# # #

Naya – A Garotinha do Papai #12

1959 palavras | 6 |4.59
Por

Comemorando 15 anos em um Resort de Luxo. (Final)

Acordamos cedo no dia seguinte. Arrumamos nossas bolsas e fomos tomar café. Demos um tempo no restaurante olhando nossas redes sociais. Perto do horário combinado fomos para a recepção.
Sr. Jorge nos encontrou lá. Chamou um taxi, e fomos até a agência de turismo dona da lancha. De lá fomos para uma praia, entramos na lancha e saímos percorrendo o litoral próximo ao resort. Ele comprou um pacote particular, e fomos só os três, e o piloto da lancha, que não tirava os olhos da Naya.
Ela estava com um biquíni florido, e de bermuda branca. Partimos em direção a umas piscinas naturais de um lugar chamado Itacimirim. Quando chegamos lá, o piloto parou a lancha e disse que tínhamos 30 minutos para tomarmos banho nessas piscinas.
Naya tirou o short e foi a primeira a se jogar na água. O local era raso, acho que tinha meio metro de profundidade. Depois o Sr. Jorge entrou, e fui em seguida.
Sr. Jorge logo começou a procurar brincadeiras com a Naya, jogando água nela, e ela revidando jogando nele. Ela ria muito, estava se divertindo bastante. Peguei a câmera na borda da lancha e comecei a tirar fotos dela.
Depois ela começou a ir para uma parte mais funda, onde a agua chegava até os seus peitos. Falei que não iria, pelo pavor que tinha de estar no mar. Gostava de lancha, barco, navio. Mas a água era meu ponto fraco.
Depois de 30 minutos tirando foros, o piloto da lancha nos chamou para voltarmos, e irmos embora.
Ajudei a Naya a subir. Depois eu subir, e em seguida o Sr. Jorge. Nosso passeio se encerrava ali.
A tarde fomos para a piscina de borda infinita tomar um banho, e tirarmos mais algumas fotos. Nossa estadia no resort estava acabando. Depois passamos nas lojinhas que fica dentro do resort e Naya comprou sandália, camisetas da praia do forte, alguns bichinhos de pelúcia e lembrancinhas para meu pai e minha mãe. Voltamos para o quarto, e dormimos o resto da tarde. Acordamos 19:30 Hs, nos arrumamos e fomos para nosso último jantar no restaurante.
Pegamos nossos pratos, escolhemos frutos do mar, suco, e fomos para nossa mesa preferida. Sr. Jorge chegou em seguida, pegou seu prato, sua comida e veio sentar-se conosco.
Nosso clima era despedida. Naya ficava a todo tempo lamentando o fim da nossa viagem. Sr. Jorge falava que com certeza a próxima, com a presença da Isabela será melhor ainda.
Imagina ai Pedro, as duas aprontando em um enorme navio de cruzeiro.
Naya disse que não via a hora de fazer essa viagem, e conhecer a Isabela pessoalmente.
Terminamos o jantar e como combinado, o Sr. Jorge foi buscar nossas sobremesas. Fiquei com a Naya relembrando nossa aventura. E falando como tem sido boa a companhia do Sr. Jorge nesses dias.
Ele retornou com as sobremesas, comemos e falei com ele que teria que voltar pro quarto para arrumar nossas coisas, pois sairíamos cedo no outro dia.
Ele lamentou o fim da nossa viagem, e trocamos os números dos celulares para um contato em breve.
Falei com ele Sr. Jorge eu tenho 04 cervejinhas lá no frigobar do quarto. Se o Sr. quiser de uma passadinha lá umas 22:00 Hs. Para tomarmos elas. Sr Jorge confirmou e no horário combinado chegou com mais quatro cervejas nas mãos, do frigobar do quarto dele.
Colocamos as 04 dele junto com as minhas no frigobar. Naya estava deitada na cama, com camiseta e shortinho de dormir vendo tv. Fomos para a varanda do quarto, que tinha duas cadeiras, uma mesa de centro e uma rede. Sentamos cada um com uma cerveja. Sr. Jorge não parava de olhar para Naya pela divisória de vidro que separava o quarto da varanda.
Falei filha, por favor traz aí mais duas cervejas para a gente. Ela levantou e foi pegar. Trouxe as cervejas e colocou em cima da mesa. Sr. Jorge não tirava o olho da buceta dela, marcada pela calcinha, no shortinho apertado. Fiquei olhando para ele, e ele não conseguia disfarça o desejo que estava de comer ela.
Pensei vou descontar hoje, a sacanagem que ele fez, fazendo o instrutor transar com a Naya. Vou matar ele do coração agora. Chamei ela e falei: Filha vem cá. Ela veio toda sorridente, e eu disse: Da próxima vez que eu te pedir para trazer cerveja para a gente, eu quero que você venha pelada, sem roupa nenhuma. Certo?
Tá bom pai.
Sr. Jorge vendo a que a Naya estava bem desinibida. Tomou sua cerveja em duas goladas, e ficou esperando eu tomar a minha. Fui tomando devagar, apreciando cada gole. E puxando conversa com ele. Vi que ele estava ansioso, e aproveitei para brincar com a situação. Dei uma golada grande e deixei só uns dois dedos de cerveja na garrafa. Ele esperava que eu chamasse a Naya, mas deixei a cerveja lá, fazendo-me de esquecido.
Ele disse: Pedro toma logo esse resto ai, senão vai ficar quente.
Olhei para ele, tomei o restante, e falei: Filha traz aí mais duas.
Naya levantou da cama, baixou o short e a calcinha, tirou a camiseta e foi pegar as cervejas. Veio andando e Sr. Jorge não tirava o olho daquele corpo bronzeado, da buceta fechadinha, só com aquele risquinho e dois peitos empinados.
Ela colocou as cervejas na mesa, e já ia saindo. Aí falei: Vem cá, fica aqui com a gente. Senta aqui no meu colo. Abrir minhas pernas e ela sentou. Sr. Jorge não parava de olhar pra ela. Parecia um urubu quando vê um bicho morto.
Mandei ela levantar e falei que ia botar meu pau pra fora, pra ela sentar novamente. Sr. Jorge não falava nada, só olhava fixamente para a buceta dela. Ela veio sentar, e eu afastei meu pau pra frente, enquanto ela se ajeitava. Fiquei com ela nua em meu colo, e meu pau na frente da buceta dela, tapando a visão que Sr. Jorge tinha. Ele olhava timidamente pro meu pau, querendo ver o que se escondia por trás dele.
Falei: Acho que Sr. Jorge está querendo ver sua bucetinha filha. Que tal você esconder meu pau ai dentro dela. Ela levantou-se sem falar nada, levantou um pouco a perna direita, pegou no meu pau, e ficou tentando encaixar na entradinha da buceta. Para ajudar, peguei meu pau e direcionei, colocando a cabeça na entrada. Ele foi sentando devagar, até meu pau sumir completamente dentro da buceta dela.
Sr. Jorge vendo aquilo, baixou a bermuda e botou o pau pra fora, começando a se masturbar. Fiquei com Naya com meu pau dentro dela, e tomando minha cerveja. Ela sentia meu pau se contraindo, e latejando dentro dela, e gemia baixinho. Olhei para Sr. Jorge, e ele estava com as mãos meladas de esperma. Já tinha gozado.
Mandei Naya levantar, ir para cama, e ficar lá de quatro. Peguei minha cadeira, e pedir pro Sr. Jorge trazer a dele também. Colocamos em frente a cama, e sentamos com as cervejas nas mãos. Mandei ela pegar o pênis de borracha e se masturbar. Ele já estava em cima da cama, ela pegou e começou a enfiar na buceta. Que cena maravilhosa. Ela de quatro na nossa frente, colocando e tirando o pênis na bucetinha apertada dele. Sr. Jorge já estava com o pau na mão se masturbando novamente.
Levantei e fui até ela. Abrir as nádegas, e a buceta dela e falei para o Sr. Jorge: Olha isso Sr. Jorge, olha como é rosadinha a bucetinha dela, olha que cuzinho delicioso ela tem. Nesse momento ele acelerava ainda mais a masturbação, e começou a ejacular pra cima.
Falei para a Naya: E ai filha. O que você quer, que eu faça agora. Fala ai olhando pro Sr. Jorge.
Me come pai, vem meter gostoso em mim.
Olhei pra ele, coloquei o pau na buceta dela, e comecei o vai e vem. Passei alguns minutos metendo, e depois gozei dentro dela. Sr. Jorge assistia a tudo extasiado. Tirei o pau ainda melado, e mandei Naya limpar. Ela começou a chupar, e masturbar ele.
Voltei para minha cadeira, e falei a ela, que ela tinha liberdade para fazer o que ela quisesse agora. Sr. Jorge olhou para ela sorrindo, e quase pede desesperado para ela fazer sexo com ele. Naya ficou de quatro novamente e pegou o pênis de borracha, e começou a enfiar no cuzinho. Colocou ele todo, ficando só a base do lado de fora.
Sr. Jorge falou: Eu não acredito que ela gosta de fazer anal. Gosta não adora. Respondi. Acho que ele pensou que ela chamaria ele pra fuder o cuzinho dela, mas ela virou o rosto, e falou: Vem pai. Comer meu cuzinho, quero sentir você gozando dentro dele.
Levantei, e já fui com o pau ereto encaixar naquele buraquinho apertado. Coloquei devagar e comecei a dar estocadas. Naya ficou gemeu baixinho. Depois de alguns minutos sentir que iria gozar. Segurei com força a cintura dela, e soltei os jatos de esperma dentro. Olhei para o Sr. Jorge, e ele se masturbava novamente, quase sem forças, e ejaculou uns jatos ralos de esperma.
Tirei meu pau do cu dela, e pedir para ela colocar meu esperma para fora. Chamei Sr. Jorge para ver de perto. Ele levantou e se aproximou da Naya. Abrir as nádegas dela, com as mãos e o esperma saiu pelo buraquinho, descendo pela frente da buceta.
Falei com a Naya. Filha vai tomar banho. Precisamos dormir para viajar amanhã cedo. Fui em direção da porta, e chamei Sr. Jorge, que colocava a cueca e a bermuda.
Falei: Desculpa Sr. Jorge, mas precisamos dormir. Ele falou: Entendo. E foi saindo do quarto. Chegando no corredor eu chamei ele e perguntei. Sr. Jorge, responda com sinceridade. O Senhor pagou para o instrutor de stand up paddle comer a Naya? O Sr. Sabia que se ele chegasse junto, provavelmente ele comeria ela.
Sim Pedro. Perdoe esse velho tarado. Dei R$ 100,00 a ela e umas dicas. Disse que ela adorava fazer sexo, apesar da idade, e ele me falou que já tinha comido outras meninas por lá, fazendo essa aula. Eu sabia que rolaria, baseado no comportamento parecido, da Naya com minha Isabela.
Tudo bem Sr. Pedro. Não fiquei chateado. Ficaria se ela fizesse as coisas escondidas de mim, e não me contasse. Agradeço por ter sido sincero comigo.
Exatamente Pedro. A Isabela é assim também. Me conta tudo.
Então boa noite Sr. Jorge! Até breve.
Boa noite Pedro. Nos vemos em breve no Cruzeiro.
Tomei banho, fui dormir, e no outro dia acordamos cedo, fizemos o check out e partimos de volta para casa. Deixamos para comer no caminho.
Já no carro, dirigindo perguntei a Naya se ela estava feliz em ter realizado o sonho dela. Sim pai. Graças a você. E você tem algum outro sonho em vista? Perguntei.
Tenho dois. O primeiro é fazer esse cruzeiro marítimo, e o segundo é ter um filho com você quando eu tiver de maior.
Filha o primeiro vai ser fácil, mas o segundo diria que é impossível. Apesar de não termos o mesmo sangue, pois você é adotiva. Seria difícil, e um escândalo, se você aparecesse gravida sem ter namorado, naquele pequeno povoado em que vivemos.
Fica tranquilo pai. Eu já estou pensando em tudo. No momento certo, eu te conto o meu plano.

CONTINUA…

⏩ O melhor site de desenhos animados pornô do 🇧🇷, HQs eróticas🔥

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,59 de 17 votos)

Por # # #
Comente e avalie para incentivar o autor

6 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Segurança ID:469cy0ldk0j

    Realmente está chato. Vários capitulos e só vc comeu essa puta.

  • Responder Rogério ID:8d5ijpgb0k

    Vc tem que casar com sua filha engravidar ela várias vezes

    • Mt.Silva ID:1ren0eqi

      Também penso dessa forma Rogério

  • Responder Comedor de viúvas ID:831i9l1d9c

    Assume ela ou liberta de uma vez pra ela ter um namorado sério.

    • Mt.Silva ID:1ren0eqi

      Exatamente isso.

  • Responder Comedor de viúvas ID:831i9l1d9c

    Fica com ela em segredo até ela ficar com 16 anos e depois casa com ela,vocês não deve nada pra vizinhos e outra não tem problema vocês se casarem,afinal você criou ela mas não tem o mesmo sangue,você não é pai dela.
    Outro conselho não deixa outros caras pegar ela não,assuma um compromisso com ela,fala que ama ela e que ela é só sua. É muito chato um cara narra que criou uma mulher e transa com ela e sente prazer em ver outros assediado ela.