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O Vizinho Militar. 24 – “Te machuquei?”

3129 palavras | 4 |4.63
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Quantos fetiches você consegue enumerar? O militar tem uma lista cheia deles e o meu trabalho é realizar cada um.

Olhei rápido o horário só para me certificar de que realmente estava me metendo em uma furada ao usar o metrô muito depois das nove da noite. Ainda mais se falando da linha que naturalmente é mais vazia aos sábados. Eu nunca aprendo.

Dei uma olhada pelo vagão depois de entrar para lembrar bem do rosto de quem estava por ali como medida de segurança e só depois que as portas se fecharam e nós saímos da estação é que caminhei cuidadosamente para um assento onde conseguir ver todo mundo. De imediato a imagem de um homem ao fundo do vagão me chamou atenção. Grande, como são os homens que gosto, meio aloirado, um tom de dourado fechado que sob o sol deve brilhar lindamente, olhos profundos e sérios, barba nascendo no queixo de aparência robusta, boca travada e bonita, ombros largos gigantescos, peito estufado e sensualmente desenhado embaixo da peça que chamava mais atenção que a própria beleza. É alto porque as pernas são cumpridas e o tronco é engrossado e grande.

Uma farda camuflada do exército cobre todos os quase dos metros do homem e empresta um aspecto quase ficcional ao seu corpo moldado. Aparentava uns trinta e alguma coisa dali à distância porque carrega traços de maturidade nas mãos que estão a mostra e nos cantos dos olhos. Homem fica ainda mais bonito quando a idade aponta na cara. As marcas não o deixa feio, pelo contrário, só trazem mais vigor, mais charme e faz crescer em mim uma vontade absurda de ouvir todas as histórias que deve ter vivido por aí. Não nego meu olhar e o meu interesse em nenhum momento, mas quando ele vem vasculhando o vagão com o seu olhar e encontra o meu, desvio temendo ser direto demais e me encolho no assento tentando não chamar atenção. Está encostado no vidro e como estamos no último a visão atrás dos ombros abertos são as luzes do túnel em uma vertigem que me hipnotiza. Não sei se é a imagem dele que está fazendo isso comigo.

Não me nego a admirar e de novo nossos olhares se encontram. Ele tranca o queixo, tensiona os músculos do peito, cruza os braços sobre eles, melhora a postura que até ali estava um tanto mais relaxada e levanta a cabeça cerrando os olhos como se na sua frente estivesse aquele batalhão de recrutas em flexões castigadoras às suas ordens. Mas não é para os novatos no quartel que aquele cara está olhando em tom de autoridade e leve grosseria, é pra mim. Meus joelhos tremem quando entendo que é pra mim aquela pose autoritária e me ajeito outra vez temendo levar uma broca merecida. Eu até seria capaz de pedir por isso. Até quase rio de mim mesmo ao me perceber temendo alguém que jamais poderia me descer ordens por qualquer motivo que fosse.

Eu não o conhecia ali.

Ele me deixa sem experimentar o temor de ser alvo do seu olhar por duas estações e no caminho para a próxima desfaz a postura assustadora movendo-se para um passo. Quando caminha, faz isso entre os bancos e na minha direção no outro canto mais isolado do vagão. Ele me faz tremer de novo, me faz perder a respiração e sem falar absolutamente nada usa o assento vazio na minha frente para sentar. De todo o espaço ali é exatamente na minha frente que ele para e é nos meus olhos que ele está olhando. Evito seu rosto, junto minhas coxas e faço o óbvio, ignoro. Mas só consigo me manter assim até enxergar de canto o movimento que os seus joelhos estão fazendo para se separarem e assim abrir um espaço enorme entre as coxas que percebi antes serem enormes e bem firmes. Ele se ajeita, solta um respiro pesado e cruza os braços outra vez sobre o peito.

Não existe a menor condição de ignorar as coxas de um homem que se abrem na sua frente. É até heresia fazer isso, então é justamente por esse motivo que me ajeito pela centésima vez diante desse mesmo homem e encaro aquilo que me oferta. Existe uma onda natural que se acomoda na região da virilha no lugar mais íntimos daquelas pernas que é excitante e linda na mesma medida. Não é um volume de pica endurecida, é coisa de homem pauzudo e ele me hipnotiza ao ponto de me fazer viajar em uma visão do meu corpo sendo levado até a vara que se esconde no camuflado para sentir que cheiro tem e que calor guarda. Me sinto culpado em imaginar isso, mas também me sentiria assim se não ousasse imaginá-lo se entregando pra mim.

Ele suspira de novo, o peito infla e cresce, as pernas se abrem mais um pouco e ele se mostra arreganhado. Não é vulgar como faz isso, nem medonho, é sensual e viril. É dominante, é grosseiro. Seduz, instiga, erotiza e me acorda para uma putaria que dorme tranquila no meu corpo. Dorme somente enquanto permito. Ele me analisa como faço com o seu corpo grande. Olha as minhas coxas grossas, minha barriga, meus braços caídos sobre o colo, meu queixo, meus ombros. Respira fundo, ergue o quadril mexendo assim a onda que eu ainda assisto. Olha as minhas orelhas, o meu queixo, meu cabelo, meu nariz. Gruda o olhar no meu e fixa meus olhos nos seus e me faz acompanhá-lo até o coturno pesado que usa e que está a poucos centímetros dos meus tênis lá embaixo.

“Levanta” diz somente.

Eu não sei o que ele quer. Me olha sério, sem pistas. Não se mexe, não me deixa sacar suas intenções. Então ergue o pé e apoia no banco onde eu estava sentado. Ninguém nos vê aqui, estão todos ocupados em seus cansaços diários, ninguém tem tempo para a nossa safadeza.

“Senta.” Ordena.

O único lugar para sentar está ocupado pelo pé dele. Não tenho outra escolha. A ponta do coturno cutuca o meio das minhas nádegas quando acato à ordem cuspida pela boca linda dele e o tecido fininho da minha calça moletom me deixa experimentar a dureza do calçado. Ele força em mim como se sentisse através do couro a minha pele quente e mexe o pé bem na minha bunda. Quase ganha um gemido fazendo isso, e tudo bem se eu estivesse gemendo porque é alto o barulho resultante da viagem do vagão pelos trilhos, mas no lugar disso eu solto apenas um suspiro que chega nele. Me cutuca outra vez com o pé e eu rebolo sentando com firmeza e destreza inaugurando uma modalidade de fetiche. É assim que ele se excita e é assim que eu me excito ao assisti-lo apertar os lábios entregando o prazer que sente em me tratar com malícia.

Passamos outra estação e eu sei que a próxima é bem perto dessa última. Temos pouco tempo. Ele arranca o pé do meu assento, do meio da minha bunda e ajeita o volume que ganhava tamanho entre as próprias coxas de uma forma que quase desmonta aquela postura autoritária que ele vinha me entregando. Levanta sem se importar que vejam como é grande em tudo e caminha para a porta deixando um aviso com o queixo erguido que eu deveria segui-lo. Não se passa nem dois minutos até que anunciem a próxima parada e ele está lá pronto para sair primeiro. Nem outra minuto e ele está indo na direção de uma escadaria mais ao fundo da estação. Eu sigo como se soubesse exatamente o que deveria fazer, mas eu não sei. Não sei o porquê disso, não sei como eu estou ali, mas sei que quero. Quando olho como o homem anda pesado pelo lugar que vai ficando escuro, como os ombros passeiam no ar, como os braços longos caem nas laterais do corpo todo firme, vou tendo certeza de que quero estar ali, não importa quais consequências tenhamos que enfrentar.

Ele para num vão da escada que dá acesso à essa estação subterrânea e firma as costas em uma parede no canto mais escuro da escadaria. Aquele é o lado mais escuro da estação e que por isso se torna a passagem que ninguém quer tornar naquele horário. Não me espera chegar perto para abrir o zíper da calça camuflada com certa dificuldade por estar mais duro, consequência da excitação que ele mesmo procurou, e saca a pica que escondia até ali. É grossa, rugosa, avermelhada em todo o corpo e dá pra ver isso mesmo na pouca luz. O resquício de claridade faz a rola brilhar porque ao expor a cabeça rosada a baba que estava presa escorre e mela tanto os dedos quando o couro do pau. Como é lindo quando ele flexiona os joelhos, bate nas coxas apertadas dentro do tecido camuflado da calça e me olha cheio de tesão.

“Senta aqui, porra!”

Eu não tenho escolha. Não questiono. Não estou em posição disso. Não impeço meu corpo de agir de acordo com as regras dele, as ordens e o tesão. Eu quero o que ele quer. Naquele momento, naquela escada, no escuro daquela estação, no cheiro forte de poluição da cidade, de óleo dos trilhos e de carne quente da nossa perversão, sou escravo da sua putaria inconsequente. Em pé, de costas, me encaixo nele e deixo que firme a ponta da rola entre minhas nádegas. Ele manda.

“Abre pra mim.”

Exponho um cu limpo e cheiroso pronto para isso, mas o homem me deixa entender que não se importaria se o estado fosse outro. Ele mesmo termina de me abrir e se encaixa pela metade lá dentro sem pedir permissão e sem avisar que já estava pelo caminho. Eu tento prender minha respiração para sentir até a essência daquele toque e ele me completa encaixando tudo, afundando tudo, alargando tudo. Força para entrar e para me fazer sentir a força da pica. É forte como um touro, até quando abraça a minha cintura, gruda a boca na lateral do meu rosto e resmunga num linguajar baixo que…

“Eu quero o seu cu todo encaixado nessa pica, seu viado. Bora, rebola nessa porra. Você num quer pica?”

“Eu quero…” Sofro para falar.

“Toma pica, seu depravado.” Ele quer mesmo usar essa palavra porque cospe falando. Mela meu rosto também quando termina de falar e me morde. Não quer beijo, eu entendo. Ele quer me morder. Quer fazer como os bichos fazem.

“Ai, cara…” Eu começo. Não quero gemer. Não tão alto. Abro os olhos que estavam fechados até o momento. Dá pra ver os trilhos e a plataforma dali. Se o metrô passar do outro lado seus passageiros certamente nos verão. “Ai, caralho!” Eu continuo. De novo não quero dizer isso alto, mais sai forçado da minha boca. “Dá pica no meu rabo…”

Ele não me deixa terminar. Tem cinco dedos cobrindo parte do meu rosto que compreende nariz, boca e queixo. Me quer gemendo, mas quer me ver sofrendo para isso. Meu gemido sai espremido pelos dedos, mais ainda assim é gemido. Buscando outros mais potentes o homem parte a me socar com violência, marcando minha pele fisicamente e com barulhos que resultam das nossas roupas e nossa pele em fricção. Se encaixa em mim com pancadas e permanece abraçado ao meu corpo controlando o movimento que eu tenho que fazer.

“Essa pica tá doida por você.” Cospe na lateral do meu rosto controlando quando e qual será a intensidade da pulsada que dá diretamente dentro do meu cu. “A sua carinha safada não nega. Você não esconde essa sua safadeza. Deveria tomar cuidado…” Ele mesmo para porque tem um gemido vindo de dentro do estômago. Eu estou prendendo o pau dentro de mim com mordidas na entrada do cu. Ele geme de novo e se recupera. “Você nunca sabe quando vai encontrar um tarado como eu. Você não sabe o perigo que tá correndo.”

“Eu sei o perigo que estou correndo. Não só isso, sei exatamente que perigo que nós dois estamos correndo.” Respondo com certa dificuldade.

Ele esvazia totalmente os meus pensamentos quando me prepara para uma sequência de socadas que de tão forte beiram a violência. Agarra o meu quadril para controlar a força com a qual meu corpo voltará de encontro ao seu e é assim que ele consegue arregaçar por completo a minha bunda. Em todas as socadas vai tão fundo que sinto a presença nobre da picona em meu peito. Parece me atravessar. É visceral a forma como me fode, como me rasga para caber lá dentro. Sai um grito da minha boca quando tudo arde diferente. Um único grito. O resto são gemidos sofridos de um urso que está gozando sem ao menos se tocar. São gemidos de um homem sendo fodido por outro enquanto mela a própria cueca e a virilha.

“Eu sei quando você goza” ele confessa me trazendo de novo para o seu corpo e como está crescendo dentro de mim é um sinal de que também estar prestes a gozar. “Eu vou esporrar essa bunda. Essa bunda deliciosa aqui…” Ele geme espremido em meu rosto de novo. “Eu vou leitar você todo, seu safado. Vou encher seu cu de porra e você vai guardar isso pra mim.” E me abre ainda cravado, aperta e amassa as nádegas como se amaciasse a carne para sua pica se acomodar mais confortavelmente. Dói a forma como me abre e tende a marcar com a força que emprega para firmar e afundar os dedos na pele sensível da minha bunda.

“Não tem nada que eu queria mais que o seu leite” digo. “Goza pra mim, Jonas. Vai amor, leita meu rabo. Leita seu macho. Leita essa bundinha…”

É quando digo seu nome num sussurro que ele escuta só quando estamos sozinhos protegidos em nosso quarto que explode dentro de mim. O leite escorre, o homem geme, se espreme nas minhas costas, suspira pesado, usa a parede como apoio para as costas, gruda nossos corpos. Tem porra na minha bunda e escorrendo dela. Ele beija minha nuca, morde meu pescoço, suspira nele e fala baixinho.

“Não dá com você, sabia? Me faz gozar sempre, caralho. Essa sua banda…Ela é gostosa demais.” Ele ainda está apertando um pouquinho porque não consegue desgrudar de mim, mas eu sorrio e dou uma última rebolada na pica. Desgrudo dela devagarinho pra sentir fazendo todo o percurso inverso para fora de mim. Seguro o que consigo do leite lá dentro, me visto finalmente e giro dentro do abraço dele. Do abraço de Jonas.

Sim, ele.

“É que eu vivo pra buscar sua porra.” Eu quero um beijo depois que falo e faço isso descendo as mãos em um carinho na pica e nas bolas expostas. Ele está quente e grudento lá embaixo. A porra ainda mela o couro da rola e eu provo um tantinho diretamente da ponta dos dedos no meio do beijo. Ele ri, gargalha na verdade, e cuida de guardar a própria vara. Antes dá uma olhadinha para ver se está marcando muito. Está. Enquanto estamos ali, coladinhos, meus dedos estão sobre o volume esticando o tecido sentindo a cabeça diminuindo de tamanho e o corpo do pau ficando menor outra vez. Ele ainda pulsa cheio de vida.

“Eu poderia enganar os meus olhos, mas o meu cérebro memorizou tudo em você. Não consigo fingir que não te conheço. Meu corpo te quer inteiro” eu me entrego. Falo sério e ele sabe que é verdade.

Na fantasia de Jonas eu entro no metrô, ele está vindo do quartel e me analisa de longe. Se exibe pra mim, se mostra autoritário, se aproxima cheio de marra e me faz de puta no banco. Cutuca meu cu como fez e me arrasta para um ponto estratégico daquela estação que ele já conhece. Sabe onde me comer. Sabe como me comer. Ali, na sua fantasia, eu sou um completo estranho. O que fazemos é um sexo desesperado e cheio de tesão. Mas o problema é quando goza. Quero que faça isso como o meu homem, o que conheço bem, aquele que acorda me beijando as costas e cheirando o nosso sexo da noite anterior. Quando goza, é Jonas. Quando goza, eu sou o seu fetiche e nós não precisamos de outro.

“É exatamente por isso que nenhuma outra criatura do mundo me dará tanto prazer quanto você dá” ele diz lambendo meus lábios. Tem gente chegando e nós precisamos partir. Ele sabe disso. Aperta minha bunda por cima da calça com cuidado e dá um tapa. “Te machuquei aqui?”

“Não. Pelo contrário…”

“O que tem?” Ele fala desesperado. Até treme nos meus braços. Quer tanto escutar o que fez comigo.

Chego a boca pertinho da orelha dele, olho para o lado oposto em que estamos e tem um segurança chegando lento. Não nos quer expulsar, ele está só andando. Tem um passageiro subindo pelo outro lado, Jonas está olhando para ele. Somos dois homens colados um no outro sendo assistidos por outros dois. O que subia as escadas passa por nós no momento em que sussurro dentro do ouvido do meu militar.

“Você cavou o meu cu com essa sua pica gulosa, mas não acabou aqui. Eu ainda tô morrendo de fome, gostoso. Me dá mais?”

Isso foi o suficiente para arrancar dele um risinho cretino e fazê-lo correr comigo da estação que conhecemos bem. Estamos perto de casa agora. Estamos perto de onde ele mete aos urros e me bate com a certeza de que ali sou seu macho, o seu ursinho, o seu puto guloso. No caminho ele para só para olhar os meus olhos cheio de uma curiosidade linda de assistir.

“Você manda na próxima.”

“Mesmo?” Pergunto.

“Sim, é a sua vez” ele promete.

Espero que ele saiba com quem está se metendo.

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4 Comentários

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  • Responder Baby Boy ID:vpdkriql

    Melhor impossível

  • Responder @eumaiknunes ID:gsudr15m1

    Queria tanto conhecer vocês , já gozei horrores com a sua história

  • Responder Lex75 ID:nm2yrhi

    Amigos, acompanho a vossa história desde o início. Sou apaixonada pelos teus contos. Quando penso que não podem ser melhores, provas o contrário, e o seguinte ainda é melhor. porque não escreves um livro? Eu compraria e recomendaria. Amo os dois.

  • Responder Nelson ID:3c793cycoid

    Amo esses dois. Meu sonho de consumo é um vizinho desse ou os dois. Até pode ser. Ahahahahahah