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O Viadinho No Interior Curtindo Um Feriado

4802 palavras | 9 |4.76
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Apesar de me sentir mole e fraco quando o o Alfonso me fodia, aquela segunda vez foi mais prazerosa, e já me deixou esperando pela próxima.
Mas eu já sabia que não ia ser tão fácil, não tínhamos muita privacidade.
O legal foi que ele não me evitava mais. Pelo contrário, sempre que podia, e não tinha ninguém vendo, ele me dava um tapinha na bunda ou pegava ela, deixando seus dedos entre minhas nádegas. Às vezes me colocava no colo e fazia cócegas, mas no meio daquele momento eu sentia seu pau ficando duro, aí, antes que alguém chegasse, ele me soltava.
Eu também não deixava barato. Sempre o provacava. Empinava bem a bunda na direção quando eu tinha que me abaixar para pegar alguma coisa, ou quando tava sentado num dos bancos que não tem encosto. Nessas horas ele esfregava o pau meia bomba nas minhas costas e apertava minha bunda.
— Senta direito, safado. – dizia ele no meu ouvido. — Ou vou fazer tu sentar na minha pica.
— Faz! – eu desafiava, sentindo meu cuzinho já piscar.
Ele ria e saia. Não podia fazer nada com a empregada por perto, e Allan, quando ele estava em casa.
Falando no Allan, eu nem pensava mais em dar para ele. Estava com o cu um pouco mais largo, e eu estava com medo e vergonha dele perceber. Mas também tinha esquecido o tesão que sentia com nossas brincadeiras. Ele tentou mais umas duas vezes ainda, numa semana, depois parou. Estava oficialmente namorando com a menina que ele ficava.
Três dias depois de ter sentado na vara do Alfonso, teve um feriado. Todos estavam em casa e planejaram fazer um pequeno churrasco entre nós e alguns amigos que nossos pais tinham feito no trabalho. A mãe de Allan e Afonso já tinha se estressado e disse que era para o Alfonso e ir comprar as coisas sozinho. Ouvi, do meu quarto, ela dar o chilique. Eu estava deitado na minha cama, de bruços, tentando fazer uma atividade da escola, e minutos depois eu ouço a porta ser aberta e o Alfonso entra.
— Tá fazendo o quê Luquinhas? – ele senta do meu lado.
— Atividade.
— Quer ir no mercado comigo, me ajudar com as compras? – ele coloca a mão na minha bunda e apalpa ela.
— Unhummm – me levantei todo sorridente.
— Então bora.
— Vai me dar alguma coisa?
Ele sorri bem sacana, abre as pernas e me puxa pelo braço, me girando e me fazendo sentar no seu colo. Ele não estava de pau duro, mas senti perfeitamente seu pacote entre as pernas.
— Vou te dar o que tu gosta. – falou e me deu um beijinho no pescoço, me deixando excitado na mesma hora. Mas aquela provocação não demorou mais do que alguns segundos. Logo ele me levanta e manda eu vestir uma camisa para irmos.
E assim, descemos, entramos no carro e seguimos ao mercado. Fomos conversando bobagens no caminho.
— E aí, punheteiro, tava estudando pra prova?
— Não, era só atividade mesmo. Pra entregar amanhã.
— Iiii… então te atrapalhei né?
— Eu termino quando chegar.
— E aí, já tá com saudade? — ele olha sorrindo pra mim, sua mão apertava o pau por cima do short.
Fiquei um pouco contrangido pelo jeito que ele falou, mas disse que sim, sorrindo de volta.
— Ei, quer aprender a dirigir? Cê vai no meu colo.
Óbvio que aceitei, mas meu pau ficou duro na hora, só de pensar em sentar no seu colo. Ele para o carro no acostamento, eu subo em cima dele e coloco as mãos no volante. Ele não iria deixar uma criança dirigir de verdade no meio da cidade, então continuou com uma mão segurando de leve na parte debaixo do volante, para o caso de eu virar demais ele. Ele começou a acelerar, mas foi devagar. Embaixo da minha bundinha, eu sentia seu pau ganhando vida. E ele ainda colocou a outra mão na minha cintura.
— Só não vira o volante de vez, tá bom?
— Tá bom.
Fomos indo e entrando pelas ruas mais tranquilas. Como era uma cidade pequena, não havia uma fiscalização intensa da polícia para impedir que uma criança estivesse ao volante, mas ele estava segurando também, então não tinha muito problema.
— Sua bunda quente tá deixando meu pau duro, safadinho… – disse ele apertando minha cintura com força e me puxando contra seu colo.
Mas sua pica já estava completamente dura. Eu ri dele e dei umas reboladinhas em cima dela, que pulsava com força.
Depois que fizemos algumas curvas, ele se sentiu mais confiante e soltou o volante, deixando a direção comigo. Colocou as duas mãos na minha cintura e começou a mexer seu quadril embaixo de mim, mas sem deixar de prestar atenção a rua. Claro que era muito difícil. Logo, ele me deu instruções de quais ruas virar até a gente chegar a uma das saídas da cidade. Com a tirada reta, ele poderia dar um pouco mais de atenção à minha bundinha.
— Luquinhas, sempre que passar de vinte você me avisa tá? – ele falou mó meu ouvido, terminando com um beijinho que me fez me derreter todinho em seu colo.
— Tá bom… – respondi todo manhoso.
E assim fomos, igual uma tartaruga na estrada, os motoristas buzinando e nos ultrapassando. Alfonso me fazia empinar no seu colo e me sarrava com sua pica dura, nem ligava quando alguém passava xingando a gente por atrapalhar a passagem. Ele só ria e eu também.
Suas mãos grandes alisavam e apertavam minhas coxas, que eram pequenas comparadas às suas. Elas subiam meu short expondo ainda mais da minha pele.
— Segura firme o volante que eu vou tirar sua camisa.
Assim ele fez, suspendeu ela completamente até o pescoço e num movimento rápido passou ela pela minha cabeça. Depois, os braços foram mais fáceis.
Às vezes eu olhava pelo retrovisor e via ele olhando para baixo enqusnto me tocava. Talvez tivesse até mesmo esquecido da pista. Várias vezes o ponteiro ultrapassou is vinte quilômetros e eu avisava a leve, que desacelerava e voltava a prestar atenção no meu corpinho. Eu estava todo empinado sobre ele, e suas mãos passeavam pelo meu corpo com firmeza. Eu tava louco de tesão naquela brincadeira. Adrenalina a minha com o volante na mão e a pica dele pulsando sem parar debaixo de mim.
— Você é muito gostosinho Luquinhas…
Eu ficava todo ouricado quando ele falava isso e rebolava no seu pau. Mas ele dizia:
— Fica quietinho e presta atenção na pista, tá? Pra não matar a gente… – ele ria, me abraçava e me dava beijinhos na nuca.
Como ele queria que eu me controlasse daquele jeito? Eu sentia o viadinho em mim quere tomar conta e começar a quicar em seu colo. Porém, ele estava certo, e tive que focar na direção.
Depois de mais ou menos meia hora naquela brincadeira, ele falou:
— Caralho… meu pau tá doendo. Olho no volante, hein… Vou ter que colocar ele pra fora. Levanta só um pouquinho…
Me ergui de seu colo e ouço ele puxando o velcro de seu short. Momentos depois ele me segura pela cintura e eu senti em seu colo de novo. Pude ver a cabeça de seu pau extremamente vermelha e brilhante entre minhas coxas, toda melada de pré gozo. Seu short e cueca estava somente um pouco acima do seu joelho.
— Assim tá melhor… – falou perto do meu ouvido.
Suas mãos voltaram a percorrer meu corpo, apertar, massagear. De vez em quando ele colocava sua mão dentro da minha cueca e segura meu pau. Fazendo uma leve e intensa punheta por alguns segundos, depois voltava para meu corpo de novo, sempre mexendo seu quadril embaixo de mim. Eu queria olhar para baixo, ver seu pau se mexendo, mas não podia. Só dava umas olhadelas bem rápida, e morava ele babando. Minha boca enchia de água pra poder tirar aquelas gotinhas com a língua.
— Aah… que delícia… – suas mãos desceram pela minha cintura e travaram no elástico do meu short, em purrandi ele para baixo.
Sem ele mandar, eu me ergui um pouco para facilitar ele descer meu short.
— Seu safadinho… tá ficando esperto, hein? – disse e deixou meu short na mesma altura do seu.
Seu pau subiu entre minha coxas, encostando no meu saco. Eu apertei as pernas para sentir ele melhor, e Alfonso começou a se mexer como se estivesse me comendo.
— Aah Luquinhas… seu putinho. Você tá me deixando louco… – falou dando uma chupada na minha orelha no final.
A brincadeira durou daquele jeito até quando estávamos chegando já na entrada da cidade vizinha. Ele subiu um pouco mais meu short e tomou o volante para poder fazer o retorno. Depois disso ele me passou o volante de novo e voltou a explorar meu corpo, enquanto movimentava seu pau entre minhas coxas.
— Fica firme aí, tá bom? – ele falou e se esticou, começou a remexer o porta luvas.
— Tá procurando o quê?
— Tô vendo se tem um negócio aqui… aah achei.
Ele pegou um pequeno pote de creme de pele. Eu já imaginei o que ele queria. Senti meu cu piscar freneticamente com a ideia. Ele abriu a tampa, passou um pouco na mão e começou a lambuzar o seu pau.
— Eu vou dirigir agora… Mas você vai ter que sentar nele até entrar todinho, tá bom? – falou terminando de encher seu pau de creme.
— Tá bom…
— Tá bem lubrificado. Não vai doer muito.
Ele segurou o volante para eu poder me concentrar em sentar no pau pau. Me ergui um pouco e segurei nele pra encaixar na entrada do meu cu. Quando tava bem encaixado, comecei a sentar. Senti a cabeça ir abrindo minhas preguinhas lentamente. Sim, doeu, seu pau era grande, e meu cuzinho ainda era pequeno, mas a dor era bem pouca, e eu sentia um intenso prazer no lugar da dor que senti nas primeiras vezes. O pau dele foi me alargando e se acomodando no meu reto. As vezes, por causa da estrada irregular, entrada um pequeno tanto de uma vez, mas eu não parei de ir descendo até sentir suas coxas colarem nas minhas. Seu pau pulsava como se quisesse mover meu reto de lugar. A dorzinha no fundo do cu, no pé da minha barriga, tava mais gostosa ainda do que antes. Não dá pra explicar direito com palavras. A gente só sabe como é a sensação.
Alfonso gemia enquanto eu sentava.
— Isso Luquinhas… Meu putinho. Que sentada gostosa… segura o volante de novo, vai.
Segurei e ele me agarrou pela cintura e começou a se movimentar embaixo de mim. Não tinha como ele meter direito, do jeito que ele, e eu também, queria, mas estava muito gostoso. As mãos dele quase se fechavam ao redor da minha cintura e me apertavam para sentar ainda mais em sua pica. Eu empinava a bunda nele, me inclinando para frente, e deixava ele meter em mim enquanto eu tentava prestar atenção a estrada a minha frente. Tava muito difícil. Eu comecei a gemer igual uma putinha. Alfonso nem me censurou. Estávamos na rua, mas ninguém ouviria, pelo contrário, ele ainda me incentivou.
— Geme na minha pica, vai, seu putinho. – ele dizia e me forçava a descer ainda mais.
Meu cu estava me adequando e ficando no formato da sua vara, pois cada vez vez que ele me comia eu sentia ela entrar ainda melhor, como se tivesse sido feita para ser socada na minha bunda.
Foi por pura sorte, mas Alfonso olhou para o lado e viu que um carro ia nos ultrapassar. O vidro não era fumê então se o motorista olhasse para nós, ia me ver empinado, inclinado pra frente, fazendo cara de quem estava com o bumbum doendo, enquanto estava sentado no colo de um homem, com cara de quem estava passando a vara num cuzinho.
Ele me passou os braços em volta de mim e me puxou para sentar direto. Nessa hora o carro emparelha com a gente. Era uma viatura. Meu cu trancou no pau dele. E ele acredito que ele deve ter perdido todo o tesão naquela hora também. A policial manda a gente encostar, sem sair do nosso lado.
— Fica calmo, tá? Não se mexe se não ela vai perceber algo estranho… – ele falou isso pegou o volante. – Sobe mais seu short…
Eu subi. Eu não podia me levantar de seu colo, se não ela poderia sacar que eu tava saindo de seu pau. Ficamos daquele jeito mesmo. Ela parou também, saiu do carro e se aproximou.
— Opa, boa tarde… – Alfonso falou tentando parecer normal.
— Boa tarde. Me disseram que tinha um carro sendo dirigido por uma criança.
— Aah não… – ele forçou uma risada – Eu só tava ensinando ele a dirigir. Mas não sou louco de deixar ele no volante sozinho… só aproveitei a estrada porque não estava muito movimentada…
— É foi o que imaginei…
Vocês não são daqui?
— Estamos só há uns meses morando aqui.
Enquanto eles conversavam eu senti seu pau diminuir um pouco no meu, mas não perdeu a ereção totalmente. Ela ainda perguntou se eu era filho, se o carro era dele. Ele só falou a verdade. Depois de satisfeita, ela deixou a gente ir, mas disse para ele não fazer mais isso. Ele concordou e pediu desculpas. Quando ela foi embora, ele respirou fundo:
— Caralho! Essa foi por pouco hein… – falou rindo de nervoso.
Eu ri também, e estava igualmente assustado. Mas seu pau ainda estava no meu cu, e quando fui me ajeitar em seu colo, senti ele voltar a crescer e engrossar…
— Porra, Luquinhas… eu tava quase gozando… É melhor a gente não se arriscar mais assim.
— Unhummm… – eu concordei, a pesar dainha vontade ser de continuar em seu colo com a pica fincada no cu daquele jeito para sempre.
Quando eu me levantei, seu pau bateu contra sua barriga. Me sentei no banco do carona, ele guardou se pau e fomos para o mercado.
Quando chegamos em casa, nos perguntaram pela demora, e dissemos que o mercado estava cheio. O que não era mentira, mas teríamos voltado uma ou duas horas antes se não tivéssemos feito o desvio. Mas ninguém pareceu dar importância ao nosso atraso.
O resto do dia seguiu normalmente. Carne bebida. Refrigerante para as crianças, que era só eu, no caso. Fiquei bem irritado por causa disso. Eu tinha treze já, não me considerava uma criança e sim um adolescente. Até o Allan tinha me dito que bebeu quando tinha minha idade. Só que meus pais não deixavam de jeito nenhum.
Os colegas de trabalho de nosso país eram nove, se eu não me engano. Tinha dois casais, e o resto solteiros, entre homens e mulheres. Havia Alfonso também convidou dois de seus colegas de trabalho. Mas eles não ficaram muito.
Bom, resumindo: quando chegou a noite, os adultos já estavam bêbados, inclusive o Allan estava bem alto.
Eu fui no banheiro fazer xixi depois de tanto refrigerante. Estava lavando as mãos, quando de repente a porta abriu. Era o Allan.
— E ai, viado… achei que o banheiro tava desocupado… mas tu não liga, né? Já conhece bem minha pica! – ele falou rindo, fechou a porta e foi pro vaso mijar. eu terminei de lavar a mão e fui saindo.
— Ei viado… – ele me chamou antes de eu abrir a porta. — Tu tá dando pra outro cara é?
— Eu não… – respondi, com mesmo dele ter descoberto do Alfonso.
— Cê não quis mais me dar…
— Eu só não tava me sentindo bem, Allan…
— Foi só isso mesmo?
— Foi…
— Se foi isso, então balança meu pau aqui… eu tô meio bêbado… – riu de novo. Segurava seu pau que estava duro naquela hora.
— Você tá namorando, seu bêbado. – eu ri dele também.
— É só uma balançada. Vem cá. Depois te deixo em paz…
Eu fiquei um pouco pensativo e resolvi fazer aquilo, já que ele me deixaria em paz depois. Me aproximei e peguei em sua vara tão dura que não dava pra balançar. Mesmo assim, sacudi ela pra cima e para baixo. Enquanto eu fazia isso ele passou a mão pela minha cintura. Eu cheguei a apertar seu pau e espremer pra sair até a última gota de urina, e ele gemeu nessa hora e apertou a mão na minha cintura.
— Aah… tava com saudade dessa mão segurando meu pau. Dá uma mamada vai… – ele disse isso já colocando a mão no meu ombro e me forçando para baixo.
— Tá louco Vey? Alguém pode chegar aí… e tu namora…
— Cala a boca, viado… é só uma mamada rápida… – como ele era mais forte, me forçou a ajoelhar perto do vaso, segurou minha cabeça e colocou o pau na minha cara.
— Allan, para com isso… alguém pode o…
Nem terminei de falar e ele enfiou o pau na minha boca, dando um gemido.
— Aaah… eu mandei você calar, viadinho. – disse e começou a foder minha boca ali mesmo…
Como tinha conseguido colocar o pau na minha boca, ele não me deixaria sair tão fácil, então resolvi mamar com vontade para ele gozar logo.
— Seu guloso… é assim que eu gosto…
E como eu planejei, logo ele soltou sua porra na minha boca gemendo. Engoli tudo (claro, tive o trabalho de tirar), lavei as mãos de novo e saímos dali. Quando eu abri a porta, tinha um dos colegas de nossos pais em frente a ela. Ele tava sério, mas tinha um volume grande na sua calça. Estava de pau duro. Fiquei super sem graça, ainda mais porque o Allan apareceu logo atrás de mim, ajeitando sua bermuda.
— Eu ia no de baixo… mas tava ocupado e mandaram eu vir cá… – o homem falou.
— Aah, tá de boa… tá desocupado agora. Pode usar. – Allan falou naturalmente.
Depois daquilo, esse homem ficou me secando a noite inteira até a hora que ele teve que ir embora.
A comemoração ainda durou mais algumas horas. Só restavam dois convidados. O Alfonso estava bebado, fazendo piadas e brincando com todo mundo. Sua mãe estava estressada já com as palhaçadas dele. E eu só achava graça. Vários momentos ele me abraçou por trás, fazendo brincadeiras. Ninguém ligou também, pois colocavam a culpa no álcool. Já eu, sabia que não era bem assim. No final da festa, todos os convidados já tinham ido. A maioria das luzes já tinham sido apagadas. Allan tinha ido dormir logo antes, sua mãe foi depois, meus pais em seguida, e ficamos eu e o Alfonso nas cadeiras da varando. Eu comecei a encher o saco dele pra ele me deixar beber. Tinha vinho, cerveja e vodka, que a galera usou para fazer batida. Eu queria provar todos, e esperava que ele me desse já que tava bêbado e parecia mais fácil dele realizar meu desejo.
— Não… seus pais não querem que você beba. Eu vou respeitar eles.
— Aah vai, por favor. Todo mundo bebeu. Até o Allan.
— Allan é mais velho que tu.
— Mas ainda tem menos de dezoito!
— Mas a mãe dele deixa ele beber. A sua não.
— Ela não vai saber.
— Não e cabou.
— Vai Alfonso por favor… nunca te pedi nada.
— Deixa de ser chato, Luquinhas… – ele disse isso e me puxou para junto de si para fazer cócegas.
Ele estava com uma latinha de cerveja numa das mão ainda. Com um braço só, eu consegui me livrar mais fácil. Mas nessa brincadeira, eu acabei esbarrando em seu pau e senti ele duro. Aquilo acendeu novamente o fogo no meu cuzinho. Eu cheguei perto dele, apertei seu pau por cima do short e falei baixinho, pra provocar:
— Se você me deixar beber eu chupo seu pau agora…
Ele suspirou quando sentiu minha mão e apertou meu braço.
— Seu safadinho… cê tá perdendo o medo mesmo né?
Eu dei um sorrisinho de puta pra ele e me ajoelhei. Desamarrei o cordão do seu short e abri o velcro devagar para não fazer muito barulho. Sua pica pulsava antes mesmo de eu libertar ela. Seu short subia alto com as pulsadas. Eu puxei o short junto com a cueca e ela pulou pra fora. Segurei na base e comecei a punhetar ele.
— Deixa, vai? Não vou contar pra ninguém… – fiz voz de dengo enquanto fazia o pedido.
Ele tomou um gole da cerveja e me olhou, já com um brilho diferente nos olhos. Tanto ele quanto eu estávamos cientes de que todos já tinha fechado as portas de seus quartos, mas ainda estávamos atentos a qualquer movimentação, ainda mais depois de quase termos sido pegos pela policial.
— Não…
— Por favor… eu faço o que você quiser… – falei e coloquei a boca na cabeça de seu pau, espremendo ele da base até a cabeça para sair a gotinha de pré gozo que eu adorava tomar.
Ele passou a mão pelos meus cabelos e não disse nada. Continuei avançando na mamada, engolindo um pouco mais de seu pau, ao mesmo tempo punhetando devagar o resto dele. Seu pau não pulsava tanto quanto nas outras vezes. Eu ainda não sabia o motivo. Mas era porque ele não estava duro antes por estar com tesão, e sim por causa da bebida.
— Eu vou te dar cerveja… – ele falou segurando meu cabelo mais firme.
Eu soltei minha boca de seu pau e perguntei, já contente de ter conseguido o que eu queria:
— Vai mesmo??
— Vou sim – ele sorriu — Mas vai ser a que eu produzi agora. Toma tudo meu putinho…
Então ele me força a descer e a colocar minha boca em seu pau de novo. Na mesma hora eu entendi o que ele queria dizer. Lembrei que, principalmente cerveja, costumava fazer os adultos irem no banheiro o tempo inteiro. Eu pensei em sair, mas antes de me mover, seu pau começou a encher minha boca de urina. Alfonso soltou um “aaaah…” bem arrastado, de alívio e tesão.
Se eu saísse, íamos nós dois nos molhar, então tive que engolir. Mas engolia rápido, porque seu pau era grande e o jato de urina que saia dele era proporcionalmente grosso. Eu quase não tive tempo de engolir tudo. Um gole e minha boca já estava imediatamente cheia. Por sorte eu sempre costumei beber água direto em garrafa pete, então sabia engolir rápido. Seu mijo era muito quente e tinha um sabor amargo. No início até tive nojo, mas depois, envolvido pelo clima, pela sensação de ser uma putinha de verdade satisfazendo un macho de verdade que tinha seus desejos e que iria me fazer saciar eles, eu fiquei com um puta tesão e comecei a mamar seu pau para ele terminar tudo dentro da minha boca.
— Caralho, seu puto!
Alfonso quase não conteve a excitação. Naquela hora sim, seu pau ainda despejando urina na minha boca, deu uma pulsada firme, quase sainda de dentro.
Quando acabou, eu sentia meu estômago cheio. Quando ele teve certeza de que nenhuma gota mais ia sair, Alfonso me puxou pelo braço para si e me deu um beijo. Foi um beijo de verdade. Sua língua invadia minha boquinha pequena e passeava por ela. Eu tentei acompanhar, mas era inexperiente. Mesmo assim, foi incrível. Ficamos uns minutos num beijo intenso. Até que ele me soltou, e me arrastou pelo braço até a mesa. Pegou uma garrafa de vinho que tava aberta e me deu.
Eu fiquei super contente. Alfonso não tinha me dado copo, então virei a garrafa na boca e dei um gole grande. Tinha um sabor forte a primeira vez experimentando, mas para quem tinha acabado de levar uma mijada na boca, aquilo parecia mel.
— Agora vem cá…
Depois do primeiro gole, ele me puxou pelo braço de novo e eu fui com a garrafa na mão. Me levou até a frente do carro.
— Pode beber tudo se quiser. Mas bico calado, viu? – ele me virou e de costas para ele, me fez deitar a barriga no capô do carro e abaixou meu short. Eu esperei sentir uma cusparada, mas não foi isso. Sentir sua cara se enterrar na minha bunda e sua língua invadir meu cuzinho. Caralho. Eu nunca tinha recebido aquilo. Sem querer eu deixei escapar um gemido alto.
— Caralho, Lucas… fica quieto!
— Desculpa…
Ele voltou a chupar meu cu e me me contorci em cima do carro, mordendo a boca para não gemer alto. Depois daquela deliciosa chupada, ele parou e disse:
— Aguenta aí, viu Luquinhas? Faz barulho não… – mirou sua pica no meu cu e forçou a entrada.
A socada foi constante, sem pausa para relaxar. Eu tive que morder a boca com mais força ainda, mas mesmo assim o som saiu pelo nariz. Meu pau doía de tão duro, e com a metida eu senti ele pulsar e inchar ainda mais. Eu empinei a bundinha para receber inteira a sua vara. A dor nem incomodava mais, tava ajudado pelo álcool que pudesse estar começando a fazer efeito. Só sei que ele meteu sem dó. Ele tirava quase tudo e socava de uma vez, se contendo pra não fazer estalo.
Sua respiração estava alta e rápida. A minha também. Eu mal podia respirar, porque se relaxasse a respiração era certo eu gemer igual um viadinho levando vara de marmanjo, que era o que estava mesmo acontecendo. A frente do carro chegava a subir e descer com a nossa trepada encima dele, rangendo as molas dos pneus.
As mãos do Alfonso uma estava nas minhas costas, a outra sobre minha bunda.
Se algum vizinho tivesse a ideia de olhar o muro pra ver se a festa tinha acabado, ia presenciar na luz da lua um cara alto mandando ver num garotinho deitado no capô do carro. E o garotinho, além de aguentar uma vara longa e grossa, estava empinando sua bundinha para o pervertido ter ainda mais prazer de socar no seu rabo.
Em certo momento, Alfonso parou de socar e ficou parado dentro de mim, levantou minha cabeça segurando pelos meus cabelos, tomou a garrafa da minha mão e virou ela na minha boca.
— Toma, seu putinho…
Eu abri boca e bebi. Eu tava adorando tudo naquela noite. Ele bebeu um gole também e voltou a me foder, com uma mão nas minhas costas.
— Ca… ra… lhoooo…. – ele gemia baixo. Suas estocadas aceleravan cada vez mais.
Eu não consegui aguentar e comecei a gozar em cima do carro, gemendo muito alto para o horário. Ele imediatamente tapou minha boca, mas não parou de socar nem um segundo. Meu cu pressionava sua pica por causa do meu orgasmo, e na quela hora ele começou a gozar também. Seu pau estava pulsando furiosamente no meu cuzinho, e nem ele mesmo conseguiu segurar seus gemidos.
Acho que ele achou que alguém iria aparecer na hora, e na quarta jorrada de porra que seu pau deu dentro mim, ele segurou seus gemidos, me carregou com o pau ainda enfiado no meu rabo, para não deixar a gozada cair fora, e correu para o corredor ao lado da casa, onde se alguém aparecesse para ver o que acontecia, não conseguiria nos ver, nem da porta de casa, nem das janelas de cima, nem do muro.
Ali, suspenso do chão, com o pau escorrendo ainda, eu senti a pica do Alfonso ir parando aos poucos de pulsar.
A comemoração do feriado tinha sido infinitamente melhor para mim e para ele.

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9 Comentários

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  • Responder Chama no tel Mil2mil2000 ID:ona2xs920j

    Muito bom o conto conte mais

    • Daniel Coimbra ID:xlpy9fv3

      Caralho! Alfonso, o melhor personagem pedófilo que já apareceu no CNN. Simplesmente perfeito! É claro, talvez ele ainda não saiba, mas está apaixonado pelo Luquinhas.

  • Responder luiz ID:dlns5khrd

    Porra seus contos sao otimos, mas esse poderia ter sido mais quente com o cara ai no sanitario ou com o policial na estrada. Afonso é o sonho de consumo de todo viadinho quem me dera se ele tivesse tirado meu cabacinho tambem

  • Responder Nelson ID:3c793cycoii

    Caralho. Só adrenalina. Alfonso é um fodão. Gostaria de ter tido um desse na minha vida.

  • Responder X ID:41ih4hgwzr9

    Viadão

  • Responder Pedro ID:4adfren2m9c

    Me amarro num putinho tomando mijão de macho, só faltou botar pra cheirar os pentelho e o suvaco

  • Responder Pedro ID:4adfren2m9c

    Melhor série de contos, pqp

  • Responder XD ID:19p2s6740

    Caramba! Muita adrenalina com essas aventuras com alto risco de descoberta! Quando o tesão fala mais alto ninguém segura, só continua.
    Não curto o Allan ou fetiche com urina, mas o conto é sensacional.
    Manda mais que é viciante sua narrativa.😉

  • Responder Preto ID:5h7066ij

    Pqp!
    Muito bom .