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Garotinhas paraense – Primeira vez com Diane

2638 palavras | 3 |4.42
Por

Busquei aventura e de cara consegui uma aventura com uma garotinha de 9 aninhos

Ola a todos, meu nome é Luiz, mas todos me chamam de Luh. Sou um homem de meia idade que adora uma sacanagem com menores de idade. A história que vou contar, diz muito sobre minha vida e como uma tragédia me brindou deliciosas garotinhas.
Desde que me entendo por gente, me sinto atraído por crianças, é como se o tesão por garotinhas e garotinhos me deixasse 7x mais excitado do que o sexo normal. Talvez o fato de ser “proibido” aos olhos da lei, é muito comum jovens terem relações com homens mais velho. Digo mais, quem é que nunca pensou em nenhuma sacanagem quando viu uma garotinha sem roupa?
Demorei um pouco pra me aceitar do jeito que sou, muito novo, conheci outras pessoas que também tinham esse mesmo desejo. Infelizmente, todas as mulheres que me apareciam, eram problemáticas e davam muita dor de cabeça, por isso decidi seguir minha vida só, a procura de uma presa de seus 8 aninhos…
Meu tio tinha um sítio no interior do Pará, era um ponto de lazer para toda a família. Lá havia uma comunidade que obviamente não vou falar o nome, onde quase 100% dos moradores viviam exclusivamente da pesca e do cultivo de frutas e verduras. Nossa família era vista como “ricos” por sermos da cidade e sempre compartilhar um pouco de nossa vida com eles. Sempre levávamos roupas e alguns pequenos eletros para darmos aos locais.
Muitas famílias tinham televisão em casa, e como de costume, muitas famílias eram compostas por dezenas lindos filhos e filhas, eram como um paraíso para mim, que sempre dava um jeito de ver as moças tomando banho, sem roupa.
As crianças gostavam muito de mim, sempre que eu ia em tal lugar, levava comigo apito, ioiô, bolas e bonecas, fazendo a alegria da criançada. Os pais adoravam e me deixavam sempre sozinho com a garotada, o que me deixava a vontade para passar a mão e olhar mais de perto, as lindas garotinhas da região.
No sítio ao lado, morava uma família de 12 filhos, o pai da casa era Janderson, um homem muito trabalhador e que não perdia oportunidade na hora de negociar alguns serviços pra mim.
Janderson tinha lindos filhos, mas uma delas eram quem chamava mais atenção, Diane.
Com poucos anos de vida, eu já olhava muito para aquela garotinha, tinha algo nela que me deixava mais louco pela garota. A menina já estava com 9 anos, era bem alta pra sua idade, era a segunda filha mulher mais velha. É morena, cabelos bem lisos, olhinho puxada e uma boquinha bem rosada com um lindo olhar penetrante.
Diane sempre era a filha mais isolada, recebia pouca atenção dos pais e poucas vezes era lembrada pelos adultos, fazendo ela se sentir sozinha e sem muita importância, uma presa perfeita.
Um belo dia em casa, vi ela chegar trazendo algumas frutas pra vender, a menina estava sozinha.
Não perdi tempo, comprei tudo q ela tinha e ainda dei uma nota de 20, deixando a menina toda satisfeita.
Ficamos conversando a tarde, usava um lindo vestidinho jeans, e por ser desleixada, sempre dava pra ver sua calcinha.
Não preciso dizer que me deixou muito excitado, estava doido pra agarrar aquela menina, mas havia gente em casa.
Perguntei se ela conhecia a parte de mata que tinha por trás do sítio e se ela já havia visto árvores frutíferas pela área, ela se mostrou bem disposta a me mostrar e eu já com outras intenções, chamei ela para irmos pra debaixo das árvores para ela me mostrar tudo.
Por ser uma menina carente de atenção, ela adorou ser útil pra mim, e eu a todo instante, elogiava dizendo o quanto era inteligente.
Ela me mostrou a região e eu não via a hora de agarrar a garota, mas por algum motivo, eu não queria simplesmente usar a garota e deixa-la traumatizada.
Fomos para um ligar mais dentro da floresta e chamei ela pra sentar em um tronco de uma árvore que havia caído, ela veio e ficou do meu lado.
Falei o quanto havia gostado dela e como a sua família era sortuda por ter uma menina tão inteligente. Ela sempre ficava sem jeito, corava o rosto e dizia um “obrigada tio”.
Perguntei se ela já tinha visto um celular antes, ela me disse que sim, mas que já fazia muitos anos. Mostrei a ela o meu aparelho e abri em um joguinho de corrida.
Ela ficou surpresa com a tecnologia e pediu pra jogar um pouquinho, eu disse que sim, mas que tinha uma condição. Eu já estava muito excitado para medir as consequências, pedi para ela sentar em meu colo enquanto jogava.
Ela deu um sorriso veio toda inocente pra cima de mim, dei o celular na mão dela e puxei seu vestidinho pra cima.
Ela com certeza sentiu meu pau estourando dentro da cueca.
Fiquei passando a mão em suas pernas e esfregando ela sobre meu pau devagar.
Ela não se importava nenhum pouco. Depois de alguns minutos, pedi para ela sair de cima, ela se levantou e ficou olhando para meu volume.
Eu então falei “Minha filha, o tio quer ver você, mas você não pode falar pra ninguém?”
Ela estava com uma carinha meio assustada, mas tinha ima certa curiosidade ao mesmo tempo.
“Como assim, tio?”
“Deixa eu te explicar, você senta aqui de frente pra mim e abre as pernas”
“Tá bom… Assim?”
“Sim meu amor, assim está bom”
Ela ficou jogando no celular, com as pernas bem abertas pra mim. Fiquei punhetando meu membro sobre a bermuda e logo não resisti. Levantei seu vestidinho jeans e toquei sua calcinha, e ameaçou fechar as pernas, mas eu abrir elas novamente. A garota obedecia e assim ficou.
Fiquei tocando em sua xaninha que logo se molhava lentamente, se umedecendo aos meus toques. Tirei meu pau pra fora e iniciei uma leve punheta, ela logo olhou para o meu membro desconfiada, mas não parava de jogar.
Resolvi tirar sua calcinha, puxei bem de leve, mas logo fui surpreendido com a atitude dela tirar sua peça íntima infantil, era roxa, bem apertada em seu corpo, mostrando ser uma calcinha para garotinhas mais novas. Olhei para sua linda bucetinha maravilhosa, era bem carnudinha, moreninha e sem nenhum pelo aparente. Comecei a tocar na buceta da garota e me punhetar ao mesmo tempo.
A menina então se contorceu um pouco, mostrando está gostando dos toques. Acelerei minhas punhetadas e finalmente gozei, tateando toda aquela garotinha safadinha.
Ela olhava a porra escorrendo do meu pau e me perguntou oq era, eu disse q era um leitinho e que se quisesse, poderia provar depois.
A menina ficou com mais curiosidade. Mandei ela se vestir e tive uma conversa bem séria com ela, falei que aquilo era coisa de adulto e que criança não podia fazer. Ela entendeu e como recompensa, dei mais 20 reais pra ela, que se sentiu muito realizada.
Voltamos para casa de meu tio, e minha tia estava nos esperando para o jantar. Estava prestes a escurecer, então após o jantar, liguei para a casa de Diane por telefone rural e então informei que a menina dormiria ali aquela noite. Não preciso dizer que naquele dia, ficamos cada vez mais juntos, Diane passou a noite gemendo em minha língua, uma verdadeira putinha de 9 aninhos.
Passou dois dias e eu já não via Diane, já era minha última noite no local, pois acabaria minhas férias, fiquei ansioso esperando minha princesa aparecer, infelizmente, ela não veio, pensei que ela tinha se arrependido de tudo.
O telefone toca, minha tia atende e fala com o pai da garota. Nessa hora, minha espinha gela, fico apreensivo esperando a notícia ruim chegar… Mas era apenas um convite, para um jantar na casa deles, já que seria nossa despedida do local.
Fomos para a noite e Diane sempre me olhando de lado, querendo disfarçar, aquilo não me tirava da cabeça.
Antes do fim da noite, segui a menina até uma parte da casa onde estava sozinha.
Segurei ela pelo braço -Escuta aqui, garota, é bom você não ter contado nada.
-Não tio, eu não contei, eu juro.
Me surpreendi com ela me abraçando e chorando. -Tio, vc foi o único que me deu atenção, eu não quero que você vá, por favor.
-Mas eu preciso, você sabe que eu vou voltar outro dia.
-Sim, mas vai demorar
-Não, não vai, eu prometo.
Nos despedimos e eu dormir pensativo, lembrando de tudo que havia acontecido, aquilo era muito errado, mas muito prazeroso pra ser ignorado…
Fomos embora e fui com a promessa de voltar o mais rápido possível.
Passou 3 meses, folga da semana santa. A família inteira foi lá rever o sítio que tanto gostávamos. Estava ansioso para reencontrar minha garotinha.
Logo no primeiro dia, Diane e mais 3 irmãos vieram ao local e vieram nos visitar.
Fiquei furioso, pois queria minha bbzinha sozinha, no almoço, acenei chamando a garota, que veio me seguindo. Fomos até o mato, embaixo da nossa árvore, onde nos amamos pela primeira vez. Não perdi tempo, agarrei minha garotinha como um pai segura sua filhinha, aquela menininha de 9 aninhos, tão novinha, cheirando a inocência, se entregando pra mim.
Botei diane em meu colo e fiquei beijando a menina, em um movimento, tirei meu pau na bermuda e fiquei roçando em sua bundinha.
Mandei ela vim me chupar, a putinha me chupava super bem, parecia uma mulher experiente. Era delicioso sentir a boca daquela criancinha engasgando com meu membro duro.
Mandei ela se levantar para não gozar logo, deitei ela sobre o tronco da árvore e tirei sua calça legging, a putinha estava sem calcinha, esperando meus carinhos.
-O titio sentiu muita saudade da tua bucetinha, amor.
-Eu também, tio.
Chupei minha princesa com sede de sexo, parecia um tarado se saciando com uma bucetinha virgem, sentido o gostinho da inocência da garota.
Fiquei chupando ela por muito tempo, não queria sair dali, mas meu tesão falou mais alto, e não estava querendo esperar nem mais um pouco, queria estourar o cabaço da minha bb.
Falei pra Diane que ela já era grandinha, e que já estava na hora de aprender a fazer coisa de adulto, igual gente grande.
Perguntei se ela queria fazer, ela me disse que sim. Falei pra ela que iria doer um pouquinho, porque era a primeira vez dela. Ela ficou assustada, mas na real, nada que ela dissesse me faria voltar atrás, eu estava determinado a comer minha garotinha, ela querendo ou não.
Comecei pincelando meu pau na entradinha de sua racinha, a xaninha da minha bb era toda delicada, estava vermelhinha, toda babada com um líquido ralo escorrendo, una pelinhos mais grossos começando a aparecer. A portinha da racinha de Diane parecia receber bem o meu membro, que também não era muito grande, 15cm. Deixei ela bem confortável, ela estava muito a vontade, aproveitando ao máximo o prazer que sentia.
Posicionei bem a cabeça na entrada da xaninha da garota, com uma mão, usei os dedos pra abrir os pequenos lábios da garotinha, e com a outra segurei em seu quadril. Em um único movimento, aproveitando que estava mais a vontade, estoquei mais da metade da pica na minha pequena, que com um grito bem forte e agudo, se assustou e começou a chorar. Segurei a menina bem firme pelo quadril e tapei sua boca com a outra mão.
– CALA A BOCA, CALA A BOCA PORRA
Ela me olhou assutada
-Não era isso que você pediu? Você queria brincar igual adulto, agora aguenta sua vadia… A culpa é sua, foi você que pediu pra mim te foder, agora não vem ficar de choro, putinha tem que aguentar calada. Aguenta caladinha, foi você que queria isso, foi você que me chupou primeiro, a culpa é tua.
A menina chorava muito “Desculpa tio, mas tá doendo”.
-Não quero saber, eu falei que ia doer.
Penetrei a menina com mais força e aumentava ainda mais, pra ouvir seu choro enquanto eu enfiava todo o meu membro dentro daquela pirralha.
Logo ela parou de chorar e ficou mais quietinha, aos poucos ela gemia pra mim, bem gostoso, mostrando que apesar de ser putinha mandada, ela adorava ser fodida. Aumentei as estocadas e pude finalmente atolar tudinho na buceta de diane e jorrei todo o meu leite naquela putinha, era lindo ver aquela garotinha com seus recém completados 10 aninhos, cheio de fala e sangue jorrando da buceta. Fomos pra uma nascente próximo dali e lavamos suas partes no rio.
Voltamos para casa, Diane não conseguia andar muito bem, falamos que ela tinha tropeçado e caído, minha mãe deu alguns remédios pra ela e botamos água morna no pé, que não tinha nada haver com a dor kkkk
Quando os meninos foram, mandei avisar que a menina iria ficar alí, pois tinha se machucado e não podia andar. Assim fizeram e mais uma vez Diane dormiu comigo, naquela noite ainda pude tranzar mais uma vez com a criança, mas dessa vez com carinho, fazendo ela ter deliciosos orgasmos, dormimos como um belo casal, um macho e sua putinha mirim.
Depois de 4 dias cheios de porra e muito sexo, finalmente fui embora, mais uma vez, com Diane pedindo pra não ir, falei que se ela mantivesse segredo, eu voltaria sempre pra ela.
Infelizmente meu trabalho estava me sugando muito, e não tive outras oportunidades de voltar para o sítio/fazenda. Passados mais de 5 meses depois, no feriado prolongado de 7 de setembro, iria eu e minha prima, apenas nós dois para o sítio, ela iria pra lá sozinha, pois tinha que buscar alguns documentos que ela havia esquecido no local, mas eu falei que poderia ir no lugar dela, já que ela só iria ficar uma noite, eu mesmo poderia ir e buscar o que ela tinha esquecido, ela pagou minhas passagens e fui somente eu, em busca de sexo com minha princesinha.
Quando eu cheguei no local, fui imediatamente para a casa de Janderson, em busca de rever minha pequena Diane, mas quando cheguei, me vi em um filme de terror.
Cheguei e cumprimentei os pais da menina e fiquei olhando pra ver se encontrava a pequena Dai, quando nos fundos do terreno, surge minha menina, com uma barriga enorme, ilustrando uma gravidez precoce, no mesmo momento me surgiu um medo e uma raiva, de imaginar a menina tranzando com outros.
Ou será que o filho era meu?
Meus pensamentos são interrompido por Janderson contando a novidade, Diane estava grávida…

Continua…
*****************
Olá a todos, infelizmente passei por momentos muito ruim e tive uma pequena pausa nos contos originais.

Felizmente, declaro que os contos de Familia_incesto voltaram!!!

Quem me acompanha no Telegram sabe que estive passando por algumas experiências estranhas, mas agora estou com uma conta nova.

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3 Comentários

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  • Responder Dona Maricota ID:19p3wwt0j

    Toma seu irresponsável, agora vai ter de criar o bebê pra aprender a não mexer com o que tá quieto!

  • Responder Perv20 ID:2ql4amkkh

    Muito bom

  • Responder Gostosinha ID:h5hn7tb0i

    Esperando a continuação