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Seu antônio: porteiro macho que iniciou-me na vida gay de passivo, 16ª parte

1385 palavras | 1 |3.92
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Seu Antônio soca fundo e forte no meu cu, ao saber que minha mãe e minha tia ouviam os meus sussurros e gritos atrás da porta do meu quarto.

Vamos a continuação da série de contos com relatos das minhas primeiras experiencias homossexuais, tendo como meu primeiro homem o seu Antônio, (porteiro do prédio que meus familiares locaval na Região dos Lagos nos carnavais na década 90) de mais de 1.90 de altura, masculo, viril, experiente, quarentão, bem dotado, com aproximadamente 22cm de pica, grossa, com uma chapeleta descomunal que me fez sofre e gozar de dor e prazer em 1994, com mais um resumão.

Que se-tornou de conhecimento de minha mãe e confidente; minha tia, “para minha surpresa tornou-se minha apoiadora” e do safado do meu tio que penetrou o cu em troca de não revelar ao falso moralista do meu pai, (que após tomar conhecimento por minha mãe, “após a esposa do seu Antônio nos flaga saindo do elevador pela manhã após ter dado o meu cu ao seu Antônio, (seu mardo) na cobertura do empresário alemão Flitz que deixou as chaves de sua cobertura ao viajar para o seu país de presente de lua de mel.

Com eu fui fragado fantasiado após fuder a noite toda e vestido de “noivinha travessa”, com uma fio dental enterrada na bunda, uma sainha de menos de um palmo que deixava a mostra minhas nadegas cheia vermelhoões de tapas e apertões, um topzinho ocultando os biquinhos dos meu peitinhos cheio de marcas de mordidas, veu preso em um seme arco sobre os meus cabelos encaracolados e cheinho”.

Que meu pai a pedido da minha mãe, foi ao meu quarto para nossa conversa sobre a minha decissão de torna-me passivo para machos, me colocando sentado em seu colo, passando a roçar sua pica em minha bunda, terminando por também penetrar minhas entranhas, sem tomar conhecimento, que o homem que havia me-inciado e tirado as minhas pregas, éra o seu amigo, cumpadre, o porteiro do prédio, seu Antônio.

Como a dona Ana esposa do seu Antônio, mediante tudo isso, ressolveu passar uma temporada na cidade natal em Campos dos Goytacazes para por a cabeça no lugar e para seu Antônio decidir o que ele queria para sua vida; pedindo a minha mãe para não deixasse de dar uma olhadinha no Tonho (era como ela o chamava o seu Antônio) e para mante-la informada.

Minha mãe ressolveu, convida-lo para o jantar na quela mesma noite, sabendo que sua presença em nossa residência era normal e meu pai acharia natural, (porém o que ela desejava, era saber das intensões do seu Antônio com relação a mim) após o meu pai, meu tio e seu Antônio beberem algumas bebedas, e jogarem umas partidas de carteados; em quanto minha mãe e tia e tom de ironia perguntava como eu com os meus 1.60 de altura, com uma pequena bundinha enpinadinha e rolisa suportava a pica do Tonho, (porque dona Ana, uma mulata com uma bunda de passista de escola de samba com 110cm, já havia confidênciado que devido a grossura e tamanho evitava de dá o cu para ele, e quando dava, ficava dias com as entranhas cheia de pomada de uso interna.

Me fazendo relatar, que na primeira vez ele quase rasgou-me ao meio, deixando com o cu em brasa. Mas, agora eu cavalgava sua pica com maestria, subindo e desendo com tudo enterrado dentro de mim, nos levando a a gargalhar.

Após com a cara cheia de bebidas, meu tio e minha tia e meu pai se despediram do seu Antônio e minha mães iníciou uma sabatina ao seu Antônio, após ter certeza que ele mantinha um sentimento por mim, como durante o jantar ele havia ceitado pernoitar em nossa casa, minha mãe foi para o quarto para dar um retoque na arrumação, colocando um colchonete, lençois e traveseiro no chão e mais um travisseiro na minha cama, (em quanto eu e Tonho trocavamos carícias na sala).

Minha mãe ao retornar a sala, se despediu de mim e do Tonho, Tonho me pegou no colo me conduzindo ao meu quarto, me pós sobre a cama, passando a tirar meu micro short sensual coladinho de elastano, meu fio dental, que ficava completamente enterrado em minha bunda em quanto eu sugava sua língua e empunhava sua pica que pulsava em minha mão.

Passando a tirar seu uniforme de porteiro que ixalava um cheiro de suor de macho que me embriagava, fazendo aumentando meu tezão. Fazendo surgir em sua pica na cavidade da chapeleta e corpo da pica, um circulo com uma pequena quantidade sebo que eu passei a limpar com a boca sentido pela primeira vez aquele gosto que fez meu cu pisca de desejos; passando como de habito, esfregar meu rosto em seus pentelhos , beijando seu saco, chupando um bago por vez.

Ele como de custume, segurou nos meus cabelos, puchando minha boca e encontro ao seu carralho, me fazendo engasgar com sua chapeleta ao tocar o fundo da minha garganta; eu com os olhos vidrado meu rosto a tudo suportava ao ver as suas afeições de prazer e alegria ao ver os meus olhos lagrimejar enchendo sua pica de saliva e lagrima.

Ele deitou na cama, puchando meu corpo sobre o seu, passando a dá tapas, apertões e abrindo e fechado minha bunda, me fazendo sussurar em seus ouvindo: ai, ai, Tonho meu macho! isso maltrata essa bunda que foi feita lhe dar prazer meu gostos! Ele enterrou o dedo maior de sua mão, dando giros com ele todo dentro das minhas entranhas; e eu continuava a sussurar: aaai, meu cu! iiiiso abri meu cu meu macho! Vem, vem enterra essa pica meu amor!

Girando meu corpo sobre o seu, ficando com a bunda colada em seu carralho, envolvento seus braços fortes e musculosos em volta do meu tórax. Ele com a sua experiência de décadas de relação sexual em sua vida mundana, ficou por cima do meu corpo, apontou a chapeleta de sua pica na entrada do meu cu, me fazendo fazer força como seu fosse defecar, arreganhado, recebendo com uma estoca forte toda a chapeleta de sua pica em minha entranhas, dando um grito: AI!

Fazendo com que minha mãe, com o pouco tempo após o meu grito, eu ouvi ela em tom baixo junto a porta, (me fazendo crer que só podia está nos ouvindo a trás da porta, disse: filho relaxa! morte o travesseiro se não o seu pai e seu tio vam acordar) prosseguindo: seu Antônio, passa o lubrificante que está na gaveta que eu coloquei no criado mudo.

Minha tia completou: seu Antônio deixa Ivinho acostumar com o tamanho e a grossura!

Fazendo com que Tonho sorrindo murmura-se em meu ouvido: elas estão nos ouvindo atrás da porta, meu amor?

Seguindo os sussurros abaixos:

Eu: mãe e tia vam para os seus quartos!

Mamãe: seu Antônio passa lubrificante, por favor seu Antônio ou você arrombar meu filho!

Eu: não Tonho quero sofre nesta rola meu homem, soca forte e fundo quero que você tire sangue do meu cu, passando a empinar e arreganhar a bunda e passando a morde sua pica com o cu!

Minha tia: não pede isso não sobrinho, ele vai dilacerar seu cu, Ana falou que ele é um cavalo!

Foi ai Tonho passou como um animal à socar com toda a força e velocidade as estocadas de sua pica no meu cu; me fazendo gemer e gritar: ai! AI! ai! AI! assim! ASSIM!, meu homem! MEU HOMEM! Até que mais uma vez ele encheu meu cu de porra minha bunda, passando a reinar um silêncio no corredor em frente a porta e no nosso quarto.

Alguns momentos depois minha mãe, sussurrou: tudo bem filho?

Eu todo ardido respondi: tudo maravilhoso mãe, estou muito feliz podem ir para os seus quartos!

Minha mãe boa filho, boa noite meu genro!

Eu: boa noite mãe!

Tonho: boa noite sogra!

Dormi sobre o corpo do meu macho!

Continua.

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1 comentário

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  • Responder Escritor mistério ID:5vaq00tfi9

    Toma cuidado… Qualquer dia a sua mãe e a sua tia andam a cantar a canção do ai ai ai com o seu homem… LOL