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O dia D – 2

3089 palavras | 2 |4.38
Por

Até onde poderíamos ir para satisfazer nossos desejos mais profundos? Parte de você entrar comigo nessa realidade, será mentira ou verdade?

Transamos naquela noite logo depois que despachamos a “ma” para o quarto de Tom, e de fato Paulinha tinha fôlego pra me dar por algumas horas. Em dado momento da nossa transa naquele dia, eu me pego falando:
– Adoro te fuder minha putinha, ainda acho mais delicioso saber que tu tá dando pra outro agora!! – Falei isso enquanto metia na buceta e estava com 2 dedos no cuzinho de Paula. Nesse momento minha razão e moral já tinham ido embora, me acostumei com o fato de ter sido “corno” e o pior: me excitado com isso.
– Fica tranquilo, meu cachorro, o Tom não é nem metade do homem que você é! Mas o pauzinho dele é grosso botou pra machucar mesmo… AAAAAA!
– Pois quem vai te machucar sou eu agora!
Consegui meter nela por mais ou menos 1 hora, mas não tirava a bendita “ma” da cabeça e toda aquela merda que aconteceu. Sabe quando você faz, mas depois a descarga de moral desse com força na sua cabeça e você se sente um merda de humano? Pois foi exatamente assim que me senti quando me deitei ao lado de Paulinha e tentei dormir.
Após abrir os olhos vejo Paula recebendo o serviço de quarto que parecia coisa de filme muita coisa pra pouca gente dentro de um quarto, era muita comida: havia pães, tapiocas, pão de queijo, porções de manteiga, margarina, sucos, café e leite, presuntos, achocolatado etc. Pensei comigo mesmo que aquele café da manhã seria o suficiente pra me alimentar por uma semana inteira, mas como não sou besta aproveitei.
Durante o café, conversei com Paulinha sobre o episódio, pois quando estamos excitados (todos nós) somos apenas animais selvagens e quando saímos desse “personagem” e assumimos nossos papéis na sociedade e diante dos nossos parentes e amigos é que percebemos coisas com outros olhos:
– Paulinha, precisamos conversar sobre ontem e como isso vai afetar a gente!
– Loi, eu entendo que você possa estar receoso, mas foi uma experiência legal, bacana, serviu pra eu ver o grande homem fogoso que eu tenho. Se sua preocupação for eu te trocar por Tom, esqueça meu bem, ele não seria apto a me satisfazer nem aqui e nem em outro planeta.
– Eu sei, mas ainda sim fico com o pé atrás era nosso limite, nosso limiar entre o prazer das coisas que fazíamos, e fazíamos juntos, e o prazer construído com terceiros.
– Você quer que eu pare? – Falou isso, segurando minha mão.
A resposta que eu consegui dar me surpreendeu pois não parecia eu ali, mas uma outra pessoa, um outro ser, alguém não tem escrúpulo ou moral pra pensar na consequência dessa ação:
– Não, não quero, mas preciso que você me prometa que essa relação não traga qualquer sentimento pra você e que quando você perceber que isso começar a acontecer você pare! – Praticamente dei carta branca para Paulinha cair nos braços de Tom, mas fazendo-a prometer fiquei mais tranquilo.
– Claro que sim, meu amor, confie em mim, te amo! – Já veio na minha direção sentar no meu colo com carinha de puta sedenta por pau.
Como eu estava de roupão e ela também, na hora que ela sentou e me deu um beijo, meu pau já ligou a chave e endureceu ao ponto de ficar no meio de nós dois. Ela com a mão pegou na base e direcionou para a entrada da buceta que a essa hora já estava melada o suficiente pra receber meu cacete, ficamos nessa posição por uns 30 minutos enquanto ela gemia alto e gozava, e por fim gozei tudo que tinha pra gozar na boca dela que bebeu como se fizesse parte do banquete de café da manhã.
A tarde, deixei Paulinha no hotel e partir em direção ao centro da cidade novamente para me encontrar com um advogado da região que alegava ter um contato muito próximo com o juiz e que conseguiria me adiantar um número. Chegando ao local, foi apenas papo furado, o cara era de fato advogado, mas não sabia se o número que tinha era mesmo do juiz, ficou todo enrolado quando fiz perguntas e acabou por praticamente tomar uma boa parte da minha tarde e o que é pior: não foi produtivo em nada pra mim. Decido, por fim, voltar para o hotel que de onde eu estava para lá era uns 30/40 min de carro.
Ao chegar no hotel, subo direto para o quarto a fim de ver Paulinha e contar pra ela que o cara havia me dado uma notícia falsa sobre ter o número e que tinha perdido a tarde inteira só com isso, mas ao chegar lá não encontro ninguém. Resolvo tomar um banho, trocar de roupa e ir pra piscina onde com certeza encontraria ela por lá. Coloquei uma sunga preta que havia ganhado alguns meses antes de aniversário e desço em direção a piscina.
Ao chegar lá, encontro Tom em uma ponta conversando com Paulinha que percebi já estar um pouco mais pra lá do que pra cá por conta de álcool e no meio da piscina estava “ma” com um biquíni azul de praia e, acredito que por conta dos pulos na piscina, acabou entrando um pouco no bumbum dela, que ao me ver gritou:
– Tio Loiiii, que bom te ver! Vem brincar comigo na água, tá gelada em baixo! – E começou a rir.
Paulinha e Tom quando me viram, pararam o assunto um pouco e vieram me cumprimentar:
– Oi meu amorzinho, tá tudo bem? Desci um pouco pra piscina pois estava muito entediada sem você lá no quarto – falou isso sem qualquer pudor na frente do Tom -. Aí quando desci Tom estava aqui com a Ma e resolveu me fazer companhia. – Eu já sabia qual era a do malandro, já estava de olho na Paulinha pra poder fisgar ela por mais uma noite e comer ela.
– Fala, loi, beleza? Como é que tá, cara? Pois é, a “ma” ficou perturbando pra vim a piscina e eu desci e encontrei a Paula aqui e estamos conversando. – Falou isso estendendo a mão para que eu pudesse cumprimentá-lo.
Converso um pouco com os dois explico o que houve a tarde, peço umas cervejas e tomo ali mesmo na piscina. Tom me falou que era um cara que veio de classe média pra baixo e que encontrou nas vendas um motivo pra subir na vida, o que de fato eu entendia: o cara era bem aparentavel, sabia falar e conquistar as pessoas, no mínimo conseguiria vender um prego em uma barra de sabão (quem for do Ceará vai entender essa expressão), que já foi casado com a mãe da “ma”, mas que acabou se separando dela pois não dava certo (depois fiquei sabendo por Paula que ela se separou dele por conta de um envolvimento com uma secretária executiva dele).
Lá pelas tantas, já havia anoitecido e todos já estávamos um pouco embriagados por conta do excesso de álcool, “ma” grita do meio da piscina:
– Tiooooo, duvido o senhor vim daí até aqui por de baixo da água!
– Pois você duvida? Pois veja só! – Comecei a nada em direção a ela que ficou eufórica com a brincadeira, parei 1 metro dela e resolvi fazer cosquinha no pé dela, que correspondeu rindo e chutando o vazio na água. Emergi da água e dei um abraço nela que correspondeu. Olho pra trás e vejo que Paulinha e Tom encurtaram um pouco a distância entre eles e conversam baixinho de costas para onde estávamos.
– Tio, você é muito bom, parece um peixe! – Em meio aos nossos risos, a maldita luxúria, o pecado, o mal assola meu consciente e tenho a magnífica ideia de brincar de passar um por debaixo das pernas do outro.
Expliquei a brincadeira pra “ma” que logo aceitou pois era competitiva e iria me mostrar que era capaz de fazer isso. Decidimos ir para um local um pouco mais raso, mas nem tanto, e começamos a brincadeira. Como o diabo atenta e eu posso provar, depois de uns 5 minutos de brincadeira, “ma” começa a passar por baixo das minhas pernas passando a mão e apertando meu pau a cada passada, sempre rindo e dizendo que era divertido essa brincadeira. Eu, como não sou bobo, comecei a passar e fazer o mesmo, fazia pressão e movimentos circulares, ela ria e queria que a brincadeira fosse mais rápida para que o movimento acontecesse mais vezes nela. Em uma dessas passadas, saco o pau pra fora e deixo assim para que quando ela passasse novamente pegasse diretamente nele. A minha grande surpresa foi que, além de apalpar e pegar, ela colocou meu pau, mesmo que rapidamente, na boca, com seu pai ali a poucos metros. Aquilo me deixou consternado, fora de si, maluco mesmo. Na minha vez, por ter mais fôlego, consegui afastar o biquini dela pro lado e ficar dedilhando a sua buceta. A brincadeira tava legal, mas fomos interrompidos por um funcionário que avisava que o jantar estava servido. Nos recompomos, eu e Paulinha subimos nos pegando no elevador, porém não tirava aquela maldita menina da cabeça e me condenava por estar submisso a esse tipo de vontade.
Ao chegar no quarto, transo feito um animal com Paulinha. Chupei muito seus peito e buceta, deixei ela mamar, bati na cara dela, fudi sua buceta e cu e gozei 2 vezes: uma no rosto e a outra na boca. Resolvemos jantar ali mesmo, pois estávamos um pouco abalados pela bebida e o sexo havia nos deixado um pouco sem estamina. Por volta das 21 horas, nossos pratos chegam, junto a uma garrafa de vinho cujo a qual nunca havia provado de tão gostoso que era (depois fiquei sabendo que Tom havia pagado e mandado entregar junto com o jantar da gente). No meio do nosso jantar, Paulinha começa:
– Loi, sabe, tava pensando… A experiência com o Tom foi legal, e se não fosse problema pra você, ele me convidou quando estávamos na piscina pra eu ir novamente pro quarto dele, você se incomodaria? Eu tô confirmando pois combinamos que seria dessa forma, com pedidos e autorizações.
– Paula, se você tem desejo em ir, pode ir, mas lembre-se do que combinamos em relação a falta de respeito né? Por mim pode sim! – Nessa hora o Diabo da luxúria ecoa na minha mente: “ma’, me fiz de sonso e lancei: – Vou ter que ficar de babá de novo né? – mesmo sabendo que a reposta seria sim, me fiz de desentendido.
– Amor, pelo que entendi a garota gosta de ficar aqui com você pois você coloca desenho pra ela assistir até tarde e o Tom não libera que ela passe de 23:30!
– É, pelo visto não tenho escolha! – Meu pecado mortal estava só começando, ali não estava mais Louis, mas o próprio pecado capital da luxúria.
Após uns 40/50 minutos, lá pras 22:10 minha esposa deixa o quarto morta de feliz, perfumada e linda, agradecendo por essa experiência nova e que me ama ainda mais por eu ser parceiro nessas novas aventuras. Agradeci dando um beijo nela, dizendo o quanto ela era gostosa e que deveria se esforçar pra ter uma noite deliciosa pois quando voltasse teria que descarregar minhas vontades. Entrei no meu quarto, tomei banho, troquei de roupa e pus um short de futebol desses que tem o selo de marca esportiva, sem cueca já na maldade pela “ma”.
Uns 10 minutos depois ouço umas batidas na porta e meu coração já palpita fora da caixa, quem passa por situações de extrema adrenalina sabe exatamente o que eu escrevo aqui. Me direciono a porta, ao abrir tenho uma visão incrível de “ma” que estava espetacular: um short desses bem justo no corpo, uma camisa que cobria apenas até seu umbigo e cabelo preso em um rabo de cavalo bem no alto da cabeça, olhei e fui ao céu e voltei.
– Oi tio loiii, papai mandou vim ficar com você de novo, acredita? – E entrou rindo quarto a dentro.
– Eita, “ma”, então você tá achando ruim vim ficar com o tio? Poxa, agora fiquei triste. – Fingi que estava triste e ela riu.
– Não seu bobo, eu gosto do tio.
– Eu também gosto de você “ma”. Você quer brincar? – Já estava dominado pelo prazer e só via aquilo na minha mente e mais nada.
– Quero, tio, mas não quero de esconde esconde não porque é muito pequeno e chato.
– Hoje vamos brincar de guerra de cosquinhas, você topa?
– Simm, mas não vale no sovaco não, tio, pois é meu ponto fraco, pode ser? – falou rindo e pedindo sinal de bandeirinha em brincadeira.
– Claro que sim. – E pra entrar na brincadeira da “ma” propus o mesmo.
Começamos a brincadeira em pé, mas aí fingi cair de risos e ela veio pra cima de mim e montou bem montadinho pra fazer cócegas na minha barriga, a essa altura já estava com pau feito rocha e ela parou, talvez porque sentiu em baixo dela.
– Tio o seu bichinho tá duro igual ontem.
– Como te falei ontem “ma”, ele tá feliz com você. Agora tenho uma brincadeira mais legal ainda, igual ontem, você quer ir? – Ela fez que sim com a cabeça e a levei pra cama.
Quando tirei sua roupinha mais uma vez fiquei maravilhado com aquilo, aquela bucetinha lisinha e visivelmente melada me fez ir ao céu e voltar de tanto tesão. Não tive nenhuma reação a não ser cair de boca, chupar mesmo como se fosse um doce delicioso, abri, chupei, dei leves mordidas e ela sempre gemendo baixinho, eu sempre com cuidado para não machucar. Após uns 10 minutinhos o corpo dela amolece e ela da um sorriso naturalmente de prazer que foi sensacional de assistir. Levantei, esperei ela descansar alguns minutos e fui a cozinha do quarto beber água. Quando retorno ela já está desperta, sentada com as pernas pra fora da cama.
– Agora tá na vez do tio, pode ser? – Ela fez que sim com a cabeça e eu fui me aproximando. Meus amigos, no dia anterior ela havia se iniciado, mas no dia em questão parecia que ela já fazia isso há anos (logico que alguns momentos por meu pau ser grande e um pouco grosso ela batia com os dentes), por pouco não gozo naquela boquinha que quando eu retirei o pau dela tava toda melada de babá. Em seguida, surgiu na minha cabeça, possesso pela luxúria, de que deveria comer aquela mini ser angelical, mas ao mesmo tempo temia machuca-la.
– Você quer ver a parte final da brincadeira, “ma”? Essa só os adultos conseguem, mas como o tio confia em você, ele já acha que você consegue.
– Pode ser tio, todo mundo sabe que eu sou adulta. O senhor vai ver! – Chupei aquela buceta novamente e babei pra caralho pra facilitar mais ainda, botei ela pra mamar mais um pouco e mandei ela deixar ele todo babado, e por fim peguei um lubrificante pra por no pau e na bucetinha dela.
– “Ma” agora o tio precisa ser sincero com você: vai doer um pouco, mas é só um pouco e depois vai passar e fica bom, você acha que aguenta?
– Tio, pode fazer, eu aguento sim! – Nessa hora posicionei a cabeça do pênis na entrada da bucetinha dela e pus um pouco de força, entrou um pouco da cabeça e ela reclamou de dor:
– Aí tio, tira, tá doendo!
– Confia em mim, vai ficar gostoso lembra? Eu te disse agora a pouco. – Eu já estava indo ao céu só com esse pedacinho que havia entrado, mas o diabo tenta e tenta, e resolvo tentar penetrar meu membro todo, mas pausadamente pra não machucá-la. Passamos uns 5 minutos assim, pra ela acostumar e começo um vai e vem devagar pra forçar a cabeça no hímen e estourar. Quando ele estoura ela dá um grito e me abraça forte, eu paro, deixo por mais 5 minutos até ela já ter se acostumado e depois disso retorno o vai e vem. Após mais ou menos uns 20/30 minutos estamos no último estágio e a “ma” já estava com o cacete todo na buceta e já conversava comigo dizendo que era uma mulher que era a namorada do tio, que me amava e começou a me dar selinhos e beijinhos mais demorados, após mais alguns minutos, comecei a bombar, mas não com força, com carinho para não machucar a garota, claro. Tiro o pau todo pra fora e coloco novamente e a “ma” da leves gemidinhos com as estocadas, resolvo manter a constância e aumentar um pouco mais a velocidade e percebo que ela se treme toda e cai molinha na cama depois de um orgasmo. Agora aumento um pouco mais a estocada (nada animalesco) para que eu também possa gozar e quando estou chegando perto chamo “ma” que abre a boca e deixa eu gozar ml por ml dentro, engolindo tudo. Eu fico admirado pela destreza e obediência da menina, que parecia de fato feita para aquilo. Tomamos um banho juntos, relaxamos e conversei com ela perguntei o que ela tinha achado disso tudo e a mesma fala que tinha gostado, que tinha doído um pouco, mas que depois ficou muito gostoso. Adormecemos juntos ali, abraçados….

Ainda tem uma parte final onde o pai descobre a filha que tem e participa junto com minha esposa na nossa despedida.. Vai depender dos comentários se eu continuarei ou não.

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2 Comentários

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  • Responder Ronaldo mineirinho ID:40vopuyihrd

    Muito bons os contos e como você já deu a deixa quero ver vocês quatros transando

  • Responder Ocram ID:xlo1mkeq

    Continua