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Naya – A Garotinha do Papai #FINAL

2862 palavras | 8 |4.67
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A Gravidez da Naya / O Fim pode ser o inicio de algo novo.

Depois de um período de tempo, Naya, agora com 17 anos praticamente tinha acabado com seus impulsos sexuais. Só fazia sexo, e com muito amor envolvido. Minha fase voyeur também tinha chegado ao fim. Peguei a câmera do deposito, coloquei em uma caixa, e falei no mercadinho que tinha comprado na cidade, e instalei no caixa. Os rapazes do mercadinho ainda insistiam para que a Naya fosse para o deposito com eles, mas ela rejeitava. Aquela fase da curiosidade já havia passado, ela focava nos estudos agora. O Francisco arrumou uma namorada, mas continuava gostando dela. Olhava fixamente quando ela ia até a padaria pegar o pão. Ou quando ele ia ao mercadinho comprar algum produto.
Quando ela terminou o ensino médio, e completou 18 anos, prestou vestibular em uma universidade estadual que havia na cidade. Acabou passando no curso de Administração de Empresas. Dizia que queria me ajudar a administrar o mercadinho, já que meu pai estava ficando velho e cansado. Escolhi dar de presente a ela, sua primeira habilitação, já que ela teria que se deslocar diariamente para ir a universidade.
Um dia ela começou a conversar comigo, e me disse que desde criança que ela me via se lamentando por ter sido abandonado pela minha ex. Que sabia que eu tinha muita vontade de ser pai, de ter uma família feliz, e ter criado ela junto com a Denise. Ela disse também que queria isso, e que nunca entendeu o fato da Denise ter ido embora, e da sua mãe ter escolhido as farras, ao invés de cria-la com amor e carinho. Naya me disse que sonhava em ser mãe, e que seria a mãe que nunca teve.
Me contou que estava no período fértil e que queria aproveitar uma festa da universidade, para colocar em ação um plano que ela tinha em mente.
Nessa universidade rolava uma festa todos os anos, próximo do início das aulas. Chamava-se de Chopada da Calourada. Era um festa para receber os novatos e fazer um trote com eles. Essa festa era famosa pelos escândalos que aconteciam. Tinha muita bebida, músicas, era feita em uma propriedade rural fora da cidade, e havia relatos de uso de drogas, orgias, e até abuso sexual nos trotes com as meninas calouras, por parte dos veteranos.
Naya já havia me dito que queria ter um filho comigo, mas eu achava isso impossível. Não queria que as pessoas do povoado me vissem como um abusador de filha.
Então ela me contou seu plano. No dia da Chopada eu levaria ela até essa festa. Lá ela passaria poucos minutos socializando com seus futuros colegas de sala, e algumas outras pessoas, para fazer de conta que ela participou da festa. Eu aguardaria no carro, fora do evento, e depois iriamos para um hotel em outra cidade, transariamos, e retornaríamos a noite.
Quando ela contou para minha mãe que iria para essa festa, ela ficou preocupada, me procurou e pediu para que eu proibisse a Naya de ir, pois lá rolava muitas drogas, os caras davam boa noite cinderela para as meninas, e abusavam delas. Todos os anos acontecia coisas ruins lá. Falei com ela ficar despreocupada que a Naya queria ir só para conhecer seus novos colegas, e que não beberia nada lá.
Chegou o sábado em que a festa aconteceria. Depois do almoço peguei o carro, e fui com a Naya até a entrada do evento. Ela estava meio nervosa, pois iria entrar sozinha, mas convicta de que para o plano dela desse certo teria que encarar isso de qualquer maneira. Ela estava linda, de tranças no seu enorme cabelo loiro, camiseta curta com estampas de flores, e uma saia jeans branca, bem curtinha. Lógico que chamaria a atenção de todos os homens do local.
Depois de uns 30 minutos, ela retornou com um copo descartável cheio de cerveja na mão. Ficou com ele lá fingindo que estava bebendo. Mas quando se aproximou do meu carro, ela jogou fora.
Perguntei como tinha sido lá, e ela disse que ficou com um pouco de medo, porque os homens ficavam olhando para ela o tempo todo, e perguntando se ela era caloura. Depois conseguiu ir até onde o pessoal de Administração estava reunido, e começou a interagir com algumas meninas. Nesse pouco tempo vários caras ofereceram bebidas a ela. E chamavam constantemente para sair.
Pai você acredita que durante esse tempo que estive lá vi dois caras e uma menina entrando em um matagal. Provavelmente iriam fazer sexo. Vi também meninas vomitando, e outras deitadas nas camas dos quartos, já apagadas. Tudo aquilo que contavam sobre essa festa era verdade.
Eu sei filha. Tem um monte de vagabundos aí, que nem estudam, só participam dessa festa para se aproveitar das meninas embriagadas.
Naya entrou no carro, e seguimos rumo a uma cidade vizinha, a cerca de 60 Km. Chegando lá passei em uma loja de conveniência de um posto e comprei alguns biscoitos, salgadinhos e refrigerantes para ela. Parei em um hotel tipo 3 estrelas, e pedir uma diária de casal. O pessoal não perguntou nada a respeito da minha acompanhante. Então subimos para o nosso quarto no primeiro andar. O quarto tinha cama de casal, ar condicionado, frigobar, banheiro e uma tv com acesso à internet.
Entramos no quarto, e a Naya já foi logo me atacando. Começou a tirar minha roupa, e eu a tirar a roupa dela. Sentei na cama, e pedir para ela chupar meu pau, até deixar ele dura que nem pedra. Ela chupava com vontade. Em seguida deitei, e pedir para ela sentar em mim e começar a cavalgar. Estávamos começando a conceber nosso bebê.
Ela começou a subir e descer com velocidade. Pedir para ela diminuir o ritmo, senão iria gozar logo. Depois de alguns minutos mandei ela ficar de quatro e enfiei devagar meu pau na sua buceta rosa. Ela agora gemia, e falava baixinho: Mete gostoso pai… come a sua menina com vontade… goza gostoso em mim.
Aquilo me dava um tesão enorme. Coloquei ela na posição de frango assado e continuei metendo. Em seguida avisei que ia gozar. Fui diminuindo o ritmo, até sentir meus jatos saírem para o fundo da buceta dela. Parei de penetra-la e fiquei uns instantes em cima dela, até sentir que não tinha mais nenhum vestígio de esperma saindo no meu pau.
Naya se levantou suada, e começou a chupar meu pau novamente. Em pouco tempo ele já estava duro de novo. Mandei ela ficar de ladinho, e encaixei meu pau na buceta dela. Comecei a penetrar devagar, e fui aumentando o ritmo. Depois pedir para ela deitar e comecei a comer ela na posição de papai e mamãe. Depois de mais alguns minutos gozei dentro novamente.
Mandei ela continuar deitada, e fui fazer sexo oral nela. Fiquei passando a língua em seu clitóris, dando chupadas, e enfiando a língua dentro, como se a penetrasse. Ela disse que ia gozar, e encheu minha boca, e língua com seus fluidos vaginais.
Ela me perguntou se eu ainda aguantaria meter nela novamente, e eu pedir para descansar um pouco. Depois de alguns minutos pedir para ela me deixar de pau duro, e cavalgar nele. Agora com um ritmo maior, ela fez isso, e em poucos minutos eu gozei. Sentir que saiu um gozo meio ralo. Já havia gastado meus cartuchos para aquele momento.
Nos beijamos, e nos desejamos boa sorte. Vestir minhas roupas e falei que a noite voltaria para pegar ela. Enquanto isso, ela dormiria um pouco, e depois iria maratonar uma série na Netflix para passar o tempo.
Depois de quase uma hora, retornei ao mercadinho. Fiquei trabalhando no caixa, e o tempo todo trocando mensagens com a Naya. Estava tudo bem. Tudo correndo como o planejado. Fechamos umas 20:00 Hs e avisei a minha mãe que estava indo buscar ela na festa.
Peguei a estrada, e depois de rodar os 60 km, cheguei no hotel novamente. Naya pediu para que eu me masturbasse e gozasse na barriga, e na calcinha dela para simular que tinha feito sexo na festa. Fiz isso, e saímos do hotel. Na volta paramos em uma lanchonete de beira de estrada, e eu peguei uma dose de uísque em um copo descartável. Quando chegamos próximos ao povoado pedir para a Naya beber um pouco para minha mãe pensar que ela estaria bêbada. Ela bebeu um pequeno gole, derramou um pouco na blusa dela, e fez gargarejo com o restante.
Cheguei na casa dos meus pais e subir carregando a Naya, que fingia dormir. Já fui avisando que tinha encontrado ela bêbada, dormindo em um quarto na festa. Minha mãe foi logo dizendo que tinha me avisado para não deixar ela ir.
Pedir para minha mãe dar um banho nela. Depois de uns 15 minutos, Naya deitou-se no sofá, e minha mãe veio conversar comigo, falando baixinho: Filho, eu acho que a Naya foi abusada na festa. Ela está cheirando a bebida, e enquanto eu dava banho nela, vi vestígios de esperma no corpo, e na calcinha dela. Eu acho melhor você procurar a polícia, ela pode ter sido estuprada.
Falei: Mãe, não podemos envolver a polícia sem ter certeza do que aconteceu, ela pode simplesmente ter feito sexo com algum rapaz, com consentimento. A senhora não andava reclamando que ela não arrumava um namorado? Ela pode ter se interessado por alguém lá, e bebendo acabou se entregando fácil.
Verdade! Você tem razão filho. Mas só poderemos saber de fato, o que aconteceu quando a Naya acordar amanhã e nos contar a versão dela.
Peguei a Naya no colo, e carreguei até nossa casa, nos fundos do mercadinho. Tranquei o portão, e a porta da cozinha. Naya abriu os olhos e começou a sorrir. Deu certo pai, deu certo. Nos abraçamos, e demos um beijo demorado. Fui tomar banho e ela foi dormir.
Logo cedo no outro dia, minha mãe chegou para fazer o interrogatório dela. Me explica como você conseguiu ficar naquele estado ontem filha.
Vó eu estava com as meninas da turma de administração, e elas me ofereceram vinho. Para elas não acharem que eu era careta, comecei a beber devagar, mas me empolguei. Ficamos dançando, e as meninas começaram a colocar espumante no meu copo e eu bebi também. Acabei misturando tudo, e fiquei meio tonta. Quando fui ver eu estava em um quarto pelada, com um rapaz.
Minha filha, como é que você faz uma coisa dessas? E esse rapaz? Você conhece? Pelo menos usou preservativo?
Não consigo lembrar dele não. Acho que ele usava sim vó.
Deus ajude que sim. Quanta irresponsabilidade. Pode até pegar uma barriga.
Apesar de nos estarmos contando uma mentira para as pessoas mais importantes das nossas vidas, não estávamos nos sentindo arrependidos. No início eu até tinha receio, mas o amor que sentíamos um pelo outro era tão grande, que era como se ele criasse um escudo protetor, fazendo com que nós tivéssemos coragem para enfrentar qualquer situação juntos.
Depois de algumas semanas Naya começou a perceber que sua menstruação estava atrasada, teve enjoos e vômitos. Minha mãe ficou desconfiada e preocupada.
Em seguida passou a ter cólicas e sentir muito cansaço. Minha mãe me chamou para conversar. Disse: Filho, eu tenho uma notícia para te dar. Tenho quase certeza que a Naya está gravida, e o pior, não sabe quem vai ser o pai dessa criança.
Fingir espanto e falei: Mãe, se isso for verdade, eu vou conversar com ela, e perguntar se ela que fazer um aborto. Se ela quiser eu pago.
Minha mãe retrucou na hora. Jamais eu permitirei isso. Minha Neta não vai ser uma assassina de um bebê inocente. Ela vai ter que criar essa criança com muita responsabilidade, e você terá a obrigação de ajudar ela nessa criação.
Depois de uns 4 meses a barriga da Naya começou a aparecer. Minha mãe falava para as amigas e para os clientes do mercadinho que ela havia sido embriagada e abusada no trote da universidade. Todos no povoado se comoveram com a história. Muitas pessoas começaram a visitar a gente, sendo solidarias, e pediam sempre para que eu ajudasse a criar a criança. Eu respondia que não deixaria faltar nada a ela, e que criaria como se fosse um filho meu. O Plano da Naya havia dado certo.
Naquela noite eu pedir umas pizzas para comemorarmos. Eu a Naya, sentamos na mesa de jantar, e começamos a nos olhar. Nos abraçamos e começamos a chorar. Lembramos de tudo o que havíamos passado juntos desde a infância dela. Depois comemos a pizza, e ela me disse que queria comemorar de outra maneira. Fazendo amor.
Subimos para o quarto, deitamos na cama, e fizemos votos de nunca abandonarmos um ao outro. Nos beijamos apaixonadamente e eu comecei a tirar a roupa dela.
Comecei a chupar a buceta dela, e ela gemeu baixinho. Coloquei ela de ladinho, e com muito cuidado por causa da sua barriga, comecei a penetrar devagar, em um ritmo cadenciado, controlando a profundidade que meu pau entrava na sua buceta. Como era a primeira vez que eu transava com uma mulher gravida, eu fiquei inseguro. Gozei dentro dela, depois de alguns minutos.
Mas ela queria mais, e eu mandei ela ficar de pé, com as mãos apoiadas na parede. Inclinei ela um pouco, procurei a entrada da buceta, e encaixei o pau. Fui metendo devagar novamente. Ela mordia os lábios, fechava os olhos e pedia para eu meter mais. Fui fazendo isso até gozar novamente. Depois fomos tomar banho, e dormir.
Minha mãe ficava pedindo para a Naya fazer os exames, para saber qual seria o sexo do bebê, mas ela se recusava. Disse queria ter a surpresa no nascimento. Concordei com ela. Quando o bebê nascesse nos compraríamos o quarto dele de acordo com o sexo.
Depois de 09 meses, finalmente chegou a hora de levarmos a Naya no Hospital, para termos nosso bebê. Peguei meu carro, e fomos eu, a Naya e minha mãe. Ele nasceria de parto normal. Comecei a pensar na possibilidade dele nascer com traços meus, e imaginei o escândalo que seria. Provavelmente eu e a Naya teríamos que mudar do povoado.
Fiquei muito nervoso, e não conseguir assistir ao parto. Depois de um tempo a médica me chamou, e disse que tinha ocorrido tudo normal, e que a mãe já estava com a criança no colo. Que eu poderia ir vê-las.
Fiquei bastante emocionado, e quando entrei vi a Naya segurando uma menina. Uma verdadeira cópia dela. Cabelinhos loirinhos, pele branquinha e olhos verdes bem clarinhos. Naya quando me viu começou a chorar, deixando todos em prantos naquele quarto.
Naya ficou internada por alguns dias lá, e depois voltamos para casa. Ela resolveu colocar o nome da nossa filha de Nayara, em homenagem a sua mãe.

– PASSAGEM DE TEMPO –

Quando a Nay, que foi o apelido que demos a ela. Começou a falar, a Naya ensinou ela a me chamar de painho. Adorava ver ela me chamando assim o dia todo. O tempo foi passando e ela foi se tornando uma linda e sapeca menina.
Quando ela completou 05 aninhos, a Naya, já com 23 anos, voltou a universidade. Estudava pela manhã e trabalhava à tarde no mercadinho. Meu pai havia se aposentado. Contratamos uma menina para trabalhar no caixa, e Naya virou subgerente. A noite ela tomava conta da Nay. Tinha virado uma mãe muito dedicada e amorosa.
A minha mãe tinha uma verdadeira paixão pela menina. Da mesma forma que ela ajudou a criar a Naya, ela estava fazendo com a Nay.
Nesse período quando eu ia dar banho nela, comecei a perceber que ela adorava quando eu passava os dedos na pepequinha, e no bumbunzinho quando eu ia lavar. Realmente era uma cópia da mãe.
Certo dia, estávamos eu e a Naya abraçados assistindo tv no sofá, e a Nay sentada no outro em nossa frente. Estava peladinha. Do nada começou a esfregar seus dedinhos na pepequinha. Estava batendo uma siririquinha. Eu e a Naya olhamos para ela, ela ficou sorrindo, e continuou… rimos bastante, e eu falei: Filha de peixe, peixinha é.
Vamos vivendo dessa forma. Criando nossa Nay em um ambiente cheio de paz, amor e cumplicidade.
E no futuro.
Quem sabe eu não estarei ensinando algumas coisas a ela?

– FIM –

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8 Comentários

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  • Responder Ronaldo ID:1ren0eqj

    Bom desfecho para o conto. Vlw

    • Trc_22BR ID:1ren0eqk

      Vlw! Obrigado.

  • Responder Samurai yokozunas ossss ID:4b06hf7cqrc

    Excelente contos.
    Gostaria de comprar um contos seu por encomenda.
    Quanto custa ? Posso sugerir o tema ? e como Entrar em contato com vc ? Aguardo retorno obrigado.

    • Trc_22BR ID:1ren0eqk

      Olá Samurai! Vlw pelo comentário. No momento estou tratando de um problema na retina, sem condições de usar o pc para escrever. vou publicar outros contos que já tenho prontos, mas futuramente podemos até fazer negócio.

  • Responder Bob1978 ID:vpbi7d9c

    Parabéns! Muito bem escrito. Que pena que é o final.

    • Trc_22BR ID:1ren0eqk

      Obrigado! Muito possível que eu escreva depois a história da Nayara.

  • Responder Ojuara ID:vpbi7d9d

    Acompanhei seu conto do 1° capítulo, até esse episódio final. Acho sinceramente que você poderia ter explorado mais as aventuras da sua filha. Tipo esses episódios das viagens, mas em outros ambientes.
    De qualquer forma, foi um ótimo conto. Parabéns. Espero que continue.

    • Trc_22BR ID:1ren0eqk

      Boa tarde Ojuara. Agradeço por ter acompanhado a saga. Na verdade esse conto teria uns 30 capitulos. Mas reolvir acelerar, e partir para o final.
      Realmente tinha outras aventuras dela, como no colégio, nas festinhas do povoado, e no retorno da Denise com um enteado da idade dela. Mas percebi que o conto estava ficando chato e repetitivo e resolvi finalizar.
      Agradeço o seu comentário. Tmj.