns momentos vi ele já massageando o pau dele, fazendo assim eu começar me excitar. E foi o que aconteceu, depois de 1 minuto eu já estava duro, e com certeza marcou no short.

Ficamos assim uns momentos pra não fazer barulho, até que ele foi aproximando a mão dele que se encostou em mim. Nisso ele pegou meu pequeno pé e colocou em cima do mastro dele. Estava quente, e eu me arrepiei no momento, talvez pela adrenalina. Ao sentir o pênis dele no meu pé, eu percebi que estava maior do que eu tinha visto antes. E lá estava eu, uma criança de 10 anos, sentindo no meu pézinho o pau grosso de 20 cm de um homem de 49 anos.

Eu fiquei mexendo meu pé, pressionando o pau dele, até que para minha surpresa ele tira de supetão. Eu me assustei na hora, olhei pra minha vó e ela tava normal, fiquei sem entender até que ele fala: — Viiixe, eu esqueci de pegar a roupa do varal lá em casa e ela tá pegando sereno, pior que eu machuquei minha mão quando tava pescando e nem vou conseguir pegar. — Nesse momento eu me ajeitei no sofá porque minha vó olhou pra trás.

Minha vó diz: — Eita, se deixar lá a roupa vai ficar fedendo.
Meu Tio: — Minha sogra, o Marquim pode me ajudar lá, a pegar e a dobrar? Minha mão machucou e nem vou conseguir.

Hoje me pergunto como que minha vó acreditou nisso, mas ela deixou, infelizmente…

Fui atrás dele, já imaginando o que aconteceria depois de pegar as roupas. Chegando lá não tinha nenhuma roupa. Ele ainda sem falar nada trancou a porta da frente, e fechou umas janelas, o que deixou um breu na casa toda, esperei ele acender as luzes, mas ele não acendeu. Nisso o meu coração já tava acelerando.
Ele disse: Ei, Marquim, vem cá com o Titio.

Eu segui ele no escuro da casa, ele foi até o quarto dele, lá dentro fedia fumo e alcool. Meu olhos começaram a se adaptar ao escuro, ele foi do lado da cama e mandou eu sentar. Eu fui e sentei onde ele mandou. Ele desabotoou o short e desceu ele, ficou de cueca com a rola na minha frente. Eu entendi e passei a mão na Rola, e fiquei bastante excitado. Abaixei a cueca e a Grande Rola saltou pra fora, logo senti cheiro de mijo e um pouco de pré gozo. Comecei fazer igual fazia no meu primo, mas o movimento de vai e vem era mais longo, e tive que fazer com as duas mãos, pelo tamanho da Rola.

Ele disse: — Mama o Titio, mama. — eu não fiz o que ele mandou e ele logo disse — Chupa essa rola, vai!

Disse a última frase já pegando na minha cabeça e puxando pra si, com isso eu abri minha boquinha e tentei abocanhar aquele Pau, mas tive que abrir mais do que pensei, assim sendo, minha boca foi preenchida pela Cabeçona do Pau, senti de imediato um gosto salgado, e senti ânsia. Fiz som de que ia vomitar, e tirei da boca. Após isso…

Tio — Limpa a Rola do Titio, vai Marquim, você gosta do Tio, né??
Eu — Dá nojo, Tio, quero mais não.

Eu me levantei pra ir embora, ele segurou meu braço e disse:
Tio — Vem cá, você vai gostar, é porque começou agora, é assim que faz ô.

Ele ficou de joelho e abaixou meu short e abocanhou meu Pintinho que já estava mole, mas nesse momento senti uma sensação indescritível, bem satisfatória. Ele colocava todo o meu Pinto na boca dele e nem engasgava por não ser grande, eu me arrepiava e sentia a barba rala mal feita encostar em mim, como não tinha nenhum pentelho, eu era lisinho e bem sensível naquela região. Sentir ele me sugando me deixou todo arrepiado, e fez com que eu sentisse um pouco de vontade de mijar, então comecei respirar alto e gemer baixinho quase sem som, aí ele parou. Até então ele estava sendo carinhoso e gentil.

Tio — Viu como é bom? — Confirmei com “unhrum”.
Tio — Vem mamar o Titio agora.

Ele ficou em pé na minha frente de novo, e tirou a cueca totalmente e a camisa também, depois mandou eu tirar a minha. Feito isso, ele ficou parado em silêncio na minha frente com o Pau duro apenas esperando, entendi e comecei punheta-lo. Ele enfiou os dedos nos meu cabelos e pressionou minha cabeça como antes, então comecei chupa-lo assim como ele fez em mim, indo e voltando. Algumas vezes ele dizia “Não usa os dentes”, aí eu abria mais a boca. Fiquei no meu ritmo por 2 minutos e Tio ficou ofegante, e começou controlar a minha cabeça com as duas mãos, aumentando o ritmo, e a profundidade que ia sua Rola na minha Boca, até que encostou na minha guéla, e senti ânsia por ter tocado na minha garganta, e fiz força na barriga dele com minha mão, tentando sair daquilo, mas quando fiz isso, ele forçou mais pra dentro ainda, fazendo garganta profunda e segurou por 5 segundos.

Depois desses 5 segundos ele não gozou, continuou naquele ritmo pra mais. Após os 5 segundos e fiz mais força na barriga dele que tinha alguns pelos finos. Só que foi em vão, isso deu mais fogo à ele, e ele falou: — Tu não queria Rola, agora toma viadinho — E piorou, os 5 segundos de antes agora era só aquilo, ele enfiava até dentro da garganta e tirava, tocava meu rosto nos pentelhos dele, várias garganta profunda, fez isso por uns 3 minutos, me xingando de minha putinha, deposito de porra, boca gulosa. Minha garganta tava ardendo, e eu arrotava no pênis dele, até gofei. No fim da “mamada” ele segurou minha cabeça, e gozou na minha garganta, e me soltou, depois senti vários pelo na minha boca. Ele esperou eu tomar fôlego. E pro Pau dele levantar de novo.

Eu comecei chorar assustado, e pedi pra ele me deixar ir. E do nada ele ficou carinhoso de novo. Ele começou me beijar e língua, me abraçou apertado, pressionando-me contra o corpo e o pênis dele, foi nesse momento que percebi o formato do corpo dele, como estava escuro não enxergava bem, mas senti que ele não era gordo mas pela idade já tinha a pele um pouco flácida, não feio, e senti algumas elevações, quando passei a mão empurrando ele, hoje eu sei que eram os gomos da barriga tanquinho de trabalho pesado, quase não perceptível por haver um pouco de gordura também.

Ele me deitou de bruços e tentei sair, e fez força e me machucou ao me apertar, eu comecei gritar. Ele então gritou me mandando calar a boca, para minha infelicidade, eu gritei de novo, ele deu um tapão na minha bunda que me fez uivar baixo. Então eu parei, e ele folgou o aperto e me soltou. Foi até o guarda-roupas e pegou algo. Quando ele voltou, deitou em cima de mim, segurou minha cabeça e amarou um pano na minha boca bem forte, tentei me desvencilhar, mas foi em vão. Depois ele pegou uma corda, e com toda sua força amarrou meus pés com minhas mãos, me deixando de frango assado.

A casa dele ficava na rua atrás da casa da minha vó, e ele não tinha vizinhos do lado da casa, o mais próximo ficava do outro lado da rua, e casa dele era recuada. Dentro do quarto dele só saia lágrimas do meus olhos, lembro como se fosse ontem que eu desejei que minha vó fosse lá, mas não apareceu ninguém.

Depois que me amarrou de bruços, fiquei totalmente imóvel, nem consegui me debater. Ele cuspiu no meu ânus, e senti ele forçando um dedo, mesmo depois de tudo, aquela sensação não era tão ruim, talvez pelo estimulo da próstata. Ficou tirando e colocando o dedo, até que fiquei de pau duro.

Tio — Hmm a putinha tá gostando, pois então vou meter um mais grosso.

Ele ficou de joelho na cama, e passou mais cuspe no meu Ânus, e ficou passando aquela Cabeçona do Pênis dele, ficou nisso por 30 segundos, até que sinto uma dor indescritível, ele com dificuldade penetrou meu Cu, tirou meu cabacinho. Eu tento gritar, mas meus gritos são abafados pelo pano na minha boca.

Tio — Que Cuzinho gostoso, Karalhoooo, ÔÔhhnnn — Gemeu ele.

Ele enfiou tudo, até o talo, eu senti o saco esticado dele encostar em mim, ficou naquela posição sem se mover por 2 minutos, pra se acostumar ao meu cu, e meu cu ao Pau dele. Depois começou a se mover. Tirava quase todo, me sentia como se estivesse me aliviando e me esvaziando, dava alívio, mas ele deixava a cabeça e metia tudo de novo até o fundo, ele ficou devagar até certo ponto.

Enfim começou o Estupro, ele aumento a velocidade, ia fundo e saía rápido. Todo o quarto escutava o som o encaixe de sua virilha na minha bunda, com esse vai e vem, e senti muita vontade de fazer cocô, que ia aumentando, eu soltava peidos em sua Rola, e ele gemia mais alto e aumentava a intensidade das estocadas. Comecei sentir sair cocô, e caguei na Piroca dele.

Tio — Caga no Pauzão do Tiooo, ooÔhnnn, Ooôhn, puta, puta gostosaa.

Metia e me xingava de todo nome.

Tio — Titio vai gozar!!! aAAahmm!!

Enfiou bem fundo e segurou, com aquela posição em que eu me encontrava e o impulso da estocada, senti o Pau na minha barriga. Nesse momento só escutei:

Pessoa — Que diabo é isso, Antônio!??

Era uma voz masculina, ele deve ter escutado e entrou as escondidas na casa, aparentemente as portas dos fundos estava aberta. Meu Tio assustado, saiu de supetão de dentro de mim, o que me aliviou muito. Eu comecei pedir ajuda à pessoa, mas não era entendível por causa do pano na minha boca.

Pessoa — Que fedor de bosta é essa, cê tá estuprando a criança, tu vai ser preso doido!
Tio — QUE SUSTO Cláudio. PORRA, KARALHO, vai assustar outro, mané. — Falou o Tio sério.
Cláudio — Eu que digo Porra, qualquer um podia entrar aqui. Sorte sua que eu também amo crianças

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8 Comentários

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  • Responder Mauricio ID:1bfen1pzfi9

    Muito gostoso 🗿🍷

  • Responder Anônimoinfan ID:on93s5qhra

    Eai galera, eu fiz a parte 2 desse relato, vejam lá! Espero que gostem!

  • Responder Bob ID:xlorigqm

    👏👏👏👏👏

  • Responder GeraldoGostoso ID:2ql0f4mxz

    Uma vez aconteceu quase igual comigo, só que foram dois primos bem mais velhos e um tio meu. Só que eles me doparam, e me amarraram na cama, cada braço e perna nos quatro canto da cama. Eu acordei eles estavam me fudendo. Tava todo mundo pra fazenda dos maus avós. A gente tinha ficado pra ir 2 dias depois, pois não coube no carro. Eu dei de novo pra eles, mas com consentimento. Tinha 12 anos na época.

    • Eduardo ID:1daibi5qri

      Quantos anos vc tem agora?

  • Responder Novinho 14y - Taubaté ID:5h60l9s8

    Delícia de conto!!

    • Tio safado ID:8eez5vpxi9

      Tô aqui novinho

    • 😈 ID:gsv46s4qm

      😏😏😏