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Naya – A Garotinha do Papai #10

2000 palavras | 8 |4.47
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Comemorando 15 anos em um Resort de Luxo. (Pt02)

Boa tarde Naya! E ai muito ansiosa pra essa aula? Falou Sr. Jorge.
Sim. Na maior expectativa. Quero muito aprender. Respondeu a Naya.
Fala Sr. Jorge. Chegou agora foi? Falei.
Cheguei tem uns 15 minutos Pedro. Tomei uma água de coco ali no bar, e vim pra cá.
O Instrutor pegou duas pranchas. A dele, e me deu a que a Naya usaria. Ele fechou a loja e falou para seguirmos pela praia até a lateral do resort. Caminhamos durante uns 15 minutos até uma base com um deck na lateral do rio. Lá eles guardavam as pranchas depois das aulas.
Estranhei o fato de não terem outros alunos nesse horário. Perguntei ao instrutor e ele me disse que fez várias aulas hoje pela tarde. Mostrou um monte de pranchas na base e disse que foi de todas as aulas da tarde. Mas que somente a Naya pegou esse horário do pôr do sol. Falou que era sorte dela, porque esse era o melhor horário.
Naya estava de Canga e biquíni. Tirou a canga e me deu pra segurar. Sr. Jorge e o instrutor ficaram olhando o corpão dela. O instrutor colocou as pranchas no rio, deu o remo a ela e começou a passar instruções. Naya ficou em pé na prancha, e ele disse que era melhor ela começar deitada, depois sentada, para depois em pé.
Falou que o rio era raso, não necessitava colete, a profundidade de um metro só. A água era escura mais não tinha problema. Não havia peixes ou outros perigos nele. 17:00 Hs em ponto o Instrutor e a Naya começaram a remar devagar. A remada seria de uns 2 quilômetros no rio, até onde havia uma grande pedra onde o pessoal subia para ver e tirar fotos do pôr do sol. Voltariam em torno de uns 40 minutos.
O rio era cercado de vegetação. Ficamos vendo eles remando, até a primeira curva, depois sumiram, e eu o Sr. Jorge sentamos no deck.
Sr. Jorge voltou a falar da filha mais nova dele, e começou a comparar com a Naya. Falei com ele que a diferença e que a Naya só queria fazer sexo comigo. Ele disse: Se ela quiser fuder com esse instrutor ai, ela fode, e você nem sabe. Só é parar mais à frente em um lugar seguro, ele comer a buceta dela e volta.
Duvido. Mas se isso acontecesse ela me contaria. Ela sempre me conta tudo. Respondi.
Por isso é que disse que ela parece com minha filha. Ela também dar a bucetinha dela, e depois me conta. O bom dos nossos relacionamentos é isso.
Passaram 40 minutos, e eles não retornaram. Comecei a ficar apreensivo. Sr. Jorge aproveitou e disse: Olha ai o que falei.
Depois de uns 15 minutos eles apareceram na curva do rio. Fiquei aliviado.
Naya subiu primeiro no deck e já foi me abraçando e dizendo que tinha caído da prancha mais de 10 vezes. O instrutor pegou a prancha dele e foi guardar dentro da base. Sr Jorge o seguiu.
Naya ficou se enxugando com a toalha que pegou na bolsa dela. Sr Jorge apareceu na porta da base e me chamou: Pedro faz favor, rapidinho.
Cheguei lá e o instrutor estava nervoso. Sr Jorge falou comigo: Não falei que a demora deles, era aquilo.
O Cara chegou aqui de pau duro. Falou. Mas isso não prova nada Sr. Pedro.
Ele disse: vem cá. Mandou o cara ficar tranquilo que não iria acontecer nada com ele.
Mostra ai pro Pedro. O instrutor abriu a bermuda, e abaixou um pouco a cueca. Mostrando o pau ainda duro com uma camisinha ainda no pau, cheia de esperma.
Tá vendo. Ou você acha que ele levou essa camisinha e se masturbou em cima da prancha.
Dei as costas pra eles, e sair em direção da Naya que já estava vestida, e passando a escova nos cabelos.
Chamei: Vamos Naya.
E o Sr. Jorge? Vai ficar ai? Perguntou ela.
Vai! Depois encontramos ele no restaurante.
Chegamos no quarto e fomos dormir abraçados. Acordamos umas 19:30 Hs. Chamei ela pra tomar banho junto comigo. Debaixo do chuveiro comecei a agarrar ela e nos beijamos de língua. Dei uma lambida no seu pescoço e ela começou a gemer, e me disse que tinha uma coisa para me contar. Eu já sabia o que era. Falei: vamos terminar o banho e você me conta.
Depois do banho sentamos na cama, e ela começou a falar: Pai. Hoje aconteceu algo que nunca tinha acontecido, e que eu não esperava. Eu acabei fazendo sexo com aquele instrutor. Como aconteceu? Perguntei.
Eu comecei a remar na prancha normalmente, só que ai começou a dar umas rajadas de vento e eu cair. Fiquei com dificuldades pra subir na prancha novamente. Ele desceu da dele, e veio por trás de mim segurando nas minhas coxas para me colocar na prancha. Isso aconteceu algumas vezes. Acho que na terceira ou quarta queda eu senti o pênis dele duro encostar na minha bunda. Meu biquíni estava molhado e ficava marcando minha buceta. Ele ficava só olhando. Olhei pro volume na bermuda dele, e vi que ele estava com o pau duro.
Quando chegamos no final do ponto de remada, ele desceu da prancha e subiu em uma pedra alta. Me deu as mãos e me puxou. Fiquei vendo o pôr do sol e ele ficou me encoxando por trás. Começou a falar de casais que iam pra lá para transar, e me mostrou um monte de camisinhas usadas nas pedras. Depois disse que já tinha comido muita bucetinha ali nas pedras. Quando vi ele já estava com a mão dentro do meu biquíni, tocando meu clitóris. Não tive reação nenhuma. Acho que fiquei paralisada de tesão. Quando percebi ele já tinha baixado a parte de baixo do meu biquíni até minhas coxas, e começou a meter na minha buceta em pé, do jeito que a gente estava. Ficou alguns minutos metendo em mim, depois disse que tinha gozado. Ai me virei e vi ele guardando o pau na bermuda, sem tirar a camisinha. Achei estranho, mas não perguntei nada. Ele pegou em minha mão e falou que era hora de voltarmos, que iria escurecer.
Tudo bem filha. Obrigado por ter me contado. A cada dia que passa, minha confiança em você só aumenta. Te amo minha princesa. Pedir pra ela se arrumar para irmos no restaurante jantar.
Enquanto me arrumava comecei a pensar em tudo isso que tinha acontecido. Estava meio desconfiado que havia um dedo do Sr. Jorge nessa situação com a Naya. Mas sem provas não poderia julga-lo.
Fomos para o restaurante. Fizemos nossos pratos, e escolhemos uma mesa. Poucos minutos depois Sr. Jorge chega também com um prato e pergunta se poderia se juntar a nós.
Claro Sr. Jorge. Senta ai com a gente. Falei.
Ficamos os três comendo e ouvindo o som de uma banda que tocava em um pequeno palco no restaurante. Todos os dias uma banda diferente se apresentava no horário do jantar. Percebi que Sr. Jorge queria me falar algo, mas que não queria que fosse na presença da Naya.
Falei com ela: Filha, a sobremesa hoje é por sua conta. Pega lá uma torta gelada pra gente. Naya levantou-se e se dirigiu a fila, que começava a se formar.
Sr. Jorge falou: E ai Pedro, sobre aquilo, você acha que rolou algo entre a Naya e o instrutor?
Sim! Ele comeu ela. Como você previu. Ela acabou me contando enquanto nos arrumávamos para vir pra cá.
Não julgo ela. Se minha filha estivesse aqui teria cedido da mesma forma. Disse o Sr. Jorge.
Por falar nisso, vou fazer uma chamada de vídeo para te apresentar a Isabela. Sr. Jorge ligou e a filha atendeu.
Oi filha! Tudo bem?
Oi pai! Tudo bem! Como está ai na Bahia? Que inveja. Queria muito está curtindo aí com você.
Aqui está tudo ótimo. Estou aqui com um amigo e a filha dele, da sua idade. Vou te mostra a ele. Da um oi ai pra ela Pedro.
Sr. Jorge virou a tela do celular e vi uma linda morena de olhos cor de mel, um grande cabelo castanho ondulado, e um corpo bem definido.
Olá Isabela! Tudo bem com você. Falei.
Oi! Tudo bem. Espero que estejam todos bem ai também. Queria está ai pra te conhecer pessoalmente, e quem sabe fazermos alguns passeios por ai.
Que pena! Fica pra próxima oportunidade. Vou adora te conhecer pessoalmente também. Tenho uma filha da sua idade aqui comigo. Se estivesse aqui, já seriam amigas rsrsrs. Falei.
Sim! Com certeza. Faríamos umas festinhas boas nesse lugar.
Sr. Jorge virou a tela para ele novamente, para se despedir, e falou: Tchau minha princesa. Boa noite. O Pedro aqui está louco de vontade de te conhecer e te ver peladinha. Fiquei um pouco excitado. Ele riu, e a Isabela riu também e falou: com certeza na próxima eu deixo ele tirar minhas roupas.
Naya chegou nesse momento, e colocou os tortas na mesa. Sr. Jorge perguntou, e a minha? Não mereço um pedaço também Naya.
Ela disse: Oh Sr. Jorge. Me desculpe. Realmente era pra eu trazer torta para nos três. Vou buscar a sua. Um momento. Naya saiu novamente e voltou a entrar na fila.
Sr. Jorge me perguntou se eu já tinha filmado a gente transando. Sim. Eu tenho uma câmera profissional onde gravo pequenos vídeos de nossas transas, da Naya tomando banho, dançando funk. Só que depois eu edito, e tiro os nossos rostos por motivo de segurança.
Ele me perguntou. Se eu não teria interesse eu gravar alguém comendo ela? Nesse momento não falei que já tinha gravado vídeos dela dando pros rapazes do mercadinho.
Falei que não. Que isso nunca se passou pela minha cabeça.
Você tem que ter uma experiência como eu tive com as minhas meninas. Ser voyeur da própria filha é uma delícia. Seu tesão vai as alturas. Pode ter certeza, quando a pessoa começar a tocar nela, você não resiste, já tirar o pau pra fora e começa a se masturbar. Na hora que você ver o cara metendo na bucetinha dela, e ela gemendo, olhando pra você. A explosão de tesão é demais. Depois o sexo com ela melhora muito. O tesão dos dois aumenta em 100 %. Pense nisso. Se quiser eu posso te ajudar. Falou Sr. Pedro.
Vou pensar Sr. Pedro. Mas, acredito que a Naya não iria aceitar isso de primeira. Ela é um pouco desconfiada, e insegura com estranhos. Falei.
Vou te dar uma ideia. Faz o seguinte. Hoje à noite você transa forte com ela, e deixa ela bem cansada. Quando ela dormir, vai logo entrar em sono profundo. Quando for umas 2:00 da madrugada eu chego em seu quarto, e fazemos um pequeno vídeo. Ela não vai perceber. Eu fico pelado com ela na cama, e você grava com sua câmera. Vai ser só um teste, sem sexo. Só para você sentir a sensação que te falei. Depois você vai plantando essa ideia aos poucos nela. Não falo pra você fazer isso onde vocês moram. Seria perigoso. Aconteceria quando fizessem uma viagem como essa.
Certo Sr. Jorge. Gostei da ideia. Vou colocar meu celular para despertar as 2:00 e fico lhe aguardando no quarto. O número do nosso quarto, é o 501 Family.
Naya voltou com a torta do Sr. Jorge e todos fomos comer a sobremesa. Conversamos mais um pouco, e nos despedimos. Falei que iriamos dormir. Estávamos cansados.

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8 Comentários

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  • Responder Comedor de viúvas ID:831i9l1d9c

    Tá estragando a sequência de contos envolvendo outras pessoas,tava tão bonito só o pai de criação pegando a menina,era mais exitante.

    • Trc_22BR ID:1ren0eqk

      Olá Comedor de viúvas. A trama desse conto envolve uma adolescente que é viciada em sexo, tendo varias experiências, com algumas pessoas, durante o decorrer de um tempo, e o seu pai de criação que é voyeur, e sente tesão assistindo essas aventuras da filha. Eu entendo seu ponto de vista, e agradeço seu comentário.

  • Responder Ronaldo ID:vpbi7d9i

    Delicia essa sequência. Continue.

    • Trc_22BR ID:1ren0eqk

      Postarei hj a continuação. Vlw.

  • Responder Rogério ID:yazafnqj

    Eu quero continuação

    • Trc_22BR ID:1ren0eqk

      Postarei hoje a continuação. Vlw.

  • Responder Dasilva ID:2ql0b708k

    Bom e bem contado como sempre seu conto mas, tenho a certeza de seu jorge pagou a instrutor pra ter algo com sua filha e pelo que li não foi digamos prazeroso pra ela, foi uma surpresa sim mais não prezerosa, confusa com o momento ela apenas se deixou levar e o cara mau meteu e so queria a prova para seu contratante, outra coisa é que ele pode nao ser pai da menina na qual falaram no cel, pode ser mais uma farça e ela contratada pra falar no momento certo e convecer vc a fazer sua filha dar pra ele tambem.
    Boa aventura pra vcs e ate o próximo conto.

    • Trc_22BR ID:1ren0eqk

      Bom dia Dasilva. Estarei colocando a sequência dessa parte do aniversário de 15 anos hoje. Agradeço pelos seus comentários. Abço.