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O menino dos olhos verdes 21 & 22

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Episódio 21 ― Matando a Saudade | Episódio 22 ― World Wide Web

Pois bem… era a primeira vez que íamos jogar futebol depois de termos virado namorados… e olha… estava tudo diferente…
Bom… tudo começou quando chegamos no vestiário… para você entender melhor a situação, seria melhor que eu descrevesse o vestiário… Okay? Pois bem… tinham três boxes, que serviam para os garotos se trocarem, e também tinha um daqueles bancos horizontais clássicos de vestiário, sabe? Pois é…
Chegamos lá e demos de cara com Henrique… um boy gostoso do oitavo ano… pensa num boy hot… pois é… era ele…
Dois dos três boxes estavam ocupados, e, logo que chegamos, o Henrique ocupou o terceiro. Daí eu e o Rafa tivemos que nos sentar nos banquinhos para esperar. Ficamos ali por uns vinte segundos, até que eu reparei que o Rafa tinha virado um zumbi. Ele tinha ficado com os olhos parado e com boca aberta… foi quando eu me dei conta do que ele estava fazendo…
Empurrei ele para o lado e olhei na direção que ele olhara anteriormente… o boxe do Henrique tinha uma frestinha e dava para ver ele se trocando… e agora ele estava só de cueca…
― GATINHO! ― Eu reclamei para ele baixinho, num gritinho de protesto e dei um tapinha em seu braço.
Daí empurrei ele mais uma vez e tentei espiar mais um pouco dentro do boxe, para ver se pegava mais alguma parte do corpo do Henrique… putz… ele era muito gostoso de cueca…
― EIIII! VOCÊ PODE E EU NÃO? ― Ele gritou baixinho rindo.
Daí nós dois começamos a brigar para ver quem ia olhar na frestinha que dava para o corpo perfeito do Henrique. Eu empurrava ele e ele me empurrava… ficamos assim até os outros dois boys desocuparem os outros boxes. Demos uma disfarçada até eles saírem do banheiro, mas daí começamos tudo de novo:
― A lá! Eles saíram! Tá livre! Vai se trocar! ― Eu disse enquanto continuava empurrando e disputando território.
― Vai você! Estou esperando liberar esse daqui! ― Ele disse rindo e apontando para a cabine do Henrique.
― Mas liberou ali! ― Eu disse apontando para um dos boxes vazios.
― Liberou os dois! Então vem também! ― Ele disse e me puxou pelo braço.
Depois disso, nos trocamos e fomos jogar bola. Infelizmente hoje, eu e o Rafa caímos em times diferentes. Eu caí no time do Hermes, se lembra dele? Pois é. O jogo estava indo bem… estava tudo andando como o esperado, até que a bola caiu nos meus pés…
Eu saí correndo com ela para o campo adversário, mas quando dei de cara com o Rafa, eu não sabia o que fazer… eu não sabia se o driblava, por ser meu adversário, ou se não fazia nada, por ser meu gatinho… acontece que eu buguei e fiquei parado com a bola nos pés… até ele vir e tomar…
Nessa hora Hermes percebeu minha atitude retardada, de praticamente entregar a bola para ele, e veio tirar satisfação. Não vi ele chegando, ele chegou por trás, só sei que senti seus braços me empurrando para frente com muita força. Eu caí para frente e me segurei com as mãos.
― QUE PORRA FOI AQUELA? CARALHO! JOGA DIREITO! ― Ele gritou.
Ele veio avançando pra cima de mim, mas nessa hora todos os meninos entraram na frente e o pararam. Rafa imediatamente veio me ajudar a levantar. Ele pegou na minha mão e me botou pra cima.
― Você está bem? ― Ele perguntou.
― Sim… sim… ― eu respondi um pouco nervoso pelo susto.
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― SEUS RETARDADOS! ISSO NÃO É JOGAR BOLA! ― Ele gritava enquanto ia sendo levado para fora do campo.
O treinador Dias chegou e perguntou para mim se estava tudo bem… eu respondi que sim. Daí ele disse que ia ter uma palavrinha com o Hermes e que depois ia suspende-lo do futebol por um tempo. Eu dei graças aos céus. O garoto era maluco!
― Não podemos tolerar atitudes como essa! ― Dizia o treinador. ― Terei de suspende-lo!
E assim aconteceu… Hermes saiu xingando mais que a boca…
Bom… depois disso, jogamos mais uns quinze minutos e o treino acabou… finalmente era hora de ir para a casa do Rafa. A mãe dele foi nos buscar e me recebeu super bem.
― Lucas! Esse Rafael não para de falar de você um minuto lá em casa! ― Ela disse.
― MÃEEEEE! ― Rafa gritou.
― Que que foi, bebê? Estou mentindo? ― Ela disse. ― É Lucas que faz aula de olimpíadas… é Lucas que vai me ensinar matemática… é Lucas aqui e Lucas ali… é Lucas o dia inteiro.
Awwnnnnnnnnnnn! Ele queria me matar de paixão… só pode! Eu apenas ri do comentário da mãe dele, mas por dentro estava me derretendo todo…
Chegamos na casa dele e sua mãe nos mandou direto para o banho… pois estávamos suados, fedidos e sujos… Hahaha…
Entrei no quarto junto com ele e só foi preciso fechar a porta para esse garoto me atacar. Ele agarrou meu corpo e foi me levando para a parede. Em seguida ele me deu outra daquelas encoxadas e tocou sua ereção em mim. Ele foi puxando minha camiseta com violência até me deixar de peito nu… tudo isso enquanto beijava meu pescoço, minhas bochechas e minha boca…
― MEU GATINHO! ― Eu gritei. ― Que safadeza que é essa?
― Eu quero agora! ― Ele disse enquanto tirava a camiseta.
Ele encostou seu peito suado e quente no meu.
― Agora a gente tem que tomar banho! ― Eu disse enquanto sentia suas costas nuas.
Desci minhas mãos até seu shortinho e enfiei minha mão lá dentro, pra sentir sua bunda melhor.
― Mas eu tô excitado desde cedo, meu amor! Passei o dia duro! ― Ele reclamou enquanto se deliciava com meu pescoço.
Agarrei seus cabelos molhadinhos de suor e soltei um suspiro de prazer quando ele me deu uma mordida deliciosa no pescoço.
― Ah… eu também… mas vamos guardar pra noite… o que você acha? Tá vendo aquela cama? ― Eu disse.
Ele olhou para trás e viu sua cama arrumadinha. Ele agarrou meu corpo e foi me arrastando pra lá.
― É a cama que você quer, meu amor? ― Ele perguntou.
Ele me jogou na sua cama e pulou em cima de mim. Ele me deu uma encoxada e encostou seu peito nu e suado no meu. Em seguida colou sua boca na minha.
Ah… como eu gostava dessa boca… desse corpo junto ao meu… desse cheiro de Rafinha… putz… como isso era bom… sentir minhas costas sobre a cama… senti o peso e o calor de seu corpo sobre mim.
― RAFA! ― Ouvimos uma voz chamar no corredor.
No próximo segundo ele tinha saído de cima de mim e estava em pé. Só deu tempo de eu me levantar e ficar sentado na cama, quando sua mãe entrou no quarto. Ela nos olhou confusa… enquanto recuperávamos o folego.
― Meninos, o que vocês vão querer jantar?
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Eu olhei para o Rafa e ele me olhou. Eu quero jantar o Rafa… pensei… putz… que inapropriado… era a mãe dele que estava ali… hahahaha….
― O que é que tem lá mãe? ― Ele perguntou.
― Então… aqui em casa não tem muita coisa… topam pedir uma pizza?
― Pode ser… ― Ele disse.
― Tá… de que vocês querem?
Ahhhhhhh! Com todo respeito, mas por que essa mulher NÃO VAI EMBORA!?!?
― Ah… sei lá, mãe! Pede de qualquer coisa! Você gosta de frango com catupiry, Lu? ― Ele perguntou.
― Gosto… ― eu disse.
― Tá… então vou pedir de frango… ― ela disse e saiu do quarto, deixando a porta aberta.
― Aff! ― Rafa disse e foi lá fechar. ― Porra! Acabou com o clima! ― Ele reclamou.
― Broxou? ― Eu disse.
― Para de falar isso! Eu nunca broxo!
― Hum! Fodão! ― Eu zoei.
― Sou mesmo! ― Ele se gabou.
― Deus do sexo! ― Eu zoei de novo e ele riu.
― Sou mesmo! Olha como eu sou gostoso! ― Ele disse e passou a mão no peito.
― Você é um idiota, isso sim! ― Eu disse rindo. ― Como vamos fazer com sua mãe nos rondando?
― Aff… acho que o jeito é esperar até a noite mesmo…
― Mas agora você me deixou com vontade! ― Eu disse.
Ele se aproximou de mim e sentou na cama junto comigo. Depois foi se aproximando até me fazer deitar. Ele ficou de quatro em cima de mim. Eu coloquei minha mão em seu peito de menino, para senti-lo melhor.
― Tá com vontade? ― Ele me perguntou.
― Tô… ― eu disse. ― Com muita! ― E agarrei o corpo dele.
― Você quer isso aqui? ― Ele disse e começou a fazer movimentos de vai e vem em cima de mim. ― Quer isso aqui?
― Quero! ― Eu disse e agarrei seu corpo com mais vontade ainda. Daí passei minhas duas pernas em volta dele.
― Mas a gente só vai fazer a noite! ― Ele disse e simplesmente se levantou, me deixando ali agoniando de tesão.
― AFF! ― Reclamei.
― Vem! Bora banhar logo!
― Mas a gente vai tomar banho juntos?
― Vamos! Você não quer?
― E sua mãe?
― Tá… você quem sabe… fica aí me esperando então. ― Ele disse e abaixou seu shortinho, ficando peladinho, peladinho… do mesmo jeito que veio ao mundo…
― Não faz isso comigo não! ― Eu implorei.
Ele nem deu bola… só se virou e foi para o banheiro. FILHO DA PUTA! Me levantei o mais rápido possível, saí de dentro do meu shortinho e fui correndo para o banheiro junto com ele.
Ele ligou o chuveiro e nós dois entramos debaixo da água.
― Amor? ― Ele me chamou.
― Quê? ― Eu perguntei.
― Me dá um abraço? ― Ele pediu.
― ―
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― Mas aqui, meu gatinho? Tá carente, é?
― Tô… ― Ele disse e estendeu os braços.
Eu o abracei e botei minha cabeça no seu ombro.
― Te amo, tá? ― Ele disse e beijou minha cabeça.
― Eu também, meu gatinho! ― Eu respondi. ― Deixa eu te dar banho? ― Eu pedi. Hahahaha…
― Me dar banho? ― Ele perguntou rindo.
― É… ― Eu disse e me soltei dele.
Peguei um sabonete que tinha ali e comecei a esfregar as costas dele. Ele ficou em silêncio enquanto eu provava seu corpo com as mãos. Eu ia tocando cada pedacinho e ia sentindo cada infinitésimo de seu corpo. Fui passando o sabonete até chegar no seu bumbum. Nessa hora, eu deixei o sabonete cair e o agarrei pela cintura. O trouxe para perto de mim e foi minha vez de encoxa-lo.
Passei minhas mãos em volta de sua barriga e encostei minha ereção em sua bunda. Era fofa, macia e quente… convidava ao prazer… parecia ser um verdadeiro parque de diversões… Em seguida foram minhas coxas que tocaram as dele. Minha boca alcançou seu pescoço e meus dentes, sua carne.
― Você me deve uma coisa, se lembra? ― Eu sussurrei com meus lábios grudados em sua carne.
― Eu devo? ― Ele se fez de inocente.
― Deve sim… você disse que se eu deixasse você me comer… ― eu falei e dei uma estocada nele. ― Você deixaria eu te comer depois! ― Eu terminei de falar e dei outra estocada nele.
― Bem… ― ele disse. ― Me lembro disso sim…
Daí ele se virou, me olhou nos olhos e segurou meus pulsos.
― Você pode até querer me comer… ― Ele disse.
Daí ele pegou meu pulso direito e o passou por trás da minha cabeça e me forçando a virar e ficar de costas para ele.
― Mas primeiro tem que admitir que sou irresistível…
― Mas você é irresistível! ― Eu disse para ele. ― E você sabe disso!
― Sou, é?
― É sim… Hahaha…
― Fala de novo?
― Você é irresistível, meu gatinho! Te amo demais!
― Awnnn! ― Ele disse e deu uma mordidinha na minha orelha.
E assim terminamos de tomar banho. Nem podíamos ter ficado tanto tempo ali… vai que a mãe dele chegasse no quarto e não encontrasse ninguém… o que ela ia pensar! Enfim…
Terminamos de tomar banho e ouvimos a pizza chegar. Jantamos, comemos sobremesa, tomamos suco e no depois fomos assistir TV.
Estávamos sentados… comportadinhos… no sofá em que começamos nosso namoro… assistindo nosso desenho favorito… fingindo que éramos apenas amigos… ficamos assim até umas nove da noite.
― Vamos ver um filme? ― Ele me convidou.
― Pode ser… ― Eu aceitei.
Ele vasculhou alguns canais até achar um que agradou a nós dois. Estava passando Harry Potter 6 na HBO… tinha acabado de começar…
Ficamos assistindo como amigos até umas dez e meia, quando a mãe dele chegou na sala e disse:
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― Meninos, o papai já foi dormir… estou indo também… não demorem para dormir… eu sei que amanhã é sábado, mas tenham juízo! Não vão dormir três da manhã não!
― Tá, mãe… ― Rafa disse. ― Ei! Se for acordar a gente amanhã, nos chama umas dez… pode ser?
― Tá, querido! Beijos! Boa noite para você também, Lucas! E não deixem a TV muito alta…
― Boa noite! ― Eu respondi carinhosamente.
E ela finalmente foi embora e apagou a última luz acesa, deixando eu e o Rafa imersos no escuro, iluminados apenas pela luz da televisão. Que os jogos comecem… Hahaha…
― Gatinho? ― Eu chamei.
― Oi, meu amor? ― Ele perguntou concentrado no filme.
― Nada não… te amo! ― Eu disse.
― Awnn! Vem cá! ― Ele disse e me chamou.
Fui até ele e nós dois nos abraçamos para terminarmos de ver o filme. Eu me deitei em seu colo e ele ficou passando a mão nos meus cabelos.
Ficamos assim até os créditos aparecerem na tela. Nessa hora, os créditos começaram a subir… e meu pau também… e daí senti algo duro se mexer em baixo da minha cabeça.
― Meu gatinho! ― Eu disse fingindo estar assustado. ― O que que é isso aqui?
Eu levantei do colo dele e botei a mão em sua ereção.
― Isso daqui? Isso daqui é o resultado de andar com você o dia inteiro! ― Ele respondeu.
― Meu deus! Que gostoso hein… posso dar uma olhadinha? ― Eu perguntei.
― Pode não! Vamos lá para o quarto antes!
― Deixa eu ver, gatinho! ― Eu insisti.
― Mas você só quer ver? ― Ele perguntou com voz safada.
― Ah… se você deixar eu dar uma chupadinha… não vou reclamar…
― Aff! Vamos logo pro quarto!
Ele se levantou do sofá, desligou a TV e deixou a sala toda escura. Deu até um medinho…
― GATINHO! ― Gritei.
― Shhhhhhhh! ― Ele disse. ― Shhhhhhh! Porra! Quer acordar todo mundo?
― Aí! Desculpa! É que não tô te vendo!
― Tô aqui! ― Ele disse e segurou minha mão. ― Vem!
E ele foi me guiando no breu até chegarmos no corredor… daí ele acendeu a luz das escadas e nós dois subimos para seu quarto. Entramos e ele trancou a porta… daí fodeu… trancou a porta, fodeu! A putaria ia rolar solta com a porta trancada…
Passamos o dia inteiro excitados, com a presença do outro. Sabe quando você passa o dia inteiro com o outro? Que passa o dia inteiro excitado? Passa o dia inteiro vazando? Pois é… tinha sido assim hoje.
Ele me agarrou pela cintura e já foi me puxando. Daí ele me jogou na cama e subiu em cima de mim, ficando de quatro. Ele agarrou minha camiseta e foi tirando desesperadamente. Eu ergui os braços e o ajudei. Em seguida ele começou a lamber meu pescoço.
― Ahhh! ― Eu gemi.
― Que que foi, meu amor? ― Ele disse enquanto ia passando a língua pelo meu corpo.
― Nada… é que tá gostoso! ― Respondi enquanto segurava seus cabelos.
― Tá o que? ― Ele me provocou.
― Tá gostoso! ― Disse um pouquinho mais alto.
― Aí! Não ouvi! ― Ele disse enquanto ia tirando sua própria camiseta.
― EU DISSE QUE TÁ MUUUUUUITO GOSTOSO!
― ―
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Daí ele começou a dar umas mordidinhas pelo meu corpo… aonde sua boca tocava ia me deixando babado… a babinha dele fazia meu corpo congelar. Daí ele encostou a virilha dele na minha e eu abri as pernas um pouquinho, para dar espaço pra ele. Ele colou sua barriga na minha e eu o abracei de vez. Nossa! Meu deus! Que sensacional era isso! Amar ele livremente assim! Sem nenhuma preocupação em ser pego!
E ele começou a fazer movimentos de vai em vem. Ele estava simulando me comer tão violentamente que a cama começou a mexer.
― Gatinho! Gatinho! ― Eu disse. ― Para! Para!
― O quê? Meu amor?
― Vou gozar! ― Respondi me segurando para não explodir.
― Mas já?
― Você não? ― Perguntei.
― Não… ainda tô aguentando um pouquinho.
― Meu deus… como?
― Tá… vou fazer diferente então… ― ele disse.
Ele desabotoou minha calça e baixou meu zíper, em seguida foi puxando minhas calças até me deixar só de cueca. Tinha uma mancha enorme de pré-porra na minha cueca.
― Meu deus, meu amor, tem certeza que você não gozou ainda?
― Não… tô bem… pode vim! ― Provoquei ele.
Ele veio, beijou meu umbiguinho e meteu a língua lá. Depois foi a sua vez de tirar as calças… a diferença é que ele tirou a cueca logo de uma vez, ficando peladinho, peladinho. Ele me segurou pela cintura e me fez virar. Depois ele segurou o elástico da minha cueca e foi abaixando, até deixar minha bunda exposta.
― O que você está fazendo? ― Eu perguntei.
E ele me encoxou deliciosamente… de uma maneira que só ele sabia fazer.
― Você não quer? ― Ele perguntou mesmo sabendo que eu queria.
― Não era minha vez? ― Reclamei.
― Deixa eu te comer primeiro, então… depois é sua vez… ― Ele disse.
― Tá… ― Concordei.
Ele me puxou pela cintura até que eu ficasse de quatro, depois passou a mão na minha bunda e encostou sua ereção em mim. Seu pintinho já estava todo melecado de pré-porra… assim como o meu… principalmente sua pontinha. Depois ele foi puxando minha cueca até que a tirasse por completo.
Ele recuou um pouquinho, posicionou sua boca na altura da minha bunda, separou minhas nádegas e meteu a língua lá dentro. PORRAAAAA! MEU DEUS! COMO EU ADORAVA ISSO! ELE ME DEIXAVA LOUCO FAZENDO ISSO!
― AHHHHH! ― Eu gemi. ― Isso é muito bom!
Ele foi tentando enfiar a língua o mais fundo que conseguia, para lubrificar meu cuzinho.
― Meu deus, gatinho! Que fome é essa? ― Eu zoei.
― Fome de você, meu amor! ― Ele disse lá atrás.
Depois que ele tinha me lubrificado bem, ele disse:
― Môrzin… tô precisando de uma ajudinha aqui.
Eu entendi o que ele queria dizer… o pintinho dele estava seco…
Me virei para ele e caí de boca em sua ereção. O cheiro que exalava de sua virilha era demais… era um cheiro de porra… um cheiro de garoto… de Rafa… cheirava a verão… cheirava a sexo… cheirava a pecado e prazer… era enlouquecedor.
Caí de boca nele. Percebi que hoje ele estava mais duro que o normal… também… o sangue do garoto devia estar fervendo. Chupar o pinto dele era igual chupar meu dedo… ele
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tinha uns onze ou doze centímetros de pau… era branquinho, sem nenhum pelo, tinha a cabecinha vermelhinha, era retinho e tinha gosto/cheiro de porra… o cheiro de porra estava impregnado em todo seu corpo e sua carne.
Dei umas chupadinhas, tentei engolir tudo, mamar um pouco… só sei que o garoto estava delirando de prazer ali em cima…
― Aíí… chega! Para! Senão eu vou gozar na sua boca mesmo!
― Goza! ― Eu disse, abri a boca e coloquei a língua pra fora… nessa hora me deu vontade de levar na cara… sei lá…
― Larga mão de ser bobo… só tem um lugar que eu vou gozar hoje! ― Ele disse e passou o dedinho dele no meu cú.
― Não quero te dar de novo! ― Reclamei.
― Por que? ― Ele disse.
― É estranho!
― Mas dói?
― Não… doer não dói… mas dá uma coceirinha depois, lá dentro, que incomoda um pouco… e demora um tempo pra passar…
― Mas você não gostou? Não foi bom?
― Foi! Foi muito bom!
― Então! Vai que a saliva tá secando! Chupa mais um pouquinho!
― Tá… ― concordei. ― Mas depois você vai deixar eu te comer também, né?
― Vou! ― Ele disse e segurou na minha cabeça, fazendo sinal para eu voltar a chupa-lo.
Botei o pinto dele na boca e agora já estava com o cheiro e o gosto da minha própria saliva. Voltei a dar uma chupadinha nele.
― Ahhhhh! Isso é muito bom! ― Ele disse.
― Vai! ― Eu disse e me virei de costas pra ele, ficando de quatro e apontando minha bunda para ele.
Ele me segurou pela cintura, deu mais algumas lambidas no meu reguinho, encostou sua ereção quente em mim e começou a me penetrar.
Tinha me esquecido de como era essa sensação… de sentir o pintinho dele querer entrar… era uma sensação boa… era deliciosa… e logo ele foi forçando e enfiando. O pinto dele nem era muito grosso não… acho que isso que fazia não doer…
― Ahhhhh! ― Ele gemia enquanto ia me penetrando.
Senti a cabecinha dele entrar e me invadir, depois disso, foi bem fácil enfiar o resto.
― AHHHHHH! PORRA! ― Ele gritou. ― ISSO É MUITO BOM! ― Ele gemia enquanto revirava os olhos de prazer.
E foi aí que ele me atingiu num lugar novo… putz… a sensação de prazer que isso me causou foi inexplicável.
― AHHHHH! ― Gemi.
― AAWNN! Tá gostoso, meu amor? Tô fazendo direito?
Eu não conseguia nem responder… acho que até comecei a babar de tão doido que eu estava. A única coisa que conseguia fazer era gemer… ele tinha me levado num estado de excitação que eu nunca tinha atingido antes… estava sendo mais forte do que tinha sido a primeira vez.
No primeiro dia estávamos muito excitados, mas também tinha sido por um curto período de tempo e também estávamos nervosos e éramos inexperientes… mas isso daqui… agora… meu deus… além de passarmos o dia inteiro no limite de gozar, ele estava mais gostoso que nunca! Ele estava me comendo mais gostoso que nunca!
― AHHHHH! ― Ele gemeu.
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E daí ele começou a intensificar os movimentos de vai e vem. Olha, estávamos usando lubrificação natural de pré-adolescentes… a saliva… logo, logo o efeito passou e ficou bem difícil dele continuar. Ele simplesmente afundou o pênis dele o mais fundo que conseguia em mim e ficou me comendo só com os quadris…
― AHHHHHH! ADORO SEU CUZINHO APERTADINHO! ― Ele gemeu quase gritando.
Agora que o pinto dele já não saía mais do lugar, ele simplesmente começou a mexer os quadris violentamente. A cama começou até a mexer.
― AHHHH! ME COME RAFINHA! ― Gritei.
― AAAHHHHH! QUE DELÍCIA! QUE CUZINHO GOSTOSO! ― Ele gemeu em seguida.
Eu, que estava de quatro, caí e fiquei simplesmente deitado na cama. Ele, enquanto me comia, passou as mãos nas minhas costas e isso me fez ficar arrepiado. Era bom… daí ele segurou meus pulsos e continuou os movimentos de vai e vem em cima de mim. Senti seu pinto ir me penetrando cada vez mais fundo.
― AHHH! VOU GOZAR MEU DELÍCIA!
Ele novamente me atingiu num lugar que me fez delirar de tesão. Meus olhos rodaram e eu vi estrelas. Eu nem sabia mais falar… nem gemer… só sabia babar no travesseiro dele…
Agora que eu tinha caído e ficado deitado na cama, meu pinto estava atritando com o lençol… e… digamos que eu estava sendo masturbado à medida que o Rafinha ia empurrando nossos corpos contra a cama e me fazendo delirar de tesão.
― AHHH! PORRA! VOU GOZAR! ― Ele disse por fim.
E senti um líquido quente, muito quente, inundar meu intestino. Nessa hora eu também gozei. Abri um pouco as pernas, para gozar melhor. Comecei a soltar tudo na cama dele… toda porra acumulada… durante um dia inteiro… gozei… e como gozei…
Ele começou a ter espasmos de prazer enquanto sentia o orgasmo tomar conta de seu corpo. Ele começou a tremer atrás de mim e soltou um longo suspiro de alivio.
― Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! Porra! Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!
Eu senti a porra ir fluindo pelo meu pau e ir melecando toda região entre minha barriga e a cama.
― Aahhhhh! ― Suspirei também.
― Gozou também? ― Ele perguntou.
― Sim! ― Eu disse.
― Não acha que gritamos demais? ― Ele perguntou meio preocupado.
― Acho… ― admiti.
― Ah… mas valeu a pena… ― ele disse.
― AHHHHHHHH! ― Eu gemi enquanto sentia a porra fluir mais e mais… parecia que eu não ia parar de vazar nunca.
― Porra! Isso foi bom… ― ele disse.
― E como… ― acrescentei.
Nessa hora, eu senti sua porra quente escorrer pelo espacinho que sobrava no meu cuzinho. Ele me deu mais umas duas estocadas e depois foi tentar se desgrudar de mim. Eu estava muito mal lubrificado, isso só piorou tudo, mas sua porra ajudou um pouquinho… e o fato dele já não estar mais tão duro como anteriormente ajudou também.
Delicadamente, ele colocou as mãos na minha bunda e foi me empurrando pra baixo, enquanto ia retirando seu pau de dentro de mim, foi horrível… tá… não chegou a ser horrível não… mas foi estranho… foi como se eu estivesse cagando… não foi como a primeira vez… que eu estava tão lubrificado que o creme escorria pela minha perna… enfim…
Ele saiu de dentro de mim e depois caiu do meu lado e me abraçou.
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― Legal… a gente gozar junto… não acha?
Eu me virei para ficar de barriga para cima e ele se deitou abraçadinho comigo.
― Foi… ― eu disse. ― Mas vamos usar creme da próxima vez… na base da saliva não dá certo…
― Aí… desculpa meu amor… eu te machuquei? ― Ele perguntou preocupado.
― Não… mas porque você não me comeu direito, né! Você só enfiou uma vez… e depois que a saliva secou, começou a arder um pouquinho, mas não foi nada demais…
― Aí… desculpa, meu amor… prometo não fazer sem creme da próxima vez…
― É… ― eu disse. ― E eu também! Mas daqui a pouco você vai saber como é… ― E eu passei a mão na bunda dele.
― Aí meu amor! Quer mesmo?
― Claro! Claro que quero! Quero saber como é… ― eu disse.
― Tá bom… por você eu faço… mas vamos descansar um pouquinho, né?
― Vamos…
Ele se levantou, apagou a luz, acendeu o abajur e veio se deitar comigo de novo. Dessa vez ele se deitou do meu lado, e ficou de frente para mim… ficamos frente a frente, na verdade.
Ele passou o dedinho pelo meu braço e disse baixinho:
― Te amo…
― Eu também me amo… ― eu disse brincando, ele riu. ― Chega mais perto… ― Pedi.
Ele se aproximou mais um pouco de mim até nossos corpos ficarem à meio palmo de distância. Então ele colocou a mão na minha cintura. Eu encostei meu dedinho em seu peito e fui descendo devagarzinho, para fazer carinho.
― Você é tão lindo! ― Ele disse e acariciou minha bochecha.
― Aí gatinho… assim você me mata de vergonha…
― É sério… ― Ele disse rindo.
Eu continuei descendo meu dedo até alcançar seu peruzinho meio mole.
― Você não vai tomar banho não?
― Por que?
― Você me comeu… Hahaha… é meio que… no mínimo você devia lavar teu bichinho…
― Ah… é… tem razão… quer fazer algo a respeito? Eu digo… rola uma chupetinha agora?
― Nem fodendo! ― Eu disse rindo.
Ele deu um beijo na minha testa, passou o braço por baixo do meu e me puxou para perto. Eu abri a boca de sono.
― Tá com soninho, meu amor? ― Ele perguntou.
― Não… ― respondi. ― Ainda quero te comer… ― insisti.
― Eu sei… e eu vou deixar… ― Ele disse e passou o dedinho no meu cabelo, tirando da minha testa. ― Mas vamos descansar um pouquinho agora, né?
― É… ― eu concordei e abri a boca de sono novamente.
Estávamos frente a frente, daí eu me virei e fiquei de costas para ele. Ele me abraçou, chegou seu corpo bem perto do meu e beijou minha cabeça.
― Agora vamos dar uma descansadinha, né, meu amor?
Eu fiz que sim com a cabeça. Daí ele começou a passar o dedinho no meu braço. Eu abri novamente a boca de sono. Minhas vistas começaram a pesar e o sono começou a tomar conta de mim. Mas eu não ia dormir ainda… eu ainda queria comer ele… por isso tinha que ficar acordado. Não podia dormir… mas tudo estava ficando escuro… não! Eu ainda tinha que comer ele! Mas ele estava fazendo um carinho tão gostoso no meu braço que eu sumi da Terra.
Ouvi um barulho muito grande vindo do lado de fora do quarto. Demorei alguns milésimos de segundo para acordar.
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― RAFAAAAAAAA!
Tum, tum, tum… bateram na porta. Quando me dei conta, o quarto estava claro… não era a luz do abajur… nem a luz do teto… era a luz do sol. Já era dia! Merda! Devo ter pegado no sono!
― RAFAAAAAAAAAAAAAA! ABRE AÍ! ― Tum, tum, tum…
Eu conhecia essa voz… era de alguém que eu conhecia… o Rafa se levantou e eu percebi que tínhamos dormido juntos. Minhas costas estavam todas suadas, porque estava calor e porque ele tinha dormido grudado comigo. Eu e ele estávamos pelados.
― RAFAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! SOU EU! IGOR! E O MIGUEL TAMBÉM ESTÁ AQUI! ABRE AÍ!
Nãooooo! Que merda! O que esses dois faziam aqui? O que eles faziam aqui tão cedo? Quer dizer… não sei que horas eram… mas não parecia ter se passado do meio dia. Igor? E Miguel também? Que merda cara… o que eles iam pensar da gente Mais que depressa eu vesti minha cueca, minha calça e minha camiseta. Rafa só vestiu uma cueca e uma bermuda.
― PERAAAA! JÁ VOU! ― Ele gritou para os meninos lá fora e abriu a porta.
Igor e Miguel estavam parados na porta e, quando me viram, ficaram com um ponto de interrogação na cara.
― Porra! Achamos o Lucas! ― Miguel disse rindo. ― Olha no teu celular! Deve ter umas duzentas chamadas perdidas aí! Você não atende a gente!
― Oi pra vocês também, galera! ― Eu disse.
Peguei meu celular e vi que eram nove e quinze da manhã. Tinham infinitas ligações perdidas do Igor e do Miguel.
Os dois entraram no quarto e se sentaram na cama que tinha sido nosso ninho de amor ontem à noite. Ah… que coisa mais brega de se falar… deixa quieto…
― Lucas, fomos atrás de você pra te chamar pra vir pra cá… ― Igor começou.
― Mas parece que vocês dois já estavam se divertindo sem a gente… ― Miguel terminou.
E como…
― Foi mal galera. Eu nem ia dormir aqui… mas antes do futebol terminar, meus pais me ligaram dizendo que não estariam em casa essa noite… daí o Rafa me chamou pra dormir aqui… ― Inventei essa desculpa na hora.
― Hum… ― Igor disse. ― Miguel! Mostra pra eles o que a gente comprou!
E Miguel começou a rir desesperadamente. Eu olhei para o Rafa e ele também não estava entendendo nada. Foi quando Miguel retirou uma revista Playboy de dentro da mochila dele. Aff… sério?
― Ei, chega aí, galera! Vamos dar uma olhada em alguns peitos! ― Igor disse rindo. ― Fecha a porta aí, Rafa!
Aff… agora que eu estava acordando que eu estava lembrando de tudo. Aff… cara… o Rafa não tinha me deixado comer ele ontem à noite! Ele tinha me enganado! Ele falou que ia me dar e ao invés disso me colocou pra dormir! Aff! Isso me deixou com raiva! Sem falar no jeito que eu acordei hoje! Quase morri do coração quando ouvi batidas na porta enquanto estava deitado pelado com o Rafa. Aff… isso que eu chamo de acordar de mau humor… e agora eles queriam ver revista de mulher pelada! Era só o que me faltava!
Rafa fechou a porta e se juntou aos garotos na cama. Eu, que estava em pé, me sentei também. E ficamos os quatro ali folheando uma revista cheia de bundas nuas.
― Caraaaaa! Olha que gostosa essa! ― Miguel disse e apontou o dedo para uma loira.
― Putz! ― Igor concordou. ― Ahhh! Meu deus! Que que eu não daria para passar a mão nessa aqui!
Eu olhei para o Rafa e ele também estava encarando as bundas. Merda… ele estava fingindo melhor que eu.
― Caraaaaaaa! Olha essa! ― Rafa apontou para uma mulher de pernas abertas que tampava sua buceta com seu dedo mindinho.
― Wow! ― Igor concordou.
Depois de mais algumas folheadas eu resolvi fazer igual. Eu exclamei:
― PUUUTZ! OLHA ESSA! ― Mais empolgado do que o normal.
― Ah… ― Miguel disse. ― Essa eu não pegaria não… achei a de trás mais gostosa…
― É… ― Igor concordou. ― Eu também.
― ―
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Aff! Viu como eu não sirvo pra escolher mulher? Quando eu falo vocês não acreditam! Olhem aí! Devo ter escolhido uma ruim! Mas não era culpa minha! Eu não sabia distinguir se a mulher era gostosa ou não…
Depois de mais algumas folheadas, Igor disse a seguinte frase:
― Vamos entrar num site pornô?
― BORA! ― Miguel se animou.
Afffffffff! Podia ficar pior?
― Vou ligar meu computador! ― Rafa disse.
Aff… podia… enfim… nós continuamos folheando a revista e falando de putaria até o computador ligar. Igor se sentou na cadeira e digitou ‘www.xvideos.com’.
― Tá sabendo das coisas hein, Igor? ― Rafa zoou.
― Claro ué! ― Ele respondeu e todos rimos.
Já eram umas dez da manhã quando começamos a assistir os pornôzão. Igor só escolhia os lésbicos ou os que eram orgias entre várias mulheres e um homem. Bom… claro que fiquei duro! Não é porque não gosto de meninas que vou broxar assistindo pornô… era excitante… e também era excitante ver os meninos do meu lado ficarem excitados.
Dava para ver o volumão que tinha se formado na bermuda do Igor e do Miguel. Olhei para o meu gatinho e ele também estava durinho. Ah… meu gatinho estava sem camisa… taí um motivo para eu ficar duro.
Ficamos assistindo pornô durante uns vinte minutos. Até que o Igor colocou em um vídeo que mostrava uma buceta em alta resolução… e a câmera estava bem perto.
― Ahhhhh! Não vejo a hora de comer uma buceta… cara… deve ser muito bom! ― Igor disse.
― E é… a primeira que eu comi foi deliciosa… ― Miguel soltou.
Nessa hora nós três olhamos para ele chocados. Não sabíamos que ele já tinha feito sexo.
― Você não é virgem? ― Igor perguntou para o Miguel.
― Não! Você é? ― Miguel respondeu.
― Claro! Tenho doze anos!
― A minha primeira vez foi com onze! Tô quase fazendo treze!
― PARA TUDO! ― Igor gritou. ― PARA TUDO! VOCÊ NÃO É VIRGEM? CONTA TUDO!
Miguel estava rindo da reação do Igor.
― Conto, ué… foi ano passado… tinha uma menina que morava na minha rua… ela tinha quinze anos na época… e ficava dando em cima de todos os moleques da rua… uma vez eu fui lá trocar uma ideia com ela… aí ela me chamou para entrar na casa dela e eu entrei. Depois ela perguntou se eu era virgem… e eu, muito inocente, respondi que era de libra!
A gente começou a rir da idiotice do Miguel. Daí ele continuou.
― Ela riu e perguntou se eu queria aprender a fazer sexo… aí eu fiquei mó nervoso na hora… eu disse para ela “Sexo??”… e ela disse “Sim, sexo!”… aí eu falei que não sabia… daí ela colocou a mão bem aqui. ― Ele disse e apontou para seu pinto duro. ― E perguntou se eu deixava ela botar na boca. Eu estava meio assustado e disse que não sabia… aí ela disse que ia ser bom e eu topei… daí ela tirou minhas calças, pagou um boquete pra mim e depois me pediu pra comer ela. Ela me levou pra cama, tirou a roupa e abriu as pernas… eu fui lá, fodi ela e ela pediu para que quando eu fosse gozar, gozasse na barriga dela, já que estávamos fazendo sem camisinha… aí eu comi ela um pouco, depois subi em cima dela e fiquei batendo uma até gozar na barriga dela…
Nós três estávamos perplexos com a história que ele tinha acabado de contar… quer dizer… acho que o Igor foi o que mais se surpreendeu. Eu e o Rafa também não éramos mais
― ―
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virgens… quer dizer… transamos, não transamos? Acho que isso que fizemos conta como perder a virgindade…
Bem… mas eu era mais virgem que o Rafa… ele já tinha comido um cú… o meu, por sinal… e eu não tinha comido o dele ainda… e isso era culpa dele… que tinha me enganado duas vezes… e eu estava muito puto com isso.
― Isso é sério? ― Igor disse.
― Sim. ― Miguel respondeu sendo sincero.
― Cara… que isso! Quero comer uma mina também!
― Foi bom… ― Miguel disse.
Igor deu play no vídeo e a moça continuou a mexer na buceta dela em Full HD. Depois de mais alguns vídeos, Miguel disse assim:
― Ei, Rafa… posso usar o banheiro?
Nós três olhamos para Miguel e começamos a rir.
― Você não vai bater punheta na minha casa, né? ― Rafa reclamou rindo.
― Ah mano… vai… por favor! Tô pra gozar na cueca! Juro que não faço lambança!
― Aff! ― Rafa reclamou. ― Vai lá…
Miguel se levantou e foi para o banheiro que tinha no quarto do Rafa. Entrou e se trancou lá.
― VÊ SE NÃO GEME QUANDO GOZAR, MIGUEL! ― Igor gritou.
― Shhhhhh! ― Rafa reclamou. ― Minha mãe tá em casa, porra! Vê se não grita isso de novo!
― Aí! Foi mal! ― Igor se desculpou arrependido. ― Aí, Rafa… não é por nada não… mas não tem outro banheiro que eu possa usar não?
― É sério isso? Vocês dois vieram aqui em casa bater punheta?
― Ah… vai! Também tô a ponto de gozar aqui…
― Bate aqui no quarto mesmo… ― Rafa disse.
Eu queria morrer quando ele disse isso. Uma onda de depressão tomou conta do meu corpo. Não… não… o Rafa não estava fazendo isso comigo…
― Que aqui o que! Tá doido! ― Igor zoou.
― O que? Todo mundo aqui é menino e faz isso! ― Ele insistiu.
Eu queria bater nele aqui mesmo. Me senti excluído. Me senti jogado fora… é claro que ele ainda sentia algo pelo Igor… o Igor ainda era seu Crush… e o que eu podia fazer? Ficar ouvindo ele pedir para o Igor tirar o pinto na minha frente… aff… quase chorei nessa hora.
― Ah, vai se foder! ― Igor respondeu. ― Posso usar o banheiro do corredor?
― Vai lá, porra! ― Rafa respondeu rindo.
E assim o Igor saiu de cena. Eu e o Rafa ficamos sozinhos no quarto. Eu estava ali no colchão com a cara fechada.
― Então, meu amor, ficamos sozinhos por um tempo, topa uma rapidinha? ― Ele chegou todo meigo perto de mim, já querendo me beijar.
― Tá de brincadeira comigo, né? ― Nessa hora ele se assustou.
― O que foi, meu amor?
― O que foi? Quer que eu comece por onde? Você dando em cima do Igor bem na minha frente ou você me enganando? Dizendo que depois você ia deixar eu te comer também, e ao invés disso me botou pra dormir!
Ele estava sem palavra e sem reação
― NÃO! MEU AMOR! PELO AMOR DE DEUS! Eu nunca ia fazer isso com você, meu amor! Pelo amor de deus! ― Ele disse, se ajoelhou na minha frente e pegou minhas mãos. ― Eu estava zoando o Igor! Só isso! E ontem eu dormi sem querer! A gente ia fazer! Eu juro!
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Eu queria acreditar… queria mesmo… mas não estava acreditando… eu vi com meus próprios olhos… eu vi com meus próprios olhos ele dando em cima do Igor!
― Eu não sabia que você se importava tanto com isso! Ontem… no vestiário… com o Henrique… você não foi ciumento!
― Eu não sou ciumento! ― Menti.
― Está sendo agora! Lucas! Pelo amor de deus! Só existe você para mim! Juro! Eu disse isso para o Igor porque estava pensando com a cabeça errada! Juro! E eu não sabia que você tinha ficado chateado… de ter dormido ontem… desculpa… se isso significa tanto para você… eu dou pra você…
Aff… o que eu estava fazendo? Cara… eu estava fazendo meu gatinho se humilhar! Que direito eu tinha? Eu é quem tinha o traído… aquele dia… com o Matheus… e agora ele estava aqui se desculpando comigo… apenas porque ele tinha feito uma brincadeira com o Igor… e porque não tinha me dado ainda… como se ele precisasse… como se ele devesse alguma coisa para mim… aff… como eu era egoísta… nessa hora me senti muito mal…
― GATINHO! ME PERDOA! ― Eu me joguei nos braços dele. ― ME PERDOA! ME PERDOA!
― Perdoar o que? Eu que estou errado… você não fez nada… ― Ele disse.
― Me perdoa! Por favor! Nunca mais brigo com você! Eu juro!
Seus braços envolveram meu corpo e acariciaram minhas costas.
― Calma, meu amor… calma…
Ele passou a mão nos meus cabelos e eu senti suas costas nuas. Botei minha cabeça no seu ombro e queria chorar… mas segurei a emoção.
― Estamos bem, então? ― Ele perguntou.
― Estamos… me perdoa…
― Você não fez nada… para de falar isso… ― Claro que eu tinha feito… o nome dele era Matheus. Mas eu ainda não tinha coragem de contar.
― Estamos bem? ― Ele perguntou novamente.
― Estamos…
E ficamos abraçados ali por alguns minutos. Até que eu disse brincando:
― Eu adoraria ver o Igor batendo uma aqui no quarto…
Ele riu e disse:
― Né?
E nós ficamos de bem… ainda bem… não sei se conseguiria ficar brigado com meu gatinho…
Nos separamos, ele subiu em sua cama e se deitou com as mãos atrás da cabeça.
― Aí aí… tá todo mundo batendo punheta… acho que deveríamos bater uma também…
E daí ele tirou o pau pra fora e começou a bater uma.
― Aff… ― eu disse rindo. ― Guarda isso.
― Ah… tô duro… punheta matinal…
Eu me levantei do colchão e me sentei em sua cama.
― Quer uma ajudinha aí? ― Ofereci.
Ele soltou seu pinto e colocou as mãos atrás da cabeça. Eu peguei sua ereçãozinha e comecei a masturba-lo.
― Ahhhh! Isso é bom. ― Ele disse e fechou os olhos. ― Não rola uma chupadinha não?
― Tá doido? Com os garotos aqui em casa? ― Eu disse.
― É… ― Ele disse rindo.
― Nem pensar…
― ―
153 Continuei ali batendo pra ele por mais uns cinco minutos, até ouvirmos a porta do banheiro do Igor abrir. Na hora eu soltei o pinto do Rafa, me levantei, fui até o computador e dei play no vídeo que estava passando ali, e fingir estar assistindo.
― AH! PORRA RAFA! GUARDA ISSO! ― Igor gritou quando entrou no quarto e viu o amigo batendo uma na cama.
― Que que foi? Tô no meu quarto, na minha casa! Não tenho o direito de me masturbar no conforto da minha cama não? ― Ele disse rindo.
― PORRA! CARALHO! ― Igor gritou envergonhado. ― E que que você tá vendo aí, Lucas? ― Igor disse e se sentou na cadeira do lado, pra assistir o vídeo comigo.
― Ah… tô terminando de ver aquele vídeo lá…
― Ah… o banheiro tá livre… se quiser… ― ele disse me zoando.
― Nada… tô bem, obrigado… Hahaha…
― Como você consegue ficar no quarto com o Rafa se masturbando? Meu deus! ― Ele disse e olhou para trás, mas virou o rosto rapidamente.
― Hahaha… deixa o coitado gozar em paz… ― eu zoei.
Logo ouvimos Miguel sair do banheiro.
― PUTA QUE PARIU, RAFAEL! QUE QUE VOCÊ TÁ FAZENDO? ― Miguel exclamou quando viu o Rafa ali na cama.
― Ah… vocês todos são idiotas! ― Rafa disse zoando. ― Deixa eu aqui, porra! Tô entre amigos… Hahaha…
Miguel se juntou a mim e a Igor no computador, enquanto o Rafa se aliviava ali atrás na cama…
― Ah, seus putos! Vou terminar no banheiro! ― Rafa disse e foi para o banheiro do quarto dele.
Os dois garotos já tinham gozado, daí eles não queriam mais assistir pornô. Graças a deus! Daí nós começamos apenas a mexer no Facebook até o Rafa sair do banheiro.
Depois disso, nós descemos para a sala e ficamos jogando Call of Duty até a hora do almoço. Almoçamos na casa do Rafa mesmo. Nós quatro passamos a tarde lá. Ficamos lá até minha mãe vir me buscar, lá para as quatro horas… Miguel e Igor estavam de bicicleta, então quando eu saí, eles foram embora também…
Os dois bastardinhos arruinaram minha tarde com o Rafa, mas foi bem legal… eu gostava deles… éramos amigos… no final foi uma tarde legal… só a noite que foi triste… eu e o Rafa desperdiçamos tempo dormindo… poderíamos ter brincado tanto… poderíamos ter feito tantas coisas… mas no geral foi bom… deu para aliviar a tensão um pouco… eu estava precisando disso… ficamos uma semana só nos pegando na escola… era difícil namorar lá… podíamos ser pegos a qualquer momento… enfim…
Nessa semana quase não vi Matheus… depois de segunda-feira… depois do nosso pequeno lance… eu tentei evitar ele um pouco… ele foi lá terça… chamou… chamou… e eu fingi que não estava em casa… depois disso ele também deu uma sumida… mas era o melhor para nós dois…
Mas no geral, a sexta-feira tinha sido legal… Arthur descobriu sobre a Vicky… consegui abrir o jogo com o Rafa sobre isso e ele levou na boa… tive uma ótima noite de sexo com meu gatinho… não tanto quanto eu gostaria, mas foi bom… foi bom…

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2 Comentários

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  • Responder Seila ID:e243s2gzk

    Não demore para postar a continuação por favor

    • greenbox amigobc ID:dloya5u42

      oi seila sexta o mesno mais alguns as 22 hrs