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O Viadinho No Interior Flagrado Chorando Na Rola

4040 palavras | 6 |4.72
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Depois daquele susto com a empregada, Allan e eu tomamos mais cuidado. Geralmente era só uma punheta e uma mamada que eu conseguia fazer nele quando tinha alguém em casa. Foda mesmo só quando estávamos sozinhos, o que era um pouco difícil de acontecer.
Nesse período, começou a também os trabalhos em grupos. Principalmente pra oitava série, a de Allan. Logo, acontecia de eu ficar a tarde sem a companhia dele. Ele também começou a ficar mais íntimo de suas amizades e às vezes saia só pra dar um rolê. Eu ainda não saía, sempre fui mais de ficar em casa mesmo. Mas não me incomodava.
Certo dia em que ele saiu, ficamos só eu, Alfonso e a empregada em casa. Ele ficava mais no notebook em seu quarto, ela fazendo as coisas de casa. Era tardezinha já. Eu tava na sala assistindo e a empregada falou que tinha acabado tudo o que tinha que fazer e iria mais cedo pra fazer alguma coisa na rua. Pediu pra eu dar o recado e saiu. Um tempo depois, Alfonso apareceu e foi na cozinha pegar algo para comer e voltou e ficou assistindo TV comigo por um tempo, às vezes comentando algo. Falei que a empregada precisou sair, mas tinha feito tudo e ele disse que de tudo bem. Ainda estávamos naqueles dias frios. Eu tava de short, mas de capote, e ele de bermuda e capote também. “Vou tomar um banho quente já já.” Comentou ele um tempo depois. “Aproveita que quando ele chegar já era.”, disse e ri. “É mesmo né? Vou passar umas duas horas na água quente… é uma delícia né?. “Deve ser.”, falei. Nunca tinha usado. Eu tinha meio que um receio de entrar em um banheiro que tinha dona específica. Ela tinha cara de braba e realmente era um pouco rígida. Então eu evitava ultrapassar limites que pudessem me render um sermão dela. “Você nunca tomou banho na banheira não?”, ele ficou surpreso, “Se quiser ir vai lá rapidinho.”. “Eu tenho medo da sua mãe hahaha! Vai que eu quebre alguma coisa lá.”, “Bobagem. O ruim mesmo é só que gasta muita água… mas a gente pode dividir. Se você quiser. Tá bom?” Naquele convite eu pirei. Tomar outro banho com aquele homenzão… Certo que ele não era musculoso, mas era bem maior que eu e já me dava arrepios de saber que íamos tomar banho de novo. Eu balancei a cabeça confirmando e ele se levantou dizendo “Bora. Vou colocar logo a banheira pra encher.”.
Subi atrás dele já tentando conter a ereção. Chegamos no banheiro e ele ligou a torneira de água quente e deixou lá a água caindo. Enquanto conversava comigo assuntos aleatórios, começou a tirar a roupa e ficou só de cueca. Era uma cueca branca boxe. Sua mala era pesada e volumosa, dava pra ver o contorno da cabeça do pau e a marca de cada bola do seu saco. quando encheu eu comecei a tirar a roupa rápido e entrei na banheira antes dele ver meu pau. Ele tirou a cueca e entrou em seguida.
“E aí? É legal né?” ele perguntou sorrindo. “É sim!” Respondi com um sorriso maior ainda. Pela água eu conseguia ver o pau dele. Olhava disfarçadamente, claro, mas acho que não adiantava muito. Eu tava de frente pra ele. Suas pernas estavam esticadas e encostavam nas minhas, que estavam dobradas. Tentava evitar tocar nele. Mas ele disse relaxa aí e eu abaixei minhas pernas também, deixando em cima das dele. Ele fechou os olhos e encostou sua cabeça na beira da banheira.
Chegava a sair vapor da água, mas era um quente suportável muito gostoso. Imitei e fechei os olhos também. Tinha até esquecido que tinha um cara adulto pelado na minha frente, e que tinha um pau enorme. Aproveitei bastante a água quente.
Depois de longos minutos, eu já quase dormindo, ouço ele falar “Vou tirar um pouco da água pra botar mais água quente”, abro o olho e o vejo tirando a tampa do ralo entre nossas pernas. “Tá curtindo né safado? Tava quase dormindo foi?”, “Pior que eu tava sim.”, rimos. “Vai ficar mal acostumado hein. Só não pode bater punheta aqui. O Allan eu sei que é punheteiro… sabe o que é isso né?” Fiquei sem graça e disse que sim. “E eu achando que você era um menino direito”, disse rindo. “Toma. Bora passar antes que a água esfrie de novo.”, Disse me entregando um sabonete. Comecei a passar no meu corpo e via de rabo de olho ele passando no dele. Principalmente quando ele começou a passar no pau. Seus braços mexiam na água, fazendo movimentos como se tivesse se punhetando. “O ruim é só que eu sempre fico de pau duro aqui!”, ele disse rindo. Eu olhei e vi que seu pau tava imenso dentro da água. Ri de nervoso, mesmo sem enxergar direito por causa do sabão espalhando na água. Só pude ver que ele pegava com as duas mãos e sobrava um tanto. “Mas relaxa que não vou bater com você aqui não. Tô guardando pra Soraia Hahaha”, Soraia era o nome da empregada, que eu ainda não tinha mencionado aqui. Eu ri e brinquei como não banho, disse que ela não queria homem feio. “Porra você tá um saco, hein Lucas! Mas eu sei como baixar teu facho!”, disse isso, se aproximou de mim e começou a me fazer cócegas. Eu tentei me defender das mãos deles, mas ele era mais forte que eu, suas mãos eram maiores que as minhas, e seus braços mais longos. Ele me puxa pra um pouco mais perto, mas minha bunda escorrega no fundo da banheira e vai em direção ao meio das pernas dele. Minhas pernas ficam envolta de sua cintura, e minha bunda no seu saco. O seu pau estava pra cima, entre nós. Ele não liga e continua me dando cócegas, rindo junto. Tentei me afastar, consegui colocar a perna pro lado da saída da banheira e fui me levantar, mas ele me puxou com tudo pra banheira de volta.
A primeira coisa que aconteceu foi que a cabeça de seu pau roçou bem rápido a entrada do meu cu, mas escorregou na direção do meu saco e ficou ereto entre ele e minha coxa. A segunda, foi que um volume grande de água caiu para fora da banheira e molhou o banheiro quase todo. Quando eu e ele percebemos ele só disse “Eita porra” e ficou uns momentos em silêncio. Eu achei que ele ia ficar chateado. Mas depois ele disse “Depois vou ter que limpar isso… Mas você vai me ajudar!” Disse e voltou a me dar cócegas comigo encima do seu colo. Eu implorei e ele parou, me segurando pela cintura. “Vai parar de me chamar de feio?”, “Vou! Mas me solta…”. Ele então me soltou. Engatinhei pra frente, sentindo seu pau sarrar minha coxa e depois o meu rego. Eu também tava de pau duro, apesar da tortura das cócegas. “Bora terminar logo pra dar tempo de limpar antes do pessoal chegar.”, falou. Tivemos que procurar os sabonetes, pois eles tinham caído na água. Logo fomos passar o xampu. Eu não tinha levado o meu então ele ia me emprestar o dele. Mas disse “Esse aqui é do bom. Não é pra gastar não.” Pegou minha mão e colocou só um pouco. “Esfrega e deixa alguns minutos.”. Esfreguei e aguardei. Ele me perguntou se eu queria a esponja e eu aceitei. Passei ela pelo corpo. Mas a todo momento eu olhava pra água, na direção de seu pau. Ele percebeu e perguntou “Tá olhando o quê?”,Nada.Aí”, disfarcei. “Cê tava olhando pro mepau…Aí”. Fiquei em silêncio uns minutos e falei “É que ele é muito grande. Parece de filme pornô…”. Ele riu e levou a mão na sua pica de novo. Fazendo um vai e vem duas vezes, parando na base. “Você nem viu ele direito, como sabe que é grande?”. “Pela água da pra ver…”, respondi. Ele olhou pra baixo e mexeu no pau mais uma vez. “Aah não é tão grande não. É só impressão mesmo. Você é bem menor que eu, aí parece que é grande. Mas olha aí direito pra tu ver”, disse e segurou na base de sua tora, deixando ela apontada pra mim, dentro da água ainda. Eu me aproximei mais e olhei pra baixo. A cabeça tava exposta e era bem vermelha. “Ainda parece grande…”, falei e ele deu um sorriso bem sacana. Acho que tava curtindo ser elogiado daquele jeito. “Não é não! Pega aí pra você ver, sem zuera.” Nisso ele pega minha mão e leva até seu pau. Meus dedos nem se encontravam. Ele solta minha mão e eu deixo ela lá, apertando ele. Deslizei para baixo e depois para cima. Meu cu piscou só de medo e tesão de imaginar como seria sentir uma vara daquelas entrando e me rasgando todo. Segurei com a outra mão para sentir melhor a dimensão de seu pau. Ele deu uma pulsada. Minhas mãos eram bem menores do que aquilo “O meu vai ficar assim quando for adulto também?” Perguntei. Também tava curioso e admirado. “Pra ficar igual a mim você tem que comer muito feijão ainda!”, ele riu, e eu fiz careta. Não gostava de feijão.
Fiquei só dois minutos, mais ou menos, brincando com a vara dele, super encantando com ele, enquanto ele me olhava me divertindo com minhas mãozinhas em seu pau. Mas ele olha pra fora e percebe que já estava anoitecendo. E diz pra agilizarmos o banho, então eu o solto. “A gente vai ter que tomar um banho de chuveiro pra terminar?”, perguntei. “Não, por quê?”. E pra tirar o sabão e o xampu??”. “Sai na água, né. Pra tirar o xampu é só colocar o cabelo com o chuveirinho. Vem cá…”, então ele pega o chuveirinho, eu continuei entre suas pernas, e ele começa a lavar meu cabelo, mandando eu fechar os olhos pra não entrar espuma neles. Em seguida ele diz que eu posso sair e começa a se enxaguar também. Eu aproveito que ele tá de olho fechado e levanto rapidinho pra não me ver de pau duro. Me enxugo e antes de sair ele pede pra eu pegar o rodo um pano de chão lá embaixo. Me visto e vou. Quando volto ele já estava esvaziando a banheira. Com a toalha enrolada na cintura, o volume do seu pau tava amostra apontando pra baixo. Devia estar meia bomba ainda. “Deixa que eu limpo.” Diz ele e eu saio.
Os dias se seguiram normais depois disso. Allan começou a pegar uma menina da sala dele, mas ainda me dava o pau pra mamar ou bater uma. Começou a sair com mais frequência também. Eu sofria uma leve zueira da minha turma por ter batido uma para o Elton e ter feito ele gozar a calça toda, mas ele também era zoado, então estávamos tranquilos. Não era raro um deles estar de pau duro. Uma vez, Vitor estava conversando com Eduardo junto da mesa do professor. Uma colega nossa se aproximou para falar com o professor e se debruçou na mesa, com a bunda virada para os dois, bem próximo de Vítor. Quando ele percebeu, deu uma olhada demorada e correu para trás da porta. Elton entrou na sala na hora e viu ele lá e perguntou o que foi. Só vi quando Elton olhou para baixo e deu risada. Vitor devia ter lhe mostrado o volume que tava no seu short. Percebi que, tentando disfarçar, Elton levou sua mão até o pau dele. Segurou por alguns segundos e soltou. “Safados!”, pensei comigo, por eles terem feito aquilo na frente da sala, mesmo atrás da porta, porque se eu percebi, mais alguém poderia ter percebido. Mas eu morri de inveja deles também. E fiquei excitado imaginando a forma que Elton deve ter segurado no pau do Vitor, e como ele seria: grosso, torto, reto, fino…
Os meninos da quinta série, que falei no outro conto, também ficaram mais próximos de mim. Acho que eles gostavam de ser amigos de alguém mais velho, mesmo que fosse só dois anos. Eles deviam achar que eu era independente e vivia várias aventuras. No intervalo, às vezes eles gostavam de brincar de polícia e ladrão, ou algo do género, onde eles escolhiam uma vítima levavam ela pra uma casinha que ficava no pátio e deixavam lá preso. Eu fui preso lá algumas vezes. Como era maior, eu sempre era escoltado pelos três: Emanuel o mais alto e magrelo deles, mas ainda mais baixo que eu; Jonas, o que se fazia de mais velho; e Elvis, o menor de todos, e mais gaiato também. De vez em quando nessas brincadeiras ele passava a mão na minha bunda. Mas eu não deixava barato também e passava na dele. Era uma bundinha redondinha, até gostosa de pegar.
Quando chegamos em casa naquele dia, Allan e eu, a empregada não tinha ido trabalhar, e Alfonso devia estar no estágio. Ele largou a mochila no sofá, sentou com as pernas abertas e disse sorrindo “Vem fazer seu trabalho!”. Eu fui. Me ajoelhei na sua frente e abri seu zíper, revelando o volume que crescia rapidamente na sua cueca vermelha. Puxei sua calça um pouco pra baixo e comecei dando leves mordidinhas por cima da cueca, em seu saco. Ele só me olhava com uma cara tesão, e de quem não tinha pressa. Percebi que ele ia me deixar aproveitar a vontade por enquanto. Então fiz tudo com calma também. Babei a cueca dele quase toda, esfreguei meu rosto nela, cheirei. Brinquei com sua cueca por vários minutos enquanto ele só curtia. Aí eu comecei a baixar o elástico, liberando sua rola com cuidado. Dei um beijinho na cabeça e ele pulsou. Fui descendo e dando selinhos ao mesmo tempo em que eu abaixava a cueca, até liberar seu pau por completo. afundei o nariz nas suas bolas sentindo o cheiro de suor e o cheiro bem distante do seu sabonete. Comecei chupando elas enquanto com uma mão eu apertava o pau suavemente. Chupava uma, chupava a outra. Passava a língua desde o final do saco, no períneo, um pouco antes de seu cu, e voltava lambendo fazendo pressão para ele sentir bem. Cheguei na cabeça de seu pau, dei um beijo bem melado e comecei a colocar ela pra dentro da minha boca, fechando meus lábios ao redor do corpo rígido e quente. Mamei demais na rola dele, e até me empenhei bastante pra engolir ela inteira. Respirava, prendia a respiração, com minha mão eu a direcionava e descia devagar. Sentia sua glande alargando minha garganta lentamente. Eu conseguia suportar alguns segundos e tinha que sair, só para respirar um pouco e voltar a tentar novamente. Ele gemia muito cada vez que eu descia a boca no seu pau e conseguia engolir mais um centímetro. Só que minha garganta começou a doer e parei. Fiquei mamando, segurando na base, fazendo movimentos circulares com a mão, masturbando ele ao mesmo tempo que mamava e deixando ele bem babado. se ele fosse gozar na minha boca, eu ia adorar também, mas tava preparando a pica para entrar no meu cuzinho, que já estava a vários dias sem ser invadido por uma.
“Pode mamar até tirar leite, viadinho. Hoje você vai levar na boca e no cu.”, me disse, percebendo que eu tava abusando na saliva. Então, eu caprichei, ansioso pra tomar a vitamina que tinha se tornado minha favorita desde o ano anterior. Logo eu senti seu pau se enrijecer mais ainda e começar a soltar vários jatos na minha boca até encher ela. Ele gemia alto, sem se preocupar. Eu tomei tudo, até saboreei um pouco. Sua porra era meio acida, mas tinha um docinho também. limpei seu pau com calma, e ainda fiquei punhetando ele lentamente, dando mais beijinhos. Ele segurou no meu cabelo, puxou minha cabeça pro lado, no seu colo, e com a outra mão segurou no seu pau e começou a bater com ele na minha cara, sorrindo e dizendo “Seu viado. Tava com saudade da minha pica, né?”. Eu só recebia os tapas de rola e consentia. Na real eu tava mesmo.
Ele começa a se masturbar devagar, mas firme, apertando o pau, e vez ou outra ele o esfregava na minha cara. “Abre.”, mandou, e eu abri a boca, ele socou nela, ao mesmo tempo em que puxava minha cabeça, me fazendo engasgar. Ficou judiando da minha garganta por um tempo até que ele se levanta, me dá mais umas surras de rola na cara e diz “Agora é minha vez.” eu o via de baixo, seu pau e seu saco, e seus pentelhos, na minha cara. Sua mão segurava meu cabelo com firmeza e por ele me puxou para levantar, me virou de costas e abaixou minha calça, dando um tapa na minha bunda. Dali em diante, nem esperou muito para meter. Naquele dia ele estava com fome de cu, e colocou o pau já meio seco. Óbvio que entrou doendo. Eu pedi pra ele parar, tirar um pouco e me deixar lubrificar com saliva, mas ele só respondeu “Aguenta viadinho! Eu vou te foder pra valer.” e afundou até metade do pau de uma vez. Meu cu ardia e doía. Eu já tava quase um mês sem dar, e mesmo acostumado a receber rola, depois de um tempo sem, o cu volta a ter uma sensibilidade, ainda mais se a rola estiver entrando quase seca. Meus olhos estavam cheios de água já. Coloquei a mão pra trás, na coxa dele, e tentei fazer com que ele metesse mais devagar pelo menos, mas ele tirou elas e meteu até o talo. Dei um grito. “Tira Allan! Por favor! Tá doendo!”, “Hoje tu vai aprender a…”. Antes dele terminar a frase a gente ouve uma voz masculina na porta “O que é você tá fazendo!??”. Era o Alfonso.
O Allan sai de uma vez do meu cu. Eu sento no sofá com o cu dolorido e a cara de choro e cheio de vergonha. A gente nem sabia o que dizer. “Alfonso… não conta pra ninguém…” Allan pediu. “Você tá maluco de fazer isso com o menino??”, falou e avançou pra cima dele. “Ele também gosta!”, falou tentando se defender. Alfonso olha pra mim esperando confirmação. Eu afirmo com a cabeça, mas com minha cara de choro ainda, de quem tinha sofrido demais com a pica no cu, ele não deve ter se convencido. Mandou Allan subir e foi atrás dele. Allan recebeu uma surra. E eu continuei no sofá sem saber o que fazer. Até que ele desce e me olha com cara de pena. “Você tá bem? Tá doendo?”, me pergunta. “Um pouco… Você vai contar prós meus pais?”, “Se quiser eu conto. Mas Allan não vai mais fazer isso com você.”, “Por favor, não conta.”. “Tudo bem.”, disse e passou a mão na minha cabeça, “Então vou comprar um remédio pra você usar.”. Dizendo isso ele levantou e saiu para a farmácia. Nesse meio tempo, um dos amigos do Allan chamou ele no portão. Allan desceu, dizendo que Alfonso era um idiota e que tinha atrapalhado nossa foda. E me perguntou se ele ia contar para os nosso país. Falei que eu pedi pra ele não contar e ele pareceu um pouco mais tranquilo. Em seguida, foi pro seu rolê. Alfonso chegou logo depois. Com uma sacolinha na mão. Eu ainda tava no sofá, com vergonha.
“Aqui. É uma pomada. Vai evitar que fique doendo. Mas não pode passar se estiver sangrando.”. “Eu não sei se tá sangrando…”, falei sem olhar pra ele. Ele pensou por um tempo e disse que podia olhar pra mim, se eu não me incomodasse. Confirmei com a cabeça. Na hora eu não tinha maldade. Ele disse pra gente subir pro meu quarto, mandou eu abaixar minha calça pra ele poder olhar. E assim eu fiz, fiquei de quatro sem olhar pra ele. Estava com a cara no travesseiro e as mãos segurando minha calça para não descer mais. Ele sentou na cama e ficou olhando, calado. Sentir seu olhar no meu cuzinho fez meu pau começar a querer ficar duro. Me controlei. Sinto um dedo seu tocar ao lado do meu cu e puxar, como se estivesse abrindo ele. Aí meu pau ficou duro de vez. Não sei se ele conseguia ver, talvez não, porque eu não estava com as pernas tão abertas. Mas tava todo arrepiado, e meu cu piscando. “Parece que não sangrou…”, ele falou depois de examinar, mas ainda tava com seu dedo na minha bunda, “Acho que dá pra passar. Peraí…”. Falou e mexeu na sacola. Achei que ele ia me dar a pomada para que eu passasse, mas virei um pouco a cabeça e o vi passando a pomada no próprio dedo. “Se doer você me avisa.”. Eu só disse “unhumm” e senti dea pomada fria tocar no meu cu. Na hora dei uma contraída e ele mandou eu relaxar. Primeiro começou a espalhar o remédio suavemente, perguntando se tava doendo, mas aos poucos começou a massagear meu cuzinho, que piscava muito sentindo seu dedo subindo e descendo. “Peraí que vou passar mais um pouco.”, “Tá bom…”. Logo ele voltou a massagear meu cu. Eu tentei olhar para ele sem que percebesse, mas não via muito. Apenas a sua, que segurava o tubinho da pomada ao mesmo tempo em que apertava seu pau por cima da calça. Dava pra ver o volume, e até deu uma pulsada. De repente, ele forçou um dedo pra dentro e perguntou se doía. Eu falei que não, quase gemendo. Ele começou a massagear por dentro do meu cu, primeiro só com a pontinha do dedo, mas a cada vez que ele colocava e tirava, quando ele colocava novamente ia um pouco mais fundo, até que ele tava colocando o dedo inteiro. “Ainda dói?”, me perguntou. Eu respondi que ainda doía um pouco, só pra ele continuar me bolinando daquele jeito. Eu sentia o dedo começar a massagear minha próstata com mais intensidade, quase como se tivesse me fodendo. Um tempo depois sinto ele introduzir o segundo e deixo escapar um gemido. “Doeu?” nem respondi. Tentei olhar pra ele de novo e ele continuava massageando seu pau pela calça, mas sem a pomada na mão. Eu queria pegar ele, mamar e depois mandar ele socar em mim. Mas não tive coragem por ele ser bem mais velho, e acho que ele também não teve.
Se ele não tivesse parado, eu teria gozado só com seus dedos massageando minha próstata, mas ele disse “Pronto. Se precisar depois eu passo mais..”, saiu correndo pro seu quarto e se trancou lá. Eu aproveitei e bati uma punheta imaginando ele me comendo, que me fez gozar muito. Fiquei molinho na cama. Pensava comigo “Eu tenho que dar pra ele.”

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6 Comentários

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  • Responder luiz ID:dlns5khrd

    Fico torcendo para Affonso comer logo esse moleque, podia ter tirado o cabaço dele, da logo para Afonso

  • Responder ITM ID:81rf7kjd9j

    PQP, Delícia de conto. Ansioso pelos próximos capítulos

  • Responder 21cm ID:3c793cyyd9b

    Que delicia

  • Responder Preto ID:5h7066ij

    Muito bom.!
    Quero muito que ele de o cuzinho por Afonso tb , vai ser divertido ele comendo escondido do irmão

  • Responder XD ID:19p2s649c

    Caralho! Que conto foda! Muito feliz que você retornou e ainda melhor, ansioso para que role entre você e o Alfonso, mas a construção de toda tensão sexual aqui foi incrível! Parabéns!😁

  • Responder Alfonso mete a pica logo ID:7xcc7wrb0d

    Aguardo pro dia que o Alfonso comer ele