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Doces lembranças VI – Vini (2ª parte)

952 palavras | 0 |4.10
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Após esse episódio com o Vini, seguiram outras histórias que vocês podem conferir na ordem dos meus encontros com JP!
Por um período, não vi o Vini no condomínio e, confesso que cada vez que lembrava dele, meu pau endurecia na hora, afinal, nosso encontro que fora totalmente por acaso tinha sido uma bela metida e não tinha como esquecer! Será que ele ainda tinha aquele pequeno skate?
Finalmente, chegava eu da escola e o vi entre os carros estacionados indo em direção à quadra, fui atrás dele e para minha surpresa ele caminhava com as duas mãos dentro do calção, notadamente segurando seu pauzinho, a bunda mais saliente ainda e como sempre o calção enterrado entre as bandas, cena maravilhosa que lembrava nosso primeiro encontro! Chamei-o, ele virou-se, me reconheceu e com um sorriso correu ao meu encontro! Abraçou-me feliz e eu mais ainda, apertei seu corpo contra o meu, meu pau já duro e o dele também, confirmando o que vira: estava se punhetando!
Falei que logo eu iria embora do condomínio e, antes de ir queria comer sua bundinha novamente! Ele sorriu mais ainda falando que, à noite iria brincar de pique-esconde e se der, a gente se encontra! Com a imagem da linda e gorda bundinha, com aquele calção de malha eternamente enterrado entre as polpas e embora gostasse muito de dar a bunda, não recusava um cuzinho e o seu era delicioso, quentinho, apertadinho, na medida para meu pau!
Final da tarde, a criançada já fazia uma algazarra na quadra de esportes e brinquedos do condomínio, desci e de imediato o Vini me acenou, sentei ao seu lado olhando a correria dos moleques, Vini falou que tinhamos que sair do condomínio, que no final da rua sem saída, tinha uma Kombi estacionada há tempos e que, ali dava para ficarmos à vontade! Ele foi primeiro, entrou na Kombi pela porta lateral, me aproximei olhando ao redor, a rua vazia, noite chegando, entrei rapidamente o Vini sentado no banco traseiro junto ao motor, não havia o do meio calção arriado totalmente, punhetava seu pauzinho freneticamente, de imediato ajoelhei-me em sua frente, com as pontas dos dedos segurei seu pauzinho junto à base e abocanhei todo! Vini se assustou de início, enquanto sorria abriu bem as pernas, ficando saliente seu saquinho rosado, bolinhas durinhas que foram alvo de minha boca e língua, chupei e babei muito! Queria comer seu cuzinho novamente, sem deixar de dar uma boa mamada! Suguei bastante o pauzinho e suas bolas, Vini gemia de prazer, fui subindo minha língua sobre seu ventre, mordi delicadamente suas tetinhas durinhas, continuei a punhetar seu pauzinho, levantou sua bundinha para sentar em cima de minha mão oferecendo seu cuzinho molhadinho, rapidamente cuspi no meu dedo indicador e fui procurando o centro do cuzinho, encontrei, Vini arregalou seus olhos indicando que sentiu a ponta do meu dedo, se ajeitou melhor e, meu dedo entrou até a segunda falange, ele gemeu, apertou bem seu cu, mexia meu dedo devagar, de suas tetinhas, minha língua foi ao seu pescoço, mordi a ponta de sua orelha esquerda, passou seus braços sobre minhas costas puxando-me mais ainda sobre seu corpo, encostou seus lábios no meu ouvido sussurando a deliciosa frase que já tinha dito em nosso primeiro encontro: me come!
Ficou de joelhos sobre o banco, meu pau doía de tão duro e babado, cuspi diretamente na cabeça, Vini cuspira em sua mão e já passava no seu cuzinho, ajeitei-me melhor atrás dele que apoiado sobre o encosto do banco arrebitava bem sua bunda em minha direção, com os polegares abri as bandas o cuzinho bem exposto, acertei um cuspe direto e bem no meio, com minhas pernas abertas apoiei meus joelhos na beirada do banco, a cabeça do meu pau encontrou o centro do seu cuzinho e, sem necessidade de pegar no meu pau, empurrei! Não houve resistência, com meu pau e seu cu bem molhadinhos, meu pau deslizou rumo à suas entranhas, Vini gemeu alto, puxei-o contra meu peito, senti minhas bolas baterem na sua bunda e, literalmente comecei a comer pela segunda vez, aquele cuzinho, quentinho, apertadinho, que cabia direitinho meus treze centímetros de pau!
A coceira na cabeça do meu pau, as estocadas fundas no seu cu, sua bunda que rebolava cada vez mais rápida junto ao meu ventre, seu cu que apertava bem meu pau, seus gemidos de prazer, tesão total, senti o primeiro espasmo, afundei o pau no seu cu, segurei o que pude falando: vou gozar!
Vini então empurrou o máximo que pode sua bunda contra meu ventre sussurrando: goza!
Meu pau deu uma, duas, três cuspidas! Vini parou de rebolar e apertava seu cu ainda mais, cheiro de suor e sexo, ofegantes não queríamos sair daquele êxtase! Meu pau amolecendo ainda dentro do seu cu que já deixava escorrer um pouco da minha gala depositada no seu cuzinho!
Lentamente fomos nos soltando e sentamos lado a lado, Vini falou: temos que ir! Ele saiu primeiro, fui atrás olhando ao redor, tudo tranquilo, mais uma vez a tesão superou o medo de ser descoberto! Voltamos à quadra, as brincadeiras haviam começado! Resolvi subir para o apartamento, Vini falou que ia brincar, nos despedimos, ele foi em direção à quadra de esportes, minha última visão delei: caminhava devagar, a bunda rebolando gostosa, galada, com aquele eterno calção enfiado entre as bandas! Afinal, naquele dia, eu só queria um cuzinho!

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