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Mulheres Apaixonadas – Bárbara e Dudu

1802 palavras | 10 |3.84
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Conheça Dudu, que aos 8 anos começou a ver sua tia Bárbara, de 26 anos, com outros olhos.

Desde que sua mãe, Beatriz, enfermeira solteira de 29 anos, começou a ter plantões noturnos no hospital, Dudu começou a ter dificuldades para dormir.

Não porque ficava sozinho. Não ficava. Sua tia Bárbara, 26 anos, passava as noites com ele até sua mãe retornar na manhã seguinte.

Também não via problema em estar na companhia dela. Apesar dela ser 18 anos mais velha do que ele, brincavam juntos, como iguais. Montavam quebras-cabeças e modelavam bichinhos com massa de modelar juntos, entre outras atividades divertidas.

Ele gostava de dormir com ela na cama de casal, que pertencia a sua mãe. Ela mesma sugeria, era uma cama grande, espaçosa, e ela deixava ele assistir desenhos até mais tarde do que sua mãe costumava permitir.

E era comum ela adormecer antes dele, o que atpe poderia render um tempo adicional de televisão, mas era quando sua tia adormecia que a diversão de sua noite realmente começava.

Sua tia Bárbara era uma mulher muito bonita. Um pouco mais alta que sua mãe, que era baixinha, Bárbara não devia medir mais do que 1,70m. Tinha a pele clara e sardas no rosto que davam um contraste bonito com seus grandes olhos esverdeados. Seus lábios eram finos e tinha um nariz delicado. Os cabelos castanhos e levemente cacheados completavam a beleza de seu rosto.

Mas era abaixo do pescoço que Dudu começou a notar detalhes que até então nunca tinha notado em sua vida.

Diferente de sua mãe, que sempre vestia pijamas longos e grossos, sua tia gostava de vestir roupas leves à noite.

Eram camisolas, robes, negligées, baby dolls e short dolls, de várias cores, geralmente escuras, predominantemente azuis ou pretos, quase sempre de rendinha e até mesmo ousados tecidos semitransparentes.

Aos poucos o pequeno Dudu começou a notar padrões no corpo de sua tia que geravam uma admiração, um sentimento até então desconhecido e inexplicável.

Os delicados ombros nus que sustentavam as alças de suas roupas de dormir.

As costas arqueadas, que a depender do que vestia ficavam quase que completamente nuas, pareciam ter uma textura tão macia e delicada que o menino desejava tocar e sentir.

Ela tinha braços finos, bonitos, elegantes, com uma sutil e quase imperceptível penugem a adorná-los.

O busto enfeitado por um atrativo par de seios, não eram exatamente grandes mas volumosos o bastante para chamar a atenção do garotinho. Sempre parcialmente ocultos, parcialmente visíveis, e que modelados por suas roupas exibiam contornos tão arredondados que pareciam um convite para algo que Dudu ainda não sabia definir o que era, mas que parecia ser bom, muito bom.

Estava encantado também pela forma como sua silhueta formava um par de curvas simétricas, que faziam seu corpo todo lembrar um violão, toda aquela lateral do seu corpo magnífico que afinava acentuadamente na cintura, para enfim expandir-se nos quadris, largos, bonitos, deleitantes.

Suas coxas eram grossas e torneadas, e suas canelas finas formavam um par de pernas tão bem definidas que conseguiam a proeza de parecerem fortes e delicadas ao mesmo tempo.

E tinha também aquelas nádegas. Ah, as nádegas de sua tia! Nádegas abundantes e arredondadas, que a depender dos trajes de sua tia, ficavam parcialmente visíveis, sublimes polpas de feminilidade ante a curva acentuava formada pelo encontro com a parte de trás de suas coxas roliças.

E não eram raros os momentos gloriosos em que ela ficava de costas para o sobrinho, chegando até mesmo a curvar-se, sem qualquer hesitação, diante dele, para recolher algo no chão ou outra tarefa igualmente mundana, o que ampliava o ângulo de sua inocente visão magnetizada, agraciando o olhar do pequeno com novos formatos, novas curvas, novos sonhos, novas cores e novas sensações.

Ver sua tia seminua, inclinada ou engatinhada, com todas aquelas curvas esplendorosas obscenamente expostas, a bunda arredondada e lisa que parecia uma oferenda divina, os tentadores seios que, afetados pela gravidade, ficavam deliciosamente alongados, aquele corpo tão apetitoso ali, exposto maliciosamente diante dele, fazia o menininho sentir-se… vivo.

Muito vivo e com fome de algo que ainda não compreendia. No peito daquela criança começava a bater o coração de um homem.

Naquela noite especial, a primeira de muitas, ela dormia com um baby doll vermelho e preto, dividido em duas peças, com sua barriga bem definida totalmente exposta. O baby doll, ousadamente semitransparente, permitia ver a maior de sua pele, e com texturas mais opacas ocultando as modéstias dela.

Foi vestida assim que ela adormeceu ao lado de Dudu, deitada de lado e virada para o menino, que aproveitava o sono profundo de sua tia para admirar o belo corpo dela, sem nenhum lençol, manta ou cobertor para obstruir sua visão.

Dudu sentia-se muito malandro e ousado. Escutava o leve ronronar que sinalizava o sono profundo de sua tia Bárbara, e com isso, podia roubar quantos olhares queria daquele corpanzil voluptuoso. Olhava cada detalhe, cada curva, cada delícia.

Aqueles seios. Aqueles SEIOS. Ele podia olhar diretamente para o decote sem medo de ser repreendido, e encarava com determinação aquelas curvas tão inexplicavelmente atraentes. Era impossível dormir ou ver TV com aquela oportunidade.

O sutiã meia taça do baby doll deixava quase metade dos peitos de fora, mas existia uma curiosidade de conhecer a parte oculta que chegava a machucar o seu coração.

Mas aquela era uma noite especial. De alguma forma, enquanto Dudu estava concentrado na televisão, a alça do baby doll de sua tia desceu até quase a metade do braço.

Isso fez com que um ou dois centímetros a mais do seio esquerdo dela ficassem à mostra. Pode não parecer muita coisa, mas foi o suficiente para que Dudu percebesse que aparecia uma parte até então era desconhecida para ele.

Um dia ele descobriria que aquilo que começara a despontar da roupa de sua tia se chamava aréola. Era de um tom amarronzado suave, como chocolate diluído pelo leite claro de sua pele, uma graduação de tom de pele suave e muito bonita numa composição de amável contraste.

E mesmo sem conseguir ver muito, ele pôde entender que formava uma curva que parecia acompanhar a própria curva do peito, e que era um pouco irregular, com pequenas rugosidades, muito pequenas mesmo, e que tornava aquela parte ainda mais intrigante.

Surgiu o desejo de ver mais, um desejo intenso ardia furiosamente em seu peito e sua virilha.

Ela dormia profundamente. A meia taça que cobria o restante do peito parecia tão solta que ele tentou, delicadamente, mudar de posição para ver mais.

Aproximou-se o máximo que sentiu ser seguro. Escutava a respiração pesada dela, ali, tão perto de si. Tentou conhecer mais do peito de sua tia, naquele espaço mágico que existia entre a roupa e a teta, mas uma sombra frustrante impedia sua visão.

Olhou bem para o rosto dela. Olhos fechados. Boca entreaberta. O silvo rítmico de sua respiração.

Voltou o olhar para o peito, e esticou a mãozinha em direção a ele. Com muito cuidado, empurrou bem devagar o sutiã para baixo. Pouco a pouco, mais alguns milímetros da aréola foram sendo revelados para o olhar curioso e excitado do menino.

Seu coração batia tão forte que ele podia sentir nos seus globos oculares.

Enfim um inchado e entumescido mamilo apareceu. Era tão bonito! Parecia um toquinho enrijecido de feminilidade enfeitando o centro da aréola achocolatada de seu peito.

Dudu precisou segurar a própria respiração para conter sua excitação. Hipnotizado, aproximou sua mão daquele mamilo. Queria demais tocar. Nunca quis algo com tanta intensidade quanto tocar o peito quase todo exposto de sua tia.

Seu dedo indicador chegou a poucos milímetros de distância. Sentia que já podia até receber o calor daquele seio magnífico.

Então veio o susto que quase matou o menino do coração. De tão concentrado que estava naquela apetitosa mama, ouviu um som que parecia vir do além.

– Pode tocar…

A voz de sua tia surgiu tão repentinamente que Dudu recuou para o seu lado da cama como um relâmpago. Apesar dela falar com um tom de voz suave e repleto de ternura, Dudu ainda assim estava aterrorizado.

Foi flagrado! Puxou a roupa de sua própria tia, expondo o seio e ainda estava quase tocando, e ela viu!

Ele estava tomado pelo pânico, paralisado pelo medo e incapaz de formar um único pensamento racional.

E Bárbara apenas sorria.

– … aqui. – ela complementou gentilmente, enquanto puxava a parte de cima de seu baby doll para baixo, expondo completamente não um, mas ambos os seus cobiçosos seios. O mamilo do outro seio, enfim liberto, surgiu esplendoroso com pequenino um salto deliberado.

Mesmo com o coração aflito e amedrontado, Dudu admirou aquela dupla nutritiva de mamas, que, gloriosamente livres, pendiam suavemente para baixo, desafiando a gravidade quase sem perder o atrativo formato arredondado, enfeitados por biquinhos tão protuberantes que pareciam dois diminutos dedos apontando para o garoto peralta.

Dudu sentia-se tão confuso. Em seu íntimo, sabia que o que o fez era errado e temia a punição, por mais justa que fosse.

Mas ela fazia o oposto que ele esperava. No lugar de uma bronca, um tapa ou coisa pior, veio uma surpreendente e generosa oferta de tetas acompanhada por um surreal convite para… tocá-los?

– É normal você ter essa curiosidades na sua idade, Dudu. Vem, pode tocá-los.

O medo começou a se dissolver do rosto do menininho, gradativamente substituído por um sorriso tímido.

Foi ali, naquele momento, enquanto estendia sua mão para um dos seios, que Dudu começou a entender que tinha sido agraciado pelos deuses com uma sorte que pouquíssimos garotos de sua idade tem.

Sua tia era um raro exemplar de mulher apaixonada. Mulher apaixonada por garotos.

E a jornada de descobertas de Dudu estava só começando.

Voltei!

Espero que tenham gostado. Escrevi com muito carinho e tesão!

Comentários com elogios, sugestões e críticas construtivas são muito bem-vindos!

Se quiser conversar mais a respeito, pode entrar em contato comigo pelo e-mail
[email protected]

Nada de fotos ou vídeos, combinado? Somente uma troca saudável de fantasias e ideias.

Beijos para todos.

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10 Comentários

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  • Responder Magnum ID:88pzdgwnm2

    Adorei o conto. No meu caso, foi uma prima mais que me início, no começo foi com carinho, mas depois começou abusar de mim.

    • Professora Juliana ID:46w52il1m9j

      Obrigada pelo elogio e por compartilhar! ❤️

  • Responder mikaela ID:8eez5vj742

    Lia Santos, se por acaso entrar aqui, recebi tua carta mas teu email esta errado retornou como postagem errada, fico no aguardo
    [email protected]

  • Responder Cleber ID:g3iuhdphj

    Vai ter a segunda parte professora? Cm que eu queria ter uma professora como vc…

    • Professora Juliana ID:dlnu8y499

      Vai ter sim!

  • Responder mikaela ID:8eez5vj742

    Professora Juliana

    Juliana, apesar de ter 23 anos, gosto muito de me relacionar com menininhos e menininhas, muito bem descrito teu relato, parabéns.
    Caso queira trocar ideias e fantasias, meu mail é [email protected], não posso entrar no
    protonmail por motivos pessoais fico no aguardo

  • Responder Thor38 ID:bf9fb9rhrb

    Caramba é quase uma poesia, muito bem descrito, merece uma continuação 👏👏👏

    • Professora Juliana ID:r7bohw8m

      ❤️❤️❤️

  • Responder NH-22 ID:gstyze0d2

    Há quanto tempo.

    • Professora Juliana ID:r7bohw8m

      Desculpa o sumiço! 😅