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Mas quem sou eu afinal??? 2

2261 palavras | 4 |5.00
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Cheguei ao meu destino. Fico numa casa, não sei onde, luxuosa. O Lobo fode-me sem piedade.

Estava a vários dias no navio, iam deixar-me a comida ao quarto, deram-me um livro para ler, curiosamente sobre uma baleia branca, Mobby Dick. Um dia o navio chegou perto da costa, e começou a navegar para dentro de terra. Cruzou-se com muitos outros navios, havia alturas em que entrava numa especei de doca, e via umas locomotivas com uns cabos a puxarem o navio. Eu já tinha visto aquilo na Tv, estava no canal do Panamá. Só poderia ser isso. Via selva, a volta…, mas para onde me levavam???
Passado dois dias, o navio chegou a um grande oceano, o Pacifico. Navegamos mais 9 dias, e no meio do oceano, vejo outro barco, mais pequeno, a chegar perto do navio. Neste momento entraram 3 homens no quarto onde eu estava, dois deles agarraram-me, puseram o saco de pano na minha cabeça, e voltei a sentir uma picada no braço esquerdo, e adormeci.
Acordei não sei quanto tempo depois, num quarto, luxuoso, enorme, com wc privado, tv, uma cama enorme, uma mesa cheia de comida. Isso sim estava completamente nu, tinha tatuado numa nádega a letra P, que ainda hoje tenho, procurei roupas para me vestir e não havia nenhuma. Também reparei em pelo menos 6 camearas de vídeo.
Após eu comer, apareceram dois homens, a mesma com as máscaras de coelhos, e outro com máscara de Lobo. Este homem era enorme, pelas mãos vi que era moreno, pois ele usava um fato. Cabelo rapado, sapatos caros, aproximou-se de mim, agarrou-me na cara, olhou, depois largou-me, deu uma volta, olhando-me, sem falar nada, depois falou em espanhol, para os outros dois:

– Despues de la ceia, lo quiero en mi quarto. Que las chicas lo preparen.

Os outros limitaram-se a acenar com a cabeça.
Eu na altura pouco ou nada entendia de espanhol, aprendi ao longo do tempo que passei naquele lugar. Tive uma professora particular, que me ensinou, e alem de espanhol, aprendi melhor o inglês, aprendi francês, e mandarim. Curiosamente foram as minhas bases para eu poder exercer a minha profissão atualmente, mas já lá chegaremos.
Nesse dia, após o por do sol, duas mulheres deslumbrantes, todas nuas, vieram com um homem, que lhes abriu a porta do quarto. Elas entraram, traziam uma tesoura, uns frascos numa bandeja. Uma delas falou para mim num português perfeito:

– Vem, senta-te aqui para eu te arranjar o cabelo.
– Fala português??? Que alegria eu tive, eram as primeiras palavras em português que eu ouvia, sei lá a quanto tempo.
– Sim, aprendi, aqui.
– E onde estamos… que querem de mim…
– Não sei onde estamos, rapaz. Que querem de ti… isso o SR. saberá. Só te digo é uma coisa. Aqui estarás para o servir, se não o fizeres, morres.
– Morro???
– Rapaz, eu vim aqui ter com a minha irmã gémea. Ela revoltou-se, e fugi-o. Passados 2 dias, trouxeram ela, ainda viva, cheia de feridas. O SR. foi ter com ela, agarrou numa pistola, meteu ela dentro da boca dela, e disparou, estoirou-lhe a cabeça. Esse é o castigo a quem não lhe reconhece a sua absoluta autoridade. Se pensas em fugir será o teu destino.

Fiquei em silencio, estava a assimilar a minha situação. Deixei elas tratarem de mim. Cortaram-me o cabelo, raparam todos os pelos do meu corpo, deram-me banho. Depois do banho, levaram-me a uma pequena cada de banho ao lado da maior, onde havia apenas um chuveiro e uma sanita e na ponta da mangueira do chuveiro, estava um tubo cilíndrico, ela disse-me para eu abrir as pernas e dobrar-me. Ela enfia metade desse tubo no cu, abre a água, e sinto ela a entrar dentro de mim, e a minha barriga a ficar maior, e cada vez maior. Ao princípio deu-me prazer, mas agora causava-me desconforto, queria tirar aquela água de dentro de mim, mas ela dizia que faltava pouco…aguenta… até que não pude mais, e ela retirou o tubo, e sentei-me na sanita, e caguei água, misturada com merda, mas aquilo causou-me um alivia tão bom… repetiram a operação até que não saia mais merda, apenas água límpida. Depois perfumaram-me e foram embora.
Passado pouco tempo, veio um homem, que me levou até um quarto ainda maior, parecia um palácio.
Fiquei maravilhado com tanto luxo, parecia o quarto de um rei, ou pelo menos como eu imaginava que seria um. Andava eu a ver o quarto, quando a porta se abre, e entra o homem com a máscara de lobo. Veio apenas com um roupão vestido, eu estava todo nu.
Entrou, e despiu o roupão, e meu deus, o homem parecia uma escultura… musculado, músculos salientes nos braços…peitorais… pernas… moreno, e um caralho enorme, que mole quase lhe chegava aos joelhos. Assustei-me.… sabia muito bem o que iria acontecer. Ia ser fodido por aquele homem. Não era ignorante ao ponto de não saber isso, especialmente quando o vi nu. Olho a minha volta, vejo uma varanda, e corro para lá, e quando chego á beira dela, vejo um enorme precipício. Vejo o mar lá em baixo, as ondas a baterem nas rochas. Dali se me atirasse morreria. O homem, estava dentro do quarto, imóvel. Fui devagar para o quarto, assim que estou lá dentro, corro para a porta, mas está trancada. Abano-a, e quando me volto o homem está a centímetros de mim, nem dei por ele chegar perto de mim.
Agarra-me nos cabelos, com uma mão enorme, faz-me ajoelhar mesmo a frente daquele caralho monstruoso, agarra nele com a outra mão, e aponta ele a minha boca, e diz:

– Mama mi polla, perra. Trágatelo entero, perra.

Eu não entendia que ele falava, e então ele diz, num português perfeito:

– Mama a minha verga, cadela. Engole-a inteira, cadela. Obedece.

Não tenho saída. Olho para aquele caralho monumental, abro a minha boca ao máximo, mas mesmo assim meto a cabeçorra do caralho na minha boca com muita dificuldade. Levei então uma bofetada na cara, e ele diz:

– Mandei-te parar??? ENGOLE, SUA CADELA, SUA VACA.

Não sei como, mas engulo mais um pouco. Ele então encosta a minha cabeça a uma parede, aperta-me o nariz, eu mal consigo respirar, pois o caralho dele na minha boca mal deixa passar um fio de ar, e puxa-me a cabeça para os pintelhos dele, e eu sou forçado a engolir o caralho dele na totalidade. Ele então entrelaça os dedos das mãos atrás da minha cabeça, e mantem-me assim longos minutos.
Quando me permite aliviar um pouco eu estou quase desfalecido. Depois de um breve momento, volta a fazer o mesmo, e mete mesmo o caralho até aos colhões na minha boca. Eu sinto o caralho dentro de mim quase ao nível das minhas mamas, sinto-me sufocar, quero vomitar, os bicos das minhas mamas entesam. Pensei na minha vida toda até aquele momento, pensei que fosse morrer. Doíam-me os maxilares, ainda hoje estou para perceber como não se deslocaram. Numa comparação mal feita, nunca viram uma cobra a engolir uma presa grande? Assim me senti eu.
Após isso começou a foder-me a boca atolando o caralho todo e retirando-o. Nem sei quanto tempo me esteve a foder a boca. Só sei que quando acabou, esporrou-se todo dentro da minha garganta e só tirou o caralho quando eu engoli tudo.
Largou-me, eu caí redondo no chão, a boca doía-me tanto, queria fechar ela e mal conseguia. A minha língua tinha a marca dos meus dentes de baixo, nela. Ele foi acender um charuto, serviu-se de um copo de uma bebida, veio até mim, agarrou-me pelos cabelos, puxou-me até a cama, deitou-me de braços nela a um dos cantos, puxou-me um pouco para a beira. Olho para trás, vejo aquele caralho monstruoso ereto…se antes tive medo, agora tinha pavor. Pensei que agora e que era, que iria morrer empalado. Tento escapar, grito, rogo-lhe piedade, mas ele nada… apenas sinto a mão dele a agarrar-me num ombro, e a outra está no caralho dele. Deita-se em cima de mim. Sinto o caralho dele ao longo do rego do meu cu, ele então agarra-me no pescoço, na parte da nuca, e aperta. Sinto a cabeça do caralho dele a procura do buraco do meu cu. Ora eu só havia sido enrrabado por aquele gordo, e á mais de um ano, o meu cu estava fechadinho. Tento trancar o cu, mas quanto mais resisto, parece que mais o atiço. Até que eu vou perdendo as forças, e nesse momento, a cabeça do caralho dele encosta mesmo a porta do meu buraquinho, ele força mais e entra a cabeça. O grito que dei nem eu o consigo aqui descrever, só sei que até hoje foi a pior dor aguda que eu senti. Sabia que agora não haveria nada a fazer, sabia que agora seria violado sem qualquer piedade por ele, mas mesmo assim, entre o choro e os gritos de dor eu lha pedia. Porém a única coisa que senti foi ele enterrar o caralho dele até metade, puxar-me para trás de modo que eu ficasse de 4, e depois enterrou o resto do caralho de uma vez. Nem me lembro de gritar, pois desmaiei com a dor. Não sei quanto tempo estive desmaiado, só sei que quando acordo, ele começa a foder-me o cu e diz:

– Pensavas que desmaiando sofrerias menos… errado. Agora sim vou-te foder, puta.

Começa a foder-me a canzana, eu choro e grito desesperado, sinto os colhões dele a baterem-me na ponta do meu caralho, mole, sem estar teso. Eu gritava, tentava escapara para a frente, mas ele tem a força de uma manada de touros, e segura-me e quando mais eu quero fugir, com mais força ele me fode. Entro num estado de pura loucura, só assim consigo explicar, porque eu começo a gritar para ele meter ele mais fundo, que me foda o cu todo…e aos berros com dor no cu.
Começa a doer-me o corpo todo, os bicos das minhas mamas estão super tesos, elas balançam um pouco com as estocadas violentas dele no meu cu, de repente o meu caralho entesa, isto em segundos, e esporrei-me todo sem lhe tocar, e ele voltou a encolher. Ele para de me foder, agarra-me com a mão pelos cabelos, e diz-me:

– Vamos para a varanda, cabrona.

E com o caralho todo atolado no meu cu, levantou-me, eu em bicos de pés a andar a frente dele, até que me encostou de barriga ao varandim. Eu estava com metade do meu corpo debruçado, abaixo de mim só o vazio do precipício, e o mar lá em baixo a bater nas rochas. Ele desata a foder-me, até levanta-me os pés do chão, e atola o caralhão dele no meu cu, e tira-o, e começa a foder-me a uma velocidade incrível. Eu estou com a cabeça pendida, a gritar e a gemer e a chorar, a ver as rochas lá em baixo. Ele puxa-me para dentro, mas deita-me de costas voltadas para o precipício no varandim, poem as minhas pernas todas abertas a volta da cintura dele e enterra-me o caralho todo de uma vez no meu cu. Com a força da estocada deu-me um espasmo de dor terrível, acho que até o meu coração parou de bater. Ele sorri e avança dois passos para a frente, deixando-me o cu em cima do varandim, e o meu tronco todo de fora do varandim, e eu com o medo apertei ele ainda mais com as pernas. Ele começa a foder-me com força e velocidade, a minha cabeça pendida para trás vejo o precipício e o mar calmo ao fundo, tremo com o medo e com as dores, a certa altura enteso um pouco novamente, e desato a mijar, o mijo sai do meu caralho e molha-me a cara, e ele grita, ele urra, dá conta a todos do poderoso que se sente, do triunfo que teve em fazer-me esporrar primeiro sem que eu me tocasse e depois eu mijar sem controle na minha bexiga. Ele esporra-se outra vez dentro de mim. Parou de me foder, sinto o caralho dele a ficar menos teso, até que ao fim de um tempo saio sozinho do meu cu… vejo a aquela máscara de lobo a olhar para mim…e finalmente puxa-me para dentro da varanda. Deixa-me ali deitado no chão, depois chega com mais dois homens, e diz-lhes em espanhol, mas que vou traduzir.

– Levem a puta ao doutor, e quando estiver curado, que os homens se divirtam com ela uns tempos. Quando eu regressar daqui a uns dias, tragam ela vestida de puta, lingerie. Mas que os homens se divirtam, ela está cá par isso. Não a juntem com as outras. Nem lhe dirijam palavra. Qualquer homem que falar com ela, eu pessoalmente lhe arranco os colhões, entenderam???
– Sim, SR.
– Agora levem ela ao doutor.

Continua.

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4 Comentários

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  • Responder Escritor mistério ID:5vaq00tfi9

    Safadão não ligue para essa coisa. E só um triste buscando atenção. A sério me da pena alguém ter esse único triunfo na vida. Deixa ele comentar, voz de burro não chega ao céu, e John Deste e marca de trator,lol.

  • Responder Escritor sem mistério ID:g3jjxse8l

    Né veadoeu,John Deere,Matador de Veados,já te respondi,tu és uma maricona,que só pratica veadagem porque não tomou a lição cura-veadagem do Deere!

    • Safadao_Pervertido ID:59phan2ql

      Cara como vc é chato pra porra hein em todos os contos aparece esse texto babaca e bizarro. Da as caras e aparece na real para ver quem é que mata quem. Bicho escroto da porra, em todos os contos esse verme vem escrever. Se for real, de as caras, fale quem és sem rodeios para ver se te acho nem que seja no inferno. Cara idiota da porra. Seu pau é que deves querer dar o cu e não encontra quem te coma. Lixo!!!

    • Escritor sem mistério ID:g3jjxse8l

      Me respeita veado