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Lory chupa e lambe gostoso Vol 3

557 palavras | 1 |5.00
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Pronto, agora já era. Não tem mais volta. O Pau já tava pra fora e a Lory já tinha descido da mesa. “Vamos fazer uma troca, tá bom?!”, foi a primeira coisa que eu disse quando ela ficou de pé na minha frente. O meu Pau estava a poucos centímetros do rostinho dela. – Imagina! – dava pra ela chupar sem precisar se curvar nem nada, pois com a sua baixa estatura seria absolutamente possível ela mamar de pé. “Que troca, Tio?”, a Lory perguntou. Nisso ela já tava pegando no meu Pau com uma das mãozinhas e dando aquela risadinha com o dedinho na boquinha. Aí eu percebi uma certa languidez no jeito da Lory olhar, ora pra mim, ora pro meu Pau, o qual mal cabia na sua pequena mãozinha. “Isso é jeito de olhar pro Tio, menina?!”, eu disse pra ela, fazendo aquela cara de safado. Em seguida eu comecei a falar sobre a tal troca, não sem antes segura-la pelo queixo tocar seus lábios com o polegar. “Eu deixo você faltar na escola”, eu dizia, enquanto ia acariciando aquela boquinha com as costas do dedo. “Se você for boazinha e”, nisso ela já tava com o meu dedo na boca. “Chupar o meu Pinto assim”. Eu fiquei pasmo com o jeito Lory de chupar o meu dedo. Tanto que mudei o final da frase, que era pra ser algo com ela fazer tudo que eu mandar. E nem bem eu comecei a mexer na boca dela e o dedo ela já tava chupando. “Você ouviu o que eu disse?”. Ela fez que sim com a cabeça, sem tirar o meu dedo da boca. Nisso a mão dela continuava pegando na dureza do meu Pau – Imagina! – ela sugando meu dedo, de olhinhos fechados e apertando o Pau na mãozinha bem de levinho. “Assim o Tio vai gozar antes da hora”, eu dizia. Então ela parou de chupar meu dedo e perguntou o que era gozar. E a minha resposta não podia ser outra: “Bota ele na boca que você vai ver o que é gozar!”, eu disse. Nisso eu tava meio que medindo e comparando o tamanho do Pau com o tamanho da cabeça dela e descobri que o Pau era praticamente do mesmo tamanho. Ela riu e perguntou o que era aquilo que eu tava fazendo com o Pinto na cara dela. Eu disse que era uma coisa que os homens fazem. Nisso ela olhou pra cima, como se quisesse enchergar a Glande do Pau em sua testa. Aí teve aquele “É pra mim chupar ele Tio?”, que a Lory disse enquanto olhava vesga pra cabeça do Pau. Eu respondi que se ela quisesse o Pinto era todo dela. “Pode lamber também se você quiser”, eu disse depois. Nisso ela botou a língua pra fora e o tamanho dela era descomunal. Uma baita língua, eu diria. E somando a língua grande com o jeito vesgo da Lory olhar pro meu Pau – o qual ainda permanecia colado naquele rostinho ovalado de feições delicadas – eu tinha alí uma deliciosa mistura de Ahegao com Lolicon. Me senti parte de um daqueles animes japoneses. E a Lory naquele uniforme escolar fazia jus a personagem.

Termina no Vol 4.

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1 comentário

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  • Responder Primo Dotado ID:e2480i2zm

    Sensacional o conto, continue…