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O menino dos olhos verdes 19 & 20

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Episódio 19 ― Experiências | Episódio 20 ― Minha Admiradora Secreta

― E? ― Eu perguntei depois que ele cuspiu a resposta envergonhado.
― E o que? ― Ele disse.
― E como foi? Você viu que é bom?
― Ahan…
― Pois é… nós, meninos, fazemos isso de vez em quando pra ajudar a aliviar o stress, sabe? Quando você está muito nervoso… ou então quando está muito feliz… aí ajuda…
― Ahan…
― Ou quando você está namorando… aí também dá vontade de fazer isso.
― Ahan…
Ele estava muito tímido… também, devia ser a primeira vez que ele estava falando sobre sexo com alguém…
― E aí… ― Eu disse.
― E aí o que? ― Ele perguntou.
― Você chegou a gozar? ― Fiz a pergunta que não queria calar.
Ele ficou meio sem entender o que eu tinha perguntado… aff… com certeza ele não tinha atingido o orgasmo… se ele tivesse gozado, saberia do que eu estava falando… fiquei imaginando esse garoto brincando com o próprio peru até se cansar…
― Gozar? ― Ele perguntou.
Nessa hora eu me levantei da cadeira do computador e fui até a porta. Dei uma olhadinha no corredor para ver se não tinha ninguém perto, daí voltei para o quarto e fechei a porta.
― Minha mãe ainda está em casa. ― Eu disse. ― Quando ela for embora eu te mostro.
― Me mostra o que? ― Ele perguntou meio assustado e meio curioso.
― Como gozar, ué… ― eu disse por fim.
Alguém precisava ensinar esse garoto direito… e confesso que eu queria me aproveitar um pouquinho. Olha… eu sou bem tímido… mas agora não estava… era como se meu lance com o Rafa tivesse me feito ter um pouquinho mais de auto confiança…
Sem falar que eu não reparava na aparência do Matheus. Eu e o Matheus sempre fomos quase irmãos… então eu já tinha me acostumado com a aparência dele… mas se prestar atenção… ele é até bem gatinho…
Suponha um universo onde ele seja meu namoradinho… eu estaria até que muito bem acompanhado. Ele era menor que eu, tinha cabelos escuros e pele clara. Ele era magro e tinha aquela barriguinha estufadinha de criança pequena. Suas bochechas eram fofinhas e gostosas de apertar.
Seu cabelinho não era nem curto nem longo… era meio termo… e ele usava o cabelo para baixo… nada de topete de mocinho… ele usava bem aquela franjinha sem graça puxada para baixo que as mães fazem.
Enfim… é que por conviver muito com ele, eu não reparava muito em sua aparência, mas resumindo, ele era bem gatinho e gostoso. Uma criança bem filet.
Quando eu terminei minha frase, ele ficou meio desorientado. Acho que ele não tinha entendido muito bem o que eu queria dizer com “mostrar como gozar”… mas entenderia logo, logo… mas por causa disso ele ficou quieto sem saber o que responder.
― Quer jogar um pouquinho? ― Eu ofereci o computador para ele.
Ele fez que sim com a cabeça e se mostrou um pouco aliviado por mudarmos de assunto.
Eu estava sentado na cadeira giratória do computador, daí fiz sinal para ele vir jogar. Ele se aproximou e sentou meio que no meu colo… ele se sentou no espaço da cadeira que estava
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sobrando entre minhas pernas, mas foi o suficiente para que sua bundinha encostasse no meu pau, já duro por sinal…
Ele estava usando um shortinho infantil que era bem apertadinho pra idade dele, daí sua bundona ficou bem agarrada no short.
Eu passei meus braços por dentro dos dele e alcancei o teclado e o mouse. Entrei num site de joguinhos e botei um para ele jogar.
― Pode ser esse daqui? ― Eu perguntei.
― Ah não… ― ele disse. ― Bota esse daqui. ― E apontou com seu dedinho de oito anos o quadradinho que queria.
Botei no que ele escolheu e soltei o teclado e o mouse, deixando que ele tomasse o controle. Quando ele começou a jogar, eu coloquei minhas mãos em seu corpo, para meio que abraça-lo. Tá… agora eu admito que tinha ficado nervoso. Minhas mãos começaram a tremer um pouquinho.
O garoto estava concentrado no jogo… mas eu estava concentrado no sexo… eu não via a hora que minha mãe fosse embora para eu que eu pudesse aliciar ele sem problemas. Fui sentindo sua barriguinha com as mãos, bem inocentemente mesmo… mas eu comecei a ficar nervoso… pois em alguns minutos eu poderia ter uma segunda experiência.
Cheguei meu nariz perto do pescoço dele e, bem discretamente, dei uma cheirada. O garoto exalava um perfume de menino que era tentador. Era um cheiro bem diferente do Rafa. O Rafa cheirava sei lá… verão… adolescência… confiança… era um cheiro loiro… dourado como seus cabelos… já o Matheus… ele tinha um cheirinho mais inocente… mais azul bebê… mais criança… mais carinhoso… era diferente… não posso dizer que um era melhor que o outro porque eram diferentes… ambos eram bons e tinham sua perfeição única.
Bem discretamente, coloquei uma mão na coxa do Matheus… botei de uma maneira bem inocente, mas deu para sentir ela toda. Adorava o seu tamanho e maciez. Era gostosinha demais. Sua coxa era quentinha e convidava ao prazer. Dei uma apertadinha para ver se recebia uma resposta positiva de seu pintinho… depois eu até dei uma reparadinha em seu shortinho, mas não dava para saber se ele estava durinho ou não.
Eu continuei ali abraçado com ele por mais uns dez minutos. Ele nem prestava atenção em mim, só atirava em robôs do mal no joguinho… mas eu prestava muita atenção nele… em sua respiração… em seu pulso… em seu cheiro… e em seu pescoço… que agora eu estava morrendo de vontade de experimentar.
Ficamos assim até eu ouvir um grito da minha mãe dizendo que o almoço estava pronto.
― Já almoçou, Matheus? ― Eu perguntei no ouvidinho dele, para ver se conseguia alguma reação positiva… como um arrepio ou algo do tipo… mas nada…
― Não…
― Quer comer? ― Eu perguntei.
― Pode ser… ― Ele disse e se levantou rapidamente, como se meu colo não fosse nenhum pouco confortável… acontece…
Ele foi na frente e eu fui logo atrás. Cara… sério… acho que eu nunca tinha reparado nele mesmo… porque do nada ele tinha se tornado todo gostosinho… olha o tamanho do bundão dele… puta que pariu… que vontade de dar uma passada de mão ali…
Só sei que meu pinto não sossegava dentro da cueca… acho que meus hormônios estavam a flor da pele… eu nunca tinha reparado no Matheus assim… mas agora que tínhamos discutido sobre masturbação… ele tinha chamado minha atenção… e aqui estava eu… pensando com a minha segunda cabeça…
Eu e ele fomos até a cozinha e minha mãe nos serviu almoço. Ela comeu com a gente… macarrão com queijo… mó gostoso…
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Quando terminamos de almoçar, eu fui para o banheiro escovar os dentes e deixei o Matheus na sala. Entrei no banheiro, tranquei a porta e dei uma apertada no meu pau.
― Caaaaaalmaaaaaa! Eita eita!
Uma sensação boa tomou conta do meu corpo quando fiz isso.
Fui até o espelho e dei uma olhada em mim. Eu ainda estava sem camisa e de meias… vestindo nada além de uma calça jeans azul. Desabotoei o botão da minha calça e baixei meu zíper. Dei uma olhadinha dentro da minha cueca e estava acontecendo de novo. Meu pintinho estava soltando pré-porra… acho que é isso que acontece quando se está muito excitado… e confesso que eu estava muito excitado. Eu não sabia o que ia acontecer agora… eu não sabia que rumo eu tomaria com o Matheus… e isso me deixava incrivelmente excitado.
Enfim… subi meu zíper, e dei uma puxadinha no elástico da minha cueca, pra que ele ficasse aparecendo… eu ficava mais gostoso assim… hahahaha… daí saí do banheiro e fui até a sala onde Matheus assistia TV. Sentei bem do ladinho dele, colado. E fiquei assistindo o desenho com ele. Nessa hora consegui me desligar um pouco do mundo e me concentrei cem por cento no desenho.
Bem… fiquei assim até que minha mãe disse a seguinte frase:
― Meninos! Estou indo para o trabalho… volto às seis.
Certo… quando ela disse isso meu coração disparou. Antes era ela quem estava me impedindo de agir… mas agora eu ficaria livre para fazer o que quisesse… e eu tinha medo de que não tivesse coragem de terminar o que tinha começado. Mas vamos lá… coragem, Lucas… você tem que ter o controle da situação… senão vai dar tudo errado…
― Ei… Matheus… quer ir lá jogar no computador? ― Eu perguntei.
― Não.
A resposta dele foi como um tapa na cara. Eu queria levar ele pro quarto… pra gente ficar mais à vontade… agora não sabia o que fazer…
― Deixa terminar o desenho… depois a gente vai… ― ele completou sua frase.
Tá… eu tinha sido precipitado demais… ele só queria esperar o desenho acabar… tá… menos mal… Okay… agora só faltava eu pensar no que iria fazer quando chegasse no quarto… mas parece que eu estava sem ideias.
Fiquei tentando bolar alguma coisa até o desenho acabar… mas não consegui pensar em nada.
― Bora lá? ― Ele me chamou enquanto desligava a TV.
― Bora… ― eu disse.
Ele foi na frente e eu fui o acompanhando. Infelizmente ele chegou no quarto primeiro e se sentou na cadeira do computador antes que eu pudesse me sentar também… ficaria estranho eu ir lá agora… daí me sentei na minha cama mesmo.
Merda… eu estava sem ideias… como ia tocar no assunto de novo… àquela hora estava perfeita… se minha mãe não estivesse em casa…
― Lucas? ― Matheus disse.
Se minha mãe não estivesse em casa… eu poderia ter seguido em frente… merda…
― Lucas? ― Matheus me chamou de novo.
Mas eu nem estava ouvindo ele… a única coisa que eu conseguia pensar era em como fazer o assunto punheta surgir de novo… para que a partir dali eu tentasse levar a brincadeira para outro nível…
― Lucas? Você não disse que ia me mostrar aquele negócio? ― Ele disse.
Aff… Lucas! Seu idiota! O garoto te chamando e você não dá atenção para ele! Seu retardado mental! Se você tivesse prestado atenção, veria que o próprio Matheus tocaria no
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assunto de novo… ele era uma criança… e era uma criança curiosa… a única coisa que você tinha que fazer era… nada…
― Que negócio? ― Eu perguntei me fazendo de inocente.
― Aquele lá… que você disse que estava esperando sua mãe ir embora para me mostrar…
― Hum… ― eu disse.
Me levantei, fechei a porta e passei a chave.
Bem, Lucas, agora era um caminho sem volta… você tem que ser confiante e não pode se mostrar fraco… você tem que ter controle da situação a todo momento.
― Vem cá! ― Eu o chamei enquanto ia andando até minha cama.
Ele se levantou da cadeira do computador e veio se sentar na cama comigo.
― Olha… você disse que se masturbou… né?
Ele ficou meio tímido. Mas eu sei que ele queria isso tanto quanto eu. Eu pude ver em seus olhos. Sua expressão dizia uma coisa, mas seus olhinhos castanhos diziam o contrário.
― Hein, Matheus? Não precisa ter vergonha de mim não! Você se masturbou, não foi?
Ele fez que sim com a cabeça.
― Pode me mostrar como fez? ― Eu perguntei.
― O QUE? ― Ele disse num grito de espanto.
― É… me mostra como fez!
― Não vou mostrar meu pinto pra você!
Merda… o garoto estava saindo do meu controle. Vamos, Lucas, mantenha a calma e o controle… você consegue.
Eu pensei isso, mas na verdade estava muito nervoso… acho que estava mais nervoso que o próprio Matheus… na verdade esse menino estava era calmo demais.
― Aff… ― eu disse. ― Já disse que não precisa ter vergonha de mim! Olha! Se quiser eu te mostro o meu.
Mas eu não esperei ele responder. Desabotoei minha calça e baixei meu zíper. Nessa hora ele ficou me olhando meio surpreso. Ele não esperava que eu fosse fazer isso. Daí puxei o elástico da minha cueca e mostrei para ele minha ereção.
― Viu! Não precisa ter vergonha! Eu já te vi pelado!
E isso era verdade. Quando ele era menor, por volta dos quatro ou cinco anos de idade, ele andava peladinho pela casa sem nenhum pudor, principalmente quando estava calor. Naquela época eu ainda não sentia atração por garotos, por isso nem cheguei a aproveitar dele do jeito que gostaria, mas agora eu estava diferente… e ele também… parece que agora que ele tinha criado um miolo e junto com isso também tinha criado vergonha na cara. Enfim… eu já tinha visto ele pelado… quando ele era menor… e ele sabia disso.
Quando mostrei minha ereção ele imediatamente se levantou da cama, virou a cara para não olhar e colocou a mão na frente.
― Não faz isso! ― Ele disse. ― Não quero ver teu pinto!
Aff… ele não estava se abrindo e eu não sabia mais o que fazer. Guardei meu pinto dentro da cueca e agora quem estava com vergonha era eu.
― Matheus! ― Eu disse.
― Você tá doido? Eu não sou veado! ― Ele retrucou.
Aff… e agora? Fodeu! Merda… ele precisava se abrir… ele precisava se entregar… e eu não sabia o que fazer para resolver esse problema.
Peguei no pulso dele e gesticulei para que ele se sentasse de novo.
― Ei! Matheus! Não tô falando que você é veado! Olha… eu sou seu amigo, não sou? ― Ele fez que sim com a cabeça. ― Então! Eu só quero te mostrar uma coisa que você vai gostar
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muito… você confia em mim? ― Novamente, ele fez que sim com a cabeça. ― Pronto. ― Eu disse. ― Então já que você confia em mim, não precisa ficar com vergonha… não vou contar pra ninguém sobre isso daqui… tá? Não vou contar pra ninguém! E também quero pedir pra que você também não conte… isso morre aqui, beleza?
― Tá… ― ele disse sem saber o que responder.
― Okay… eu sou seu amigo! Confia em mim… Okay?
― Tá! ― Ele disse.
― Certo… então me mostra o seu!
Ele ficou com dúvida sobre o que fazer. Se levantou, olhou para os lados e depois olhou para mim… até que ele criou coragem, segurou seu shortinho e sua cuequinha pelos lados e os abaixou, liberando seus sete, talvez oito, centímetros de pênis duro de menino.
Perfeito! Game Over! Foi o que eu pensei na hora… o menino tinha abaixado as calças… de agora para a frente estava fácil, fácil…
― Certo… ― eu disse. ― Vem cá! ― E fiz sinal para que ele se sentasse do meu lado.
Ele veio e se sentou.
― Tá… agora me mostra como você fez.
Daí ele levou o dedinho até seu peruzinho e começou a acaricia-lo. Ele literalmente estava fazendo carinho. Sua cabecinha era coberta por prepúcio, daí ele começou a acariciar ali também.
― Tá… ― Eu disse sem saber muito o que fazer. ― Me imita.
Novamente, eu puxei o elástico da minha cueca e liberei a minha ereção. Diferente da ereção seca dele, pela cabecinha do meu pau, já vazava pré-porra até… estava todo melecadinho e babado… passei meu polegar e espalhei a pré-porra que saía da pontinha em toda minha glande. Cara… isso era bom…
Mas enfim… o Matheus tinha que me imitar, então comecei os movimentos de vai e vem, bem devagar.
― Isso, faz assim…
E ele começou a se punhetar também… bem desengonçado… mas pelo menos tava dando certo… pois o garoto começou a ficar bem piradinho.
Eu estava prestes a gozar… daí parei um pouco… não queria gozar ainda… ele viu que eu parei e parou também.
― Não… continua! ― Eu encorajei e ele voltou a se punhetar.
Ele só tinha abaixado as calças… então seu shortinho e sua cueca ainda estavam presos em seus calcanhares. Eu e ele estávamos sentados na cama, daí eu voltei a guardar meu pinto na cueca, me levantei e me ajoelhei na frente dele.
― Aqui… tira seu short…
Eu disse isso e tirei o seu short e cueca dos pés. Ajudei ele para que ele não precisasse parar.
― Aí… agora abre mais um pouquinho as pernas…
Eu disse e coloquei minhas mãos em seus joelhos, e fiz com que ele abrisse mais um pouquinho as pernas.
― Isso… pronto… agora vamos tirar a camisa que fica melhor.
Eu disse e agarrei a camiseta dele por baixo. Ele estava usando uma camisetinha cavada de criança. Ele ergueu os braços para que eu removesse sua camiseta, mas logo já voltou com a mão para o lugar certo.
Depois disso eu voltei a me sentar ao seu lado e fiquei observando ele se masturbar… eu parecia um cão com fome. Ele também estava vidrado olhando para seu pintinho.
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― Pera, Matheus… você tá todo errado… ― eu disse… mesmo com ele fazendo direitinho. ― Deixa eu te mostrar como é que se bate uma direito…
E eu agarrei o peruzinho dele. Ele se assustou quando eu tomei o controle. Ele não esperava por isso.
― O que você tá fazendo! ― Ele disse espantado.
― Relaxa…
Ele ia falar alguma coisa, mas ficou quieto quando percebeu o prazer que uma mão amiga podia proporcionar.
― Fecha os olhos… ― eu disse enquanto continuava o que ele estivera fazendo.
Ele fez como eu mandei e caiu para trás se apoiando com os cotovelos na cama.
― Isso… só relaxa… e sente… sente o prazer… sente como é bom…
O garoto começou a soltar suspiros de prazer enquanto se deleitava com o prazer de meus cuidados.
― Vem cá, Matheus… deita na cama direito…
O garoto, peladinho, se ajeitou na cama e botou a cabeça no meu travesseiro. Eu me posicionei entre suas perninhas e continuei a bater uma bem gostosa para ele.
Mas o pintinho dele, diferente do meu, estava muito seco… eu estava com medo de machucar ele por causa do atrito e tal… daí dei uma cuspida na mão e usei minha saliva pra lubrificar o cacetinho dele.
Quando encostei minha mão babada no pintinho dele, ele meio que se assustou e disse:
― Que que se tá fazendo?
― Relaxaaaaaa… ― eu disse. ― Fecha os olhos aí e só aproveita!
Ele fez como eu mandei e voltou a deitar a cabeça no travesseiro. Dei mais uma cuspida na mão pra lubrificar e continuei punhetando ele. Não demorou muito pra ele começar a se remexer na cama, doidinho de prazer…
Dei uma puxadinha no prepúcio dele e começar a rodear sua cabecinha descoberta com meu dedo. Ele não deu conta e gemeu:
― Ahhhhhhhhhhhh paraaa paraaa!
― O que foi? ― Eu perguntei com medo de ter machucado ele ou coisa do tipo.
― Não… aí não…
Parece que a glande dele era muito sensível… ele não curtiu muito a ideia deu mexer ali…
― Doeu? ― Eu perguntei.
― Ah… não doeu… mas ardeu um pouquinho…
― Tá… desculpa… não mexo mais aqui… ― eu disse.
― Okay… ― ele disse e voltou a botar a cabeça no travesseiro.
Recuei um pouquinho para trás para ajustar minha posição. “Não mexo mais aqui” é o caralho! Puxei o prepúcio dele novamente… só que dessa vez eu aproximei meus lábios de sua cabecinha. Contei até três e dei uma chupadinha no pirulito descoberto dele.
― Awnnnnnnnnn… ― Ele gemeu sem saber o que tinha acontecido.
O que tinha acontecido? Um início de boquete tinha acontecido! Dei mais uma chupadinha na cabecinha rosinha dele, só que dessa vez, mais demorada, para que eu pudesse saborear mais.
Ele olhou para mim e gritou:
― O QUE VOCÊ TÁ FAZENDOOO? AWNNNNNNNNNNNN!
Seu grito foi seguido de um longo e prazeroso gemido. Senti uma aguinha esguichar do pinto dele e atingir minha boca. Pronto. Tinha feito o garoto gozar.
― AHHHHHHH! MEU DEUS! AWNNNNNN!
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O pintinho dele soltou uma aguinha bem rala… com um gosto mais fraco ainda… até a minha pré-porra era mais saborosa que isso…
― AWNNNN! AAHHHHHHH! AHHHHHH! AAAAHHHHH!
Era bom demais ouvir esse som… som de menino gemendo… era música para meus ouvidos…
Depois que ele gozou, continuei dando uma mamadinha em sua cabecinha, mas ele colocou as mãos na minha cabeça e tentou tirar o osso da boca do cão faminto. Muito contra minha vontade, o soltei e percebi o tanto que sua cabecinha estava vermelha. Caraca… deve ter ficado muito sensível… tadinho do garoto… tadinho nada! Ele devia estar se sentindo bem pra caralho!
― Agora você gozou? ― Eu perguntei.
― Tá… isso foi a melhor coisa que eu já senti na vida! ― Ele disse.
Eu apanhei a cuequinha dele que estava no chão e disse:
― Toma! Veste sua cuequinha.
Ele ergueu os dois pés fazendo sinal para que eu o vestisse. Segurei seu calcanhar e passei o primeiro pé, depois passei o outro, e assim fui subindo sua cuequinha pelo seu corpo até cobrir de vez seu pintinho mole e molhado. Dei dois tapinhas de levinho em cima do voluminho dele e disse:
― Pronto… depois que você goza o piu-piu vai dormir… aí tem que esperar um pouquinho pra brincar de novo, tá?
― Ahan… ― ele disse.
― Aí você pode fazer isso dia sim e dia não… a não ser que você esteja muito necessitado… daí você pode brincar todo dia… tá?
― Ahan… ― ele disse.
― Mas agora você já brincou… e eu não… deixa pelo menos eu gozar, tá? Vai botando sua roupa. ― Orientei ele.
Mas o safadinho não se moveu… só ficou me olhando com uma carinha de bicho preguiça.
― Vai! ― Insisti. ― Larga mão de ser preguiçoso! Se continuar aí vai acabar dormindo!
O safadinho deu um sorrisinho, fechou os olhos, se virou de lado e botou as duas mãozinhas embaixo do rosto, ficando naquela posição fofa de dormir… sabe? Quando você junta as mãos como se estivesse rezando? E dorme em cima delas? Pois é… o danadinho foi dormir desse jeito… ele estava me provocando… só pode! Querer ir dormir uma hora dessas… bom… mas eu tinha um serviço pra terminar…
Novamente, puxei o elástico da minha cueca e encontrei minha ereção gritando por atenção… aproveitei minha mão já babada para lubrificar meu pinto… se bem que de tanta pré-porra que eu já tinha soltado nem precisava…
O Matheus tinha deitado e ocupado a cama toda… nada que eu me importasse… ele estava confortável e era isso que importava… eita… espera um pouco… Okay… certo… tá… foi… foi a primeira vez que eu tive esse sentimento… foi estranho… foi muito estranho… só fui me tocar do que tinha acabado de pensar depois de ter pensado… eu me preocupei mais com ele do que comigo mesmo… do ponto de vista analítico não fazia sentido nenhum… mas eu me importava com esse garotinho… e… pensando bem… talvez eu até amasse ele… mas claro… amava ele de uma maneira diferente da que eu amava meu Rafinha… era um amor bem mais fraterno… o amor que eu sentia por Matheus… uma necessidade de proteger sem sentido… enfim…
ENFIM! Eu tinha um serviço para terminar… se lembra? Punheta! Pois é! Continuei esfregando meu pênis para atingir o orgasmo. Não demorei nadinha para gozar… eu estava tão
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excitado, mas tão excitado, que quando eu gozei, a porra saiu com tanta força que atingiu minha cara e meu peito. Desviei minha cabeça para tentar me esquivar.
― Ahhhhhhhhhh… ― gemi sem querer enquanto experimentava a forte sensação do orgasmo que tomava conta do meu corpo… mas esse gemido estava mais para um suspiro de alívio.
Senti a porra quente escorrer pelos meus dedos enquanto meu pau latejava durante o pós-orgasmo. Merda… eu tinha feito a maior lambança…
Me levantei, fui até a porta do quarto, destranquei com a mão esquerda, pois a direita… erm… você sabe… estava suja… depois fui para o banheiro. Entrei e fechei a porta.
Com muita dificuldade, abaixei minha calça e minha cueca usando apenas uma mão e depois abri a torneira. Limpei minha mão cheia de porra, passei um sabonete porque senão ia grudar tudo…
Depois, tirei as gotinhas de porra que tinham alcançado meu rosto com meu dedo e passei uma toalhinha no peito, para tirar o excesso…
Enfim… depois de limpo voltei a vestir minha cueca e minha calça e retornei para meu quarto. O Matheus estava lá na minha cama, na mesma posição… talvez já estivesse até dormindo. Fui até a janela do meu quarto e fechei, deixando o quarto escuro e iluminado apenas pela claridade que vinha da porta.
Fui até meu computador, que já estava com o protetor de tela e mexi no mouse, para que o monitor acendesse e iluminasse o quarto. Depois, fui até a porta e a fechei.
Voltei para minha cama e peguei um lençol… nem sei porque estava fazendo isso… isso é o tipo de coisa que as mães fazem com os filhos… mas enfim… peguei um lençol e joguei em cima do Matheus. Nem estava frio… estava calor na verdade… mas senti a necessidade de cobri-lo.
Depois me sentei do lado dele, encostei minhas costas na cabeceira da cama e percebi que o anjinho estava dormindo… tinha pegado no sono… num sono tranquilo, inocente e profundo…
Eu gostava dele… ele era tão fofinho… tão carente… tão inocente… um menininho tão frágil e amoroso e amável… não sei explicar bem o que estava sentindo…
Mas foi aí que eu me dei conta do que tinha acabado de fazer… porra… olha o que eu tinha feito com ele… olha para esse rostinho de anjo… olha que figura fofa… e eu tinha acabado de tirar toda a inocência dele… eu tinha acabado de introduzi-lo para o mundo real… para o mundo do sexo… da punheta… do vício… da impureza…
Olha para mim… um pré-adolescente viciado nisso… e ao invés de lutar e tentar resistir… não… acabei fazendo mais uma vítima… merda… olha o que eu tinha feito com o menino Matheus… eu tinha levado ele para um caminho sem volta… para um mundo sem volta…
Certo… e tinha outra coisa que eu estava martelando na cabeça… olha… caro leitor… não pense que eu não estive pensando nisso, certo? Eu estive pensando nisso o tempo todo… não me julgue por prosseguir mesmo assim, por favor… mas eu sei que eu tinha acabado de trair o Rafa…
Certo… eu só não queria dizer… mas a todo momento eu estava pensando nisso… desde o momento em que o Matheus disse que ‘sim’… que tinha se masturbado… desde esse momento eu imaginei que, se eu tocasse isso a diante, eu estaria traindo o Rafa… e mesmo assim eu fiz… não sei o que deu em mim… eu vi uma oportunidade… eu vi um futuro… eu vi… eu me vi atingindo mais uma vez a satisfação sexual… e isso me fez agir de forma incorreta… tanto com Rafa quanto com Matheus… tinha traído os dois… e o porquê?
Para que eu atingisse a satisfação sexual! Para que eu gozasse! Pensei com a cabeça errada! E isso estava fora do meu controle! Eu lembro… minutos atrás… a única coisa que eu
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129Muito bem… fiquei mais um tempão ali com o Matheus, que estava dormindo… fiquei ali refletindo sobre a vida. Quer saber minha conclusão? Bom… vamos ser inteligentes… primeiro que o que aconteceu aqui… concluí que não foi nada demais… pelo menos para mim… assim… eu gostava do Matheus, mas o Rafa ainda era meu amor… ainda era meu gatinho…
De fato, não sei o que ele pensaria a respeito disso… talvez ele ficasse bravo… talvez não… mas era meu dever contar… quem mandou fazer a merda? Agora limpa! Enfim… mas vamos ser inteligentes… a primeira coisa que eu tinha que fazer era contar a ele era sobre minha admiradora, ou admirador, secreto… pois isso não era culpa minha… poxa… não era culpa minha que alguém gostasse de mim! E, dependendo da reação dele, eu contava o resto da bomba…
Mas eu não queria pensar nisso agora… já tinha esquentado muito minha cabeça… minha preocupação agora era outra…
Matheus estava deitado naquela mesma posição… ele dormia em paz… e eu continuava a passar a mãos em seus cabelos finos e macios…
Depois de alguns minutos, ele se mexeu e se acomodou na cama… ainda dormindo… ainda em paz… me deu um friozinho e eu resolvi entrar debaixo do lençol com ele. Minha cama era de solteiro mas cabia muito bem nós dois.
Depois que eu me juntei a ele, ele começou a se mexer. Eu achei que tinha o acordado, mas não… ele só estava se ajustando na cama… foi quando ele jogou um braço em cima de mim. Isso me derreteu… Matheus era um menino muito carente de atenção… e até me senti um pouco mal por não dar toda atenção que ele merecia… quantas vezes ele me chamou para brincar e eu disse não? Eu inventei alguma desculpa porque queria ficar sozinho… porque queria me isolar do resto do mundo e viver sozinho… viver alimentando meu vício pela masturbação… quantas vezes esse garotinho veio correndo me chamar pra brincar? E eu o desapontei porque queria um tempo para mim… quanto egoísmo… quanta ignorância… ele era um garotinho… garotinhos precisam de atenção…
Não sei se cheguei a contar… mas… o pai de Matheus já não estava mais entre nós… e a mãe dele trabalhava bastante para sustenta-lo… o garoto era praticamente órfão… o mais próximo de uma figura paterna que ele tinha era seu Humberto… e o mais próximo de um irmão que ele tinha era eu… e o que foi que eu fiz? Como irmão? O trouxe para esse mundo… eu pedi para que ele confiasse em mim… eu pedi para que ele acreditasse em mim… e o que eu fiz? Fiz com que ele baixasse as calças… merda… cara… porque diabos fiz isso? Só porque eu estava com vontade?
Não sou muito de chorar assim, mas agora eu estava meio descontrolado… fiquei ali triste, deitado na cama, até adormecer…
Quando acordei, Matheus ainda estava me abraçando. Eu não sabia mais que horas eram e nem se meus pais já estavam em casa… alcancei meu celular no meu bolso e olhei a hora… quatro e meia da tarde… e ainda tinham várias notificações de mensagens… todas do Rafa…
― Rafael: Oi…
― Rafael: Tá ai?
― Rafael: Lu?
― Rafael: Ei… kd vc?
― Rafael: Lu, kd vc? Tô com saudades…
― Rafael: Eiiiii!
― Rafael: Ei! Môzinho… sdds… kd vc?
Ah… merda… daí digitei:
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― Eu: Awnnnnn! Meu gatinhooooo! Desculpa! Tava mimindo, meu amor… tava mimindo mas tava sonhando com você, viu? Aqui meu coração pra vuxê <3 <3 <3 s2 s2 s2
Aiiii… que saudades do meu Rafinha… que que será que ele estava fazendo agora?
Bom, a luz forte do celular acabou acordando Matheus. Ele abriu os olhos, viu que estava me abraçando, ficou meio sem graça e retirou seu braço de cima de mim.
― Oi… ― eu disse.
― Oi! Bom dia! ― Ele disse com felicidade na voz.
― Você dormiu…
― Você também! ― Ele retrucou.
― Vai se vestir… ― mandei.
― Aff… tô com preguiça… ― ele disse.
― Vai! Levanta esse popô preguiçoso aí!
― Ah não… vamos dormir mais um pouquinho? ― Ele pediu com tanta meiguice que derreteu meu coração. Aff…
― Ah… tá bom… ― eu disse. ― Mas só mais um pouquinho, viu?
― Tá… ― Ele disse e voltou a colocar o braço em mim.
Putz! Putz! Putz! Esse garotinho queria me matar… me abraçando assim… tadinho… ele devia estar muito carente… mas enfim… ele voltou a dormir e eu fiquei acariciando seu bracinho até adormecer também.
Nós dois acordamos com o barulho da minha mãe chegando em casa.
― Ei… Matheus… ― Eu chamei ele. ― Se veste aí que minha mãe chegou…
Ele não respondeu, apenas abriu a boca de sono, se espreguiçou e se levantou para pegar suas roupas do chão. Em seguida ele se vestiu e disse:
― Ei… minha mãe já deve estar me procurando… acho melhor ir indo…
― Tá… ― concordei. ― Tudo bem… vai lá…
― Tchau… então… ― ele disse abanando a mãozinha.
― Tchau… ― eu disse ainda sentado na cama. E assim ele se foi.
No mesmo instante em que fiquei sozinho, me lembrei do Rafa… peguei meu celular e vi que tinha recebido mais mensagens dele.
― Rafael: Aí que coraçãozinho mais gostosoooo! Toma o meu pra você também!! s2 s2
― Rafael: Môrzinhooooo! Me responde! Chega de mimir! Tô com saudades de você!
― Rafael: Gatinho, tem um banheiro aqui em casa, topa?
― Rafael: Ah nãooooo! Não acredito que mimiu dinovuh… Tá… Vou parar de encher… Sonha com os anjinhos, tá, meu amor?
Nossa… ele queria me matar de amor… só pode… respondi assim:
― Eu: Ei… você disse banheiro?
Hahaha… pois é… caro leitor… pois é… eu estava incondicionalmente apaixonado por ele… não havia nada no mundo que eu não fizesse por esse garoto… e o que me deixava mais feliz era saber que era recíproco… que ele me amava do mesmo jeito.
Bem… no dia seguinte, terça-feira, voltamos ao banheiro da escola… e na quarta também… e na quinta… o banheiro tinha virado nosso motel…
Na terça foi eu quem o chupou… e como foi bom… e como foi bom… o único problema nesse dia foi que ele estava gemendo muito alto… se é que isso pode ser chamado de problema… mas acontece que eu estava morrendo de medo de alguém ouvir…
Na quarta, a professora tinha atrasado a aula e, quando chegamos no banheiro, tínhamos pouco tempo… só deu tempo de rolar uma pegação básica… e quando eu abaixei meu zíper o sinal tocou… eu implorei! Implorei para que ele desse uma chupadinha rápida, mas ele disse que íamos perder a aula… daí eu disse que ele podia ir na frente que eu ia ficar me
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chupando sozinho. Mas acontece que o filho da puta saiu do banheiro, foi lá fora, tirou o pau pra fora e disse que só ia guardar de volta quando eu saísse do banheiro. Ele devia ter minhoca na cabeça! Ele tirou o pau pra fora no meio do corredor! Tudo bem que não tinha ninguém perto! Mas era um corredor! Pelo amor de deus! Qualquer um poderia aparecer ali a qualquer momento.
Pois bem, mas gostoso mesmo foi o que rolou na quinta…
Nesse dia, abrimos a porta do banheiro já nos beijos. Eu não queria nem saber se tinha alguém lá dentro… mas o Rafa fez questão de olhar todos os boxes, como sempre… bem… a barra estava limpa, daí ele agarrou meu corpo e colou sua boca na minha e foi me empurrando até que eu encostasse na parede fria do banheiro.
― Hoje você tá safado, hein? ― Eu disse.
― E você gostoso, hein?
E voltamos a nos beijar. Daí ele colocou seu pé entre os meus e foi empurrando meu pé esquerdo para o lado… depois, ele fez o mesmo com meu pé direito… ele queria mesmo era abrir minhas pernas… e eu fui deixando… fui deixando ele conduzir, para ver no que ia dar.
Depois que ele abriu minhas pernas, ele me deu uma puta encoxada… deliciosa por sinal… senti seu pintinho duro encostar no meu. Depois, ele colocou as mãos na minha cintura, foi no meu ouvido e disse:
― Sabe que que eu quero?
Eu agarrei seu corpo e tentei trazer ele para mais perto de mim, como se fosse possível.
― O que?
Eu perguntei e ele deu uma mordidinha na minha orelha, que me fez arrepiar todo.
― Lembra lá em casa?
― Tem como esquecer? ― Eu disse enquanto ele dava uma lambidinha no meu pescoço.
Eu agarrei seus cabelos e puxei. Ele me encoxou com mais força.
― Então… vamos fazer de novo?
― Na sua casa ou na minha? ― Eu perguntei.
Ele me segurou pela cintura e em seguida me virou, para que eu ficasse de costas para ele. Coloquei minhas mãos na parede, para me segurar, e ele me puxou pela cintura até encostar sua ereção em minha bunda.
― Vai lá em casa amanhã? Depois do fute? Aí você pode dormir lá… ― Ele disse com a boca encostada no meu pescoço. Conforme ele ia falando, ia exalando aquele ar quente no meu pescoço.
― Tá… ― Eu disse.
― Daí a gente pode fazer de novo… ― Ele disse e me deu uma estocada. ― E de novo… ― Ele disse e me deu outra estocada.
Ele queria me matar de tanto tesão… só podia ser isso… parecia que eu estava gozando, de tanta pré-porra que eu soltava pelo pau.
― Não podemos fazer agora? ― Eu disse virando o rosto para ele.
Senti suas mãos irem direto para minha barriguinha. Daí ele enfiou suas mãozinhas dentro da minha camiseta e sentiu meu peito nu. Depois ele passou um dedinho no meu umbiguinho e beijou meu pescoço.
― Agora? ― Ele perguntou.
Daí ele levou suas mãos até minhas calças e baixou meu zíper.
― É… ― Eu disse. ― Agora…
Em seguida ele abaixou minhas calças um pouquinho, deixando só minha bunda de fora.
― Agora? ― Ele perguntou novamente.
― ―
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Daí foi a vez de ele abaixar seu zíper. Ele desabotoou suas calças, abaixou o zíper e me deu uma encoxada mais deliciosa ainda. Ele não tinha abaixado a cueca, só tinha abaixado as calças um pouquinho. Sua virilha estava quentinha e gostosa.
― É… vamos agora! ― Eu convidei.
― Mas agora não dá, meu amor… ― ele disse e beijou meu pescoço.
― É… eu sei… ― eu disse.
Nós nem no boxe estávamos… estávamos no meio do banheiro com as calças semi-abaixadas… com ele quase me comendo… se alguém nos pegasse ali… game over…
― Mas sexta-feira vai demorar muito pra chegar… ― eu disse triste.
Daí ele começou a fazer movimentos de vai e vem… fingindo estar me comendo. Olhei para ele e ele mordeu os lábios. Aff… que vontade de mandar um foda-se e dar para ele ali naquele momento… merda!
― Aí, meu gatinho… assim você vai me deixar doido! ― Eu disse.
Pra que fui dizer isso? Ele só intensificou mais os movimentos.
― Ah… vou? Você vai ficar doidinho?
― Ahhhh… vou! ― Eu disse quase gemendo.
― Então dá uma gemidinha, dá… só pra eu lembrar como é…
― Aí, meu gatinho, mas e se alguém ouvir?
Ele deu uma mordidinha deliciosa no meu pescoço e disse:
― Se você não gemer, eu grito!
Daí ele enfiou uma mão na minha cueca e segurou meu pintinho. Nessa hora ele tascou a língua no pescoço e começou a lamber.
― Ahhhhhhhhhhhh! ― Eu gemi.
― Issoooo! ― Ele disse. ― Só mais um pouquinho! Só pra eu matar a saudade!
― AAHHHHHHHHHHH! ― Gemi quase gritando.
Esse garoto tava me deixando maluco! Meu deus! Nunca tinha ficado tão excitado quanto estava agora. Ele começou a esfregar o dedinho na cabecinha do meu pau… começou a fazer movimentos circulares… daí eu gozei quase que imediatamente. Quando ele sentiu o líquido quente escorrer pelos seus dedos ele disse:
― Aiii meu amor… já gozou?
Eu comecei a suspirar e recuperar o folego enquanto sentia a porra fluir livremente pelo meu pau. Com a sua mão, que não estava dentro da minha cueca, ele me segurou pela cintura e me fez virar novamente, para ficar de frente com ele. Em seguida ele retirou sua mão gozada de dentro da minha cueca e levou dois dedos até a boca. Me olhando nos olhos, ele chupou os seus dois dedos como se fossem meu pau. Depois, ele enfiou seus dedos nos meus cabelos, me agarrou e me puxou para perto dele, dando início a um longo e duradouro beijo.
Sua boca quente encostou na minha e eu pude sentir o gosto de sua saliva e da minha própria porra. Ele agarrou minhas coxas e eu entendi o que ele queria fazer. Dei um pulinho e me joguei em seu colo… daí ele me segurou pelas coxas e me prensou contra a parede usando seu próprio corpo… tudo isso sem desgrudar sua boca da minha. Ele me segurou contra a parede e me pegou no colo. Eu estava sentido sua ereção me tocar. Daí coloquei minhas mãos em volta do seu pescoço e continuei a beijar ele.
Assim que ele começou os movimentos de vai e vem, o sinal tocou.
― Hora de ir, Rafinha… ― eu disse rindo, embora quisesse ficar ali pra sempre.
― Mas eu não gozei! ― Ele reclamou.
― Então goza! ― Eu disse.
Ele me colocou no chão e disse:
― Aff… goza! Não é assim que funciona! O sinal acabou com o clima!
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― Broxou? ― Eu perguntei enquanto subia a parte de trás das minhas calças.
― Não, ó! ― Ele disse, pegou minha mão e botou em cima de sua ereção.
― Então termina! ― Eu reclamei.
― Dá uma chupadinha? ― Ele perguntou me segurando contra a parede.
― Agora? O sinal já tocou!
― Vai! Rapidinho! Por favor!
Eu estava inseguro… e se alguém entrasse no banheiro? Eu olhei para a porta e o Rafa olhou também.
― Vai! Antes que alguém entra! ― Ele colocou a mão no meu ombro e me empurrou pra baixo.
― Rafinha do céu! Alguém vai entrar! ― Eu disse com medo.
― Não vai! Vaiiii! Rapidinho! Só pra eu gozar! Por favor!
Então eu me ajoelhei na frente dele e abaixei sua calça e sua cueca até altura do joelho. Ele passou uma mão no meu cabelo e com a outra segurou seu bilau e o guiou em direção a minha boca.
Eu abri e deixei e botar lá. Seu pintinho já estava todo melecado de pré-porra, e estava durinho, durinho. Daí eu comecei a dar uma mamadinha até sentir ele explodir na minha boca.
― Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! ― Ele gemeu enquanto enchia minha boca com sua porra de menino.
Eu fui engolindo à medida que ele ia gozando. Ele fez alguns movimentos de vai e vem enquanto gemia com o prazer do orgasmo.
― Ahhhhhhhhh! Porra!
Depois, o mais rapidamente possível, eu soltei o pintinho dele, ainda duro, e olhei para a porta do banheiro… sorte a nossa que ninguém entrou! Daí segurei sua cuequinha pelos lados e subi, até cobrir sua ereção.
― Pronto! Feliz? ― Eu disse.
― Agora sim! ― Ele disse enquanto terminava de subir as calças.
Saímos dali correndo e não tinha ninguém no corredor, graças aos céus! Chegamos na sala atrasados… a aula já tinha começado. Pois bem… essa foi minha quinta-feira… picante, né? Pois é…
E agora chegamos no dia de hoje… sexta-feira… dia vinte e nove de setembro… cheguei na escola seis e meia e, quando estava indo até o sexto ano, dei de cara com Arthur.
― Olhos Verdes! ― Ele me saudou.
― Oi! Arthur! Como vai? ― Eu disse.
― Bem, obrigado.
― Faz tempo que não te vejo…
― Ah… eu já não posso dizer o mesmo… ― Não entendi o que ele quis dizer com isso… mas era o Arthur, né? ― Se importa de me acompanhar até a cantina?
― Ah… bora lá! ― Eu disse.
Enquanto íamos caminhando, soltei a seguinte pergunta:
― E aí… algum progresso com aquela nossa missão?
― Ah sim… eu descobri quem é!
Na hora eu parei e olhei para ele.
― E quem é? ― A dúvida estava corroendo minha alma.
― Por que parou? Não chegamos na cantina ainda!
― Me diz quem é! ― Eu disse impacientemente.
― Aff! Só me acompanha! Por favor!
Fiz como ele disse e fui andando do lado dele.
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― Como você faria para descobrir quem é? ― Ele me perguntou.
Aff… só faltava ele querer jogar um joguinho!
― Não sei… como você descobriu?
― Hein?
― Não sei, porra! Desembucha!
― Affê! Okay… fiquei pensando nisso por um bom tempo. Como descobrir? Como descobrir a pessoa que gosta de você? Pois é… a resposta estava na minha cara o tempo todo! Mas demorei um dia para descobri-la! ― Ele disse enquanto chegávamos na cantina.
― Fala logo, porra! ― Eu disse mais impaciente ainda.
― Bom… era só te seguir! Bastava te seguir que eu encontraria a tal pessoa!
Certo… na hora minha pressão caiu. Me seguir? Pensei. Se ele me seguisse… se ele me seguisse ele… ele descobriria sobre o Rafa! Eu e ele estávamos nos pegando em tudo quanto é lugar! Fiquei pálido e sem força.
― Me seguir? ― Eu disse.
― Sim! Você está bem?
Minhas pernas começaram a tremer.
― E o que você descobriu? ― Eu disse enquanto me sentava numa cadeira que tinha ali na cantina. Percebi que minhas mãos tremiam.
― Bom… admito que você é um garoto de sorte! Ela é bem bonita!
Ela? Elaaa? Tá… agora eu não estava entendendo mais nada…
― É a Victória do sétimo B.
Eita. Eu estava esperando ele dizer o nome de um menino… mas agora, no momento, nada mais fazia sentido… ele podia dizer qualquer coisa… minha cabeça ainda estava presa na frase “Bastava te seguir! ”.
― E o que mais você descobriu?
― Bom… descobri que o apelido dela é Vicky.
Aff… não era isso que eu queria saber! Será que ele tinha descoberto sobre mim e Rafa? Daí eu disse:
― Não… por acaso você…
Ele ficou esperando eu terminar a frase, com cara de dúvida.
― Por acaso eu o que? ― Ele disse quando viu que eu não ia terminar a frase. ― Se ainda estou com a cartinha? Tá aqui! ― Ele disse e me entregou.
― Não… você me seguiu por quanto tempo? ― Eu perguntei.
― Bem… tentava te seguir o tempo todo… mas nos intervalos você sumia! Pra onde você e o terráqueo iam?
Certo… isso me acalmou um pouco… cheguei até suspirar de alívio…
― Bloco Leste… ― respondi ainda me recuperando.
― Hum… jura? Bloco Leste? Fazer o que?
Aff… fiquei sem reação… não sabia o que falar… ele tinha me pegado de surpresa.
― Conversar… ― respondi.
― Hum…
― Então… Victória? ― Perguntei bem mais calmo e pronto para absorver informações.
― Vicky! ― Ele me corrigiu. ― Ela não gosta desse nome, embora eu ache lindo.
― Vicky… certo… sétimo B?
― Sim… mas eu te trouxe para cantina porque ela está aqui agora.
Certo… mais uma vez meu coração quase saiu pela boca. Eu olhei para todos os cantos.
― Aqui? Agora?
― Sim… ela é meia doidinha… está te seguindo seriamente… mais do que eu até…
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― O que!?!?
― Sim… você arrumou uma stalker… parabéns! ― Ele disse sendo irônico. ― E agora? O que vai fazer?
― Cadê ela? ― Eu perguntei.
― Discretamente, gire sua cabeça em cento e trinta e cinco graus… sentido horário.
Eu virei minha cabeça e meus olhos se cruzaram com os de uma menina, que estava me encarando. Na hora ela desviou o olhar e fingiu estar olhando para outro lado. Voltei a olhar para Arthur e disse:
― Certo…
― Você vai ficar com ela? ― Ele me perguntou.
― Bem… não pensei ainda no que fazer… ― eu confessei.
― Devia… ela é gatinha…
Olhei para ela novamente… bom… eu não sabia dizer se ela era bonita ou não… não tinha esse poder masculino…
― Tem certeza que é ela? ― Perguntei. ― E aquela história que a letra era de menino?
― Bem… parece que me enganei… tenho cem por cento de certeza de que é ela. Quer ver? ― Infelizmente, não deu tempo de impedir a próxima ação de Arthur… mas ele simplesmente gritou: ― VICKY! EI! VICKY!
Olhei para a garota e ela tomou um baita de um susto. Ela não estava esperando ser chamada. Mas na hora ela se levantou e veio para nossa mesa. Ela não sabia o que dizer, apenas ficou em pé, parada na nossa frente. Ela tinha os cabelos castanhos e estava usando um rabo de cavalo… também usava aparelho nos dentes e tinha olhos castanhos. Ela tinha pele branca e algumas poucas sardas no rosto.
― Oi, sou Arthur, do sétimo A… e esse é Lucas, do sexto ano…
― Oi! ― Ela disse histérica e sem graça.
― Por acaso você conhece um tal Rafael? Ele é loirinho… olhos azuis… meio terráqueo… te lembra alguém? ― Arthur perguntou. Fiquei apenas observando o joguinho dele.
― Ué… ele é seu melhor amigo, não é, Lucas? ― Ela disse e olhou para mim.
Fiquei assustado com a resposta dela. Eita… como ela sabia que eu conhecia o Rafa? E como ela sabia que ele era meu melhor amigo? Com certeza era ela! Na hora Arthur olhou para mim e disse:
― Ué, Olhos Verdes, você conhece o Rafael?
Tá! Peguei o jogo dele.
― Ahhhhhhh! Era do Rafa da minha sala que você estava falando? Conheço, pô! Ele é meu amigão!
― Ahhhh! Então… precisava falar uma coisa pra ele! Será que ele já chegou?
― Ah… ― eu disse. ― Podemos ver… bora lá para o sexto ano?
― Vamos! ― Arthur disse empolgado enquanto se levantava da cadeira. ― Obrigado Vicky! Foi um prazer conhece-la! ― Ele disse e deu um beijo na bochecha dela.
Eu também me levantei e Arthur já saiu andando, me deixando sozinho com ela. Eu não sabia o que fazer, então apenas estendi a mão.
― Prazer te conhecer!
Ela apertou minha mão e sorriu.
― O prazer é meu! ― Ela respondeu.
Nessa hora eu soltei sua mão e saí o mais rápido possível. Arthur filho da puta! Tinha me deixado sozinho com essa menina desconhecida! Saí quase correndo de tanto pavor que estava… filho da puta! Fui correndo até o sexto ano. Rafa já tinha chegado lá… e Miguel… e Igor… os três estavam conversando. Cheguei na rodinha e cumprimentei todo mundo.
― ―
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―― Oi gente…
― Oi Lu! ― Os três me receberam.
Bem… ficamos conversando até a aula começar. Na hora do recreio, quando eu estava saindo da sala, Rafa pegou no meu braço e me puxou. Ele só me soltou quando eu comecei a segui-lo.
― Rafa! ― Eu chamei, mas ele não deu bola, apenas foi andando o mais rápido possível em direção ao bloco leste.
― RAFA! ― Eu chamei mais uma vez.
Agora tinha conseguido chamar a atenção dele. Ele me olhou preocupado e perguntou:
― Oi… o que foi meu amor? Algo errado?
― Precisamos conversar… ― eu disse inseguro.
Ele ficou meio assustado e desesperado e disse:
― Ah… entendo… certo…
― Podemos ir ali? ― Eu disse apontando para um banco longe de tudo e de todos.
― Tá… pode ser… ― Ele disse.
Chegamos lá e nos sentamos. Ele segurou minhas mãos, olhou nos meus olhos e disse:
― Aconteceu alguma coisa, meu amor? Fiz alguma coisa de errado?
― Não! ― Eu o interrompi antes que ele falasse mais merda. ― Não… não podemos mais namorar aqui na escola…
Na hora ele soltou minhas mãos e eu vi seus olhos lacrimejarem.
― Foi por causa de ontem? ― Ele disse com a voz fraca.
― NÃO! ― Eu disse. ― NÃO É CULPA SUA! RAFA! OLHA PARA MIM!
Eu disse e peguei suas mãos.
― Não é culpa sua não, meu gatinho! Me ouve!
Ele me olhou com os olhos úmidos e esperou eu falar.
― Me ouve! Eu é que tenho que pedir desculpas! Olha! ― Eu disse e tirei do meu bolso a cartinha.
Ele pegou e leu.
― O que é isso? ― Ele perguntou depois de ler.
― Achei isso na minha mochila… nesse final de semana…
― Hum… ― ele disse tentando entender. ― E quem é V.?
― Pois é… isso é o que eu queria saber… e pedi a ajuda do Arthur, para ele me ajudar a descobrir quem era…
― Por que você não disse nada? ― Putz… essa era a pergunta que eu não queria responder.
― Não sei, meu amor, fiquei com medo de você ficar bravo, ou com ciúmes, sei lá…
― Ah… ― Ele disse.
― Ah o que? ― Eu perguntei.
― Não sei o que pensar…
― Pois é… aí eu pedi para o Arthur me ajudar a achar essa tal de V…
― E aí? ― Ele perguntou.
― E aí que ele achou! É a Victória do sétimo B. Ele me disse hoje de manhã.
― A Vicky? Sério?
― Você conhece ela?
― Conheço… ela é irmã da Rebeca do nono ano…
― Tá… mas o problema foi como o Arthur descobriu!
― E como ele descobriu?
― Ele me seguiu!
― ―
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7 Comentários

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  • Responder Legolas ID:bf9sybyb0k

    Demora de mais pra publicar, se for demorar tanto assim é melhor colocar 1 EP só, do q 2 e demorar mais.

  • Responder tesão gay ID:3ij0y0lim9a

    não é uma historia pra voce ir lendo e ir batendo punheta ali na hora, é uma historia em que voce ler com com aquela vontade de gozar e o pau muito duro e babando, mas quando acaba de ler ai voce sai correndo para se masturbar imaginado tudo isso….perfeito-parabens, otimo escritor.

    • Seila ID:e243s2gzk

      Primeiramente gostaria de dizer que seus contos também são muito bons, eu leio todos. Em relação a esta história eu concordo com você que é uma historia para ficar na cabeça e ficar pensando nela por muito tempo.

  • Responder Tey ID:mujlmj7d3

    Cara o melhor conto que eu já li, cara sério continua a história 😍

  • Responder tesão gay ID:3ij0y0lj6i9

    cara, seus contos são foda, bom pra caralho

  • Responder Seila ID:e243s2gzk

    Posta a continuação o mais rápido possível, por favor

    • greenbox amigobc ID:dloya5u42

      vou postar quarta feira 21 e 22
      Não perca os próxiimo capitolo as 22 horas