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Criando Silvinha 8

10544 palavras | 45 |4.20
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O prefeito é convencido a reabrir a escola por Silvinha, que faz amizade com Gugu. Emílio tem uma noite especial, seguida de uma proposta chocante!

Olá, leitoras e leitores! Estou com pouco tempo para escrever, mas me esforçando para entregar os contos com a melhor qualidade deste site para vocês. Este conto contém muitas ideias que vocês deram nos comentários dos contos anteriores. Continuem dando ideias, pois é um prazer escrever como se estivesse fazendo com cada uma ou cada um de vocês. Gosto muito quando vocês comentam aqui no site. Cada comentário me dá vontade de gozar e escrever mais ainda para vocês. Boas gozadas, suas putas e seus putos!

Quando atendi, me deparei com uma voz muito simpática do outro lado: “Olá, Emílio! Aqui é o Sérgio! Estou muito feliz de falar com você! Márcio falou pro Rodrigo que você é o Sérgio da vida dele, então eu quis muito te conhecer! Quero trocar umas ideias contigo. Você aceita?” Nervoso, mas de emoção, confirmei: “Uau! Quem fica feliz sou eu com as suas palavras! Aceito demais!” Sérgio continuou: “Que maravilha! Bem, como o Márcio falou que vocês estão procurando uma casa para nós, acho melhor eu ligar à noite então. Aí conversamos com mais calma. Pode ser?” Confirmei: “É claro que sim! Posso só perguntar uma coisa pra você rapidinho?” Sérgio respondeu: “Lógico, cara! Em breve seremos vizinhos e amigos!” Meio nervoso, criei coragem para perguntar e indaguei: “A sua filha brinca com o pênis de adultos na vagininha dela?” Sérgio ficou mudo do outro lado. Perguntei: “Sérgio, você ainda está na linha?…”

Sérgio respondeu: “Oi, estou sim! É que meu namorado, Rodrigo, que também é pai da Alice, tem mania de quando estou ao telefone, ele me abraçar por trás só para eu sentir o pau dele encostando em mim. Estava aqui chamando a atenção dele! E qual foi a pergunta que você me fez mesmo?” Repeti: “Tranquilo, Sérgio! Sem problemas! A minha pergunta foi se sua filha brinca com o pênis de adultos na vagininha dela?” Sérgio exclamou: “Ah! Claro que sim! Já faz um tempo que eu a levo na psicóloga, que explicou que isso é muito bom pro desenvolvimento dela, e eu acredito, pois ela hoje vem se tornando uma criança muito inteligente e esperta para a idade dela! Mas só o meu namorado, Rodrigo, que é também como um pai pra ela, e o Vô Bentão, são os que eu deixo meterem o pau na bucetinha da Alice. Afinal, eles são da família, né? Quem são os que metem na Silvinha?” Respondi, mas com um pouco de vergonha: “Ah, aqui também eu só deixo da família: tem o Márcio e os filhos dele Jonas e Nilsinho. Mais ninguém.” Percebi que o Márcio e o Douglas se olharam com certa cumplicidade e um sorrisinho de canto de boca. Mas deve ser algum assunto deles. Não deve ser sobre a minha conversa, afinal eles não escutaram o que o Sérgio me perguntou, e acho que só pela minha resposta não dava pra eles entenderem.

Sérgio continuou: “Nossa! Aí são três! [Falando para outra pessoa.] Olha, Drigo, lá são três metendo na Silvinha. [Outra voz exclamou] Que delícia! [Volta pra Sérgio.] O Rodrigo tá aqui do meu lado e disse que deve ser uma delícia! A sua Silvinha deve ser então bem esperta, não é?” Fiz questão de exaltar minha filha: “A Silvinha é um máximo! Ela é muito criativa! Ela ama brincar com adultos fazendo personagens! Ela já brincou de Chapeuzinho Vermelho e Lobo Mau, de andar de cavalinho, de sereia e pirata, de grávida e médico, de mamãe e papai, e hoje ela aprendeu um pouco a andar de bicicleta.” Sérgio comentou: “Puxa vida, Emílio! Vou te falar que estou com inveja, pois a sua filha parece que se diverte e aprende mais que a minha! A Alice não tem essa criatividade! Peraí que o Rodrigo tá aqui me perguntando uma coisa. Que foi, amor? [Pausa.] Emílio, o Rodrigo está perguntando se poderá brincar com a Silvinha quando a gente for morar aí na cidade de vocês.” Confirmei: “Mas é claro que pode! Acredito que a Silvinha vai adorar brincar com o Rodrigo!” Márcio exclamou: “Ei, Emílio! Diga pra ele que eu também quero brincar com a Alice!” Douglas se colocou: “E eu também!” Dei os recados: “Sérgio, e aqui estão me pedindo para avisar que querem brincar com a sua Alice. Tanto o Márcio quanto o Douglas.” Sérgio comemorou: “Que ótimo! Assim eu acho que a Alice vai se desenvolver mais, e ficar mais saudável e inteligente! Puxa, Emílio! Você não sabe como estou feliz de fazer um amigo como você! Sério mesmo!” Emocionado, eu falei: “Sérgio, eu estou mais feliz ainda! Às vezes, eu tinha medo de que algo estivesse errado nessas relações com a minha filha, mas agora conheço outro pai que nem eu, e que já é mais experiente nessa questão da vagininha da filha receber paus de adultos. Chego a ficar aliviado que não tem nada de errado.” Sérgio então complementou: “Eles só querem o bem das nossas filhas, Emílio. Então o que nós podemos fazer é ajudar para que eles se sintam bem e elas também!” Completei: “É o que nós na igreja chamamos de gozo! Eles precisam gozar! E se eles gozam, elas também gozam, e todos ficam felizes!”

Márcio anunciou: “Acho que chegamos. Na placa está escrito Prefeitura Municipal de Inocência.” Avisei: “Sérgio, vou precisar desligar. Quando quiser é só ligar.” Ele me disse: “Com certeza, Emílio! Eu sonhava encontrar um pai inocente, como eu, e agora encontrei você. Até a próxima! Tchau!” Eu dei tchau, mas fiquei pensando no que ele disse sobre “um pai inocente, como eu”. Será que Sérgio havia nascido em Inocência? Depois eu iria perguntar isso pra ele. O importante é que estávamos em frente da prefeitura, que era apenas uma casa simples, com uma placa no muro, mas logo percebi um erro gravíssimo: na placa, estava grafada incorretamente a palavra municipal. Estava escrito PREFEITURA MUNICIPAU DE INOCÊNCIA. Será que nunca repararam nesse erro? Já tinha mais um ponto para tratar com o prefeito.

Quando entramos, logo vimos que a casa parecia vazia. Não tinha ninguém no que parecia ser a recepção. Douglas chamava: “Olá! Olá! Alguém trabalhando aqui?” Até que surge um homem em uma porta ao final do corredor. Era branco, de uns quarenta e poucos anos, sem barba e sem bigode, cabelo ficando calvo, e estava vestido com uma camisa social branca e uma calça social azul bem escuro. Ele veio ao nosso encontro e se apresentou: “Boa tarde! Eu sou o Sandro, prefeito de Inocência! Nunca os vi por aqui, então imagino que sejam de fora.” Douglas logo foi respondendo: “Boa tarde, Dr. Sandro! Na verdade, somos quase todos de fora, exceto nosso amigo aqui [apontou pra mim]. Eu me chamo Douglas e sou corretor de imóveis. Este aqui é meu amigo Márcio, e esses aqui são Emílio e sua pequena Silvinha.” Sandro cumprimentou a cada um de nós com um aperto de mão, mas quando chegou na vez de Silvinha, ele se agachou apoiando as mãos em seus joelhos, dizendo: “Oi, menina linda! Dá um beijo aqui no tio Sandro!” Silvinha deu um sorriso e falou: “O tio quer um beijo na boca?” Fiquei envergonhado e resolvi logo corrigi-la: “Silvinha, não, filha! É um beijo no rosto!” Márcio logo interrompeu: “Emílio, não seja repressor com a menina! Se ela quiser dar um beijo na boca de alguém, você deve deixar e incentivar! Não repreender!” Márcio deu dois tapinhas nas costas do prefeito. Depois, o prefeito olhou pra Douglas, que fez um sinal de legal com o dedo. Em seguida, o prefeito olhou para mim e disse: “Por mim não tem nenhum problema. Pode ser só um selinho!” Olhei para todos eles e vendo que eu estava sendo realmente muito chato, pois ninguém via problema, só eu mesmo, foi então que autorizei: “Está bem! Filha, não abuse do Tio Sandro! Só um selinho!” Ela aproximou seu rosto do dele, fazendo um biquinho. O prefeito também fez um biquinho. Os dois biquinhos se encontraram e ficaram grudadinhos por alguns segundos. Tive a impressão de que Márcio e Douglas apertaram seus paus por cima das roupas, ao mesmo tempo. Mas não pude confirmar, pois o prefeito fez um barulhinho de beijo estalado, que me chamou atenção. Quando os biquinhos se soltaram, ele disse: “Que beijinho doce! Fazia tempo que eu não dava um beijinho tão gostoso!” Douglas propôs: “Prefeito, eu posso entrar para falar com o senhor?”

O prefeito Sandro concordou e abriu a porta para que Douglas entrasse. Sandro perguntou: “Mais alguém quer entrar?” Márcio respondeu: “Eu não, obrigado! Mas o Douglas está inteirado do meu assunto e eu confio nele para tratar.” Vendo que seria a minha vez, respondi: “Eu tenho dois assuntos para tratar com o senhor. Se for possível, eu gostaria de entrar.” Márcio se prontificou: “Então eu fico aqui fora para ficar olhando a Silvinha.” Eu concordei e então entramos.

O gabinete do prefeito era muito simples. Havia muitos papéis e uns cadernos sobre a mesa do prefeito. Ele foi logo se justificando: “Senhores, por favor, sentem! Peço desculpas por essa bagunça! Estamos enfrentando um problema social grave no município.” Douglas perguntou: “Que problema é esse?” Sandro explicou: “Desde que uma igreja chegou ao nosso município, ela tem feito uma lavagem cerebral nas nossas mulheres, e muitas estão abandonando a cidade de Inocência. A cidade está ficando praticamente sem mulheres e sem crianças. A prefeitura e muitos serviços não estão funcionando, porque não tenho mais as funcionárias. Eu tive até que fechar a única escola da Educação Infantil, devido a esse fenômeno.” Aproveitei e coloquei: “Dr. Sandro, esse é um dos assuntos que eu quero tratar com o senhor, se for possível.” Sandro afirmou: “É possível sim. Mas, por uma questão de ordem, vou ouvir o senhor Douglas primeiro.”

Douglas agradeceu: “Muito obrigado, Senhor Prefeito! O assunto que me traz aqui é que soube que o senhor tem algumas casas para alugar aqui na cidade. Temos uma família, de amigos próximos, que convidamos para morar aqui nesta cidadezinha pacata. Se o senhor estiver interessado, podemos tratar de negócios.” Sandro se mostrou muito flexível: “Sinceramente, estou com muita vontade de me desfazer dessas casas, mas não tinha ideia de como fazer. A vinda de vocês foi, na verdade, muito oportuna. Pegue meu telefone e me envie sua proposta de negócio. Tenho certeza de que valerá a pena aceitar.” Eles trocaram telefones e logo deram um aperto de mãos. Douglas continuou: “Mas alguma de suas casas têm piscina, área de lazer ou algo do tipo?” Sandro confirmou: “Sim, tenho uma com essa descrição. E recentemente contratei Leonel, o único pedreiro da cidade, e mandei construir uma sauna.” Douglas perguntou: “Uma sauna? Por quê?” Sando explicou: “Eu gosto muito de ler. E encontrei um site muito interessante, que trazia algumas histórias com sauna e achei muito excitante.” Soltei repentinamente: “Excitante?” Sandro se corrigiu: “Eu falei isso? Não, não! Eu falei empolgante! Desculpem se eu devo ter confundido vocês!” Douglas indagou: “Dr. Sandro, por acaso, esse site se chamaria CNN? Se for, eu também sou visitante desse site. Hahaha” Sandro riu também e confirmou: “Sim, é esse sim! Que ótimo poder encontrar alguém que curte as mesmas leituras que eu…” Os dois riram e se olhavam com um olhar estranho.

Sandro se dirigiu a mim: “E o senhor, Seu Emílio? Quais são os dois assuntos que o trouxeram aqui?” Douglas pediu: “Com licença! Se vocês não se incomodam, eu gostaria de ajudar o Márcio com a Silvinha lá fora. Tudo bem por vocês?” Sandro disse: “Por mim, fique à vontade!” Eu concordei: “Claro, Douglas! Talvez o Márcio precise de ajuda.” Douglas, antes de sair, falou: “Vou adorar ajudá-lo! Até logo!” Ao abrir a porta do gabinete, deu pra ver que Silvinha estava em pé no sofá de espera, com suas duas mãozinhas encostadas na parede, e Márcio estava atrás dela, de joelhos, com a cabeça embaixo do vestido azul dela. Deu para ouvir um barulho de sucção, que logo foi interrompido pelo fechar da porta. Sandro arregalou os olhos e eu tive que ser rápido com alguma explicação: “Não se assuste! Eles brincam assim o tempo todo na chácara onde nós moramos.” Sandro perguntou: “Ah, vocês moram em uma chácara? É aqui na zona rural de Inocência?” Expliquei: “Não, não. Sabe aquela serra baixa, que dá pra ver daqui de Inocência? Moramos lá na chácara. Eu e Silvinha desde que ela nasceu. Mas Márcio e os filhos dele estão há poucos dias conosco.” Sandro ficou muito interessado e pediu: “Por favor, Emílio! Se não for muito incômodo, gostaria de que você me contasse um pouco da sua história e da Silvinha. Tenho todo o tempo do mundo para escutá-lo!”

Fiquei feliz pelo interesse do Dr. Sandro. Contei minha história igual eu a contei para vocês. Da minha infância, depois que fui para o seminário, depois da morte dos meus pais, contei sobre Fernanda, sobre o Padre Abraão e sobre Silvinha. Para minha surpresa, ele disse que conheceu o Padre Abraão e ficou muito triste quando soube de sua morte. Ele depois perguntou de onde eu conhecia Márcio e seus filhos. Eu sabia que não poderia contar que Márcio era filho do padre, então fingi que Márcio era um afilhado do Padre Abraão, que tinha vindo me ajudar a cuidar dele nos seus últimos dias de vida. Enfatizei que nos tratamos como irmãos, então que decidimos morar todos juntos como uma família. E reforcei que Márcio era um pai experiente, que me ajudava a cuidar de Silvinha. Sandro expressou uma certa curiosidade sobre essa parte: “Sem querer ser invasivo à intimidade de vocês, mas de que forma ele te ajuda a cuidar da sua filha?” Expliquei: “Ele me ajuda de tudo um pouco: a acordá-la, a colocá-la pra dormir, eles brincam juntos, e ele também me ajuda a distraindo no banho também.”

Sandro arregalou os olhos: “No banho também? Mas ele fica pelado com ela no banho?” Vendo que ele estava ficando espantado, resolvi tranquilizá-lo: “Calma, Dr. Sandro! No começo, eu achei que era inadequado também! Mas nos últimos anos de vida do Padre Abraão, ele ensinou que o corpo era apenas um corpo, e que nós deveríamos viver livres desse tabu em relação às roupas. Eu confesso que ainda não me acostumei, mas lá na chácara, todos vivem pelados, e convivemos com muita naturalidade em relação a isso.” Em seguida, ele me perguntou: “Então, eles ficam pelados perto da sua filha? Mas você já reparou se eles ficam de pênis eretos perto dela?” Respondi com tranquilidade: “Sim, e o tempo todo inclusive! Porque eles sofrem de um problema de saúde que os deixa com ereções involuntárias. Mas é tudo muito tranquilo, pois Silvinha foi criada nessa perspectiva nudista, então ela não estranha as ereções deles.” Sandro parecia estar ficando vermelho e ele se remexia um pouco na cadeira. Ele perguntou: “Mas além disso, acontece mais alguma coisa de diferente… ou digamos, que não seja tão normal de acontecer?”

Explico para o prefeito: “Bem, eu achei estranho no começo, mas hoje vejo com muita normalidade, que eles precisam se aliviar do problema de ereção, enfiando o pênis em alguma coisa que seja pequena, apertada e quente. Eu concordei que a vagina da Silvinha fosse utilizada, pois eles me mostraram que tudo é feito como se fosse uma brincadeira, assim ela não se sente traumatizada. E isso tem mesmo acontecido. Às vezes, ela fica cansada, mas mesmo assim, eles não ficam um dia sem brincar!” Sandro estava muito vermelho e disse: “Vendo a sua tranquilidade, eu confesso que estou muito interessado em ouvi-lo, e desde já, ajudá-lo no que for necessário. Você com certeza vai precisar de toda minha ajuda, pois é um pai muito inocente!”

Fiquei muito contente e comecei: “Muito obrigado, Dr. Sandro! O primeiro assunto é sobre a placa da prefeitura. Na placa lá fora, no muro, está escrito municipal com U no final. Ninguém nunca fez essa observação?” Sandro justificou: “Infelizmente eu estou sabendo desde o momento que recebi a placa. Mas por um conjunto de problemas que aconteceram, que posso te contar depois, não consegui mandar trocar a placa. Inclusive, estou sem assessoria aqui na prefeitura. Se você souber de alguém precisando de uma vaga, eu vou pagar muito bem, pois tem muito serviço para eu sozinho fazer.” Veio um pensamento à minha cabeça: será que a Vivi já tem trabalho? Mas como eu ia fazer para indicar? Resolvi pensar nisso depois e tratar do outro assunto.

Continuei: “Dr. Sandro, tenho outro assunto para tratar. É sobre o fechamento da escola. Não concordo e creio que o senhor precisa reconsiderar esse fechamento.” Sandro se manifestou: “Senhor Emílio, eu relutei muito antes de fechar a escola. Mas as mães foram saindo da cidade e levando suas crianças. Mais de 90% das crianças não vivem mais no município. Então como eu iria manter uma escola, com funcionários, com merenda escolar, com recursos materiais, sem crianças? Então eu infelizmente não tenho como atender o seu pedido. A escola continuará fechada, pelo menos até as crianças voltarem para a cidade.” Então insisti: “Dr. Sandro, eu insisto. A escola é importante! Mesmo com poucas crianças no município. Se o senhor aceitar, tenho uma ideia: eu me proponho como professor para essas crianças. De forma voluntária, se for preciso. Só quero os materiais necessários para as crianças estudarem. O que o senhor acha?” Sandro ficou pensativo, mas rapidamente deu a resposta: “Creio que seja uma ótima ideia! A sua filha já estuda em alguma escola?” Desconfirmei: “De jeito nenhum! Eu a ensino em casa. Ela já sabe algumas sílabas e algumas palavras básicas.” Sandro disse: “Então você talvez seja um ótimo professor! [Pausa] Eu posso fazer um teste com a sua filha? Se ela mostrar um bom desempenho, quem sabe eu não posso me convencer de apoiar a sua ideia de reabrir a escola?”

Fiquei muito feliz com a possibilidade, então assenti: “Claro que sim! Vou chamá-la para o senhor fazer o teste agora mesmo. Com licença!” Quando abri a porta, não vi mais sinal de Márcio, Douglas e Silvinha. Chamei: “Silvinha? Márcio? Douglas? Onde vocês estão?” Somente a voz de Márcio surge de um corredor: “Oi, Emílio! Estamos indo! Estamos no banheiro. Só um minuto.” Respondi alto também: “O Dr. Sandro quer falar com a Silvinha. Tragam ela pra mim, por favor!” Márcio gritou: “Ela está indo.” Silvinha surge do corredor lateral. Ela vem um pouco estranha e um jeito meio desconfiada. Eu me abaixo e falo baixinho pra ela: “Está tudo bem, filhinha? E os seus tios? Onde eles estão?” Silvinha respondeu: “Tio Márcio estava chupando a minha florzinha e eu estava chupando o pirulito do Tio Douglas. Mas o senhor me chamou.” Eu passei a mão na boquinha dela e cheirei. Estava com cheiro de pau. Eu orientei: “Não fala muito perto do Tio Sandro, tá? Vamos lá dentro e faça tudo o que o tio Sandro lhe pedir, tá bom?” Silvinha confirmou: “Sim, Papai Milho. Eu faço.”

Silvinha entrou segurando seu vestidinho azul. Sandro a olhava de cima a baixo, até que disse: “Oi, menina linda! Você está linda com esse seu vestidinho azul, sabia?” Eu perguntei: “Dr. Sandro, como o senhor quer fazer o teste com a Silvinha?” Ele respondeu: “Eu quero que ela pronuncie algumas sílabas. Vou colocá-la sentadinha aqui comigo, para ela ler. Será que você poderia me ajudar com alguns livros da minha estante que estão bagunçados?” Eu olhei para uma parede com uma estante enorme, cheia de livros. Um sonho para qualquer pessoa que ama livros, como eu. Eu fiquei maravilhado. Concordei imediatamete: “É claro que ajudo! O que o senhor precisa que eu faça?” Sandro direcionou: “Por favor, gostaria de que você organizasse por temas e por ordem alfabética. A minha secretária nunca organizou do jeito que eu a pedia.”

Eu vi quando Sandro pegou Silvinha e a colocou em seu colo. Ele exclamou: “Nossa! Já tá molhadinha…” Lembrei que ela estava sem calcinha e que Márcio estava a chupando. Mas, como ele não reclamou pra mim, então fiquei aguardando a reação dele. Depois, ele pegou um caderno e folheou até uma página em branco. Eu me virei de costas para eles e comecei a organizar a estante e todos os livros. Ouvi quando ele gemeu: “Ohhh, que quentinha! Como entrou fácil…” Eu me virei e ele disse: “Estou falando da minha caneta. Sentei em cima dela e ela ficou quentinha. Mas entrou fácil aqui no meu caderno.” Ele começou a escrever algumas sílabas e pedia para Silvinha ler. Ela leu “CASA”, leu “BOLA”, leu “FADA” e foi lendo várias outras palavras. Resolvi separar os livros pelos principais temas que achei: Literatura, Direito, Filosofia, Sociologia, História, Biografias, Ciências, entre outros. Depois fui colocando em ordem alfabética. Enquanto isso, Silvinha ia lendo no colo do Dr. Sandro. De vez em quando, eu ouvia ela ler algumas palavras estranhas: “PAU”, “BUCETA”, FODA”, e quando eu olhava, o Dr. Sandro corrigia: “PAI, minha linda! (…) BOCETA, que é uma bolsinha pequena, sabia? (…) FOCA, aquele animalzinho que vive no frio!”

Ela acertava a maioria das palavras. Eram pouquíssimas as que ela errava. Então fiquei tranquilo, pois achei que ela estava passando no teste. Houve momentos em que escutei algum gemido do Dr. Sandro: “Hummmm… Hummmm… Hummmmm…” Mas, no meu ponto de vista, ele estava apenas elogiando através de sons a cada vez que Silvinha estava acertando. Outras vezes, escutava como se fosse um som de corpos se batendo. Quando olhava pra trás, Sandro estava suando e começava a bater palmas, quase idênticas ao som que eu escutava, quando Silvinha acertava algumas palavras. “Parabéns, menina linda! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft!”

Sandro falou em um momento: “Emílio, você poderia pegar água para nós três? A cozinha é aqui do lado. Primeira porta à esquerda.” Eu disse que sim e saí, mas deixei a porta aberta. Enquanto pegava a garrafa de água na geladeira e os três copos, escutei os sons irem mais rápido: “Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft!” E em seguida um grito de Sandro: “Aaaaaaaaaahhhhhhhhh!!! Que delícia!!!”

Quando voltei com as águas, Sandro estava recostado na sua cadeira de prefeito, arfando e muito ofegante. Silvinha estava também suadinha e quase deitada sobre o caderno. Ela me olhou e disse: “Papai Milho, tô com sede! Me dá água!” Eu disse: “Vem aqui pro meu colo, então, filha!” Sandro se recuperou rapidamente e com seu braço esticado, falou: “Não precisa! Eu já vou liberá-la do teste. Mas ela não pode sair daqui agora.” Perguntei: “Por quê? E eu ouvi um grito. Aconteceu alguma coisa enquanto eu fui pegar água?” Sandro argumentou: “Ah, sim! O grito… Foi, foi… porque eu, eu… ela, ela… ela acertou uma palavra mais difícil e por isso eu comemorei gritando. Foi isso!” Eu indaguei: “E qual foi a palavra?” Ele retrucou: “Foi a palavra ESCOLA! Aproveito para anunciar que sua filha, Silvinha, acabou de me convencer da importância da escola para ela e para as outras crianças! Vou reabrir a escola e você será o nosso professor!” Fiquei muito feliz! Apesar da felicidade, resolvi perguntar: “Mas como vamos fazer com os outros funcionários?” Sandro me respondeu tranquilamente: “Eu posso acumular o cargo de prefeito e diretor da escola. Você será o professor e vai ensinar todas as matérias. Eu posso pedir ao padeiro Tito para fornecer a merenda das crianças, todos os dias, e posso falar com o Davi do mercadinho para fazer a entrega lá na escola. Assim, ela já pode voltar a funcionar!” Eu fiquei tão emocionado que comecei a chorar de alegria na frente do Dr. Sandro e da Silvinha. Silvinha questionou: “Tá chorando por que, papai?” Eu lhe disse: “Filha, você é um anjo! Você acabou de conseguir uma coisa muito importante para a nossa cidade!” Sandro falou: “Vá procurar os seus amigos para contar a novidade. Eu espero vocês aqui.”

Saí no corredor à procura de Márcio e Douglas, que estavam no quintal da casa da prefeitura. Contei para eles a novidade: “Amigos! A Silvinha conseguiu convencer o prefeito de reabrir a escola! Eu não estou me aguentando de tanta emoção!” Márcio disse: “Até posso imaginar como ela conseguiu! Essa garota linda consegue até o impossível de qualquer cara!” Douglas comentou: “Eu que o diga!” Então os chamei pra dentro. Quando entramos no gabinete do prefeito, Silvinha estava em pé, tomando seu copo de água. Sandro estava em pé também, fechando o zíper de sua calça, na qual havia um certo volume nela. Sandro logo nos disse: “Amigos, que tal irmos para a padaria da cidade? Vamos tomar um café, comer alguns doces e salgados, para comemorar a volta da escola de Inocência!” Eles se olharam e riram, como se eles soubessem de algum segredo, mas não imaginava o que seria.

Quando fomos entrar no carro, peguei Silvinha e a coloquei no meu colo. Senti uma espécie de líquido quente escorrendo do corpinho dela para o meu. Imaginei que ela estava fazendo um pouquinho de xixi. Resolvi não falar nada, para não fazê-la passar vergonha na frente dos outros. Mas assim que eu a descesse, eu ia chamar a atenção dela, pois era pra ela ter me avisado que queria ir ao banheiro. Como Inocência é pequena, rapidinho chegamos à padaria. Quando eu a tirei do meu colo, e olhei para minha calça, era aquela gosma esbranquiçada e grossa. Eu fiquei pensando se poderia ser de Márcio, Jonas ou Nilsinho. Quem sabe até de Douglas. Mas não tive tempo de pensar, pois logo me chamaram para sentar à mesa. Olhei pra eles e disse: “Só preciso ir primeiro ao banheiro. Já volto!” No banheiro, peguei papel higiênico e passei naquela sujeira. Ficou uma mancha muito clarinha, mas como minha calça era escura, ninguém ia perceber.

Ao voltar para a mesa, Silvinha me pediu: “Papai Milho, posso ir brincar com aquele menino ali?” Quando olhei na direção onde ela apontou, havia uma criança encostada no vidro onde ficavam os doces. O menino olhava fixamente para um doce chamado sonho, que parecia realmente muito apetitoso. Eu a disse: “Filhinha, espera só um pouco para eu ver se vejo os pais dele. Se os pais dele concordarem, deixo vocês brincarem, tá bom?” O prefeito viu nossa conversa e disse: “Emílio, você não vai conseguir falar com os pais desse garoto.” Questionei: “Mas por quê?” Sandro explicou: “Esse é o Gugu. Os pais dele foram embora para outra cidade, na mesma época que a minha esposa, e decidiram não voltar. Mandaram uma carta. O Gugu mora com a vó, a mais antiga moradora de Inocência, a dona Generosa, que não quis ir embora com o filho e a nora. E dona Generosa parece que está muito adoentada, coitada.” Aquela situação me comoveu: “Prefeito, e tem alguém cuidando da Dona Generosa? Quem olha o menino para ela?” Sandro informou: “A dona Generosa é daquelas senhoras teimosas. Não quer ir pra hospital. Ela mesma faz xaropes e outros remédios caseiros e se cuida sozinha. Já o Gugu fica o dia passeando pela cidade.” Olhei para o garoto e resolvi vê-lo como um anjinho: Gugu aparentava ter uns 8 anos, era falso magro, pois tinha uma barriguinha meio cheinha. Ele tinha um cabelo preto, bem curto, parecia recém-cortado, pois seus cabelos pareciam espetados para cima. Um típico garoto latino, de pele parda, mas de bronzeada de sol. Ele usava apenas um shortinho que indicava que não era para um menino de 8, pois já estava pequeno e apertado nele. Tão apertado, que era impossível não notar o que mais chamava atenção no garoto: seu enorme bumbum. Nem a minha filha Silvinha tinha um bumbum tão saliente como o daquele garoto.

Resolvi me levantar e ir até ele. Peguei na mão de Silvinha e a puxei. Chegamos ao lado dele e falei: “Olá! Eu sou o Emílio. Fala seu nome, filha!” Silvinha fez: “Oi, eu sou a Silvinha! Qual é o seu nome?” O garotinho respondeu: “É Gustavo. Mas só me chamam de Gugu.” Perguntei a ele: “Você quer comer um sonho?” Gugu afirmou com a cabeça. Silvinha indagou: “O que é sonho, Papai Milho?” Respondi: “É esse docinho aqui, que parece um pão com um recheio amarelo no meio. É uma delícia! Vou comprar pra vocês e outro pra mim também.” Antes de chamar o padeiro, o Dr. Sandro gritou: “Tito! Eles são meus convidados, então dê o que eles pedirem! Ao garoto também!” Eu me virei para agradecer: “Dr. Sandro, muito obrigado! Não sei nem como agradecer!” Sandro respondeu: “Pode ficar sabendo que já agradeceu, Emílio! Eu que tenho que lhe agradecer muito mais!” O padeiro Tito foi nos servir, mas percebi que ele olhava bastante para a minha Silvinha. Ela mordeu o sonho e disse: “Que gostoso, Papai Milho! Você sabe fazer isso?” Desconfirmei: “Papai não sabe, filhinha! Um dia, quem sabe!” Tito logo falou: “Se quiser, eu posso te ensinar, fofinha!” Fiquei animado: “Olha, filhinha! O padeiro quer te ensinar! Você quer vir um dia aqui para aprender?” Silvinha sorriu: “Sim, Papai Milho, eu quero!” Então avisei: “Tito, pois então eu combino depois com você! Foi bom te rever depois desse tempo todo!” Tito comentou: “Crescemos juntos, amigo! Também foi bom te ver!”

Tito não é um padeiro velho. É um homem jovem, de uns 30 e poucos. Ele era só alguns anos mais velho que eu. O pai dele foi padeiro durante muitos anos, e morreu pouco tempo depois do filho ter aprendido o ofício e começar a ajudar na padaria. Sandro chamou o Tito para conversar sobre a escola, que ele ia reabrir, e para Tito fornecer lanches para crianças. Ele adorou a ideia. Márcio e Douglas participavam um pouco da conversa, com perguntas pontuais sobre as crianças da cidade. Eu fiquei de olho em Silvinha e Gugu, que depois de comerem o sonho, foram para um canto da padaria e ficaram dançando. Gugu gostava de dançar com as mãos nos joelhos, empinando o bumbum e rebolando. Quando ele rebolava, seu bumbum parecia maior. Silvinha tentava imitá-lo, mas ainda não fazia com a mesma desenvoltura que ele, pois estava nítido que ele praticava bastante aquele estilo de dança. Até que em uma das reboladas de Gugu, o Tito comenta: “Olhem só! Esse menino vai acabar sendo viado! Isso é jeito de menino dançar!” Achei aquilo muito preconceituoso e intervi: “Que é isso, Tito?! É só uma dança! Não tem nada a ver isso que você falou! Ele pode dançar livremente, pois toda criança deve ser livre!” Tito retrucou: “A sorte dele é que aqui na cidade não tem viado! Mas se fosse na cidade grande, não duvido nada que alguém pegasse esse menino e metesse a rola dura nele! Esse jeito dele dançar já é o cuzinho dele pedindo pica! Deixa ele ficar mais velho, se ele não vai ser viado! Podem esperar!”

Acho que Márcio notou o meu desconforto e falou: “Emílio, se você quiser ajudar o garoto, quando nós viermos morar aqui na cidade, ele pode andar lá em casa, viu? Assim nós podemos cuidar dele, orientar, ensinar a ser homem, pois é óbvio que o que está faltando na vida dele é uma figura paterna, um MACHO de verdade!” Eu senti uma ênfase de Márcio na palavra macho. Os outros concordaram com Márcio. Eu não tive outra saída, a não ser concordar também: “Está bem! Vocês venceram! Pois quando a gente se mudar pra cá, o Gugu vai frequentar a nossa casa.”

Quando vimos que já estava final de tarde, decidimos ir embora. Chamei Silvinha para irmos embora: “Filhinha, se despeça do Gugu, pois nós já vamos indo.” Ela se virou pro amiguinho e falou: “Vem se despedir do meu Papai Milho e dos amigos dele!” Gugu veio até nós. O primeiro quem ele abraçou fui eu. “Tio, muito obrigado pelo sonho! Você é muito legal, tio!” Depois foi a vez de Márcio. Enquanto Gugu abraçava Márcio, percebi que uma das mãos de Márcio foi direto na bunda do garoto. Bateu duas vezes, em seguida Márcio apertou com vontade, e um dos dedos parece que estava enfiando, com certa força, no cuzinho do garoto, por cima do short. Acho que ninguém percebeu. Coincidentemente, Douglas também quando foi abraçado pelo garoto, levou uma das mãos até a bunda do menino, alisando discretamente. Na vez do Dr. Sandro, ele pousou a mão na bunda do garoto, e ficou lá parada, nada fez. E na vez de Tito, não deu pra ver direito, pois não consegui ver a mão de Tito, mas fiquei com a impressão de que ela estava enfiada dentro do short do menino, na direção da sua bunda. Minha desconfiança aumentou quando o garoto se soltou de Tito, e ele levou a mão que eu não estava vendo até o nariz, deu um cheiro na própria mão e sorriu. Depois disso, fomos embora.

Chegando à chácara, Silvinha ficou contando para Jonas e Nilsinho sobre seu novo amiguinho, o Gugu. Eu estava preparando o jantar, mas acho que escutei Márcio falar alguma frase parecida com “tinha um rabo bem grande para o tamainho”. Não entendi, até que Silvinha perguntou: “O que é que tinha rabo grande, Tio Márcio?” Ele respondeu: “Uma lagartixa! Era pequenininha, mas tinha o rabo bem grande pro tamainho dela. Você não viu! Só eu e seu tio Douglas!” Daí Silvinha questionou: “E o que o senhor fez com ela, Tio Márcio!” Ele afirmou: “Ué! Eu peguei ela pelo rabo, mas ela se assustou e foi pro outro lado.” Douglas comentou: “Eu também peguei no rabo da lagartixa. Mas comigo ela não se assustou! Acho que eu não peguei no rabo com violência igual a você, Márcio!” E ele retrucou: “Ah, meu amigo Douglas! É que eu não resisto ao rabo de uma lagartixa! Não posso ver um que eu já quero logo pegar! E você anda aprendendo rápido comigo, hein?” Douglas retribuiu: “Tem razão, amigo Márcio! Você tem me ensinado muita coisa boa! Acho que preciso passar mais uns dias com você! Hahaha”

Na hora do jantar, Douglas recebeu uma notificação em seu celular. Ele exclamou: “Márcio, cara! Você não vai acreditar nisso!” Márcio indagou: “Fala logo o que foi, Douglas? Sabe que eu não gosto de suspense!” Douglas disse: “O prefeito já respondeu a minha proposta sobre aquela casa lá. Ele disse que aceita que a gente pague metade do valor que eu propus!” Márcio exclamou: “Caralho! Bom demais isso! Vou já dar a notícia pro meu amigo Rodrigo! Ele vai ficar muito feliz!” Douglas salientou: “Depois eu preciso só acertar contigo, em particular, um detalhe que ele frisou em relação ao contrato. [Piscou o olho.]” Márcio disse: “Ok, ok! Já até imagino o que seja, então vai ser bem tranquilo.”

Terminado o jantar, Douglas falou: “Será que tinha como eu passar mais essa noite aqui, com vocês? Acho perigoso pedalar sozinho, à noite.” Márcio olhou pra mim e eu confirmei: “Claro que sim! A gente se ajeita de alguma forma, não é rapaziada?” Nilsinho problematizou: “Mas não tem colchão pra todo mundo. Então como vamos nos dividir?” Começamos a discutir o assunto por alguns minutos, pois sempre tinha alguém reclamando de quem ia dormir com a Silvinha. Até que Márcio argumentou que ele era o mais velho, pai de outros dois e amigo dos outros dois, então ele quem iria decidir. Ele dividiu assim: Nilsinho no sofá da sala, Jonas na cama da Silvinha, Márcio dorme com Silvinha na cama de casal e eu dormiria com Douglas na cama de casal que era de Abraão.

Quando deu a hora de dormir, fiz uma oração com Silvinha. Quando a fui deixar no quarto de Márcio, ele já estava deitado a esperando, mas estava com uma ereção involuntária. Quando Silvinha pulou na cama, ele perguntou: “Você quer brincar com o tio Márcio antes de dormir?” Ela respondeu: “Quero! Quero brincar de namorado igual eu brinco com o Nilsinho.” Márcio exclamou: “Hummmm! Pois quero começar então beijando a sua boquinha pequenininha e sentir o gosto da sua linguinha.” Ao ver aquilo, indaguei: “Márcio, você acha que essa brincadeira é mesmo necessária? Será que é saudável pra ela?” Márcio discordou da minha pergunta: “Claro que sim! Se algum dia ela for namorar um homem mais velho, ela tem que saber lidar com essa situação. Ou você não quer que a menina namore?” Fiquei constrangido e resolvi não contradizer: “Não, claro que quero! Desculpe a minha pergunta, mas é que é tudo novo pra mim, entende?” Márcio me tranquilizou: “Mas não se preocupe! Eu e meus filhos estaremos sempre por perto. É só você confiar em nós. Confia?” Respondi: “Confio totalmente! Boa noite, Márcio! Boa noite, filhinha!” Ao sair do quarto, escuto sons de beijos e Márcio gemendo enquanto beija: “Hummmmmm… Hummmmmm… Que linguinha gostosa! Hummmmmm… Hummmmmm…”

Quando entrei no quarto pra dormir com Douglas, ele estava baixando o calção e ficou totalmente pelado. Eu peguei meu pijama e pedi licença para ir ao banheiro me trocar. Foi quando Douglas disse: “Ei, Emílio, fica! Não precisa você ir se trocar no banheiro não, cara! Posso te dar uma ideia?” Concordei: “Sim, pode.” Douglas apresentou: “Esse edredom daqui parece ser bem quentinho. Você não precisa nem de pijama. Você já experimentou dormir pelado pra ver como é bom?” Aquilo me causou certa curiosidade: “Não, Douglas. Ainda não experimentei.” Douglas me orientou: “Pode tirar sua roupa na minha frente! Não vou fazer nada que te deixe envergonhado. Vem se deitar aqui, que vai dar tudo certo. Se depois você não gostar, é só vestir a roupa de novo. [Pausa.] E aí, vem?” Minha vontade era ir para outro lugar, mas não tinha onde. Só podia dormir ali mesmo. Não tinha jeito! Era melhor seguir o Douglas e ficar pelado também. Fiquei de costas para o Douglas, pois não queria deixar que ele visse a minha cara de envergonhado. Tirei primeiro a camisa. Depois, baixei a calça, ficando só de cueca. Após, com muita vergonha, foi a vez de baixar a cueca. Quando baixei, Douglas falou: “Você tem um corpo muito bonito, sabia? Parece que estou vendo a Silvinha em tamanho maior, mas com cabelo curto.” Agradeci: “Muito obrigado, Douglas! Eu sempre achei a Silvinha muito parecida comigo de rosto. Não sabia que de corpo éramos parecidos também.” Em seguida Douglas perguntou: “Você toma algum tipo de hormônio feminino?” Perguntei: “Não, mas por quê?” Douglas afirmou: “É que eu não vejo pelos em você. Você se depila todo, então?” Neguei: “Não, não. Também não. Na verdade, não sei te explicar. Só sei que sempre fui assim.” Douglas apenas disse: “Ah, bem! Então vamos dormir, né?”

Curioso que antes de me deitar, eu comecei a sentir uma sensação maravilhosa de liberdade. Acredito que finalmente o Abraão tinha razão. E agora entendo o porquê os outros se sentiam tão bem pelados. Quando fui me deitar, Douglas me disse: “O que é essa mancha no seu bumbum?” Eu tentei olhar pra trás, mas não consegui enxergar o meu bumbum. Então indaguei: “Como assim, mancha?” Douglas falou: “É uma mancha meio arroxeada, como se você tivesse se machucado em algum lugar. Posso ver mais de perto?” Comecei a ficar preocupado, pois eu não me lembrava de ter me machucado: “Pode ver sim.” Virei de costas para Douglas e ele foi se agachando olhando pro meu bumbum. Então ele me disse: “Acho melhor você se inclinar na cama, porque assim não estou conseguindo ver. A mancha está indo em direção à parte interna do seu bumbum.” Fiquei ainda mais preocupado: “Pra parte interna? Então como você acha que devo me inclinar?” Sinto uma mão de Douglas me empurrar contra a cama, então caio de joelhos sobre cama. Em seguida, uma mão segura a minha cintura e a outra empurra as minhas costas para baixo. Douglas arrematou: “Fique assim! De quatro! Assim consigo ver melhor essa mancha.” Eu ali de quatro na cama, mostrando meu bumbum para um homem que conheci há poucas horas. Aquilo estava muito constrangedor, mas Douglas começou a tentar me acalmar: “Você tomou banho há pouco não foi? Será que não foi durante o banho? Passou algum produto diferente no seu bumbum?” Desafirmei: “Não, não passei nada de diferente! Eu uso um sabonete líquido, e lembro que passei bastante no bumbum.” Douglas confirmou: “Sim, dá pra perceber! Está muito cheiroso seu cuzinho! E bem limpo também! Sabia que seu cuzinho é rosadinho?” Eu estranhei: “Não, não sabia! Mas e a mancha? É roxa mesmo?” Douglas seguiu: “Sim, sim, é roxa! Mas se você não passou nenhum produto diferente, então isso está bastante estranho. Vou colocar meu dedo e você me diz se dói. [Cutucou um dos lados do meu ânus com o dedo.] Dói?” Neguei: “Não, não dói.” Douglas seguiu: “Acredito que foi algo que você possa ter sentado em cima e pode ter manchado. Vou passar a língua e ver se tem algum gosto.” Eu fiquei assustado com a proposta dele, e quando eu tentei dizer que “não”, eu senti sua língua quente em meu ânus. Foi impossível eu não soltar um gemido: “Nã… [Pausa enquanto Douglas enfia a língua no cuzinho] Wow! Aaaahhh! Nossa! Que sensação gos-to…” Douglas parou: “A mancha está saindo, Emílio. Acho que vou chupar só mais um pouco, que ela deve sair completamente.” Voltou a enfiar a língua no meu ânus, e eu senti meu corpo todo arrepiar. Eu queria gemer, mas tinha que me conter. Não queria assustar os outros moradores da casa. Então resolvi dizer: “S-S-Sem problemas, Douglas! Pode chupar até a mancha sa-sa-sair!” Douglas segurou firme em cada uma das minhas nádegas, afastando-as como se fosse me partir ao meio. Sua língua estava quente dentro de mim, me queimando a cada linguada que ele dava ao redor das pregas do meu cuzinho. Minha sensibilidade era tamanha, que eu conseguia sentir cada pedacinho da roda do meu cuzinho, quando a língua do Douglas tocava neles, e me arrepiava com o contato da barba arranhando a pele do meu bumbum.

Nisso, sem perceber, eu fiquei excitado. Quando percebi, eu já estava com o pau duro e latejando, que chegava a doer em mim. Douglas me lambeu e me chupou por uns cinco minutos, até que ele me disse: “Emílio, acho que saiu a mancha toda. Mas seu cuzinho está agora todo vermelho! Deve ser por causa da minha barba. Eu vou passar um gel que tem na minha mochila, que amanhã você vai acordar melhor dessa vermelhidão.” Rapidamente, sinto os dedos de Douglas passarem o gel gelado no meu ânus. Senti meu ânus abrir e fechar. Douglas disse: “Seu cuzinho está piscando, Emílio. Sabe o que isso significa?” Respondi: “Não sei. Não faço a menor ideia.” Douglas explicou: “Significa que você tem uma condição específica de saúde muito comum na população, mas que não falam abertamente devido ao preconceito e à ignorância. É uma síndrome de nome em latim chamada Cumquipedis pirocarium.” Eu estudei latim no seminário, mas nunca ouvi falar nos radicais dessas palavras. Achei estranho e perguntei: “Você sabe do que se trata essa condição?” Douglas discorreu: “Sim, sim. É quando um homem tem o cuzinho muito sensível, então podem aparecer manchas repentinas ao redor da bunda, arrepios pelo corpo, calor excessivo na rodinha do cuzinho e o cuzinho piscando.” Vendo que eu possuía exatamente todos os detalhes dessa tal síndrome, então eu perguntei: “E qual é o tratamento?” Douglas continuou: “É simples. Você só não pode contar isso pra ninguém, senão as pessoas vão te chamar de gay, de viado, dessas coisas preconceituosas, sabe… Você precisa deixar alguém meter o pau no seu cu até ele parar de piscar.” Eu senti meu sangue congelar. Realmente, deixar alguém colocar seu pênis em meu ânus seria muito arriscado. Bruscamente, me virei e dei de cara com Douglas com seu pau bem duro apontando pra cima. Então o perguntei: “Você acha que devo falar com o Márcio ou então com o Jonas?” Mas Douglas me recomendou: “Eu acho melhor não. Eles são meio cismados com isso, sabe? Mas eu posso agradecer por você ter sido compreensivo comigo, tanto de manhã quando meu pau entrou acidentalmente na Silvinha, como lá na prefeitura, quando ela falou que tinha me chupado. Eu ouvi ela te dizer e vi que você não veio brigar comigo. Para te agradecer, posso meter no seu cuzinho e isso fica só entre nós, beleza?” Pensei um pouco e fazia sentido. Douglas iria embora no dia seguinte e pudesse ser que tão cedo eu não fosse vê-lo, então tal segredo ficaria guardado com ambos. Resolvi aceitar: “Está bem, Douglas. Mas é a minha primeira vez. Vai com calma, por favor, tá?!” Douglas disse: “Eu já sou acostumado a fuder cuzinhos das minhas ficantes. Vai ser bom pra você, te garanto! Deita e fica de ladinho, vai.”

Deitei e senti o gel se espalhando por si só entre minhas nádegas. Douglas deitou atrás de mim. Ele colocou um dos braços passando por baixo da minha cabeça e foi segurar um dos meus ombros, fazendo uma espécie de abraço em mim. Seu outro braço afastou uma das minhas pernas, depois senti Douglas segurar seu pau e direcioná-lo para a porta do meu cuzinho. Ele ficou empurrando de leve e falando em meu ouvido: “Fique bem calmo… Calminho… Relaxa… Pega o lençol e coloca um pouquinho na sua boca, vai… Isso… Pode relaxar mais… Calminho… Relaxa… Calminho…” Isso sem parar de avançar e recuar a cabeça do pau no meu cuzinho. Até que ele avisou: “Eu vou contar até três, e no três você morde bem forte o lençol, tá?” Balancei a cabeça afirmativamente. Douglas contou bem devagar: “É um… É dois… É três!” Quando eu mordi o lençol, senti o pau de Douglas escorregar metade pra dentro de mim. Imediatamente, senti uma ardência, como se tivesse colocado pimenta em meu cuzinho. Douglas me abraçou ainda mais forte, ficou beijando a minha nuca e a minha orelha, e gemia baixinho no meu ouvido: “Emílio, seu cuzinho é mais gostoso que de muita mulher que eu já comi. Que cuzinho delicioso! Vou me viciar nele, sabia?” Ele foi tirando levemente e empurrando o pau um pouco mais fundo até entrar todo. Quando senti sua virilha encostar em meu bumbum, como num passe de mágica o ardor passou. Douglas perguntou: “Ainda tá doendo?” Eu confirmei que não. Douglas continuou: “Então vou começar bem devagarzinho que é pra você gostar, tá?” Douglas tirava metade do pau e enfiava todo novamente. Eu não sentia dor, mas comecei a sentir prazer naquilo. Ele continuava a gemer e a me elogiar em meu ouvido: “Emílio, que cuzinho é esse, cara? Você nasceu pra dar o cu e não sabia! Que delícia! Vou te comer a noite toda, cara! Quero aproveitar tudo que eu puder desse cuzinho gostoso…”

Não sei quanto tempo ficamos naquilo, mas foi bastante. Douglas tirou seu pau inteiro e depois pegou uma camisinha e fez igual como eu vi de manhã. Ele rasgou a parte do meio, e com o elástico envolveu seus testículos, que ficaram parecendo um sino embaixo de seu pau duro. Ele depois voltou e me pediu para me deitar de barriga pra baixo. Ele se deitou em cima de mim e enfiou seu pau no meu cuzinho. Eu senti cada centímetro deslizando pra dentro de mim e me dando um prazer imenso. Douglas me abraçou com os dois braços. Fez movimentos primeiro lentos e depois ia acelerando. Lentos e acelerados, Lentos e acelerados, Lentos e acelerados. E eu só gemia e procurava aproveitar cada prazer daqueles minutos.

Depois ele saiu de cima e me mandou ficar de quatro. Meteu em mim de quatro, e metia de modo que eu sentia os corpos batendo: “Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft! Plaft!” Nessa hora, pensei se nas outras vezes que escutei esse barulgo, será que era dos adultos metendo na Silvinha, quando a deixava com eles? Mas não dava pra verificar naquele instante, e muito menos pensar nisso e deixar de curtir aquele prazer. Outro pensamento me veio a mente: será que é por causa desse prazer que muita gente pratica sexo anal? E será que é por isso que muitos homens querem fazer sexo anal com crianças, mulheres e até outros homens? Acho que eu estava, literalmente, levando a resposta.

Douglas fez eu mudar para uma posição na qual fiquei parecendo um frango assado. Ele de joelhos bem distantes, sobre a cama, conseguiu meter o pau em mim naquela posição e ficava metendo com uma enorme cara de satisfação. Quando nossos olhares se fixaram um para o outro, ele perguntou: “Tá gostando?” Eu balancei a cabeça afirmativamente. Ele continuou: “Eu te disse! Te disse que você ia gostar! E quando ninguém fica sabendo, aí que é mais gostoso!” Ao encerrar essa frase, ele acelerou e pôs força nos movimentos de penetração. Estava tão gostoso que eu quase gemi alto. Então levei o lençol à boca novamente e fiquei mordendo pra não gemer alto. Douglas então me mandou ficar de quatro novamente, mas colocou um dos pés na minha cabeça, segurando-a no travesseiro, enquanto eu mordia o lençol e ele estava meio que montado em mim, como se eu fosse um cavalo, e ele metia forte e fundo. Eu tinha a impressão que seu pau cutucava a minha barriga.

Até que disse: “Não aguento mais, quero gozar na tua cara! Vem cá, vem, Emílio!” Ele saiu de cima de mim, puxou o elástico que segurava seus testículos, e eu fiquei de joelhos olhando pra ele. Ele segurou o meu rosto, alisava-o com uma das mãos, e com a outra batia uma punheta. Então anunciou: “Vou gozar, Emílio! Vou gozar, Emílio! Vou go…zaaaaarrrrrrrrr!!!” Senti jatos quentes em meu rosto esquentarem a minha pele com aquele caldo quente e esbranquiçado. Foi quando reconheci o mugunzá que eu tinha bebido no dia anterior, tanto do Jonas, quanto do Márcio. Com os dedos, eu comecei a arrastar os líquidos do meu rosto até a minha boca e engolia. Aquele gosto não me incomodava. Então fui tomando e Douglas me olhava completamente satisfeito. Ele disse: “Emílio, você é demais! Adorei, cara!”

Fui olhar a hora e já eram três e meia da manhã. Fui até o banheiro, lavei o rosto e me sentei no vaso para lavar meu ânus. Senti como se fosse fazer cocô. Fiquei acho que uns 15 minutos tentando fazer cocô, mas nada saiu. Ao voltar, Douglas já roncava. Baixinho, mas roncava. Eu resolvi vestir meu pijama, para o caso de sentir vontade de fazer cocô e possivelmente não sujar a cama. Douglas estava pelado, com o pau meia bomba, repousando sobre uma de suas coxas.

Na manhã seguinte, acordei bastante assustado. Douglas não estava ao meu lado e o dia já estava bem claro, sinal de que eu havia acordado atrasado. Corri para a cozinha e todos já tomavam café da manhã. Pedi desculpas a todos: “Bom dia, gente! Peço desculpas pelo atraso e me perdoem por não ter preparado o café de vocês! Eu não sei como eu fui dormir tanto!” Douglas falou: “Bom dia, Emílio! Relaxa, rapaz! Já disse pra eles que eu devo ter roncado bastante e você deve ter demorado a dormir por minha causa. Eu que peço desculpas!” Silvinha disse: “Bom dia, Papai Milho! Ontem eu brinquei de namorado com o tio Márcio, o tio Jonas e com o Nilsinho!” Achei bem estranho e perguntei: “Como assim?” Márcio explicou: “Deixa que eu explico! É que ontem essa danadinha estava demorando a dormir, então eu chamei o Jonas e o Nilsinho para todos brincarmos com ela, assim ela ficaria logo cansada e dormiria. Acabou funcionando!” Douglas interrompeu e disse: “Bom, galera! Eu adoraria saber como foi que vocês se divertiram essa noite, mas eu tenho meus compromissos na capital, então preciso voltar imediatamente, pois tenho clientes me esperando hoje. Márcio, vou fechar com o prefeito conforme combinamos agora aqui no café. Muito obrigado a vocês por tudo!” Começamos a nos despedir de Douglas. Quando ele foi se despedir de Silvinha, ele a levantou no colo e ela entrelaçou as pernas no peito dele. Tive a impressão de que um dos dedos dele estava pra dentro da bucetinha dela, mas eu teria que me abaixar um pouco mais pra ter a certeza, e seria estranho. Então deixei pra lá. Sei que quando ele a desceu do colo, o mesmo dedo foi até a boca. Ele lambeu e disse: “Café da manhã com mel é sempre o melhor café da manhã!” Olhei pra mesa e vi que havia um pote de mel, que compramos na ida ao supermercado. Creio que foi sobre esse mel a que Douglas tinha se referido.

Todos fomos com Douglas até a parte de fora da casa e ele partiu em sua bicicleta. Márcio olhou para os filhos e disse: “Pessoal, levem a Silvinha para fazer alguma coisa, pois eu preciso ter uma conversa em particular com o Emílio.” Os três foram em direção ao celeiro, enquanto eu e Márcio retornamos para a cozinha. Na mesa do café da manhã, Márcio me serviu algumas coisas: “Espero que não esteja tão ruim! Na sua ausência, tive que botar o macharal da casa pra fazer o café da manhã e se virarem com o que soubessem. Hahaha” Comentei: “Está tudo com uma cara ótima! O café acho que está forte demais, mas não está ruim. [Pausa] Mas, e então Márcio, o que você queria me falar?” Márcio me olhou e disse: “Está na hora de eu te contar qual é o meu plano em relação a Vivi, e como você vai me ajudar nisso.” Nessa hora, até queimei a minha língua com o café quente: “Sério, Márcio? Pois então me conte! Sou todo ouvidos.”

Márcio contou seu plano: “A Vivi é uma mulher que chama muita atenção! E não é pelo fato dela ser travesti, pois muita gente não sabe que ela é, até ela mostrar seu pauzinho de boneca. Hahaha Ela é extremamente bonita… simpática… elegante… cheirosa…gostosa… Mas quando descobrem que ela é travesti, mesmo ela dando tesão a todo homem que a vê, o preconceito e a discriminação falam mais alto. E eu não posso assumir um romance com ela, estando recém-separado. Seria um escândalo e com certeza a Cristianne ia querer usar isso contra mim pra me separar do meu filho Nilsinho e não deixar eu chegar perto do garoto. O fato é que eu preciso ter a Vivi por perto, mas não que associem ela a mim, mas a uma outra pessoa, se é que você me entende… Então eu gostaria de propor, Emílio, que você aceitasse… fingir que é namorado da Vivi e que vocês decidiram morar juntos!”

Eu quase caio pra trás quando Márcio disse aquilo. Acho que meus olhos quase saíram da caixa craniana, pois Márcio me olhou e disse: “Se acalme, por favor! Eu não pediria isso, se eu não confiasse em você, Emílio! Você é a pessoa ideal para o meu plano! Todos respeitam você e na cidade ninguém teria coragem de ofender o cara que conseguiu reabrir a escola para as crianças e que conta com toda a credibilidade do prefeito! E como nós todos vamos morar juntos, eu vou ter a minha privacidade com a minha boneca, sem ninguém desconfiar de nada! Afinal, você e ela vão se comportar como um verdadeiro casal de namorados!” Aquilo tudo me parecia uma loucura: “Mas, Márcio… Como vamos fazer isso? Namorados andam de mãos dadas, saem juntos, e…” Márcio me interrompeu: “E se abraçam muito, se beijam na boca em público, jantam e trocam carinhos… Eu sei de tudo isso! E não me importo, pois sei que você faria tudo isso sem maldade! E ainda que quisesse se aproveitar, eu não teria ciúmes de você! Pra ser sincero, prefiro dividir a Vivi com você do que com qualquer safado desses que só iria fazer a minha boneca sofrer! Com você seria diferente! Você seria carinhoso! Você iria cuidar dela! Você iria me ajudar a fazê-la verdadeiramente feliz! Não me deixa na mão, não, Emílio! Por favor, diz que topa?!”

Minha cabeça estava girando. Era muita informação para eu processar de uma vez só. Até que o telefone de Márcio tocou. Na tela, o nome “Vivi”. Meu coração pulou e começou a bater desenfreadamente. Márcio atendeu: “Oi, Boneca! Fala, minha garota! [Pausa] Não, ainda não resolvi. Mas acabei de falar com ele. Ele está aqui na minha frente. [Pausa] É claro que eu te aviso! Mas eu acho que você já deve começar a arrumar as suas malas, e vender aquelas coisas. Não duvido de que em poucos dias estaremos morando juntos, minha garota! Te amo, Boneca! Tchau!” Ao desligar, Márcio me diz: “Ela está esperando ansiosa a sua resposta, Emílio. Ela já me ouviu tanto falar de você, que ela não vê a hora de te conhecer. E disse que quer muito ser a sua namorada, ainda que seja de mentirinha!”

Meu sangue começou a ferver. Creio que comecei a suar. Senti a pele do meu rosto aquecer. O meu pau começou a subir dentro do pijama, só de pensar em ficar perto daquela mulher que mexia tanto com o meu desejo. Uma mulher de pau! Por que a possibilidade dela ser mulher, mas ter um pau, me deixava tão inquieto daquele jeito? Mas não era pra menos! Ela ficava com Márcio e com Jonas. Pai e filho. Se dois homens ficavam com a mesma mulher, então alguma coisa ela realmente tinha que os fazia loucos por ela, assim como estava fazendo a mim. E agora eu poderia ser o namorado dela. Só bastava eu aceitar a proposta ali na minha frente. Foi então que Márcio interrompeu meus pensamentos e declarou: “Emílio… [Pausa] Se você está inseguro com medo de onde isso vai dar, eu quero te dizer algo que vai te tranquilizar e te ajudar a aceitar essa proposta de uma vez… Do mesmo jeito que você não se importa que eu me alivie metendo o pau na bucetinha da Silvinha, eu também não vou me importar de você comer o cuzinho da Vivi. Você quer comer o cu da minha boneca ou não quer?”

[No próximo capítulo: Emílio leva Silvinha de volta à Inocência. Leonel inicia uma reforma na casa, para Márcio, Emílio e Silvinha se mudarem logo. Emílio deixa Tito ensinar Silvinha a fazer pau. Ops! A fazer pão. Gugu vai passar um final de semana inesquecível na chácara, com direito a orgia entre três adultos e duas crianças. Sérgio e Emílio trocam confidências sobre a criação de Alice e Silvinha.]

Leitoras e leitores, disponibilizo dois meios de comunicação para interagirmos. Fiquem à vontade para se comunicar comigo, pois ficarei muito feliz em fazermos contato! Estou fazendo contos por encomenda, por um preço muito bacana. Aproveitem!
[email protected] ou pelo usuário @fadobourne na rede T3L3GR4M.

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45 Comentários

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  • Responder dodô ID:5pbbmrl1hrj

    caso alguém tenha contos no mesmo estilo mandem no meu tele, eu adoro ler contos nesse estilo /dodo2578

  • Responder dodô ID:5pbbmrl1hrj

    Estou com saudades dos contos, infelizmente sempre tem comentários indesejado, mas espero que continue postando, ou poderia fazer um grupo no tele e postando por lá

  • Responder Perv20 ID:2ql4amkkh

    Seus contos só melhoram a cada dia. Não deixe se abalar pelos comentários ruins dessas pessoas que jamais escreveriam 1% do que você escreve, não pare!

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Muito obrigado, Perv20! Estou emocionado com o seu carinho! Vou repensar se irei voltar, está bem? Um abraço bem gostoso! Valeu!

  • Responder Macho,o J D ID:g3jjxse8l

    Né veado,em vez de ir atrás de mulher e parar de pensar em veadagem,vc vai atrás de veadagem e pára de pensar em mulher,não é mesmo?Mas alegra-te veado,eu,John Deere,Matador de Veados,vai te curar da bactéria gay que tomou tua mente e corpo!Cuidado veado,estou em todo canto,veadagem e veado comigo não têm amanhã!

  • Responder Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

    Olá, leitoras e leitores!

    Em respeito a vocês, vim dar uma satisfação.

    Quando comecei a escrever, imaginei que jamais pararia, pois tinha um tesão muito bom. Porém, cheguei a conclusão de parar.

    Acabei me expondo muito e não quero me prejudicar futuramente.

    Agradeço por cada gozada que deram pensando nos meus personagens e nos detalhes das histórias.

    Se algum dia eu resolver me arriscar novamente, volto a conversar com vocês. Abraços!

    Fã do Bourne.

    • perv.boy ID:1dai0tev9c

      o traveco vivi parou kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk vai voltar a fazer o que sabe, se vender no joquei club kkkkkkkkkk

    • Dark Angel ID:yb0ta8ri

      Que Pena , já estava aguentando

    • Areias ID:2ql0lbud3

      Não para, você manda muito bem, ou tente terminar o conto, pelo menos em mais um dois capítulos.

    • Anônimo ID:830x84jm9a

      Você pode iniciar um novo conto nesta mesma conta e quando quiser voltar ao conto anterior vai ser mais fácil para você autor e os seus leitores assíduos.

  • Responder Caiçara ID:xloriid4

    Eu tento segurar o gozo até às últimas palavras mas não consigo, está perfeito demais louco pela continuação

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Caiçara! Adoro seus comentários, seu pervertido! Adoro principalmente quando você vem conversar putaria comigo no T3L3GR4M. Você é um puto safado comedor de criancinha e eu te adoro por isso! Não segura o gozo não! Pode bater várias vezes me lendo, que é isso que eu quero de vocês: muita porra!!! Valeu!

  • Responder leo ID:g3ja3lfi9

    Nao liga pros comentários ruins de quem jamais teria capacidade de fazer metade do que você fez. Escreve o que você quiser e continua do seu jeito pq é mto tesão. Eu ja gozei mto te lendo.

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Leo! Muito obrigado, cara! Você me deu uma baita força agora, irmão! Com seu incentivo, vou continuar seguindo a minha criatividade para dar as melhores gozadas que vocês já deram nesse site! Valeu!

  • Responder Fã de Identidade Bourne ID:bf9drkzhr9

    Eita Fã! Você exagerou na dose, gozei horrores!!! Ansioso para ver o grande encontro do Sérgio com o Emílio! De repente o Bentinho podia aparecer para brincar com a Silvinha, acho que os machos da casa não iriam se incomodar hehehe.

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Olá, meu ídolo Fã de Identidade Bourne! Que honra tê-lo aqui, de coração! Um desejo seu é um dever para mim. Claro que se a Alice vai entrar, Bentinho também virá! Não posso separar os priminhos. Todos vão ficar alegres! E agradando você, fico mais feliz ainda! Obrigado pelo apoio! Prometo fazer jus ao legado que você brilhantemente deixou aqui neste site! Quem sabe um dia você não volta para criarmos histórias juntos? Seria uma delícia ser seu parceiro, em todos os sentidos! Hahaha Valeu!

  • Responder Daniel Coimbra ID:xlpy9g8l

    Louco de vontade de ler logo o capítulo com Vivi. Tenho certeza que Emílio vai dar gostoso pra ela. Parabéns também pela cena de Douglas e Emílio, me segurei pra não gozar, pois gosto de ler seus contos até a última palavra. Mas eu queria muito que Vivi comesse um dos caras, além de Emílio. É normal homens gostarem de ser penetrados por travestis porque isso faz eles se sentirem menos gays, afinal eles estão dando pra uma mulher e não pra outro macho.
    Beijos e aguardo ansioso pelo próximo.

    • Paracelso ID:gsudr96ii

      Gozei mais de uma vez! Rico em contextos, possibilidades, erotismo e instinto. Continue!

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Caracaaaaa!!! Daniel Coimbra? Uma lenda do CNN comentando no meu conto? E mais: afirmando que gosta de “ler até a última palavra”? Amigas e amigos, este final de semana eu não durmo. Hahaha

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Paracelso, agradeço-lhe pela gentileza do comentário aqui, bem como pelos compridos diálogos no Telegram. Você é um dos meus fãs mais queridos! Extremamente feliz com seus contatos! Valeu!

  • Responder Perv.boy ID:5h6039nh

    Vai fica chato um travesti, no conto com duas meninas silvinha e a chegada da Alice. Como todos os que envolve travesti é para não dar continuidade no enredo. Vai ficar uma merda igual a esse último conto.

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Cara, você e os outros que têm problemas com travestis precisam ir se tratar. Se não quiser mais ler, não leia. A travesti vai entrar e vai ficar. Problema seu se não gostar.

    • Paracelso ID:gsudr96ib

      Não é fácil alinhar variados contextos num único conto sem perder o erotismo, mas tu consegue fazê-lo com talento! Continue. A gente goza muito com teus cenários e personagens.

    • perv.boy ID:1dai0tev9c

      vai ficar uma merda sua passivona de travesti. a ja sei vivi e vc esta explicado kkkkkkkkkkk

  • Responder Vantuil OB ID:830y27wwqj

    Finalmente Bourne. Estava esperando pelo Emilio dar o cuzinho. Agora a Vivi vai arrombar ele de uma vez. ontinua e não demora tanto dessa vez.

    • Perv.boy ID:5h6039nh

      Com a entrada de travesti vai acabar com conto

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Vantuil OB! Fico feliz que você tenha gostado! Terão muitas cenas do Emílio e da Vivi juntos. Você vai amar, tenho certeza!

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Amigo, eu demorei não foi porque eu quis, mas porque eu estou com muito trabalho e também estou doente nesta semana. Mas relaxa que vai dar certo! Logo logo sai o capítulo 9. Valeu!

  • Responder Areias ID:7btet8620a

    Ahhh.

    E acrescentar o Gugu foi uma puta jogada, só melhora kkkkkkk

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Que bom que gostou, Areias! Tamo junto! Valeu!

  • Responder Areias ID:7btet8620a

    Gosto muito dos seus contos, principalmente de fazer um crossover de contos..

    Uma sugestão seria dar um pouco mais de detalhes nos momentos do sexo, a história está top, mas a parte do sexo com mais detalhes do que o pai está vendo da filha seria ideal.

    Mas é só uma sugestão de opinião mesmo. Seus contos são nota 10.

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Olá, Areias! Acredito que é a primeira vez que tu comentas, né? Cara, tem situações que dá pra descrever, porque o pai está vendo a tal da brincadeira. Mas nem sempre ele vai perceber tudo, pois tenho medo do conto perder a graça.

      É um desafio enorme escrever, mas espero conseguir agradar a maioria. Obrigado pela sugestão! Sugestões são sempre bem vindas! Valeu!

  • Responder Coceirinha no cu ID:xlpqyd9c

    Fez muito bem em liberar o cu e torço para que a traveca tenha um grande cacete para te arrombar de vez e ajudar sua filha com esse bando de roludos, dando a todos e podendo beber muita porra

  • Responder perv.boy ID:1dai0tev9c

    olha sou muito seu fã, não perco um conto seu que me rende excelentes gozadas. mais adicionar um personagem travestir nesses conto vai ficar muito ruim, tem que ter macho disposto a tudo para foder a silvinha. acrescenta o mario do tio g um negao roludo.

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Olá, Perv.boy! Eu não abro mão da minha personagem travesti. Ela já estava prevista desde o início. Então, deixa ela em paz, porque ela não tá te fazendo nada. Valeu!

  • Responder Mateus ID:de2fa2kd0

    Tenho uma vizinha que tem uma filha de 5 anos, ela vem sempre aqui em casa e traz a menina sempre com uma mini saia ou um shortinho bem fino e colado, eu fico loco de tesão.
    Um dia ela e a mãe dela estavam aqui em casa, conversando com minha mãe, eu tinha acabado de sair do banho e não sabia que elas duas estavam aqui em casa, eu sair do banheiro e entrei no quarto tirei a toalha e quando vi pra porta a menina tava parada vendo meu pirocão, nossa foi inesplicavel, me deu um tesão forte no momento minha vontade na hora era jogar aquela garotinha na cama e enfiar meu pau na bucetinha dela, socar forte até ela gemer, nem ligaria se a mãe dela e a minha ouvisem.

    Mas infelizmente ela saiu da porta e foi ao encontro da mãe, após esse dia teve vezes que ela vinha e me olhava mas logo saía andando como se me evitasse, se surgir uma oportunidade como essa de novo, não vou perdoar. vou botar ela pra mamar.

    • perv.boy ID:1dai0tev9c

      cara vc sabendo fazer direitinho vai tem um delicinha direto.

  • Responder japa_desantos ID:19p36othl

    eh leh e goza na certa !!

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      Oi, Japa safado! Adoro quando você admite que gozou! Hahaha

    • japa_desantos ID:19p36othi

      Não aguentei e li d novo, soh dssa vz eu arrisquei e li na sala com minha esposa e filha assistindo tv rs

  • Responder Anônimo ID:gqb091pd2

    Primeiro a ler 😋😋😋🙏

    • Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

      E gozou, anônimo?

    • Anônimo ID:gqb091pd2

      Nossaaaa…Bastante.E em relação a trans Vivi concordo contigo em número, gênero,e grau.Para os leitores que estão incomodandos com a trans ViVi é muito Simples : Não leiam Bando de homofóbicos

  • Responder Fã do Bourne ID:8d5vce96ic

    Olá, leitoras e leitores!
    Apesar de ter tido uma semana muito ruim, espero que eu tenha conseguido dar o meu melhor para vocês!
    Curtam bastante e gozem muito! Gozem à vontade, sem medo de ser feliz!
    Aguardo os comentários e as ideias bem safadas de vocês! Valeu!

    • perv.boy ID:1dai0tev9c

      kkkkkk essa vivi a travesti que esta escrevendo o conto vai ficar uma porcaria.