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O professor me apalpou

2096 palavras | 6 |4.41
Por

Meu bumbum grande marcando o fio dental seduziu até meu professor lerdo.

Olá, sou Bianca, sou separada e tenho uma filha. Recentemente com meus namorados todos têm dado a entender que não gostam dos meus fetiches, aí descobri esse site.

Recomendo leitura dos anteriores para não se perder.

Depois daquele dia, a gente sempre que estava sozinho estava transando.
Percebi que ele amava com collant ou maiô mas com collant machucava ele principalmente por causa dos furos nas meias.

Ele não fazia idéia de que minha mãe sabia de tudo mas hoje entendo que ela entendia que a adrenalina do escondido era melhor pra ele e consequentemente pra mim. E pra ela também já que adorava me beijar e sentir o gostinho dele na minha boca.

Ela passou a arrumar compromissos com minha tia e sempre nos deixava só e eu quando não estava com ele, estava aproveitando sozinha ou no tapete, ou no braço do sofá ou com o ursinho.

Passava o dia todo molhada de collant ou maiô. Era só minha mãe sair que já tirava o shorts e ia aproveitar. Quase sempre debaixo do collant ou maiô estava uma meia calça já furada no meio. Passava o dia todo assim.

Quando voltaram as aulas, pedi pra minha mãe pra por collant por baixo do uniforme. Ela disse que não precisava por que o ballet iria ser mais tarde um pouco esse ano mas depois de eu insistir ela deixou, menos nos dias de educação física. E comecei a ir.

Como a calça era larga, achei que não teria problema em por meus collants menores, que ficavam enfiando no bumbum, como adorava a sensação deles me rasgando por baixo, passei a ficar realmente molhada o dia todo.

Uns dias depois vi dois meninos discutindo sobre quem sentava atrás de mim.

Conforme os dias foram passando, eu passei a gostar mais da sensação, principalmente por imaginar que ninguém sabia o que eu vestia por baixo e o que eu costumava fazer com isso.

A vontade de enfiar algo era grande, queria sentir algo dentro de mim, me perdia imaginando isso no meio da aula e em um dia resolvi tentar algo…

Derrubei minha borracha na cadeira, ninguém viu, depois afastei pra trás e coloquei ela bem no meio, deitada lá. Se fixou tanto que não ia pra lado nenhum. E aos poucos fui voltando pra frente até sentir ela me tocando. Cheguei até a fechar os olhos quando encostou.

Fiquei uns minutos assim.

Passando o tempo o que a professora falava era só Blá Blá Blá e eu já comecei a me contrair com o proibido e aos poucos fui me mexendo pra frente e pra trás.

Deu o sinal do intervalo, olhei para os lados e disfarçadamente tirei a borracha de lá.

Na volta do intervalo vi novamente os meninos discutindo e tinha mais um outro, quando me viram pararam e decidiram trocar de lugar. Não dei importância e sentei. Havia mais duas aulas de história e o professor era chato, como muitos professores de história aliás. Era o único professor homem na minha turma, sabia que ele iria mais falar do que dar aula. Vagueando por entre os assuntos e eu teria que ler o livro em casa de qualquer jeito.

Então em menos de um minuto de aula já coloquei a borracha lá e em menos de cinco minutos já estava toda acesa. Passei a fazer movimentos leves, às vezes pra frente e pra trás, às vezes abrindo e fechando as pernas e as vezes uma rebolada suave, que aprendi a fazer em cima do meu pai.

Obviamente após algumas vezes fazendo isso comecei a perder o controle e me mexer mais vezes, mais do que deveria, parava apenas quando o professor virava o rosto pro meu lado.

Tentava não mexer o tronco achando que seria melhor e ninguém veria, mas não notei que assim literalmente estaria rebolando na cadeira e aos poucos foi começando um burburinho atrás de mim.

Demorei muito pra me ligar, e o professor mais ainda, somente quando eu inclinei meu tronco pra baixo, de pernas abertas e o pescoço pra cima que aí a sala fez mais barulho até comentando.

Aí o professor perguntou o que houve e uma menina não exitou em responder:

– A Bianca está rebolando na cadeira!

Aí todos riram.
Essa foi a segunda vez em que minha safadeza chamou a atenção dos demais.

Ele perguntou se era verdade, apenas respondi que estava dançando, lembrando de uma música. Ele me olhou bem estranho. Falou que depois conversava comigo e era pra eu parar de “dançar”.

Ficou me encarando muito e passando muito pelo meu corredor enquanto falava. Chegou a parar atrás de mim um tempo e passou a falar mais compassado. Olhei pra ele e ele estava olhando diretamente pra minha bunda, pensei: está marcando?

Dei um jeito de olhar e pude confirmar, estava marcando certinho o collant todo enfiado mesmo de calça, pelo fato de eu estar sentada, a calça se esticou e marcou deixando a impressão do fio desaparecer no meu bumbumzão.

Olhei novamente para o professor e ele me olhou nos olhos, fiquei sem graça e virei pra frente. Senti embaixo piscando novamente e por impulso dei uma empinada. Precisava tirar a borracha de lá.

Ele não saia da posição, eu já desesperada pra tirar a borracha e quando tive coragem de olhar pra ele novamente, ele estava olhando o relógio. Disse que iria dispensar uns minutos antes pra conversar com a bailarina…

Gelei…

Todo mundo foi guardando o material eu guardei o que pude mas o estojo estava ainda sobre a mesa. Ele não saia de detrás de mim.

– Pode guardar tudo. Vamos conversar ali na minha mesa.

Eu tentei enrolar e não deu, teria que ou tirar a borracha de lá ou ir sem.

Guardei o material todo e deixei a borracha. Ele foi na frente, fechou a porta e sentou em sua cadeira. Pensei “É agora!”, e levantei pra ir na direção dele, mas ele arregalou os olhos e falou:

– Sua borracha está na cadeira.
– Ah, verdade…
– Você estava sentada na sua borracha?
– Estava.

E já chegando do lado da mesa dele só olhei pra baixo e sem graça, poderia ter mentido se eu soubesse como se faz.

Ele me puxou pro lado dele e falou:

– Não precisa ficar com vergonha, vem cá. – e me abraçou.
– Tá bom.
– Você estava rebolando em cima da sua borracha?

Apenas fiz que sim com a cabeça.

– Estava gostoso?

Olhei pra ele bem nos olhos e não consegui nem acenar, estava morrendo de vergonha.

Ele virou bem de frente pra mim ainda sentado e abriu as pernas me puxando para o meio delas, me abraçou, depois uma das mãos foi no meu queixo me forçando a olhar pra ele e outra segurando em minha cintura, eu tampei meu rosto com uma mão e a outra coloquei no ombro dele.

Ele tirou minha mão do rosto, coloquei também por cima do ombro dele apoiada no antebraço e ele colocou a outra mão na minha cintura, um pouquinho mais pra trás e mais pra baixo e perguntou novamente:

– Estava gostoso Bianca?

Eu acenei com a cabeça que sim.

– Você faz isso sempre?
– Na escola não.
– Faz em casa?
– Faço.
– Gosta de rebolar onde?

Senti uma mão dele descendo um pouco.

– No braço do sofá.

Senti a outra mão dele indo mais pra trás e o dedo acompanhando meu collant.

– E você faz isso sempre?
– Todos os dias!

Respondi de pronto e mais firme.

– Todos os dias?
– Todos os dias!

Ele questionou como quem não acreditava e me abraçou novamente mas dessa vez com uma mão sobre minha cintura, puxando bem perto dele mas a outra desceu pegando em cheio na minha bunda. E perguntou:

– Tem algum problema em eu te abraçar?
– Acho que não…
– Que bom, se você ficar sempre pra me abraçar assim eu não conto que você estava rebolando na borracha, tá bom?
– Tá bom. – apenas confirmei, pra mim realmente não era problema nenhum e me achava estar saindo no lucro.
– Então me abraça forte, bem forte!

Eu passei os braços por trás do pescoço e abracei e ele desceu a outra mão pra minha bunda e apertou com as duas e depois apertou de novo e começou a fazer carinho nela e falou:

– Que abraço gostoso!
– Unhum!
– Você gostou? – ele demostrou espanto.
– Unhum!
– Acha o abraço do professor gostoso?
– Acho!

Ele passou a mão desde a minha perna até o meio da minha bunda e apertou.
Fez isso de novo com a outra mão e me olhou bem no olho pra ver minha reação. Eu apenas sorri.

– Vou poder te abraçar assim todos os dias?
– Não. – respondi sorrindo.
– Por que não?
– Porque só temos aula com o senhor de quarta e sexta… – e ri.
– Aaah sua sapequinha
– Achei que não iria querer meus abraços – e me apertou a bunda novamente.
– Quero sim.
– Que bom!

Tocou o sinal e saí correndo.

Depois desse dia nunca mais sentei na borracha pra evitar destaque mas logo os meninos da sala passaram a querer sentar atrás de mim, um a um, mesmo pequenos pra entender o porquê, já gostavam de ver.

Na sexta a última aula era com o professor e de volta ele dispensou a turma mais cedo, como de costume, todos desceram rápido e eu guardando os materiais bem devagar acabei ficando pra depois.

Ele foi pra trás de mim andando e depois voltou e perguntou:

– Não está com pressa de ir embora?
– Não não.
– Está sentada na borracha de novo?
– Não, hoje não… – e ri..

Quando abaixei sentada pra guardar meu estojo senti a mão dele bem no meio do meu bumbum. Não reagi.

– Vai querer um abraço hoje?
– Unhum.
– Que bom.

Ele deu uma apertada no meu bumbum e foi sentar, eu logo já estava lá e ele novamente abriu as pernas me pondo no meio dele, me apertou direto pelo bumbum e eu correspondi o abraço apertando ele enquanto ele passava a mão e apertava todo meu bumbum.

– Que delícia!
– O que? – perguntei.
– O abraço! Que delícia de abraço.
– Ah tá.

Parte de mim queria um elogio, ou algo. E continuei.

Passado uns dias isso se tornou comum.
Adorava me sentir desejada.

Até que um dia ele resolveu ir mais além, com uma das mãos foi descendo minha calça até a mão entrar e apertou sentindo a meia calça.

– É bailarina mesmo né?
– Sim sim.
– Mas esse collant não está pequeno pro ballet?
– Sim sim, chegando em eu troco ou ponho um shorts.
– Então pra que por esse menor?
– Só porque eu gosto.
– Gosta dele menor assim?
– Unhum
– Posso ver?
– Unhum

Ele me virou de costas e começou a abaixar minha calça e eu com medo perguntei:

– E se aparecer alguém?
– É rapidinho.
– Tá bom.

E quando expôs todo meu bumbum com o collant todo enfiado no meio do bundão ele exclamou:

– Que delícia!
– O que?
– Você! – consegui o que queria!
– Eu sou delícia?
– Sim! Você é uma delícia Bianca!

Eu virei toda contente e dei uma bitoca nele, me afastei e ergui a calça. Assim que tocou o sinal saí da sala e dei de cara com a inspetora. Ela realmente iria entrar na sala. Escapei por pouco.

Após esse dia ele sempre dava um jeito de apertar meu bumbum por dentro da calça ou abaixar pra ver.

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6 Comentários

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  • Responder ahhhh ID:1dak5lfthj

    não gosto de ser criança mas o conto excita, então imagino ela já adulta se fingindo de criança kkkkk

    • BiancaN ID:2ql0274zm

      Adulta tem bem mais coisa

  • Responder Perv ID:ayf4kv4

    Continuaaa

  • Responder Bia ID:1daun3gzra

    Muito bom o conto! E ainda é chará! Também me chamo Bianca rs
    Bjs

    • Lucas ID:830y3cf3hj

      Já fez algo igual também?

  • Responder Pitôco Véi ID:h5i9ldqrc

    Fiquei de pau duro pensando na sua bunda.