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O amigo gordinho chamou um virgem pra me destruir (parte 3)

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Meu amigo Marcelo pediu uma última foda e me surpreendeu com outro gordinho junto que arregaçou o meu cu!

Esse conto é a terceira parte da história iniciada em “arrombei meu amigo gordinho e inexperiente, na broderagem”

O Marcelo agora estava viciado em broderagem. Depois que ele conseguiu me fazer de putinha na segunda transa, ele queria me comer sempre. E eu deixava.

Transamos na escada do meu prédio, no meu apartamento, ele me chamava toda semana para ir na casa dele quando ele chegava do trabalho pra apenas usar minha boca pra gozar, ele adorar travar minha cabeça e me fazer engolir a porra salgada e grossa dele. E eu acabava sempre gozando junto. Mas a farra tava acabando.

Eu sempre quis morar no exterior e o alívio da pandemia fez várias faculdades oferecerem descontos para alunos intercambistas, para se recuperarem do estrago que o fechamento das fronteiras fez. Consegui uma oferta muito boa para 3 anos nos Estados Unidos e avisei o Marcelo que estava de saída. Ele aproveitou. Me comeu mais duas vezes, fazendo questão de falar que o meu cu seria sempre dele mesmo que eu desse pra outros. E na terceira e última vez que ele me chamou pra transar, tinha uma puta surpresa me aguardando.

Ele abriu a porta do apê dele e eu já ia tirar a camisa quando entrei, mas quando olho pro sofá onde o Marcelo já me encheu tanto de porra, tem um amigo nosso sentado lá! O Nando, um cara ainda mais gordinho q o Marcelo e de cabelo loiro escuro bem cortado.

-E ae mano! Tudo bem? – Ele disse. Eu cumprimentei de volta, fingindo que era um rolê normal. Nando e Marcelo tavam jogando street fighter e os dois vestidos, então eu achei que o Marcelo desistiu da última transa.

O rolê foi indo, jogamos umas partidas do jogo de luta, o Nando era muito melhor que eu e o Marcelo, quando ele ganhou de mim a segunda vez, ele falou rindo:
– Ganhei de novo, Rodrigo! Mama a minha caceta!
– E olha que ele mama ein! Mó putinha – disse o Marcelo
– Vai se fuder mano! – Respondi rindo – Você que vive falando que vai me mamar na broderagem, até parece que quer fazer isso agora!
– Eu que vou botar você pra mamar Rodrigo! – Disse o Marcelo, com um largo sorriso – Quer apostar?
– Vamo, porque eu não tava jogando sério até agora. – respondi, sorrindo também, com uma esperança renovada que eu pudesse transar uma última vez ainda naquela noite com o meu broder.
– Dueeelo da Mamada! – gritou o Nando, ainda na zuera.

Claro que eu perdi a luta, mas como o clima tava de brincadeira eu fui zuar mais um pouco antes de pagar pra ver se meu amigo ia me fazer chupar o pau dele na frente de um terceiro amigo que, até onde a gente sabia, era virgem e se dizia heterossexual.

– Quer saber?! O dobro ou nada! – retruquei quando o Marcelo falava pra eu ‘mamar aqui no glub glub’ apertando o saco por cima da bermuda – Vou mais um round com o Nando agora, se eu ganhar vocês dois me mamam!

– Ah é? E se você perder você mama nós dois? – Disse o Nando, gargalhando.
– Fechado Rodrigo, se prepara porque eu quero uma mamada com vontade – Disse o Nando, dando um aperto de mão no Marcelo, como se eles tivessem feito um bom negócio.

Perdi. Mas eu queria perder mesmo, foda foi fingir que eu tava bravo.

-Já era, Rô – disse o Marcelo – Ajoelha e reza, sua puta. – o Marcelo levantou na minha frente.

– Eu não, seu viado. – disse sem vontade, ainda não tinha certeza se o Nando ia entrar na brincadeira, ele tava com uma cara de incrédulo. Quem apostou foi o Marcelo.

Ele me puxou pela nuca até eu escorregar do sofá e sentar no chão, ele puxou a bermuda e mostrou a rola, nessa o Nando recuou no sofá e disse “eita porra!” Nem pude responder, o Marcelo já tava forçando a rola dele na minha boca.

– Sennf finnlhs da punnt… – tentei falar enquanto meu amigo metia na minha boca.

– Mó putinha, tá vendo Nando? Vem cá, já foi mamado na broderagem? – disse o Marcelo, já ofegante de estocar na minha garganta e ainda metendo.

– Caralhooo… quer saber, foda-se – disse o Nando – aposta é aposta.

Nando levantou e foi pro lado do Marcelo. Enquanto ele ainda metia na minha boca, usou uma mão pra abrir a bermuda de zíper do Nando. Um volume grande pulsava numa cueca branca, o Marcelo baixou a cueca, e a sombra de uma rola branca da cabeça rosa, grossa e com impressionantes 19 cm saltou pra fora.

– Caralho, que jeba! – riu o Marcelo – Bem maior que a minha. Rodrigo, olha seu desafio ae!- disse, afundando a rola fundo na minha garganta e eu tentando responder com urros abafados.

Marcelo tirou a rola dele e já puxou o Nando pra meter na minha boca sem dar pausa. Eu quase vomitei quando o Nando forçou aquele pau imenso na minha glote.

– não dá pra gente dividir a boca dele com essa sua rola ae Nando, senta no sofá!

Nando sentou no sofá, Marcelo me puxou como quem pega uma puta toda mole do chão e me jogou em cima da rola do meu amigo, comecei a chutar ele no sofá e instintivamente fiquei de 4 no chão. Marcelo ficou pelado, tirou minha bermuda e cuspiu no meu cu.

– o que?caralho, – disse o Nando, muito em choque com tudo que tava acontecendo – você vai comer o cu dele?

Sim, o Rodrigo – Disse o Marcelo, agachando na posição e com a cabeça já roçando no meu cu, espalhando a saliva – … ele ADORA! – Gritou, metendo com tudo no meu cu.

Meu gemido fez a rola do Nando sair da minha boca. Minha boca foi de encontro ao saco do Nando, e comecei a chupar as bolas dele. Ele se retorceu todo! Era a primeira vez que uma boca dava prazer a rola bem-dotada dele. O Marcelo continuava metendo, forte e devagar, deixando a rola quase toda sair e botando tudo com força e o barulho da virilha dele na minha bunda suculenta. O Nando estava paralisado sendo mamado, até q eu peguei um das mãos dele e coloquei sobre a minha cabeça.

– se é pra me fazer mamar… faz com vontade filha da puta – disse, ofengando.

O Nando colocou a outra mão e começou a controlar minha cabeça no pau dele. Ele fechou o olhos e jogou a cabeça pra trás, curtindo enquanto me sufocava com aquela rola monstruosa de virgem. E eu ouvi o Marcelo respirar mais forte e gemer.

Porra… vou gozar Rodrigo, caralho! – senti aquele pau do meu amigo que já entrava fácil no cu, que estava com o formato dele, pulsar dentro de mim e encher o meu ânus de leite. O Nando parecia nem ligar e continuava curtindo a mamada. Senti a rola do Marcelo amolecer dentro de mim e sair com a pressão do meu cu piscando de tesão. Mas o meu broder não saiu de cima de mim.

Pelo contrário, ele se curvou em cima de mim e passou os braços dele atrás dos meus e fechou as mãos na minha nuca, uma chave que ele adorava fazer em mim quando éramos crianças brincando de lutinha no colégio.
Comigo rendido pelo meu amigo, ele disse : vem cá Nando, usa o cu dessa putinha pra perder a virgindade!

Ele me levantou e se deitou no sofá. Eu, ainda extasiado de tesão, fiquei na posição de frango assado automaticamente, a porra do meu amigo começando a vazar pra fora do meu buraco.

– vem que ele tá todo gozado e aberto! – disse o Marcelo com a voz abafada por estar embaixo de mim – como ele é a minha putinha você só pode comer ele assim comigo deixando.

Que abusado! E pensar que na primeira vez que eu deixei esse puto me comer ele era todo tímido, agora virou um ativo folgado só porque eu não quis mais arrombar o cuzinho dele.

Mas tive menos de dois segundos pra ficar indignado com o Marcelo, logo vi a rola dura do Nando se aproximando. – ow, vai com calma, isso ae é graAaaaaarhg! – não consegui pedir calma, o Nando tava louco no tesão de quem tá perdendo o cabaço.

Ele era virgem, e meteu desajeitado, mas meu buraco já tinha sido usado pelo Marcelo e tava muito lubrificado, a rola enorme do Nando deslizou pra dentro de mim e o ele perdeu o equilíbrio, aquele peso todo de 102 kilos dele fez a estocada ser devastadora e me arrombou todo. Felizmente, o Marcelo que já tava muito acostumado em me comer direito, deixou meu buraco pronto pra aquele ataque fulminante. Eu revirei meus olhos num êxtase que nunca senti antes.

Nando começou a meter. Eu tinha virado o recheio de um sanduíche de dois gordos safados e rolados. A rola do Nando estava me deixando dormente, e por causa da chave de braço do Marcelo eu conseguia sentir o sangue se acumulando na minha cabeça e tudo ficando embaçado, e um tesão indescritível, até que :

– VOU GOZAR AAAHR! – Nando gozou rápido e farto, consegui sentir meu cu sendo preenchido uma segunda vez e eu comecei a tremer todo e gozar no Nando e em mim, tive uma ejaculação absurda. Enquanto eu urrava de tesão, os jatos foram até na minha cara e… não lembro de mais nada depois disso.

Acordei depois, pelado e meio molhado, na cama do Marcelo, com uma toalha em mim.

– você desmaiou gozando, mano. A gente te deu um banho com você ainda meio grogue – disse o Marcelo, entrando no quarto.

– caralho mano, você podia ter pedido pra mim antes de deixar o Nando me arregaçar! Aquela rola era enorme – eu disse, levantando

– Espero q tenha ficado satisfeito com a essa última transa antes de eu ir embora ein.

– não fiquei não, vira ae – disse o Marcelo, ele tava só de cueca e na meia-luz do corredor pra dentro do quarto escuro, eu vi que ele estava duro por debaixo da cueca.

Eu obedeci, por que era a última vez que ia poder fazer aquilo com o primeiro cara q eu me senti confortável pra deixar me comer. Fiquei de quarto, meu cu ainda meio aberto e molhado, Marcelo nem tentou cuspir. Ele chegou metendo e me derrubou na cama com o peso e vontade dele.

Ele me comia vigorosamente, eu com o pescoço virado pra poder respirar fora do travesseiro do meu amigo, quando do nada ele passa o braço pelo meu pescoço e me beija. Um beijo de língua enquanto ele gemia e eu sentia o pau dele começar a pulsar. A gente nunca se beijava transando, o Marcelo falava que era só oral e anal que dava tesão nele. Mas, na última transa, o cara gozou me beijando.

Depois de parar de contrair, ele relaxou o peso dele em cima de mim, estava lá eu de novo, com um gordinho dominador por cima de mim e gozando dentro do meu cu. Tenho certeza que ouvi bem afabado um sussurro de “te amo” do meu amigo, mas quando ele saiu de cima de mim e eu olhei pra ele, parecia tudo normal, ele foi se limpar e se vestir e eu também.

Quando eu falei com o Marcelo depois, ele disse pra eu nunca mais tocar no assunto das nossas transas, que ele ia deixar isso pra trás. “Eu tava ficando louco mano, eu não sou disso”, foi a explicação que ele me deu.

Nunca falei com o Nando e o Marcelo ignora minhas mensagens. Fora do país por 1 ano agora, só transei com mulheres. Mas ainda assim, algumas noites eu bato uma punheta com uma gozada colossal lembrando do meu amigo que me comia e do virgem que quase destruiu o meu buraco. Não dá pra dizer que eu não aproveitei.

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