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Sentimento Fomentado (Parte 3)

977 palavras | 3 |5.00
Por

A última parte da saga sentimento fomentado.

Eu já bombava Marcela com força de quatro, o barulho do choque de nossos corpos preenchia o ambiente entrecortados pelos gemidos daquela mulher maravilhosa que estava completamente entregue a mim. Arrisquei alguns tapas naquela bundinha branca que enrubesceu instantaneamente enquanto Marcela agarrava os lençóis e empinava cada vez mais a bunda. Diminui o ritmo das estocadas e pedi para que ela rebolasse na minha vara. Marcela levantou o tronco ficando quase sentada no meu colo e começou a rebolar de forma meio desajeitada.
-Eu não sei rebolar – ela disse num sorriso meio constrangido.
-Não tem problema. – respondi
Agarrei seu quadril e guiei-a na movimentação enquanto gemia no seu ouvido. Marcela começou a pegar o jeito e seu corpo começou a arrepiar, quando percebi que não precisava mais guiar seu quadril, desci minha mão até seu clitóris e comecei a estimulá-lo. Marcela esboçou um sorriso safado e me perguntou
-Quer comer meu cuzinho agora?
-Quero que você me chupe primeiro. Quero que sinta nosso sabor misturado – respondi.
Marcela levantou, me pediu para deitar na cama e começou a me chupar de quatro me olhando nos olhos. Era uma cena indescritível, eu poderia reviver aquele momento todos os dias pelo resto de minha vida, Marcela me olhava com desejo, paixão e cumplicidade. Seu olhar dizia tudo, Marcela estava disposta a qualquer coisa para me dar prazer, uma cumplicidade nunca antes vivenciada por mim, era um olhar penetrante, Marcela enxergava minha alma, olhava dentro de mim e sabia que eu faria de tudo com ela e para o prazer dela. Estávamos conectados naquele momento pela paixão e cumplicidade. Puxei Marcela para cima de mim e iniciamos um delicioso 69, eu sugava seu clitóris e com sua lubrificação estimulava seu cuzinho que estava completamente relaxado ao meu toque. Comecei fazendo massagens com o polegar no seu anelzinho e aos poucos fui introduzindo o indicador. Sempre com muita paciência e lubrificação para que aquela experiência fosse o menos dolorosa possível. Minha boca já doía de tanto sugar aquele clitóris, mas eu continuava focado em proporcionar o máximo de prazer para aquela ruiva deliciosa. Pouco tempo depois eu já penetrava meu polegar em seu ânus e Marcela rebolava deliciosamente em minha boca. Marcela anunciou que gozaria novamente e deixei-a rebolar a vontade em minha cara. Esperei por alguns segundos até que Marcela se recompusesse de seu orgasmo.
-Como você vai querer me comer? – perguntou Marcela
-De bruços – respondi.
Coloquei um travesseiro de baixo de sua barriga para que sua bunda ficasse empinada e pedi para que ela abrisse suas nádegas com ambas as mãos. Caí de boca por alguns minutos em seu cuzinho aproveitando para lubrificar um pouco mais e relaxar seu corpo ainda mais (apesar de Marcela expressar uma enorme confiança em mim e estar a todo momento com seu corpo completamente relaxado), penetrei sua vulva mais algumas vezes e apontei a vara na entrada de seu cuzinho, pressionei até que a glande começasse a entrar e guiei com o indicador para que minha vara entrasse devagar e constante. A sensação daquela rabinho me acolhendo era alucinante, eu controlava meus movimentos para que não machucasse Marcela, mas minha vontade era bombar com força aquele rabo maravilhoso. Seu cuzinho apertado abraçava meu pau com carinho e Marcela vez ou outra soltava um gemido tímido em meio a penetração. Parei de penetrar quando a metade da minha vara estava atolada em seu ânus, Marcela me perguntou se eu tinha entrado todo e eu disse que só tinha ido a metade e que estava com medo de machucá-la.
-Pode continuar enfiando, se me machucar eu aviso e você alivia- ela respondeu.
Consenti e continuei a penetração. Em pouco tempo eu estava inteiro dentro do rabo de Marcela, que ao sentir meu quadril forçando suas mãos, soltou as nádegas que me aninharam naquele cuzinho maravilhoso. Não contive um gemido rouco que fez com que Marcela estremecesse.
-Agora estou todo dentro, Marcela. -anunciei
-Eu tô sentindo, tá uma delícia. Posso te pedir uma coisa? – ela me perguntou.
-Claro que sim – respondi.
– Me chama de amor e goza dentro do meu cuzinho.
Aquilo me soou quase como uma ordem.
-Tá bom, amor- respondi.
Comecei a me movimentar dentro dela bem devagar. Tirava meu pau até a metade e voltava a penetrá-la. Marcela voltou a estimular seu clitóris e aos poucos fui aumentando o ritmo das estocadas. Em pouco tempo e com bastante paciência eu já estava fodendo seu cuzinho em ritmo forte e Marcela gemia alto. Tirei o pau completamente de seu cuzinho para olhar o estrago e seu ânus havia dilatado completamente. Parecia um botão de rosa que acabara de desabrochar, a visão era hipnotizante.
-Amor, seu cuzinho está completamente aberto, parece uma flor – sussurrei no ouvido dela.
Ela concordou em meio aos gemidos e eu intensifiquei as estocadas, nossos corpos já faziam barulho com o choque e eu estava próximo do gozo. Anunciei em seu ouvido que iria gozar o que foi prontamente respondido com uma arrebitada de rabo em consentimento para que eu gozasse dentro de seu reto. Estoquei umas 4 vezes com força e explodi em gozo dentro de Marcela. Seu cuzinho piscava em meio a dilatação da minha vara e eu gemia ao seu ouvido em puro êxtase. Ficamos assim por alguns minutos até que eu saí de dentro de Marcela revelando o estrago causado. Seu cuzinho estava dilatado e escorrendo um pouco de sêmen. Marcela virou de lado me olhando apaixonadamente e nos beijamos.
-Vamos tomar um banho juntos? – ela me convidou
-Vamos. – respondi.
Fim

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3 Comentários

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  • Responder Shourii Mitchosso ID:3q9adjem2

    A Saga do Sentimento Fomentado em 3 atos.
    Delicado, alegre, delicioso!
    Vai longe esse HeitorEleMesmo!

    • HeitorEleMesmo ID:gqb0jcoia

      Obrigado pelo feedback.