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Naya – A Garotinha do Papai #9

3283 palavras | 4 |4.33
Por

Comemorando 15 anos em um Resort de Luxo. (Pt01)

Finalmente chegou o dia em que a Naya completaria 15 anos. O pessoal do colégio me ligou pedindo autorização para fazer uma pequena festinha pra ela na sala, no final da aula. Autorizei e comprei um bolo, alguns salgados, e refrigerantes. Levei até lá e no final da aula todos começaram a cantar parabéns. Entrei com o bolo e as outras professoras com os outros itens. Ela ficou bastante emocionada, cortou o bolo, me deu o primeiro pedaço, depois dividiu tudo, tirou fotos com as amigas, amigos e professores. E fomos pra casa. Chegando lá falei com ela: Parabéns meu amor. Que você seja muito feliz na sua vida. Eu já sou pai. Graças a você. Disse ela. Quero que você escolha um presente. Pode ser qualquer coisa. Que se estiver dentro das minhas condições, eu te darei.
Naya disse: Pai, eu queria muito fazer uma viagem com você. Só nos dois. Queria conhecer Salvador – Ba. Se fosse possível, esse seria meu presente. Claro filha! Vou pesquisar alguns hotéis, e comprar a hospedagem. Como era uma ocasião especial, resolvi comprar uma hospedagem de quatro dias para passar um final de semana com ela em um resort de luxo na praia do forte. Comprei também um pacote em uma agência de turismo para fazer um passeio nos principais lugares turísticos de Salvador.
Sabia que íamos dormir juntos, mas fiz a reserva de um quarto família, com uma cama de casal e outra de solteiro para não levantar suspeitas. Ficaríamos sexta, sábado, domingo e segunda. Voltando na terça-feira pela manhã. Contei a Naya e ela ficou super feliz. Começou a contar para todas as pessoas que entravam no mercadinho. No mesmo dia começou a arrumar as coisas dela, e colocar na mochila. Passaram-se alguns dias, e na sexta-feira pela manhã nos despedimos dos meus pais, e partimos de carro até nosso resort.
Chegamos pela tarde, fizemos o check in e fomos conhecer nosso quarto. Era maravilhoso. Uma cama de casal gigantesca com uma tv enorme em frente, ar gelado, frigobar cheio de cervejas e guloseimas. banheiro luxuoso. Varanda com rede com vista para o mar. Naya ficou extasiada com tudo que via. Me puxou pra cama e me deu um beijão de língua. Eu te amo. Obrigado por tudo.
Anoiteceu, tomamos banho juntos e fomos para o restaurante jantar. Estava tudo incluído no nosso pacote. Chegamos e já estava rolando som ao vivo. Estava bem animado. Colocamos nossa comida e fomos para uma mesa que ficava de frente para a praia particular do resort. Naya adorou a sensação de sentir a brisa do mar. Terminamos o jantar e Naya me pediu para pegar um pudim para ela comer de sobremesa. A fila para pegar sobremesas estava grande. Levantei e fui pegar. Fiquei um tempo na fila, e quando olhei para trás vi um senhor baixinho, meio grisalho sentado em nossa mesa, conversando com a Naya, e pegando na mão dela. Ela afastava a mão, e ria timidamente para o senhor. Fiquei olhando de longe. Chegou minha vez, peguei o pudim e voltei para mesa.
Cheguei de volta, dei boa noite, falei que era o pai dela, e perguntei o que ele queria com ela. Ele me falou que viu ela sozinha na mesa, ela disse que o pai tinha ido pegar uma sobremesa e eu fiquei fazendo companhia a ela até o seu retorno. Mas já estou de saída. Boa noite. Sabia que ele estava escondendo algo, mas a Naya iria me contar. Sentei e perguntei a ela o que ele queria, que tinha visto ele segurar na mão dela.
Naya me falou que ele sentou e se identificou como Sr. Jorge, que era empresário em São Paulo, e que estava lá a negócios, mas que também viajava com as filhas de 15 e 19 anos. Me perguntou se eu tinha namorado, depois perguntou se eu era virgem. Respondi que não tinha namorado, e que virgindade era um assunto pessoal. Não contaria para um estranho. Ele falou que adoraria me ver pelada. Nessa hora eu levantei e procurei ele para tirar satisfações. Mas ele já tinha desaparecido. Naya me disse: Calma pai. Não foi nada demais. Chamei ela para ir pro quarto pois estávamos cansados, levantamos e saímos do restaurante.
Chegamos lá, liguei o ar, a tv e aumentei o volume para o pessoal do quarto vizinho não desconfiar do que fazíamos. Naya deitou-se na cama, e já foi tirando a roupa. Ficou peladinha, e eu já cair de boca na bucetinha dela. Passei um tempo chupando, depois coloquei dois travesseiros, deitei e pedir pra ela sentar no meu pau que já estava duro feito pedra. Ela encaixou e começou a descer e subir. Parou um momento e lembrou que tinha trazido o pênis de borracha dela na mochila. Levantou, procurou na mochila e já voltou pra cama encaixando ele no cuzinho. Sentou novamente no meu pau, mordeu os lábios e ficou gemendo baixinho. Gozei dentro dela, e acabamos apagando pelados ali. No outro dia acordei umas 8:00 Hs e vi que ela acabou dormindo com o pênis de borracha dentro do cuzinho. Comecei a puxar devagarinho, e ela acordou. Me beijou e foi pro banheiro lavar o pênis de borracha e escovar os dentes.
Combinamos que todos os dias ela acordaria cedo, e deitaria na cama de solteiro para simular que ela estava dormindo lá. Já que todas as manhas as camareiras visitam os quartos para trocar os lençóis.
Nós preparamos para o dia na praia, pegamos nossas bolsas e fomos ao restaurante tomar café. Fiquei procurando para ver se achava o tal Sr. Jorge, mas ele não estava lá. Comemos, e ficamos conversando um pouco até fazer digestão, umas 9:30 Hs fomos para a praia particular do resort. Sentamos em umas cadeiras que tinha um grande sombreiro logo em frente à praia. Tinha um pessoal fazendo atividades na água, e Naya se mostrou interessada. Olhamos pro lado e vimos que havia uma loja de artigos náuticos que vendia itens, alugava equipamentos e ministrava pequenos cursos. Fomos até lá e Naya viu 4 meninas adolescentes alugando caiaques e ela se interessou. Perguntamos e o pessoal nos falou que elas iriam fazer 01 hora de aula com o instrutor, na parte rasa da praia. Naya quis fazer também. Paguei pela aula e pelo aluguel do caiaque, e voltei para o sombreiro onde tinha deixado nossas coisas.
Havia um bar próximo. Fui até lá e pedir uma cerveja long neck. Mostrei o cartão do nosso quarto, e o barman creditou na nossa conta. Sentei na cadeira, peguei minha câmera profissional e comecei a tirar fotos da Naya no caiaque. Nesse momento uma pessoa chegou ao meu lado e falou: Bom dia Pedro. Esse é seu nome não é? Sua filha me falou ontem. Quando virei vir que era o tal Sr. Jorge. Falei que história é essa de perguntar se minha filha é virgem? Qual o seu interesse nela?
Calma meu amigo. Ele respondeu. Em primeiro lugar não sou seu amigo, e em segundo não tenho motivos para estar calmo agora. Falei.
Pedro deixa eu te falar uma coisa. Já que estamos só você e eu. Eu fui até a mesa de vocês ontem porque eu sou como você. Sua filha é viciada em sexo, não é?
Que história é essa? Falei.
Eu estava sentado na mesa vizinha a sua. Acho que você não percebeu. Eu reparei nela porque ela é uma menina mulher muito linda. Chama a atenção de qualquer homem. Quando você levantou percebi ela te seguindo com os olhos. Ficou olhando fixamente. Quando olhei pra ver se tinha algum rapaz, ou homem interessante pra ver se ela estava olhando não tinha ninguém. Era só você e algumas senhoras naquela fila da sobremesa. Então entendi que ela tem paixão por você. E não estranhei quando sentei, perguntei e ela me disse que você era pai dela. Já imaginei que rolava sexo entre os dois.
Não estou entendendo. Disse.
Deixa eu te contar uma história. Posso sentar nessa cadeira do seu lado. Sr. Jorge falou.
Sente-se! Respondi.
Ele me falou que era viúvo. Sua esposa faleceu há alguns anos e ele criou 02 filhas. Pegou o celular e começou a mostrar várias fotos de viagens dele com duas meninas. Eram lindas, duas princesas.
Como já tenho 60 anos me afastei das minhas empresas, e resolvi curti a vida com minhas meninas. Nunca tinha desconfiado de nada delas até que ano passado comprei 01 viagem em um navio de cruzeiro, para mim e para as minhas meninas. Saímos do Rio de Janeiro e fomos até o Caribe. Foram 15 dias. Nessa viagem em uma das noites estávamos sentados em uma mesa no bar do navio. Minha filha mais velha tomando cerveja, a mais nova tomando coquetel sem álcool e eu tomando uísque. Depois de muitas doses fui até o banheiro, e na volta passei no balcão do bar para colocar mais bebida no meu copo. Notei que tinha um cara bonitão na mesa sentado no meu lugar conversando com as meninas, e elas rindo. Esperei um pouco, e quando o cara levantou e saiu voltei pro meu lugar. As meninas não falaram nada, mas eu perguntei o que aquele cara queria.
Minha filha mais velha falou que o cara estava oferecendo dinheiro para fazer sexo com ela. Levantei e procurei o cara para tirar satisfações. Achei ele em uma mesa em outro ambiente do bar. Fui até ele, puxei a cadeira e sentei perguntando qual era a dele. Tive uma reação mais ou menos parecida com a sua quando começamos a conversar. Não queria brigar, pois sou uma pessoa totalmente pacifica. Achava que ele estaria bêbado, e quis saber o porquê de um estranho ter chamado minha filha para fazer sexo.
Ele falou que era um banqueiro, e viajava sem acompanhante no navio. E que em cruzeiros é muito comum rolar sexo assim. Porque tem muita discrição. Praticamente ninguém sabe de nada do que acontece ali. Os passageiros não tem quase nenhum contato com os tripulantes. Vai um pro quarto do outro sem ninguém ver, sem ninguém incomodar. Quando ia levantar e sair ele me falou: Você não teria curiosidade de participar disso não. Eu faria sexo com sua filha e você ficaria no quarto nos assistindo. Levantei e sair sem dizer nada.
Quando voltei pra mesa e contei para as meninas tive uma surpresa. A minha filha mais velha disse que se eu permitisse aceitaria essa proposta, e o pior a minha filha mais nova incentivou e disse que queria assistir também a irmã fazendo sexo. Que era virgem e que já estava na hora de conhecer os prazeres da vida. Nesse momento fiquei de pau duro na hora. Tomamos mais algumas bebidas e comecei a imaginar a minha filha, que criei com tantos cuidados sendo fodida por um cara que nunca tínhamos visto na vida.
Minha filha mais nova ficava me incentivando a aceitar a proposta, até que levantei fui até o cara, e confirmei que iriamos. Fomos os quatro para a cabine dele. Que tinha uma cama de casal e um sofá de 2 lugares em frente da cama. Sentamos eu e minha filha mais nova, e o cara pegou uma garrafa de uísque e um copo e me deu. Depois minha filha mais velha sentou na cama de frente pra gente e o cara foi até ela e começou a tirar toda a roupa dela. Deixando ela peladinha em minha frente. Meu pau ficou duro na hora. O cara começou a se despir e ficou só de cuecas. Pegou uma camisinha na gaveta, e tirou a cueca na frente da mais nova, apareceu um pau grande e grosso. Duro feito uma estaca. Ele pediu para ela colocar a camisinha no pau dele. Reclamei, mas ela olhou pra mim e disse: deixa eu colocar. Já estávamos na chuva, agora era se molhar.
Ela sem experiência nenhuma foi colocando seguindo as orientações do cara. Depois o cara sentou na cama e mandou minha filha mais velha sentar no pau dele, de frente pra gente. Vimos atentamente quando ela sentou no pau do cara, e o pau dele sumiu dentro da buceta dela. Depois ela começou a subir e descer. Ela tinha um corpo lindo. Nunca tinha olhado pra ela com tanto desejo.
O cara passou um tempo comendo ela assim, depois colocou ela de frango assado, e finalizou comendo ela de quatro. Minha filha mais nova assistia a tudo sem piscar o olho. Não aguentei e tirei o pau pra fora e comecei a me masturbar. Ela vendo isso ao meu lado, começou meteu a mão dentro da roupa e começou a tocar uma siririca também.
O cara se vestiu e pegou alguns dólares e deu pra minha filha. Sei que ela não fez isso pelo dinheiro. Foi porque estava com tesão mesmo. Fomos para nossa cabine, que tinha duas camas de casal. Uma pra mim e a outra pra elas. Deitei na minha e com tesão ainda tirei o pau pra fora e comecei a me masturbar. As meninas viram e vieram até mim. A mais velha me agradeceu por eu ter permitido ela viver uma aventura dessas. Ela pegou no meu pau e começou a me masturbar, chamou irmã e mandou ela tirar a roupa e colocar a buceta na meu rosto pra eu chupar. Ver aquela buceta pequena se aproximando da minha boca foi incrível. Comecei a chupar, ela toda molhadinha, e minha filha gemendo muito. A mais velha tocando meu pau deixou ele duro que nem uma barra de ferro. Mandou a irmã sair e sentar no meu pau. Faça a mesma coisa que você me viu fazer no pau do cara. A mais nova encaixou meu pau na buceta e começou a descer, quando vi meu pau já estava sujo de sangue. Tinha tirado a virgindade dela.
Nisso a mais velha tomou o lugar da outra e sentou a buceta dela no meu rosto. Fiquei com uma filha sentando no meu pau e chupando a buceta da outra. Acho que gozamos os três ao mesmo tempo. Foi a melhor sensação da minha vida. Depois disso já fizemos muitas outras viagens juntos. Mas a mais velha casou há pouco tempo, e agora só o marido que mete nela.
Confesso que ouvindo a história do Sr. Jorge acabei ficando bastante excitado. E mudei meu comportamento com relação a ele.
Ele continuou: Eu sei que você come a sua filha. Hoje pela minha experiência com a mais nova, já conheço quando rola algo assim, como no meu caso. Pode confessar. Estamos entre amigos.
Realmente Sr. Jorge vejo que você tem muita experiência nisso mesmo. Confesso a você que eu também tirei a virgindade dela, e transamos todos os dias.
E você acha que ela já deu pra outros moleques? Porque a minha depois que tirei o cabaço dela, ela já abriu a buceta para colegas da escola, pros primos, pra um funcionário meu, pra um professor e fora os que não sei. Depois que passa a primeira pica, a bucetinha só quer saber de pica. Elas ficam loucas.
A Naya já fez sexo com dois funcionários meus que ficavam sarrando ela, quando era menor, e tem o melhor amigo dela, que flagrei mostrando o pau para ela quando tinha 11 anos. Só esses mesmo. Mas a frequência maior é comigo.
Mas não se assuste se ela der pra um estranho meu amigo. Quando o fogo é grande, elas aproveitam qualquer mangueira para apagar.
Não! Com a Naya não é assim. Ela é bem desconfiada com pessoas estranhas. Falei.
Tenho certeza que não. Também pensava assim da minha filha, até que me foi provado o contrário. Se aparecer uma oportunidade ela fode até aqui nesse resort, próximo a você.
Duvido! Disse.
Nesse momento Naya apareceu toda molhada. O horário do curso de caiaque havia acabado. Estava com um biquíni preto pequeno, mostrando a pata de camelo. Sr. Jorge não tirou o olho da bucetinha dela.
Olá Naya! Bom dia. Estava aqui conversando com seu pai. Para acabarmos com o mal-entendido de ontem. Disse Sr. Jorge.
Bom dia Sr. Jorge! Que bom. Fico feliz.
Naya falou comigo: Pai eu queria fazer uma aula de Stand up paddle. Mas o instrutor me falou que agora no mar era perigoso porque eu não tenho experiência. Disse que tem um rio do lado do resort, e que mais tarde por volta das 17:00 Hs daria para fazer tranquilo lá, e até vê o pôr do sol. Eu quero fazer. Você deixar.
Claro! Espere aqui que vou deixar marcado com o instrutor.
Nisso Sr Jorge ouvindo a conversa pegou e falou: Pode deixar Pedro. Faço questão de pagar essa aula para a Naya. Eu vou conversar com o rapaz.
Naya agradeceu ao Sr. Jorge. Muito obrigado.
Valeu Sr. Jorge. Agradecemos. Falei.
Por mais que tivéssemos só nos conhecidos agora há pouco. A nossa conversa fez com que eu começasse a ver o Sr. Jorge de outra forma. Era um homem vivido, que tinha segredos sexuais com as filhas, assim como eu. Já estava gostando de conhece-lo melhor.
Estranhei a demora do Sr. Jorge conversando com o instrutor. Eles falavam, gesticulavam, e ele ficava apontando pra Naya. Em um momento o instrutor olhou pra ela, sorriu pro Sr Jorge e apertou a mão dele, como se estivesse fechando um negócio.
Sr. Jorge voltou até a gente e perguntei o por que demorou conversando com o instrutor. Ele disse que o instrutor explicou a ele que tinha vários tipos de prancha, e mostrou qual seria a melhor para a Naya usar na primeira vez dela.
Ah sim. Não entendo nada disso Sr. Jorge. Eu não sou fã de atividades na água. Quando era pequeno sonhei me afogando, e fiquei receoso. Até em piscina só vou pro raso. Falei.
Sr. Jorge riu e disse que era normal.
Falou vou ter que abandona vocês agora porque tenho uma reunião de negócios na sala de palestras do resort. Mais tarde eu apareço aqui quando a Naya for fazer a aula de stand up paddle para te fazer companhia, enquanto ela estiver com o instrutor.
Tchau Naya, até mais Pedro.
Valeu Sr. Jorge. Até mais tarde.
Ficamos eu a Naya na praia. Ela estendeu uma toalha e começou a tomar sol para ver se pegava um bronze. Todos os homens passavam olhando aquela loira gostosa deitada ali. O instrutor apareceu olhando o corpo dela, e me perguntou quantos quilos ela pesava, para separar a prancha dela. Falei e ele agradeceu, continuou olhando ela, e saiu.
12:00 Hs saímos para almoçar no restaurante. Terminamos e fomos pro quarto. Dormimos até as 16:30 Hs levantamos e fomos em direção da praia. Chegamos na loja náutica e Sr. Jorge já estava lá conversando com o instrutor. Vi quando ele colocou na mão dele um pequeno pacote, mas não deu para saber do que se tratava.

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4 Comentários

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  • Responder Bob1978 ID:vpbi7d9c

    Amigo isso é mais normal doque se imagina. Antes da pandemia fiz um passeio com minha esposa para maragogi-al. La na pousada que ficamos tinha um casal hospedado. Um coroa e uma mulher de uns 20 anos. Registrados como sendo pai e filha. Fizemos um passeio de barco nas piscinas naturais e esse coroa era o tempo todo com a sunga roçando no biquine da moca. Percebia que ele ficava de pau duro. Foram embora uns dois dias antes de nos. Fiz amizade com as meninas da cozinha e da arrumação dos quartos. E escutei elas falando que todo dia quando iam recolher o lixo. Tinha camisinha usada no balde do vaso sanitário. O coroa colocava as camisinhas por baixo, mas qd a limpeza virava o balde pra tirar o lixo, elas ficavam por cima.

    • Trc_22BR ID:1ren0eqk

      Com certeza Bob1978. Realmente é muito comum existir uma relação, principalmente quando o pai cria a filha sozinho.

  • Responder Dasilva ID:2ql0b708k

    Teve um salto entre rla usar o brinquefo de borracha e d erla se quisesse fazer sexo com outro alguém mais que falasse mais pelo que parece ela não fez ou… não falou se fez.
    Muito excitante e bem detalhado essa continuação e com expectativas de quero mais, sempre bons contos,parabéns!

    • Trc_22BR ID:1ren0eqk

      Valeu pelo comentário Dasilva. Acho que um conto quando é escrito com todos, ou quase todos os detalhes que envolvem a história, ele acaba ficando mais prazeroso de ler.